29 de novembro de 2016

Capítulo dez

— A GENTE DEVIA ESTAR SALVANDO O MUNDO DE ALIENÍGENAS DO MAL, MAS vamos morrer em um acidente de avião! — geme Daniela, o rosto pressionado na janela mais próxima.
— Merda!
— Nós não vamos morrer — dispara Lexa da cabine. — Posso aterrissar esta coisa mesmo sem energia. Só não vai ser agradável.
“Não ser agradável” deve ser um eufemismo. Olho pela janela e vejo que ainda estamos muito alto, as copas das árvores parecendo lanças verdes lá embaixo. Lexa faz a nave deslizar em círculos preguiçosos, tentando desacelerar a descida o máximo possível. Sem a propulsão do motor, balançamos a cada rajada de vento, e sinto Lexa mexer os controles para impedir que o nariz da nave aponte para baixo. Até então, ela tem nos mantido relativamente estáveis. Mas, quando acertarmos aquelas árvores, vamos ser jogados de um lado para o outro.
Sam está parado no meio do corredor. Parece em pânico. Não posso censurá-lo, já que ele foi o responsável pela descida abrupta.
— Esta nave de merda está amaldiçoada — murmuro para mim mesma.
— Liga! — grita Sam pela vigésima vez. — Nave! Ordeno que você ligue agora!
— Não está dando certo. Os sistemas ainda estão desligados, e não consigo acessar nada — berra Lexa da cabine. — Talvez você deva pedir com mais gentileza.
Sam limpa a garganta, e sua voz fica mais aguda, como se estivesse falando com um bebê.
— Nave? Pode voltar a ligar, por favor?
Nada acontece.
— Droga, liga de uma vez!
Seguro Sam pelos ombros e o faço olhar para mim.
— Não adianta gritar. Já percebeu isso, não é? Precisa se concentrar. Pare de surtar e use o Legado.
— Eu não sei como, Seis. É sério. Gritar funcionou até agora.
— Tente o que fez antes com o videogame. Só tem que... sei lá. Visualizar?
— Vou matar todos nós — geme Sam.
— Vi pouquíssimos futuros em que isso acontece, Sam — interrompe Ella, completamente calma e ainda sentada.
Sam olha para ela.
— Viu só? Pouquíssimos futuros — digo a Sam.
Sam engole em seco.
— Isso não está ajudando.
A nave de repente dá uma guinada para a direita. Lexa xinga e bate na coluna de direção, tentando corrigir o curso. A velocidade de queda está aumentando, disso não há dúvidas.
— Seis, será que você pode me ajudar com o problema do vento? — pede Lexa por cima do ombro.
— Boa ideia — respondo. Faço menção de me afastar de Sam. Os olhos dele se arregalam na mesma hora, como se eu estivesse abandonando-o. Então aperto seus ombros. — Relaxa. Você consegue. Só vou retardar um pouco a queda para você ter mais tempo.
Vou até a janela e me concentro no clima lá fora. O céu está bem azul. Eu me concentro no vento; está soprando muito forte, mas não tão forte que eu não possa controlar. Faço o vento mudar de direção, e em vez de açoitar a lateral da nave, ele passa por baixo dela, suavizando a descida. Com isso e a navegação cuidadosa de Lexa, logo estamos fazendo círculos suaves no ar, como uma folha apanhada pela brisa.
Desacelerei a queda. Mas ainda tem o peso da nave, quase meia tonelada. Não tenho como nos manter deslizando no céu para sempre, não sem a ajuda dos motores. É só uma questão de tempo.
Tenho certeza de que Sam sabe disso. Ele não para de tentar diferentes tons de voz, ordenando que os motores voltem a funcionar. Mas nada acontece.
Com a visão periférica, noto que Ella se levanta da cadeira. Pequenas faíscas de energia azul saem dos cantos de seus olhos. Ela segura Bandit debaixo do braço; o guaxinim surtou quando começamos a cair. Assim que Ella o pegou, ele ficou mais calmo. Não sei por que ficou tão preocupado... ao contrário do restante nós, ele pode criar asas.
