29 de novembro de 2016

Capítulo dois

PEDAÇOS DE METAL RETORCIDO RANGEM ACIMA DE NÓS.
Aglomerados de poeira e cinzas se chocam contra meu rosto, o vento zune pelo que parece ser cem quilômetros por hora, e dou tudo o que tenho nisso. Tiros de canhões cauterizam minha perna. Eu ignoro. Um pedaço irregular de um Skimmer mogadoriano explodido se choca contra os destroços que estão perto de mim. Apenas alguns centímetros a mais e eu teria sido empalada.
Ignoro isso também. Eu vou morrer aqui, se for preciso.
Do outro lado da cratera onde o Santuário costumava estar, Setrákus Ra cambaleia para subir a rampa de sua nave de guerra. Eu não posso deixar que ele volte à bordo da Anubis. Aumento a força da minha telecinese, e não me importo com as possíveis consequências. Jogo todos os destroços que vejo contra ele, e ele revida. Sinto o poder dele batalhando contra o meu como duas ondas invisíveis se chocando, arremessando pedaços de metal, terra e pedras.
— Morra, morra, morra...
Sarah está perto de mim. Ela grita alguma coisa no meu ouvido que não consigo entender por conta do barulho da batalha. Ela agarra meu ombro e começa a me chacoalhar.
— Morra, morra, morra...
— Seis!
Eu respiro fundo e acordo. Não é Sarah quem chacoalha meus ombros. É Lexa, nossa pilota, sentada atrás dos controles. Através do para-brisas, mal enxergo o campo tranquilo que passa rapidamente abaixo de nós. No brilho do painel de controle, posso ver um olhar preocupado no rosto dela.
— O que foi? — pergunto, ainda tonta enquanto gentilmente afasto a mão dela.
— Você falava enquanto dormia — Lexa responde, e volta a olhar para frente, nossa trajetória mapeada na tela a sua frente.
Meus pés estão no painel, os joelhos encolhidos quase encostando no peito. Meus dedos do pé formigam. Abaixo-os até o chão e me endireito no assento, então meus olhos encontram a escuridão lá fora. Enquanto olho, o campo abaixo é substituído pelas águas azuis do rio Erie.
— A que distância estamos das coordenadas que Malcolm nos mandou? — pergunto a Lexa.
— Perto — ela responde. — Mais ou menos dez minutos.
— E você tem certeza que os despistamos?
— Tenho certeza, Seis. Eu escapei do último Skimmer no Texas. A Anubis foi despistada antes disso. Me pareceu que a nave não quis continuar a perseguição.
Passo as mãos sobre minhas bochechas e nos meus cabelos emaranhados e pegajosos. A Anubis parou de nos perseguir. Por quê? Por que eles tiveram que correr com Setrákus Ra para outro lugar? Por que ele estava morrendo? Ou talvez já estivesse morto?
Eu sei que o feri. Vi o pedaço de metal encravado no peito daquele bastardo. Quase ninguém sobreviveria àquele ferimento. Mas é de Setrákus Ra que estou falando. Não há como dizer a velocidade em que ele se regenera ou qual tecnologia ele tem à sua disposição para curá-lo. Embora eu tenha atingido o coração dele. Eu vi. Sei que o acertei.
— Ele tem que estar morto — eu digo baixinho. — Ele tem que estar.
Desfivelo o cinto do banco de passageiro e me levanto. Lexa agarra meu antebraço antes de eu sair.
— Seis, você fez o que tinha que ser feito — ela fala com firmeza. — O que você achou que fosse melhor. Não importa o que aconteça, se Setrákus Ra estiver vivo ou morto...
— Se ele estiver vivo, então Sarah morreu em vão — eu respondo.
— Não em vão — Lexa diz. — Ela te tirou de lá. Ela te salvou.
— Ela deveria ter salvo a si mesma.
— Ela não pensava assim. Ela... olha, eu mal conhecia a garota. Mas me pareceu que ela sabia o que estava em jogo. Ela sabia que estávamos em guerra. E na guerra há sacrifícios. Fatalidades.
