12 de março de 2016

Capítulo 8

AS GAROTAS NÃO ESTAVAM EM CASA QUANDO CHEGUEI, o que foi bom. Que aproveitassem uma última noite naquele animado campus litorâneo.
Fui para o quarto. Corri os olhos pelo ambiente e cheguei à conclusão de que não havia muita coisa ali que pudesse considerar minha. Na verdade, nunca havia.
Guardei as cadernetas no baú e lembrei que ainda faltava uma pessoa para completar a lista de passageiros do Arcatia. Jamais me esquecera de alguém no meio de uma pesquisa antes. Às vezes, parava de procurar quando ficava óbvio que não havia nada para encontrar, mas nunca algo assim. Akinli me fez esquecer quem eu era por um breve momento, tocou minha pele como se eu fosse humana, falou comigo como se eu fosse normal.
Como era mágico ser apenas uma garota comum.
Havia algumas peças de roupa de que eu gostava, e uma escova de cabelo de madeira muito boa que encontrei numa feira de antiguidades certa vez. Eu tinha o grampo enferrujado que estava no meu cabelo quando fui transformada; guardei porque imaginei que era do mesmo tipo que a minha mãe usava. Era o único vínculo com ela que ainda me restava. Havia um punhado de quinquilharias, mas o baú estava leve quando o empurrei até a porta da frente.
As garotas o veriam quando entrassem. E entenderiam.
Fui para os fundos e me sentei no píer flutuante. Encarei a Água, mas não falei nada. Eu podia ouvi-La, contudo, saltando na praia e envolvendo as vigas de madeira. Eu A amava tanto. Ela era a minha casa, o lugar onde podíamos nos esconder quando guerras estouravam ou quando qualquer um nos olhava com desconfiança. Ela era vida, nossa provedora, a provedora de todos. Mas agora não podia evitar o ressentimento. Ela também era a fonte de toda a minha culpa, de todos os meus sonhos frustrados.
Eu tinha tantas perguntas para Ela. Mas não naquela noite.
Ouvi o rangido familiar da porta da frente e voltei para dentro. Elizabeth e Miaka estavam caladas, com os olhos fixos no meu baú. Miaka parecia à beira de lágrimas, e Elizabeth girava zangada a sandália de tiras na ponta dos dedos.
— Por quê? — Miaka perguntou enquanto eu fechava a porta de correr.
— Preciso ir — meu tom era quase de vergonha, acanhado pela minha fraqueza.
Elizabeth soltou as sandálias.
— Bom, eu não preciso. Nem Miaka. Não queremos ir.
Evitei o olhar fulminante dela.
— Entendo, mas não posso mais ficar aqui.
— Você sempre quer viver em algum lugar grande, para que a gente possa ficar no anonimato! E depois você nem tenta se misturar. Estamos felizes aqui!
Ergui os olhos para Elizabeth e a tensão no queixo dela confirmou o que eu já suspeitava.
Respirei fundo e me forcei a falar sem fraquejar:
— Por mim, tudo bem ir sozinha. Talvez vocês duas fiquem melhor sem mim. Aisling se dá bem com o isolamento absoluto, talvez eu me dê também. Ou talvez eu me sinta completamente infeliz sem vocês. — Dei de ombros. — Não sei ao certo. Mas se vocês quiserem ficar, vou entender. Vou levar o baú para o carro, esperar meia hora e, se aparecerem lá, vou ficar feliz de ter a companhia de vocês. Se não, nos vemos quando formos cantar.
Peguei minhas coisas, tirei a chave da bolsa e passei por elas. Assim que sentei no banco do motorista, peguei o celular para ver que horas eram e calcular o tempo que tinha prometido. Deparei com duas mensagens não lidas.
Ambas eram de Akinli. A primeira era óbvia.

Ei, para onde você fugiu? Está tudo bem?

Em seguida:

O meu problema é o seguinte: só ganhei um dos dez quilos que deveria ganhar no meu primeiro ano de faculdade. Que tal se você me ajudar e a gente tentar fazer brownies da próxima vez?

