14 de outubro de 2016

Capítulo 2

Três minutos depois, Kylie tinha sido levada ao celeiro pela tia. Ou pelo menos era o que ela supunha. Porque todo mundo estava invisível.
Respirando o cheiro terroso da forragem estocada ali, Kylie aprendeu mais uma coisa sobre seus poderes. Os camaleões eram capazes de fazer outras pessoas desaparecem. Ou pelo menos era o que parecia, porque ela não tinha desejado desaparecer e pelo visto o toque da tia tinha dado conta de todo o trabalho.
— Estamos todos aqui? — A voz da tia cortou o estranho silêncio, impregnado de tensão. Kylie percorreu com os olhos o celeiro vazio. Não havia ali uma única alma que ela pudesse ver. Claro, ela tampouco podia ver a si mesma.
Ao prestar atenção, ouviu o som leve de pés se arrastando no chão.
— Vamos fazer a contagem — a voz da tia ecoou novamente. — Um! — começou a tia.
— Dois! — outra voz acrescentou.
A contagem foi até 24, mas eles tinham feito várias pausas e pulado vários números, antes de passar para o próximo. Kylie reconheceu a maior parte das vozes. Especialmente os outros quatro camaleões adolescentes, além de Suzie, de 6 anos de idade, e seus pais, que eram os professores dos grupos. Os números que faltavam, obviamente, eram do seu avô e dos outros quatro anciãos.
— E eu estou com Kylie — disse a tia. — Kylie, o seu número é 25. Lembre-se dele e, sempre que precisarmos desaparecer, você deve dizê-lo para sabermos que está presente.
Ela balançou a cabeça, mas, ao se lembrar de que não podiam vê-la, disse:
— Tudo bem. — Sua mente estava a mil por hora, pensando em tudo o que estava acontecendo, desde ser o número 25 até estar invisível e, sobretudo, no que a UPF queria ali. Eles tinham vindo por causa dela? Então seus pensamentos em torvelinho se detiveram num assunto.
Seu avô. Ela estava preocupada com a segurança dele e com a possibilidade de que a UPF fizesse algo contra ele e os outros anciãos. Será que ele estava bem? Ela deveria encontrá-lo caso ele precisasse de... proteção?
— Talvez devêssemos nos juntar aos outros — disse ela, sentindo o sangue começar a borbulhar, como sempre acontecia quando ela temia que alguém estivesse em perigo.
— Não! — disse a tia numa tom de voz que deixou pouca dúvida de que ela estava no comando ali. — Vamos esperar aqui. Esse era o plano e nós nunca nos desviamos de um plano.
Kylie sentiu algo na voz da tia. Nervosismo, preocupação. O sangue de Kylie, correndo nas veias, ficou ainda mais quente.
— A UPF já veio aqui antes? Será que eles sabem que podemos desaparecer? — perguntou Kylie.
— Só se você contou a eles — disse Brandon com rispidez.
Brandon, o adolescente que não gostava dela. Ah, ele tinha gostado muito no começo, mas quando Kylie disse ao garoto de 17 anos para não perder tempo andando atrás dela, ele obviamente se sentiu ofendido. Desde então só o que fazia era esnobá-la. E sempre que Kylie conseguia fazer algo que os professores ensinavam, como alterar seus padrões e coisa assim, ele parecia pessoalmente insultado com o sucesso dela. Mas aquilo não era uma competição. Ela só queria aprender tudo o que podia e então... voltar para Shadow Falls.
Voltar para casa. O pensamento ficou pairando dentro dela, num lugar muito perto do coração.
— Eu não contei nada a eles! — defendeu-se Kylie.
— Agora não é hora de briga — repreendeu a tia.
— Foi ela que trouxe a UPF até aqui! — acusou Brandon. — Eles nunca estiveram aqui antes. E só Deus sabe o que vão fazer com a gente se nos encontrarem.
— Calado! — exigiu tia Francyne.
Mas, no silêncio que se seguiu, Kylie intuiu o que se passava pela cabeça dos outros. Eles concordavam com Brandon. Por causa dela, a UPF tinha descoberto a morada dos camaleões.
