4 de maio de 2016

Capítulo 6

KILE APOIOU SUA mão contra a base das minhas costas, me conduzindo pelo jardim. A lua estava baixa e cheia, lançando sombras mesmo no meio da noite.
— Você foi espetacular esta manhã — disse ele, balançando a cabeça. — Nós todos estivemos preocupados com a sua mãe, e é tão estranho não ter Ahren por perto. E Kaden? Eu nunca o vi tão... confuso.
— É horrível. Ele é o único estável.
— Não se preocupe demais. Faz sentido que ele esteja um pouco abalado agora.
Avancei para ainda mais perto de Kile.
— Eu sei. Só é difícil ver isso acontecer a alguém que nunca fica abalado.
— E é por isso que o café da manhã foi tão bom. Pensei que sofreríamos com uma refeição dolorosa juntos, incapazes de falar sobre o que estava acontecendo, ou até mesmo falar sobre tudo. Mas você a deixou confortável. Foi notável. Não se esqueça que você tem essa habilidade — ele balançou o dedo para mim.
— Que habilidade? Distração? — Eu ri.
— Não — ele lutou com as palavras. — De ter meios para aliviar. Quero dizer, você já fez isso antes. Em festas ou em Jornais Oficiais. Você muda o momento. Nem todo mundo pode fazer isso.
Nós caminhamos para a beira do jardim, onde a terra se abria para um amplo espaço plano, antes de a floresta começar.
— Obrigada. Isso significa muito. Estive preocupada.
— Não há nada de ruim nisso.
— É maior do que o fato de a minha mãe poder partir — parei e coloquei as mãos nos quadris, me perguntando o quanto eu deveria dizer a ele. — Ahren me deixou uma carta. Sabia que as pessoas estão descontentes com a monarquia? Especificamente comigo? E agora eu estou basicamente no comando, e, honestamente, não tenho certeza se eles vão deixar por isso. Já tive comida atirada em mim uma vez. Li muitos artigos horríveis sobre mim... E se eles vierem atrás de mim?
— E se eles vierem? — Brincou. — Não é como se não existissem outras opções. Poderíamos entrar numa ditadura – colocar as pessoas na linha. Há também a república federal, a monarquia constitucional... oh, talvez a teocracia! Poderíamos dar tudo para a igreja.
— Kile, estou falando sério! E se eles me deporem?
Ele embalou meu rosto em suas mãos.
— Eadlyn, isso não vai acontecer.
— Mas já aconteceu antes! Foi assim que meus avós morreram. As pessoas entraram na casa deles e os mataram. E todos adoravam a minha avó!
Eu podia sentir as lágrimas vindo. Ugh, eu era uma massa chorosa esses últimos dias! Limpei-as, tocando seus dedos no processo.
— Escute-me. Isso foi um grupo de radicais. Eles se foram agora, e as pessoas lá fora estão ocupadas demais tentando viver suas vidas para passar o tempo brincando com a sua.
— Eu não posso confiar nisso — sussurrei. — Havia coisas das quais eu sempre tivera a certeza, e quase todas desmoronaram nas últimas semanas.
— Você... — ele fez uma pausa enquanto olhava nos meus olhos. — Você precisa pensar nisso agora?
Engoli em seco, processando a oferta. Aqui, com apenas nos dois no escuro, numa noite tranquila, era muito similar à noite do nosso primeiro beijo. Só que desta vez não haveria ninguém assistindo, ninguém para imprimir em um jornal. Nossos pais não estavam à vista, e os guardas não estavam seguindo os nossos passos. Para mim, isso significava que, por apenas um momento, não havia nada para me impedir de ter o que eu queria.
— Eu faria qualquer coisa que você me pedisse, Eadlyn — ele sussurrou.
Eu balancei minha cabeça.
— Mas eu não posso pedir.
Ele apertou os olhos.
— Por que não? Fiz algo de errado?
— Não, seu idiota — eu disse, afastando-me. — Aparentemente... — eu bufei. — Parece que você fez algo certo. Não posso simplesmente te beijar como se fosse nada, pois acontece que você está longe de ser nada.
