14 de maio de 2016

Capítulo 16

Estou preso a Meg
Talvez paremos em Lima
Harley é bem cruel

NOTA MENTAL: tentar revelar uma informação importante antes de uma corrida de três pernas da morte não é uma boa ideia.
Não estavam nem aí para mim.
Apesar dos resmungos e das reclamações da noite anterior, os campistas vibravam de empolgação. Eles passaram o almoço limpando armas freneticamente, prendendo as tiras das armaduras e sussurrando uns com os outros para formar alianças secretas. Muitos tentaram convencer Harley, o arquiteto do percurso, a dar dicas sobre as melhores estratégias.
Harley adorou a atenção. No fim do almoço, a mesa dele estava coberta de oferendas (leia-se: subornos): barras de chocolate, chocolate com creme de amendoim, jujubas e carrinhos Hot Wheels. O menino seria um excelente deus. Ele pegou os presentes, murmurou alguns agradecimentos, mas não disse nada de útil para seus adoradores.
Tentei alertar Quíron dos perigos da floresta, mas ele estava tão enlouquecido com os últimos preparativos da corrida que eu quase fui pisoteado ao me aproximar dele. O centauro ficou trotando com nervosismo pelo pavilhão, seguido por uma equipe de juízes composta por sátiros e dríades, comparando mapas e dando ordens.
— Vai ser quase impossível rastrear as equipes — murmurou ele, concentrado em um diagrama do Labirinto. — E não temos cobertura na área D.
— Mas, Quíron — comecei —, se eu pudesse...
— O grupo de teste foi parar no Peru hoje de manhã — disse ele para os sátiros. — Não podemos deixar que isso aconteça de novo.
— Sobre a floresta... — falei.
— Sim. Me desculpe, Apolo. Entendo que você esteja preocupado...
— A floresta está realmente falando — comentei. — Você se lembra da velha...
Uma dríade correu até Quíron com o vestido exalando fumaça.
— Os sinalizadores estão explodindo!
— Deuses! — exclamou Quíron. — Eles eram para emergências!
Ele galopou por cima dos meus pés, seguido pela horda de assistentes.
E foi isso que aconteceu. Quando se é um deus, o mundo presta atenção em cada palavra sua. Quando se tem dezesseis anos... nem tanto.
Fui atrás de Harley, na esperança de convencê-lo a adiar a corrida, mas o garoto me afastou com um simples “Não”.
Como costumava acontecer com os filhos de Hefesto, ele estava mexendo em um dispositivo mecânico, movendo as cordas e engrenagens. Eu não estava interessado em saber o que era, mas perguntei mesmo assim, para ver se conquistava a simpatia de Harley.
— É um sinalizador — explicou ele, ajustando um botão. — Para pessoas perdidas.
— Para as equipes no Labirinto?
— Não. Vocês estão por conta própria. Isto é para Leo.
— Leo Valdez.
Harley estreitou os olhos, analisando o aparelho.
— Às vezes, se você não consegue encontrar o caminho de volta, um rastreador pode ajudar. Só preciso encontrar a frequência certa.
— E... há quanto tempo você está trabalhando nisso?
— Desde que ele desapareceu. Agora tenho que me concentrar, não posso parar a corrida.
Ele se virou e saiu andando.
Fiquei impressionado. Havia seis meses que o garoto estava trabalhando em um rastreador para localizar o irmão desaparecido, Leo. Eu me perguntei se alguém se esforçaria tanto para me levar de volta para o Olimpo. Eu duvidava muito.
Desamparado, fui para um canto do pavilhão e comi um sanduíche. Vi o sol enfraquecer no céu de inverno e pensei na minha carruagem, com os pobres cavalos presos nos estábulos sem ninguém para levá-los para passear.
É claro que, mesmo sem minha ajuda, outras forças manteriam o cosmos em andamento. Inúmeros sistemas de crenças forneceriam energia para a rotação dos planetas e estrelas. Lobos ainda caçariam o sol pelo céu. Rá continuaria sua viagem diária na barca solar. Tonatiuh continuaria se alimentando da cota de sangue proveniente de sacrifícios humanos da época dos astecas. E aquela outra coisa, a ciência, ainda geraria gravidade e física quântica e sei lá mais o quê.
Ainda assim, eu senti que não estava fazendo minha parte ao ficar parado esperando uma corrida de três pernas.
Até Kayla e Austin estavam distraídos demais para falarem comigo. Kayla contou para Austin sobre o que havia acontecido na floresta, quando salvamos Sherman Yang, mas o garoto estava mais interessado em limpar o saxofone.
— Podemos contar isso a Quíron no jantar — murmurou ele, com uma palheta na boca. — Até a corrida acabar, ninguém vai ter cabeça para isso. Mas vamos ficar longe da floresta, de qualquer modo. Além do mais, se eu conseguir tocar a melodia certa no Labirinto... — Seus olhos brilharam. — Ah! Venha aqui, Kayla. Tive uma ideia.
