8 de outubro de 2016

Capítulo 34

Enterrada viva.
O pânico tomou conta da mente de Kylie e comprimiu o seu peito com as suas garras. Ao abrir os olhos, ela só viu escuridão, mas sentiu mais grãos de terra caindo sobre ela. Ela piscou e sentiu terra sobre as pálpebras.
Por favor, eu não quero ficar aqui!, ela gritou na sua mente. Seus olhos se acostumaram à escuridão e as lágrimas entupiram seu nariz, mas ajudaram a limpar a terra dos olhos.
Ela tentou respirar, mas a boca não abria; algo a mantinha fechada. Seus pulmões exigiam oxigênio, então ela inspirou o ar pelo nariz. A garganta se fechou ao sentir o cheiro, cheiro de morte e um aroma acentuado de ervas. Ela se forçou a virar a cabeça para confirmar o que já suspeitava: essa visão a colocara deitada dentro de uma cova.
Ela viu uma longa mecha de cabelo vermelho ao lado do seu rosto. Como acontecera em outras visões, ela era o espírito. Ela era Hannah – mas, ao contrário da mulher cujo corpo ela encarnava, Kylie respirava. O pensamento de que estava no corpo de um cadáver causou-lhe outra onda de náusea. E mais uma a acompanhou quando ela viu um enorme besouro preto passar sobre os seus cílios. Suas pernas peludas atravessaram a sua bochecha e o inseto enfiou a cabeça na sua narina esquerda.
Ela começou a resfolegar e lutar para se libertar, mas foi inútil.
Ao virar a cabeça um pouco mais para a direita, viu o rosto de Cindy Shaffer. Um grito se formou na sua garganta, mas ele morreu na sua boca, que ainda estava tampada. Seu coração martelou no peito diante dessa visão. A pele do rosto da garota pendia solta, expondo o osso da mandíbula. Mas a boca estava coberta com fita adesiva. Ao olhar para baixo, Kylie viu a mesma fita. E o corpo em decomposição que ela encarnava estava preso com correntes. Será que isso simbolizava alguma coisa? Ou o assassino realmente tinha feito aquilo?
Outro barulho de metal veio de cima. O olhar de Kylie voou na direção do barulho. Ela viu uma enorme barra de metal sendo cravada entre as ripas de madeira, que pareciam ser de um assoalho apodrecido. O pedaço de ferro passou por ela e sua superfície fria roçou no seu antebraço, preso na lateral. Uma das extremidades da barra tinha algum tipo de ornamento, uma cruz. Kylie reconheceu o emblema, igual ao que havia na grade e no portão enferrujados do cemitério.
Passos soaram no assoalho acima dela, como se alguém estivesse se afastando, mas então voltaram a se aproximar, e outro pedaço de ferro enferrujado foi forçado através do buraco. Dessa vez, Kylie viu a mão da pessoa empurrando o ferro para dentro. Quando o braço passou quase em frente ao seu rosto, a manga da camisa se levantou ligeiramente, expondo a pulseira prateada de um relógio.
O que eu preciso deduzir a partir disso? Kylie perguntou-se mentalmente, e olhou para a garota morta ao seu lado. Outra onda de pânico encheu seus pulmões quando uma cobra de mais de meio metro de comprimento deslizou sobre o seu peito, em direção à sua cabeça. A sensação fria e úmida dos músculos da barriga do réptil atravessando a sua bochecha fez com que um grito ficasse represado em sua garganta.
Ela tinha que sair dali!
— Está tudo bem. — A voz calma de Holiday fez com que os olhos de Kylie se abrissem no mesmo instante. Ela deu uma rápida olhada em volta. Estava no escritório de Holiday. Mas como viera parar ali...?
A visão passou pela sua cabeça como um filme de terror em ritmo acelerado. O pânico voltou a tomar conta dela. Ela se sentou e se levantou do sofá num salto, espanando com as mãos os braços, as pernas e o rosto, na esperança de espantar a sensação de morte e de criaturas subterrâneas deslizando pelo seu corpo.
— Está tudo bem — Holiday repetiu.
Não, não estava. Ela tinha se visto morta e havia uma cobra rastejando sobre o seu rosto e um inseto brincando de esconde-esconde dentro do seu nariz. Isso significava que não estava tudo bem.
Kylie respirou fundo, depois se curvou para a frente e vomitou – uma vez e depois de novo. Vomitou sobre os sapatos pretos de alguém.
— Ah, merda! — praguejou uma voz grave.
Kylie reconheceu a voz e os sapatos.
Ela olhou para cima, viu uma expressão de nojo no rosto do vampiro durão e começou a se desculpar, mas de repente vomitou de novo. Ela não acertou os sapatos de Burnett dessa vez, mas atingiu em cheio a frente da camisa dele.
— Mas que porr... — ele murmurou, deixando a palavra pela metade.
Holiday passou o braço pelos ombros de Kylie.
— Respire. Só respire. Vai ficar tudo bem.
