14 de maio de 2016

Capítulo 15

Perfeição é prática
Ha, ha, ha, acho que não
Ignore meu choro

EU QUERIA TER UM atestado médico. Queria ser dispensado da educação física.
Sinceramente, nunca vou entender os mortais. Vocês tentam manter a forma física com flexões, abdominais, corridas de dez quilômetros, pistas de obstáculos e outros trabalhos árduos que os deixam suados. Mas sabem o tempo todo que é uma batalha perdida. Em algum momento, seus corpos fracos e limitados vão se deteriorar e fracassar, gerando rugas, flacidez e bafo de velho.
É horrível! Se eu quiser mudar de forma, idade, gênero ou espécie, só preciso desejar que aconteça e, ca-bam!, sou um bicho-preguiça jovem, grande, fêmea e com três dedos nos pés. Série nenhuma de flexões vai conseguir isso. Simplesmente não vejo lógica nessas lutas constantes. Os exercícios não passam de um lembrete deprimente de que vocês não são deuses.
No fim do treinamento físico de Sherman Yang, eu estava ofegante e encharcado de suor. Meus músculos pareciam pilhas trêmulas de gelatina.
Eu não me sentia um floco de neve especial (embora minha mãe, Leto, sempre dissesse que eu era) e fiquei dolorosamente tentado a acusar Sherman de não me tratar como tal.
Resmunguei sobre isso com Will. Perguntei aonde a antiga conselheira-chefe de Ares tinha ido. Eu ao menos conseguia encantar Clarisse La Rue com meu sorriso ofuscante. Mas Will disse que ela estava fazendo faculdade na Universidade do Arizona. Ah, por que pessoas boas e perfeitas têm que ir para a faculdade?
Depois da tortura, cambaleei até o chalé e tomei outro banho.
Banhos são bons. Talvez não tanto quanto bacon, mas são.
Minha segunda sessão matinal foi dolorosa por outro motivo. Fui obrigado a assistir a aulas de música no anfiteatro com um sátiro chamado Woodrow.
Minha presença na turma pareceu deixar Woodrow nervoso. Talvez ele tivesse ouvido a lenda sobre eu ter esfolado vivo Marsias, o sátiro que me desafiou a uma competição musical. (Como falei, a parte do esfolamento não foi nem um pouco verdade, mas os boatos têm poder de convencimento incrível, principalmente quando eu posso ter sido o responsável por espalhá-los.)
Usando sua flauta, Woodrow repassou a escala menor. Austin não teve dificuldade com ela, apesar de estar desafiando a si mesmo ao usar um violino, que não era seu instrumento. Valentina Diaz, filha de Afrodite, se esforçou para tocar uma clarineta e produziu sons semelhantes a um basset hound choramingando em uma tempestade. Damien White, filho de Nêmesis, justificou seu sobrenome ao se vingar no violão: tocou com tanta força que arrebentou a corda ré.
— Você matou a ré! — disse Chiara Benvenuti. Era a italiana bonitinha em quem eu tinha reparado na noite anterior, filha de Tique, deusa da prosperidade. — Eu precisava do violão!
— Cale a boca, Lucky — murmurou Damien. — No mundo real, acidentes acontecem. Cordas arrebentam às vezes.
Chiara disparou uma série de palavras em italiano que decidi não traduzir.
— Posso? — Estendi a mão para pegar o instrumento.
Damien o entregou com relutância. Eu me abaixei na direção do case aos pés de Woodrow. O sátiro deu um pulo.
Austin riu.
— Relaxe, Woodrow. Ele só vai pegar outra corda.
Preciso admitir que achei a reação do sátiro gratificante. Se eu ainda assustava sátiros, talvez houvesse esperança de recuperar parte da minha antiga glória. E então poderia começar a assustar animais de fazenda, depois semideuses, monstros e divindades menores.
Em questão de segundos, substituí a corda. Era bom fazer uma coisa tão familiar e simples. Afinei o instrumento, mas parei ao ver que Valentina estava chorando.
— Isso foi lindo! — Ela secou uma lágrima da bochecha. — Que música foi essa?
Eu pisquei.
— O nome é afinar.
— É, Valentina, se controle — repreendeu Damien, embora seus olhos estivessem vermelhos. — Nem foi assim tão bonito.
— Não. — Chiara fungou. — Nem foi.