Olhei para o chão, ficando cada vez mais irritada.
— Isto é tudo culpa sua, a propósito! — acusei-o, olhando para ele enquanto andava. — Eu estava bem não gostando de você. Estava bem não gostando de ninguém. — Cobri meu rosto. — E agora estou no meio dessa coisa, e tão perdida que mal posso pensar direito. Mas sei que você é importante, e não sei o que fazer quanto a isso. — Quando reuni coragem suficiente para olhar para ele novamente, ele estava sorrindo. — Pelo amor de Deus, não fique tão presunçoso.
— Desculpe — ele respondeu, ainda sorrindo.
— Você sabe como é assustador para mim dizer tudo isso?
Ele diminuiu a distância entre nós.
— Provavelmente tão assustador como é para mim ouvir isso.
— Estou falando sério, Kile.
— Também estou! Primeiro de tudo, é estranho pensar sobre o que isso significa. Porque você vem com um título e um trono e uma vida inteira planejada. É loucura para eu tentar assimilar. E em segundo lugar, mais do que ninguém aqui, sei que você mantém tudo em segredo. Uma confissão como essa deve ser praticamente dolorosa para você.
Eu balancei a cabeça.
— Não é que eu seja tão louca a ponto de gostar de você... exceto que eu meio que sou.
Ele riu.
— É um pouco irritante.
— Mas eu preciso saber agora, antes de irmos adiante, você sente algo assim por mim? Mesmo o menor vislumbre de algo? Porque, se não, tenho que fazer planos.
— E se eu sentir?
Ergui os braços, deixando-os pender nas minhas laterais novamente com um baque.
— Então eu ainda terei que fazer planos, mas serão diferentes.
Ele suspirou profundamente.
— Acontece que você é importante para mim, também. E eu não teria pensado sobre isso se não fosse pelos meus últimos esboços.
— Hã... que romântico?
Ele riu.
— Não realmente, mas algo assim. Normalmente fico animado sobre os projetos de arranha-céus e abrigos, coisas que alguém pode se lembrar, ou que podem ajudar as pessoas. Mas no outro dia eu me peguei projetando uma casa de veraneio, um palácio em miniatura, talvez algo com um vinhedo. Esta manhã tive uma ideia para uma casa de praia.
Engoli em seco.
— Eu sempre quis uma casa de praia!
— Não que nós alguma vez chegaremos a usá-la com você correndo o mundo e tudo o mais.
— É um doce pensamento, contudo.
Ele deu de ombros.
— Parece apenas que ultimamente tudo o que quero fazer é algo para você.
— Isso significa muito. Eu sei o quão importante o seu trabalho é para você.
— Não é realmente o meu trabalho. Eu me importo com tudo.
— Ok, então. Como vamos adicionar isto àquele monte de coisas? É algo que importa, e nós dois sabemos disso, e vamos observar e ver o que acontece.
— É justo. E não quero desanimá-la de qualquer modo, mas o sentimento é novo demais para chamar de amor.
— Absolutamente! — concordei. — É muito cedo, e isso é muito grande.
— Muito comprometido.
— Muito assustador.
Ele riu.
— Igualmente a ser destronada?
— Finalmente!
— Uau. Ok — ele continuou a sorrir, provavelmente considerando a improbabilidade de nós cairmos de amores um pelo outro. — E agora?
— Eu continuo a Seleção, eu acho. Não quero ferir seus sentimentos, mas tenho que continuar. Eu tenho que ter certeza.
Ele assentiu.
— Eu não iria querer que você não tivesse.
— Obrigada.
Ficamos ali, o farfalhar da grama o único som.
Ele limpou a garganta.
— Acho que nós precisamos comer.
— Enquanto eu não tiver que cozinhar.
Ele jogou o braço em volta do meu ombro enquanto voltávamos para o palácio. Parecia muito uma coisa que um namorado faria.
— Mas fizemos isso muito bem da última vez.
— Tudo o que aprendi foi sobre manteiga.
— Então você sabe tudo.