Ela guiou Kylie de volta para o sofá. Burnett, com os braços afastados da frente da camisa, passou a Holiday um pano úmido, que a líder do acampamento colocou sobre a testa de Kylie.
A garota pegou-o e secou a boca, e então olhou para Burnett.
— Acho que você precisa mais disso do que eu. — Lágrimas toldavam os seus olhos e todo o seu corpo tremia. — Desculpe.
Ele olhou para a própria camisa e de novo para Kylie.
— Não esquente.
Kylie olhou para Holiday, sentindo uma sensação de calma fluindo do seu abraço, e tentou se lembrar exatamente do que tinha acontecido. Como ela tinha chegado ali... sua memória começou a encaixar as peças, uma por vez.
No entanto, só precisou de algumas delas para começar a entrar em pânico outra vez.
— Por favor, me diga que eu não surtei na aula de inglês.
O olhar de Holiday se encheu de compaixão.
— Não é culpa sua. E Della trouxe você até aqui tão logo a tirou da dispensa.
Kylie se recostou no sofá e começou a desejar que pudesse desaparecer, mas parou antes que seu desejo se realizasse de fato.
— Eu odeio isso! Realmente odeio!
Kylie olhou para o teto. Burnett deixou a sala, mas voltou em tempo recorde, vestindo outra camisa. Obviamente ele não deixava um par de sapatos extra no escritório, pois agora só usava meias.
Depois de alguns minutos, Holiday perguntou a Kylie:
— Você pode falar sobre o que aconteceu?
— Eu era Hannah. Mas... A maioria das vezes que eu tenho esse tipo de visão e sou o espírito, o espírito não está morto e... na cova com insetos e cobras. — Kylie soltou o ar dos pulmões com um tremor.
— Hannah está tentando mostrar algo a você. É disso que se tratam as visões — disse Holiday. — Conte o que aconteceu.
Kylie engoliu um nó apertado na garganta.
— Eu não sei o que ela queria me mostrar. Estávamos na cova. Havia cobras e insetos. Eu vi um monte deles. — Ela passou a mão no rosto, lembrando-se da cobra deslizando por sua bochecha.
— Me conte tudo — Holiday pediu. — Tudo.
Kylie começou seu relato, desde os passos sobre as tábuas apodrecidas do assoalho acima dela, até o cheiro de mato e as barras de ferro que pareciam vir do cemitério. Quando Kylie acabou, o semblante de Holiday estava pálido.
— O que foi? — perguntou Burnett, sem deixar de reparar na expressão do rosto dela.
— Alguém sabe que Hannah está tentando se comunicar.
— Como você sabe? — perguntou Kylie.
— A fita adesiva na boca das garotas e as correntes. Você disse que sentiu cheiro de mato e que viu alguém cravando barras de ferro do cemitério. No passado, elas eram chamadas de “ferro frio”. É basicamente ferro, mas benzido por wiccanos praticantes. Isso costumava impedir que os mortos saíssem das sepulturas e... as ervas, várias são usadas para silenciar os espíritos. Isso é o que ela estava tentando dizer a você. Que alguém está tentando impedi-la de se comunicar conosco.
— E Blake sabe que você fala com fantasmas — acrescentou Burnett. — É lógico que Hannah procuraria você.
— Mas, se for esse o caso, por que somente agora ele está tentando silenciá-la? Ele poderia ter feito isso desde o início.
— Ela está certa — disse Kylie. — É alguém daqui. Hannah nos disse isso. E desculpe por ficar repetindo isso como um papagaio, mas Hayden Yates certamente ouviu alguém dizer que eu converso com fantasmas. Todo mundo aqui sabe disso. E, se não ouviu, o que aconteceu hoje bastou para que ele descobrisse.
Holiday torceu o cabelo com as mãos e depois encontrou o olhar de Kylie.
— Eu não quero suspeitar de ninguém daqui — ela disse, e depois olhou para Burnett. — Mas Kylie tem razão. Pode ser alguém de Shadow Falls. E, se o ferro era do cemitério de Fallen, então o corpo de Hannah e das outras está aqui por perto.
— Muito bem — grunhiu Burnett. — Eu vou voltar e verificar todos os bancos de dados da UPF para ver se encontro algo sobre Hayden Yates. Até lá, não deixe esse homem chegar perto de você.
— Eu ainda não acho que seja Hayden — teimou Holiday.
— E eu ainda acho que é — discordou Kylie.
— Quem mais poderia ser? — Burnett perguntou.
— Um dos novos alunos ou professores — disse Holiday —, mas...
— A maioria dos assassinos seriais são homens. E eu não acredito que um adolescente seja capaz de fazer isso.
— E Hannah vive chamando o assassino de “ele” — lembrou Kylie.
Burnett bufou.
— Eu não acredito que Collin Warren consiga olhar para uma pessoa por tempo suficiente para matá-la.
— Mas ele é estranho — disse Kylie. No entanto, os seus instintos lhe diziam que Hayden Yates não era flor que se cheirasse.
— Ser extremamente tímido não faz de ninguém um assassino — Holiday observou. — Só faz dessa pessoa alguém antissocial.