A culpa invadiu o peito de Kylie. Ela nunca pensara que sua vinda pudesse colocar alguém em perigo. No entanto, tinha acontecido exatamente isso, não é?
O sangue borbulhou mais rápido; a ideia de que o avô pudesse ser ferido por culpa dela fez seu coração acelerar.
Kylie tentou liberar a mão do aperto da tia.
— Não! — disse ela. — Se você largar a minha mão, vai ficar visível.
— Eu preciso ter certeza de que eles estão bem. E... posso me tornar invisível por mim mesma.
— Isso é impossível! — Brandon contestou. — Só aprendemos a ficar invisíveis depois dos 20 anos. Todo mundo sabe disso.
Kylie revirou os olhos. Ela estava cansada da inveja mesquinha do garoto.
Soaram passos. Números foram chamados. Ela reconheceu a voz do avô, assim como a dos outros anciãos.
— Eles vão procurar aqui! — disse o avô. — Adultos, não larguem as mãos dos seus filhos. Sigam para o extremo sul da propriedade.
Os sons de pessoas dirigindo-se para a porta ecoou no que, para Kylie, parecia um celeiro vazio. Kylie sentiu o aperto da tia em seu pulso, incentivando-a a andar, mas então o avô voltou a falar.
— Todo mundo menos Francyne e Kylie. Vocês duas desçam pela orla da floresta, na parte dos fundos da propriedade.
Kylie se perguntou por que ela e a tia Francyne estavam sendo separadas dos outros.
— Por quê? — perguntou Kylie, depois de ouvir os últimos passos se afastando, embora achasse muito estranho falar se ninguém podia vê-la.
— Quando estamos numa situação de emergência, nunca fazemos perguntas.
A voz da tia ecoou no vazio do celeiro. Então, ainda segurando a mão de Kylie, a tia começou a andar e, com passos cuidadosos, guiou Kylie para fora do celeiro.
Ela acompanhou os passos da tia, mas não conseguiu permanecer em silêncio.
— O que está acontecendo? Por que eu tenho que ser levada para um lugar diferente? — Kylie perguntou, quando atravessavam a porta do celeiro. A luz vespertina fez suas pupilas se contraírem.
— Obviamente, é você que eles procuram — o avô respondeu, a voz soando bem perto, embora ele ainda estivesse invisível.
— Mas eu sou uma protetora — Kylie insistiu. — Se alguém precisar de ajuda, eu tenho que estar por perto.
— Eu posso sentir você, droga! Onde você está? — Uma voz familiar, que não era da tia nem do avô, soou atrás de Kylie.
Ela conteve a respiração e olhou por cima do ombro. A uns quinze metros de distância, de pé na grama alta, estava alguém com quem ela se preocupava.
— Derek! — ela gritou. Então se lembrou de que ninguém, além de outro camaleão invisível, podia ouvi-la quando ela estava invisível.
— Nós temos que ir. — A tia deu um puxão na mão de Kylie, mas ela não cedeu. Sem sair do lugar, Kylie se deliciou com a visão de Derek, tão carente que estava de qualquer coisa que estivesse ligada à sua vida em Shadow Falls.
O cabelo castanho-claro do garoto, caído na testa, agitou-se com o vento, dando-lhe um ar despreocupado, mas seus olhos verdes demonstravam preocupação. O que ele estava fazendo ali?
— Onde está você, Kylie? — ele perguntou, a brisa fazendo suas palavras ecoarem a distância.
Ela se lembrou do que o avô tinha dito sobre quem estava ali. Mas não era a UPF.
— Vá para o riacho! — mandou o avô. — Você não devia ter contado a eles onde estava.
A acusação e o tom do avô colocaram Kylie na defensiva. Embora ela não pudesse vê-lo, podia imaginar sua expressão severa e intransigente.
Ela se virou para o ponto de onde vinha a voz.
— Eu não contei! E, não, eu não vou para o riacho! Você mentiu! Não é a UPF! — O sentimento de traição bateu forte.
