29 de junho de 2016

Capítulo 41

Will sabia que alguma coisa estava acontecendo. Depois da primeira rodada de comemorações e depois que Erak e sua tripulação tinham partido de volta à Escandinávia com os detalhes administrativos da distribuição da força de arqueiros de Araluen acertados para a próxima primavera, houve muitas consultas entre o rei e seus conselheiros, incluindo Halt, Crowley, barão Arald e sir Rodney.
Durante esse período, Will e Horace foram deixados bastante à vontade, embora não faltassem admiradores para cumprimenta-los e ouvir, fascinados, as histórias sobre o tempo passado na Escandinávia e a feroz batalha contra os Temujai. Mas até essa adulação diminuiu um pouco.
Horace, agora que suas aventuras como o Cavaleiro da Folha de Carvalho tinham terminado, voltara a usar o casaco branco simples de um aprendiz de guerreiro.
Evanlyn, é claro, tinha voltado a usar sua verdadeira identidade como princesa Cassandra. Ela foi levada aos apartamentos da família real, em uma das torres do Castelo Araluen, e sempre que Will a via ela estava cercada por um séquito de cavaleiros e damas. E ele percebeu que ela também era uma jovem linda, imaculadamente vestida e à vontade entre os jovens nobres e moças que a rodeavam.
Entristecido, ele sentiu a distância entre eles crescer cada vez mais quando se deu conta de que sua companheira de tantas aventuras e perigos era, na realidade, a mulher mais bem-nascida do reino, enquanto ele era um órfão, filho de um sargento do exército e uma mulher do campo. Nas cada vez mais esparsas e raras ocasiões em que falou com Cassandra, ele ficou sem jeito e sem saber o que dizer. As palavras desapareciam na presença dela, e ele balbuciava respostas monossilábicas às suas tentativas de conversar.
Sua reação frustrava e enfurecia Cassandra. Ela estava realmente tentando fazer a amizade voltar a ser o que era antes, mas era jovem demais para perceber que todos os adornos da realeza e da riqueza, coisas que para ela eram normais e às quais não dava importância, apenas serviam para afastar Will.
— Será que ele não vê que eu sou a mesma pessoa que sempre fui? — ela perguntou ao espelho frustrada.
Mas, na verdade, estava diferente. Evanlyn tinha sido uma garota assustada que, com a vida sempre em risco, foi obrigada a confiar, durante meses, na inteligência e coragem do jovem companheiro para mantê-la em segurança. De repente, numa reviravolta, ela se tornou a salvadora, a que cuidou de um garoto confuso e assustado para que voltasse à vida.
Cassandra, por outro lado, era uma princesa linda e impecavelmente arrumada, cuja posição na vida estava tão acima da de Will que ele nunca iria alcançá-la. Um dia, ele percebeu que ela seria rainha no lugar do pai. Não era a personalidade dela que tinha mudado. Era a posição. E tanto ela quanto Will eram jovens e inexperientes demais para superar a inevitável tensão que esse abismo social colocava no relacionamento deles.
Por mais estranho que parecesse, na mesma época ela ficou cada vez mais próxima de Horace. Acostumado à formalidade da vida como aprendiz de guerreiro e à severidade e aos protocolos da vida na corte no Castelo Redmont, Horace não se perturbava com a posição de Cassandra. É claro que ele se submetia à vontade dela e a tratava com muito respeito, mas, até ali, sempre tinha agido assim. A abordagem simples e descomplicada em relação à vida fazia Horace aceitar as coisas como eram e não procurar complicações. Evanlyn tinha sido sua amiga. Agora, a princesa Cassandra também era. Havia certas diferenças na forma como ele deveria abordá-la e falar com ela, mas esse tipo de formalidade tinha feito parte de seu treinamento.
Quando ela finalmente tocou no assunto do abismo que aumentava entre ela e Will, Horace simplesmente lhe aconselhou paciência.
— Ele vai se acostumar com as coisas como são — ele garantiu. — Afinal, ele é um arqueiro, e eles são meio... diferentes... no modo de agir. Dê um tempo para ele se acostumar.
Então Cassandra resolveu dar tempo ao tempo. Mas o comentário de Horace sobre os arqueiros ficou em sua lembrança e ela decidiu fazer algo sobre essa situação. E ela sabia que haveria uma oportunidade perfeita para que isso acontecesse num futuro muito próximo.