Burnett balançou a cabeça.
— Mas só para ter certeza, vou fazer algumas investigações sobre ele também. Você fique longe dos dois.
Holiday revirou os olhos.
— Como eu vou dirigir esta escola sem falar com nenhum dos professores?
— Eu poderia deixar você trancada na minha cabana — ameaçou Burnett.
— Bem que você gostaria... — brincou Holiday.
Os olhos de Burnett brilharam e um leve sorriso ergueu ligeiramente os cantos de seus lábios.
— Pode apostar.
Kylie sorriu por um segundo também, captando a mensagem implícita de Burnett. Depois, por alguma razão, Kylie pensou em Lucas e começou a sentir falta dele, desejando que estivesse ali para ajudá-la a lidar com tudo aquilo. Nunca se apaixone, princesa. Machuca demais.
As palavras do padrasto ecoaram na cabeça de Kylie e nesse mesmo instante ela soube: amava Lucas.
Como se a epifania desse um novo estímulo ao coração e à mente de Kylie, ela de repente se lembrou do momento em que estava na dispensa da classe da senhorita Kane, gritando a plenos pulmões. Fechou os olhos, sentindo o constrangimento tomar conta dela. Se algum campista ainda não tinha certeza de que ela era uma aberração, agora não restava mais nenhuma dúvida.
Kylie sentiu Holiday pousar a mão delicada em sua cintura, como se sentisse a sua angústia. Seu toque não surtiu muito efeito dessa vez. Kylie estava apaixonada por Lucas, um garoto que não podia nem ser visto em público com ela, e ela tinha feito um papel ridículo diante de todo mundo, graças a uma das suas visões fantasmagóricas.
— Burnett — Holiday falou suavemente —, por que não vai arranjar outro par de sapatos e me dá um minutinho a sós com Kylie?
O fato de ficar sozinha com Holiday fez com que Kylie se permitisse desabar e cair no choro. Ela encostou a cabeça no ombro da líder do acampamento e começou a soluçar.
Holiday abraçou-a tão forte que Kylie chorou ainda mais. Depois de alguns minutos, falou:
— Eu lamento tanto! Hannah não devia ter te procurado. Você é muito jovem para lidar com uma coisa dessas.
As palavras de Holiday puseram um ponto final na autopiedade de Kylie.
Ela se afastou do ombro da amiga.
— Não. Quero dizer, claro, é difícil, mas isso é o que eu faço. Eu faria isso por um estranho. E farei pela sua irmã quantas vezes for necessário. — E se isso significasse impedir que alguém machucasse Holiday, faria mais vezes ainda.
Kylie secou as lágrimas e suspeitou de que estava com o rosto vermelho e inchado. Não que isso a incomodasse. Ela estava com Holiday. Sua mentora, sua irmã mais velha. Sua amiga.
— Além disso — acrescentou Kylie —, não é só por causa da visão. É por causa de Lucas. Eu acho que o amo. Não, eu tenho certeza disso. Ah, droga! Eu estou apaixonada por um garoto que não pode me amar.
Holiday acariciou a bochecha de Kylie.
— Ei, espere aí. Ele talvez não deva se apaixonar por você, mas isso não significa que não possa se apaixonar ou que já não esteja apaixonado.
Kylie deu um profundo suspiro, tentando não cair no choro outra vez.
— Ele não disse que me ama. Quero dizer, eu também não disse, mas... Derek disse que me ama. E... — Ela fechou os olhos, tentando descobrir como colocar aquilo em palavras. — E às vezes fico confusa sobre o que eu sinto por ele, mas neste momento, vendo o que você e Burnett vivem juntos, ou o que vocês poderiam viver, eu percebi que quero isso também. Estou cansada de esconder o que sinto e ter medo disso.
As lágrimas que Kylie reprimia afloraram nos olhos de Holiday.
— O amor sempre assusta.
Kylie sentia as emoções de Holiday se misturando às suas próprias.
— Não deveria assustar — disse Kylie. — Burnett ama você. Até eu posso ver. E eu sei que você o ama. Não perca algo tão maravilhoso porque está assustada.
— Eu só preciso de um tempo — explicou Holiday.
— Tempo que talvez a gente não tenha. A vida é frágil. Veja Hannah, Cindy e a outra garota. Elas não têm mais oportunidade de amar. Nós temos essa chance e não estamos aproveitando. Eu devia ter contado a Lucas o que sinto. Eu devia tê-lo obrigado a ser sincero comigo sobre o que está acontecendo com ele. Você devia falar para Burnett o que sente.
Holiday mordeu o lábio inferior.
— Achei que eu era a conselheira aqui.
— Você é, mas, bem, a coisa se inverteu — disse Kylie. As coisas mudam. Kylie só esperava que, se tudo mudasse na sua vida, pelo menos Shadow Falls permanecesse. O pensamento de perder Holiday e todos ali, até os que considerava meio malucos, era demais para ela. Eles eram a sua família.


