24 de abril de 2016

Apêndice D - Calendário do Condado

(Para uso em todos os anos)


Cada ano começava no primeiro dia da semana, sábado, e terminava no último dia da semana, sexta-feira. O Dia do Meio do Ano e o Sobrelite nos anos bissextos não tinham o nome de nenhum dia da semana. O Lite anterior ao Dia do Meio do Ano era chamado de 1° Lite, e o posterior de 2° Lite. O Iule no fim do ano era o 1° Iule, e o do começo o 2° Iule. O Sobrelite era um feriado especial, mas não ocorreu em nenhum dos anos importantes na história do Grande Anel. Ocorreu em 1420, o ano da famosa colheita e do verão maravilhoso, e diz-se que os festejos daquele ano foram os maiores da lembrança ou do registro.

Os calendários
O Calendário do Condado divergia do nosso em várias características. O ano tinha sem dúvida a mesma duração, já que, por muito longínquos que sejam aqueles tempos pela contagem dos anos e das vidas dos homens, não eram muito remotos segundo a memória da Terra. Os hobbits registram que não tinham “semana” quando eram ainda um povo nômade, e apesar de terem “meses”, regulados aproximadamente pela Lua, seus apontamentos de datas e cálculos do tempo eram vagos e imprecisos. Nas terras ocidentais de Eriador, quando haviam começado a se estabelecer, adotaram dos dúnedain o registro do Rei, que era, em última análise, de origem eldarin; mas os hobbits do Condado introduziram várias alterações menores. Este calendário, ou “Registro do Condado”, como era chamado, acabou sendo adotado também em Bri, exceto pelo costume do Condado de considerar como Ano 1 o da colonização do Condado. Frequentemente é difícil descobrir nas histórias e tradições antigas dados exatos sobre coisas que as pessoas conheciam bem e tinham como certas em sua própria época (tais como os nomes das letras, dos dias da semana, ou os nomes e a duração dos meses). Mas, devido ao seu interesse geral pela genealogia, e ao interesse pela história antiga que os eruditos entre eles adquiriram após a Guerra do Anel, os hobbits do Condado parecem ter-se ocupado bastante com datas; e chegaram a montar tabelas complicadas que demonstravam as relações de seu próprio sistema com outros. Não tenho habilidade nesses assuntos, e posso ter cometido muitos erros; mas, seja como for, a cronologia dos anos cruciais, 1418, 1419, R.C., está exposta no Livro Vermelho com tanto cuidado que não pode haver muitas dúvidas sobre dias e tempos daquela época.
Parece claro que os eldar da Terra-média, que, como observou Samwise, dispunham de mais tempo, calculavam em períodos longos, e a palavra em quenya yén, muitas vezes traduzida por “ano”, significa na verdade de nossos anos. Os eldar preferiam calcular em grupos de seis e doze quando era possível. Um “dia” do sol era por eles chamado ré e considerado de um pôr-do-sol a outro. O yén continha 52.596 dias. Para fins rituais, e não práticos, os eldar observavam uma semana ou enquiê de seis dias; e o yén continha 8.766 desses enquier, contados continuamente por todo o período.
Na Terra Média os eldar observavam também um período curto ou ano solar, chamado coranar ou “ronda do sol”, quando considerado sob um ponto de vista mais ou menos astronômico, mas normalmente chamado loa, “crescimento” (em especial nas terras do noroeste), quando se consideravam principalmente as mudanças sazonais da vegetação, como era costume ocorrer com os elfos em geral. O loa era subdividido em períodos que poderiam ser considerados meses longos ou estações curtas. Sem dúvida eles variavam de região para região; mas os hobbits fornecem informações apenas a respeito do Calendário de Imladris. Nesse calendário, havia seis dessas “estações”, cujos nomes em quenya eram tuile, lairë, yáviê, quelle, hrivë, coirë, que podem ser traduzidos como “primavera, verão, outono, dissipação, inverno, agitação”. Os nomes em sindarin eram ethuil, laer, iavas, firith, rhíw, echuir. A “dissipação” era também chamada lasse-lanta, “queda das folhas”, ou em sindarin narbeleth, “declínio do sol”.