Duncan tinha anunciado um banquete formal para comemorar a volta em segurança da única filha, e convites foram levados aos 50 baronatos do reino. Seria um acontecimento imponente.
Levou um mês para que os convidados se reunissem e então o imenso salão de jantar do Castelo Araluen viu uma noite sem rival desde a coroação do próprio Duncan, vinte anos antes.
O banquete transcorreu durante horas, e criados do castelo carregaram bandejas de carne assada, legumes frescos e quentes. Imensas tortas e doces que tinham a intenção de deslumbrar não só os olhos como também o paladar. O chefe Chubb, o chefe da cozinha do Castelo Redmont e um dos melhores chefes do reino, havia viajado para a capital para supervisionar o acontecimento. Ele estava parado na porta da cozinha, de onde observava satisfeito os nobres e suas esposas devorarem e destruírem o fruto do trabalho de horas do pessoal da cozinha na última semana, e preguiçosamente batia com sua colher na cabeça de qualquer garçom ou criado descuidado que ficava ao seu alcance.
— Nada mal, nada mal — ele murmurava para si mesmo e logo mandava outro criado levar mais um prato especial para apreciação do “jovem arqueiro Will”, como o chamava.
Por fim, o banquete fenomenal acabou e a festa ia começar. O harpista do rei tocava as cordas de seu instrumento nervosamente, o calor do salão lotado tinha leito com que se esticassem de modo irregular, e mentalmente lembrava a letra do poema heroico que tinha escrito, celebrando o resgate da princesa real das mandíbulas da morte por três dos mais importantes heróis do reino. Ele ainda desejava ter conseguido uma rima melhor para “Halt”. A melhor que tinha encontrado até aquele momento foi dizer que ele era um homem que representava um “salto” na história do país, o que, diante dos acontecimentos, parecia ser pouco para o valor do lendário arqueiro.
Antes de ser chamado, porém, o rei Duncan se levantou de sua cadeira para se dirigir à imensa multidão. Como sempre, o vigilante lorde Anthony estava ao seu lado e, a um sinal de seu monarca, bateu seu cajado revestido de aço nas pedras do salão de jantar.
— Silêncio para o rei! — ele pediu e, no mesmo instante, o murmúrio de conversas e risos no enorme aposento desapareceu.
Todos os olhares se viraram para a mesa principal.
— Damas e cavaleiros — Duncan começou com a voz grave que chegava sem esforço a todos os cantos do salão — esta ocasião me dá imenso prazer. Para começar, estamos aqui para comemorar a volta de minha filha, princesa Cassandra, em segurança. Um acontecimento que me traz mais alegria do que vocês poderiam entender.
O salão quase veio abaixo com gritos de “Muito bem!”, “Bravo!” e aplausos entusiasmados.
— A outra fonte de satisfação para mim, nesta noite, é a oportunidade de recompensar os responsáveis pela sua volta.
Dessa vez, os aplausos foram mais fortes e prolongados. Os ouvintes estavam deliciados em ver Cassandra de volta em segurança junto do pai. Mas eles sabiam que o principal motivo da festa era recompensar os três companheiros que a tinham trazido.
— Primeiro — Duncan falou — peço ao arqueiro Halt que se aproxime.
Houve um murmúrio de interesse na multidão quando a figura franzina, desta vez sem o anonimato de sua capa cinza-esverdeada, parou diante do rei. Várias pessoas do fundo se levantaram para enxergar melhor. A reputação de Halt era conhecida em todo o reino, mas poucos dos presentes já o tinham visto em carne e osso. Em parte, isso se devia à predileção do arqueiro pela discrição. Agora havia muitas expressões de surpresa diante do pequeno tamanho do arqueiro. A maioria dos presentes tinha formado uma imagem mental de um herói de corpo robusto e quase 2 metros de altura carregando um arco longo.
