14 de maio de 2016

Capítulo 2

Ela vem do nada
Só para me humilhar
Bananas ridículas

EU NÃO ERA MASSACRADO com tanta violência desde minha competição de guitarra com Chuck Berry em 1957.
Enquanto Cade e Mikey me chutavam, eu me encolhi para tentar proteger as costelas e a cabeça. A dor era intolerável. Eu vomitei e tremi. Apaguei e voltei a mim, com a visão cheia de manchas vermelhas. Quando meus agressores se cansaram dos chutes, bateram na minha cabeça com um saco de lixo, que estourou, me cobrindo de pó de café e cascas mofadas de frutas.
Eles enfim se afastaram, ofegantes. Então, mãos fortes me apalparam e pegaram minha carteira.
— Olha aqui — disse Cade. — Grana e identidade... Lester Papadopoulos.
Mikey riu.
— Lester? É ainda pior do que Apolo.
Toquei o nariz, e a sensação era de que ele estava do tamanho de um colchão de água, e com a mesma textura. Meus dedos ficaram manchados de vermelho.
— Sangue — murmurei. — Não é possível.
— É bem possível, Lester. — Cade se ajoelhou ao meu lado. — E pode haver mais num futuro próximo. Você quer explicar por que não tem cartão de crédito? Nem celular? Eu odiaria pensar que bati tanto em você por apenas cem dólares.
Olhei para o sangue nas pontas dos meus dedos. Eu era um deus. Não tinha sangue. Mesmo quando fui transformado em mortal antes, icor dourado ainda corria nas minhas veias. Eu nunca tinha sido tão... convertido. Devia ser algum erro. Um truque. Qualquer coisa.
Tentei me sentar.
Minha mão escorregou em uma casca de banana e eu caí de novo. Meus agressores morreram de rir.
— Eu adoro esse cara! — comentou Mikey.
— É, mas o chefe disse que ele ia estar cheio da grana — reclamou Cade.
— Chefe... — murmurei. — Chefe?
— Isso mesmo, Lester. — Cade deu um peteleco na minha cabeça. — O chefe mandou: “Vão até aquele beco. Vai ser moleza.” Ele disse que a gente tinha que dar uma dura em você e pegar o que tivesse. Mas isto — ele balançou o dinheiro embaixo do meu nariz — não é um pagamento decente.
Apesar da minha situação, senti uma onda de esperança. Se esses delinquentes foram enviados para me procurar, o “chefe” deles devia ser um deus. Nenhum mortal poderia saber que eu cairia naquele lugar específico da Terra. Talvez Cade e Mikey também não fossem humanos. Talvez fossem monstros ou espíritos habilmente disfarçados. Isso ao menos explicaria por que me deram aquela surra com tanta facilidade.
— Quem... quem é seu chefe? — Eu me esforcei para ficar de pé, pó de café caindo dos meus ombros. Estava tão tonto que me senti flutuando perto demais dos vapores do Caos primordial, mas tentei não deixar transparecer e mantive a pose. — Zeus mandou vocês? Ou talvez tenha sido Ares? Eu exijo uma audiência!
Mikey e Cade se olharam como quem diz: Dá pra acreditar nesse cara?
Cade pegou a faca.
— Você não se toca, né, Lester?
Mikey tirou o cinto, que não passava de uma corrente de bicicleta, e enrolou no punho. Decidi subjugá-los com meu canto. Eles podiam ter resistido aos meus punhos, mas nenhum mortal é capaz de resistir a minha voz dourada. Eu estava tentando decidir se cantaria “You Send Me” ou uma composição original, “Sou seu deus da poesia, baby”, quando uma voz gritou:
— EI!
Os delinquentes se viraram. Acima de nós, no patamar do segundo lance da escada de incêndio, havia uma garota de uns doze anos.
— Deixem ele em paz — ordenou ela.
A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi que Ártemis tinha vindo me ajudar. Minha irmã costumava aparecer na forma de uma garota de doze anos por motivos que nunca compreendi muito bem. Mas algo me disse que não era o caso.
