14 de maio de 2016

Capítulo 29

Sonhando com tochas
E um homem de roupa roxa
Mas fica pior

NUNCA PENSEI QUE UM lugar tão macabro me deixaria tão feliz.
Saímos do túnel e encontramos uma clareira cheia de ossos. A maioria era de animais da floresta, alguns pareciam humanos. Imaginei que tivéssemos encontrado o lixão dos myrmekos, e parecia que ali não havia coleta regular.
Ao redor havia árvores tão densas e emaranhadas que andar entre elas seria impossível. Os galhos se entrelaçavam em um domo de folhas que deixava entrar apenas filetes de luz do sol, não muito mais do que isso. Qualquer pessoa voando acima da floresta jamais teria percebido que esse espaço aberto existia embaixo da cobertura verde.
Em uma das extremidades havia uma fileira de objetos que lembravam o boneco joão-teimoso, seis casulos brancos presos em postes de madeira altos, ladeando um par de carvalhos enormes.
Cada árvore tinha pelo menos vinte e cinco metros de altura. Elas cresceram tão próximas uma da outra que os troncos grossos pareciam ter se fundido. A impressão era de que se estava olhando para portas vivas.
— É um portão — constatei. — Para o Bosque de Dodona.
As espadas de Meg encolheram e se transformaram novamente em anéis de ouro, que a menina colocou nos dedos do meio.
— Não estamos no bosque ainda?
— Não...
Eu me virei para o outro lado da clareira, para os picolés de casulos brancos. Estavam longe demais para que eu pudesse identificar com clareza seu conteúdo, mas alguma coisa neles pareceu familiar de um jeito cruel e indesejado. Eu queria chegar mais perto. Mas também queria ficar longe.
— Acho que isso é mais uma antecâmara — expliquei. — O bosque em si fica atrás daquelas árvores.
Meg olhou com cautela para o outro lado do campo.
— Não estou ouvindo nenhuma voz.
Era verdade. O bosque estava totalmente silencioso. As árvores pareciam prender a respiração.
— O bosque sabe que estamos aqui — especulei. — Está esperando para ver o que vamos fazer.
— É melhor a gente fazer alguma coisa, então.
Meg estava tão apreensiva quanto eu, mas saiu andando, esmagando ossos com os pés.
Eu desejei ter mais do que um arco, uma aljava vazia e uma voz rouca para me defender, mas fui atrás, tentando não tropeçar em caixas torácicas e chifres de cervos. Na metade do caminho, Meg expirou intensamente. Estava observando os postes dos dois lados do portão de árvore.
No começo não entendi o que estava vendo. Cada estaca era mais ou menos do tamanho da cruz que os romanos montavam ao longo das estradas para dar um recado para potenciais criminosos. (Pessoalmente, acho outdoors mais refinados.) A metade de cima de cada poste fora envolta em pedaços grossos de pano branco, e no topo de cada casulo havia uma forma parecida como uma cabeça humana.
Meu estômago deu um pulo. Eram cabeças humanas. Espalhados à nossa frente estavam os semideuses desaparecidos, todos bem amarrados. Petrificado, olhei fixamente para os casulos até discernir as leves expansões e contrações nos panos ao redor do peito deles. Ainda estavam respirando. Inconscientes, não mortos. Graças aos deuses.
À esquerda estavam três adolescentes que eu não conhecia, mas concluí que deviam ser Cecil, Ellis e Miranda. No lado direito havia um homem magro com pele cinza e cabelo branco, sem dúvida o deus gêiser Paulie. Ao lado dele estavam meus filhos... Austin e Kayla.
Eu tremia tanto que os ossos ao redor dos meus pés estalaram. Identifiquei o cheiro exalado pelos panos envolvendo os prisioneiros: enxofre, petróleo, cal e fogo líquido grego, a substância mais perigosa já criada. Fúria e nojo lutaram pelo direito de me fazer vomitar.