De manhã, fui direto para a ala hospitalar, desesperada para ver o rosto da minha mãe. Mesmo que ela estivesse dormindo, eu só precisava ser lembrada de que ela estava viva e curada. Mas quando abri a porta, desta vez, ela estava sentada, bem acordada... e meu pai estava dormindo.
Sorrindo, ela ergueu um dedo aos lábios. Com a outra mão, traçou linhas suaves pelo seu cabelo enquanto ele estava deitado, caído para fora de sua cadeira, na cama dela, um braço sob sua cabeça e o outro no colo dela.
Eu calmamente caminhei para o outro lado da cama para beijar sua bochecha.
— Continuo acordando no meio da noite — ela sussurrou, apertando de leve a minha mão. — Esses tubos e tudo mais estão me incomodando. E toda cada vez ele está acordado, me observando. Me faz bem vê-lo dormir.
— A mim também. Ele parece um pouco duro.
Ela sorriu.
— Sim. Eu o vi pior. Ele vai passar por isso, também.
— Os médicos já a verificaram?
Ela balançou a cabeça.
— Pedi-lhes para vir de novo depois que ele descansar um pouco. Voltarei para o meu quarto em breve.
Claro. É claro que a mulher que acabou de ter um ataque cardíaco poderia se poupar de ficar em um lugar mais confortável para que seu marido pudesse tirar um cochilo. Sério, mesmo se eu encontrar alguém, poderia me comparar a eles?
— Como vai você? Todos estão sendo prestativos?
Mamãe continuava a correr a mão pelo cabelo do papai.
— Eu despedi Coddly. Acho que não te contei ontem.
Ela se acalmou, olhando fixamente.
— O quê? Por quê?
— Oh, não é grande coisa. Ele só queria ir para a guerra.
Ela cobriu a boca, tentando não rir de como eu cavalheirescamente vetei a invasão. Um segundo depois, ela parou de sorrir e colocou as duas mãos contra o peito.
— Mãe? — perguntei alto demais. A cabeça de papai instantaneamente se ergueu.
— Querida? O que está errado?
Mamãe balançou a cabeça.
— São apenas os pontos. Estou bem.
Papai se acomodou em seu assento, mas sentou-se, afastando qualquer sono do momento. Mamãe tentou iniciar a conversa de novo, fazendo qualquer coisa para tirar o foco de si mesma.
— E quanto à Seleção? Como vão as coisas?
Fiz uma pausa.
— Hmm, ok, eu acho. Não tive muito tempo para passar com os meninos, mas vou trabalhar nisso. Especialmente porque há um Jornal Oficial chegando.
— Sabe, querida, ninguém iria criticá-la por cancelar. Você já passou por muita coisa nesta última semana, e está atuando como regente. Não tenho certeza se você deveria estar tentando equilibrar tudo isso.
— Eles são rapazes muito bons — papai falou — mas se a Seleção está levando muito do seu foco...
Suspirei.
— Acho que nós precisamos parar de ignorar o fato de que não sou o membro mais amado desta família. Pelo menos não para o público em geral. Você diz que ninguém iria me culpar, mas tenho certeza de que culpariam sim. — Mamãe e papai trocaram um olhar, parecendo querer refutar, mas não querendo mentir ao mesmo tempo. — Se serei rainha um dia, preciso conquistar mais o povo.
— E você acha que encontrar um marido é a maneira de conseguir isso? — mamãe perguntou, desconfiada.
— Sim. É tudo sobre a percepção que eles têm de mim. Eles acham que eu sou muito fria. A maneira mais absoluta para refutar é me casar. Eles acham que eu sou muito masculina. A melhor maneira de responder a isso é ser uma noiva.
— Eu não sei. Ainda estou muito hesitante sobre você continuar.
— Preciso lembrar que essa Seleção foi ideia sua?
Ela suspirou.
— Ouça a sua filha — disse o meu pai. — A menina é muito inteligente. Puxou a mim.
— Você não quer dormir mais um pouco? — ela perguntou sem rodeios.
— Não, estou me sentindo muito revigorado — ele respondeu. Eu não tinha certeza se era porque ele queria continuar a conversa ou se ele sentiu que precisava manter sua atenção na mamãe. De qualquer maneira, ele estava claramente mentindo.
— Pai, parece que a morte deu um soco na sua cara.
— Você deve ter puxado isso de mim também.
— Pai!
Ele riu, e minha mãe o fez também, voltando a pressionar a mão no peito.
— Veja! Suas piadas ruins agora são uma ameaça à vida. Você tem que parar com elas.
Ele compartilhou um sorriso com minha mãe.
— Faça o que precisa fazer, Eadlyn. Vamos apoiá-la da maneira que pudermos.
— Obrigada. Vocês dois, por favor, descansem um pouco.
— Ugh, ela é tão mandona — mamãe lamentou.
Papai concordou.
— Eu sei. Quem ela pensa que é?
Olhei de volta para eles uma última vez. Papai me deu uma piscadela. Não importava quem estava contra mim hoje, pelo menos eu os tinha. Deixei-os e caminhei para o escritório no andar de cima, chocada ao encontrar um lindo buquê de flores na minha mesa.
— Alguém pensa que você está fazendo um bom trabalho, hein? — observou Neena.
— Ou alguém acha que vou morrer de estresse e querem todos me dar um soco — brinquei, não tendo certeza se eu queria admitir que estava feliz com a surpresa.
— Alegre-se. Você está indo muito bem. — Mas os olhos de Neena não estavam sequer em mim. Ela os tinha fixos no cartão.
Coloquei-o perto do meu peito enquanto ela se queixava, e levantei o bilhete o suficiente para que apenas eu pudesse lê-lo.