Naquele momento, ele curvou a cabeça para o rei. Não pela primeira vez, Duncan se viu analisando o corte irregular do cabelo do arqueiro. Era óbvio que ele tinha sido aparado recentemente em honra ao evento no Castelo Araluen, mas Duncan não conseguiu evitar um sorriso. Halt tinha estado no castelo durante mais de um mês, cercado por criados, camareiros e, acima de tudo, barbeiros habilidosos. No entanto, pelo que parecia, ele ainda preferia cortar o próprio cabelo com sua faca de caça. Duncan se deu conta de que a multidão estava esperando enquanto ele observava os esforços de Halt como cabeleireiro. Ele recompôs o pensamento e continuou.
— Halt já afirmou que sua volta às fileiras do Corpo de Arqueiros é recompensa suficiente — Duncan disse e, mais uma vez, houve murmúrios de surpresa. — Como em muitas ocasiões antes desta, estou em dívida com um dos meus mais leais servidores e concordo com seus desejos sobre essa questão. Halt, eu lhe devo mais do que qualquer rei jamais deveu a um homem. Nunca vou esquecer o que você tem feito.
Nesse momento, Halt inclinou a cabeça mais uma vez e voltou para seu lugar, tão depressa e discretamente que a maioria dos presentes não percebeu que ele tinha saído e seus aplausos espantados morreram antes de começar.
— Em seguida — Duncan continuou elevando um pouco a voz para acalmar os murmúrios de conversas que tinham começado — peço ao aprendiz de guerreiro Horace que se aproxime.
Will deu um tapa nas costas de Horace quando o amigo, com uma expressão apreensiva no rosto, se levantou e foi ficar diante do rei em posição de sentido. A multidão esperou curiosa.
— Horace — Duncan começou sério, mas com um leve sorriso no olhar — chegou ao nosso conhecimento que você viajou pela Gálica disfarçado de cavaleiro... — ele fingiu consultar uma nota na mesa à sua frente e então acrescentou: — O Chevalier de Feuille du Chène, o Cavaleiro da Folha de Carvalho.
Horace engoliu em seco nervoso. Ele sabia que suas aventuras tinham sido contadas, mas esperava que o mundo oficial fechasse os olhos para o fato de que ele não tinha o direito de se fazer passar por cavaleiro.
— Majestade, sinto muito... Eu achei necessário na época e...
Ele se deu conta de que Duncan o olhava com calma, uma sobrancelha levantada, e então lhe ocorreu que tinha cometido uma grave quebra de protocolo ao interromper o rei. Tarde demais, ele parou e ficou em posição de sentido outra vez quando o rei recomeçou.
— Tenho certeza de que você sabe que é extremamente irregular que um aprendiz exiba uma insígnia ou se faça passar por cavaleiro, de modo que agora é necessário retificar essa irregularidade.
Ele fez uma pausa.
Horace estava prestes a dizer “Sim, senhor”, quando percebeu que estaria interrompendo novamente e se calou.
— Conversei com o barão, com seu chefe de guerra e com o arqueiro Halt — Duncan continuou — e todos concordamos que o melhor é regularizar a situação.
Horace não tinha certeza do que isso queria dizer, mas não parecia bom. Duncan fez um sinal, e Horace ouviu passos pesados se aproximando por trás. Olhou para o lado e viu o chefe de Guerra Rodney parar ao seu lado segurando uma espada e um escudo. Atordoado, Horace viu o emblema no escudo: uma folha de carvalho verde num campo branco. Admirado, ele acompanhou Duncan descer do estrado, pegar a espada e tocar seu ombro de leve com ela.
— Ajoelhe-se — Rodney sussurrou com o canto da boca, Horace obedeceu e ouviu as próximas palavras como se fossem sinos em seus ouvidos. — Levante-se, sir Horace, Cavaleiro da Folha de Carvalho e integrante da Guarda Real de Araluen.
Um grande tumulto se formou entre a multidão. Praticamente nunca se tinha ouvido falar de um aprendiz ser nomeado cavaleiro no segundo ano e ser indicado como oficial da Guarda Real, a força de elite que defendia o Castelo Araluen. Os nobres e suas esposas deliraram encantados.
— Levante-se — Rodney sussurrou novamente e devagar, com um enorme sorriso espalhado no rosto, Horace se ergueu e apanhou a espada da mão do rei.
— Muito bem, Horace — o rei disse em voz baixa. — Você mais do que mereceu.