Naquela noite, Kylie tentou provocar um sonho lúcido com Lucas, mas não funcionou. Ela mandou uma mensagem para ele, depois telefonou e até enviou um e-mail. Nenhuma resposta. Então, às duas da manhã, enquanto ela olhava para o teto, o telefone tocou. Kylie agarrou o aparelho sem se incomodar em olhar o identificador de chamadas.
— Lucas? — disse ao mesmo tempo que acendeu a lâmpada do abajur. O frio no quarto chegou mais rápido que a luz.
— Desculpe — disse a voz do outro lado da linha. — Sou só eu.
Kylie estremeceu e depois franziu a testa quando reconheceu a voz.
— Eu só tentei...
— Tudo bem — disse Derek, mas seu tom de voz revelava que não estava tudo bem. — Eu simplesmente acordei e senti a sua preocupação. Tentei te ligar mais cedo para ver como você ficou depois da visão, mas você não atendeu nem ligou de volta.
Kylie puxou as cobertas até o pescoço. O espírito ao lado da cama se desvaneceu, mas, antes de desaparecer completamente, Kylie reconheceu a mesma mulher que a procurara antes. Lembrando quem estava do outro lado da linha, o peito de Kylie se encheu de emoção.
— Eu... É loucura. — Ela sabia que ele tinha ligado. Só não queria falar com ele por causa da tempestade emocional quesentia com relação a Lucas. Não era justo com Derek, porque, embora ela não estivesse fazendo nada errado, ela sabia que a amizade entre eles dava a Derek esperança de que ela mudasse de ideia, e ela não achava que isso fosse acontecer.
— Você está mais distante... — ele se queixou.
— Derek, é que...
— Kylie, você não precisa se explicar. Eu sei. — Ele fez uma pausa. — Tudo bem. Algum dia eu vou conseguir dizer isso numa boa, de coração aberto.
— Você é um cara especial — disse Kylie, triste por ele.
— Eu sei — ele disse, com uma risadinha. — E é por isso que não estou desistindo de uma vez por todas. Mas estou me esforçando para isso. Só liguei para saber de você.
— Eu estou bem.
— Então, boa noite. — O sentimento de rejeição era evidente na voz dele.
— Derek, eu realmente...
— Apenas diga boa-noite, Kylie.
— Boa noite — ela sussurrou, e nada a deixou mais triste do que o silêncio do outro lado da linha, quando ele desligou.
Colocando o celular na mesinha de cabeceira, Kylie olhou em volta. O frio vindo do espírito tinha diminuído, mas ela tinha a sensação de que ele ainda estava por perto.
— Quem é você? — perguntou Kylie.
A mulher não respondeu. E por que deveria? Os fantasmas nunca facilitavam as coisas.
Mas por acaso os vivos facilitavam?


