16 de outubro de 2016

Quarenta e sete - Nos preparando para o combate no estilo discoteca

NA VÉSPERA DE um grande massacre, era de se esperar que eu não conseguisse pegar no sono.
Ledo engano. Dormi feito um gigante da pedra.
Sif ofereceu um quarto de hóspedes para cada um de nós nos andares superiores da Fenda Luminosa. Desabei na minha cama de madeira de sorveira com lençóis de ouro trançado e só abri os olhos pela manhã, quando ouvi o despertador: um pequeno troféu de ouro no formato de Mjölnir que não parava de soar como um coral divino de Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! até eu pegá-lo na mesa de cabeceira e jogá-lo na parede. Tenho que admitir que foi uma maneira satisfatória de acordar.
Acho que Sam e Alex não dormiram tão bem quanto eu. Quando as encontrei no átrio de Sif, as duas estavam com olhares perdidos. No colo de Alex tinha um prato com migalhas de donuts. Ela os quebrara em pedaços para fazer um rosto franzindo a testa. Os dedos estavam cobertos de açúcar de confeiteiro.
Sam levou uma xícara de café aos lábios como se gostasse do cheiro da bebida, mas não conseguisse lembrar como tomá-la. A espada Skofnung estava pendurada nas costas dela.
A valquíria olhou para mim e perguntou:
— Aonde?
Não entendi a pergunta de primeira. Depois, percebi que ela estava perguntando se eu sabia aonde íamos hoje.
Remexi no bolso em busca do convite de casamento.
A linha do quando agora dizia: HOJE! ÀS 10H. ESTÁ ANIMADO?!
A linha do ONDE dizia: SIGA PARA O TACO BELL NA I-93 AO SUL DE MANCHESTER, NEW HAMPSHIRE. AGUARDE MAIS INSTRUÇÕES. NADA DE AESIR, SENÃO O MARTELO VAI SOFRER!
Mostrei o convite para Alex e Sam.
— Taco Bell? — resmungou Alex. — Que idiotas.
— Tem alguma coisa errada. — Sam tomou um gole de café. A xícara tremeu nas mãos dela. — Magnus, fiquei a noite toda pensando no que você falou. Estamos esquecendo alguma coisa importante, e não estou me referindo ao martelo.
— Talvez vocês estejam precisando de roupas mais apropriadas para a ocasião — disse nossa anfitriã.
À nossa frente estava Sif, que surgira do nada, como as deusas costumavam fazer. Ela usava o mesmo vestido vermelho-alaranjado, o mesmo broche verde e prateado e o mesmo sorriso condescendente que dizia Acho que vocês são meus criados, mas não lembro seus nomes.
— Meu marido me disse que você quer brincar de se disfarçar. — Ela olhou Alex de cima a baixo. — Acho que vai ser mais fácil do que botar Thor em um vestido de noiva, mas temos muito trabalho a fazer. Venha comigo.
Sif andou por um corredor no final do átrio, sinalizando para Alex segui-la.
— Se eu não voltar em uma hora — disse Alex —, quer dizer que estrangulei Sif e estou me livrando do corpo.
Sua expressão não dava indicação nenhuma de estar brincando. Alex saiu andando, fazendo uma imitação tão boa da caminhada de Sif que eu daria um troféu para ela.
Sam ficou de pé. Com a xícara de café na mão, ela andou até a janela mais próxima e olhou por cima dos telhados de Asgard. Os olhos dela pareceram se fixar no domo dourado feito de escudos de Valhala.
— Alex não está pronta — disse ela.
Eu me juntei a Sam na janela. Uma mecha de cabelo castanho escapou do hijab perto da têmpora esquerda. Tive um ímpeto protetor de botar os fios de volta. Como eu gostava muito da minha mão, não me mexi.
— Você acha que ela está certa? — perguntei. — Acha que ela consegue... você sabe, resistir a Loki?