— É fácil para nós falarmos. Estamos vivas — mordo meu lábio e solto meu braço do aperto de Lexa. — Você acha... droga, Lexa. Acha que esse tipo de conversa fria vai tornar as coisas mais fáceis para os outros? Para John?
— Alguma vez as coisas foram fáceis para qualquer um de vocês? — Lexa pergunta, olhando para mim. — Por que começaria a ser fácil agora? Esse é o fim, Seis. De um jeito ou de outro, estamos chegando a um fim. Você faz o que tem que ser feito, e deixa para se sentir mal por isso depois.
Saio da cabine com as palavras de Lexa ecoando em meus ouvidos. Eu quero sentir raiva. Quem é ela para me dizer como devo agir? Os mogs não estavam caçando-a. Ela se escondeu por anos sem nem tentar fazer contato conosco. Ela apenas se revelou agora porque percebeu quão desesperadora a nossa situação se tornou, que agora é tudo ou nada. Dizendo-me o que devo sentir.
A coisa é que ela está certa. Ela está certa porque, de uma forma ou de outra, eu não mudaria o que fiz. Eu tentaria matar Setrákus Ra novamente, mesmo sabendo o que aconteceria com Sarah.
Porque potencialmente, bilhões de vidas estão em jogo.
Eu tive que fazer o que fiz.
Na cabine principal, alguém usou nossas paredes touch screen para fazer com que camas surgissem do chão. São as mesmas camas que dormimos durante todo o tempo de viagem até a Terra, aqueles anos atrás. Eu rabisquei meu número em uma delas. O corpo de Sarah está exatamente nessa, porque o universo tem um senso de humor doentio.
Mark está sentado ao lado da cama de Sarah, o queixo sobre o peito dela, dormindo. Ele está ofegante, e coberto de sangue seco, como a maior parte de nós. Ele não saiu de perto do corpo de Sarah desde que tudo acabou. Francamente, estou feliz por ele ter dormido. Eu não aguentaria mais aqueles olhares acusatórios que ele está exibindo. Sei que ele está com raiva e de luto, mas mal posso esperar para sair dessa nave e me afastar dele.
Bernie Kosar está deitado no chão perto de Mark. Ele me observa saindo da cabine e me sentando em silêncio. O beagle se aproxima e toca o focinho na minha perna, chorando baixinho. Eu me abaixo para coçar atrás das orelhas dele.
— Obrigada, garoto — eu sussurro, e BK choraminga novamente.
Vou mais adiante. Ella está coberta em uma das camas, seu rosto virado para o lado da parede. Meu olhar se fixa nela por alguns instantes, o que é suficiente para ter certeza de que ela ainda está respirando. Ella foi a primeira pessoa que vi morrer ontem, com exceção de que de alguma forma ela conseguiu voltar à vida.
Quando se jogou naquele pilar de energia lórica no Santuário, ela quebrou o feitiço que Setrákus Ra tinha posto nela.
Aparentemente, há efeitos colaterais após tomar um banho de energia lórica e quase morrer. Ella retornou para nós como... bem, eu não tenho certeza.
Bem no fundo da nave, encontro Adam sentado nos pés de uma das camas. Olhando para os círculos escuros abaixo de seus olhos e para sua pele incrivelmente pálida, tenho certeza de que ele não dormiu sequer um minuto. Em vez disso, ele tem mantido seus olhos em Marina. Ela está enrolada na mesma cama que Adam está sentado, os olhos fechados, seu rosto horrivelmente machucado, sangue seco ainda jazendo em suas narinas. Setrákus Ra a atirou no chão diversas vezes, e ela não voltou à consciência desde então. Ela está aguentando firme, e tenho esperanças de que John será capaz de curá-la.
Adam consegue expressar um sorriso fraco enquanto me sento na sua frente. Mais um de nossos amigos feridos está em seus braços. Areal quase foi morto no Santuário. Embora ainda esteja muito fraco, Areal recuperou alguns de seus movimentos e pelo menos conseguiu mudar sua forma para um tipo de lobo. Não daquele tipo feroz, mas quase.
