30 de julho de 2016

Capítulo sete


“Mas ora vejam!”, disse uma voz por trás deles, e os Baudelaire viraram-se e deram com Stephano de pé a pouca distância, carregando a maleta preta com o cadeado de prata, um ar de factícia surpresa no rosto. Factícia é um sinônimo tão rebuscado para “artificial”, “fabricado” etc. que nem Klaus sabia o que significava, mas não foi preciso dizer às crianças que a surpresa de Stephano era puro fingimento. “Que terrível acidente aconteceu aqui! Mordido por uma cobra! Que horror!”
“Você...”, começou a dizer Violet, mas sentiu um espasmo na garganta como se a morte do tio Monty fosse um alimento de gosto horrível. “Você...”, tornou a dizer.
Stephano nem deu bola. “Claro que depois de descobrir que o dr. Montgomery morreu vão querer saber que fim levaram aqueles órfão nojentos que rodavam pela casa. Mas então eles já terão partido há muito tempo. E, por falar nisso, está na hora de partirmos. O Próspero faz-se ao mar deixando Porto Enevoado às cinco horas, e eu gostaria de ser o primeiro passageiro a embarcar. Assim, terei tempo de beber uma garrafa de vinho antes do almoço.”
“Como é que você foi capaz?”, sussurrou Klaus numa voz rouca. Não conseguia tirar os olhos do rosto pálido, muito pálido do tio Monty. “Como é que você foi capaz de uma coisa dessas? Como é que foi capaz de assassiná-lo?”
“Ora essa, Klaus, você me surpreende”, disse Stephano, e deu alguns passos em direção ao cadáver do tio Monty. “Um sabichão como você deveria perceber logo que o seu velho tio gorducho morreu de uma mordida de cobra, não morreu assassinado. Veja estas marcas de dentes. Veja este rosto absolutamente sem cor. Veja estes olhos esgazeados.”
“Pare!”, gritou Violet. “Não fale assim!”
“Tem razão!”, disse Stephano. “Não há tempo para conversa fiada! Temos que pegar um navio! Vamos indo!”
“Não vamos com você a lugar nenhum!”, disse Klaus. Seu rosto se franzira no esforço de fazer frente à situação, em vez de se desmanchar no desespero. “Ficaremos aqui até a polícia chegar.”
“E como você imagina que a polícia ficará sabendo e virá?”
“Nós avisaremos”, disse Klaus com o que esperava ser um tom de voz firme, e começou a andar em direção à porta.
Stephano largou sua mala, o que produziu um ruído estrondoso quando o cadeado de prata bateu no chão de mármore. Deu alguns passos e bloqueou a passagem de Klaus, abrindo bem os olhos avermelhados de raiva. “Estou cansado, sabe”, rosnou Stephano, “de ter que explicar tudo para você. Você, que se diz tão esperto, mas parece estar sempre se esquecendo disto!”, enfiou a mão no bolso e tirou a faca serreada. “Esta é a minha faca. Muito afiada e muito a fim de te machucar, quase tão a fim quanto eu. Se você não fizer o que eu mando, vai se dar mal, fisicamente mal. Deu para entender agora? Ande, já para o jipe, ou que o diabo o carregue!”
Como vocês bem sabem, não é educado, e além do mais é desnecessário, usar de blasfêmias ou irreverências, mas os Baudelaire estavam aterrorizados demais para fazer essa observação a Stephano. Lançando um último olhar a seu pobre tio Monty, as três crianças seguiram Stephano até a porta da Sala dos Répteis para pegar o jipe ou para o diabo os carregar.
Para piorar ainda mais – no caso, obrigar alguém a uma tarefa desagradável quando já passa por contrariedades –, Stephano forçou Violet a carregar a mala dele até fora da casa, mas ela estava por demais absorvida em seus pensamentos para se importar com isso. Lembrava-se da última conversa que ela e seus irmãos haviam tido com o tio Monty, e então foi tomada por um sentimento de vergonha, pois aquela não havia sido uma conversa de forma alguma. Vocês lembram, é claro, que na volta de carro para casa, depois de terem assistido a Zumbis na neve, as crianças se achavam de tal maneira preocupadas com Stephano que não disseram uma só palavra ao tio Monty, e que, quando o jipe estacionou diante da casa, os órfãos Baudelaire lançaram-se escada acima correndo para o quarto, a fim de discutir entre eles a situação, sem sequer dar um boa-noite ao homem que agora jazia morto debaixo de um lençol na Sala dos Répteis. Quando chegaram ao jipe, Violet tentou lembrar se haviam pelo menos agradecido ao tio pelo cinema, mas a memória havia feito daquela noite um borrão. Ela achava que Klaus e Sunny provavelmente haviam dito “Obrigado, tio Monty” quando estavam todos juntos diante da bilheteria, mas não tinha certeza.
