4 de maio de 2016

Capítulo 15

BEM, NÃO FOI ÓTIMO — admiti — mas poderia ter sido muito pior.
— Digam à sua filha para se dar mais crédito — Marid insistiu.
Mamãe e papai sorriram, e eu estava feliz por tê-los encontrado no corredor. A voz do meu pai, acima de todas as outras, me ajudaria a classificar exatamente o que eu tinha acabado de dizer e fazer.
— Nós tentamos, Marid, eu lhe garanto.
Papai tomou um gole de vinho antes de baixar a taça, empurrá-la para longe, e servir-se de uma xícara de chá, assim como mamãe.
O médico disse que uma bebida ocasional não tinha problema, mas ela claramente não estava interessada em arriscar, e eu não estava surpresa que meu pai seguiria seu exemplo.
— Como está sua mãe? — perguntou mamãe. Ela falou de um jeito que me fez pensar que ela estivesse morrendo de vontade de fazer a pergunta.
Marid sorriu.
— Ela nunca diminuiu o ritmo. Está triste, é claro, porque não pode fazer coisas maiores, mas trabalha diligentemente para cuidar daqueles que estão mais perto de nós, em Columbia. Mesmo uma pequena ação boa é melhor que nada.
— Concordo — mamãe respondeu. — Você poderia, por favor, dizer a ela que penso nela com frequência?
Ela relançou os olhos para o papai, que estava ilegível, mas Marid parecia satisfeito.
— É claro. E posso assegurar-lhe, ela sente o mesmo.
A conversa parou, e todos se concentraram em suas bebidas por um momento. Finalmente, papai nos salvou do silêncio.
— Então parece que um casal foi um tanto perverso. A esposa, qual era o nome dela?
— Sharron — Marid respondeu e eu corei.
Papai balançou a cabeça.
— Ela chegou com uma agenda.
— Todos eles fizeram isso — respondi. — Mas não era esse o ponto? Todo mundo provavelmente tem uma ideia concreta de como melhorar sua vida no dia-a-dia. A parte mais difícil não foi cada um ter seu pensamento – foi como eles estavam tentando expressá-los.
Mamãe concordou.
— Tem que haver uma maneira de fazer algo assim sem toda essa briga. Ela torna tudo mais lento.
— Em alguns aspectos, mas em outros, contribui para a discussão — Marid reivindicou. — Uma vez que eles foram lembrados de com quem estavam falando, a conversa tornou-se muito mais clara.
— Eu definitivamente acho que houve mais coisas positivas do que negativas hoje — acrescentei.
Papai encarava a mesa.
— Papai? Você não acha?
Ele olhou para mim, sorrindo.
— Sim querida. Eu acho. — Ele suspirou, endireitando a postura. — E devo-lhe agradecer, Marid. Uma atitude como esta é, certamente, um progresso, não apenas para o palácio, mas para o país – e foi uma boa ideia.
— Vou passar seus agradecimentos ao meu pai. Ele que colocou a ideia na minha cabeça anos atrás.
Meu pai fez uma careta.
— Então eu também lhe devo desculpas — ele bateu seu dedo sobre a mesa, revolvendo seus pensamentos. — Por favor, informe aos seus pais que eles não precisam ficar longe. Só porque nós discordamos sobre os métodos não significa...
Marid levantou a mão.
— Não fale mais nada, Majestade. Meu pai disse que passou do limite em mais de uma ocasião. Pedirei-lhe para ligar. Em breve.
Papai sorriu.
— Eu gostaria disso.
— Eu também — mamãe acrescentou.
— E você está convidado a nos visitar sempre que quiser — adicionei. — Especialmente se tiver mais ideias sobre como alcançar o nosso povo.
O rosto de Marid estava triunfal.
— Oh, eu tenho muitas.