Eles se afastaram, e fiquei sozinho de novo.
Eu compreendia o entusiasmo de Austin, é claro. As habilidades dele com o saxofone eram tão formidáveis que não restavam dúvidas de que ele se tornaria o melhor instrumentista de jazz de sua geração. Se você acha que é fácil conseguir meio milhão de visualizações no YouTube tocando jazz no saxofone, reavalie seus conceitos. Mas a carreira de Austin na música não iria muito longe se a força na floresta destruísse todos nós.
Então tive que apelar para meu último recurso (último mesmo): Meg McCaffrey.
Eu a vi perto de um dos braseiros, conversando com Julia Feingold e Alice Miyazawa. Ou melhor, as filhas de Hermes estavam conversando enquanto Meg devorava um cheesebúrguer.
Fiquei impressionado por Deméter, a rainha dos grãos, frutas, legumes e verduras, ter uma filha tão assumidamente carnívora.
Por outro lado, Perséfone era igual a Meg. Você já deve ter ouvido histórias sobre como a deusa da primavera é toda doçura e narcisos e sementes de romã, mas, acredite em mim, aquela garota dá medo quando ataca uma pilha de costelinhas de porco.
Fui até Meg. As filhas de Hermes recuaram, como se eu fosse um encantador de serpentes. Achei essa reação agradável.
— Oi — falei. — Qual é o assunto?
Meg limpou a boca com as costas da mão.
— Essas duas querem saber nossos planos para a corrida.
— Claro que querem.
Tirei um pequeno dispositivo magnético de escuta da manga do casaco de Meg e joguei para Alice. Ela sorriu, encabulada.
— Temos que tentar de tudo, né?
— Concordo plenamente — falei. — Por isso mesmo acho que não vão se importar quando virem o que fiz com os tênis de vocês. Tenham uma ótima corrida!
As garotas se afastaram nervosas, verificando as solas dos tênis.
Meg olhou para mim com algo que se assemelhava a respeito.
— O que você fez?
— Nada — respondi. — Metade do truque de ser um deus é saber blefar.
Ela riu.
— E qual é nosso plano secreto? Espere. Vou adivinhar. Você não tem um.
— Você aprendeu rápido. Eu pretendia bolar um plano, mas me distraí. Nós temos um problema.
— Claro que temos. — Do bolso do casaco, ela tirou dois aros de bronze que pareciam faixas elásticas feitas de metal trançado. — Está vendo isto? Eles prendem nossas pernas. Quando são colocados, ficam no lugar até a corrida acabar. Não dá para tirar. Eu odeio coisas que prendem.
— Eu também. — Fiquei tentado a acrescentar: principalmente quando estou preso a uma criancinha chamada Meg, mas minha diplomacia natural venceu. — No entanto, eu estava me referindo a um problema diferente.
Contei a ela sobre o incidente durante a aula de arco e flecha, quando Sherman quase foi atraído para a floresta.
Meg tirou os óculos de gatinho. Sem as lentes, as íris escuras pareciam mais suaves e calorosas, como pequenas áreas de solo para cultivo.
— Você acha que alguma coisa na floresta está chamando as pessoas? — perguntou ela.
— Acho que alguma coisa na floresta está respondendo às pessoas. Antigamente, havia um oráculo...
— É, você me contou. Delfos.
— Não. Outro oráculo, ainda mais antigo do que Delfos. Envolvia árvores. Um bosque inteiro de árvores falantes.
— Árvores falantes... — Meg mordeu os lábios. — Como se chamava esse oráculo?
— Eu... eu não consigo lembrar. — Trinquei os dentes. — Eu devia saber. Devia responder na mesma hora! Mas a informação... É quase como se estivesse fugindo de mim de propósito.
— Isso acontece às vezes — disse Meg. — Você vai lembrar.
— Mas nunca acontece comigo! Cérebro humano idiota! De qualquer modo, acredito que esse bosque esteja em algum lugar dentro da floresta. Não sei como nem por quê. Mas as vozes sussurrantes... elas pertencem a esse oráculo oculto. As árvores sagradas estão tentando dizer profecias, indo atrás daqueles que se fazem perguntas importantes, atraindo essas pessoas.
Meg colocou os óculos.
— Você sabe que isso parece papo de maluco, né?
Respirei fundo. Precisei repetir para mim mesmo que não era mais um deus, e que teria que aguentar insultos de mortais sem poder explodi-los e transformá-los em cinzas.
— Só fique alerta — avisei.
— Mas a corrida nem passa pela floresta.
— Mesmo assim... não estamos seguros. Se você conseguisse chamar seu amigo Pêssego, seria ótimo.
— Eu já falei. Ele meio que aparece quando dá na telha. Eu não consigo...
A trombeta de caça de Quíron soou tão alto que minha visão ficou meio embaçada. Outra promessa que faço a mim mesmo: quando eu voltar a ser deus, vou aparecer neste acampamento e pegar todas as trombetas.
— Semideuses! — convocou o centauro. — Amarrem as pernas e me sigam para suas posições de largada!