Só Austin pareceu não ter sido afetado. Os olhos dele brilhavam com o que parecia orgulho, embora eu não compreendesse que motivo ele tinha para se sentir assim.
Toquei uma escala de dó menor. A corda si estava desafinada. É sempre a si. Três mil anos se passaram desde que inventei o violão (durante uma festa bombástica com os hititas... longa história) e eu ainda não consegui descobrir um jeito de manter uma corda si afinada.
Percorri outras escalas, satisfeito por ainda lembrar como se fazia.
— Isto é uma escala lídia — falei. — Começa na quarta da escala maior. Dizem que se chama lídia por causa do antigo reino da Lídia, mas, na verdade, eu a batizei em homenagem a uma ex-namorada, Lídia. Foi a quarta mulher que namorei naquele ano, então...
Olhei para cima no meio do arpejo. Damien e Chiara estavam chorando nos braços um do outro, trocando golpes fracos e dizendo:
— Odeio você. Odeio você.
Valentina estava deitada no banco do anfiteatro, soluçando silenciosamente. Woodrow estava desmontando a flauta.
— Sou inútil! — choramingou. — Inútil!
Até Austin tinha uma lágrima nos olhos. Fez um sinal positivo.
Fiquei emocionado por parte da minha antiga habilidade permanecer intacta, mas imaginei que talvez Quíron ficasse irritado se eu levasse toda a turma de música a uma grande depressão.
Toquei o ré com um pouco de intensidade, um truque que usava para impedir que meus calorosos fãs explodissem de êxtase nas minhas apresentações. (E quero dizer explodir literalmente. Alguns daqueles shows no Fillmore nos anos 1960... bem, vou poupar você dos detalhes nojentos.)
Toquei um acorde intencionalmente desafinado. Para mim, soou horrível, mas os campistas despertaram da infelicidade. Eles se sentaram, limparam as lágrimas e me observaram com fascinação tocar uma escala simples.
— Isso, cara.
Austin levou o violino ao queixo e começou a improvisar. O arco de resina dançava pelas cordas. Ele e eu nos encaramos, e por um instante fomos mais do que uma família. Nós nos tornamos parte da música, nos comunicando em um nível que só deuses e músicos são capazes de compreender.
Woodrow quebrou o feitiço.
— Que incrível — disse o sátiro, aos soluços. — Vocês dois deviam estar dando esta aula. O que eu estava pensando? Por favor, não me esfole!
— Meu querido sátiro — falei —, eu jamais...
De repente, meus dedos tiveram um espasmo. Larguei o violão, surpreso. O instrumento caiu pelos degraus de pedra do anfiteatro, estalando e ressoando.
Austin baixou o arco.
— Você está bem?
— Eu... sim, claro.
Mas eu não estava bem. Por alguns instantes, tinha vivenciado a alegria do meu antigo talento, mas ficou claro que meus dedos mortais não eram apropriados para a tarefa. Os músculos das minhas mãos doíam. Linhas vermelhas marcavam as pontas dos dedos, com as quais apertei as cordas. Eu tinha me esgotado de outras formas também. Meus pulmões pareciam murchos, desprovidos de oxigênio, apesar de eu não ter cantado nada.
— Estou... cansado — falei, consternado.
— Ah, é. — Valentina assentiu. — O jeito como você estava tocando foi surreal!
— Tudo bem, Apolo — disse Austin. — Você vai ficar mais forte. Quando os semideuses usam seus poderes, principalmente no começo, se cansam facilmente.
— Mas eu não sou...
Não consegui concluir a frase. Eu não era um semideus. Não era um deus. Não era nem eu mesmo. Como sequer podia voltar a tocar sabendo que eu era um instrumento fracassado? Cada nota só me causaria dor e exaustão. Minha corda si nunca ficaria afinada.
A infelicidade deve ter transparecido no meu rosto.
Damien White fechou os punhos.
— Não se preocupe, Apolo. Não é culpa sua. Vou fazer aquele violão idiota pagar por isso!
Não tentei impedi-lo quando desceu a escada. Parte de mim sentiu uma satisfação perversa na forma como ele pisoteou o violão até que fosse reduzido a madeira e cordas.
Chiara bufou.
— Idiota! Agora não vou poder tocar.
Woodrow fez uma careta.
— Ah, hã... obrigado, pessoal! Ótima aula!

