14 de maio de 2016

Capítulo 20

Se fizer reforma
Favor não apagar os deuses
Todo mundo sabe

RACHEL ELIZABETH DARE ERA uma das minhas mortais favoritas. Assim que se tornou o oráculo, dois verões antes, trouxe um novo vigor e empolgação ao cargo.
Claro que, como o oráculo anterior era um cadáver murcho, talvez os padrões estivessem baixos. Independentemente disso, fiquei eufórico quando o helicóptero da Dare Enterprises pousou atrás das colinas a leste, fora dos limites do acampamento. Eu me perguntava o que Rachel disse para o pai, um magnata dos imóveis fabulosamente rico, para convencê-lo de que precisava pegar um helicóptero emprestado. Mas sempre soube que Rachel conseguia ser bem convincente.
Corri pelo vale, e Meg foi atrás de mim. Já conseguia imaginar a imagem de Rachel surgindo no cume: o cabelo ruivo ondulado, o sorriso alegre, a blusa manchada de tinta e uma calça jeans cheia de rabiscos. Eu precisava do humor, da sabedoria e da resiliência dela. O oráculo traria ânimo para todos nós. O mais importante: ela me animaria.
Eu não estava preparado para a realidade. (O que, mais uma vez, foi uma surpresa impressionante. Normalmente, a realidade se prepara para mim.)
Rachel nos encontrou na colina perto da entrada da caverna dela. Só mais tarde eu perceberia que os dois mensageiros sátiros de Quíron não estavam com ela e me perguntaria o que havia acontecido com eles.
A srta. Dare estava mais magra e envelhecida, parecia menos uma estudante e mais uma jovem esposa de camponês, abatida por causa do trabalho pesado e franzina pela falta de comida. O cabelo ruivo tinha perdido a vivacidade, emoldurando seu rosto em uma cortina de cobre escuro. As sardas estavam esmaecidas. Os olhos verdes, sem brilho. E ela usava uma túnica de algodão branco com um xale branco e uma jaqueta verde-pátina. Rachel nunca usava vestidos.
— Rachel? — Não confiei em mim mesmo para dizer mais nada.
Ela não era a mesma pessoa.
Mas então lembrei que eu também não.
Ela observou minha nova forma mortal. Os ombros murcharam.
— Então é verdade.
Abaixo de nós, ouvi as vozes dos outros campistas. Sem dúvida acordados pelo som do helicóptero, eles saíam dos chalés e se reuniam na base da colina. Mas nenhum tentou chegar até nós. Talvez sentissem que nem tudo estava bem.
O helicóptero levantou voo de trás da Colina Meio-Sangue. Seguiu na direção do Estreito de Long Island e passou tão perto da Atena Partenos que achei que o trem de pouso tiraria um pedaço do elmo alado da deusa.
— Você pode dizer para os outros que Rachel precisa de um tempo? Chame Quíron. Ele tem que subir. O resto deve esperar — falei para Meg.
Não era típico de Meg aceitar ordens minhas. Achei que ela fosse me dar um chute, mas em vez disso só olhou nervosa para Rachel, se virou e desceu a colina.
— Sua amiga? — perguntou Rachel.
— Longa história.
— É. Também tenho uma dessas para contar.
— Vamos conversar na sua caverna?
Rachel repuxou os lábios.
— Você não vai gostar do que vai ver. Mas, sim, provavelmente é o lugar mais seguro.