— Ei, doutor — cumprimento Adam, mantendo o meu tom de voz baixo.
Ele grunhe.
— Você ficaria surpresa sobre como é baixo o treinamento médico que os mogadorianos recebem. Não é uma prioridade, já que a maior parte dos nossos soldados é descartável. — Adam vira sua cabeça para observar Marina. — O pulso dela está forte, pelo menos. Isso eu posso dizer.
Eu assinto. Isso é exatamente o que eu queria ouvir. Estico o braço no espaço vazio entre nós e acaricio o focinho de Areal. Uma de suas patas traseiras começam a se mover em resposta, embora eu não tenha certeza se é por diversão ou se é um reflexo.
— Ele parece um pouco melhor — digo a Adam.
— Sim, ele estará uivando para a lua logo, logo — Adam responde, olhando para mim. — E você? Como se sente?
— Uma droga.
— Me desculpe por não poder ter feito mais — Adam diz. Quando a batalha no Santuário acabou, foram Adam e Mark que carregaram o corpo de Marina para dentro da nave de Lexa antes de Setrákus Ra terminar o que começou. Foi depois disso que eu e Sarah tivemos que lutar contra ele sozinhas.
— Você fez o suficiente. Você salvou Marina. Trouxe-a de volta. Eu...
Meu olhar se volta para Sarah involuntariamente. Adam pigarreia para ter minha atenção novamente. Seus olhos travam nos meus, arregalados e vigilantes.
— Não foi sua culpa — ele fala com firmeza.
— Ouvir isso não torna as coisas mais fáceis.
— Ainda é necessário dizer — agora foi Adam quem virou a cabeça para quebrar o contato visual. Ele olha para o corpo de Ella e franze. — Espero que você o tenha matado, Seis. A coisa é que, conhecendo você, se soubesse das consequências, você teria parado.
Eu não interrompo Adam, embora o que ele esteja dizendo sobre mim talvez não seja totalmente verdade. É estranho sentir esperança de ter matado Setrákus Ra ao mesmo tempo em que sinto culpa pelo o que aconteceu com Sarah, e tudo isso piora com o temor que eu não tenha conseguido nada. Estou horrível.
— Essa é uma das coisas pela qual eu tenho respeito por vocês — Adam continua. — A maioria da Garde meio que constrói força e compaixão a partir dentro. É o oposto do meu povo. Eu... eu teria continuado sem me importar com o que aconteceu.
No Santuário, Adam teve uma chance de matar Setrákus Ra. Isso foi antes de Ella quebrar o feitiço que prendia sua vida à de seu tataravô. Mesmo sabendo que mataria Ella também, Adam foi em direção da jugular de Setrákus Ra.
— Seu povo — Adam continua depois de um momento — vocês consideram as consequências, choram suas perdas, tentam fazer o que é certo. Eu invejo isso. A habilidade de saber o que é certo sem... sem ter que lutar contra a sua natureza.
— Você é mais parecido conosco do que pensa — eu digo a ele.
— Eu gostaria de pensar assim — ele responde. — Mas algumas vezes eu não sei.
— Todos nós temos arrependimentos. Não importa a natureza. O que importa é continuar e melhorar.
Adam abre sua boca para responder, mas nenhuma palavra sai. Ele está olhando além de mim. Um fraco brilho azul emana por cima de meus ombros.
Eu me viro para ver Ella sentada em sua cama. Ela ainda está com a energia lórica, seus olhos castanhos completamente substituídos por orbes de cobalto azul. Quando ela fala, sua voz é um eco, como era quando Legado falou através dela.
— Você não tem que sentir culpa — ela diz a Adam. — Eu sabia o que você ia fazer assim que saí da Anubis. Eu estava torcendo por você.
Adam encara Ella.
— Eu não – eu não sabia o que ia fazer quando você saiu da Anubis.
— Ah, você sabia sim.
Adam desvia o olhar, claramente desconfortável sob o olhar de Ella. Se está aliviado pelo o que Ella disse, ele não expressa.
