16 de outubro de 2016

Trinta e cinco - Temos um probleminha

LOCAL DE ENCONTRO: a estátua de George Washington no Public Garden. Hearthstone, Blitzen e Samirah já estavam lá, junto com outro velho amigo que por acaso era um cavalo com oito patas.
— Stanley!
O cavalo relinchou e encostou o focinho em mim. Ele indicou a estátua de George Washington e sua montaria como quem diz: Dá para acreditar nesse cara? Ele nem é tão legal. O cavalo dele só tem quatro patas.
Conheci Stanley quando pulamos de um penhasco em Jötunheim, a caminho da fortaleza de um gigante. Fiquei feliz em ver o cavalo de novo, mas tive a péssima sensação de que estávamos prestes a participar da sequência: Saltos de Penhasco II: A Ascensão de Big Boy.
Fiz carinho no focinho de Stanley, desejando ter uma cenoura para ele. Eu só tinha chocolate e quibe, e achava que nenhum dos dois faria bem a um cavalo de oito patas.
— Você o chamou? — perguntei a Hearth. — Como ainda está consciente?
Na primeira vez que Hearthstone usou ehwaz, a runa de transporte, ele desabou e ficou rindo e sinalizando algo sobre máquinas de lavar durante meia hora.
Hearth deu de ombros, mas notei uma centelha de orgulho na expressão dele. Ele parecia melhor hoje, depois de passar a noite na câmara de bronzeamento artificial. A calça jeans e a jaqueta pretas estavam limpas, e agora ele usava o cachecol listrado.
Está mais fácil, sinalizou ele. Consigo usar duas, às vezes até três runas seguidas sem desmaiar.
— Uau.
— O que ele disse? — perguntou Alex.
Eu traduzi.
— Só duas ou três? Sem querer ofender, mas não parece grande coisa.
— Mas é. Usar uma runa demanda muito esforço físico. É como correr por mais de uma hora sem parar.
— Bom, eu não malho, então...
Blitzen limpou a garganta.
— Ah, Magnus? Quem é sua amiga?
— Desculpem. Esta é Alex Fierro. Blitzen, Hearthstone, Alex é nossa mais nova einherji.
Blitzen estava usando o chapéu de safári, então era difícil ver a expressão dele atrás da rede. No entanto, eu tinha certeza de que o anão não estava sorrindo.
— Você é a outra filha de Loki — disse ele.
— Sou — respondeu Alex. — Prometo não matar vocês.
Para Alex aquela era uma concessão e tanto, mas Hearth e Blitz não souberam como interpretá-la.
Samirah me deu um sorriso seco.
— O que foi? — perguntei.
— Nada. — Ela estava usando o uniforme escolar, o que achei bem otimista, tipo vou dar um pulinho em Jötunheim e voltar a tempo para a última aula. — Onde vocês estavam? Não vieram da direção de Valhala.
Expliquei sobre a excursão à casa de Randolph e sobre a foto e o convite de casamento que agora estavam na minha mochila.
Sam franziu a testa.
— Você acha que essa cachoeira é a entrada para a fortaleza de Thrym?
— Talvez. Ou pelo menos vai ser, em dois dias. Se tivermos essa informação com antecedência, poderemos usá-la a nosso favor.
Como?, sinalizou Hearth.
— Hã, ainda não cheguei nessa parte.
Blitzen grunhiu.
— Acho que é possível. Gigantes da terra podem manipular pedra sólida melhor do que anões. E podem mudar as entradas de lugar. Além disso — ele balançou a cabeça com repugnância —, as fortalezas deles são quase impossíveis de invadir. Túneis, explosivos, poder divino, nada disso vai funcionar. Acreditem em mim, o C.E.I.A. tentou.
— Ceia? — perguntei.
Ele me olhou como se eu fosse burro.
— O Corpo de Engenheiros da Infantaria Anã, dã. O que mais poderia ser? Enfim, com gigantes da terra é preciso usar a entrada principal. Mas, mesmo que seu tio soubesse onde a entrada estaria no dia do casamento, por que lhe contaria? Esse é o cara que furou minha barriga.
Eu não precisava do lembrete. Via essa cena sempre que fechava os olhos. Também não tinha uma boa resposta para ele, mas Alex interveio.
— Não temos que ir?
Sam assentiu.
— Você está certa. Stanley só ficará aqui por mais alguns minutos. Ele prefere carregar no máximo três passageiros, então pensei em ir voando com Hearth. Magnus, que tal você, Alex e Blitz irem no nosso amigo cavalo?
Blitzen se remexeu com desconforto no terno azul-marinho de três peças. Talvez estivesse pensando no quanto seu estilo e o de Alex iam contrastar no cavalo.
Tudo bem, Hearthstone sinalizou para ele. Vá em segurança.
— Humf. Tudo bem. — Blitz olhou para mim. — Mas quero ir na frente. Podemos chamar de banco do carona quando se trata de um cavalo?
Stanley relinchou e bateu as patas. Acho que ele não gostou de ser comparado a um carro. Entreguei para Sam a espada Skofnung. Blitzen entregou a pedra Skofnung. Como seriam o dote dela, achamos que Sam devia ter o direito de carregá-las. Ela não poderia desembainhar a espada por causa do encantamento, mas pelo menos podia bater com a pedra na cabeça das pessoas, caso houvesse necessidade.