* * *

A caverna não estava tão aconchegante quanto eu lembrava.
Os sofás estavam de cabeça para baixo. A mesinha de centro tinha uma das pernas quebrada. O chão estava coberto de cavaletes e lonas. Até o banco de três pernas de Rachel, o trono da profecia, fora derrubado em uma pilha de trapos manchados de tinta.
O mais perturbador era o estado das paredes. Desde que foi morar lá, Rachel as pintava, como os moradores das cavernas de antigamente. Ela havia gastado horas em murais elaborados de eventos do passado, imagens do futuro que vira em profecias, citações favoritas de livros e música e desenhos abstratos tão lindos que causariam vertigem em M.C. Escher. A arte fazia a caverna parecer uma mistura de ateliê, ponto de encontro psicodélico e passarela subterrânea cheia de pichações. Eu adorava.
Mas a maioria das imagens tinha sido coberta por uma demão descuidada de tinta branca. Ali perto, grudado em uma bandeja com tinta seca, encontramos um rolo de pintura. Claramente, Rachel havia apagado o próprio trabalho meses antes e não voltara desde então.
Desanimada, ela apontou para a destruição.
— Fiquei frustrada.
— Sua arte... — Não consegui tirar os olhos da tela em branco. — Tinha um lindo retrato meu... bem aqui.
Fico ofendido sempre que alguma obra de arte é danificada, principalmente quando retrata uma imagem minha.
Rachel pareceu envergonhada.
— Eu... achei que uma tela branca poderia me ajudar a pensar.
Seu tom deixava claro que a pintura branca não ajudara em nada. Eu poderia ter dito isso a ela.
Nós dois fizemos a melhor arrumação possível. Colocamos os sofás no lugar, mas Rachel não tocou no banco de três pernas.
Alguns minutos depois, Meg voltou. Quíron veio atrás em completa forma de centauro, baixando a cabeça para passar pela entrada. Eles nos encontraram sentados ao redor da mesinha de centro bamba como civilizados habitantes das cavernas, tomando chá Arizona morno e comendo crackers velhos da despensa do oráculo.
— Rachel. — Quíron suspirou de alívio. — Onde estão Millard e Herbert?
Ela baixou a cabeça.
— Chegaram na minha casa muito feridos. Eles... não resistiram.
Talvez fosse a luz da manhã batendo por trás, mas imaginei ter visto novos pelos grisalhos crescendo na barba de Quíron. O centauro trotou até nós e se sentou no chão, dobrando as pernas embaixo do corpo. Meg se sentou ao meu lado no sofá.
Rachel se inclinou para a frente e entrelaçou os dedos, como fazia quando dizia uma profecia. Torci para que o espírito de Delfos a possuísse, mas não houve fumaça, nem chiado, nem voz rouca de possessão divina. Foi meio decepcionante.
— Vocês primeiro — disse ela. — Me contem o que está acontecendo aqui.
Nós a atualizamos sobre os desaparecimentos e sobre minhas desventuras com Meg. Expliquei sobre a corrida de três pernas e nosso passeio a Delfos.
Quíron ficou pálido.
— Eu não sabia disso. Você foi a Delfos?
Rachel ficou me olhando, pasma.
— Delfos. Você viu Píton e...
Tive a sensação de que ela queria dizer e não matou o monstro?, mas conseguiu se conter.
Senti como se estivesse de pé com a cara virada para a parede. Talvez Rachel pudesse me apagar com tinta branca. Desaparecer seria menos doloroso do que enfrentar meus fracassos.
— No momento — falei —, não consigo derrotar Píton. Estou fraco demais. E... bem, o Ardil 88.
Quíron tomou um gole de chá.
— Apolo quer dizer que não podemos fazer uma missão sem profecia, e não podemos ter profecia sem oráculo.
Rachel ficou olhando para o banco caído.
— E esse homem... Besta. O que vocês sabem sobre ele?
— Não muito. — Expliquei o que vi nos meus sonhos e o que Meg e eu ouvimos no Labirinto. — Ao que parece, ele tem fama de capturar jovens semideuses em Nova York. Meg disse... — Hesitei quando vi a expressão dela, um claro aviso para não tocar naquele assunto. — Hã, ela teve uma experiência pessoal com Besta.
Quíron ergueu as sobrancelhas.
— Você pode nos contar alguma coisa que possa ajudar, querida?
Meg afundou nas almofadas do sofá.
— Nossos caminhos já se cruzaram. Ele é... Ele é assustador. Minhas lembranças são confusas.
— Confusa — repetiu Quíron.
Meg de repente ficou muito interessada nos farelos de biscoito no vestido.
Rachel me lançou um olhar perplexo. Balancei a cabeça, me esforçando para dar um aviso. Trauma. Não pergunte. Pode acabar sendo atacada por um bebê pêssego.
Rachel pareceu captar a mensagem.
— Tudo bem, Meg — disse ela. — Tenho informações que podem ajudar.