A garota na escada de incêndio não inspirava exatamente medo. Era pequena e gorducha, com cabelo escuro e um corte meio bagunçado em forma de capacete, usando óculos com pedrinhas brilhantes nas hastes da armação preta estilo gatinho. Apesar do frio, ela não usava casaco. Sua roupa parecia ter sido escolhida por uma criança do jardim de infância: tênis vermelhos, meia-calça amarela e um tubinho verde. Talvez ela estivesse indo para uma festa à fantasia vestida de sinal de trânsito.
Ainda assim... havia alguma coisa feroz em sua expressão. A mesma expressão obstinada que minha ex-namorada, Cirene, tinha quando lutava com leões.
Mikey e Cade não pareceram impressionados.
— Some, garota — disse Mikey.
Ela bateu o pé e fez a escada de incêndio balançar.
— Meu beco. Minhas regras!
A voz anasalada e mandona fez parecer que ela estava chamando a atenção de um coleguinha em uma brincadeira de faz de conta.
— O que esse otário tiver é meu, inclusive o dinheiro! — vociferou ela.
— Por que todo mundo está me chamando de otário? — perguntei, com a voz fraca.
O comentário pareceu injusto, mesmo que eu estivesse arrebentado e coberto de lixo; mas ninguém prestou atenção em mim.
Cade olhou com raiva para a garota. O tom vermelho de seu cabelo pareceu escorrer para o rosto.
— Você só pode estar brincando. Some, pirralha! — Ele pegou uma maçã podre e jogou na direção dela.
A garota nem se mexeu. A fruta caiu aos pés dela e rolou inofensivamente até parar.
— Você quer brincar com comida? — Ela limpou o nariz. — Tudo bem.
Eu não a vi chutar a maçã, mas a fruta voou com precisão mortal e acertou o nariz de Cade, que caiu de bunda no chão.
Mikey rosnou. Foi na direção da escada de incêndio, mas uma casca de banana pareceu deslizar diretamente para o caminho dele, que escorregou e levou um baita tombo.
— AIII!
Eu me afastei dos delinquentes caídos. Considerei fugir correndo, mas mal conseguia mancar.
Também não queria ser agredido com frutas podres.
A garota saltou a grade. Pousou no chão com uma agilidade surpreendente e pegou um saco de lixo na caçamba.
— Para! — Cade se arrastou meio de lado, tentando se desviar da garota. — Vamos conversar!
Mikey gemeu e rolou até ficar de costas.
A garota fez beicinho. Os lábios dela estavam rachados. Ela tinha uma penugem nos cantos da boca.
— Não fui com a cara de vocês. É melhor irem embora.
— É! — disse Cade. — Claro! Só...
Ele esticou a mão para o dinheiro espalhado entre o pó de café.
A garota jogou um saco de lixo. No meio do percurso, o plástico estourou, lançando um número inestimável de cascas de banana podres, que derrubaram Cade no chão. Mikey foi coberto por tantas que parecia estar sendo atacado por estrelas-do-mar carnívoras.
— Saiam do meu beco — ordenou a garota. — Agora.
Na caçamba, mais sacos de lixo explodiram como pipoca, cobrindo Cade e Mikey de rabanetes, cascas de batata e outros vegetais em decomposição. Milagrosamente, nada caiu em mim. Apesar dos ferimentos, os dois delinquentes se levantaram e saíram correndo e gritando.
Eu me virei para minha pequena salvadora. Mulheres perigosas não eram novidade para mim. Minha irmã fazia chover flechas fatais. Minha madrasta, Hera, deixava os mortais tão loucos a ponto de fazerem picadinho uns dos outros. Mas essa garota de doze anos que controlava o lixo me deixou nervoso.
— Obrigado — arrisquei.
A garota cruzou os braços. Nos dedos do meio ela usava dois anéis iguais de ouro com sinetes de lua crescente. Os olhos brilhavam, escuros como os de um corvo. (Posso fazer essa comparação porque eu inventei os corvos.)
