28 de maio de 2016

Fanfic: A herdeira do infinito


Sinopse:
Clarisse é uma garota rejeitada pela família, após a morte da mãe no dia em que nasceu e do pai dois dias depois, ela foi mandada para um orfanato onde foi acolhida e tratada como uma filha, até que aconteceu um misterioso acidente, levando ela a ficar nas ruas, dependendo da ajuda das pessoas. Depois de mais de um ano ela começou a arrumar sua vida, até que acontecimentos estranhos começaram a acontecer, ataques e tentativas de assassinatos. 
Tudo o que ela sabe é que a mãe era alguma coisa além de seu conhecimento, e seu pai algum tipo de assassino sanguinário, ela terá muitas aventuras perigosas e extravagantes por vir.

Categorias: aventura, ação, ficção, história original
Autor: G.R.B.
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Capitulo - 1 - Vamos nos divertir com sua morte !!!


Bem acho que vocês vão olhar para minha vida e dizer: UAL Clarisse! Sua vida é uma porcaria, sim realmente ela é. Não sei exatamente o motivo pelo qual resolvi conta-la. Ah pera ai lembrei, pelo fato de eu ser a herdeira do infinito, literalmente, mas enfim, vamos para minha belíssima história de como tudo deu errado....          

Sempre fui estranha e sem jeito para conversar com os outros, fui sempre daquelas que quando uma coisa boa pensa em ir até sua vida, pensa duas vezes e sai correndo. Minha mãe morreu quando eu nasci e meu pai dois dias depois, fui mandada para um orfanato, pois o resto de minha família não me queria. Lá eu fui acolhida e tratado como uma filha por todos, era o único lar que fazia sentido para mim, até que aconteceu, o orfanato misteriosamente foi queimado durante a noite, justamente quando ocorria uma festa fora do orfanato, quando naquele dia uma menina de 17 anos tinha ficado de castigo por se meter em confusão e essa menina era eu, por sorte eu não tinha obedecido as irmãs e tinha saído pelas portas dos fundos. Os bombeiros disseram que não tinha motivo exato para aquele ocorrido, o orfanato tinha virado pó e nunca mais voltaria a funcionar, como faria 18 dali á dois dias eu não fui enviada para outro lar adotivo igual as outras crianças, fui para as ruas, onde eu conheci pessoas que me acolheram e me deram de comer, até eu poder arranjar um lugar fixo para morar. Imagina o como é difícil uma adolescente de 18 anos arranjar um emprego, demorei pouco mais que um ano e quando arranjei me pagavam metade de um salário de verdade, depois disso demorou cerca de dois meses para conseguir pagar um pequeno quarto. Meu quarto não tinha muita coisa, apenas uma cama. ( Obvio! ) Uma televisão, um banheiro, um guarda roupa, uma escrivaninha perto da janela e um frigobar com um fogão do lado. O pior de tudo era para fazer comida, nunca conseguia dormir direito quando fritava as coisas. As vezes gostava de ficar sentada na escrivaninha, para olhar a paisagem que não era muito bonita, a não ser pelo meu vizinho, tinha cabelos negros como o breu, olhos cor de mel esverdeado, corpo esculpido pro anjos de tão perfeito, rosto suave como uma pluma, mas em seus olhos ardiam um fogo inigualável, aparentava ter uns 20 anos, nunca conversei com ele, mas sempre que dava espiava ele pela janela, um dia pude ver ele trocando de roupa, quase fiquei louca. ( É eu sei o que você esta pensando  "Nossa para uma adolescente de 18 anos você é bem safadinha né "   mas eu não tenho 18 mais, já fiz 19. ) Na maioria do tempo eu fico lendo, amo ler romances e ação, as vezes converso com meus vizinhos, que se baseiam a uma criança de 6 anos, que passou a me chamar de irmã, a uma senhora idosa que quase não enxerga mais e a um gato que aparece todos os dias na minha janela, o resto são um bando de rabugentos, então nem gasto meu tempo com eles. 
           - Ka, abre aqui sou eu Luis - A quase me esqueci de meu amigo Luis, ele sempre me ajudou em tudo, foi ele quem conseguiu um trabalho para mim.