— Isso é monstruoso! — gritei. — Precisamos soltá-los agora mesmo.
— O q-que eles têm? — gaguejou Meg.
Não ousei colocar em palavras. Já tinha visto essa forma de execução uma vez, pelas mãos do Besta, e nunca mais queria ver de novo.
Corri até a estaca de Austin. Com toda a minha força, tentei empurrá-la, mas ela nem se mexeu. Estava afundada demais na terra. Puxei as amarras de tecido, mas o máximo que consegui foi encher as mãos de resina sulfurosa. O material era mais grudento e duro do que a gosma dos myrmekos.
— Meg, suas espadas! — gritei.
Eu não sabia se aquilo funcionaria, mas foi a única coisa em que consegui pensar.
E, então, de cima de nós veio um rosnado familiar.
Os galhos sacudiram. Pêssego, o karpos, caiu da copa das árvores e pousou com uma cambalhota aos pés de Meg. Ele parecia ter passado por maus bocados para chegar ali. Os braços tinham cortes pingando néctar de pêssego; as pernas estavam salpicadas de hematomas; a fralda estava perigosamente frouxa.
— Graças aos deuses! — falei. Essa não era minha reação habitual ao ver o espírito dos grãos, mas os dentes e as garras dele seriam perfeitos para libertar os semideuses. — Meg, ande! Mande seu amigo...
— Apolo — disse ela, apontando para o túnel de onde viemos. Sua voz estava pesada.
Os dois maiores humanos que eu já havia visto saíam do ninho das formigas. Usando armaduras de ouro, cada um devia ter mais de dois metros e mais de cem quilos de puro músculo. O cabelo louro brilhava. Aros com pedras cintilavam nas barbas. Eles carregavam um escudo oval e uma lança, apesar de muito provavelmente não precisarem de armas para matar alguém. Pareciam capazes de destruir balas de canhão com as próprias mãos.
Eu os reconheci pelas tatuagens e pelos desenhos circulares nos escudos. Esses guerreiros não eram fáceis de esquecer.
— Germânicos.
Instintivamente, parei na frente de Meg. Os guarda-costas imperiais de elite eram assassinos a sangue-frio na Roma Antiga, e eu duvidava que tivessem mudado ao longo dos anos.
Os dois homens me olharam com raiva. Tatuagens de serpente envolviam o pescoço, as mesmas exibidas pelos valentões que partiram para cima de mim em Nova York. Os guerreiros se afastaram, e o mestre deles saiu do túnel.
Nero não mudara muito em quase dois milênios. Parecia não ter mais de trinta anos, mas trinta anos difíceis, como o rosto abatido e a barriga estufada, resultado de inúmeras festas, comprovavam. A boca levava sempre uma expressão de desprezo. O cabelo encaracolado se prolongava até a barba, que cobria também o pescoço. O queixo era tão pequeno que fiquei tentado a fazer uma vaquinha virtual para comprar um maxilar melhor para ele.
Ele tentava compensar a feiura com um terno italiano caro de lã roxa, que combinava com uma camisa cinza aberta para exibir as correntes de ouro. Os sapatos eram de couro e feitos à mão, ou seja, não muito apropriados para andar em um formigueiro. Nero sempre teve gostos caros e nada práticos. Essa talvez fosse a única coisa que eu admirava nele.
— Imperador Nero — falei. — O Besta.
Seus lábios se repuxaram um pouco.
— Nero está bom. Que alegria ver você, meu honrado ancestral. Sinto muito por ter sido tão relaxado com minhas oferendas nos últimos milênios, mas — ele deu de ombros — não precisei de você. Eu me saí muito bem sozinho.
Meus punhos se fecharam. Queria acertar aquele imperador barrigudo com um raio de força ultrapotente, só que eu não tinha raios de força ultrapotentes. Não tinha flechas. Não tinha mais voz para cantar. Minhas armas contra Nero e seus guarda-costas enormes eram: um lenço brasileiro, um pacote de ambrosia e um sino de vento de metal.