— Não me agradeça — disse ela. — Você ainda está no meu beco.
Ela deu uma volta completa ao meu redor, observando minha aparência como se eu fosse uma vaca premiada. (Também posso fazer essa comparação porque colecionava vacas premiadas.)
— Você é o deus Apolo?
Ela não pareceu muito impressionada. Também não pareceu surpresa com a ideia de um deus andando entre os mortais.
— Você estava ouvindo, então?
Ela assentiu.
— Você não parece um deus.
— Não estou no meu melhor momento — admiti. — Meu pai, Zeus, me exilou do Olimpo. E quem é você?
Ela exalava um cheiro leve de torta de maçã, o que era surpreendente, pois estava muito maltrapilha. Parte de mim queria encontrar uma toalha, limpar o rosto dela e lhe dar dinheiro para uma refeição quentinha. Outra parte queria afastá-la com uma cadeira caso ela decidisse me morder.
A garota me fazia lembrar os bichos de rua que minha irmã sempre adotava: cachorros, panteras, donzelas sem-teto, pequenos dragões.
— Meu nome é Meg — disse ela.
— Apelido de Mégara? Ou de Margaret?
— De Margaret. Mas nunca me chame de Margaret.
— E você é uma semideusa, Meg?
Ela ajeitou os óculos.
— Por que você acharia isso?
Mais uma vez, ela não pareceu surpresa com a pergunta. Senti que já tinha ouvido o termo semideus antes.
— Bem — falei —, está óbvio que tem algum poder. Você afugentou aqueles delinquentes com frutas podres. Talvez tenha o poder de banana-cinética? Ou será que consegue controlar o lixo? Eu conheci uma deusa romana, Cloacina, que cuidava do sistema de esgoto da cidade. Será que vocês são parentes...?
Meg fez beicinho. Tive a impressão de ter dito alguma coisa errada, embora não conseguisse imaginar o quê.
— Acho que só vou pegar seu dinheiro — disse ela. — Vai. Sai daqui.
— Não, espera! — O desespero transpareceu na minha voz. — Por favor, eu... Talvez precise de um pouco de ajuda.
Eu me senti ridículo, claro. Apolo, o deus da profecia, das pragas, da arqueria, da cura, da música e de várias outras coisas de que não conseguia me lembrar no momento, pedindo ajuda a uma pivetinha de roupa colorida. Mas eu não tinha mais ninguém. Se aquela criança decidisse levar meu dinheiro e me chutar para as ruas cruéis do inverno, acho que não poderia impedi-la.
— Digamos que eu acredite em você... — A voz de Meg assumiu um tom cantarolado, como se ela estivesse prestes a anunciar as regras do jogo: Eu vou ser a princesa, e você, a copeira. — Digamos que eu decida ajudar. E depois?
Boa pergunta, pensei.
— Nós... Nós estamos em Manhattan?
— Aham. — Ela rodopiou e deu um chute enquanto saltava no ar. — Em Hell’s Kitchen.
Parecia errado uma criança dizer Hell’s Kitchen, a cozinha do inferno. Mas também parecia errado uma criança morar em um beco e entrar em brigas com delinquentes.
Pensei em andar até o Empire State Building. Lá era o portal moderno para o Monte Olimpo, mas eu duvidava que os guardas fossem me deixar subir até o seiscentésimo andar secreto. Zeus não permitiria que fosse tão fácil.
Talvez eu pudesse encontrar meu velho amigo Quíron, o centauro. Ele tinha um acampamento de treinamento em Long Island. Podia me oferecer abrigo e orientação. Mas seria uma viagem perigosa. Um deus indefeso é um alvo atraente. Qualquer monstro no caminho me estriparia com prazer. Espíritos invejosos e deuses menores também poderiam aproveitar a oportunidade. E tinha o “chefe” misterioso de Cade e Mikey. Eu não fazia ideia de quem ele era, nem se tinha outros seguidores piores para enviar contra mim.