lairë hrivë continham 72 dias cada um, e os demais, 54 dias cada. O loa começava com o yestarë, o dia imediatamente anterior ao tuile, e terminava com o mettarë, o dia imediatamente posterior ao coirë. Entre o yáviê e o quellë inseriam-se três enderi ou “dias médios”. Isso perfazia um ano de 365 dias, que era suplementado duplicando-se os enderi (acrescentando 3 dias) a cada doze anos.
Não se sabe como eram tratadas as eventuais imprecisões. Se naquela época o ano tinha a mesma duração que hoje, o yén teria tido um dia a mais. O fato de existir imprecisão é demonstrado por uma nota nos Calendários do Livro Vermelho, afirmando que no “Registro de Valfenda” o último ano de cada terceiro yén era reduzido em três dias: a duplicação dos três enderi que deveria ocorrer nesse ano era omitida; “mas isso não ocorreu em nosso tempo”.
Não há registro quanto ao ajuste de quaisquer imprecisões remanescentes. Os númenorianos alteraram esses arranjos. Dividiram o loa em períodos mais curtos, de duração mais regular; e adotaram o costume de começar o ano no meio do inverno, que fora usado pelos homens do noroeste, de quem descendiam, na Primeira Era. Mais tarde também fizeram com que sua semana tivesse 7 dias, e passaram a calcular o dia de um nascer do sol (emergindo do mar a leste) a outro.
O sistema númenoriano, tal como usado em Númenor, e em Arnor e Gondor até o fim dos reis, era chamado Registro do Rei. O ano normal tinha 365 dias. Era dividido em doze astar ou meses, sendo que dez tinham 30 dias e dois tinham 31. Os astar longos ladeavam o Meio do Ano, mais ou menos como nossos junho e julho. O primeiro dia de cada ano era chamado yestarë, o dia médio (o 183?) loëndë, e o último mettarë; estes 3 dias não pertenciam a nenhum mês. A cada quatro anos, exceto no último ano do século (haranyë), dois enderi ou “dias médios” tomavam o lugar do loëndë.
Em Númenor o cálculo começava em 1 S.E. O déficit causado pela subtração de 1 dia do último ano do século não era ajustado até o último ano do milênio, deixando um déficit milenar de 4 horas, 46 minutos e 40 segundos. Esta adição foi feita em Númenor em 1000, 2000, 3000 S.E.
Após a Queda em 3319 S.E., o sistema foi mantido pelos exilados, mas no início da Terceira Era foi bastante deslocado com uma nova numeração: 3442 S.E. tornou-se 1 T.E. Fazendo com que 4 T.E. fosse um ano bissexto, em vez de 3 T.E. (3444 S.E.), introduziu-se mais 1 ano curto de apenas 365 dias, causando um déficitde 5 horas, 48 minutos e 46 segundos. Os acréscimos milenares foram feitos com 441 anos de atraso: em 1000 T.E. (4441 S.E.) e 2000 T.E. (5441 S.E.).
Para reduzir os erros assim causados e o acúmulo dos déficits milenares, Mardil, o Regente, publicou um calendário revisto que entraria em vigor em 2060 T.E., após um acréscimo especial de 2 dias a 2059 (5500 S.E.), o que concluiu 5'/2milênios desde o começo do sistema númenoriano. Mas, ainda assim, permanecia um déficit de cerca de 8 horas. Hador acrescentou 1 dia a 2360, embora adeficiência ainda não tivesse chegado a tal número. Depois disso não foram feitos mais ajustes (em 3000 T.E., com a ameaça de guerra iminente, tais assuntos foram negligenciados). Ao final da Terceira Era, após mais 660 anos, o déficit ainda não chegava a 1dia. O Calendário Revisto introduzido por Mardil foi chamado Registro dos Regentes e acabou sendo adotado pela maioria dos usuários da língua westron, exceto pelos hobbits. Os meses eram todos de 30 dias, e foram introduzidos 2 dias fora dos meses: 1 entre o terceiro e o quarto mês (março, abril) e 1 entre o nono e o décimo mês (setembro, outubro). Estes 5 dias exteriores aos meses, yestarè, tuilérê, loêndê, yáviérê mettarê, eram feriados.