           - Já vou - Disse correndo para abrir a porta, assim o que eu posso dizer dele, ele é magrelo, mas um magrelo bonito, cabelos ruivos, pele macia como um pêssego, usava um tipo de colete preto e uma blusa social branca por baixo, uma calça jeans preta e um sapato social, mas sua melhor parte eram os olhos, eles eram um violeta claro que transpareciam tranquilidade e ao mesmo tempo soberania - Você chegou cedo ou eu estou atrasada ? - Ele tinha me convidado para ir em uma viagem da empresa do seu pai, ah desculpa esqueci de comentar esse detalhe, ele era filho do meu patrão, que era totalmente diferente do pai.
            - Cheguei cedo - Disse ele dando o sorriso mais gracioso que já vi na vida - Tinha que ter a certeza de que você não ia se atrasar.
            - Ei! eu sou mais pontual que você tá.
         - É mesmo ?! - Disse ele olhando para o meu pijama e depois para a minha mala na cama, que por acaso do destino estava toda desarrumada. ( Mentira era preguiça mesmo. ) - Bora eu te ajudo a arrumas suas coisas.
            - Olha eu vou aceitar, mas não é por eu estar desesperada e sim por educação.
          - Aham tá sei - Ele diz já entrando e indo direto para a minha mala em cima da cama, onde as roupas estão jogadas em todos os lugares, menos na mala - Vai tomar seu banho, se é que você ainda sabe fazer isso - Ele diz com aquele sorriso brincalhão - e se arruma de uma vez.    
Faço o que ele diz, pego um vestido vermelho colado ao corpo, um sapato preto e minhas maquiagens que não podiam faltar. Depois de tomar meu banho eu comecei a me arrumar, meus cabelos estavam um caco, eles eram um castanha avermelhado, meus olhos eram pretos igual os da minha mãe, que eu vi em uma foto que as irmãs me entregaram assim que eu fiz 15 anos, elas disseram que veio comigo. Não podia dizer que meu corpo era esbelto, mas dava pro gasto, passei meu batom vermelho, vesti o vestido vermelho que ia até o chão sem o sapato e que tinha um corte do lado até a cocha, arrumei meu cabelo em um coque meio desarrumado e por fim calcei meus sapatos pretos.
           - Ual - Disse ele quando eu sai do banheiro - Você tem certeza de que é apenas a secretaria do meu pai ? - Ele falou sarcástico.
           - Muito engraçadinho você - Disse dando um meio sorriso - Quando o avião sai ?
           - Daqui a meia hora. Posso te fazer uma perguntinha ?.
           - Já que começou né.
           - Você só pode estar de olho em algum empresário por ai, para ir tão arrumada assim apenas para a viajem - Ele falou já começando uma risada.
           - Quer que eu vá com meu pijama listrado e com bolinhas rosas ?.
          - Não vai assim mesmo. Bem sua mala esta arrumada e você pronta, então vamos - Fomos para a saída, ao pegar o elevador demos de cara com o meu vizinho super gato, o que ele fazia ali eu não sei, nem tive tempo de dar um "oi", quando entramos ele saiu. Fomos para fora esperar o carro de Luis. Sério todo o riquinho tinha que ter uma Mercedes e um chofer, isso erá muita injustiça, eu não tinha nem mesmo um calhambeque velho.
     - Luis esqueci uma coisa, você até agora não me falou para onde vamos.
     - Vamos para o Canadá em uma reunião com um empresário e de lá vamos para a Inglaterra - Nunca tinha saído de Nova York, essa seria minha primeira vez.
Chegando no aeroporto fomos para a sala de embarque, esperamos por uns vinte minutos até uma moça chegar e pedir as passagens, de acordo com Luis nós iriamos de classe econômica, que erá mais barato. Coisa do pai dele, aquele pão duro. Tinha umas dez pessoas na nossa frente, maioria adultos e idosos, mas tinha um homem com uma blusa branca e uma bermuda preta, que estava começando a me incomodar, toda hora ele olhava de relance para mim, ele parecia ter uns 35 anos, cabelos escuros, olhos castanhos, corpo aparentemente sarado, não que eu estivesse reparando nisso, e seu rosto expressava uma certa seriedade, olhei para Luis que estava atrás de mim, achando que assim ele parasse de me olhar. Quando voltei a virar o homem ainda me encarava. Depois de uma pequena eternidade, embarcamos, meu acento era do lado de Luis, o que realmente me tranquilizou por que eu nunca andei de avião e estava morrendo de medo. Ficaria enfurnada naquele avião por mais ou menos 9 horas.
            - Luis que local do Canadá nós vamos ? - Perguntei tentando me distrair.
            - Para Vancouver, vamos ficar hospedados em um hotel, já que vamos passar os próximos três dias lá.