Stephano abriu a porta do jipe e fez um gesto com a faca indicando para Klaus e Sunny o assento apertado de trás e para Violet, com a pesada maleta preta no colo, o lugar da frente, ao lado dele. Os órfãos tiveram por um instante a esperança de que o motor não fosse dar partida quando Stephano girasse a chave de ignição, vã esperança, porque o tio Monty cuidava muito bem do seu jipe e o motor deu partida na mesma hora.
Violet, Klaus e Sunny olharam para trás quando Stephano começou a avançar com o carro pelo caminho dos arbustos em forma de cobras. Ao ver a Sala dos Répteis, onde o tio havia disposto tão cuidadosamente os seus espécimes, e onde agora ele próprio de certa forma se incorporara como um espécime, o desespero dos Baudelaire pesou demais e eles começaram a chorar baixinho. É uma coisa curiosa, a morte de um ente querido. Todos sabemos que nosso tempo neste mundo é limitado, e que finalmente todos acabaremos debaixo de algum lençol, para não acordar nunca mais. No entanto, é sempre uma surpresa quando isso acontece a alguém que conhecemos. É como subir a escada para o seu quarto no escuro, e achar que há mais um degrau do que realmente há. O pé resvala no ar e segue-se um aflitivo momento em que, colhida às cegas pela surpresa, a pessoa tenta adaptar-se à escuridão. Os órfãos Baudelaire estavam chorando não apenas pelo tio Monty, mas por seus próprios pais, às cegas nessa curiosa sensação de queda que acompanha todas as grandes perdas.
Que iria lhes acontecer? Stephano assassinara sem dó nem piedade o homem que fora encarregado de cuidar deles, e agora estavam absolutamente sós. O que Stephano faria com eles? Tinha sido estabelecido que ele seria deixado para trás quando fossem ao Peru, e agora estava partindo junto com eles a bordo do Próspero. Que coisas terríveis aconteceriam no Peru? Alguém iria lá salvá-los? Stephano se apoderaria da fortuna? E, depois, o que aconteceria aos garotos? Essas perguntas são aterrorizantes, e quando se pensa em questões desse tipo elas absorvem toda a nossa atenção, por isso os órfãos, que não conseguiam pensar em outra coisa, não perceberam que Stephano estava a ponto de colidir com outro carro até o momento em que houve efetivamente a batida.
Ouviu-se um som horrível de metais e vidros se espatifando, um carro preto chocou-se com o jipe do tio Monty e os Baudelaire foram atirados ao chão com uma forte pancada e a sensação de terem deixado seus estômagos no assento de onde haviam sido lançados. A maleta preta foi parar sobre o ombro de Violet e em seguida projetada para o para-brisa, que na mesma hora se estilhaçou em doze rachaduras, parecendo uma teia de aranha. Stephano soltou um grito de surpresa e ficou girando o volante para um lado e para outro, mas os dois veículos estavam firmemente engatados e acabaram sendo arremessados num monte de lama para fora da estrada. É raro poder dizer que um acidente de carro foi um golpe de sorte, mas certamente foi esse o caso com o jipe que levava os meninos. Com os arbustos em forma de cobras ainda claramente visíveis atrás deles, o percurso dos Baudelaire em direção ao Porto Enevoado terminara ali.
Stephano soltou mais um grito, dessa vez de raiva.
“Azar dos infernos!”, exclamou, enquanto Violet esfregava o ombro para certificar-se de que não estava gravemente ferida. Klaus e Sunny levantaram-se cautelosamente do chão do jipe e olharam para fora do para-brisa despedaçado. Parecia só haver uma única pessoa no outro carro, mas não dava para ter certeza, porque o veículo sofrera muito mais danos que o jipe de Monty. A frente havia sido inteiramente amassada, como uma sanfona, e uma calota ficara girando com muito estardalhaço sobre o Mau Caminho, em círculos velocíssimos que a vista não conseguia fixar, como uma gigantesca moeda que alguém tivesse deixado cair. Do motorista, vestido num terno cinzento, pareceu vir um som surdo, rouquenho, quando ele abriu a porta amassada e se espremeu para conseguir sair do carro. Tornou a fazer aquele som surdo, depois enfiou a mão no bolso do paletó e tirou um lenço branco.
“É o sr. Poe!”, exclamou Klaus.