* * *

Nós nos reunimos em uma campina a cerca de cem metros da Casa Grande. Caminhar até tão longe sem um único incidente com risco de vida foi um pequeno milagre. Com minha perna esquerda amarrada à direita de Meg, senti como se estivesse no útero de Leto novamente, logo antes de minha irmã e eu nascermos. E, sim, eu me lembro daquela época muito bem. Ártemis ficava sempre me empurrando, cutucando minhas costelas com o cotovelo e, de um modo geral, sendo egoísta.
Fiz uma oração silenciosa prometendo que, se chegasse ao fim da corrida vivo, sacrificaria um touro em minha homenagem e possivelmente até construiria um novo templo para mim. Sou louco por touros e templos.
Os sátiros ordenaram que nos espalhássemos pela campina.
— Onde é a linha de largada? — perguntou Holly Victor, empurrando o ombro da irmã. — Quero ficar mais perto.
— Eu quero ficar mais perto — corrigiu Laurel. — Você pode ser a segunda mais perto.
— Não se preocupem! — O sátiro Woodrow parecia muito preocupado. — Vamos explicar tudo em instantes. Assim que eu, hã, souber o que explicar.
Will Solace suspirou. Ele estava, claro, preso a Nico. Apoiou o cotovelo em um dos ombros de Nico como se o filho de Hades fosse uma prateleira.
— Que saudade de Grover. Ele organizava as coisas tão bem.
— Sou mais o treinador Hedge. — Nico empurrou o cotovelo de Will. — Mas é melhor não mencionar o nome de Grover alto demais. Juníper está bem ali.
Ele apontou para uma das dríades, uma garota bonita vestida de verde-claro.
— É a namorada do Grover — explicou-me Will. — Ela sente saudade dele também. Muita.
— Tudo certo, pessoal! — gritou Woodrow. — Espalhem-se um pouco mais, por favor! Queremos que tenham bastante espaço para que, vocês sabem, se morrerem, não levem as outras equipes junto!
Will suspirou.
— Estou tão empolgado.
Ele e Nico se afastaram. Julia e Alice, do chalé de Hermes, verificaram os tênis mais uma vez e olharam para mim de cara feia. Connor Stoll estava fazendo dupla com Paulo Montes, o filho brasileiro de Hebe, e nenhum dos dois parecia feliz com isso.
Talvez Connor estivesse chateado porque o couro cabeludo ferido fora coberto com tanto unguento medicinal que sua cabeça parecia ter sido tossida por um gato. Ou talvez ele só sentisse falta do irmão, Travis.
Assim que Ártemis e eu nascemos, tratamos logo de ficar longe um do outro. Procuramos nossos territórios e pronto. Agora, eu daria qualquer coisa para vê-la. Eu tinha certeza de que Zeus havia ameaçado minha irmã com punições severas caso ela tentasse me ajudar durante meu tempo como mortal, mas ela podia ao menos ter me mandado um pacote básico do Olimpo: uma toga decente, um creme mágico para acne e talvez uma dúzia de bolinhos de cranberry com ambrosia do Cila Café. Eles faziam bolinhos excelentes.
