14 de maio de 2016

Capítulo 27

Peço desculpas
Por quase tudo que fiz
É, sou bem legal

— ACORDE — DISSE UMA VOZ.
Abri os olhos e vi um fantasma, um rosto tão precioso para mim quanto o de Dafne. Eu conhecia a pele de cobre, o sorriso gentil, os cachos escuros e os olhos roxos como togas senatoriais.
— Jacinto — solucei. — Lamento tanto...
A luz do sol que iluminava seu rosto revelava o machucado horrível acima da orelha esquerda, onde o disco o acertou. Meu rosto ferido latejou em solidariedade.
— Procure nas cavernas — disse ele. — Perto das fontes azuis. Ah, Apolo... sua sanidade vai ser roubada, mas não...
A imagem dele foi esmaecendo e começou a se afastar. Eu me levantei do leito. Corri atrás dele e o segurei pelos ombros.
— Não o quê? Por favor, não me deixe de novo!
Minha visão clareou. Eu me vi na janela do chalé 7, segurando um vaso de cerâmica cheio de jacintos roxos e vermelhos. Ali perto, com expressão preocupada, Will e Nico pareciam prontos para me segurar.
— Ele está falando com as flores — observou Nico. — Isso é normal?
— Apolo — disse Will —, você teve uma concussão. Eu curei você, mas...
— Esses jacintos... — falei. — Eles sempre estiveram aqui?
Will franziu a testa.
— Sinceramente, não sei de onde vieram, mas... — Ele tirou o vaso das minhas mãos e o colocou de volta no parapeito da janela. — Vamos nos preocupar com você, tudo bem?
Em outras épocas, esse seria um conselho excelente, mas, agora, eu só conseguia me perguntar se os jacintos eram algum tipo de mensagem. Como era cruel olhar para eles... as flores que criei em homenagem ao meu amor extinto, manchadas de vermelho como o sangue dele ou em tons de violeta como seus olhos. Elas floresciam com tanta graciosidade que me lembravam da alegria que perdi.
Nico botou a mão no ombro de Will.
— Apolo, estávamos preocupados. Will, principalmente.
Vê-los juntos, apoiando um ao outro, fez meu coração pesar ainda mais. Durante meu delírio, meus dois grandes amores me visitaram. Agora, mais uma vez, eu estava arrasadoramente sozinho.
Mesmo assim, eu tinha uma tarefa para realizar. Uma amiga precisava da minha ajuda.
— Meg está com problemas — falei. — Quanto tempo fiquei inconsciente?
Will e Nico se entreolharam.
— Bom, é meio-dia agora, mais ou menos — disse Will. — Você apareceu no gramado por volta das seis da manhã. Como Meg não voltou com você, íamos procurá-la na floresta, mas Quíron não deixou.
— E fez muito bem — afirmei. — Não vou permitir que mais ninguém se arrisque entrando lá. Mas tenho que me apressar. Meg tem no máximo até esta noite.
— Senão, o que acontece? — perguntou Nico.
Eu não conseguia dizer. Não conseguia nem pensar naquela possibilidade sem perder a coragem.