Rachel pegou o celular no bolso do casaco.
— Não toquem nisso. Vocês já devem ter percebido, mas telefones ficam muito mais caóticos do que o habitual perto de semideuses. Nem eu, que tecnicamente não sou uma de vocês, consigo fazer ligações. Mas consegui tirar umas fotos. — Ela virou a tela para nós. — Quíron, você reconhece este lugar?
A imagem noturna mostrava os últimos andares de um prédio residencial. A julgar pelo fundo, ficava no centro de Manhattan.
— Este é o prédio que você descreveu no verão passado — disse Quíron —, onde se reuniu com os romanos.
— Isso — concordou Rachel. — Alguma coisa não me pareceu certa naquele lugar. Fiquei pensando... como os romanos conseguiram uma propriedade tão cara em Manhattan tão rápido? Quem é o dono? Tentei fazer contato com Reyna para ver se ela saberia me dizer alguma coisa, mas...
— Problemas de comunicação? — sugeriu Quíron.
— Exatamente. Até mandei uma carta para a caixa postal do Acampamento Júpiter em Berkeley. Não houve resposta. Então, pedi aos advogados imobiliários do meu pai para investigarem um pouco.
Meg espiou por cima dos óculos.
— Seu pai tem advogados? E um helicóptero?
— Vários helicópteros. — Rachel suspirou. — Ele é irritante. Mas, enfim, aquele prédio pertence a uma empresa de fachada, que pertence a outra empresa de fachada, blá-blá-blá. A empresa-mãe é uma coisa chamada Triunvirato S.A.
Senti uma gota semelhante à tinta branca escorrendo pelas costas.
— Triunvirato...
Meg fez uma careta.
— O que isso quer dizer?
— Um triunvirato é um conselho de três governantes — expliquei. — Ao menos, era na Roma Antiga.
— O que é interessante por causa desta próxima imagem.
Rachel clicou na tela. A nova foto era um zoom do terraço da cobertura do prédio, onde três figuras ensombreadas conversavam; homens de ternos iluminados só pela luz de dentro do apartamento. Não deu para ver os rostos.
— Eles são os donos da Triunvirato S.A. — disse Rachel. — Tirar essa foto não foi fácil. — Ela soprou uma mecha ondulada do rosto. — Passei os últimos dois meses investigando os três e nem sei os nomes deles. Não sei onde moram nem de onde vieram. Mas posso dizer que têm tantas propriedades e tanto dinheiro que fazem a empresa do meu pai parecer a banquinha da esquina.
Fiquei olhando para a foto das três figuras ensombreadas. Na minha cabeça, o homem da esquerda era o Besta. A postura curvada e a forma grande demais da cabeça me lembravam o homem de roxo do sonho.
— Besta disse que a organização dele estava por toda parte — relembrei. — Ele mencionou que tinha colegas.
A cauda de Quíron tremeu, fazendo um pincel deslizar pelo chão da caverna.
— Semideuses adultos? Não vejo campistas gregos fazendo isso, mas talvez os romanos? Se ajudaram Octavian com a guerra dele...
— Com certeza ajudaram — afirmou Rachel. — Encontrei documentos que comprovam. Não muitos, mas vocês se lembram das armas de cerco que Octavian construiu para destruir o Acampamento Meio-Sangue?
— Não — disse Meg.
Eu a teria ignorado, mas Rachel era uma alma mais gentil.
Ela deu um sorriso paciente.
— Me desculpe, Meg. Você parece tão à vontade aqui que acabo esquecendo que só chegou agora. Basicamente, os semideuses romanos atacaram este acampamento com catapultas gigantes chamadas onagros. Foi um grande mal-entendido. E as armas foram pagas pela Triunvirato S.A.
Quíron franziu a testa.
— Isso não é bom.
— Descobri uma coisa ainda mais perturbadora — continuou Rachel. — Lembram que antes disso, durante a Guerra dos Titãs, Luke Castellan mencionou que tinha apoio no mundo mortal? Que eles tinham dinheiro suficiente para comprar um navio de cruzeiro, helicópteros, armas. Até contrataram mercenários mortais.
— Também não me lembro disso — disse Meg.
Revirei os olhos.
— Meg, não podemos parar e explicar cada grande guerra para você! Luke Castellan era filho de Hermes. Ele traiu o acampamento e se aliou aos titãs. Eles atacaram Nova York. Foi uma batalha enorme. Eu salvei o dia. Et cetera.
Quíron tossiu.
— De qualquer modo, eu me lembro de Luke dizer que tinha muitos apoiadores. Nunca descobrimos exatamente quem eram.
— Agora sabemos — disse Rachel. — Aquele navio, o Princesa Andrômeda, era propriedade da Triunvirato S.A.
