4 de outubro de 2016

Capítulo 30

Quando o refeitório ficou lotado de pais, Kylie começou a realmente se preocupar com a possibilidade de o pai não aparecer. Sua garganta estava apertada, o coração começou a ficar pesado. Querendo fugir da multidão, ela correu para fora do refeitório e foi se sentar na varanda da cabana do escritório... para esperar. Se ele não aparecesse, não teria problema, ela disse a si mesma. Não era a primeira vez que ele a decepcionava.
Então, por que doía tanto?
Foi só quando ela se acomodou na cadeira que se lembrou de que ainda precisava de uma sombra. Ela não deveria ter saído do refeitório sem Holiday.
Começou a voltar quando ouviu alguém chamá-la:
— Olá, senhorita Galen.
A voz feminina a assustou e ela reagiu com um pequeno grito.
Virou-se na cadeira e viu-se diante da avó de Lucas, a senhora Parker. O fato de ela saber quem Kylie era foi uma surpresa.
— Me desculpe, eu não vi a senhora. Levei um susto — justificou-se Kylie, ainda com a mão no coração. — Deve ser coisa de família. — Ela sorriu. — Lucas vive me dando sustos quando se aproxima sem fazer barulho.
— Isso é coisa de lobisomem. — Ela apontou para uma cadeira. — Se importa?
— Claro que não. — Kylie se recostou na cadeira e tentou parecer relaxada. Mas ela teve a sensação de que a avó de Lucas não estava ali por acaso. O que ela poderia querer com Kylie?
A mulher idosa deu uma volta pela varanda. Para alguém que andava tão lentamente, era surpreendente que tivesse movimentos tão silenciosos e de tamanha elegância. Ela se sentou na cadeira e a madeira nem rangeu. Cruzou as mãos envelhecidas sobre o colo, demonstrando que era uma mulher que valorizava as boas maneiras. Ficou ali calada por alguns minutos, mas se fitava o céu ou o bosque, Kylie não sabia.
O silêncio começou a pesar, mas Kylie teve a sensação de que seria rude apressá-la. Por um segundo, olhou para as mãos da mulher, lembrando-se das mãos da anciã que havia entrado no acampamento fingindo ser sua avó.
A senhora Parker olhou para Kylie.
— Meu neto está muito enamorado de você.
Enamorado? Kylie não sabia que as pessoas ainda usavam essa palavra. Mas visto que a mulher podia muito bem ter mais de cem anos, Kylie supôs que devia fazer parte do seu vocabulário.
— Hã... Eu... gosto de Lucas também.
Ela balançou a cabeça e se inclinou um pouco.
— Ele mencionou que vocês já se conheciam quando eram crianças.
— É verdade. — O olhar preocupado no rosto da mulher dava a Kylie uma ideia da razão por que ela estava ali. A maioria dos seres sobrenaturais acreditava que um sobrenatural criado por pais de má índole era alguém irrecuperável – pau que nasce torto... Por essa razão, Lucas tinha mentido e afirmado que fora criado pela avó a vida inteira. — Mas eu nunca iria contar a ninguém que ele morava com os pais.
— Ótimo! — exclamou ela. — Lucas quer muito ser alguém na vida. É considerado um possível grande líder da alcateia na linha de sucessão, para fazer parte do conselho dos lobisomens, e essa informação poderia arruinar sua reputação. — Ela apertou as sobrancelhas, estudou o padrão de Kylie e franziu a testa.
— Sinto muito — disse Kylie, concluindo que a mulher franzira a testa porque Kylie supostamente não estava deixando que ela identificasse o seu padrão. — Não estou querendo ser indelicada. Só que ainda não sei como me abrir. Supus que Lucas tivesse explicado a minha situação. Esclarecido que eu não tenho certeza do que sou.
— Sim. Lucas me esclareceu sobre o assunto. — Ela continuou a estudar Kylie. — Diga-me, senhorita Galen. Acha que é um lobisomem?