Você parecia um pouco para baixo quando nos despedimos no outro dia.
Queria que hoje começasse com algo mais feliz.
Estou aqui para você.
– Marid

Eu sorri e passei o cartão para Neena, que suspirou antes de voltar a olhar para o enorme buquê.
— De quem são? — perguntou o General Leger, entrando pela porta.
— Marid Illéa — respondi.
— Ouvi dizer que ele fez uma visita. Ele estava apenas trazendo presentes ou precisava de algo? — o general perguntou, ceticismo pintando seu tom.
— Curiosamente, ele veio para garantir que eu não precisava de alguma coisa. Ele se ofereceu para me dar uma mão amiga com o público. Ele sabe muito mais sobre as pessoas que vivem suas vidas nos tempos pós-castas do que eu.
General Leger juntou-se a mim ao lado da mesa e olhou para o arranjo extravagante.
— Eu não sei. As coisas não acabaram exatamente bem entre sua família e a dele.
— Eu lembro. Vividamente. Mas pode ser uma coisa boa eu aprender um pouco agora para quando chegar a minha hora.
O general sorriu para mim, sua face abrandando.
— Já é sua hora, Alteza. Tenha cuidado em quem confia, ok?
— Sim senhor.
Neena estava dando um pequeno chilique.
— Alguém precisa dizer a Mark para ele se apressar. Acabei de ganhar uma enorme promoção. Onde estão minhas flores?
— Talvez ele esteja planejando entregá-las pessoalmente. Muito mais romântico — apontei.
— Pffff! Da maneira que o menino trabalha? — ela disse com ceticismo. — Se todos no palácio morressem e eu, de alguma forma, me tornasse a rainha, ele provavelmente ainda não teria tempo extra. Ele é sempre tão ocupado.
Embora ela estivesse tentando fazer uma piada, eu podia sentir a sua tristeza.
— Mas ele ama trabalhar, certo?
— Oh, sim, ele gosta da sua pesquisa. Só é duro que ele esteja tão ocupado, e que esteja longe.
Não sei mais o que dizer sobre o assunto, por isso mudo a conversa de volta para o meu presente.
— Elas são um pouco demais, porém, você não acha?
— Acho que elas são perfeitas.
Balancei minha cabeça.
— De qualquer maneira, elas provavelmente devem ficar em outro lugar.
— Você não quer olhar para elas? — Neena questionou quando foi pegar o arranjo.
— Não. Eu preciso do espaço da mesa.
Ela deu de ombros e levantou cuidadosamente o arranjo para levá-lo para a sala. Sentei-me na mesa, tentando me concentrar. Eu tinha que me concentrar, se queria conquistar o meu povo. E era o que eu tinha que fazer – Ahren havia dito.
— Espere! — Minha voz foi um pouco mais alta do que eu pretendia, e Neena virou-se. — Coloque-as de volta onde estavam.
Ela fez uma careta para mim, mas trouxe tudo de volta para o mesmo lugar.
— O que a fez mudar de ideia?
Eu olhei para o buquê e passei os dedos por algumas das pétalas inferiores.
— Acabei de me lembrar que posso reinar e ainda gostar de flores.