Uma sensação gelada de desconforto tomou conta de mim. Eu sentia que devia saber alguma coisa a respeito disso, mas meu cérebro mortal estava me traindo de novo. Tive mais certeza do que nunca de que Zeus estava brincando comigo, mantendo minha visão e minha memória limitadas. Mas me lembrei de algumas garantias que Octavian me dera: seria fácil vencer aquela guerrinha e erguer novos templos para mim, pois ele tinha muito apoio.
A tela do celular de Rachel se apagou, muito parecido com o que estava acontecendo com meu cérebro, mas a foto granulada ficou marcada na minha retina.
— Esses homens... — Peguei um tubo vazio de tinta siena queimada. — Estou com medo de eles não serem semideuses modernos.
Rachel franziu a testa.
— Você acha que são semideuses antigos que passaram pelas Portas da Morte, como Medeia ou Midas? A questão é que a Triunvirato S.A. existe desde bem antes de Gaia começar a despertar. Décadas, pelo menos.
— Séculos — corrigi. — Besta disse que estava construindo seu império havia séculos.
A caverna ficou tão silenciosa que imaginei o sibilar de Píton, o sopro silencioso de vapores do fundo da terra. Eu queria que tivéssemos uma musiquinha de fundo para acabar com esse som... um jazz ou música clássica. Mas teria aceitado até polca death metal.
Rachel balançou a cabeça.
— Então, quem...?
— Não sei — admiti. — Mas Besta... no meu sonho, ele me chamou de ancestral. Presumiu que eu o reconheceria. E, se minha mente divina estivesse intacta, acho que eu teria reconhecido mesmo. A postura, o sotaque, a estrutura facial... eu já o vi antes, mas não nos tempos modernos.
Meg estava muito quieta. Tive a impressão clara de que estava tentando se enfiar nas almofadas até sumir. Normalmente, isso não teria me incomodado, mas, depois do que passamos no Labirinto, eu sentia culpa cada vez que mencionava Besta. Minha consciência mortal inconveniente devia estar em ação.
— O nome Triunvirato... — Bati na testa, tentando soltar a informação que não estava mais lá. — O último triunvirato que enfrentei incluía Lépido, Marco Antônio e meu filho, Otaviano. Um triunvirato é um conceito muito romano... como patriotismo, fraude e assassinato.
Quíron coçou a barba.
— Você acha que esses homens são romanos antigos? Como é possível? Hades é muito bom em rastrear espíritos fugidos do Mundo Inferior. Ele não permitiria três homens da Antiguidade causando confusão no mundo moderno durante séculos.
— Mais uma vez, não sei. — Dizer isso com tanta frequência ofendia minha sensibilidade divina. Concluí que, quando voltasse ao Olimpo, teria que fazer gargarejo para tirar o gosto ruim da boca usando néctar sabor Tabasco. — Mas parece que esses homens vêm tramando contra nós há muito tempo. Eles financiaram a guerra de Luke Castellan. Forneceram ajuda ao Acampamento Júpiter quando os romanos atacaram o Acampamento Meio-Sangue. E, apesar dessas duas guerras, o Triunvirato ainda está aí... ainda tramando. E se essa empresa for a causa de... bem, tudo?
Quíron olhou para mim como se eu estivesse cavando o túmulo dele.
— É um pensamento bastante perturbador. Poderiam três homens ser tão poderosos?
Levantei as mãos, sem saber o que responder.
— Você viveu tempo o suficiente para saber, meu amigo. Deuses, monstros, titãs... eles são sempre perigosos. Mas a maior ameaça aos semideuses sempre foram outros semideuses. Quem quer que sejam esses três do Triunvirato, temos que impedi-los antes que dominem os oráculos.
Rachel se levantou.
— Como é? Oráculos, plural?
— Ah... eu não mencionei isso quando era um deus?
Os olhos dela recuperaram um pouco da intensidade verde-escura. Temi que estivesse visualizando formas de me causar dor com os suprimentos de arte.
— Não — respondeu, tentando manter o controle —, você não mencionou isso.
— Ah... bem, minha memória mortal tem falhado um pouco, entende? Eu tive que ler uns livros para...
— Oráculos — repetiu ela. — Plural.
Respirei fundo. Queria garantir que esses outros oráculos não significavam nada para mim! Rachel era especial! Infelizmente, eu duvidava de que ela acreditaria em mim. Concluí que era melhor ser direto.
— Antigamente, havia muitos oráculos. Claro que o de Delfos era o mais famoso, mas havia quatro outros de poder comparável.
Quíron balançou a cabeça.
— Mas foram destruídos séculos atrás.
— Era o que eu pensava — concordei. — Agora, não tenho tanta certeza. Acredito que a Triunvirato S.A. queira controlar todos os antigos oráculos. E acredito que o oráculo mais antigo de todos, o Bosque de Dodona, esteja bem aqui, no Acampamento Meio-Sangue.