Então ele apertou a mão de seu mais novo cavaleiro e mostrou que o rapaz poderia voltar ao seu lugar. Horace obedeceu mal enxergando os rostos ao seu redor. Ele viu apenas um sorriso enorme e deliciado no rosto de Will quando o amigo o cumprimentou com um soco nas costas, em seguida, a multidão se acalmou e desta vez os dois garotos ouviram a voz do rei.
— Aprendiz de arqueiro Will, aproxime-se.
Embora soubesse que algo parecido pudesse acontecer, Will foi pego desprevenido. Ele se levantou apressado, tropeçou e finalmente recuperou o equilíbrio para se postar diante do rei.
— Will, o Corpo de Arqueiros tem modo de agir e regulamentos próprios. Falei com seu mentor Halt e com o comandante da corporação e infelizmente está além de meu poder rescindir seu período de treinamento e declará-lo um arqueiro totalmente qualificado. Halt e Crowley insistem em que você complete o período total de treinamento e avaliação.
Nervoso, Will engoliu em seco e assentiu. Ele sabia disso. Ainda havia muito a aprender e muitas técnicas que devia desenvolver. O talento natural de Horace era suficiente para que o rei o dispensasse do treinamento. Mas Will sabia que esse nunca seria o caso para ele.
— Entretanto — Duncan continuou — posso oferecer uma alternativa. Está em meu poder aponta-lo como tenente dos Patrulheiros Reais. Os seus mestres concordaram que você está totalmente qualificado para essa tarefa e vão liberá-lo do aprendizado, se desejar.
As pessoas reunidas abafaram uma exclamação de surpresa. Will ficou sem saber o que dizer. Os Patrulheiros Reais eram uma força de elite da cavalaria ligeira cuja responsabilidade era treinar os arqueiros do reino e patrulhar à frente do exército do rei em batalha. Oficiais e recrutas geralmente vinham da classe nobre, e a indicação era equivalente à de cavaleiro. Ela significava honra, prestígio, posição e reconhecimento, comparados a outros três anos de estudos e aplicação pesados como aprendiz.
E, mesmo assim...
No fundo do coração, Will sabia que aquilo não era para ele. Era tentador, realmente. Mas pensar na liberdade das florestas verdes, nos dias passados com Puxão, Halt e Abelard, na fascinação de aprender e aperfeiçoar novas habilidades e no estímulo de sempre estar no centro dos acontecimentos... Aquela era a vida de um arqueiro e, quando a comparou ao protocolo e à etiqueta, à formalidade e às restrições impostas pela vida no Castelo Araluen, ele soube, pela segunda vez no intervalo de alguns anos, o que realmente queria.
Will se virou para ver se Halt sinalizava com algum conselho, mas seu mestre estava sentado, o olhar pousado na mesa, assim como Crowley, alguns lugares adiante. Então, com a voz parecendo artificialmente alta no silêncio em expectativa do aposento, ele respondeu:
— É uma grande honra, majestade. Mas meu desejo é continuar meu treinamento como aprendiz.
Um burburinho de surpresa se ergueu a um ponto fervilhante no salão. Os arqueiros eram, como todos concordavam, diferentes. E a maioria das pessoas presentes simplesmente não conseguia entender a escolha de Will. Duncan, porém, compreendeu. Ele agarrou o ombro de Will e falou somente para ele.
— Isso vale muito, Will, acho que você fez uma escolha sensata. E, para somente você ouvir, os seus mestres de ofício me disseram que acreditam que no futuro você será um dos melhores arqueiros que já tivemos.
Will arregalou os olhos. Para ele, saber disso era recompensa suficiente. Ele sacudiu a cabeça.
— Não tão bom quanto Halt, não é mesmo, majestade?
— Duvido que alguém possa ser tão bom quanto ele, não concorda? — o rei retrucou sorrindo.
E, com a mão ainda no ombro do garoto, ele o virou na direção em que Crowley e Halt estavam sorrindo calorosamente para ele, abrindo espaço entre eles. O aplauso que se seguiu quando Will se sentou foi educado, mas um pouco confuso. Afinal, ninguém podia realmente entender os arqueiros.
Duncan sentiu uma leve pontada de tristeza no coração quando se virou paia o lugar em que a filha estava sentada. Seus lábios já estavam formando as palavras, “Eu tentei”, mas, quando ele olhou, Cassandra tinha deixado o aposento.