Stanley nos permitiu subir a bordo: Blitzen primeiro, Alex no meio e eu atrás, ou, como eu gostava de pensar: o primeiro a cair e morrer em caso de decolagem abrupta.
Fiquei com medo de Alex cortar minha cabeça ou virar um lagarto gigante e me morder se eu me segurasse nela, mas ela pegou meus pulsos e passou meu braço pela sua cintura.
— Eu não sou frágil. Nem contagiosa.
— Eu não falei nada...
— Cala a boca.
— Já calei.
Ela tinha cheiro de argila, como a oficina de esculturas na sua suíte. Também tinha uma pequena tatuagem na qual eu não tinha reparado, na nuca: as serpentes duplas de Loki. Quando me dei conta do que estava vendo, meu estômago deu uma despencada um pouco antecipada, mas não tive muito tempo para avaliar o significado da tatuagem.
— Vejo vocês em Jötunheim. — Sam segurou o braço de Hearthstone, e os dois saíram voando em um brilho de luz dourada.
Stanley não foi tão discreto. Ele galopou na direção da rua Arlington, pulou a cerca do parque e disparou para o Taj Hotel. Um momento antes de batermos no muro, Stanley subiu. A fachada de mármore do hotel se dissolveu em neblina, e o cavalo fez um giro de trezentos e sessenta graus por ela, de alguma forma conseguindo não nos deixar cair. Os cascos dele tocaram o chão novamente, e passamos por uma ravina arborizada, cercada por montanhas altas dos dois lados.
Pinheiros cobertos de neve se destacavam acima de nós. Nuvens cinza-metálicas pairavam baixas e pesadas. Minha respiração virou vapor.
Só tive tempo de pensar ei, estamos em Jötunheim antes que Blitzen gritasse:
— Pra baixo!
O milissegundo seguinte demonstrou como eu pensava mais rápido do que reagia. Primeiro, pensei que Blitz tinha visto alguma coisa lá embaixo. Mas logo percebi que ele estava mandando eu me abaixar, o que é difícil quando se é o último em uma fila de três pessoas nas costas de um cavalo.
Então, eu vi o enorme galho de árvore no nosso caminho. Percebi que Stanley ia passar correndo por baixo dele a toda velocidade. Mesmo que o galho tivesse um cartaz alertando para tomar cuidado com a altura do veículo, Stanley não sabia ler.
PLOFT!
Eu me vi caído de costas na neve. Acima de mim, galhos de pinheiro borrados dançavam em tecnicolor. Meus dentes estavam doendo.
Eu consegui me sentar. Minha visão clareou, e então vi Alex a alguns metros de mim, gemendo em cima de uma pilha de agulhas de pinheiro. Blitzen cambaleou, procurando o chapéu de safári. Felizmente, a luz de Jötunheim não era forte o bastante para petrificar anões, senão ele já teria virado pedra.
Quanto à nossa intrépida montaria... Stanley tinha sumido, e uma trilha de pegadas continuava por baixo do galho e seguia até o bosque. Talvez ele tivesse chegado ao limite do tempo de convocação e sumido. Ou talvez tivesse se distraído com a alegria de correr e só fosse perceber que nos deixara para trás trinta quilômetros depois.
Blitzen pegou o chapéu na neve.
— Cavalo idiota. Que grosseria!
Ajudei Alex a se levantar. Um corte feio ziguezagueava pela testa dela como uma boca vermelha irregular.
— Você está sangrando. Eu posso curar isso.
Ela deu um tapa na minha mão.
— Estou bem, dr. House, mas obrigada pelo diagnóstico. — Ela se virou meio cambaleante e observou a floresta. — Onde estamos?
— A pergunta mais importante é: onde estão os outros? — disse Blitz.
Sam e Hearthstone não estavam em lugar nenhum. Eu esperava que Sam fosse melhor em desviar de obstáculos do que Stanley.
Fiz uma careta para o galho com o qual tínhamos nos chocado. Eu me perguntei se podia mandar Jacques cortá-lo antes de o próximo grupo de pobres otários passar por ali. Mas tinha alguma coisa estranha na textura. Em vez das reentrâncias habituais de um tronco, o galho consistia de uma fibra cinzenta entrelaçada. Não afinava até formar uma ponta, mas se curvava até o chão, onde serpenteava pela neve. Não era um galho, então... estava mais para um cabo enorme. A parte de cima se enrolava nas árvores e desaparecia entre as nuvens.
— O que é essa coisa? — perguntei. — Não é uma árvore.
À nossa esquerda, uma forma alta e escura que supus ser uma montanha se mexeu e retumbou. Percebi com uma certeza de contorcer as entranhas que aquilo na verdade não era uma montanha. O maior gigante que eu já tinha visto estava sentado ao meu lado.
— Não mesmo! — ribombou a voz dele. — Esse é o meu cadarço!