Na manhã seguinte, quase fui a primeira a chegar ao meu escritório, vencendo todos, exceto o General Leger, que remexia vigorosamente nas gavetas da mesa do meu pai.
— General? — Perguntei, anunciando-me.
Ele curvou-se bruscamente e voltou para a sua pesquisa.
— Desculpe. Seu pai quebrou os óculos e disse que havia outro par em seu escritório. Eu absolutamente não estou tendo sorte.
Sua voz estava rouca, e ele fechou uma gaveta antes de se virar para vasculhar a prateleira atrás dele.
— General Leger?
— Ele disse que estaria aqui. Está bem na minha frente e eu não consigo ver?
— Senhor?
— Uma coisa, isso é tudo o que eu tinha que fazer. Eu não consigo nem mesmo encontrar um par de óculos.
— General?
— Sim? — ele respondeu sem olhar para mim.
— Você está bem?
— Claro — ele procurou e procurou, sem parar até que coloquei a mão suavemente no seu ombro.
— O senhor não mentiria para o meu pai. Por favor, não minta para mim.
Ele finalmente desviou o olhar da prateleira, confusão em seus olhos.
— Quando a senhorita ficou tão alta? — perguntou. — E tão eloquente? Sinto como se fosse ontem que sua mãe corria para nos chamar e assistir os seus primeiros passos. — Ele sorriu um pouco. — Não sei se você sabe, mas Ahren quase a derrubou com um soco. Mas, mesmo naquela época, a senhorita não deixaria ninguém lhe passar a perna.
— O senhor ainda não respondeu à minha pergunta. Você está bem?
Ele assentiu.
— Ficarei bem. Nunca fui bom em aceitar a derrota, mesmo quando era a melhor coisa. Lucy está realmente levando isso melhor do que eu, embora não muito. — Ele apertou os olhos. — Suponho que saiba do que estou falando.
Suspirei.
— Eu sei. Mas sinto-me um pouco mal. Tenho vergonha de admitir que estive tão focada em mim mesma que não percebi o seu esforço. Eu gostaria de ter sido mais sensível sobre tudo isso.
— Não se culpe. Nós não vivemos no palácio, e não ter uma família não é algo sobre o qual queremos conversar de bom grado. Além disso, não há nada que qualquer um possa fazer sobre isso.
— Nada?
— Como eu disse, estamos aceitando a derrota. No começo pensávamos que tínhamos muito tempo, e quando tentamos obter ajuda, apenas não deu certo. Lucy não aguentou mais. — Ele fez uma pausa, engolindo antes de me dar um sorriso fraco. — Espero que ter feito a coisa certa pela senhorita. Como um funcionário, como um amigo. Você é o mais perto que terei de uma filha, isso importa muito para mim.
Eu me vi perto das lágrimas, pensando em como eu o tinha chamado de pai não muito tempo atrás.
— Você fez. Claro que fez. E não apenas por mim, mas por todas as outras crianças neste palácio que ajudou a criar.
Ele apertou os olhos.
— O Sr. Woodwork estava com uma perna quebrada quando Kile estava pronto para aprender a andar de bicicleta. Eu lembro de você correndo atrás dele na areia na frente do palácio, até que ele finalmente descobrisse como se equilibrar.
Geral Leger balançou a cabeça, o fantasma de um sorriso no rosto.
— Isso é verdade. Eu o ajudei.
— E mamãe e papai estavam na Nova Ásia quando Kaden perdeu seu primeiro dente, certo? Madame Lucy foi a pessoa que o ajudou a tirá-lo. E ela ensinou Josie como passar delineador. Não se lembra de como ela se gabava por isso durante semanas?
— O que me lembro é de Marlee dizendo a ela para limpar o rosto — respondeu ele, seu espírito elevando-se.
— E você ensinou Ahren e Kaden a manejar uma espada. Kaden sugeriu recentemente um duelo, e a primeira coisa em que pensei foi como ele teria a vitória em mãos graças ao senhor.
Geral Leger me observava.
— Essas memórias são o meu tesouro. Eu sei. Eu defenderei todos vocês até o meu último suspiro. Mesmo que eu não seja essencialmente pago para isso.
Eu ri.
— Eu sei. É por isso que não há mais ninguém em quem eu confie a minha vida. — Estendi a mão para ele. — Por favor, tire o dia de folga. Ninguém vai atacar hoje, e se o fizerem, eu o chamarei — adicionei rapidamente quando pude ver que ele iria protestar. — Passe algum tempo com Madame Lucy. Lembre-a de todos os momentos bons que passaram um com o outro, e lembre-a de tudo o que vocês foram para nós. Sei que não substitui, mas faça-o mesmo assim.
— Ainda não encontrei os óculos.
— Tenho certeza de que ele os deixou no salão. Eu cuidarei disso. Você pode ir.
Ele apertou minha mão uma última vez antes de fazer uma reverência.
— Sim, Alteza.
Eu o assisti sair, inclinando-me contra a mesa enquanto considerava o general e Madame Lucy e sua vida juntos. Eles enfrentaram tanta tristeza, tanta decepção, e ele ainda aparecia todos os dias, pronto para servir. Assim como Madame Lucy. Era uma coisa estranha para mim medi-los em comparação aos meus pais, cujas vidas pareciam se encaixar perfeitamente.
Eu estava cercada por exemplos de como o amor, o amor verdadeiro, podia tornar menos incômodas as circunstâncias, fosse enfrentando a maior decepção de sua vida ou arcando com o peso de um país. E de repente, eu não conseguia lembrar por que o temi tanto por uma vida inteira.
Folheei mentalmente minha lista de pretendentes. A doçura de Kile, o entusiasmo de Fox, a alegria de Henri... estas eram todas as coisas que me atraíram. Mas, além disso, havia algo bonito e duradouro?
Eu ainda não sabia. Mas procurá-lo já não parecia tão assustador.