A pergunta ficou pairando no ar, lembrando a Kylie que Lucas tinha feito a mesma pergunta. Kylie sentiu o estômago se contrair e imediatamente suspeitou qual seria o verdadeiro tema da conversa. Obviamente, os membros da alcateia não eram os únicos que a queriam bem longe de Lucas.
— Eu não tenho certeza.
A senhora Parker sorriu.
— Pelo seu bem e pelo bem do meu neto, eu espero que seja.
— O que quer dizer? — Kylie perguntou, embora já suspeitasse.
A anciã se inclinou para a frente e tocou o ombro de Kylie. O toque era tão quente quanto o de Lucas e, embora Kylie quisesse recuar, não sentiu animosidade na mão da mulher mais velha, nem viu isso em seus olhos. Era só preocupação e amor pelo neto.
— O sangue que corre nas veias do meu neto é puro. Sua companheira na vida terá de ser da sua própria espécie.
— E se não for? — Kylie perguntou.
— Se apenas um dos pais for um lobisomem, mas ela mostrar lealdade à sua herança, o conselho pode não fazer caso da sua condição. Mas, se ela não for do nosso sangue, então ele não só vai ser forçado a abrir mão do seu lugar, mas a alcateia não irá mais aceitá-lo como um deles. Um lobisomem nunca deve colocar outro ser que não seja do próprio sangue antes da sua espécie.
— Isso me parece racismo — disse Kylie.
A mulher deu de ombros.
— Eu não digo que seja certo ou errado. Só estou dizendo como as coisas são. Curiosamente, é para corrigir uma injustiça que Lucas acalenta há muito tempo o sonho de fazer parte do conselho. Quando tinha 7 anos e veio morar comigo, ele foi forçado a mentir, para seu próprio povo e para o mundo, sobre sua criação. Seu objetivo era ser elegível para uma posição de respeito e, depois, mudar os pontos de vista de nosso povo sobre os filhos de lobisomens desonrados. Ele anseia mostrar que os erros dos pais nem sempre são transmitidos a uma criança inocente.
Ela se levantou da cadeira tão silenciosamente quanto se sentou.
— Ei, Fofinha! Aí está você! — A voz de Tom Galen encheu os ouvidos de Kylie, mas ela não conseguiu desviar o olhar da senhora Parker para cumprimentar o padrasto. Aquela mulher estaria realmente dizendo que, se ela não fosse lobisomem, ela e Lucas não poderiam se casar?
Deus, ela ainda nem tinha concordado oficialmente em namorar com ele! Ainda havia um longo caminho antes de se falar em casamento.
Passos soaram nos degraus da varanda.
— Vou deixá-la com a sua visita — disse a senhora Parker. Depois balançou a cabeça polidamente para o padrasto de Kylie e se afastou.
— Está tudo bem? — ele perguntou, olhando com estranheza para a mulher idosa enquanto se sentava pesadamente na cadeira que ela acabara de desocupar. — Algo errado?
— Não — respondeu Kylie, tentando afastar a preocupação com a avó de Lucas para que pudesse lidar com a preocupação de ver o padrasto novamente.
A visita do padrasto não foi tão estranha quanto Kylie tinha pensado que seria. Talvez fosse apenas porque, após a visita extremamente estranha da avó de Lucas, o termômetro de estranheza de Kylie estivesse funcionando mal.
Antes que Holiday percebesse a ausência dela, Kylie voltou com o padrasto para o refeitório. A pobre Holiday continuava indo de grupo em grupo, tentando manter a paz.
Como Kylie esperava, o padrasto perguntou sobre sua mãe. Kylie não lhe contou sobre o almoço de negócios/encontro romântico. Ele relembrou algumas das viagens que os dois tinham feito juntos. Então perguntou se ela achava que talvez eles pudessem fazer outra em breve.
Kylie não disse sim, mas também não disse não.
— Eu vou ter que olhar na minha agenda. — Pela primeira vez, dizer a verdade, ou seja, que um vampiro velhaco queria que ela se casasse com seu neto ou que morresse, não era a melhor opção.