— Ela acha que consegue — disse Sam. — Alex tem uma teoria sobre reivindicar os próprios poderes, não deixar que nosso pai a possua. Ela até se ofereceu para me ensinar. Mas acho que ela nunca testou a si mesma contra Loki. Não de verdade.
Pensei na minha conversa com Alex na floresta de Jötunheim, na confiança com que ela falara sobre usar o símbolo das serpentes de Urnes para si, saindo da sombra venenosa do pai. Era uma boa ideia. Infelizmente, eu sabia com que facilidade Loki podia manipular as pessoas. Vi o que ele havia feito com o tio Randolph.
— Pelo menos não estaremos sozinhos.
Olhei para Valhala ao longe. Pela primeira vez, senti uma pontada de saudade do lugar. Eu torcia para que Blitz e Hearth tivessem chegado lá em segurança. Imaginei-os com a galera do andar dezenove preparando as armas e arrumando trajes de casamento para uma missão ousada que salvaria nossa pele.
Quanto a Thor... eu não tinha muita fé nele. Mas, com sorte, ele e um bando de outros aesires estariam preparados ao redor de Bridal Veil Falls, usando roupas camufladas com catapultas manuais de alta precisão ou lanças motorizadas ou quaisquer outras armas que os deuses usassem atualmente.
Sam balançou a cabeça.
— Com ou sem ajuda... Alex não sabe o que aconteceu na tumba do draugr. Ela não sabe totalmente do que Loki é capaz, com que facilidade ele pode...
Ela estalou os dedos.
Eu não sabia o que dizer. Tudo bem, você não pôde evitar não pareceu útil.
Sam deu um gole no café.
— Devia ser eu usando o vestido de noiva. Eu sou uma valquíria. Tenho poderes que Alex não tem. Tenho mais experiência em luta. Eu...
— Você fez uma promessa a Amir. Existem limites que você não pode ultrapassar. Isso não é fraqueza. É um dos seus pontos fortes.
Sam observou meu rosto, talvez avaliando se eu estava falando sério.
— Às vezes não parece um ponto forte.
— Depois do que aconteceu naquela tumba em Provincetown? — falei. — Sabendo do que Loki é capaz e sem ideia se consegue resistir a ele, você ainda vai voltar e lutar contra seu pai. Se quer saber, está bem acima do nível Valhala de coragem.
Ela colocou a xícara no peitoril da janela.
— Obrigada, Magnus. Mas, hoje, se você tiver que escolher... Se Loki tentar fazer Alex e a mim de reféns, ou...
— Sam, não.
— O que quer que ele esteja planejando, Magnus, você tem que impedi-lo. Se estivermos incapacitadas, talvez você seja o único que consiga. — Ela tirou a espada Skofnung das costas e a entregou para mim. — Guarde isto. Não perca de vista.
Mesmo na luz matinal de Asgard, no calor do átrio de Sif, a bainha de couro da espada estava fria como a porta de um freezer. A pedra Skofnung agora estava presa ao cabo da espada. Quando coloquei a espada nas costas, a pedra afundou na minha omoplata.
— Sam, eu não vou precisar fazer uma escolha. Não vou deixar Loki matar meus amigos. E, definitivamente, não vou deixar que ele chegue perto desta espada. A não ser que ele queira comer a lâmina. Por mim, tudo bem.
O canto da boca de Sam tremeu.
— Fico feliz por você estar comigo nisso, Magnus. Espero que, um dia, quando meu casamento de verdade acontecer, você também esteja lá.
Foi a coisa mais legal que alguém me disse em muito tempo. Claro que, considerando como meus últimos dias tinham sido tumultuados, isso talvez não fosse surpresa.
— Vou estar lá — prometi. — E não vai ser só por causa da comida excelente do Falafel do Fadlan.
Ela deu um tapa no meu ombro, que encarei como um elogio. Normalmente, Sam evitava qualquer tipo de contato físico. Acho que dar um tapa em um amigo idiota era permitido de vez em quando.