— Kylie! Kylie! — A voz arrancou-a de um sono profundo, antes do nascer do sol, na manhã seguinte. Ela se sentou na cama, calafrios percorrendo seu corpo como aranhas. Sem nem mesmo saber por que, seu sangue borbulhou com a necessidade que sentia de oferecer proteção. De proteger alguém.
Ainda sonolenta, ela tirou o cabelo do rosto e ficou de pé no meio do quarto, com a respiração um pouco ofegante. Seu pulso estava acelerado e o pânico crescia em seu peito, pressionando seus pulmões. Alguma coisa estava acontecendo. Ela podia sentir.
Alguém precisava dela. Alguém precisava da sua proteção.
Mas quem?
Sua mente dava voltas enquanto ela tentava entender o que estava sentindo. Então Kylie se lembrou da voz. Ela a repetiu mentalmente, várias e várias vezes, até finalmente reconhecê-la.
— Oh, não! — ela agarrou a calça jeans e uma camiseta.
Holiday estava em apuros.

4 comentários:

  1. Gente_que_babadoo_ela_esta_passando_a_ver_o_Derek_mais_como_amigo_e_literalmente_sabe_oque_sente_pelo_Lucas_teve_momentos_do_livro_que_fiquei_totalmente_perdida_ok_o_Derek é_mega fofo_e_um_principe_perfeito_mas_eu_sempre_simpatizei_mais_com_o_Lucas_nao_sei_pq_pelo_visto_nao_vai_ser_tao_facil_eles_ficarem_juntos_mesmo_a_Kylie_tendo_certeza_dos_sentimentos_dela_poxa_espero_que_o_Lucas_de_alguma_forma_nao_magoe_a_Kylie_

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  2. Eu tinha esperança de ela voltar pra Derek, mais pelo visto isso não vai acontecer :,(

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  3. Poxa, eu queria muito q ela ficasse com o Derek, ele é perfeito, sempre fica do lado dela quando ela precisa... Fiquei triste por ele mas mesmo assim continuo sendo team Derek

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  4. Ahhh pelo amor, né?! É sério isso?!
    O Lucas é um amor, dá faísca, né?
    Mas que merda! Eu gosto mais do Derek! 🙄😣

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