— Quando eu disse que era a UPF, eu estava repetindo o que disseram as sentinelas. Mas ainda assim, não é mentira. Esses dois trabalham para a UPF.
Esses dois? Quem mais estava ali? Ela ouviu passos vindos da casa. Seu primeiro pensamento foi que poderia ser Lucas. Seu coração deu um salto diante da possibilidade de vê-lo. A dor da deslealdade dele pesava em seu coração e ainda tinha um gosto amargo. No entanto, quando os passos se aproximaram, ela se virou para trás, sem conseguir se conter.
Olhando para trás, viu Burnett, um dos líderes do acampamento. Não era Lucas. A decepção bateu forte em seu peito, mas ela se recusou a crer que era porque Lucas não estava ali. Ela não queria que ele viesse. Não queria vê-lo, não agora, e talvez nunca. Mesmo enquanto esse pensamento atravessava sua mente, ela sentiu o coração disparar com a mentira.
Mas Kylie sabia que pelo menos algumas das suas decepções estavam relacionadas a Burnett. Ela não tinha se despedido dele, porque sabia que ele tentaria impedi-la de ir embora. Agora ela queria ir ao encontro dele e abraçá-lo. Desculpar-se por lhe negar a cortesia de uma simples despedida.
— Kylie — a tia falou de novo, dando um puxão leve em sua mão. — Seu avô sabe o que é melhor. Ouça-o. Temos de ir.
Kylie respirou fundo e tentou não deixar que suas emoções a controlassem. Mas parecia tarde demais. Sua cabeça girava enquanto muitos sentimentos se agitavam dentro dela. Solidão, tristeza e raiva por ter sido enganada.
— Ele sabe o que é melhor para ele, mas talvez não saiba o que é bom para mim.
— Você precisa confiar no seu avô — disse a tia, seu aperto no pulso de Kylie ficando mais forte. — Venha, por favor. Nós só queremos protegê-la.
— Eu não preciso que me protejam de Burnett ou Derek — ela falou calmamente. — E parece que meu avô precisa confiar em mim, também. Eu não contei a ninguém onde estava. Dei a vocês a minha palavra e a cumpri. — Ela ouviu o tom ressentido da própria voz.
— Isso não importa agora — disse o avô, mas Kylie discordou. Antes que ela pudesse expressar o que sentia, ele continuou: — O importante é que eles vão tentar forçá-la a voltar. Se sairmos daqui agora, vamos evitar um confronto.
— Ela está aqui em algum lugar — Derek disse para Burnett. — Eu posso senti-la. Sério, ela está aqui em algum lugar.
Kylie se concentrou onde supunha que o avô estivesse.
— Ninguém vai me forçar a fazer algo que não quero. Nem eles... nem o senhor — ela acrescentou. — Meu plano o tempo todo era voltar a Shadow Falls. Eu lhe disse isso desde o início.
— Um plano com o qual eu não disse que concordava. — A voz do avô ficou ligeiramente mais alta.
Kylie, atraída pelo som de passos, olhou por cima do ombro novamente. Ela observou enquanto Burnett se aproximava. Orgulhoso, forte, obstinado. De muitas maneiras, ele lembrava o avô.
Inspirando, voltou a olhar para onde tinha ouvido a voz do avô antes.
— Eu vim aqui de livre e espontânea vontade e, quando eu quiser ir embora, ninguém vai me impedir!
— Você é teimosa demais para seu próprio bem. — A voz do avô soou do vazio.
— E eu receio que tenha herdado isso do meu avô! — Kylie vociferou, voltando a olhar para Derek e Burnett.
— Venha comigo, Kylie — a tia pediu, segurando firme a mão da garota.
— Não! — Kylie repetiu, e viu quando Burnett se aproximou, parando ao lado de Derek, só a alguns metros de Kylie. Ela queria correr até ele e atirar-se em seus braços.
— A pizza na casa principal ainda estava quente — disse Burnett. — Você tem certeza de que ela está aqui?
— Tenho — respondeu Derek. — E ela está chateada com algo, também.
