3 de setembro de 2016

A Gruta Gorgônea



O novo volume que dá sequência à crônica da trágica e desgostosa vida dos irmãos Baudelaire está, como sempre, repleto de infortúnios. Aqueles que ignorarem a advertência de Lemony Snicket – que diz: “Como autor dedicado que jurou registrar a deprimente história dos Baudelaire, preciso continuar me aprofundando profundamente nas profundezas cavernosas das vidas dos órfãos. Mas você pode se aprofundar na leitura de um livro mais alegre e evitar que seus olhos e seu humor se afoguem” – encontrarão Violet, Klaus e Sunny em um tobogã, descendo as águas cinzentas do Arroio Enamorado. A situação não é das melhores: depois de resgatar Sunny das garras do Conde Olaf, os Baudelaire se veem separados do amigo Quigley, numa jornada rumo ao pé das Montanhas de Mão-Morta.
A viagem só não é mais desagradável graças à aparição do submarino Queequeg, que resgata os três das águas violentas do Arroio. Capitaneado pelo excêntrico Andarré, o minúsculo Submarino Q e sua Tripulação de Dois ainda abriga Fiona, enteada do capitão, e Phil, que já havia ajudado os Baudelaire no infeliz episódio da Serraria Alto-Astral. Em busca de um misterioso açucareiro, os seis chegam à Gruta Gorgônea, onde cogumelos venenosos e a aparição de um certo conde podem precipitar desenlaces ainda mais tristes na vida da trinca desafortunada.

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