Dois dias depois, Will e Halt partiram do Castelo Araluen a cavalo e se dirigiram para a cabana perto do Castelo Redmont. De tempos em tempos, Halt olhava com carinho para o jovem amigo. Ele sabia que Will tinha tomado uma decisão importante e que sua mente estava confusa. Ele suspeitava que isso tinha algo a ver com a princesa. Desde o banquete, Will tinha tentado vê-la várias vezes para explicar sua decisão. Mas ela não o recebeu.
Halt sentiu que Will queria ficar só com seus pensamentos ao cavalgarem para o sudoeste, e ele o deixou tranquilo, mas decidiu mergulhar o garoto num regime de incessante trabalho e treinamento duro que não lhe daria tempo para refletir sobre o coração partido.
Atrás dos viajantes, duas figuras num terraço do imenso castelo estavam observando, praticamente invisíveis por causa das torres e contrafortes. Evanlyn levantou a mão num gesto de despedida e Horace pôs um braço reconfortante ao redor dos ombros dela.
— Ele é um arqueiro — disse o cavaleiro recém-nomeado solidário. — E pessoas como nós nunca poderemos entender os arqueiros. Eles ocultam uma parte de si das outras pessoas.
Incapaz de falar, a garota concordou. A névoa da manhã que envolvia os cavaleiros pareceu ficar mais densa por um momento, então ela piscou rapidamente e se deu conta de que eram lágrimas que turvavam sua vista. Enquanto observavam, o sol finalmente atravessou as nuvens e cobriu o Castelo Araluen com uma luz pálida e dourada.
Mas Will estava cavalgando para o sul e não percebeu.

10 comentários:

  1. Esse livro é imprecionante. Simplesmente estou adorando toda a saga.

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  2. Nossa! Que show! Próximo livro, aqui vou eu!
    Ass: Bina.

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  3. Se não fosse tão tarde eu começaria a ler o próximo livro agora mesmo, estou amando essa serie

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  4. Se não fosse tão tarde eu começaria a ler o próximo livro agora mesmo, estou amando essa serie

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  5. estou em êxtase é fantástico, eu gostava de arqueiros......agora estou apaixonada.

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  6. Final porreta esse. Horace e Cassie, Bffs, aprovado. Provavel romance, aprovado. Will com o core partido, não tão aprovado, maos a vida tem dessas coisas. #PartiuPróximoLivro
    E tomara que a Cassie vá atrás do Will. Amém. Aleluia. Louvemos de pé irmãos e irmãs.

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  7. Eu sinceramente não faço a mínima ideia de com quem o Will irá ficar. Amei o livro ♥♥♥
    Ass: Lua

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