          - Hum, com quem iremos nos reunir lá ? - Luis me olhou desconfiado, pois sabia que nunca tinha me interessado por aquele tipo de coisa.
            - Você ta com medo ? - Disse ele zombeteiro.
            - Um pouco.
         - Não precisa ficar com medo, bem pelo menos não agora, nem decolamos ainda - Disse ele rindo satisfeito com minha cara de enjoo.
          - Queridos passageiros queiram se sentarem em seus devidos lugares e colocarem os sintos, decolaremos em cinco minutos, e por favor mantenham todos os aparelhos eletrônicos desligados, agradeço pela compreensão de todos e uma boa viagem - Disse a aeromoça pelo alto-falante.
Coloquei meu cinto assim que ela falou, exatamente cinco minutos depois o avião decolou, tenho que confessar uma coisa, essa foi a pior experiência da minha vida, parece que você vai cair antes mesmo de levantar voo, Luis aquele miserável, ao invés de me ajudar ficou rindo de mim. Depois de meia hora, o avião começou a balançar e então meu coração e impulso falaram mais alto que a realidade, me falaram que era apenas turbulência quando eu dei um ataque de estéria, gritando que o avião ia cair. ( Foi bem vergonhoso. ) Mas se você estivesse pela primeira vez em um avião que desse turbulência a acada dez minutos, você ficaria apavorada, é horrível. Tive a sorte de sentar na janela, ou melhor, azar, isso era pior que turbulência, ainda mais para uma pessoa com pavor de altura. Luis como o bom amigo que é, não quis trocar de lugar comigo, ainda vou me vingar dele. Olhei para os passageiros e comecei a descreve-los para mim mesma, tentando me distrair. Bem não vi nada de interessante, apenas um senhor com uns 65 anos que estava sentado na minha frente, com uma blusa que inicialmente achei que era social, mais quando olhei atentamente vi que era de uma banda de rock. (Vovozinho roqueiro) Um casal sentados na fileira do meio, a mulher aparentava ter uns 29 anos, cabelos loiros, olhos azuis e uma aparência ao mesmo tempo sensual e casual, já o homem deveria ter o dobro da sua idade, ele já estava com rugas e sua pele estava murcha pelo tempo, usava uma blusa branca e uma jaqueta preta, uma calça jeans azul, a cor de seus olhos não dava para ver, pois ele estava dormindo e seus cabelos eram grisalhos. Não era querer me entrometer demais, mais já o fazendo, achei que ela só estava com ele pelo dinheiro mesmo, não pela diferença de idade entre os dois, mas pelo simples motivo dela estar paquerando um rapaz de uns 24 anos no assento da frente do dela, e tudo isso enquanto o suposto vovô chifrudo, modéstia parte, roncava em seu gracioso assento. Bem o que eu podia falar erá a vide né, continuando com minha turnê pelos passageiros, percebi que o homem que me olhava na fila estava na mesma fileira que eu, duas cadeiras a frente, pelo menos assim ele não poderia ficar me encarando, foi o que pensei até ele se virar em seu assento para me observar, que sorte grande a minha né, tinha conseguido meu próprio tarado de avião uhul. Me levantei para ir no banheiro, ficar sentada durante duas horas não é fácil, a caminhada para o banheiro parecia mais uma piscina de sabão, onde ninguém consegue ficar em pé, quase gritei quando o avião deu uma turbulência. Finalmente depois de quase um século cheguei no banheiro, e olha que sorte a minha, ele estava ocupado, fiquei tentada a voltar e esperar, mas quando me lembrei de que teria que andar aquilo tudo de novo, desisti, então simplesmente me escorei em um armário de ferro que estava em frente a porta do banheiro, meia hora depois a porta se abriu, quase tive receio de entrar, mas estava muito apertada, então acabei indo assim mesmo. Me aliviei, lavei as mão, e me olhei no espelho, minha aparência não estava muito boa, estava com uma cara de quem ia vomitar a qualquer momento. Quando abri a porta do banheiro dei de cara com o tarado do avião, ele estava bem na minha frente, tentei sair, mas todas as vezes que ia para o lado ele entrava na minha frente.
          - O senhor poderia me dar licença ? - Falei com a voz meio rouca, ele não respondeu, apenas ficou ali me olhando. Tentei pela terceira vez sair dali e ele novamente me interrompeu - Se não sair da minha frente vou gritar por socorro - Disse tentando parecer confiante, mas não deu muito certo.