* * *

A arqueria foi uma paródia ainda pior.
Se eu me tornar um deus de novo (não, não se; quando, quando), meu primeiro gesto vai ser apagar as lembranças de todo mundo que me viu constrangido naquela aula. Acertei uma flecha na mosca. Uma. O conjunto dos meus outros disparos foi abismal. Duas flechas ficaram fora do círculo preto a uma distância de nada menos que cem metros. Joguei o arco no chão e chorei de vergonha.
Kayla era a instrutora dessa aula, mas a paciência e a gentileza dela só fizeram com que eu me sentisse pior. Ela pegou meu arco e me ofereceu de volta.
— Apolo — disse ela —, esses disparos foram fantásticos. Um pouco mais de treino e...
— Eu sou o deus da arqueria! — gritei. — Eu não treino!
Ao meu lado, as filhas de Nice riram.
Elas tinham nomes intoleravelmente apropriados: Holly e Laurel Victor. Ambas me lembravam as ninfas africanas lindas e ferozmente atléticas com quem Atena andava no lago Tritonis.
— Ei, ex-deus — disse Holly, prendendo uma flecha —, o treino é a única forma de melhorar.
Ela pontuou um sete no círculo vermelho do alvo, mas não pareceu nem um pouco desencorajada.
— Para você, talvez — retruquei. — Você é mortal!
A irmã dela, Laurel, deu uma risada debochada.
— Agora você também é. Se ferrou! Vencedores não reclamam. — E disparou a flecha, que se fincou ao lado do disparo da irmã, mas no círculo vermelho de dentro. — É por isso que sou melhor do que Holly. Ela está sempre reclamando.
— Ah, tá — resmungou Holly. — A única coisa de que posso reclamar é como você é ridícula.
— Ah, é? — retrucou Laurel. — Vamos lá. Agora. Melhor de três disparos. Quem perder limpa os banheiros por um mês.
— Vamos nessa!
Assim, do nada, elas se esqueceram de mim. Definitivamente, seriam excelentes ninfas tritonianas.
Kayla me segurou pelo braço e me levou para longe.
— Aquelas duas, eu juro. Nós as fizemos co-conselheiras de Nice para que competissem uma com a outra. Se não tivéssemos feito isso, elas teriam tomado o acampamento e proclamado uma ditadura.
Acho que Kayla estava tentando me alegrar, mas não adiantou.
Olhei meus dedos; além de doloridos por causa do violão, agora estavam com bolhas por causa dos arcos. Impossível. Agonizante.
— Não consigo fazer isso, Kayla — murmurei. — Estou velho demais para ter dezesseis anos de novo!
Ela colocou a mão sobre a minha. Embaixo da mecha verde no cabelo, a pele era dourada, como uma superfície de cobre pintada de creme, o brilho avermelhado reluzindo nas sardas do rosto e dos braços. Ela me lembrava muito seu pai, o treinador de arco e flecha canadense Darren Knowles.
Quer dizer, o outro pai. Sim, claro que é possível uma criança semideusa nascer de um relacionamento assim. Por que não seria? Zeus deu à luz Dioniso pela própria coxa. Uma das filhas de Atena se originou de um lenço. Por que se surpreender com esse tipo de coisa? Nós, deuses, somos capazes de infinitas maravilhas.
Kayla respirou fundo, como se prestes a fazer um disparo importante.
— Você consegue, pai. Já é bom. Muito bom. Só precisa ajustar suas expectativas. Seja paciente. Seja corajoso. Você vai melhorar.
Tive vontade de rir. Como eu poderia me acostumar a ser apenas bom? Por que me esforçaria para melhorar se antes era divino?
— Não — respondi, com amargura. — Não, é doloroso demais. Eu juro pelo Rio Estige... até voltar a ser um deus, não vou usar um arco ou qualquer instrumento musical!
Pode me repreender. Sei que foi um juramento tolo, feito em um momento de infelicidade e autopiedade. E foi limitador. Um juramento em nome do Rio Estige pode ter consequências terríveis se rompido.
Mas não me importei. Zeus tinha me amaldiçoado com a mortalidade. Eu não ia fingir que estava tudo normal. Eu não seria Apolo enquanto não fosse mesmo Apolo. Por ora, era só um adolescente idiota chamado Lester Papadopoulos. Talvez fosse desperdiçar meu tempo com habilidades para as quais não ligava, como duelo de espadas ou badminton, mas não mancharia as lembranças das minhas antes perfeitas música e arqueria.
Kayla olhou para mim horrorizada.
— Pai, você não pode estar falando sério.
— Estou!
— Retire o que disse agora! Você não pode... — Ela olhou por cima do meu ombro. — O que ele está fazendo?
Segui o olhar dela.
Sherman Yang estava andando lentamente, como em transe, em direção à floresta. Teria sido tolice correr atrás dele, direto para a parte mais perigosa do acampamento. Então foi exatamente isso que Kayla e eu fizemos.