Olhei para baixo. Fora o lenço com a bandeira brasileira que Paulo me dera e meu colar de corda de ukulele, eu trajava apenas cueca. Minhas banhas estavam expostas para todo mundo ver, mas eu não ligava mais para isso. (Bom, não muito, pelo menos.)
— Tenho que me vestir — decretei.
Cambaleei até o colchão. Dei uma olhada em meus poucos pertences e encontrei a camiseta do Led Zeppelin de Percy Jackson. Eu a vesti. Parecia mais apropriada do que nunca.
Will se aproximou.
— Olha, Apolo, acho que você ainda não está cem por cento.
— Eu vou ficar bem — falei, vestindo a calça jeans. — Tenho que salvar Meg.
— Nos deixe ajudar — pediu Nico. — Se você me disser onde ela está, posso viajar pelas sombras...
— Não! — cortei. — Você tem que ficar aqui e proteger o acampamento.
A expressão de Will me lembrou muito a mãe dele, Naomi; aquele olhar enérgico que ela fazia logo antes de entrar no palco.
— Proteger o acampamento do quê?
— Eu... eu não sei direito. Vocês precisam dizer para Quíron que os imperadores voltaram. Ou melhor, que nunca foram embora. Eles estão tramando e se preparando há séculos.
Os olhos de Nico brilharam com cautela.
— Quando você diz imperadores...
— Estou falando dos romanos.
Will deu um passo para trás.
— Você está dizendo que os imperadores da Roma antiga estão vivos? Como? As Portas da Morte?
— Não. — O gosto de bile na boca tornava difícil falar. — Os imperadores fizeram deles próprios deuses. Tinham templos e altares. Encorajaram as pessoas a adorá-los.
— Mas isso era só marketing — disse Nico. — Eles não eram divindades reais.
Eu ri com tristeza.
— Deuses são sustentados por adoração, filho de Hades. Eles continuam a existir por causa das lembranças coletivas de uma cultura. É assim com os olimpianos, também é assim com os imperadores. De alguma forma, os mais poderosos deles sobreviveram. Todos esses séculos, eles se agarraram a uma meia-vida, se escondendo, esperando para retomar o poder.
Will balançou a cabeça.
— Isso é impossível! Como...?
— Eu não sei! — Tentei respirar com calma. — Diga para Rachel que os homens por trás da Triunvirato S.A. são antigos imperadores de Roma. Eles estão planejando nos destruir todo esse tempo, e nós, deuses, estávamos cegos. Cegos.
Coloquei o casaco. A ambrosia que Nico me dera ontem ainda estava no bolso esquerdo. No bolso direito, os sinos de vento de Reia tilintaram, embora eu não fizesse ideia de como tivessem ido parar lá.
— Besta está planejando algum tipo de ataque ao acampamento — contei. — Não sei como nem quando, mas digam para Quíron que vocês têm que estar preparados. Agora preciso partir.
— Espere! — gritou Will quando cheguei à porta. — Quem é Besta? Com qual imperador estamos lidando?
— Com o pior dos meus descendentes. — Meus dedos apertaram o batente da porta. — Os cristãos o chamavam de Besta porque ele os queimou vivos. Nosso inimigo é o imperador Nero.

