16 de outubro de 2016

Vinte e oito - E, se você comprar agora, também vai receber esse anel amaldiçoado!

O PAI DELE estava mesmo esperando. Andava pela sala, tomando suco dourado em um cálice prateado com Inge ali perto, esperando um derramamento qualquer.
Quando entramos, o sr. Alderman se virou para nós, o rosto feito uma máscara de raiva gélida.
— Onde vocês...?
O queixo dele caiu.
Acho que não esperava nos ver encharcados de suor, cobertos de grama e galhos, com sapatos sujos deixando marcas no piso de mármore. A expressão do sr. Alderman foi uma das melhores recompensas que já tive, juntinho com morrer e ir para Valhala.
Hearthstone largou o saco de lona no chão com um estalo abafado. Ele sinalizou Pagamento com a palma para cima e um dedo apontando para o pai, como se estivesse jogando uma moeda para ele. O jeito como Hearth sinalizou fez parecer que era um insulto. Gostei disso.
O sr. Alderman esqueceu que não devia entender linguagem de sinais e perguntou:
— Pagamento? Mas como...?
— Venha para o andar de cima e vamos mostrar. — Eu olhei para trás do sr. Alderman, onde Inge estava de pé com olhos arregalados e um sorriso surgindo lentamente no rosto. — Temos um tapete de pele de demônio para cobrir.
Ah, o som das moedinhas de ouro do Banco Imobiliário caindo por um tapete de pele... Não tem nada mais doce, eu juro. Hearthstone virou a bolsa de lona e andou pelo tapete, cobrindo-o com uma torrente de riquezas. O rosto do sr. Alderman ficou mais pálido. Na porta, Inge dava pulinhos enquanto batia palmas de empolgação, alheia ao fato de que não tinha pagado ao mestre pelo privilégio.
Quando a última moeda caiu, Hearthstone deu um passo para trás e jogou a bolsa vazia no chão. Ele sinalizou: Wergild pago.
O sr. Alderman parecia perplexo. Ele não disse “Bom trabalho, filho!” nem “Caramba, estou rico!” muito menos “Você assaltou o Departamento de Tesouro Élfico?”.
Ele se agachou e examinou a pilha, moeda por moeda, adaga por adaga.
— Tem cachorros em miniatura e trens a vapor — observou. — Por quê?
Eu tossi.
— Acho que, hã, o dono anterior gostava de jogos de tabuleiro. De ouro maciço.
— Hum. — O sr. Alderman continuou a inspeção, para garantir que o tapete estava todo coberto. Sua expressão foi ficando cada vez mais azeda. — Você saiu da propriedade para adquirir isto? Porque eu não dei permissão...
— Não — respondi. — Você é dono daquela floresta no quintal, certo?
— É, sim! — afirmou Inge. O mestre olhou para ela com raiva, e a huldra acrescentou rapidamente: — Porque, ah, o sr. Alderman é um homem muito importante.
— Olhe, senhor, está na cara que Hearthstone conseguiu. O tapete está coberto. Admita.
— Eu vou decidir isso! — rosnou ele. — A questão é responsabilidade, coisa que vocês jovens não entendem.
— Você quer que Hearthstone fracasse, não é?
O sr. Alderman fez cara de desprezo.
— Eu espero que ele fracasse. Tem uma diferença. Esse garoto mereceu a punição. Não estou convencido de que ele tenha potencial para pagá-la.
Eu quase gritei: Hearthstone está pagando a vida toda! Senti vontade de enfiar o tesouro de Andvari pela goela do sr. Alderman e ver se isso o convencia do potencial do filho.
Hearthstone roçou os dedos no meu braço. Ele sinalizou: Calma. Fique preparado com o anel.
Tentei controlar minha respiração. Eu não entendia como Hearth suportava os insultos do pai. Ele tinha muita prática, claro, mas o velho elfo era intolerável. Fiquei feliz por Jacques estar em forma de pingente, porque eu o teria mandado fazer aquela depilação completa no sr. Alderman.