Quando estava quase na hora de ele ir embora, Kylie acenou para Holiday e disse que estava indo com o pai até o carro; o olhar de Holiday desviou-se para Perry, que os seguiu.
Quando chegaram ao carro, ela abraçou o pai. Não foi um abraço tão estranho quanto o abraço que lhe dera da última vez em que ele viera para o Dia dos Pais, mas ainda assim havia uma tristeza no ar.
— Eu te amo — ele sussurrou.
— Eu também — disse, e era verdade. Ela o amava.
Antes de soltar o padrasto, Kylie percebeu que ele estava mais magro. Quando se afastou, ela perguntou:
— Você está comendo bem?
— Comida de restaurante não é tão boa quanto a da sua mãe — disse ele.
— Sinto falta das panquecas dela — disse Kylie.
— Sinto falta dela. — Ele apertou a mão de Kylie. — Se ela perguntar sobre mim, diga que eu disse isso.
A solidão que ela viu em seus olhos lhe provocou um aperto no peito. Mas ele mesmo tinha causado essa dor. Nada disso teria acontecido se ele não tivesse decidido pular a cerca com a estagiária.
Erros. As pessoas os cometem. E na maioria das vezes, têm que pagar por eles. Será que seu padrasto estava destinado a viver sozinho pelo resto da vida por causa da sua tola decisão de trair a mãe?
— Tudo bem? — Holiday perguntou quando Kylie voltou para o refeitório, seguida por Perry. — Sobreviveu à visita?
— Sim. Foi triste, mas vê-lo está ficando mais fácil. — Kylie olhou ao redor, procurando Miranda e Della. Ambas pareciam muito infelizes, sentadas como pequenos soldados junto aos respectivos pais.
Então ela localizou Lucas. Ele estava sentado imóvel, prestando atenção em cada palavra que a avó dizia. Evidentemente, a mulher tinha uma grande influência sobre a vida dele. Mas seria grande o bastante para que ele não se casasse com a mulher que amava só porque ela não era um lobisomem? Será que Lucas considerava isso uma preocupação? Ou será que a avó estava apenas mentalmente presa ao passado e achava que Lucas devia pensar nisso com seriedade?
Kylie olhou para Holiday. Não era lugar para perguntar, mas a necessidade de saber foi mais forte.
— Você acha que os sobrenaturais se preocupam com quem vão se casar por causa da sua linhagem de sangue?
Holiday arqueou as sobrancelhas diante da pergunta de Kylie.
— O que a leva a fazer essa pergunta?
— Curiosidade — mentiu.
Kylie viu suspeita nos olhos de Holiday. Ela olhou para Lucas e a avó. A líder do acampamento hesitou antes de olhar para Kylie novamente. Ela poderia apostar que Holiday estava procurando as palavras certas para responder à sua pergunta.
— Eu acho que essa é uma preocupação maior para algumas espécies do que para outras — Holiday finalmente disse.
— Como para os lobisomens?
Ela assentiu com a cabeça.
— Eles são a espécie que têm menos casamentos mistos. Mas isso está mudando. Hoje, existem cinco vezes mais casamentos mistos do que dez anos atrás.
Holiday pressionou os lábios mostrando sua desaprovação.
— Mas esse tipo de preocupação pode esperar mais uns dez anos, mocinha.
Holiday estava certa. Era uma coisa boba para se pensar agora. Uma coisa boba para a senhora Parker mencionar agora também. Kylie não tinha nem 17 anos. Ela não ficava por aí fantasiando sobre se casar. Seu sonho com Lucas era ter uma sessão de beijos ardentes, não procurar um padre para subir ao altar. Mas sendo bobagem ou não, Kylie sabia que ela não ia parar de pensar nisso.
— Ali está ela! — Uma voz feminina chamou, e Kylie sabia que era Sara.
Trinta minutos depois, enquanto a mãe dela pegava um refrigerante, Kylie se sentava com Sara no refeitório, sentindo como se todos ali as observassem e ouvissem sua conversa.