Por um tempo, observamos o nascer do sol em Asgard. Estávamos em uma posição bem alta, mas como aconteceu quando vi Asgard de Valhala, não notei ninguém andando nas ruas. Pensei em todas as janelas escuras e nos pátios silenciosos, nos jardins descuidados crescendo desenfreados. Que deuses teriam morado naquelas mansões? Para onde todos tinham ido? Talvez tenham se cansado da péssima segurança e se mudado para um condomínio com guarita, onde o guardião não passava o tempo todo tirando selfies celestiais.
Não sei bem quanto tempo esperamos Alex. Tempo suficiente para eu beber uma xícara de café e comer um rosto de testa franzida feito de donuts. Tempo suficiente para eu me perguntar por que Alex estava demorando tanto para esconder o corpo de Sif.
Finalmente, a deusa e a noiva surgiram pelo corredor. Toda umidade evaporou da minha boca. Eletricidade pulou de poro em poro no meu couro cabeludo.
O vestido branco de seda de Alex brilhava com bordados dourados, das franjas nas mangas até a barra ondulada que cobria os pés. Um colar dourado fazia a volta no pescoço dela como um arco-íris invertido. Preso às mechas pretas e verdes do cabelo havia um véu branco, puxado para trás para deixar o rosto à mostra; os olhos bicolores estavam decorados com uma camada de rímel, os lábios, pintados de um tom quente de vermelho.
— Irmã — disse Sam. — Você está linda.
Fiquei feliz por ela ter dito. Minha língua estava enrolada como um saco de dormir de titânio.
Alex fez uma careta para mim.
— Magnus, você pode parar de me olhar como se eu fosse te matar?
— Eu não estava...
— Porque, se não parar, eu vou te matar.
— Certo. — Era difícil desviar os olhos, mas eu me esforcei.
Sif estava com um brilho confiante no olhar.
— A julgar pela reação da nossa cobaia masculina, acho que meu trabalho aqui está feito. Exceto por uma coisa... — A deusa tirou um longo fio de ouro preso na própria cintura, tão fino e delicado que eu mal conseguia ver. Em cada ponta havia uma haste dourada em formato de S. Um garrote, eu percebi, como o de Alex, só que de ouro. Sif o enrolou na cintura de Alex, juntando os dois para formarem as Serpentes de Urnes.
— Pronto. Essa arma, feita do meu cabelo, tem as mesmas propriedades do seu outro garrote, só que combina com o vestido e não veio de Loki. Que sirva bem a você, Alex Fierro.
Alex parecia ter recebido um troféu que garantia ao portador praticamente tudo.
— Eu... eu não sei como agradecer, Sif.
A deusa inclinou a cabeça.
— Talvez nós duas possamos nos esforçar mais para não julgar baseadas em primeiras impressões, hein?
— Isso... é. Concordo.
— E, se você tiver a chance — acrescentou Sif —, estrangular seu pai com um garrote feito do meu cabelo mágico pareceria bem apropriado.
Alex fez uma reverência.
A deusa se virou para Sam.
— Agora, minha querida, vamos ver o que podemos fazer para a madrinha.
Depois que Sif acompanhou Samirah pelo Corredor de Transformações Mágicas, eu me virei para Alex, fazendo um esforço para não deixar meus olhos saltarem da cara.
— Eu, hã... — Minha língua começou a se enrolar de novo. — O que você disse para Sif? Ela parece gostar de você agora.
— Eu sei ser encantadora quando preciso — disse Alex. — E não se preocupe. Vai chegar sua vez logo, logo.
— De... ser encantador?
— Isso seria impossível. — Alex franziu o nariz de um jeito bem parecido com Sif. — Mas pelo menos você pode tomar um banho. Preciso que meu acompanhante esteja bem mais elegante.