No bolso da minha calça, o anel de Andvari era tão leve que eu mal conseguia senti-lo. Tive que resistir à vontade de tocar nele a cada segundo pra conferir se ainda estava lá. Percebi que esse era um dos motivos de eu sentir tanta irritação com o sr. Alderman. Eu queria que ele dissesse que a dívida estava paga. E não queria que Hearthstone estivesse certo sobre precisarmos do anel.
Eu meio que queria ficar com ele para mim. Não, esperem. Isso não está certo. Eu queria devolvê-lo para Andvari, para não termos que lidar com a maldição. Meus pensamentos sobre o assunto estavam começando a ficar confusos, como se minha cabeça estivesse cheia de lama.
— Ahá! — gritou o sr. Alderman, triunfante. Ele apontou para a parte de cima do tapete, onde o pelo era mais denso. Um único pelo azul apareceria no meio do tesouro como uma erva daninha teimosa.
— Ah, qual é! Um pequeno ajuste vai resolver.
Mexi no tesouro para cobrir o pelo. Mas, assim que consegui, outro pelo surgiu no lugar de onde tinha tirado o ouro. Parecia que o mesmo pelo azul idiota estava me seguindo e desafiando meus esforços.
— Isso não é problema — insisti. — Vou pegar minha espada. Ou, se você tiver uma tesoura...
— A dívida não está paga! — insistiu o sr. Alderman. — A não ser que vocês consigam cobrir aquele último pelo agora com mais ouro, vou cobrar de você por me decepcionar e me fazer perder tempo. Digamos... metade desse tesouro.
Hearthstone se virou para mim, sem surpresa no rosto, só uma triste resignação. O anel.
Uma onda de ressentimento assassino tomou conta de mim. Eu não queria abrir mão do anel. Mas olhei para todos os quadros brancos ao redor do quarto: todas as regras e os itens de cardápio, todas as expectativas que o sr. Alderman torcia para que Hearthstone não cumprisse. A maldição do anel de Andvari era bem forte. Sussurrava para mim, me dizendo para ficar com ele e me tornar podre de rico.
Mas a vontade de ver Hearthstone livre do pai, reencontrando Blitzen e longe daquela casa tóxica... isso foi mais forte.
Peguei nosso último elemento secreto do tesouro.
Uma luz faminta se acendeu nos olhos de alienígena do sr. Alderman.
— Muito bem. Coloque na pilha.
Pai, sinalizou Hearthstone. Um aviso: o anel é amaldiçoado.
— Eu não vou ouvir seus gestos de mão!
— Você sabe o que ele está dizendo. — Levantei o anel. — Esta coisa contamina o dono. Vai destruir você. Caramba, fiquei alguns minutos com ele e já está fazendo mal para a minha cabeça. Pegue o ouro que já está no tapete. Considere a dívida paga. Mostre um pouco de misericórdia, e vamos devolver este anel ao dono.
O sr. Alderman deu uma gargalhada amarga.
— Misericórdia? O que eu posso comprar com misericórdia? Isso vai trazer Andiron de volta para mim?
Eu teria dado um soco na cara dele, mas Hearthstone deu um passo na direção do pai. Ele parecia genuinamente preocupado. Maldição de F-A-F-N-I-R, sinalizou ele. Não.
Andvari mencionou aquele nome. Parecia vagamente familiar, mas não consegui identificar. Talvez Fafnir fosse um ganhador da loteria.
Hearthstone sinalizou por favor – a mão aberta no peito fazendo um círculo. Percebi que por favor era só uma versão mais relaxada e menos raivosa de desculpe.