* * *

Eles devem ter ficado atordoados demais para irem atrás de mim.
Eu corri para o arsenal. Vários campistas me olharam de um jeito estranho. Alguns me chamaram e ofereceram ajuda, mas ignorei todos. Só conseguia pensar em Meg sozinha na toca dos myrmekos e nas visões que tive de Dafne, Reia e Jacinto, todos me pedindo para seguir em frente, me dizendo para fazer o impossível em minha nova forma mortal inadequada.
Parei em frente à estante de arcos. Com a mão trêmula, peguei a arma que Meg tentara me dar no dia anterior. Era entalhada em madeira de loureiro. A ironia amarga não passou despercebida.
Eu tinha jurado não usar um arco até ser deus novamente. Mas também tinha jurado não tocar música, e já havia quebrado essa parte do juramento da forma mais vulgar e mais Neil Diamond possível.
A maldição do Rio Estige podia até me matar de um jeito lento e canceroso, ou Zeus podia acabar comigo a qualquer momento, mas meu juramento de salvar Meg McCaffrey precisava vir em primeiro lugar.
Ergui o rosto para o céu.
— Se você quer me punir, pai, fique à vontade, mas seja corajoso e machuque só a mim, não minha companheira mortal. SEJA HOMEM!
Para minha surpresa, os céus ficaram silenciosos. Um relâmpago não me vaporizou. Talvez Zeus estivesse surpreso demais para fazer alguma coisa, mas eu sabia que ele jamais deixaria passar despercebido um insulto desses.
Ao Tártaro com ele! Eu tinha um trabalho a fazer.
Peguei uma aljava e enfiei dentro todas as flechas que consegui encontrar. Em seguida, corri para a floresta, com os dois anéis de Meg balançando no colar improvisado. Tarde demais, percebi que esquecera meu ukulele de combate, mas eu não tinha tempo de voltar. Minha voz teria que bastar.
Não sei bem como encontrei o ninho.
Talvez a floresta simplesmente tenha me deixado chegar lá, sabendo que eu estava marchando em direção à morte. Descobri que quando se está procurando perigo, nunca é difícil encontrar.
Em pouco tempo eu já estava agachado atrás de uma árvore caída, observando a toca dos myrmekos na clareira à frente. Chamar o lugar de formigueiro seria o mesmo que chamar o Palácio de Versalhes de casinha de sapê. Muralhas de terra subiam quase até o topo das árvores ao redor, de pelo menos trinta metros. O lugar podia muito bem acomodar um hipódromo romano. Soldados e drones entravam e saíam do monte num fluxo regular. Alguns carregavam árvores caídas. Um, inexplicavelmente, estava arrastando um Chevy Impala 1967.
Quantas formigas eu teria que enfrentar? Não fazia ideia. Depois que você chega ao número impossível, não faz mais sentido contar.
Eu prendi uma flecha no arco e entrei na clareira.
Quando o myrmeko mais próximo me viu, largou o Chevy. Ficou observando eu me aproximar, com as antenas balançando. Eu o ignorei e passei direto, a caminho do túnel mais próximo. Isso o deixou ainda mais confuso.
Várias outras formigas se reuniram para olhar.
Aprendi que se você age naturalmente, como se não devesse nada a ninguém, a maioria das pessoas (ou das formigas) não vai arranjar problema. Agir com confiança nunca foi uma questão para mim. Deuses podem fazer o que quiserem. Isso era um pouco mais difícil para Lester Papadopoulos, adolescente desmiolado que era, mas consegui chegar até o ninho sem ser desafiado.
Entrei e comecei a cantar.
Dessa vez, não precisei de ukulele. Não precisei de musa para servir de inspiração. Eu me lembrei do rosto de Dafne nas árvores. Eu me lembrei de Jacinto se afastando, com o ferimento mortal brilhando na cabeça. Minha voz se encheu de sofrimento. Cantei sobre corações partidos. Em vez de sucumbir ao meu próprio desespero, eu o arranquei do peito e o expus.
Os túneis amplificaram minha voz, propagando-a pelo ninho, tornando o formigueiro meu instrumento.
Cada vez que eu passava por uma formiga, ela encolhia as pernas e encostava a cabeça no chão, com as antenas tremendo por causa das vibrações da minha voz.
Se eu fosse um deus, a música teria tido ainda mais impacto, mas isso bastava. Fiquei impressionado com o tamanho da dor que a voz humana podia transmitir.
Eu me enfiei mais fundo no formigueiro. Não fazia ideia de para onde estava indo até ver um gerânio florescendo no chão do túnel.
Minha música hesitou.
Meg. Ela devia ter recuperado a consciência e largado uma das sementes para deixar uma trilha para mim. As flores roxas do gerânio seguiam um túnel menor à esquerda.
— Garota esperta — falei, escolhendo o caminho indicado por ela.
Um estalo chamou minha atenção; um myrmeko devia estar se aproximando.
Eu me virei e levantei o arco. Liberado do encantamento da minha voz, o inseto atacou, com a boca espumando de ácido. Eu puxei a flecha e disparei. A flecha entrou quase por completo na testa da formiga.