Ella observa Sam por um momento. Então assente uma vez, como se tivesse chegado a uma conclusão.
— Mais cedo, você disse que imaginou o funcionamento interno do videogame e isso ajudou, não foi?
— Eu disse que isso apareceu do nada na minha mente — responde Sam, e passa as mãos pelo cabelo. — Não sei como aconteceu.
— Tudo bem — diz Ella. — Me dá um segundo.
Sam pisca e tenta umedecer um pouco a boca. Observa Ella caminhar casualmente em direção à cabine. Inclino o corpo para olhar também, ainda concentrando quase toda a minha atenção em controlar o vento.
— Essa coisa tem paraquedas, não tem? — Daniela me pergunta.
— Não se preocupe — respondo, olhando para Ella. — Acho que sabemos como resolver isso.
Daniela olha para mim como se eu fosse louca. Ela não está acostumada com essa coisa de escapar por um triz.
— Sabe como esta nave funciona? — pergunta Ella a Lexa, de pé junto à piloto. — Você poderia, digamos, imaginar o motor?
— O quê? Sim, acho que sim — responde Lexa, embora esteja mais concentrada em nos levar até uma área plana avistada no horizonte.
O espaço não será suficiente para um pouso tranquilo, mas pelo menos não seremos atirados entre as árvores.
— Você poderia fazer isso agora? — pergunta Ella, com paciência. — Só... visualize o motor ou o sistema de propulsão ou... sei lá. O que quer que você ache que Sam estragou.
— Estou meio ocupada com... — retruca Lexa, mas então pensa melhor. Ela deixa os controles apontando para a direção certa, se recosta no banco por um segundo e fecha os olhos. — Ok, estou imagi...
Lexa para de falar de repente e estremece, como se sentisse um arrepio subir pela espinha.
— Obrigada, entendi — diz Ella.
Lexa abre os olhos. Aperta a ponte do nariz por um instante antes de voltar a se concentrar nos controles.
— Que estranho — murmura.
— Sam, vou mandar esta imagem para você — avisa Ella.
— Mandar para mim como? — indaga ele, embora a resposta devesse ser óbvia: telepaticamente. A cabeça de Sam balança para trás, e suas sobrancelhas se erguem. — Ah. Ah, sim.
— Tente seu Legado agora — sugere Ella.
Ela se apoia na entrada da cabine e acaricia o pelo de Bandit. Parece tão confiante que acabo me distraindo e perdendo um pouco do controle sobre os ventos. Nossa nave faz um mergulho abrupto para a esquerda. Daniela é a única que nota, deixando escapar um gemido baixinho de desespero. Todos os outros estão focados em Sam.
Seus olhos estão vidrados, como se houvesse algo flutuando lá fora que só ele visse. Seus lábios se movem rapidamente e sem emitir som, como se estivessem contando até mil em silêncio.
— Nave, ligue e estabilize, devolva o controle à piloto — diz ele, confiante.
Na mesma hora, sinto a vibração sob nossos pés. Os motores da nave voltam a funcionar, e ouvimos um coro satisfatório de apitos e zumbidos vindo da cabine.
Estabilizamos e começamos a ganhar altitude.
— Está tudo bem! — grita Lexa. — Problema resolvido.
Eu me afasto depressa da janela e abraço Sam com força.
— Você conseguiu!
Sam sorri para mim, perplexo, como se não tivesse certeza do que fez.
— Eu consegui — repete ele.
— Você não nos matou, u-hu! — acrescenta Daniela, com sarcasmo.
— Senti como se estivesse na potência máxima ou algo assim — diz Sam, seu olhar vagando em direção a Ella. — Como se estivesse ligado à máquina. Eu podia entender o funcionamento todo...
Ella dá de ombros.
— Só peguei o que estava na mente de Lexa e passei para você. Simples.
— Então parece que você precisa entender a máquina antes de ser capaz de controlá-la — digo, pensando alto.