— É a mim que você quer — falei. — Tire os semideuses dessas estacas. Deixe que vão embora com Meg. Eles não fizeram nada para você.
Nero riu.
— Vou ficar feliz em soltá-los quando chegarmos a um acordo. Quanto a Meg... — Ele sorriu para ela. — Como você está, minha querida?
Meg não disse nada. O rosto dela estava duro e cinzento como o do deus do gêiser. Aos pés dela, Pêssego rosnou e balançou as asas folhosas.
Um dos guardas de Nero disse alguma coisa no ouvido dele.
O imperador assentiu.
— Em breve.
Ele voltou a atenção para mim.
— Mas onde estão meus modos? Permita-me apresentar meu braço direito, Vincius, e meu braço esquerdo, Garius.
Os guarda-costas apontaram um para o outro.
— Ah, desculpem — corrigiu Nero. — Meu braço direito, Garius, e meu braço esquerdo, Vincius. Essas são as versões romanizadas dos nomes batavos deles, que não consigo pronunciar. Normalmente, só os chamo de Vince e Gary. Digam oi, rapazes.
Vince e Gary me olharam de cara feia.
— Eles têm tatuagens de serpente — observei —, como aqueles delinquentes que você mandou para me atacar.
Nero deu de ombros.
— Eu tenho muitos servos. Cade e Mikey são pivetinhos sem importância. O único trabalho deles era dar um sacode em você, dar boas-vindas à minha cidade.
— Sua cidade. — Era a cara de Nero ir tomando para si metrópoles que claramente pertenciam a mim. — E esses dois cavalheiros... eles são germânicos mesmo? Como?
Nero fez um som de latido que veio do fundo do nariz. Eu tinha esquecido o quanto odiava a gargalhada dele.
— Lorde Apolo, me poupe — disse ele. — Mesmo antes de Gaia tomar as Portas da Morte, almas escapavam de Erebos o tempo todo. Foi fácil um imperador-deus como eu convocar meus seguidores.
— Imperador-deus? — grunhi. — Prefiro um ex-imperador com delírios de grandeza.
Nero arqueou as sobrancelhas.
— O que fez de você um deus, Apolo... na época que você era um? Não foi o poder do seu nome, seu poder sobre os que acreditavam em você? Eu não sou diferente. — Ele olhou para a esquerda. — Vince, se jogue na sua lança, por favor.
Sem hesitação, Vince colocou a extremidade da lança no chão e encostou a ponta embaixo da caixa torácica.
— Pare — disse Nero. — Mudei de ideia.
Vince não demonstrou alívio. Na verdade, os olhos dele se apertaram com uma leve decepção. Ele colocou a lança novamente ao lado do corpo.
Nero sorriu para mim.
— Está vendo? Tenho poder de vida e morte sobre meus adoradores, como qualquer deus decente deveria ter.
Senti como se tivesse engolido cápsulas de gel com larvas dentro.
— Os germânicos sempre foram malucos, assim como você.
Nero colocou a mão no peito.
— Que ultraje! Meus amigos bárbaros são súditos leais da dinastia juliana! E, claro, somos todos seus descendentes, lorde Apolo.
Eu não precisava do lembrete. Tinha muito orgulho do meu filho Otaviano, mais tarde César Augusto. Depois da morte dele, seus descendentes foram ficando cada vez mais arrogantes e instáveis (isso só podia vir do DNA mortal deles; eles não herdaram essas qualidades de mim). Nero foi o último da linhagem juliana. Eu não chorei quando ele morreu. Agora, aqui estava ele, tão grotesco e sem queixo como sempre.
— O q-que você quer, Nero? — perguntou Meg, do meu lado.
Ela estava frente a frente com o homem que matou seu pai e mesmo assim parecia incrivelmente calma. Fiquei agradecido pela força dela. Isso me deu esperanças de ter uma dimaquera habilidosa e um bebê pêssego voraz ao meu lado. Mesmo assim, nossas chances de derrotar os dois germânicos eram bem pequenas.