* * *

Não sei se consegui ficar elegante. Estava mais para hesitante.
Enquanto Samirah ainda estava se vestindo, Sif voltou e me guiou para o provador dos cavalheiros.
Por que a deusa tinha um provador masculino, eu não sabia, mas achei que Thor não passava muito tempo ali. Não encontrei nenhum short de ginástica e nenhuma camiseta do Metallica.
Sif providenciou para mim um smoking dourado e branco, com o forro feito de cota de malha à moda de Blitzen. Jacques pairou ali perto, cantarolando de empolgação. Ele gostou muito da gravata-borboleta feita do cabelo de Sif e da camisa com babados.
— Ah, sim! — exclamou a espada. — Agora você só precisa da runa certa nesse traje arrasador!
Eu nunca o tinha visto tão ansioso para virar um pingente mudo. A runa de Frey assumiu seu lugar embaixo da minha gravata-borboleta, aninhada entre os babados como um ovo de Páscoa de pedra. Com a espada Skofnung presa nas costas, eu parecia pronto para dançar em uma discoteca enquanto perfurava meus parentes mais próximos. Infelizmente, isso parecia ser uma ideia bem exata do que poderia acontecer.
Assim que voltei ao átrio, Alex se dobrou de tanto rir. Havia alguma coisa de profundamente humilhante em ser alvo de risadas de uma garota de vestido de noiva, principalmente uma garota que estava arrasando com o tal vestido.
— Ah, meus deuses. — Ela fez um ruído de deboche. — Você parece estar a caminho de um casamento em Vegas em 1987.
— Nas suas próprias palavras — falei —, cale a boca.
Alex se aproximou e ajeitou minha gravata. Os olhos pareciam brilhar de divertimento. Alex tinha cheiro de fumaça. Por que ainda estava com cheiro de fogueira?
Ela recuou e riu de novo.
— Tá. Melhor assim. Agora, só precisamos ver Sam... Ah, uau.
Segui o olhar dela.
Samirah tinha chegado pelo corredor. Estava usando um vestido de gala verde com bordado preto que era uma imagem espelhada do de Alex, com espirais das mangas até a barra. No lugar do hijab de sempre, ela usava um capuz de seda verde com uma espécie de véu cobrindo até o alto do nariz. Só os olhos estavam visíveis, e mesmo eles estavam pintados com sombra escura.
— Você está ótima — falei para ela. — Além disso, adorei sua participação em Assassin’s Creed.
— Ha-ha. Posso ver que você está pronto para o baile do colégio. Alex, você já experimentou o véu?
Com a ajuda de Sam, Alex puxou a cortina de tecido leve por cima do rosto. Havia algo de fantasmagórico nela com aquele véu, como se Alex pudesse sair flutuando a qualquer momento. Dava para ver que ela tinha rosto, mas as feições estavam totalmente obscurecidas. Se eu não soubesse, podia achar que era Sam. Só as mãos a entregavam. O tom de pele de Alex era um pouco mais claro que o da valquíria. Ela resolveu isso com luvas de renda. Eu queria muito que Blitzen estivesse com a gente, porque ele ia adorar todas aquelas roupas elegantes.
— Meus heróis. — Sif parou ao lado de uma das sorveiras. — Está na hora.
O tronco da árvore se abriu, revelando uma greta de luz roxa da mesma cor da placa do Taco Bell.
— Onde está a carruagem? — perguntou Alex.
— Esperando vocês do outro lado — respondeu Sif. — Sigam, meus amigos, e matem muitos gigantes.
Amigos, eu reparei. Não ajudantes.
Talvez tivéssemos mesmo causado uma boa impressão na deusa. Ou talvez ela tivesse se dado conta de que morreríamos, então um pouco de gentileza não faria mal.
Alex se virou para mim.
— Vá na frente, Magnus. Se houver algum inimigo, seu smoking vai cegá-lo.
Sam riu.
Para acabar logo com o constrangimento, passei pela sorveira e fui para outro mundo.


24 comentários:

  1. Deuses, eu to shippando tanto o Magnus com a/o Alex *^*

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    1. eu também, ele fica tão Percy quando tá com Alex.

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    2. Sinceramente, eu não sou daqueles viciados que puxam teorias da conspirações de todos os lugares para alimentar suas teorias sobre casais, mas tenho que admitir que dessa vez faz sentido.
      Vale lembrar que o Tio Rick já criou ótimos casais homossexuais, como em Heróis do Olimpo com Nico e Will. Que são personagens incríveis, muito bem desenvolvidos, sem os preconceitos clichês que muitas vezes vemos em livros.