— Mas com o Game Boy bastou ficar ali sentado, pensando nele, e uma hora o funcionamento do sistema me ocorreu — rebate Sam. — E desligar a nave foi um completo acidente. Como algo além do meu alcance.
— Você também falou engraçado dessa última vez — comenta Daniela. — Como um robô.
— Falei? — pergunta Sam, e levanta uma sobrancelha para mim.
— Falou — respondo. — Pelo visto, ainda temos que conhecer melhor esse seu Legado.
— Cara, eu preciso de um Cêpan — diz Sam, esfregando a nuca.
Lexa limpa a garganta.
— Gente, atenção. Estamos nos aproximando das Cataratas do Niágara, e eu já avistei dois... não... três Skimmers.
Imediatamente, todos na parte de trás da nave ficam sérios e em silêncio. Vemos as majestosas cataratas lá embaixo quando Lexa passa depressa por elas. Como era de se esperar, não vemos nenhum turista. Com o mundo em guerra, ninguém tem tempo para passeios.
Noto um brilho azul-cobalto na encosta ao lado das cataratas. É a pedra de loralite, a que o grupo de adolescentes usou para se teleportar até aqui.
E, parados ao redor, os três Skimmers que Lexa viu.
— Está vendo as naves? — pergunta Lexa.
— Estou — respondo. — Mas não vejo nenhuma movimentação.
— Espere um pouco, vou melhorar a imagem.
Ouço Lexa apertar alguns botões no painel de controle. Um instante depois, a vista da janela fica borrada e, em seguida, se amplia. Passamos a ver de perto a pedra de loralite e as naves que a cercam. A câmera, que deve ficar na parte inferior da nave, acompanha a pedra com facilidade enquanto flutuamos no alto.
— Uau! — exclama Daniela. — Maneiro!
Vejo os três Skimmers com mais detalhes. Apenas um deles parece intacto, com a rampa estendida e as portas da cabine abertas. O segundo tem uma nuvem de fumaça negra serpenteando a partir do motor, como se algo tivesse explodido ali pouco tempo antes. E o terceiro está virado de lado, caído no rio que corre em direção às cataratas. A nave não está estável; a qualquer momento a correnteza vai levá-la até a beirada.
Parece que os mogadorianos colheram mais do que plantaram. Mas não vejo qualquer sinal de vida lá embaixo, e isso me deixa nervosa.
— O que você quer fazer? — pergunta Lexa.
Penso por um segundo.
— Desça até a clareira. Nossa aproximação não foi lá muito sutil. Qualquer um com olhos já nos viu.
— Era de se esperar que os mogs já estivessem atirando em nós a uma hora dessas — comenta Sam, olhando para a tela com o cenho franzido enquanto Lexa procura um lugar para pousar.
— Pode ser uma emboscada — digo.
— Ou talvez houvesse mais naves. Talvez a gente tenha chegado tarde demais. Eles já devem ter prendido aqueles adolescentes e voltado depressa para uma das naves de guerra — sugere Daniela, em um tom de voz sombrio.
— Vamos torcer para que não seja nada disso — respondo.
Lexa desce com a nave o mais perto possível da pedra de loralite e do Skimmer que não foi danificado. Uma vez no solo, faz as janelas voltarem ao normal. Ella olha fixamente para a pedra brilhante, parecendo hipnotizada.
— Precisamos ajudar o governo a manter lugares como este em segurança — diz ela, depois de um tempo. — Se os mogs os encontrarem primeiro, os novos Gardes podem acabar se teleportando direto para as mãos dos inimigos.
— Você consegue fazer contato com todos eles de novo? — pergunto. — Se estão vindo lutar, talvez pudéssemos dizer a todos eles para se teleportarem para cá.
Ella balança a cabeça.
— Meu alcance já não é tão grande — explica ela.
— Poderíamos postar no YouTube — retruca Sam, sarcástico.
— Nunca — respondo. — Teremos que confiar em Lawson e seu pessoal para cuidar bem deles.