Os olhos de Nero brilharam.
— Direto ao ponto. Eu sempre admirei isso em você, Meg. Na verdade, é bem simples. Você e Apolo vão abrir o portão de Dodona para mim. Depois, esses seis — ele indicou os prisioneiros nas estacas — serão libertados.
Eu balancei a cabeça.
— Você vai destruir o bosque. Depois, vai nos matar.
O imperador deu aquele latido horrível de novo.
— Só se você me obrigar, ora. Sou um imperador-deus razoável, Apolo! É claro que adoraria ter o Bosque de Dodona sob meu controle, mas, se não for possível, não permitirei que você o use. Você teve a chance de ser guardião dos oráculos, mas falhou absurdamente. Agora, é minha responsabilidade. Minha... e dos meus parceiros.
— Os dois outros imperadores — falei. — Quem são eles?
Nero deu de ombros.
— Bons romanos. Homens que, como eu, têm força de vontade para fazer o que é necessário.
— Triunviratos nunca deram certo. Eles sempre levam a uma guerra civil.
Ele sorriu como se a ideia não o incomodasse.
— Nós três chegamos a um acordo. Dividimos o novo império... que é como chamamos a América do Norte. Quando tivermos os oráculos, vamos expandir nosso reinado e colocar em prática uma especialidade dos romanos: conquistar o mundo.
Eu apenas o encarei, atônito.
— Você realmente não aprendeu nada com seu reinado anterior — falei.
— Ah, é claro que aprendi! Tive séculos para refletir, planejar e me preparar. Você tem alguma ideia de como é irritante ser um imperador-deus, sem poder morrer, mas incapaz de viver integralmente? Houve um período de uns trezentos anos durante a Idade Média em que meu nome quase foi esquecido. Eu era pouco mais que uma miragem! Graças aos deuses pela Renascença, quando nossa grandiosidade clássica foi venerada. E depois, veio a internet. Deuses, eu amo a internet! É impossível ser esquecido agora. A Wikipédia me fez imortal!
Eu fiz uma careta. Estava totalmente convencido da insanidade de Nero. Além do mais, a Wikipédia sempre exibia coisas erradas sobre mim.
Ele virou as palmas das mãos para cima.
— Eu sei, eu sei, você acha que sou maluco. Eu poderia explicar meus planos e provar o contrário, mas tenho muita coisa para fazer hoje. Preciso que você e Meg abram esse portão. Eu já fiz de tudo e não tive sucesso, mas, juntos, vocês dois vão conseguir. Apolo, você tem afinidade com oráculos. Meg tem jeito com árvores. Andem logo. Por favor e obrigado.
— Nós preferimos morrer, então — declarei. — Não é, Meg?
Não houve resposta.
Olhei para ela. Um filete prateado cintilou em sua bochecha. Achei que uma das pedras dos óculos tivesse derretido, mas então percebi que ela estava chorando.
— Meg?
Nero juntou as mãos.
— Ah, caramba. Parece que tivemos um probleminha de comunicação. Sabe, Apolo, foi Meg quem trouxe você aqui, porque eu pedi. Muito bem, minha linda.
Meg secou o rosto.
— Eu... eu não queria...
Meu coração se encolheu até ficar do tamanho de uma pedrinha.
— Meg, não. Não consigo acreditar...
Estiquei a mão para ela. Pêssego rosnou e se colocou entre nós. Eu me dei conta de que o karpos não estava ali para nos proteger de Nero. Ele estava defendendo Meg de mim.
— Meg — falei. — Esse homem matou seu pai! Ele é um assassino!
Ela olhou para baixo. Quando falou, a voz saiu mais sofrida do que a minha quando cantei no formigueiro.
— Besta matou meu pai. Este é Nero. Ele é... ele é meu padrasto.
Eu ainda estava tentando assimilar esta última informação quando Nero abriu os braços.
— Isso mesmo, minha querida — disse ele. — E você fez um trabalho maravilhoso. Vem dar um abraço no papai.