Deixei o pensamento de lado no momento em que me dirigi ao salão. Expostos o suficiente, os óculos de papai estavam ali, com as hastes abertas e de cabeça para baixo, sobre uma pilha de livros.
Eu os levei em direção ao seu quarto, ainda me perguntando sobre o futuro. Em um esforço para não acordar a mamãe, caso ela estivesse dormindo, bati na porta de seu escritório pessoal.
— Sim? — ele respondeu.
Entrei e encontrei-o à mesa, estudando alguns papéis.
— Eu encontrei isto — falei, segurando os óculos e balançando-os entre os dedos.
— Ah! Você é uma salva-vidas. Onde está Aspen? — ele perguntou, feliz em pegar os óculos e colocá-los no rosto.
— Eu lhe dei o dia de folga. Ele parecia um pouco desanimado.
Meu pai levantou a cabeça.
— Parecia? Eu não percebi.
— Sim. Ele, e penso que talvez Madame Lucy, estão tendo um dia ruim.
À menção do nome dela, ele pareceu entender.
— Bem, agora me sinto terrível por não ter falado algo. — Ele se recostou na cadeira e esfregou as têmporas.
— Dormiu bastante? — perguntei, brincando com um peso de papel.
Ele sorriu.
— Estou tentando, querida, de verdade. Mas se a sua mãe faz um som, estou instantaneamente acordado, e acabo assistindo-a por uma hora antes de me acalmar o suficiente para dormir de novo. Esse ataque cardíaco veio furtivamente. Eu esperava que algo acontecesse comigo.
Balancei a cabeça. Muitas vezes recentemente eu me encontrei observando-o, perguntando-me se ele estava bem. Mas mamãe? Ela nos pegou de surpresa.
— Sua mãe continua falando sobre aparecer no Jornal Oficial de amanhã como se fosse algum sinal de que as coisas pudessem voltar ao normal. Como se, uma vez que ela fizesse isso, eu deveria voltar ao trabalho. E sei que assim que eu voltar a trabalhar, ela também voltará. Não estou dizendo que eu queira que ela se sente e fique sem fazer nada, mas o pensamento de ela voltar a ser a rainha, o dia todo, todos os dias... não sei como encarar — ele esfregou os olhos e me deu um sorriso sem humor. — E a verdade é que tem sido bom para mim fazer uma pausa, respirar. Não acho que eu tenha percebido o quanto estava cansado até que tive que parar. — Ele olhou para mim. — Não me lembro da última vez que tive dez horas sem perturbações com a minha esposa. Ela tem várias linhas de expressão perto dos olhos.
Eu sorri.
— Bem, você faz um monte de piadas horríveis, papai.
Ele assentiu.
— O que posso dizer? Eu sou um homem de muitos talentos. Mas é muito difícil de assimilar: quando ela voltar a ser a rainha, preciso voltar a ser o rei. E não sei quando terei mais uma semana como esta, apenas ela e eu.
— E se ela não voltasse, então?
Ele apertou os olhos.
— O que você quer dizer?