Quase não conseguimos. Assim que chegamos às árvores, a floresta escureceu. A temperatura caiu. O horizonte se estendeu, como se distorcido por uma lente de aumento.
Uma mulher sussurrou no meu ouvido. Dessa vez, reconheci a voz. Ela nunca havia parado de me assombrar. Você fez isso comigo. Venha. Venha me caçar de novo.
O medo inundou meu estômago.
Imaginei os galhos se transformando em braços, as folhas ondulando como mãos verdes.
Dafne, pensei.
Mesmo depois de tantos séculos, a culpa era sufocante. Eu não conseguia olhar para uma árvore sem pensar nela. Florestas me deixavam nervoso. A força vital de cada árvore parecia me massacrar com ódio genuíno, me acusando de tantos crimes... Eu queria cair de joelhos. Implorar por perdão.
Mas aquele não era o momento.
Eu não podia permitir que a floresta me confundisse de novo. Não deixaria mais ninguém cair nessa armadilha.
Kayla não pareceu afetada. Segurei a mão dela para garantir que ficaríamos juntos. Só tivemos que dar alguns passos, mas o caminho até Sherman Yang foi bem tortuoso.
— Sherman. — Segurei seu braço.
Ele tentou se soltar. Felizmente, estava lento e atordoado, senão eu teria terminado com cicatrizes também. Kayla me ajudou a virá-lo.
Os olhos dele tremularam, como se ele estivesse em alguma espécie de sono REM.
— Não. Ellis. Temos que encontrá-lo. Miranda. Minha garota.
Olhei para Kayla em busca de explicação.
— Ellis é do chalé de Ares — disse ela. — É um dos desaparecidos.
— Sim, mas Miranda, garota dele?
— Sherman e ela começaram a namorar uma semana atrás.
— Ah.
Sherman tentou se soltar.
— Encontrá-la.
— Miranda está bem aqui, meu amigo — menti. — Vamos levar você para lá.
Ele parou de lutar. Os olhos reviraram até só a parte branca ficar visível.
— Bem... aqui?
— É.
— Ellis?
— Sim, sou eu — falei. — Sou Ellis.
— Amo você, cara — disse Sherman, soluçando.
Ainda assim, foi preciso toda a nossa força para levá-lo para longe das árvores. Lembrei-me da vez em que Hefesto e eu tivemos que lutar com o deus Hipnos depois que ele, num ataque de sonambulismo, foi até o quarto de Ártemis no Monte Olimpo. É impressionante que nós tenhamos escapado sem flechas de prata espetadas na bunda.
Levamos Sherman para a área do treino de arco e flecha. Entre um passo e o seguinte, ele piscou e se tornou seu eu normal. Reparou que estávamos segurando-o e se soltou.
— O que é isso?
— Você estava indo para a floresta — expliquei.
Ele nos olhou com uma expressão zangada.
— Não estava, não.
Kayla estendeu a mão para ele, mas claramente pensou melhor. Seria difícil usar o arco com dedos quebrados.
— Sherman, você estava em algum tipo de transe. Estava murmurando sobre Ellis e Miranda.
Na bochecha dele, a cicatriz em zigue-zague escureceu até ficar bronze.
— Não me lembro disso.
— Mas você não mencionou o outro campista desaparecido — acrescentei, tentando ajudar. — Cecil?
— Por que eu mencionaria Cecil? — resmungou Sherman. — Não suporto esse cara. E por que devo acreditar em vocês?
— A floresta tinha capturado você — falei. — As árvores estavam envolvendo seu corpo.
Sherman observou a floresta, mas as árvores pareciam normais de novo. As sombras compridas e mãos verdes tinham desaparecido.
— Olhem — disse Sherman —, estou com um machucado na cabeça graças à sua amiga irritante, Meg. Se eu estava agindo de um jeito estranho, o motivo é esse.
Kayla franziu a testa.
— Mas...
— Chega! — interrompeu ele. — Se vocês mencionarem isso para alguém, vou fazê-los comerem suas aljavas. Não preciso de pessoas questionando meu autocontrole. Além do mais, tenho que pensar na corrida.
Ele passou por nós e foi embora.
— Sherman! — gritei.
Ele se virou, os punhos fechados.
— A última coisa de que você se lembra antes de perceber que estava com a gente... em que você estava pensando? — perguntei.
Por um microssegundo, o olhar atordoado passou pelo rosto dele de novo.
— Em Miranda e Ellis... como vocês falaram. Eu estava pensando... que queria saber onde eles estavam.
— Então, você estava se fazendo uma pergunta. — Uma onda de medo me inundou. — Você queria informações.
— Eu...
No pavilhão de refeições, a trombeta de concha soou.
A expressão de Sherman ficou tensa.
— Não importa. Esqueça. Temos que almoçar agora. Depois, vou destruir todos vocês na corrida de três pernas da morte.
No que dizia respeito a ameaças, eu tinha ouvido piores, mas Sherman fez a dele parecer bem intimidadora. Ele saiu andando para o pavilhão.
Kayla se virou para mim.
— O que acabou de acontecer?
— Acho que entendi agora — respondi. — Sei por que aqueles campistas desapareceram.