Mesmo que chegasse a Long Island, meus novos olhos mortais talvez não fossem capazes de encontrar o acampamento de Quíron em seu vale magicamente camuflado. Eu precisava de um guia para chegar até lá, alguém com experiência...
— Tive uma ideia. — Eu me empertiguei o máximo que os ferimentos permitiram. Não era fácil parecer confiante com o nariz sangrando e a roupa cheia de pó de café. — Sei de alguém que pode ajudar. Ele mora no Upper East Side. Me leve até ele e vou recompensá-la.
Meg fez um som que parecia algo entre um espirro e uma gargalhada.
— Me recompensar com o quê? — Ela fez uma dancinha e pegou notas de vinte dólares do lixo. — Já estou pegando todo o seu dinheiro.
— Ei!
Ela jogou a carteira para mim, agora vazia exceto pelo documento de motorista de Lester Papadopoulos.
— Peguei seu dinheiro, peguei seu dinheiro — cantarolou Meg.
Eu sufoquei um rosnado.
— Olha só, criança, eu não vou ser mortal para sempre. Um dia, vou voltar a ser um deus. E então vou recompensar aqueles que me ajudaram... e punir os que não ajudaram.
Ela colocou as mãos na cintura.
— Como você sabe o que vai acontecer? Já foi mortal antes?
— Para falar a verdade, sim. Duas vezes! Nas duas, minha punição só durou alguns anos, no máximo!
— Ah, é? E como voltou a ser todo deusístico ou sei lá o quê?
— A palavra deusístico não existe — observei, embora minhas sensibilidades poéticas já estivessem pensando em jeitos de usá-la. — Normalmente, Zeus exige que eu trabalhe como escravo para algum semideus importante. Esse cara do outro lado da cidade que mencionei, por exemplo. Ele seria perfeito! Faço as tarefas que meu novo mestre exigir por alguns anos. Desde que eu me comporte, recebo permissão para voltar ao Olimpo. Só preciso recuperar minha força e descobrir...
— Como você tem certeza de qual semideus?
Pisquei.
— O quê?
— A que semideus você deve servir, burro.
— Eu... hã. Bem, normalmente é óbvio. Dou de cara com eles sem querer. É por isso que quero ir para o Upper East Side. Meu novo mestre vai convocar meus serviços e...
— Sou Meg McCaffrey! — Ela fez uma careta. — E convoco seus serviços!
Um trovão ribombou no céu cinza. O som ecoou pelos desfiladeiros da cidade como uma gargalhada divina.
O que tinha sobrado do meu orgulho virou água gelada e escorreu para minhas meias.
— Eu pedi por isso, né?
— É! — Meg pulou sem parar com os tênis vermelhos. — Vamos nos divertir!
Com grande dificuldade, resisti à vontade de chorar.
— Você tem certeza de que não é Ártemis disfarçada?
— Eu sou aquela outra coisa — disse Meg, contando meu dinheiro. — A coisa que você disse antes. Uma semideusa.
— Como sabe?
— Simplesmente sei. — Ela me lançou um sorriso presunçoso. — E agora tenho um deus de companhia chamado Lester!
Olhei para os céus.
— Por favor, pai, já aprendi a lição. Por favor, não posso fazer isso!
Zeus não respondeu. Devia estar ocupado demais gravando minha humilhação para postar no Snapchat.
— Ânimo — disse Meg. — Quem era o cara que você queria ver, o do Upper East Side?
— Outro semideus. Ele sabe o caminho para um acampamento onde posso encontrar abrigo, orientação, comida...
— Comida? — As orelhas de Meg se ergueram quase como as pontas dos óculos estilo gatinho. — Comida boa?
— Bem, normalmente eu só como ambrosia, mas, é, acho que sim.
— Então essa é minha primeira ordem! Vamos encontrar esse cara que vai nos levar a esse tal acampamento!
Dei um suspiro infeliz. Seria uma servidão muito longa.
— Como você desejar — falei. — Vamos procurar Percy Jackson.