          - Se fizer isso, não me deixara escolha, então coopere e tudo sera rápido - Disse ele com uma voz calma e perigosa, naquele momento meu medo foi maior, quando abir a boca para gritar ele a tapou com a mão e me empurrou para dentro do banheiro, depois trancou a porta - Eu disse, então coopere e na... - Antes que ele terminasse deu um tapa na sua cara e uma joelhada na virilha, enquanto ele gemia de dor eu fui para a porta, quando finalmente destranquei ele me empurrou para o lado, fazendo com que eu batesse a cabeça na privada, e então trancou a porta de novo - Pelo visto vai ser do modo difícil né!.
           - Vá se danar seu pervertido - Ele me olhou e então lançou uma risada, como alguém não poderia estar ouvindo isso. Ele avançou para cima de mim, minha cabeça estava latejando por causa da batida não conseguia pensar direito, levei a mão na parte onde tinha batido, estava sangrando, não era muito mas era sangue, sangue. Meu Deus eu tinha que sair dali, ele avançou para cima de mim, tentei cobrir o rosto, mas ele segurou meus braços, me impedindo de proteger meu rosto.
          - Clarisse Sarthon Borties, se você soubesse do que é capaz - O fato de ele saber meu nome me deixou ainda mais apavorada, até ele tirar uma faca de dentro da roupa, ai sim eu entrei em pânico, tentei me largar da sua mão, mas ele era muito mais forte que eu, tentei chutar a sua virilha de novo, mas estava com muito medo não conseguia acertar nada, tinha que ganhar tempo, Luis sentiria minha falta e viria atrás de mim.
            - C-como sabe meu nome ? - Disse com a voz tremula de medo.
            - Todos nós te conhecemos Senhorita Clarisse - Disse ele irônico - E todos queremos lhe matar - E agora sanguinário.
            - Por que querem me matar ?, o que eu fiz para vocês ? e quem são vocês ?.
         - Queridinha não fique tão apavorada, não é nada pessoal são apenas negócios, o problema todo foi você ter nascido, sua mãe aquela maldita, deveria ter lhe entregue, mas não amor maternal falou mais alto e isso lhe custou a sua vida, seu pai aquele tolo, conseguiu fugir de nós por dois dias, mas você, custamos encontra-lá, aquela maldita da sua tia, lançou um feitiço de camuflagem em você, demorou anos para encontra-lá - Não conseguia entender nada do que ele estava falando, quanto mais falava, mais achava que ele erá um maniaco, doido varrido, da pior especie. E o Luis cade ele na hora que mais preciso - Mas agora você está aqui e eu vou poder mata-la e enviar sua cabeça para o Lord Vermont - Meu Deus não sei o que fiz de errado, mas por favor me perdoe, esse castigo já me fez me arrepender de qualquer coisa que eu tenha feito de errado - Sua mãe Lorena, erá tudo para nós, nossa bela e poderosa..... - Aquela foi a gota d'água, ele poderia saber meu nome, minha idade, onde moro e onde trabalho, tanto faz, mas ele saber o nome de minha mãe.
            - Como você sabe o nome da minha mãe ? - Perguntei rispidamente, naquele momento esqueci de toda a dor e todo o medo.
           - Há aquela de lá, podia ser nobre mas era uma bela de um puta, qualquer um pegava ela - Aquela realmente foi a última coisa que ele iria dizer da minha mãe, com um impulso me soltei dele, chutei sua virilha novamente, olhei para o lado e peguei o espelho, acertei sua cabeça, ele cambaleou para trás e então deu um soco na cara dele, nunca tinha batido em alguém com tanta vontade, a força do meu soco foi maior do que imaginava, ele caiu no chão segurando o nariz que estava quebrado e sangrando - Sua vadiasinha, vou arrancar sua cabeça e dar para os cachorros.
            - Vá se danar, seu idiota - Disse com toda a força da raiva que estava sentindo naquele momento, aproveitei que ele estava no chão e corri para a porta, consegui abrir a porta e sai para fora - Socorro - Gritei com todas as minhas forças, antes de o homem me atacar de novo, me derrubando no chão com uma facada no peito.
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Saiba maishttps://fanfiction.com.br/historia/679752/A_Herdeira_do_Infinito/