Derek não podia vê-la nem ouvi-la, mas ainda era capaz de senti-la, Kylie pensou. Aquilo não era estranho?
A tia começou a acariciar a mão de Kylie, como se o toque suave fosse convencê-la. Mas Kylie não estava disposta a deixar que a convencessem de nada.
— Por favor, deixe-me ir — ela disse à tia. Mas esta segurou.
— Ela está em perigo? — Burnett rosnou.
Derek fechou os olhos como se estivesse tentando tocar suas emoções internamente. Quando os abriu, olhou para Burnett.
— Eu acho que não — Derek respondeu. — Ela está frustrada e eu sinto... solidão. E... ela está sentindo... alguma coisa... algo como se estivesse dividida, sem saber a quem ser leal.
Lágrimas brotaram dos olhos de Kylie. Derek sempre acertava quando lia suas emoções. Ela sabia que o avô e a tia se preocupavam com ela, sabia que só queriam o melhor para ela, mas como podia continuar invisível para Burnett e Derek? E por que sentia que seria desleal ao avô se deixasse que a vissem?
Ela tinha tentado jogar pelas regras deles, isso ninguém podia negar. Mas agora já bastava.
Burnett olhou em volta e Kylie podia jurar que ele havia olhado diretamente para ela.
— Há outros aqui?
— Não sei ao certo — disse Derek. — Eu só posso sentir Kylie porque... — Ele não terminou a frase, mas ela sabia a resposta. Ele podia senti-la tão bem porque a amava.
Burnett ficou mais ereto.
— Senhor Summers, eu preciso falar com o senhor. Agora!
— Como sabe que ele está aqui? — perguntou Derek.
— Se Kylie está aqui, ele está por perto. — Burnett olhava para os lados. — Mostre-se!
Kylie ouviu o avô ficar ao seu lado.
— Você pertence a nós, filha. Basta deixá-los ir embora — disse o avô.
Seu ombro invisível roçou no dela. Mesmo que ela estivesse zangada com ele, o toque e o tom de sua voz a fizeram se lembrar de Daniel. Os laços que ligavam um ao outro não podiam ser negados.
— Não posso — disse Kylie.
— Deixe-os ir embora e depois falamos sobre isso de maneira racional — o avô sugeriu, e ela podia ouvir em sua voz que ele tentava moderar o temperamento.
— Eu estou sendo racional — disse ela. A tia apertou ainda mais a mão de Kylie e ela teve que se conter para não puxá-la.
— Não, você não está — discordou o avô.
De repente, o humor de Kylie azedou. Talvez ele realmente não tivesse mentido para ela quando disse que a UPF estava ali, mas sem dúvida tinha planejado afastá-la para que ela não soubesse quem tinha chegado. Desde quando ele achava que podia decidir quem ela podia ou não podia ver?
A resposta veio tão rápido quanto a pergunta que brotou em sua mente. Desde que cheguei aqui.
Ela não tinha deixado de reparar em quanto a sua ligação com o mundo exterior tinha sido limitada desde a sua chegada. Sem telefone. Sem computador. E não era só ela. O estilo de vida camaleão incentivava o isolamento.
— Não. — Ela tocou a mão da tia. — Solte-me. — Ela falou lentamente, mas num tom que deixava claro que ela estava falando sério.
— Faça o que ela pede — disse o avô, derrotado.
Num piscar de olhos sua imagem começou a aparecer diante de seus olhos. Não era como um fantasma se materializando. De alguma forma era diferente. Como se o ar se partisse e ela fosse puxada de volta para o mundo.
A tia soltou o pulso de Kylie e ela sentiu um leve formigamento nos pés. Então olhou para baixo e viu seus pés e pernas tornando-se visíveis.
— Uau! — exclamou Derek.
Erguendo o rosto, Kylie viu-o olhando para ela e lutou contra o impulso de se lançar em seus braços. Olhando Burnett, ela viu a surpresa transparecendo em seus olhos.
Seu olhar encontrou brevemente o dela; em seguida, ele concentrou a atenção no avô, que estava parado protetoramente ao seu lado.