— E Seis — ela se vira para mim agora. — Assim que deixou esse mundo, Sarah pensou sobre muitas coisas. A maioria sobre John e a família dela. Mas ela também pensou em você, e em como estava orgulhosa por você ter ficado aqui para tomar conta de John e dos outros.
— Você estava na cabeça dela quando ela morreu? — pergunto a Ella, ainda tentando entender os seus Legados expandidos.
Ela coça a ponta de seu nariz e fecha os olhos, o que deixa a sala um pouco mais escura.
— Ainda estou me acostumando com o que consigo fazer. E difícil algumas vezes... me desligar.
— Isso foi tudo o que ela pensou?
A pergunta vem de Mark. Eu não tenho certeza por quanto tempo ele esteve acordado e ouvindo nossa conversa. Ele olha para Ella com uma esperança desesperadora, e percebo que seu lábio superior está tremendo. Ella olha para ele friamente, e eu me pergunto se a parte dela responsável pela emoção foi queimada em seu encontro com Legado.
— O que exatamente você quer me perguntar, Mark? — Ella indaga calmamente.
— Eu... nada. Não é importante — Mark responde, olhando para o chão.
— Você estava na mente dela também, Mark — Ella diz.
Mark engole em seco quando ouve isso e então assente, tentando não mostrar emoções. Estudando Ella, eu não tenho certeza se ela está falando a verdade ou está apenas tentando fazer Mark se sentir melhor. Seus olhos enérgicos são ilegíveis.
— Chegamos — Lexa anuncia pelo sistema de comunicação interno. — Vou pousar agora.
Lexa pousa a nave num campo aberto perto de uma pequena cabana. Olhando o lugar pela janela, é difícil acreditar que este seja o local em que o governo está planejando um contra-ataque aos mogadorianos. Acho que esse é o objetivo. Com o sol prestes a nascer sobre o Rio Erie, lampejos de luz rosa refletem sobre a superfície da água. É uma cena tranquila e pareceria totalmente como um retiro de ioga se não fosse a presença de soldados armados e seus Humvees camuflados nas árvores.
Há dois grupos esperando por nós do lado de fora da cabana, e, mesmo em meu estado crítico, é fácil de ler a situação me baseando na distância das facções. O primeiro grupo é nosso povo – John, Sam, Nove, Malcolm e uma garota que reconheço do sonho telepático de Ella e cujo nome eu não me lembro. Atrás deles, separados por mais ou menos trinta metros, há um contingente de militares que observam nossa nave com interesse. Me parece que embora os militares estejam trabalhando com a Garde, eles ainda mantêm um olho em nós. Juntos, mas separados.
No grupo dos soldados, reconheço a Agente Walker.
Enquanto a observo, ela apaga nervosamente um cigarro e começa a responder uma pergunta de um dos homens mais velhos que estão perto dela. Ele claramente está no comando. O cara tem cabelos grisalhos e pele bronzeada, como se o tivessem retirado do treino de golfe. Ele parece um daqueles homens mais velhos que ainda correm maratonas, com uma postura rígida e cheio de músculos. Ele usa roupas militares cobertas por um monte de medalhas estúpidas. Está rodeado por soldados armados com rifles – para nossa proteção, tenho certeza. Dois caras de sua comitiva estão de pé ao seu lado; eles são gêmeos se eu não estiver enganada, e parecem ter minha idade, jovens demais para serem soldados alistados, embora estejam usando o uniforme azul de cadetes.
Observo isso durante os poucos segundos que Lexa usa para estender a rampa de saída e desligar a nave. Observar nossos arredores é uma boa distração, uma forma de evitar olhar para John. Seu rosto é uma máscara, seu olhar é gelado, e ainda não descobri o que diabos vou dizer a ele.
Nosso devastado grupo de batalhas lentamente desce a rampa.