— Bem... — isso estava circulando em minha mente desde a assembleia do dia anterior no salão. Eu provavelmente nunca serei capaz de ajudar todo o meu povo, mas eu podia alcançar a alguns. Esse pensamento me emocionou mais do que eu imaginava ser possível. E, pelo menos, eu poderia ajudar os meus pais, o que me fez sentir como se estivesse realizando algo monumental. Ainda assim, quando as palavras saíram, eu sabia que elas eram pura insanidade. — E se ela não fosse mais a rainha? E se eu fosse?
Meu pai ficou em silêncio, olhando para mim, incrédulo.
— Eu não quis dizer isso como um insulto — gaguejei. — Sei que o senhor é totalmente capaz de liderar... mas você está certo. Mamãe vai querer voltar completamente para o papel de ser uma rainha. Se eu fosse a rainha, ela teria que fazer outra coisa.
Seus olhos se arregalaram, como se ele não tivesse considerado essa opção.
— E se ela não fosse a rainha e você não fosse o rei, e desta vez ela não estivesse se recuperando de um ataque cardíaco, talvez o senhor pudesse fazer mais do que se sentar perto dela. Talvez pudessem viajar ou algo assim.
Ele piscou, surpreso com a possibilidade.
— Nós poderíamos fazer isso esta semana mesmo. Posso conseguir um vestido para a coroação, Lady Brice e Neena podem organizar tudo, e o senhor sabe que o General Leger se certificaria de que todo o evento estivesse seguro. Você não teria que se preocupar com nada.
Ele engoliu em seco, desviando o olhar.
— Por favor, pai, não quero que encare esta proposta como um insulto. Eu...
Ele levantou a mão e eu me calei, chocada ao ver lágrimas em seus olhos quando ele se virou para mim.
— Eu não estou insultado — ele respondeu rispidamente antes de limpar a garganta. — Estou tão orgulhoso de você.
Sorri.
— Então... o senhor vai me deixar assumir o trono?
— Você terá um momento difícil — ele falou, sério. — As pessoas estão inquietas.
— Eu sei. Eu não estou assustada. Bem, talvez não tão assustada.
Nós compartilhamos uma risada.
— Você será maravilhosa.
Dei de ombros.
— Eu não sou você. E definitivamente não sou a mamãe. Mas posso fazer isso. Tenho ajuda, e ainda terei vocês dois. E com tudo isso, provavelmente parecerei uma rainha decente.
Ele balançou sua cabeça.
— Você é mais do que decente, Eadlyn. Talvez eu não tenha lhe dito o suficiente, mas você é uma jovem extraordinária. Brilhante, engraçada e capaz. Que privilégio será ser seu súdito. — Suas palavras eram tão genuínas que eu me encontrei piscando para conter as lágrimas.
Eu não tinha percebido o quanto a opinião dele sobre as minhas ações importava até aquele momento. Eu deveria, no entanto, ter considerando quantos passos eu dera pela mais leve sugestão. Isso significava que ele estava passando para mim o mundo que ele escolheu.
Ele respirou fundo.
— Certo, então — ficando de pé, ele deu a volta na mesa e deslizou seu anel do dedo anelar para o dedo médio da minha mão. Seus olhos, mais claros do que eu tinha visto em dias, olharam profundamente os meus. — Parece ficar bem em você.
Inclinei a cabeça.
— Quase tudo fica.