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  2. Como seria isso? Magnax? Alexnus?

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  3. Ok, foi meio impossível não achar fofo. Agora, se esse relacionamento evoluir, acho q x Alex Buga Mentes vai dar um bug no Mags quando ele for dormir tendo uma namorada e acordar tendo um namorado. Eu bugaria total. Pelo menos não tem como errar dando chocolate no dia dos namorados, mas imagina ele apresentando x Alex pra Annie : "Prima, essa é a Alex, minha namorada, mas as vezes ela é ele. Quer um falafel?"
    É... isso pode bugar as pessoas

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    1. Eu ainda n entendi mt bem essa história da Alex ser transgênero mas as vezes eu cogito o fato de que talvez com um namorado (Magnus de preferência) ela meio q "decidisse" um gênero (feminino) ou algo assim se é que me entendem....

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    2. Acho que séria perfeito se ele gostasse desta do jeito que ela é sendo homem e mulher eu acho incrível se acontecer isso tipo ele ser bi e gosta tanto Alex homem quanto Alex mulher

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    3. Bom. Tio Rick já fez uma fusão de um Deus e um mortal e botou Sadue pra namorar ele/eles. Então ele já é meio q expert em relacionamentos estranhos... Mas eu queria Magnus com algum personagem de outra série, tipo Jaz ou Reyna. Ia ser tão legal :3

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  4. Sou do time magnus e reyna. Ele anda falando mt dos deuses gregos e romanos. W o tio Rick cria uma série a partir de uma frase. Isso a gente ja viu em as provaçoes de Apolo.

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    1. Não! O Magnus é da Alex!
      Deixa a Reyna com o T.J., sei lá. Eu gosto muito mais da Alex!

      Ass.: Mutta Chase Hayes

      Ps.: Retiro o q eu disse sobre a Sif ser uma Hera da vida. Ela é mt mais legal q a deusa vaca.

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    2. Acho improvável, já que Reyna não está destinada a amar um semideus .-.

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  5. Melhor ship é Magnus e Alex! ❤
    Sif parece muito mais legal do que a vaca da Hera, espero que continue assim

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  6. Owwnnn, Sif *----* e Owwnnn Magnus e Alex *----------------* e Owwnnn Sam (e Amir) *----------*

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  7. Doce-filha da Atena21 de outubro de 2016 19:06

    somos duas

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  8. Essa referência do Assassin’s Creed foi a melhor até agora depois da Contracorrente no primeiro livro(espada que se transforma em caneta) :)

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  9. É, parece que a Sif não é tãããão vaca (ops, Hera) assim. Vamos ver nos próximos capítulos... :D

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  10. Karina, no início do capítulo está assim:
    "NA VÉSPERA DE um grande massacre, era de se esperar que eu não conseguisse pegar no sono.
    Ledo* engano. Dormi feito um gigante da pedra."
    Não seria "Belo"? Ou sou eu q estou enganada? 🤔🤔🤔

    Continue assim, Karina! 🤗😁🤗😁
    Seu blog arrasa!!!❤❤❤

    Ass.: Mutta Chase Hayes 🤗

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    1. É ledo mesmmo, significa grande engano :)

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  11. Falafel sabor feijoada3 de novembro de 2016 00:02

    — Se eu não voltar em uma hora — disse Alex —, quer dizer que estrangulei Sif e estou me livrando do corpo.


    Kkkkkkkk Alex melhor pessoa!!!

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    1. Também é bastante revoltada e violenta, mas tem um coração de ouro.

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  12. "— Você está ótima — falei para ela. — Além disso, adorei sua participação em Assassin’s Creed."KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    Malex 💚 O smoking do Magnus deve ser ridículo mesmo pra Alex ter uma crisse de risos ajshdjahdudj
    Esse foi o melhor capítulo do livro ❤

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  13. Acho q agora ficou claro mesmo a relação de Sam e Magnus pra vcs q shippam

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