A criatura caiu, com as patas de trás dando seus espasmos finais antes de pararem de se mexer por completo. Tentei recuperar a flecha, mas o cabo se partiu na minha mão, com a ponta quebrada coberta de gosma fumegante. É, não ia dar para reaproveitar munição.
— MEG! — gritei.
A única resposta que recebi foram mais formigas gigantes vindo em minha direção. Comecei a cantar de novo. Mas, agora, eu tinha mais esperanças de encontrar Meg, o que tornou difícil incorporar a quantidade adequada de melancolia. A nova leva de formigas não estava mais catatônica. Elas se moviam com lentidão e irregularidade, mas atacaram mesmo assim. Fui forçado a disparar em uma atrás da outra.
Passei por uma caverna cheia de tesouros cintilantes, mas não estava interessado em coisas brilhantes no momento. Fui em frente.
Na interseção seguinte, outro gerânio surgia do chão, com as flores viradas para a direita. Segui o caminho indicado e chamei por Meg de novo, voltando a cantar.
Conforme meu ânimo melhorava, a música ficava cada vez menos eficiente, e as formigas, cada vez mais agressivas. Depois de mais de dez mortes, minha aljava estava ficando perigosamente leve.
Eu precisava buscar nas profundezas da alma o desespero em sua forma mais pura. Tinha que cantar a melancolia das boas.
Pela primeira vez em quatro mil anos, cantei sobre meus próprios defeitos.
Despejei minha culpa pela morte de Dafne. Minha vaidade, meu ciúme e meu desejo provocaram sua destruição. Quando ela fugiu, eu devia ter aceitado. Mas a persegui sem parar, e não me daria por satisfeito até tê-la só para mim. Por causa disso, deixei Dafne sem escolha. Para se ver livre de vez, ela sacrificou a própria vida e virou uma árvore, marcando meu coração para sempre...
Mas foi culpa minha. Eu pedi desculpas na música. Implorei pelo perdão de Dafne.
Cantei sobre Jacinto, o mais bonito dos homens. O Vento Oeste, Zéfiro, também o amava, mas eu me recusei a compartilhá-lo com mais alguém. No meu ciúme, ameacei Zéfiro. Eu o desafiei, desafiei-o a interferir.
Cantei sobre o dia em que Jacinto e eu jogávamos discos nos campos e que o Vento Oeste soprou meu disco para fora da rota, indo parar bem na lateral da cabeça de Jacinto.
Para deixar Jacinto sob a luz do sol, onde era o lugar dele, fiz brotarem flores de seu sangue. Botei a culpa em Zéfiro, mas minha ganância mesquinha provocou a morte de Jacinto. Eu despejei minha dor. Assumi toda a culpa.
Cantei sobre meus fracassos, meu eterno coração partido, minha solidão. Eu era o pior dos deuses, dominado pela culpa, disperso. Não conseguia me comprometer com ninguém. Não conseguia escolher nem de que queria ser deus. Ficava mudando de uma habilidade para outra, distraído e insatisfeito.
Minha vida dourada era uma fraude. Minha indiferença era fingimento. Meu coração era um pedaço de madeira petrificada.
Ao meu redor, os myrmekos desabaram. O ninho em si tremeu de dor.
Encontrei um terceiro gerânio, e depois um quarto.
Finalmente, numa pausa entre estrofes, ouvi uma voz baixinha logo à frente: o som de uma garota chorando.
— Meg!
Desisti da música e corri.
Ela estava deitada no meio de uma caverna que funcionava como despensa de comida, como eu havia imaginado. Ao redor dela havia carcaças de animais empilhadas (vacas, cervos, cavalos), todas envoltas em uma gosma endurecida e apodrecendo lentamente. O cheiro acertou meus dutos nasais como se fosse uma avalanche.
Meg também estava imobilizada pela gosma, mas lutava para se libertar usando o poder dos gerânios. Ramos de folhas surgiam das partes mais finas do casulo; uma gola de flores deixava o muco longe do rosto dela. Ela até conseguira soltar um dos braços graças a uma explosão de gerânios rosa no sovaco esquerdo.
Os olhos dela estavam inchados de tanto chorar. Supus que estivesse com medo, talvez até sentindo dor, mas, quando me ajoelhei ao lado dela, suas primeiras palavras foram:
— Me desculpe.
Eu afastei uma lágrima da ponta do nariz dela.
— Por quê, querida Meg? Você não fez nada de errado. Fui eu que falhei com você.
Um soluço ficou preso na garganta dela.
— Você não entende. Aquela música que você estava cantando. Ah, deuses... Apolo, se eu soubesse...
— Shhh, pare com isso. — Eu mal conseguia falar, tamanha era a dor na garganta. A música quase destruíra minha voz. — Você só está reagindo à dor exposta na música. Vamos tirar você daqui.
Eu estava pensando em como faria isso quando os olhos de Meg se arregalaram. Ela soltou um choramingo.
Os pelos da minha nuca se eriçaram.
— Tem formigas atrás de mim, não tem? — perguntei.
Ela fez que sim.
Eu me virei no momento em que quatro delas entraram na caverna. Levei a mão à aljava. Só tinha uma flecha.