22 comentários:

  1. oi karina como faço para ler o resto?

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    1. Oi Izzy, tem que mandar um e-mail pro autor e perguntar disso. Não me foi passado nenhum link :x

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    2. Karina eu encontrei nesse site aqui : https://fanfiction.com.br/historia/679752/A_Herdeira_do_Infinito/

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    3. qual e o nome do altor

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    4. Karina aqui é o Gabriel, autor do livro, venho aqui lhe informar que existe uma pessoa muito desagradável plagiando meu livro e o Herdeiro do Tigre também, seu nome é Vitória Drew, ou melhor Vitória Gomes, ela plagiou no wattped ( https://www.wattpad.com/user/ViihMP ).Sei que não pode fazer nada em questão disto, mas é apenas para as pessoas que estão lendo e aquelas que escrevem suas histórias a partir de suas ideias, isso não é nada legal, uma coisa é você ler e gostar outra é plagiar, escreva sua própria história e não pegue as dos outros não é ?. Isso é apenas um informativo como disse.

      Do autor ~ Gabriel ( G.R.B )

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    5. Muito bom esse livro. Queria mais

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  2. mmais cade o site???

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    1. https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-originais-a-herdeira-do-infinito-5158360
      Pena que não tá atualizada.

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    2. Encontrei aqui
      https://fanfiction.com.br/historia/679752/A_Herdeira_do_Infinito/
      Nyah Fanfiction, neste já esta atualizado, esta no 4° capítulo.

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  3. Gente, que história legal, estou curiosa hehehe

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  4. AMEI, como faço pra ler o restante ???

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    1. Encontrei nesse site

      https://fanfiction.com.br/historia/679752/A_Herdeira_do_Infinito/

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  5. Karina, não sei se vai ser de muita ajuda, por curiosidade e vontade de ler a fanfic, coloquei o inicio da narrativa no Google e eu encontrei essa fanfic no site "fanfiction.com", Segue o link do primeiro capitulo:

    https://fanfiction.com.br/historia/679752/A_Herdeira_do_Infinito/capitulo/1/

    Ass.: Rayssa

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  6. Karina, como eu faço para enviar uma fanfic para o blog ?

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    1. Olá!! Envie o primeiro capítulo, resumo, imagem ilustrativa e link para livroson-line@hotmail.com :)

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  7. Podia virar livro mesmo e logo depois filme!!!!

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  8. Karina adoro seu blog!! so nao sou de comenta, seu trabalho e otimo.

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  9. Lord Vermont -
    Isso é uma reverência?

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  10. Karina sera que vc poderia postar mais capitulos?? to ansiosa por mais !!!!

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    1. Oi Samara, eu posto apenas o primeiro capítulo das fics aqui, como meio de divulgação.. pra continuar a leitura, clique no link ao final do post

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