28 de janeiro de 2017

Fanfic: Coroa sangrenta


Sinopse:
Sophie Grace é a princesa herdeira do trono de Angeles. Ela sempre teve orgulho de seu pais, honra por sua pátria e amor por sua nação. Mas isso foi antes. Antes de descobrir que seu reino tinha um passado obscuro e cheio de mortes. Sophie achou o diário de seu pai, onde encontrou a historia da fundação de seu reino na qual várias mortes haviam acontecido, e então pela primeira vez temeu a corôa. Ela teve medo de tomar posse daquela corôa, sempre foi justa e não queria que isso mudasse. Agora ela está entre duas opções; contar ao povo historia de seu reino e muda-lo ou receber a corôa sangrenta.

Categorias: ação, aventura, distopia, A Seleção
Autor: Reader Writer

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Capitulo um: Introdução. 
- Vossa alteza, acorde, por favor. - A governanta, Lucy, chacoalha Henry. 
- Ahn? Que? - Meu primo acorda assustado e eu solto involuntariamente uma risadinha. - Me perdoe, por favor, passei a noite resolvendo os problemas do exercito. O que deseja? 
- O rei da frança está quase chegando. E, bem, você irá na recepção lembra? - Eu respondi por ela. - Fora que, você estava dormindo na biblioteca. 
- De fato irei. Devia ter me acordado antes. - Disse ele tomando a posse de nobre que ele sempre tomava perto de mim. 
- Eu tentei. - Eu disse levantando as mãos pra cima, movimento não muito confortável, por causa do vestido de manga longa. - Mas, você não despertava de forma alguma. Já faz mais de duas horas que estamos tentando te acordar. 
Ele corou virando a cabeça. 
- De qualquer forma, irei  me arrumar. - Ele disse levantando do divã. Os cabelos negros chacoalharam com o  movimento brusco e seus olhos azuis gelo, simbolo de nossa família, estavam arregalados. Ele nunca acordava muito tarde, diferente de hoje, já que era quase meio-dia e ele estava ali, desde as seis horas da manhã. 
Suspirei. Agora era minha vez de me retirar. Henry era filho da falecida irmã de meu pai, Sofia. Eu havia recebido meu nome em homenagem a ela, que morreu defendendo seus ideais a 17 anos atrás, e também porque eramos idênticas. O pai de Henry, Trevor, havia morrido logo após a esposa, então meu pai meio que o adotou e acolheu. Mais meu primo não parecia ter afeição por mim, parecia ter alguma coisa contra mim para falar a verdade, meu pai falava que isso era resultado de sua inveja por mim. Mais eu sabia que tinha algo escondido por trás disso. Movi meus cabelos ônix para o suspirei com o pensamento, eu não deveria ficar pensando sobre isso. Tinha que me concentrar na recepção do rei da frança e sua esposa. Talvez seu filho viesse, mas eu torcia para que não fosse o caso. 
- Lucy? - Ela rapidamente voltou sua atenção para mim. - Mande prepararem meu banho, por favor. 
- Sim, alteza. - Eu a encarei fingindo estar zangada. - Sim, Sophie. 
- Não precisamos de formalidade, você é minha segunda mãe. Mães não chamam as filhas de alteza. - Eu sorri pra ela e ela deu um sorriso lindo. Lucy com seus cabelos castanhos e olhos mel, tinha apenas 23 anos. Mais sempre foi uma mãe pra mim. 
- Obrigada, querida. - Ela sorriu. 
- Sophie! - Um ser loiro de olhos azul gelo desceu a escada como um vulto. Meu irmão mais velho, Dylan, estava a minha frente me segurando pelos ombros e quase me fez cair. Depois me deu um beijo na bochecha. Dylan, era o primogênito  de meu pai, mais era um filho fora do casamento, considerado bastardo por muitos mesmo que eu não o visse assim, ele era filho de uma nobre que meu pai conheceu antes de se casar com minha mãe, então não receberia o trono. Mesmo que não fosse filho de minha mãe também, isso não me fazia o amar menos, e minha mãe cuidava dele como se fosse filho dela, ela tinha um grande coração. - Papai quer te ver. 
- Tudo bem, Maninho. - Eu sorri pra ele que me abraçou, quase me sufocando. E depois me soltou, me acompanhando até a porta. 
Eu sempre fui muito apegada ao meu irmão. Ele sempre esteve ao meu lado quando eu precisei e sempre me apoiou. Quando eu caia, era ele que me estendia a mão com um sorriso doce e gentil no rosto, pois ele era assim, aquelas pessoas que você se aproxima rapidamente e nunca mais quer afastar... Eu me lembro quando ele chegou no castelo, depois da mãe dele, Raquel, finalmente admitir que tinha tido um filho do rei, e ser banida por isso. Foi um dia muito especial para mim e ao mesmo tempo muito triste, foi difícil conseguir fazer Dylan se aproximar de alguém novo.  
- Entre. - A voz grossa de Caden, meu pai, soou quando eu bati na porta. Abri a porta. E ele me encarou sorrindo. - Filha, queria lhe entregar essas estrategias para saber sua opinião.
- Certo. São sobre o expandimento do reino?
- Exato, querida, me entregue assim que tiver terminado de vê-las. 
- Claro, papai. 
- Pode ir, filha. 
Eu só assenti, dizendo um baixo: Com licença e sai. 
Fui direto pro meu quarto onde meu banho me esperava. Afundei na banheira cheia de bolhas e sorri ao sentir a água quente em contato com meu corpo. Depois de criar um pouco de coragem de deixar a água quentinha, eu fui ao meu quarto e  me vesti; um vestido dourado de mangas de renda. Ele era coberto de Topázio imperial no busto. E fui em direção da porta que dava para a sala de entrada para esperar a família real francesa e me surpreendi ao ver que ela já tinha chegado. 
Mas o que mas me fez ficar surpreendida foi vê-lo. O príncipe francês presente na reunião dos dois reinos. Ele me olhou e sorriu. E eu, como não suporto ser contrariada sorri também. Nunca neguei meus deveres, sempre os cumpri com perfeição, mas se tinha algo que eu não aceitava, era ter de ser noiva de um ser como ele. 

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