20 comentários:

  1. florzinha do deserto18 de maio de 2016 16:46

    vao começar a pegar fogo

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  2. "Queria garantir que esses outros oráculos não significavam nada para mim! Rachel era especial!"
    Poarr lester

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  3. Pandora Filha De Atena20 de maio de 2016 19:29

    UHHUU Paulo! Vai Brasil!

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  4. "A caverna não estava tão aconchegante quanto me lembrava"

    Apollo seu danadinho

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  5. Marina Atlântida.29 de maio de 2016 00:59

    BRASIL!
    Apolo está se orientando!
    E eu estou com uma sensação que ele gosta da Rachel! É ruim.
    ~Caçadora de Ártemis/Filha de Poseidon.

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  6. joao pedro dessendente de poseidon30 de maio de 2016 14:08

    apolo e meio idiota

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    1. É por isso que ele é um bom personagem.

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    2. Os idiotas sempre são os melhores 😂😂😂

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  7. Posso estar delirando, mas eu acho q meu papai está gostando da Rachel

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  8. gabs filha de afrodite30 de junho de 2016 15:39

    Rachel e Apolo, shippei !

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    1. já somos duas no shippe, pode sre Apochel???!!!

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    2. Esse "Apochel" estranhamente me lembra "Apofis"

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  9. to começando a entender essa historia, so preciso ir ali me suicidar rapidinho

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  10. Fernanda: A Filha de Hades25 de julho de 2016 11:42

    #Rapollo

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  11. Estou tendo um ataque louco

    Se o Triunvirato existe a tanto tempo, ele já sabe dos outros deuses
    E se ele estiver apoiado de certo modo Loki? E Apofis? Seria uma jeito de unir tudo: Semideus, Einherji, Mago e Apolo

    Se As Provações de Apolo for mesmo o último livro dos semideuses, uma coisa assim fecharia com chave de platina(maior que ouro)!!!

    Essa ideia me deixou totalmente "deusa do céu" (entendedores entenderam)

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    1. OH MEUS DEUSES!

      Pensei o mesmo que você, acho que esse não seria o última livro dos semideuses (talvez intuição, sla) mas acho que nesses livros o Tio Rick quer juntar os Magos, e os Einherji com os Semideuses (basicamente pensei o mesmo que ti)

      E SIM, EU TAMBÉM ESTOU " DEUSA DO CÉU "

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    2. De fato eu acredito também que o Triunvirato tenha seu dedo em todos os acontecimentos dos livros do tio Ricky. Não consigo imaginar quem sejam, mas dá forma como eles são descritos, devem ser um grupo extremamente poderoso, considerando o fato de estarem no mundo a séculos.

      Normalmente eu controlo expectativas (depois da experiência do sangue do olimpo), mas admito que fiquei com um hype grande com esse Triunvirato. Eu não tinha dado tanta bola pra esse livro, mas estou curioso para saber como a história vai prosseguir.

      Titãs são titãs e monstros são monstros, mas são os próprios semideuses que os deuses ter medo.

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    3. A mesma matéria que estou estudando em história, acho que o livro fala de Nero, o psicopata.

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  12. filha de Poseidon e afrodite4 de outubro de 2016 16:31

    SHIPPO RAPOLO GENTE AMO

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  13. Também penso que este triunvirato pode ligar as sagas, tipo um vilão membro representando cada saga.

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