Como todo mundo estava falando sobre o último dom superpoderoso de Kylie, que lhe permitira curar a sua melhor amiga, ela sabia que todos os campistas tinham adivinhado que a garota ao seu lado era Sara. Não que ela estivesse envergonhada por curá-la; Kylie só não gostava de ser o centro das atenções.
Sara ainda parecia um pouco magra, mas tudo, desde o brilho do seu cabelo castanho até a coloração de sua pele, indicava que ela estava bem. Ela olhava em volta, para todo mundo, perguntando quem era quem.
— Aquela é sua colega de quarto? — Ela apontou para Miranda, sentada com a família.
— É — disse Kylie. — Vou apresentá-la mais tarde.
— Onde está a outra? A mal-humorada?
Della, do outro lado do salão, lançou a Kylie um sorrisinho.
— Ela está ali — disse Kylie, apontando para a vampira.
Como Della ainda estava olhando para elas, Sara acenou.
— Ela parece mesmo uma piranha, além de estranha...
O queixo de Kylie caiu.
— Ela não é nada disso. É uma das minhas... — Kylie quase disse “melhores amigas”, mas percebeu o quanto aquilo ia parecer estranho. Sara costumava ser a melhor amiga de Kylie. — Ela é das minhas melhores amigas daqui.
— Eu me lembro de você dizer que...
— Isso foi há muito tempo... — Kylie interrompeu, e esperava que Sara ficasse quieta antes que Della se magoasse. — Então, você está se sentindo melhor agora? — Kylie falou a primeira coisa que lhe passou pela cabeça para mudar de assunto. Mas, pelo brilho nos olhos de Sara, Kylie percebeu que aquela era a pergunta errada a se fazer. Obviamente, Sara estava ansiosa para trazer à tona o tópico “você me curou”.
— Acho que você sabe a resposta melhor do que eu — disse Sara.
— Sabe a resposta para quê? — A mãe dela se sentou ao lado de Kylie.
— Nada — disse Kylie.
Sara moveu os olhos ao redor do salão novamente.
— Quem é o bonitinho de cabelos pretos que fica olhando pra você?
Kylie olhou na direção que Sara apontou com a cabeça. Sua mãe fez o mesmo.
Lucas estava olhando para ela, e sorriu. A avó devia ter ido embora, porque ele estava sentado sozinho. Então, como se visse o seu olhar como um convite para se juntar a elas, ele se levantou.
Não! Não! O pânico se agitou dentro de Kylie. A princípio, não entendeu por que não queria que Lucas conhecesse Sara. Depois se lembrou de que Sara nunca perdia a chance de flertar com um garoto. Kylie não queria que Sara desse em cima de Lucas. Não porque tivesse receio de que Lucas correspondesse, mas porque Kylie não queria que Lucas achasse que Sara era fácil.
Sua antiga vida se encontrava com a nova, e Kylie não queria que nenhuma das duas parecesse desagradável.
Ela pegou o copo de água e bebeu, apenas para ter algo para fazer com as mãos.
— Você deve ser Sara. — Lucas estendeu a mão.
Sara apertou a mão de Lucas.
— Sim, sou eu. E você é?
— Lucas Parker, o namorado de Kylie.
Namorado? A respiração de Kylie parou. A água desceu pelo lado errado da garganta e ela começou a tossir tanto que o barulho da tosse reverberou pelas paredes do refeitório. Como se isso não fosse ruim o bastante, a mãe, que dava uma golada no refrigerante, também engasgou.
Droga! Se havia alguém no refeitório que não tinha olhado para eles ainda, já não havia mais.
Holiday se aproximou e observou Kylie e a mãe, ambas lutando para respirar.
— Tudo bem aqui?
— Tudo — Kylie conseguiu dizer, sentindo gotinhas de água escorrerem do seu nariz. Ah, isso não era adorável?... Ela as secou.
— Que tal um pouco de ar fresco? — Holiday perguntou. — Por que não levamos Sara e sua mãe para a sua cabana?
— Certo — disse Kylie, e todos eles se levantaram.
Lucas pareceu perceber que tinha falado algo errado, e olhou para ela, confuso.
— Bem, eu já vou indo. Te vejo mais tarde.
Kylie acenou com a cabeça.
Lucas olhou para a mãe dela.
— Foi um prazer revê-la, senhora Galen.