Os dois elfos se encararam por cima da pilha de ouro. Eu quase conseguia sentir Álfaheim oscilando nos galhos da Árvore do Mundo. Apesar de tudo o que o sr. Alderman fizera para ele, Hearthstone ainda queria ajudar o pai... estava fazendo um último esforço de tirá-lo de um buraco muito mais fundo do que o de Andvari.
— Não — decidiu o sr. Alderman. — Pague o wergild ou fique em dívida. Vocês dois.
Hearthstone baixou a cabeça, derrotado. Fez sinal para eu entregar o anel.
— Primeiro, a pedra Skofnung — falei. — Me mostre que vai cumprir seu lado da barganha.
Alderman grunhiu.
— Inge, traga a pedra Skofnung. O código de segurança da vitrine é Greta.
Hearthstone fez uma careta. Supus que Greta fosse o nome da mãe dele.
A huldra saiu correndo.
Por alguns momentos tensos, Hearthstone, o sr. Alderman e eu ficamos parados ao redor do tapete, nos encarando. Ninguém sugeriu jogarmos Banco Imobiliário. Ninguém gritou “Iupi!” e pulou na pilha de ouro (mas tenho que admitir que fiquei tentado).
Finalmente, Inge voltou, a pedra de amolar azul e cinza nas mãos. Ela ofereceu para o sr. Alderman com uma reverência.
O homem a pegou e entregou ao filho.
— Eu lhe dou isto livremente, Hearthstone, para você fazer o que quiser. Que o poder desta pedra seja seu. — O sr. Alderman olhou para mim de cara feia. — Agora, o anel.
Eu não tinha mais motivos para enrolar, mas mesmo assim foi difícil. Respirando fundo, me ajoelhei e acrescentei o anel de Andvari ao tesouro, cobrindo o último pelo.
— O acordo está cumprido — falei.
— Ah, é? — O olhar do sr. Alderman estava grudado no tesouro. — Sim, exceto por uma coisa. Você me prometeu exposição na mídia, Magnus Chase. Marquei uma festinha para esta noite. Inge!
A huldra deu um pulo.
— Sim, senhor! Os preparativos estão indo bem. Todos os quatrocentos convidados confirmaram.
— Quatrocentos? — perguntei, espantado. — Como você teve tempo de organizar isso? Como sabia que íamos conseguir?
— Há! — A luz maluca nos olhos do sr. Alderman não acalmou meus nervos. — Eu não sabia que vocês conseguiriam, mas não me importava. Eu planejava dar festas todas as noites enquanto vocês estivessem aqui, Magnus, de preferência para sempre. Mas como vocês pagaram o wergild tão rápido, hoje à noite vai ter que valer a pena. Quanto a como, eu sou Alderman da Casa Alderman. Ninguém ousaria recusar meu convite!
Atrás dele, Inge acenou freneticamente e passou o dedo pelo pescoço.
— E agora... — O sr. Alderman pegou o anel amaldiçoado no meio da pilha, colocou no dedo e levantou para admirá-lo, como alguém que acabou de ficar noivo. — Sim, vai ficar lindo com meu traje de gala. Hearthstone, espero que você e seu convidado... Hearthstone, aonde você vai?
Aparentemente, Hearth já estava de saco cheio do pai. Com a pedra Skofnung em uma das mãos, ele levantou Blitzen pela alça de cachecol e o levou para o banheiro.
Um instante depois, ouvi o chuveiro ser aberto.
— Eu, hã, tenho que ir ajudar — falei.
— O quê? — disse o sr. Alderman. — Sim, claro. Que anel lindo. Inge, faça com que nossos jovens patifes estejam vestidos de maneira apropriada para a festa e mande alguns empregados para me ajudar com todo esse ouro. Preciso pesar e contar cada peça do tesouro. Polir também! Vai ficar lindíssimo polido. E, já que estamos falando nisso...
Eu não queria deixar Inge sozinha no mesmo quarto que o sr. Anel Maluco, mas estava ficando enjoado de ver o sr. Alderman flertar com a fortuna. Corri para me juntar aos meus amigos no banheiro.