16 comentários:

  1. mil anos se passaram desde que inventei o violão (durante uma festa bombástica com os hititas... longa história) e eu ainda não consegui descobrir um jeito de manter uma corda si afinada.


    TRUE STORY

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    1. Nossa, ai vc fala "True Story" e eu já começo a pensar
      "AAAEEEEEE , ALGUÉM QUE ASSISTE HIMYM"
      Sorry por meus problemas de cabeça

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    2. kkkkkk nossa, é mesmo, eu nem lembrava dessa :P
      HIMYM <3

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  2. por que pessoas boas e perfeitas estao indo pra faculdade? travis, percy, clarisse pqqqq oq aconteceeuuu

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    1. Pq adolescentes bons e perfeitos estão estudando para se tornarem adultos ainda melhores e mais perfeitos.

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  3. Essas malditas cordas si sao desgracadas!!!

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  4. Apenas achando que esse Sherman é bi e está dividido entra a Miranda e o Ellis, apenas
    -B

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  5. Sério tio Rick?
    Eu lá shippando o Connor com a Miranda e o Travis com a Katie, e você faz isso?

    Além de Thalico (Amo Thalico, mas amo Solangelo, não queira entender), agora Coranda também? Pelo faz a Katie ficar com o Travis! Nunca te pedi nada! *Mintira, já pedi várias coisas*

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    1. O Sherman e o Ellis são irmãos!

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  6. Devido a descoberta que deuses podem mudar de gênero Mag pode ser filha de Démeter com outra mulher...

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    1. Olha, depois de descobrir que o deus nórdico Loki deu à luz a um cavalo de oito patas depois de se metarmofosear para um égua e ter uma relação com um garanhão, n sei pq me surpreendo com algo assim, estava bem na cara ,né?! (Kkkkk A égua Loki, imaginei o Loki dos Vingadores quando li o mito, tive crise de riso, tudo culpa do tio Rick)

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  7. Ela me lembrava muito seu pai, o treinador de arco e flecha canadense Darren Knowles.

    Quer dizer, o outro pai. Sim, claro que é possível uma criança semideusa nascer de um relacionamento assim.


    Se Kayla nasceu de um relacionamento entre dois homens, Meg tb pode ter nascido de um relacionamento entre duas mulheres, isso explicaria o "padrasto" dela.

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    1. Pode ser. Mas mesmo assim meu cérebro bugou quando Apolo falou que semideuses podiam nascer assim.

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  8. "Por que pessoas boas e perfeitas estão indo pra faculdade?"
    Quero meus semideuses de volta!

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