27 comentários:

  1. Nossa que emocionante

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  2. AHHHHHHHHH!Que perfeição! Espero muito que a Ead fique com o Erik, Ean ou Kile, e eu tinha em mente uma coroação no epilógo e não assim, no meio do ivro. Af, já vi que vários terminaram e eu ainda aqui, no 15. Queria ser o primeiro T.T Mas tive semana corrida, etc, etc. Espero terminar hoje, se não, de madrugada u,u

    -B.Bunny

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  3. Aí meu Deus não acredito!!!

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  4. Parece que o Maxon está ficando velho, afinal...

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  5. Own gente... Que linda atitude, abrir mão de tanta coisa para os pais terem descanso... Amei!!!

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  6. amei esse capitulo...simplesmente incrivel

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  7. Geral Leger balançou a cabeça, o fantasma de um sorriso no rosto.
    Rsrs

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  8. Que momento emocionante!! fiquei um pouco assustada q Maxon n falava nada kkk

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  9. Achei linda a atitude no Maxon mas acho que a Ead vai acabar fazendo besteira por influencia do Marid.

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  10. Foi um momento muito lindo, mas eu ainda tinha esperança de que o Maxon e a America ainda fossem rei e rainha, e a Eadlyn e o marido dela esperassem eles se aposentarem para assumirem o trono! Chorei rios com essa cena! ♡♡♡

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  11. Nossa! Isso mostra como a eadlyn está mudada, está se saindo uma personagem MT melhor, deixou de olhar para si MSM e percebeu q existe outras pessoas ao seu redor.
    Linda, amo ela
    #teamErick

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  12. AAAHHH! Que lindo, Eady amadureceu MUITO MESMO do "A Hereira" pra cá! Quase chorei na parte do General Leger, espero que Lucy e ele consigam ter um filho, afinal, eles merecem ser MUITO felizes.
    Eady rainha, ui *u*

    -Miin

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    1. Eu tb, mas eu morro de raiva ao ver que em livros e filmes sempre dizem que ter filhos é formar uma família, então quem casa e não tem filhos não tem família? Qeue eu saiba casou, constituiu família!

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  13. Preciso fazer um comentário. A América mãe nem parece que América do início da série. Agora é uma matrona sem graça. Só porque envelheceu 20 anos não quer dizer que precise mudar tanto sua personalidade autêntica. Ridículo.

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  14. Muito chato. Nem de perto é bom como os primeiro livros da seleção da América e Maxon. Deixando muito a desejar.

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  15. Só uma coisa pr dizer 👏👏👏👏👏👏👏
    Amei. Saudades de America e Maxon o meu rei e rainha
    preferidos.💜💜😃

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  16. Tadinho de Aspen e Lucy querem tanto um bebe !!! #cadeobbdeaspenelucy?

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  17. To pasma. Sério? Rainha? Já? Parece que foi ontem que a America foi Seleciona, agora a filha dela será rainha? Isso é muito legal, mas no meio do livro...ainda não chegou ao fim para ser um final feliz. Isso fez mais sentido na minha cabeça do que escrito, espero que tenham entendido. Cadê aquele irmão gêmeo sem coração?

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  18. (choro) ELES CRESCEM TÃO RÁPIDO!!! (assuando o nariz)

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  19. Maxon sendo Maxon!! Sdds Meri e Maxon❤❤

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  20. Mellissa , filha de Atena30 de julho de 2016 15:12

    "O rosto de Marid estava triunfal. — Oh, eu tenho muitas."
    Eu achei super suspeito essa fala dele ,mais fazer oq ne?

    Achei super fofo essa ultima parte do cap. tao lindo, ate derramei umas lagriminhas, e admito q essa parte me lembrou mt A Seleçao , e como td aconteceu e sinceramente tbm sinto mt falta da Meri e do Maxon como protagonistas , mais as crianças cresceram T.T

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