Os hobbits eram conservadores e continuaram usando uma forma do Registro do Rei adaptada para se adequar aos seus próprios costumes. Seus meses eram todos iguais e tinham 30 dias cada um; mas eles tinham 3 Dias Estivais, chamados, no Condado, Lite ou Dias de Lite, entre junho e julho. O último dia do ano e o primeiro do ano seguinte eram chamados Dias de Iule. Os Dias de Iule e de Lite eram exteriores aos meses, de modo que 1° de janeiro era o segundo, não o primeiro dia do ano. A cada quatro anos, exceto no último ano do século 32, havia quatro Dias de Lite. Os Dias de Lite e de Iule eram os principais feriados e épocas de festividades. O Dia de Lite adicional era acrescentado após o Dia do Meio do Ano, e assim o 184° dia dos anos bissextos era chamado de Sobrelite, um dia de festejos especiais. No total, a Época de Iule compreendia seis dias, incluindo os últimos três e os primeiros três dias de cada ano.
A gente do Condado introduziu uma pequena inovação (que acabou sendo adotada também em Bri), a que chamaram Reforma do Condado. Achavam desordenada e inconveniente a oscilação dos nornes dos dias da semana em relação às datas, de um ano para outro. Assim, no tempo de Isengrim II, estipularam que o dia extra que desalinhava a sucessão não deveria ter o nome de nenhum dia da semana. A partir daí, o Dia do Meio do Ano (e o Sobrelite) era conhecido apenas pelo nome, sem pertencer a nenhuma semana (p. 176). Em consequência desta reforma, o ano começava sempre no Primeiro Dia da semana e terminava no Último Dia; e o mesmo dia, em qualquer ano, tinha o mesmo nome em todos os demais anos, de modo que a gente do Condado não se preocupava mais em escrever o dia da semana em suas cartas ou diários. Consideravam isso muito conveniente em sua própria terra, mas nem tanto quando viajavam além de Bri.
Nestas notas, assim como na narrativa, usei nossos nomes modernos tanto para os meses quanto para os dias da semana, apesar de, naturalmente, nem os eldar, nem os dúnedain, nem os hobbits assim fazerem. A tradução dos nomes em westron pareceu essencial para evitar confusões, ao passo que as implicações sazonais de nossos nomes são mais ou menos as mesmas, pelo menos no Condado. Parece, no entanto, que se pretendia que o Dia do Meio do Ano correspondesse tanto quanto possível ao solstício de verão. Nesse caso, as datas do Condado na verdade estavam adiantadas em relação às nossas em uns dez dias, e nosso Dia de Ano Novo correspondia mais ou menos ao 9 de janeiro do Condado.
Em westron, foram normalmente mantidos os nomes em quenya dos meses, assim como hoje em dia os nomes latinos são amplamente empregados em outras línguas. Eram: Narvinyê, Nénimè, Súlimê, Víressê, Lótessê, Náriê, Cermiê, Urimê, Yavanniê, Narqueliè, Hísimè, Ringarê.Os nomes em sindarin (usados apenas pelos dúnedain) eram:Narwain, Nínui, Gwaeron, Gwiríth, Lothron, Nórui,Cerveth, Urui, Ivanneth, Narbeleth, Hithui,Girithron.
Nesta nomenclatura, no entanto, os hobbits, quer do Condado, quer de Bri, divergiam do uso em westron e mantinham nomes arcaicos locais, que parecem ter adotado dos homens dos vales do Anduin na antiguidade; seja como for, nomes semelhantes eram encontrados em Valle e Rohan. Os significados desses nomes, inventados pelos homens, em geral haviam sido esquecidos pelos hobbits fazia muito tempo, mesmo nos casos cujo significado haviam conhecido originariamente; consequentemente, as formas dos nomes foram muito obscurecidas.