* * *

Sabem qual é a única coisa mais perturbadora que uma cabeça de deus cortada no banho de espuma? Um anão de granito sangrando no seu boxe.
Hearth colocou Blitzen debaixo do chuveiro. Assim que a água corrente caiu na cabeça do anão, o corpo dele começou a amolecer. O rosto cinza e frio escureceu em pele quente e morena. Sangue jorrou do ferimento e escorreu pelo ralo. Os joelhos dele falharam. Corri até o boxe para segurá-lo.
Hearthstone pegou a pedra Skofnung um pouco sem jeito. Apertou no ferimento que sangrava, e Blitz ofegou. O fluxo de sangue parou na mesma hora.
— Eu estou condenado! — balbuciou Blitz. — Não se preocupe comigo, seu elfo maluco! Só... — Ele cuspiu água. — Por que está chovendo?
Hearthstone o abraçou com força, esmagando o rosto do anão contra o peito.
— Ei! — reclamou Blitz. — Não dá para respirar!
Hearth, claro, não o ouviu e não pareceu se importar. Ele se balançou para a frente e para trás com o anão nos braços.
— Tudo bem, cara. — Blitz deu tapinhas fracos nele. — Pronto, pronto.
Ele olhou para mim e fez mil perguntas silenciosas com os olhos, inclusive: Por que nós três estamos tomando banho juntos? Por que não estou morto? Por que vocês estão com cheiro de lodo? O que tem de errado com meu elfo?
Quando tivemos certeza de que ele estava despetrificado, Hearth fechou a torneira. Blitzen estava fraco demais para se mexer, então o colocamos sentado lá no chuveiro mesmo.
Inge entrou correndo no banheiro com uma pilha de toalhas e roupas limpas. Do quarto de Hearth veio o som de moedas se espalhando, como uma dezena de máquinas caça-níquel pagando a um vencedor, pontuado por ocasionais gargalhadas histéricas.
— Talvez seja melhor vocês ficarem mais um pouco aqui — avisou Inge, olhando com nervosismo para trás. — Está meio... confuso lá fora.
E saiu, fechando a porta ao passar.
Nós fizemos o melhor possível para nos limparmos. Usei um cinto para fazer uma tira para a pedra Skofnung e a amarrei na cintura, botando a camisa por cima para não ficar óbvio demais caso o sr. Alderman tivesse um surto e tentasse pegar ela de volta.
O ferimento de Blitzen fechou direitinho, deixando apenas uma pequena cicatriz esbranquiçada, mas ele reclamou do dano ao terno: o corte de espada no colete, as manchas grandes de sangue.
— Nenhuma quantidade de suco de limão vai tirar isso — disse ele. — Quando tecido vira granito e depois volta, a descoloração é permanente.
Não me dei ao trabalho de observar que pelo menos ele estava vivo. Eu sabia que Blitz estava em choque e lidando com a situação se concentrando em coisas que entendia e era capaz de consertar, como o guarda-roupa.
Nós nos sentamos juntos no chão do banheiro. Blitzen usou seu kit de reparos para costurar toalhas de banho para uma proteção adicional contra o sol de Álfaheim, enquanto Hearthstone e eu nos revezávamos contando o que havia acontecido.
Blitzen balançou a cabeça, impressionado.
— Vocês fizeram isso tudo por mim? Seus idiotas malucos e maravilhosos, vocês podiam ter morrido! E, Hearth, você se sujeitou ao seu pai? Eu nunca pediria a você para fazer isso. Você jurou que nunca voltaria para cá, e foi por um bom motivo!
Eu também jurei proteger você, sinalizou Hearth. Foi minha culpa você ser perfurado. E de Samirah.
— Pare com isso agora mesmo — disse Blitz. — Não foi culpa sua e nem dela. Não se pode enganar uma profecia. Aquele ferimento mortal estava fadado a acontecer, mas agora você consertou, então podemos parar de nos preocupar com ele! Além do mais, se você quiser culpar alguém, culpe aquele tolo do Randolph. — Ele olhou para mim. — Sem querer ofender, garoto, mas tenho um desejo forte de assassinar seu tio com bastante brutalidade.