— Igualmente — a mãe disse, e olhou para Kylie com todos os tipos de preocupação que os pais têm com relação a namorados e a palavra não pronunciada... sexo.
Elas não tinham saído do refeitório ainda quando a mãe de Kylie se inclinou na direção da filha.
— Namorado? O que mais você não me contou?
Que ótimo, pensou Kylie. Agora sua mãe provavelmente começaria a lhe enviar os panfletos sobre sexo.
Sara se inclinou e sussurrou em seu outro ouvido:
— Ele é tão quente!
— Eu sei — Kylie sussurrou de volta.
— Não quis dizer sexy. Quis dizer quente como naquele dia em que você me tocou.
Kylie não sabia o que dizer. Quando chegaram à porta do refeitório, Kylie pôs a mão na maçaneta, mas a porta se abriu de repente e quase a derrubou, obrigando-a a dar um salto para trás.
Derek e a mãe estavam entrando. O olhar de Derek desviou-se para Kylie e seus olhos se estreitaram um pouco, como se a proximidade o incomodasse. Então Kylie viu seu ar de preocupação quando ele reparou em Sara.
— Veja, Derek! É Kylie! — A senhora Lakes quase gritou, e novamente Kylie sentiu que todos na sala olhavam para ela.
Sem nenhum aviso, Kylie se viu nos braços da senhora Lake. Graças a Deus, foi um abraço rápido.
Derek olhou para Sara.
— Você deve ser Sara.
— É, sou eu — Sara respondeu com seu sorriso mais sensual. — E você é...?
— Derek — disse Kylie, e fez apresentações rápidas, que incluíram sua mãe.
A senhora Lakes fez um gesto com a mão, apontando Kylie e Derek.
— Eu acho que eles estão caidinhos um pelo outro. Não é uma graça?
Vários campistas ofegaram atrás deles, no refeitório, provavelmente os vampiros que ouviam a conversa. Kylie sentia como se suas bochechas fossem explodir de constrangimento.
— Mãe... — Derek revirou os olhos.
— Eu só estou dizendo a verdade, querido. Você não fala em outra pessoa.
O rosto de Derek ficou vermelho brilhante.
A mãe de Kylie arqueou uma sobrancelha e olhou para Kylie como se resolvesse que iria começar enviar os panfletos sobre sexo imediatamente.
Sara deu uma risada.
E Kylie queria morrer. Bem ali, naquele mesmo instante. Especialmente quando olhou para trás e viu Lucas assistindo à cena e franzindo a testa.

12 comentários:

  1. Kkkkkkkkkkkkkk! Estou lendo em público e quase tendo um AVC tentando conter o riso. Que situação do Tártaro! Kkkkkkk

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    1. Socorro eu também tava lendo em público. Da vontade de rir e gritar, e você não pode fazer nada.
      Aliás, o povo fica achando que você é doida.

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  2. — Lucas Parker, o namorado de Kylie.
    Namorado? A respiração de Kylie parou. A água desceu pelo lado errado da garganta e ela começou a tossir tanto que o barulho da tosse reverberou pelas paredes do refeitório.Melhor parte

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  3. Não contive meus risos também!!!! Kkkkk

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  4. Poxa eu rir pra merda!!😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

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  5. Ai socorro 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

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  6. Hehehe... Que belo constrangimento hem? Hehehe...

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  7. CARAIOOOO NAO ME CONTIVE

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  8. Caraca kkkk, eu lendo e rindo na frente da minha mãe e ela me olhando me chamando de doida!
    Melhor cap kkk

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  9. Ri da apresentação do Lucas pra baixo! 😂😂😂

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