Observei as outras equipes. Kayla e Austin pareciam artistas de rua intimidadores, ela com o arco e ele com o saxofone. Chiara, a filha bonita de Tique, estava presa com seu nêmesis, Damien White, filho de... bem, Nêmesis. Billie Ng, primogênito de Deméter, estava presa a Valentina Diaz, que verificou por um instante a maquiagem na superfície reflexiva do casaco prateado de Billie. Ela não pareceu reparar que dois galhos saíam de sua cabeça como pequenos chifres de cervo.
Decidi que a maior ameaça seria Malcolm Pace. Todo cuidado era pouco com os filhos de Atena. Mas, surpreendentemente, ele se uniu a Sherman Yang. Achei a parceria estranha, a não ser que Malcolm tivesse algum plano. Esses filhos de Atena sempre tinham um plano. E isso raramente incluía me deixar ganhar.
Os únicos semideuses fora da corrida eram Harley e Nyssa, que tinham montado a pista. Quando os sátiros decidiram que tínhamos nos espalhado de modo adequado e que nossas pernas estavam devidamente amarradas, Harley bateu palmas para chamar nossa atenção.
— Muito bem! — Ele quicou de ansiedade, me lembrando das crianças romanas que aplaudiam as execuções no Coliseu. — O objetivo é o seguinte: cada equipe tem que encontrar três maçãs douradas e voltar para esta campina.
Os semideuses começaram a resmungar.
— Maçãs douradas — falei. — Eu odeio maçãs douradas. Elas só causam confusão.
Meg deu de ombros.
— Eu gosto de maçã.
Eu me lembrei da maçã podre que ela usou para quebrar o nariz de Cade no beco. Será que ela conseguiria usar as maçãs douradas com a mesma habilidade letal? Talvez nós tivéssemos uma chance, afinal.
Laurel Victor levantou a mão.
— Você quer dizer que a primeira equipe que voltar ganha?
Qualquer equipe que voltar ganha! — disse Harley.
— Isso é ridículo! — disse Holly. — Só pode haver um vencedor. A primeira equipe que voltar ganha!
Harley deu de ombros.
— Como quiserem. Minhas únicas regras são: fiquem vivos e não matem uns aos outros.
O quê?
Paulo começou a reclamar tão alto em português que Connor teve que tapar a orelha esquerda.
— Calma, calma! — gritou Quíron. Os alforjes dele estavam transbordando com kits de primeiros socorros e sinalizadores de emergência. — Não vamos precisar de nenhuma ajuda para tornar este desafio perigoso. Vamos fazer uma corrida de três pernas da morte justa. E mais uma coisa, campistas. Considerando os problemas que nosso grupo de teste teve hoje de manhã, por favor, repitam comigo: Nada de ir parar no Peru.
— Nada de ir parar no Peru — repetiu todo mundo.
Sherman Yang estalou os dedos.
— E então, onde fica a linha de largada?
— Não tem linha de largada — disse Harley, eufórico. — Todos vão começar exatamente de onde estão.
Os campistas olharam ao redor sem entender. De repente, a campina tremeu. Linhas escuras surgiram na grama, formando um tabuleiro de xadrez verde gigantesco.
— Divirtam-se! — gritou Harley.
O chão se abriu embaixo dos nossos pés e nós caímos no Labirinto.