* * *

Vocês devem estar se perguntando: como pude não reparar em um gigante tão grande? Bom, ele era grande demais para compreender. Os tênis eram colinas. Os joelhos dobrados eram picos de montanhas. A camisa cinza-escura se misturava ao céu, e a barba branca e fofa lembrava nuvens carregadas de neve. Mesmo sentado, os olhos brilhantes do gigante estavam tão altos que podiam ser pequenos dirigíveis ou luas.
— Oi, pequeninos! — A voz do gigante era grave o bastante para liquefazer substâncias sólidas, como meus olhos, por exemplo. — Vocês deviam olhar por onde andam!
Ele levantou o pé direito. O galho de árvore/cadarço no qual nos chocamos deslizou pelos pinheiros, arrancando arbustos, quebrando galhos e assustando animais. Um cervo com chifre de doze pontas surgiu do nada e quase atropelou Blitzen.
O gigante se inclinou e bloqueou a luz cinza. Amarrou o sapato, cantarolando o tempo todo, passando um cabo enorme por cima do outro, os cadarços destruindo trechos inteiros de floresta. Quando o gigante terminou de dar o laço, a terra parou de tremer.
Alex gritou:
— Quem é você? E como nunca ouviu falar em velcro?
Não sei onde ela encontrou coragem para falar. Talvez tivesse batido a cabeça. Eu estava tentando decidir se Jacques tinha poder para matar um gigante tão grande. Mesmo que conseguisse voar pelo nariz dele, duvidava que a lâmina fosse provocar um estrago maior do que um espirro. E isso seria uma péssima ideia.
O gigante se levantou e riu. Eu me perguntei se os ouvidos dele estalavam quando subia tão alto na estratosfera.
— Nossa! O mosquitinho de cabelo verde é corajoso! Meu nome é Miúdo!
Agora que estava prestando atenção, vi o nome MIÚDO bordado na camisa, como se fosse o letreiro distante de Hollywood.
— Miúdo — repeti.
Eu não achava que ele conseguia me ouvir, da mesma forma que eu não conseguia ouvir formigas discutindo, mas ele sorriu e assentiu.
— Sim, ser insignificante. Os outros gigantes gostam de me provocar porque, em comparação à maioria dos habitantes do palácio de Utgard-Loki, eu sou pequeno.
Blitzen limpou gravetos do paletó azul.
— Só pode ser uma ilusão — murmurou ele para nós. — Ele não pode ser tão grande.
Alex tocou a testa ensanguentada.
Isto não é ilusão. Aquele cadarço era bem real.
O gigante se alongou.
— Que bom que vocês me acordaram do meu cochilo. Eu tenho que ir!
— Espere! — gritei. — Você disse que é do palácio de Utgard-Loki?
— Hum? Ah, sim. Pistas de Boliche Utgard! Vocês estão indo para lá?
— Ah, sim! Nós precisamos ver o rei!
Eu estava torcendo para Miúdo nos oferecer uma carona. Parecia a coisa certa a se fazer por viajantes que tinham acabado de sofrer um acidente com seu cadarço.
Miúdo riu.
— Não sei como vocês se sairiam nas Pistas de Boliche Utgard. Estamos muito ocupados preparando o torneio de boliche amanhã. Se não conseguem andar nem ao redor de cadarços, podem acabar esmagados acidentalmente.