— Por que veio aqui? — perguntou o avô, o tom sombrio e ameaçador. Imediatamente, ela soube que a postura severa dele era para protegê-la.
— A vida de Kylie está em perigo e, se eu consegui encontrá-los, o pilantra que está atrás dela também conseguirá.
— Não é esse tal pilantra que eu mais temo — disse o avô, deixando pouca dúvida de que ele considerava a UPF, bem como Burnett, a maior ameaça.
— O senhor está deixando o passado impedi-lo de enxergar a verdade — disse Burnett. — Sim, a UPF gostaria de fazer testes em Kylie, mas alguns de nós decidiram que não vão deixar que isso aconteça. No entanto, é Mario e sua gangue assassina que está tentando pegá-la.
— Eu protegerei os meus — disse o avô, os ombros largos se enrijecendo.
— Como? Ficando invisível? O senhor não sabe que Kylie já foi mantida como refém por esse homem? E ela descobriu que Mario é um camaleão, assim como o senhor, o que significa que ele conhece esse truque de vocês. E se o conhece, isso faz com que todos vocês fiquem mais vulneráveis a ele.
— Eu sei disso — disse o avô, na defensiva.
— Então o senhor deveria estar com medo. Mario não passou os últimos cinquenta anos se escondendo como o senhor e seus amigos, viajando de cidade em cidade. Ele está matando inocentes. Ele tem poderes que vocês têm e os usa para matar pessoas. Até o próprio neto morreu pelas mãos dele na frente de Kylie, porque o garoto estava tentando defender sua neta. Se Mario sacrifica alguém do seu próprio sangue, eu acho que nada vai impedi-lo de matar sua própria espécie.
— Espere aí! — exclamou Kylie, tentando se colocar a par da situação. — Como você sabe que Mario está de volta?
Burnett olhou de relance para Kylie.
— Ele foi localizado.
— Localizado por quem? — o avô perguntou, a ironia evidente em seu tom. — Pela UPF? Como poderíamos acreditar neles?
— Eu vejo que o senhor tem suas reservas — disse Burnett, as palavras deslizando dos lábios franzidos, impregnadas do que parecia raiva. — Mas precisa entender...
— Como você se atreve a pedir que eu entenda? — O rosto do avô ficou vermelho de raiva. — O que eu entendo é que você e a sua laia mataram a minha mulher. Por causa de vocês, eu nunca conheci meu filho. O que eu entendo... — ele bateu no peito com o punho — é que agora vocês querem fazer o mesmo com a minha neta!
Kylie viu Burnett tentando manter o controle, mas ele não conseguiu esconder a raiva que brilhava em seus olhos. Ela tinha de intervir, mas como? Infelizmente, Kylie não teve tempo para pensar num plano. O avô deu um passo em direção a Burnett.
— Parem! — Kylie tentou se colocar entre os dois homens. Mas era tarde demais.
Ninguém parou.
O avô levou o punho para trás e Burnett levou um soco bem no queixo. Embora o avô não fosse tão jovem quanto o vampiro, não lhe faltava força, e Burnett se estatelou no chão. Um som de pura fúria partiu de alguém, e Kylie presumiu que fosse de Burnett. Num segundo, o avô estava em cima do vampiro e a briga continuava.
Derek avançou, mas dois camaleões apareceram do nada e o agarraram pelos braços.
Como as coisas tinham desandado com tanta rapidez?

2 comentários:

  1. sei lá eu ñ gosto uito q kylie seja uma protetora o fato dela so poder usar seu poderes só pr defender o outro e ñ a se msm maior chatice, e o unico poder q ela pode usa sem ninguém esta em perigo é de falar cm fantasmas! ta os poderes dela são increveis e tals, mas ñ podelos usar qnd quer tira td graça deles.

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    1. Acho que os poderes dela se misturam quando ela está em modo protetora... pq fora, quando ela está normal, o seu padrão pode ser alterado entre todas as espécies.
      Ela não pode evitar ser pega por Mário no início, porque Ainda estava com o padrão indefinido, mas que estava mais para humano... então...

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