— Que bom que estou com vocês, e não detida — diz Daniela.
Lexa aterrissa em um ângulo que permite que a rampa de saída se abra na direção da queda-d’água. Isso significa que nenhuma ameaça virá de trás, e a nave nos dará cobertura se for uma emboscada. Se algum mog quiser nos atacar, terá que passar pela pequena área verde ao norte. Esse bosque é em parte inundado pelo rio que corre com força rumo às quedas, então devemos ter uma vantagem se ficarmos em terra firme.
— Prontos? — pergunta Lexa.
Faço que sim, e ela aciona a rampa. Ninguém começa a atirar, mas também não sei se eu conseguiria ouvir os disparos, por causa da cacofonia da cachoeira.
— Adam deve estar ouvindo as comunicações deles — digo a Lexa. — Ligue, avise que já chegamos e veja se ele pegou alguma conversa importante entre os mogs. Do contrário, mantenha a nave pronta para nos tirar depressa daqui caso seja necessário.
— Entendido — responde Lexa.
Estendo o braço e Regal imediatamente pousa nele, tomando cuidado para não apertar muito as garras.
— Vasculhe a área — digo ao Chimæra, e ele se lança no céu azul.
Vou até a rampa e faço um sinal para Daniela.
— Venha, fique na frente comigo. Se aparecer qualquer coisa hostil, você pode transformá-la em pedra.
Daniela sorri, mas vejo que está nervosa.
— Vamos lá.
Nós duas lideramos o grupo, que desce a rampa devagar. Olho para o lado de relance, notando um movimento, mas é apenas Sam pegando uma pedra do rio com a telecinesia.
Ele dá de ombros.
— Caso eu precise acertar alguém — explica em voz baixa.
Daniela esquadrinha toda a área enquanto contornamos a frente da nave e nos aproximamos do Skimmer queimado. Bandit caminha ao nosso lado enquanto avançamos aos poucos para o norte. O guaxinim ficou maior desde que pousamos, os pelos eriçados, com garras de um comprimento perigoso. Ele arranha a terra, pronto para atacar ao primeiro sinal de perigo. As patas reviram uma substância cinzenta que logo reconheço.
Cinzas mogadorianas. E são recentes, já que ainda não se dispersaram. E ali, ao lado das cinzas, armas que algum nascido artificialmente morto deixou para trás. Com certeza houve uma luta por aqui, e os mogs sofreram baixas.
— Os novatos fizeram um estrago — comento.
— Fizeram mesmo! — retruca Sam, olhando para o Skimmer de onde está saindo fumaça.
Analisando mais de perto, parece que uma granada explodiu bem na cabine da nave.
Bem, alguma coisa explodiu, isso é certo. Só não dá para saber o quê.
Olho para trás e vejo Ella se afastando do nosso pequeno grupo. Está indo em direção à pedra de loralite, o que a deixará muito exposta.
— Ella — sibilo. — Não.
A garota acena para mim sem desviar os olhos da pedra.
— Vou ficar bem, Seis.
Sam e eu trocamos um olhar.
— Acho que ver o futuro deve deixar a pessoa mais ousada — diz Sam.
— Morrer uma vez também — completo.
Confiando que Ella pode cuidar de si mesma, levo os outros, com cautela, rumo à floresta. Passamos pelo Skimmer que pousou em segurança e em seguida nos aproximamos mais do rio e do Skimmer tombado na água. Daniela segura meu braço.
— Está ouvindo?
A princípio, não escuto nada, exceto o barulho da água caindo. Mas então identifico um zumbido monótono, agudo e incessante. Estreito os olhos para ver melhor o Skimmer no rio. A nave parece desfocada, estranha...
Insetos. Mesmo com uma parte submersa na água, a nave mogadoriana está coberta por um enxame. Deve haver milhares deles: abelhas, mosquitos, moscas e sabe-se lá mais o quê, entrando e saindo do motor, rastejando pelo casco blindado. Eles só param quando a água do rio bate neles.