Os nomes do Condado estão demonstrados no Calendário. Pode-se observar que Lamamês era normalmente pronunciado, e às vezes escrito, Lamês; Tremunge era frequentemente escrito Tremunche (o arcaico Trimiinge); Libamês era pronunciado Libemês ou Libmês. Em Bri os nomes eram diferentes, a saber, Gélido, Lamamês, Louvoso, Brotai, Tremunge, Lite, Diasdestio, Prado, Ervamês, Ceifamês, Hibernal, Libai lulemês.
Gélido, Brotai Iidemês eram também usados na Quarta Leste.
A semana dos hobbits foi adotada dos dúnedain, e os nomes eram traduções dos que se davam aos dias no antigo Reino do Norte, que, por sua vez, derivavam dos eldar. Os seis dias da semana dos eldar eram dedicados às Estrelas, ao Sol, à Lua, às Duas Árvores, aos Céus e aos Valar ou Poderes, nessa ordem, ou recebiam destes o seu nome, sendo que o último dia era o mais importante da semana. Seus nomes em quenya eram Elenya, Anarya, Isilya, Aldúya, Menelya, Valanya (ouTárion);os nomes em sindarin eram Orgilion, Oranor, Orithil, Orgaladhad, Ormenel, Orbelain (ou Rodyri).
Os númenorianos mantiveram as dedicatórias e a ordem, mas alteraram o quarto dia para Aidêa (Orgaladh) com referência à Arvore Branca apenas, da qual se acreditava que descendesse Nimloth, que crescia no Pátio do Rei em Númenor. Como também desejassem um sétimo dia e fossem grandes marinheiros, inseriram um “Dia do Mar”, Eãrenya (Ornearem), depois do Dia dos Céus.
Os hobbits adotaram esse arranjo, mas os significados dos nomes traduzidos logo foram esquecidos, ou não se dava mais importância a eles, e as formas foram muito reduzidas, especialmente na pronúncia cotidiana. A primeira tradução dos nomes númenorianos foi feita provavelmente dois mil anos ou mais antes do fim da Terceira Era, quando a semana dos dúnedain (o item do seu registro que outros povos primeiro adotaram) passou a ser usada pelos homens do norte. Como nos casos dos nomes dos seus meses, os hobbits mantiveram essas traduções, apesar de serem usados os nomes em quenya no restante da área que falava westron.
Não se preservaram no Condado muitos documentos antigos. Ao fim da Terceira Era, o remanescente mais notável era a Pele Amarela, ou Anuário de Tuque-burgo. Seus primeiros registros parecem ter começado pelo menos novecentos anos antes da época de Frodo; e muitos são citados nos anais e nas genealogias do Livro Vermelho. Lá, os nomes dos dias da semana aparecem nas suas formas arcaicas, sendo as mais antigas as seguintes: (1) Astrodia, (2) Soldia, (3) Liindia, (4) Arbordia, (5) Ceudia, (6) Mardia, (7) Altodia. Na linguagem da época da Guerra do Anel, ha- viam-se transformado em Trodia, Sodia, Ludia, Bordia, Cèdia, Madia, Aldia.
Traduzi esses nomes também pelos nossos, começando naturalmente pelo domingo e pela segunda-feira. Deve-se observar, no entanto, que as associações dos nomes eram bem diversas no Condado. O último dia da semana, a sexta-feira (Aldia), era o mais importante, e também dia feriado (após o meio-dia) e de banquetes à noitinha. Assim, o sábado corresponde melhor à nossa segunda-feira, e a quinta-feira ao nosso sábado.
Podem ser mencionados alguns outros nomes que se referem ao tempo, apesar de não serem usados em cálculos precisos. As estações que normalmente se nomeavam eram tuilê, primavera, lairê, verão, yáviê, outono (ou colheita), hrivè, inverno; mas elas não tinham definições exatas, e quellê (ou lass e lantá) empregava-se também para o final do outono e início do inverno.