— Nós vamos ficar bem! — disse Alex, novamente com bem mais confiança do que eu conseguiria demonstrar. — Onde fica o palácio?
— Logo ali. — Miúdo apontou para a esquerda, provocando uma nova ventania. — É uma caminhada tranquila de dois minutos.
Tentei traduzir isso do gigantês. Concluí que queria dizer que o palácio ficava a sete bilhões de quilômetros de distância.
— Você pode nos dar uma carona? — Tentei não parecer muito digno de pena.
— Ah, bom — disse Miúdo. — Eu não devo nenhum favor a vocês, devo? Vocês precisam chegar à entrada da fortaleza para pedir privilégios de convidados. nós teremos que tratar vocês bem.
— Lá vamos nós... — resmungou Blitzen.
Eu me lembrei de como fora a questão dos direitos dos convidados da última vez que tínhamos ido a Jötunheim. Se a gente entrasse na casa de um gigante e alegasse ser convidado, supostamente o dono da casa não podia nos matar. Claro que, quando tentamos isso antes, acabamos matando uma família inteira depois que eles tentaram nos esmagar como insetos, mas tudo fora feito com muita cortesia.
— Além do mais — continuou Miúdo —, se vocês não conseguem chegar às Pistas de Boliche Utgard sozinhos, não deviam estar aqui! A maioria dos gigantes não é tão tranquila quanto eu. Vocês precisam tomar cuidado, pequeninos. Os gigantes maiores podem achar que vocês são invasores, pragas ou algo assim! Eu manteria distância.
Tive uma visão terrível de Sam e Hearthstone voando para dentro do boliche e sendo pegos pelo maior mata-mosquito elétrico do mundo.
— Nós temos que ir! — gritei. — Vamos encontrar dois amigos.
— Hum... — Miúdo levantou o antebraço, revelando uma tatuagem de Elvis Presley do tamanho do Monte Rushmore. O gigante coçou a barba, e um único pelo branco se soltou como um helicóptero militar e caiu perto de nós, levantando uma nuvem de neve. — Vamos fazer o seguinte: vocês carregam minha bolsa de boliche. Assim, todos vão saber que são meus amigos. Façam esse pequeno serviço para mim, e falo por vocês com Utgard-Loki. Tentem me acompanhar! Mas, se ficarem para trás, cuidem para chegar ao castelo antes de amanhã de manhã. É quando o torneio vai começar!
Ele se levantou e se virou para ir embora. Tive tempo de admirar o coque desgrenhado e grisalho e ler as palavras amarelas gigantes bordadas nas costas da camisa: PERUS DO BOLICHE DO MIÚDO. Eu me perguntei se era o nome do time ou talvez do trabalho dele. Imaginei perus do tamanho de catedrais e soube que isso assombraria meus pesadelos para sempre.
Em dois passos, Miúdo desapareceu no horizonte.
Eu olhei para os meus amigos.
— Em que a gente acabou de se meter?
— Tenho uma boa e uma má notícia — disse Blitzen. — A boa notícia é que encontrei a bolsa. A má... é que encontrei a bolsa.
Ele apontou para uma montanha próxima: um penhasco escuro e íngreme que se elevava cento e cinquenta metros até um platô amplo no alto. Mas é claro que não era uma montanha. Era uma bolsa de boliche de couro marrom.