43 comentários:

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    1. Pensei a mesma coisa kkkk

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    2. Neh ahsuhaushuas Outro entendedor das referências aqui

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    3. Caraca tbm pensei nisso kkkkk

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    4. kaoskaoskoakos

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  2. Pandora Filha De Atena15 de maio de 2016 11:24

    Snapchat dos Deuses kkkk mijei guaraná

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  3. PQP Zeus tem Snapchat kkkkk Quero ver o Video do Apolo ..

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    1. Até Zeus tem Snapchat e eu não... ehauehuaheuheu

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    2. Até Zeus tem snapchat e eu não /RT Kkkkkkkkkkkkkkkk

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  4. KKKKKKKKK Zeuz tem um celular bom e eu n

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  5. ESPERO QUE ESSE LIVRO SEJA CORRIDO E N FIQUE NO ENROLATION

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  6. Gostei dessa garota! Provavelmente uma filha de Ares. E ela é bem diferente das outras meninas que o Rick Riordan criou. Ela é gordinha, pequena e usa óculos, bem diferente da Annabeth. É legal saber que ele quis inovar :)
    E no começo de todos os capítulos vai ter um Haikai do Apolo?

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    1. Sim... na verdade, eles são o título do capítulo

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  7. OMG, o Apolo vai encontrar o Percy *_*

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  8. Essa garotinha convocando apollo foi a cereja do bolo da trollada, a risada/trovão deixa isso mais que claro! HAHAHAHAHHAHAHA -Qes

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  9. Zeus não respondeu. Devia estar ocupado demais gravando minha humilhação para postar no Snapchat.
    Rachei o bico de rir nessa parte!!kkkkk

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  10. — Como você desejar — falei. — Vamos procurar Percy Jackson.
    Uruullll!!
    #saudades

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  11. Zeus não respondeu. Devia estar ocupado demais gravando minha humilhação para postar no Snapchat.
    Rindo até 2020, kkkkkkkkkkk, vlw pela postagem do livro Karina!

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  12. Respostas
    1. criança de Zeus3 de junho de 2016 08:09

      Será q a Meg é filha de Apollo?

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    2. Apolo controla frutas podres por acaso?

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  13. [•••] Talvez ela estivesse indo pra uma festa à fantasia vestida de sinal de trânsito.
    Kkkkkkkk. Zeus com snapchat?
    Apolo é o deus mais divertido com toda certeza

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  14. Zeus não respondeu. Devia estar ocupado demais gravando minha humilhação para postar no Snapchat.


    MORTA KKKKKKKKK

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  15. Zeus não respondeu. Devia estar ocupado demais gravando minha humilhação para postar no Snapchat.
    Morri! kkkkkk

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  16. ...meio inusitado e transparente transcorrem-se os incidentes continuemos com a leitura.

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  17. criança de Zeus3 de junho de 2016 08:08

    Papai com celular bom postando snep
    Apollo perguntando se Meg era Ártemis
    Morrendo de rir


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  18. Eu acredito que a Meg seja filha de Deméter. Pq ela fez aqueles paranue com fruta.
    "Nos dedos do meio ela usava dois anéis iguais de ouro com sinetes de lua crescente."
    Não é um símbolo de Deméter?
    slah..

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  19. Melhor de todos, Zeus tem snapchat. Preciso seguir ele,kkkkkk

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  20. Daredevil??? Punisher??? Elektra (T.T)??? Jessica Jones??? Luke Cage???

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  21. Zeus ,me passa seu snap ???

    Ass: Escritora

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  22. Abençoada imaginação de tio Rick... Fala serio Zeus com snep, nem eu tenho essas coisas tenho que mim controlar pra não acordar a vizinhança com minha risadas... hahahahahahaha

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  23. ``Ela vem do nada. Só para me humilhar``
    kkkkk
    estou só assistindo maninho

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  24. Será que eles vão se encontrar com o Daredevil As huesudas

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  25. "— Como você desejar — falei. — Vamos procurar Percy Jackson." o coração deu até uma parada

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  26. "Zeus não respondeu. Devia estar ocupado demais gravando minha humilhação para postar no Snapchat." morri KKKKKKKKKK

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  27. O que tinha sobrado do meu orgulho virou água gelada e escorreu para as minhas meias. É impressão minha ou Apollo fez xixi nas calças?

    Eu simplesmente amei a Meg e vou continuar a amar até o fim, mesmo se ela cometer alguma burrada.

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  28. filha de Poseidon e afrodite2 de outubro de 2016 18:26

    alguem disse PERCY JACKSON???? kkk gente coitado do apolo o zeus e mau

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Os comentários estão demorando alguns dias para serem aprovados... a situação será normalizada assim que possível. Boa leitura!