Era mesmo o sr. Poe, tossindo como de costume, e os meninos sentiram-se tão felizes por vê-lo que até sorriram apesar da situação horrível em que se achavam. “Sr. Poe! Sr. Poe!”, gritou Violet contornando a maleta de Stephano num esforço para abrir a porta do carro.
Stephano esticou um braço e segurou o ombro dela, voltando a cabeça lentamente para que os meninos, um por um, pudessem ver como seus olhos brilhavam. “Isto não muda nada!”, sussurrou para eles. “Um lance de sorte, mas é o último, acabou-se! Vocês três vão voltar para este carro comigo, vamos em direção a Porto Enevoado e chegaremos a tempo de embarcar no Próspero, posso garantir.”
“Isso veremos!”, respondeu Violet, abrindo a porta e resvalando o corpo por baixo da maleta para sair. Klaus abriu a porta e seguiu a irmã, carregando Sunny. “Sr. Poe! Sr. Poe!”
“Violet?”, perguntou o sr. Poe. “Violet Baudelaire? É você?”
“Sim, sr. Poe”, disse Violet. “Somos nós todos e somos tão gratos ao senhor por ter batido assim em nós.”
“Bem, eu não diria que bati em vocês”, disse o sr. Poe. “A culpa foi claramente do outro motorista. Vocês que bateram em mim.”
“Como se atreve!”, gritou Stephano, saindo por sua vez do carro e torcendo o nariz por causa do cheiro de raiz-forte que empestava o ar. Avançou com passadas firmes até onde se erguia o sr. Poe, mas a meio caminho as crianças viram o rosto dele se transformar, passando da raiva absoluta a uma tristeza e um desconcerto que eram puro fingimento. “Desculpe-me”, disse ele, numa voz fina e trêmula. “Foi tudo culpa minha. Estava tão abatido com tudo o que aconteceu que nem prestei atenção às regras da estrada. Espero que não tenha se machucado, sr. Po.”
“É Poe”, disse o sr. Poe. “Meu nome é Poe. Não estou machucado. Por sorte, parece que ninguém se feriu. Gostaria que o mesmo se pudesse dizer do meu carro. Mas quem é o senhor, e o que está fazendo com os Baudelaire?”
“Eu vou dizer para o senhor quem ele é”, disse Klaus. “Ele é...”
“Por favor, Klaus”, admoestou o sr. Poe, palavra que aqui significa “repreendeu Klaus embora a interrupção tivesse bons motivos”. “É falta de educação interromper as pessoas.”
“Meu nome é Stephano”, disse Stephano, cumprimentando o sr. Poe com um aperto de mão. “Sou, quero dizer... era assistente do dr. Montgomery.”
“Que quer dizer com 'era'?”, perguntou o sr. Poe, sério. “Foi despedido?”
“Não. Dr. Montgomery... oh! me desculpe”, Stephano desviou o rosto e fingiu cobrir os olhos com os dedos, como se a tristeza não o deixasse prosseguir. Nessa posição, o sr. Poe não podia ver para onde ele olhava, e o infame aproveitou-se disso dando uma forte piscadela para os meninos antes de continuar. “Lamento dizer ao senhor que aconteceu um acidente horrível, sr. Po. O dr. Montgomery morreu.”
“Poe”, corrigiu o sr. Poe. “Morreu? Mas isso é terrível. Como foi?”
“Não sei”, disse Stephano. “Eu diria que foi picada de cobra, mas não entendo nada de cobras. Era para isso que eu estava indo à cidade, procurar um médico. Os meninos me pareceram muito abalados, e achei que não devia deixá-los sozinhos.”
“Ele não está nos levando para procurar nenhum médico!”, gritou Klaus. “Ele está nos levando para o Peru!”
“O senhor entende o que eu estou querendo dizer?”, disse Stephano ao sr. Poe, acariciando a cabeça de Klaus. “As crianças estão evidentemente muito abatidas. O dr. Montgomery ia levá-las para o Peru hoje.”
“Sim, eu sei”, disse o sr. Poe. “Por isso é que vim correndo para cá esta manhã, com o objetivo de finalmente trazer-lhes as bagagens. Klaus, sei quanto você está confuso e acabrunhado por causa deste acidente, mas por favor tente compreender que, se o dr. Montgomery de fato morreu, a expedição está cancelada.”
“Mas, sr. Poe...”, disse Klaus, indignado.
“Por favor”, disse o sr. Poe. “Esse é um assunto para ser discutido entre adultos, Klaus. Não resta dúvida de que é preciso chamar um médico.”
“Bem, por que o senhor não vai indo de carro até a casa”, disse Stephano, “enquanto eu levo os meninos e procuro um médico?”
“Padaguibo!”, gritou Sunny, querendo dizer provavelmente algo como “Nada disso!”.
“Por que não vamos todos para a casa”, disse o sr. Poe, “e de lá telefonamos para um médico?”
Stephano piscou, e por um instante seu rosto enfureceu-se de novo antes de conseguir retomar a calma e responder delicadamente. “É claro”, disse ele. “Já devia ter chamado antes. Evidentemente não estou pensando com a mesma clareza que o senhor. Vamos, garotada, voltem para dentro do jipe, e o sr. Poe nos seguirá.”