6 comentários:

  1. Fiquei com medo de Alex cortar minha cabeça ou virar um lagarto gigante e me morder se eu me segurasse nela, mas ela pegou meus pulsos e passou meu braço pela sua cintura.
    — Eu não sou frágil. Nem contagiosa.
    — Eu não falei nada...
    — Cala a boca.
    — Já calei.
    SHIPPO D++++

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    Respostas
    1. Somos 2!!! 🤗🤗🤗
      💜💜💜
      Ameiiii!!!!!

      Ass.: Mutta Chase Hayes

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  2. Sinceramente, acho q Alex devia ter umas aulinhas de moda com o Blitzen, n é msm. Ela pode até ter olhos de cores diferentes, ser de genero fluído, ter dupla personalidade, e parecer com a MÃE do Magnus, MAS USAR SÓ ROUPA VERDE E ROSA A VIDA (OU PÓS VIDA) TD N FAZ BEM PRA ALMA, deuses. Quase gritei de alegria qnd mencionaram q ela estava usando calça jeans normal <3

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  3. mas ela pegou meus pulsos e passou meu braço pela sua cintura.
    — Eu não sou frágil. Nem contagiosa.
    — Eu não falei nada...
    — Cala a boca.
    — Já calei.

    💜💜Mais love impossível 😍😍 mt fofo

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  4. "Fiquei com medo de Alex cortar minha cabeça ou virar um lagarto gigante e me morder se eu me segurasse nela, mas ela pegou meus pulsos e passou meu braço pela sua cintura.
    — Eu não sou frágil. Nem contagiosa.
    — Eu não falei nada...
    — Cala a boca.
    — Já calei.
    Ela tinha cheiro de argila, como a oficina de esculturas na sua suíte. Também tinha uma pequena tatuagem na qual eu não tinha reparado, na nuca: as serpentes duplas de Loki. Quando me dei conta do que estava vendo, meu estômago deu uma despencada um pouco antecipada, mas não tive muito tempo para avaliar o significado da tatuagem."

    AAAAAAAAAAA 💚

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  5. "Fique com medo de Alex cortar minha cabeça ou virar um lagarto gigante e me morder se eu me segurasse nela, mas ela pegou meus pulsos e passou meu braço pela sua cintura.
    — Eu não sou frágil. Nem contagiosa.
    — Eu não falei nada...
    — Cala a boca.
    — Já calei."
    Eu shippo muito!Tipo muito mesmo!😍😍😘💜💓
    P.S:"— Estou bem, dr. House, mas obrigada pelo diagnóstico."

    Eu assito essa série,e bem legalzinha

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