38 comentários:

  1. "Nada de ir parar no Peru"
    Quiron te amo tanto

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  2. Saudades das corridas de bigas e de quando o Labirinto assustava todo mundo.

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    1. Ainda me assusta. E ainda tô boiando nessa parte do labirinto ter retornado. Afinal Dedalo morreu então o labirinto devia ter ido pro saco.

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    2. filha de Poseidon e afrodite4 de outubro de 2016 15:26

      spirit o labirinto voltou pois quando hazel teve de lutar com aquele feiticeira ela usou a nevoa para voltar a criar o labirinto

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  3. Marina Atlântida.29 de maio de 2016 00:15

    Apolo, egocêntrico como sempre.
    *Aplausos sarcásticos*
    Parabéns tio Rick.
    ~Caçadora de Ártemis/Filha de Poseidon.

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  4. Quando sera que a Rachel vai aparecer?! Eu adoro ela. Sempre quis que o Percy tivesse ficado com ela ao inves da Anabeth (não que eu não goste da Anabeth).

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    1. Eu também '-' mas aí eu li uma fanfic perfeita que eu não lembro o nome e comecei a shippar a Rachel com o Octavian .-.

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  5. Esse tio Rick.. só eu notei que ele colocou o filho dele que inspirou a série PJO nessa série?

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    1. É o Haxley, não é?

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    2. É mesmo! O nome do filho dele! Nem tinha notado!!
      "Harley"! Que homenagem fofa!!

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  6. nada de ir parar no peru kkkkkkkkkkkkkkkkkk prefiro corrida de bigas

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  7. Perai apolo falou uma coisa de astecas
    Ai não ti rick mais uma mitologia pra decora

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  8. Perai apolo falou sobre um deus asteca.
    tio rick assim voce me mata mais uma mitologia pra decora

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  9. Nada de ir parar no Peru,como vou saber se estou indo pra lá?

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    1. Sei lá. Só não pensar. Acho que eu pensaria: "Quero ir pro Hawaii. O climo é muito bom essa época do ano.

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  10. "É claro que, mesmo sem minha ajuda, outras forças manteriam o cosmos em andamento. Inúmeros sistemas de crenças forneceriam energia para a rotação dos planetas e estrelas. Lobos ainda caçariam o sol pelo céu. Rá continuaria sua viagem diária na barca solar. Tonatiuh continuaria se alimentando da cota de sangue proveniente de sacrifícios humanos da época dos astecas. E aquela outra coisa, a ciência, ainda geraria gravidade e física quântica e sei lá mais o quê."❤❤❤❤ Uuuuh

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  11. O tio Rick colocou no livro que Atena disse que o Olimpo deve ser no Brasil. E ele diz q os fãs brasileiros são os mais fiéis, ou seja ta tudo entrelaçado e uma referência nasceu

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    1. Amo essas referencias. Só queria saber o que o semideus br ta falando

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  12. Referências e mais referências hein Tio Rick?

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  13. Fernanda: A Filha de Hades24 de julho de 2016 15:35

    Tomara que o Olimpo venha para cá... S2

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    1. Num sei não. Do jeito que tá bagunçado o Brasil acho difícil XD

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  14. Isso de lobos caçando o sol, isso vai ser com o Magnus

    Todos sabem em relação a Rá

    Mas, quem é Tonatiuh? E porquê eu acho que isso pode originar um novo livro? Uma série?

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    1. Talvez um easter egg sobre um livro com mitologia Asteca? E acho que também seria interessante algum livro Ricky Riordan usando mitologia brasileira/indígena.

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    2. Mitologia brasileira?? Hahaha

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  15. .....aguardem e vcs vão descobrir a referência do Peru e do Deus asteca

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    1. O povo asteca vivia no atual méxico e nao no peru, os incas que viviam nessa regiao


      Filho de Atena

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  16. Tomara que o Olimpo venha para o Brasil !!! E que o submundo fique embaixo de São Paulo!! Assim poderei ir ver meu pai sempre !!!! ( Filho de Hades )

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  17. Faz sentido... Hebe Camargo fez o Paulo quando esteve no Brasil... sempre suspetei

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  18. Quando se é um deus, o mundo presta atenção em cada palavra sua. Quando se tem dezesseis anos... nem tanto.
    Te entendo Apolo.

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  19. É claro que, mesmo sem minha ajuda, outras forças manteriam o cosmos em andamento. Inúmeros sistemas de crenças forneceriam energia para a rotação dos planetas e estrelas. Lobos ainda caçariam o sol pelo céu. Rá continuaria sua viagem diária na barca solar. Tonatiuh continuaria se alimentando da cota de sangue proveniente de sacrifícios humanos da época dos astecas. E aquela outra coisa, a ciência, ainda geraria gravidade e física quântica e sei lá mais o quê.

    Só eu posso ter entendido? Bom, vamos lá. Em um mundo de homens ao todo, deuses surgem das crenças dos humanos. E quando esses humanos não creem em divindades elas não existem, significando então que os deuses existem conforme a vontade dos humanos e que se um grupo de humanos imaginarem um ser por exemplo, e passarem a acreditar nele surgiria então um novo deus. Dessa forma ao eu ver mostra então claramente que os seres humanos tem o dom da criação teoricamente. Buguei aqui, e esse texto de apolo citando outros deuses de culturas diferentes pode mostrar que os deuses olimpianos e os deuses asgardianos sabem da existência uns dos outros. tio Rick pode ter feito isso de propósito como um spoiler em formato de referencia abrindo portas para mais livros futuramente ou acontecimentos e revelações. Boa jogada a dele com essa mensagem subliminar.

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