Ouço murmúrios dos nossos observadores militares e não posso evitar os olhares adulantes nos rostos de nossos amigos. Estamos cobertos de sangue e sujeira, derrotados, exaustos. Ademais, Ella emana aquele brilho da energia lórica. Estamos horríveis.
Malcolm está com uma maca, e a empurra através do gramado até Adam, que carrega Marina nos braços. Levo um segundo para perceber que Mark não desce da nave; ele ficou com o corpo de Sarah.
Antes que eu possa impedi-lo, Sam me envolve em um abraço.
Apenas quando seus braços estão ao meu redor é que percebo o quanto ele está tremendo.
— Você está bem agora — ele sussurra em meu ouvido.
Eu me seguro, tentando não desmoronar, embora isso seja o que mais quero no momento, e cair nos braços de Sam. Olho na direção de John, mas ele já está parado sobre Marina, as mãos brilhando suavemente enquanto segura a cabeça dela. Ele tem um olhar de extrema concentração enquanto a cura, e demora tanto que começo a prender minha respiração, preocupada que o dano feito por Setrákus Ra seja grande demais. Depois de um longo momento em que todos permaneceram em um silêncio total, John dá um passo para trás com um suspiro exausto. Marina se mexe um pouco na maca, porém não acorda.
— Ela está...? — Adam começa a perguntar.
— Foi ruim, mas ela ficará bem — John responde, sua voz completamente neutra. — Ela apenas precisa descansar.
Com isso, John dá um passo para longe do grupo e segue em direção da rampa da nave.
— John, espere um pouco — eu me ouço dizer, embora não tenha ideia do que irei dizer em seguida.
Ele pausa e olha por sobre os ombros para mim, embora não me olhe nos olhos.
— Me desculpe por não termos conseguido – por eu não ter conseguido protegê-la — eu falo, minha voz trêmula, e, embora eu esteja horrorizada por ouvir, há também um pouco de desespero. — Eu juro que o matei, John. Eu acertei o coração daquele monstro.
John assente, e posso ver uma veia em seu pescoço latejar, como se ele estivesse tentando se controlar.
— Não vamos nos culpar pelos atos de nossos inimigos — John responde para mim, e as palavras parecem prontas, decoradas, como se ele soubesse que essa conversa aconteceria. Sem mais palavras, ele sobe a rampa e desaparece dentro da nave de Lexa.
Um silêncio sombrio se segue. Os militares voltam para a cabana, que deve ter muitos níveis no subsolo para acomodar todos eles, e Nove começa a liderar nosso grupo para dentro, atrás deles. Eu busco John atrás de mim, Sam ao meu lado.
— Me desculpe, Seis, mas você não conseguiu.
É Ella. Ela está parada ao meu lado, olhando para mim com aqueles olhos vazios, excetuando da energia lórica. Eu devo parecer fraca novamente, porque Sam me envolve em seus braços, me segurando.
— Não consegui o quê?
— Matá-lo — Ella responde. — Você o feriu gravemente, mas... eu ainda posso senti-lo. Setrákus Ra está vivo.

3 comentários:

  1. Hey ya

    Meus pés estão no painel, os joelhos encolhidos quase encostando no peito. Meus dedos do pé formigam. Abaixo-os até o chão e me endireito não ( NO ) assento, então meus olhos encontram a escuridão lá fora. Enquanto olho, o campo abaixo é substituído pelas águas azuis do rio Erie.

    amando

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  2. Ai ai!! A shara teria morrido em vão se ele não estivesse gravemente ferido!!

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  3. Finalmente!!! Espero que o Jhon supere isso, tbm não gostei da Sarah ter morrido, nunca entendi pq tantos leitores a odiavam. Mas acho que é meio impossível uma humana lutar em uma guerra de alienígenas sem se machucar, e antes ela do que o Sam.

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