29 comentários:

  1. Isso querida! continue descendo do salto que faz bem pra vc

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  2. Amexon, melhor casal ever! Ler esse capítulo me deu uma nostalgia em relação aos três primeiros livros <3 Maxon continua brincalhão hahaha

    -B.Bunny

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  3. — Acabei de me lembrar que posso reinar e ainda gostar de flores.
    KKKKKK

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  4. Oi Karina sua linda !!! Amando o livro, mto obrigada por postar !!
    Mas o capítulo 7 está dando erro :/

    Bjs

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  5. Não está intenso como a seleção. ..mas está bom.....Ka o que aconteceu? Sexta é sábado fiquei sem o blog. ...infartei. ...

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    1. Pois é... sexta-feira deu um erro, e ficamos funcionando no link inicial do blog.. bloglivroson-linee.blogspot.com
      Só sábado conseguimos voltar, e mesmo assim ficou dando uns erros estranhos de vez em quando...

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  6. Maxon e america sempre lindos super fofos juntos <3

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  7. Esses momentos Maxon e América... tudo de bom!!!

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  8. essa serie é surpreendedora realmente tenho que parabenizar a kiera cass!!!

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  9. kkkkk, achei de + esse capitulo kkkkkkkkkkkk
    ass: Bina.

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  10. aiii esse Marid nao sei nao, ele naopode virar marido!!
    acho que o Aspen lindo mais uma vez está certo...
    cuidado magrela!
    kk
    my

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  11. Esse Marid está querendo alguma coisa.
    Como conquistar a Eadyn se tornar seu marido e depois dar algum golpe.

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  12. Esse Marid chegou agora na história e já quer aparecer??

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  13. — Pai, parece que a morte deu um soco na sua cara.
    — Você deve ter puxado isso de mim também.
    — Pai!
    Morri!kkkkk
    Eadlyn não pode ficar com Marid ela tem que ficar com Kile! #TEAMKILE

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    1. Não. Nada a ver ela não pode mesmo fkr com ele. Ele acabou de aparecer na vida dela rs' E ele ainda sim é mais velho um poco exageradamente do q ela kkk'' #TEAMKILE kk''

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    2. Somos todas # teamKile

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    3. Então #teamKile

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  14. Pai, parece que a morte deu um soco na sua cara.
    so a eadyn

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  15. Que Determinação... Continue Lindaaa.. Amooooo kkkk''

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  16. #TeamKILE FOREVER putz se beijem logo
    Eu voto sim por mais capitulos com eles!
    #KiDlyn ♥♥

    Joana

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  17. afff nao aguento mais esse Madri nao
    Ele tem q ir enmbora.
    #TEMKILE

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  18. Meredith Schreave9 de julho de 2016 18:16

    #TeamKile
    ❤❤❤❤❤❤

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  19. Marid:/ ñ sei pq ñ gostei dele desde já ... Amexon ♡fofooos lindos casal perfeitooo amo!

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  20. Cara eles se gostam o kile e a Eady????olhe as conversas deles:o

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  21. Aff, estou começando a achar que Kile vai se tornar um Aspen, não estou gostando disso, sou teamkile!

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