Os eldar davam atenção especial ao “crepúsculo” (nas regiões setentrionais), especialmente na condição de tempo de desaparecimento e de surgimento das estrelas. Possuíam muitos nomes para esses períodos, os mais comuns dos quais eram tin-dómê undómê, sendo que aquele referia-se mais frequentementeao período próximo do amanhecer, e undómê ao entardecer. O nome em sindarin era uial,que podia ser definido como minuial aduial.Estes muitas vezes eram chamados no Condado matinturvo vesperturvo.Cf. Lago Vesperturvo como tradução de Nenuial.
O Registro do Condado e suas datas são os únicos que importam na narrativa da Guerra do Anel. Todos os dias, meses e datas são no Livro Vermelho traduzidos em termos do Condado, ou identificados com eles em notas. Portanto, os meses e dias em todo O Senhor dos Anéis referem-se ao Calendário do Condado. Os únicos pontos nos quais as diferenças entre ele e o nosso calendário têm importância para a história do período crucial, o final de 3018 e o início de 3019 (1418, 1419 R.C.), são estes: outubro de 1418 tem apenas 30 dias, 1° de janeiro é o segundo dia de 1419, e fevereiro tem 30 dias; de modo que 25 de março, a data da queda de Barad-dúr, corresponderia ao nosso 27 de março, se nossos anos começassem no mesmo ponto sazonal. A data era, porém, 25 de março tanto no Registro dos Reis como no dos Regentes.
O Novo Registro foi iniciado, no Reino restaurado, em 3019 T.E. Representou um retorno ao Registro dos Reis, adaptado para se adequar a um começo na primavera semelhante ao loa eldarin.
No Novo Registro o ano começava em 25 de março, à maneira antiga, comemorando a queda de Sauron e os feitos dos Portadores do Anel. Os meses mantiveram seus nomes antigos, começando agora por Víressê (abril), mas referiam-se a períodos que iniciavam em geral cinco dias mais cedo que os do calendário anterior. Todos os meses tinham 30 dias. Havia 3 Enderi ou Dias Médios (dos quais o segundo era chamado Loëndë) entre Yavannië (setembro) e Narquelië (outubro), que correspondiam a 23, 24 e 25 de setembro pela contagem antiga. Mas, em homenagem a Frodo, 30 de Yavannië, que correspondia ao antigo 22 de setembro, seu aniversário, foi transformado em festival, e os anos bissextos eram caracterizados pela duplicação dessa festa, chamada Cormarë ou Dia do Anel.
Considerou-se que a Quarta Era começou com a partida de Mestre Elrond, que se deu em setembro de 3021; mas para os fins dos anais do Reino o ano 1 da Quarta Era foi aquele que começou, de acordo com o Novo Registro, em 25 de março de 3021 pela contagem antiga.
Esse Registro, no decurso do reinado do rei Elessar, foi adotado em todas as suas terras, exceto no Condado, onde o calendário antigo foi mantido e se deu continuidade ao Registro do Condado. O ano 1 da Quarta Era foi, portanto, chamado 1422; e, na medida em que levaram em consideração a mudança de Era, os hobbits afirmavam que ela teve início em 2 Iule de 1422, e não no mês de março anterior.
Não há registro de que a gente do Condado comemorasse o 25 de março ou o 22 de setembro, mas na Quarta Oeste, especialmente nas terras ao redor da Colina da Vila dos Hobbits, estabeleceu-se o costume de declarar feriado e dançar no Campo da Festa, quando o tempo o permitisse, em 6 de abril. Alguns diziam que era o aniversário do velho Sam Jardineiro, outros que era o dia em que a Árvore Dourada floresceu pela primeira vez em 1420, e outros ainda que era o Ano Novo dos elfos. Na Terra dos Buques a Corneta da Terra dos Cavaleiros era tocada ao pôr-do-sol todos os dias 2 de novembro, e seguiam-se fogueiras e festejos.

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