32 comentários:

  1. E Zefiro tb se pune pela morte de Jacinto. Dois deuses chorando eternamente por um mortal.

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    1. Kkkkkkkkkkkkk ai cara

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    2. O Cupido foi o único que ficou bem nas historias
      Na primeira vez ele se vingou de Apolo
      Na segunda ele ganhou um servo

      Eu estou começando a nutrir um ódio verdadeiro sobre ele

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    3. Depois do que ele fez com o Nico, já odiava. Agora é cada vez pior

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  2. Ela pediu desculpas...ah não, não, não, não me diga que...por favor, mais uma não. Ela não pode...Droga! Ah Pelo Anjo!

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    1. To mais lerda q o percy agora .-.

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    2. Caçadora de Sombras19 de setembro de 2016 23:24

      Juro q li seu comentario umas tres vezes pra poder entender kkkkk

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    3. Eu continuei sem entender... Acho que minha memória secou, vou ter que reler HDO. Tenho a nítida impressão de que tem haver com essa coleção.

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    1. Ela devia ter respondido: eu ñ sou sua querida! Ñ pera...

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  4. Isso que a Meg falou pedindo desculpas espero que ela não seja uma traidora ou Sla pq eu não aguentaria

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  5. Marina Atlântida.29 de maio de 2016 14:40

    Finalmente ele admitiu que é um Deus ruim!
    Glória a "Zeus"!🙏🙏🙏
    ASS: Caçadora de Ártemis/Filha de Poseidon.

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  6. Luiza, filha de Hades31 de maio de 2016 22:47

    Owwnnn eu acho que também chorei! "É impressionante como a voz humana consegue passar tanta dor". É Apolo, você não faz ideia...

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  7. Ergui o rosto para o céu.
    — Se você quer me punir, pai, fique à vontade, mas seja corajoso e machuque só a mim, não "MINHA COMPANHEIRA" mortal. SEJA HOMEM!

    Esse Apolo... ♡♡♡

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  8. Chevy Impala....oh God tio Rick se supera!

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    1. Super Kawaii Jenni-sama desu ne28 de agosto de 2016 09:06

      Vdd mlr, dei até um gritinho aqui com essa referência
      Possivelmente Supernatural ♥♥♥♥

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  9. Dei uma de capitão america e manjei das referências. Chevy Impala 67 ❤SPN

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  10. Rata de Biblioteca13 de junho de 2016 17:51

    Acho que tem um olho na minha lagrima :')

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  11. Mano eu chorei agora com Apolo falando dos defeitos dele.
    E a Meg pedindo desculpas? Pfv q ela não seja a espiã!!!

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  12. "Um, inexplicavelmente, estava arrastando um Chevy Impala 1967." DEAN PEGARAM A BABY

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  13. Eu shippo Melester. Meg e Lester. Pq eu acho q Meg e Apolo ñ daria certo. MELESTER forever.

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  14. mesmo que tio Rick não tenha escritos as musicas que Apolo cantou só as descrições delas já mim levaram as lagrimas... T-T

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  15. Uma semideusa jovem19 de julho de 2016 19:01

    Gostei desse lado sentimental de Apollo. Esse Jacinto devia ser muito gato hein, conquistou o amor de dois deuses 👏👏👏👏 parabéns pra vc Jacinto.


    Tô chocada com a descoberta de que os imperadores romanos nunca morreram. Nero foi a pior pessoa que já ouvi falar

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    1. Os romanos acham que Nero é ruim porque não conhecem o Temer.😂😂😂(estou brincando).

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  16. Meg Meg por favor não seja você sério... Eu tinha dúvidas por favor não confirme... Isso seria uma reviravolta e bem inesperada como o tio Rick gosta de fazer mesmo como ele fez com a Silena

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    1. Caçadora de Sombras19 de setembro de 2016 23:27

      E olha que eu desconfiei da Silena desde de o primeiro momento... sla, nao confiava mt nela...

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  17. Agora to gostando..... Hey minhas divas nada? Annabeth, Reyna, minhas Deusas favoritas Athena e Afrodite...😍

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  18. li impala 67, lembrei dos winchester

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