— Não estou ofendido — afirmei. — Até fico tentado a ajudar.
Mas me lembrei do grito horrorizado de Randolph quando ele enfiou a espada em Blitzen, e do modo como seguiu Loki feito um cachorro maltratado. Por mais que eu quisesse odiar meu tio, não podia deixar de sentir pena dele. Agora que eu tinha conhecido o sr. Alderman, estava começando a me dar conta de que, por pior que seja a sua família, sempre tem como piorar.
Hearth terminou de contar tudo para Blitzen em linguagem de sinais, explicando como roubamos Andvari e fomos ameaçados com múltiplos ganhos na loteria Powerball.
— Vocês dois estavam loucos de encarar aquele anão — disse Blitzen. — Ele é famoso em Nídavellir, ainda mais ardiloso do que Eitri Júnior!
— Podemos não falar nele? — pedi. Eu ainda tinha pesadelos com o velho anão que desafiou Blitz em uma competição de confecção, em janeiro. Eu nunca mais queria ver um andador impulsionado por foguetes na minha vida.
Blitzen franziu a testa para Hearth.
— E você disse que seu pai está com o anel agora?
Hearthstone assentiu. Eu tentei alertá-lo.
— Sim, mas mesmo assim... aquela coisa pode distorcer a mente do dono para algo irreconhecível. Depois do que aconteceu com Hreidmar, Fafnir, Regin e todos aqueles ganhadores da loteria... Bem, tem uma lista interminável de gente que aquele anel destruiu.
— Quem são essas pessoas? — perguntei. — Essas aí que você mencionou?
Blitzen ergueu sua criação feita de toalhas de banho, uma espécie de burca felpuda com óculos escuros sobre os buracos dos olhos.
— É uma longa e trágica história, garoto. Com muitas mortes. O importante é que precisamos convencer o sr. Alderman a abrir mão daquele anel antes que seja tarde demais. Temos que ficar nessa festa por um tempo, certo? Isso vai nos dar oportunidade. Talvez ele esteja de bom humor e a gente consiga fazer com que tenha bom senso.
Hearthstone grunhiu. Meu pai? Duvido.
— É — concordei. — E se ele não tiver bom senso?
— Aí, nós fugimos — disse Blitz. — E torcemos para que Alderman não...
Do quarto, Inge chamou:
— Sr. Hearthstone?
O tom dela beirava o pânico.
Saímos do banheiro cambaleando e descobrimos que o quarto de Hearth tinha sido totalmente esvaziado. O colchão tinha sumido. Os quadros brancos haviam sido removidos, deixando sombras brancas em paredes um pouco menos brancas. A pilha do tesouro e o tapete de pele azul tinham sumido como se o wergild nunca tivesse acontecido.
Inge estava na porta, o gorrinho torto na cabeça. O rosto dela estava vermelho, e ela puxava ansiosamente tufos da ponta da cauda.
— Mestre Hearth, os... os convidados chegaram. A festa começou. Seu pai está chamando você, mas...
Hearthstone sinalizou: Qual é o problema?
Inge tentou falar. Nenhuma palavra saiu. Ela deu de ombros, impotente como se não conseguisse descrever os horrores que tinha testemunhado na festinha do sr. Alderman.
— Talvez... seja melhor o senhor ver por si mesmo.


5 comentários:

  1. Tomara que o Anel destrua esse horroroso de vez ù-ú

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    Respostas
    1. eu até que queria matar o elfo-barata mas isso machucaria Hearth ainda mais.

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  2. "Por que nós três estamos tomando banho juntos? Por que não estou morto? Por que vocês estão com cheiro de lodo? O QUE TEM DE ERRADO COM MEU ELFO?"
    So eu que morri nessa parte?

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  3. "Ninguém sugeriu jogarmos Banco Imobiliário. Ninguém gritou “Iupi!” e pulou na pilha de ouro (mas tenho que admitir que fiquei tentado)." Magnus Chase is my animal spirit ahdbajdiajdi

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