— O apicultor em ação — diz Sam.
— Só pode ser — concordo, e faço um sinal para seguirmos em frente.
Estou me sentindo bem mais confiante em relação à missão. Na verdade, isso não está parecendo nem um pouco um resgate.
Vindo de cima, mais alto que as ondas batendo e os insetos zumbindo, ouvimos um som estridente. O pio de um gavião. Regal nos dando um aviso.
— Mas que merda é essa? — grita Daniela, apontando para o céu.
Um objeto brilhante sai da linha das árvores, vindo em nossa direção. Ele flutua pelo ar em um arco impossível – guiado por telecinesia, sem dúvida. Se eu tivesse que adivinhar, diria que alguém jogou uma pinha em nós. Só que é uma que pulsa em ondas vermelhas de energia.
De repente me lembro do Skimmer que explodiu.
— Acerte essa coisa — digo a Daniela.
Mas nem preciso me preocupar; ela já está cuidando disso. Uma corrente prateada de energia irrompe dos olhos dela – a força necessária me parece dolorosa, e a garota engasga quando emite o raio. Mas acerta em cheio, e a pinha brilhante logo não passa de um pedaço de pedra.
Para garantir que não teremos problemas, jogo o objeto no chão com minha telecinesia. A pinha cai cerca de vinte metros à nossa frente e explode na mesma hora, a energia vermelha despedaçando a carapaça de pedra feita por Daniela. Somos atingidos por alguns fragmentos, mas ninguém fica ferido. Não sei ao certo qual teria sido a força da explosão se Daniela não a tivesse abafado.
— Lá! — grita Sam, apontando para a beirada da floresta.
Eu também a vejo. A japonesa de aparência frágil do vídeo. Ela está de pé onde há menos árvores, perto do rio, as canelas mergulhadas na água. Devia estar se escondendo antes e saiu quando nos aproximamos. Há um corte acima de sua sobrancelha, de onde escorre um filete de sangue. Ela arrasta os pés, e, nos braços, reconheço queimaduras de disparos das armas mogadorianas. A garota nos encara, insegura.
Em seguida, se abaixa rapidamente e pega um punhado de pedras no rio. Em suas mãos, todas começam a brilhar.
— Não faça isso! — grito quando a menina ergue os braços como se fosse lançá-las.
— Calma, Ran! Calma! — berra uma segunda voz.
É o punk britânico que fez o vídeo que nos levou até lá. Nigel. Acho que era esse o nome. Ele sai de trás das árvores, atravessa a parte rasa do rio, chapinhando água, e agarra a menina pela cintura.
Ran sai do transe de ataque quando Nigel a segura e a levanta do chão. As pedras rolam de suas mãos e caem na água. Alguns segundos depois, meia dúzia de gêiseres explodem para o alto, onde as pedras detonaram.
— Ela faz granadas — diz Sam. — Isso deve ser útil.
— Irado. Por que não ganhei esse poder? — queixa-se Daniela, esfregando a cabeça.
Ainda segurando Ran com um dos braços, Nigel acena para nós. Os outros dois, Bertrand e Fleur, saem receosos de trás das árvores, segurando armas mogadorianas. Tenho uma estranha sensação de nostalgia ao olhar aquele grupo sujo e desgrenhado.
Era assim que ficávamos depois de sobreviver aos primeiros confrontos?
— Boa tarde, aliados alienígenas! — grita Nigel em tom alegre, avançando em nossa direção. — Vocês demoraram pra caramba.

3 comentários:

  1. kkkk aliados alienígenas, esse vai se dar bem com o nove , sempre fazendo piadas mesmos numa situaçao ruim

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  2. Bufo! Toma! Curtiram essa mogs?! Ta pensando o que, que vão chegar aqui na Terra e fazer a festa?! Chega aqui no Brasil pra ver uma guerra da zueira!! Cara, imagina se eles ambientassem algumas batalhas aqui! Ia ser louco!

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