“Não vamos voltar para dentro daquele carro com você”, disse Klaus com firmeza.
“Por favor, Klaus”, disse o sr. Poe. “Procure compreender. Houve um grave acidente. Todas as demais discussões passam para um segundo plano. O único problema é que não tenho certeza de que o motor do meu carro pegará. O carro está todo amassado.”
“Experimente a ignição”, disse Stephano. O sr. Poe concordou com um movimento de cabeça e foi andando de volta para o carro. Sentou-se diante do volante e girou a chave. O motor fez um ruído rouco e meio úmido – muito parecido com as tosses do sr. Poe – mas não pegou.
“Acho que o motor morreu mesmo”, disse o sr. Poe.
“Uma questão de tempo”, murmurou Stephano para os Baudelaire, “e com vocês acontecerá o mesmo.
“Perdão”, disse o sr. Poe, “mas não ouvi o que o senhor falou.”
Stephano sorriu. “Eu disse somente que é uma pena. Então, que tal eu levar os órfãos de volta para casa, e o senhor vir andando atrás de nós? O espaço não dá para todos.”
O sr. Poe franziu a testa. “Mas as malas das crianças estão aqui. Não quero deixá-las sem ninguém para tomar conta. Por que não colocamos a bagagem no seu carro, e as crianças vão andando comigo de volta para a casa?”
Stephano franziu a testa. “Bem, então uma das crianças vem comigo, para que eu não me perca.”
O sr. Poe sorriu.
“Mas daqui o senhor pode ver a casa. Não tem como se perder.”
“Stephano não quer que a gente fique a sós com o senhor”, disse Violet, finalmente resolvendo falar. Ela havia esperado o momento próprio para pôr tudo a limpo. “Ele tem medo de que a gente conte para o senhor quem ele é realmente e o que realmente está querendo aprontar.”
“Do que é que ela está falando?”, perguntou o sr. Poe a Stephano.
“Não faço a menor ideia, sr. Po”, respondeu Stephano, balançando a cabeça e lançando um olhar feroz para Violet.
Violet respirou fundo. “Esse homem não é Stephano”, disse, apontando para ele. “Ele é o conde Olaf, e está aqui para nos levar embora.”
“Quem é que eu sou?”, perguntou Stephano. “E estou fazendo o quê?”
O sr. Poe olhou Stephano de alto e baixo, depois balançou a cabeça. “Perdoe as crianças”, disse. “Elas estão bastante abaladas. O conde Olaf é um homem terrível que tentou roubar o dinheiro delas, por isso ficaram com muito medo dele.”
“E eu pareço com esse conde Olaf?”, perguntou Stephano, com os olhos brilhando intensamente.
“Não parece, não”, disse o sr. Poe. “O conde Olaf tem uma única e longa sobrancelha, e o rosto escanhoado. O senhor tem barba, e, se não me leva a mal, não tem sobrancelha nenhuma.”
“Ele raspou a sobrancelha”, disse Violet “e deixou crescer a barba. Qualquer um percebe isso.”
“E ele tem a tatuagem!”, gritou Klaus. “A tatuagem de um olho, no tornozelo! Olhe a tatuagem!”
O sr. Poe encarou Stephano e encolheu os ombros como que se desculpando: “Sinto muito lhe pedir isso”, disse, “mas os meninos me parecem tão nervosos que, antes de discutir qualquer outro assunto, eu gostaria de primeiro tranquilizá-los. O senhor se importa de me mostrar seu tornozelo?”.
“Com o maior prazer”, disse Stephano, sorrindo para os meninos com todos os dentes à mostra. “Esquerdo ou direito?”
Klaus cerrou os olhos e pensou um instante. “Esquerdo”, disse.
Stephano pousou o pé no para-choque do jipe do tio Monty. Encarando os órfãos Baudelaire com seus olhos muito, muito brilhantes, começou a puxar e levantar a bainha de sua calça listrada. Violet, Klaus, Sunny e o sr. Poe tinham os olhos fixos no tornozelo de Stephano.
A calça subiu, como uma cortina antes de iniciar um espetáculo. Mas não havia nenhuma tatuagem de olho para ser vista. Os órfãos Baudelaire pregaram os olhos num pedaço de pele lisa, vazia e pálida como o rosto do pobre tio Monty.

3 comentários:

  1. Que Filho da mãe, como ele escondeu como ele escondeu a tatuagem? 😑

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  2. Nossa o q ele fez pra escoder a tatuagem ???
    Deus nao podia ter mandado outra ajuda por q esse sr Poe é um idiota affz

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  3. Essa bosta de livro deveria se chamar "Por favor não ouça os orfãos".
    Ou então "Comente algo desnecessário fingindo que não assistiu o filme".

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