37 comentários:

  1. Imaginei q ela era do Mal quando ela comecou a se sentir culpada e se desculpando sem motivo aparente.. E queria contar algo a ele..

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  2. Se ela morrer o Apolo sera cozido por um geiser? Pq eu qro que essa maldita filha de Demeter morra. Acho que ela tem sangue de Hera nas veias. Nao eh possível!

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  3. florzinha indelicada18 de maio de 2016 18:13

    fiquei rosa chiclete amiga q falciane ta pior que as meninas da minha escola devia ganhar o oscar de melhor atriz coadjuvante

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  4. Eu, vou estrangular a Meg, é sério.

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  5. Estou sem comentários!!!

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  6. NNNNOOOOOO! Por quê Meg, por quê?

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  7. To pedrificada com isso. Socorro

    Ems

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  8. MEUS deus Meg sempre confiei em você desde o começo

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  9. Como uma traidora ousou entrar no grandioso apartamento dos Jackson, estar na presença do meu Percy? Acho bom ele se arrepender! Nada me irrita mais em um livro e na vida, do que Falsianes.

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    1. Bom a silena e o luke tbm ja estiveram em frente ao percy...so disse para mostrar q a meg ñ é a unica e tals...

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    2. A Silena e o Luke tiveram uma razão boa pra tudo
      A Meg pode ter tbm!

      (esse é o pensamento que ainda me faz fã dela)

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  10. Meg?? Pqq mano? Po*** eu tava confiando em vc cara! Decepcionei mano

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  11. Comecei a desconfiar mas eu não tô raiva dela só peninha

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    1. Eu também não estou com raiva dela, desconfiei dela desde que falou que o padrasto ensinou ela a lutar... eu acho que ainda tem muita coisa pra ela dizer, é mais pena mesmo...

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  12. Viu é por essas e outras que eu prefiro a Rachel...

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  13. Morrendo de vontade de bater nessa Meg. Que falsa!!! Fazendo o nosso pobre Apolo sofrer...

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  14. Affs, odeio quando eu me apego a um personagem e eu descubro q ele é do mal!
    Já foi o Luke
    Já foi a Silena
    Agora a Meg????????
    Assim eu não aguento 😠

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  15. ayra filha de apolo14 de junho de 2016 23:08

    meg como vc pode fazer isso com meu papis vou de espancar

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  16. EU TO CHORANDO AQ CARA! ISSO N SE FAZ!!!

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  17. CARA MEG E SERIO ISSO AAAAAAAAH

    na vdd comecei a desconfiar dela quando ela n queria falar do padrasto

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  18. Mais um luke da vida nãão
    vouy morrer

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  19. Parem ela não é do mal! Ela se arrependeu e muito provavelmente o Nero fez alguma chantagem emocional com ela.
    É uma suposição mas não falem mal dela😢

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  20. filha da puta
    sorry demeter

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  21. Rachel elizabeth dare14 de julho de 2016 09:29

    Ah nao ah nao eu nao acredíto! !!! Outro primeiro foi luke depois silenao agora meg essa traidora:<

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  22. tava bom demais pra ser vdd, isso me diverte mt!

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  23. Uma semideusa jovem19 de julho de 2016 20:08

    Outra decepção�� Tio Rick gosta de fazer traidores apaixonantes (Luke,Silena...Meg)
    Tô pretérita com essa revelação! Foi por isso que ela pediu desculpas, pq Apollo arriscou a vida por uma traidora #AíMeuCore tem um olho na minha lágrima

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  24. Fernanda: A Filha de Hades27 de julho de 2016 16:26

    Morrendo...
    Não acho que Meg seja ruim!!! Só estava deseperada por afeto quando nero(Não merece letra maiúscula) a achou, e "cuidou" dela ... Daí quando ela tentou sair ele a ameaçou...
    (Eu acho... Minha opinião.) Não terminei o livro ... Estou na mesma q vcs...

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  25. Fernanda: A Filha de Hades27 de julho de 2016 16:26

    Quem concorda?

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  26. Caçadora de Sombras20 de setembro de 2016 00:05

    Nao acho que ela seja má, talvez tivesse um motivo muito maior por tras dessa atuação toda, mas aí só lendo pra saber, e é o que eu vou fazer!!!

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  27. filha de Poseidon e afrodite5 de outubro de 2016 07:35

    sabia nunca gostei dessa fdp

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  28. Não tenho nem um pouco de raiva assim assim como Luke e Silena ela reconheceu o erro por tanto se desculpo ainda adoro ela

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  29. Caled, filho de Himeneu22 de outubro de 2016 21:19

    Isso era meio óbvio, não?
    Uma garota estranha aparece do nada e força a barra para estarem juntos.. só alguém muito lerdo não perceberia que ela era uma traidora..
    E traidores devem morrer!!!
    .
    Caled, filho de Himeneu

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