Nenhuma menção de se sentir dispensado. Até mandou uma carinha feliz!
Era possível que eu tivesse esbarrado na pessoa mais simpática do planeta? Um cara como ele era tão mítico quanto eu.
— Schaefer — sussurrei para a noite. — Akinli Schaefer.
Era tão prazeroso dizer em voz alta quanto eu imaginava.
Voltei a olhar para o celular. Meus dedos pairavam sobre a tela. Fiquei com vontade de responder, de pedir desculpas ou de talvez explicar por que saí tão de repente. Mas eu sabia que se mandasse uma mensagem agora mandaria outra depois.
Desliguei o aparelho e inseri a chave no contato para acender o relógio no painel.
Fiquei observando o horário. Quando se passaram vinte e nove minutos, senti um nó no estômago. Eu não fazia ideia de onde iria. Era quase obrigatório ir para alguma praia, já que nunca sabíamos quando poderia haver uma emergência, e eu gostava de poder conversar com Ela de tempos em tempos. Mas agora era o momento de escolher.
Engoli em seco e girei a chave.
No exato momento em que o motor ligou, o rosto sorridente de Miaka apareceu na janela do passageiro.
— Você abre o porta-malas pra mim? Tinha mais material de pintura do que imaginava.
Fiz o que ela pediu, sentindo o peso da culpa dobrar. Eu tinha dito poucas horas antes que discutiríamos a próxima mudança, mas logo depois a obriguei a arrumar as malas em meia hora.
Ela sentou no banco da frente e começou a arrumar o cabelo num coque desgrenhado.
— Não sei por quê, mas pensei que tinha alguma coisa especial acontecendo com você, que estava ficando confortável aqui. Acho que interpretei completamente errado.
— Você só tem dez anos a menos do que eu — disse com a voz suave. — Sabe que esta vida cobra seu preço. Não consigo me estabelecer. Eu tento, juro.
— Eu sei — ela disse, tocando meu joelho. — Você passou décadas ao nosso lado enquanto nós duas vagávamos livres por aí. Se agora precisa de uma temporada de sossego, vamos ficar do seu lado também.
Revirei os olhos.
— Parece que é só você.
Uma fração de segundo depois, ouvi o porta-malas bater e Elizabeth subiu no banco de trás.
— Mandei um e-mail para o dono da casa e deixei dinheiro para o caso de precisar fazer uma limpeza. Vamos. — Ela cruzou os braços e colocou óculos de sol, embora estivesse escuro.
Eu não disse nada, mas sorri comigo mesma. Minhas irmãs me amavam.
Dirigi o caminho todo. Depois de três horas, Elizabeth assumiu o controle da música. Depois de seis horas, vimos o sol nascer. Depois de dez, estacionamos em Pawleys Island, na Carolina do Sul, e descobrimos uma imobiliária que alugava casas de praia.
Como era baixa temporada e éramos “lindas de morrer”, o corretor não questionou três garotas mudas nem nossos maços de dinheiro.
Ao meio-dia, já estávamos instaladas numa casa pequena e cinza no fim da praia. O local era sossegado, com uma fileira de casas de verão vazias à esquerda e nada além de areia e mato até onde a vista alcançava à direita.
Perfeito para entrarmos na Água e longe o bastante do centro da cidade para que não precisássemos ver uma alma sequer se não quiséssemos.
— Que exótica! — Miaka exclamou admirada. — Posso ficar com um dos quartos com vista para o mar?
— Por mim tudo bem. — Elizabeth soltou as malas no meio da sala. — Certo, então este aqui é o nosso lar agora — ela disse enquanto observava com desgosto as cortinas floridas e os tapetes tecidos à mão.
— Só por enquanto — prometi. — Não vamos ficar para sempre.
Ela chegou perto e me abraçou.
— Vou aproveitar ao máximo. Por você. Talvez aprenda a tricotar. — Joguei a cabeça para trás e a encarei. — Que foi? Eu disse talvez.
— Obrigada por ter vindo.
Ela soltou um suspiro.
— Eu não tinha opção. Miaka é como se fosse parte de mim, e eu sabia que ela não ia querer deixar você vir sozinha. E eu também preciso de você. Eu amava Miami, mas não tanto quanto amo vocês duas.
— E eu também amo. Estaria perdida sem vocês.
— Ah! — ela exclamou de repente e desfez nosso abraço. — Filmes!
Atrás de mim, havia uma parede cheia de filmes para entreter os hóspedes em dias de chuva. Elizabeth adorava filmes e programas de TV, então talvez aquilo a acalmasse. Por ora, pelo menos.
Lancei um olhar pela ampla janela da frente até a Água. Primeiro ia me adaptar à nova vida, depois iria até Ela.


Miaka arrastou a cama e a cômoda para fora do quarto para transformá-lo num estúdio.
— Luz fantástica! — repetia o tempo todo. — Maravilhosa!
Elizabeth reclamava que seu quarto não tinha sequer metade do conforto do quarto na Flórida, mas que tentaria dar um jeito na situação com edredons novos e almofadas e um mosquiteiro fino que comprara para cobrir a cama. Cheguei até a passar a TV do meu quarto para o dela num gesto de agradecimento, e minha irmã pareceu satisfeita com a arrumação depois de uns dias.
Peguei o outro quarto com vista para a Água e A observava. Não sabia o que estava esperando, mas demorei para reunir forças. Por fim, depois de uma semana na casa nova, dei meus primeiros passos pela areia até o mar.
— Ah! Você se mudou?
— Mudei — pensei. — Estava difícil para mim na cidade. As outras estão comigo.
— O que era tão difícil?
Balancei a cabeça e comecei a chorar.
— Tudo.
Senti a preocupação dEla crescer e observei a praia de ponta a ponta. Era final de outubro, e o frio do outono estava no ar. Ninguém apareceria na praia do nada. Corri para Ela, triste e assustada.
— Não consigo acompanhar seus pensamentos — Ela disse. — Você precisa ir devagar.
— É que estou tão confusa — admiti. — Por que sou a única a ter pesadelos? Até quando estou acordada essas coisas me assombram. E por que tenho tanto medo dos humanos? Como Aisling é capaz de viver sozinha sem enlouquecer? Por que você me escolheu, afinal? Estou tão confusa, tão cansada…
— Você está pensando demais. Uma pergunta de cada vez. Vamos repassar tudo isso.
Bati no peito com o punho, acusando meu corpo de fracassar.
— Já tive oitenta anos para me adaptar e nunca consegui. Estou com defeito?
— Vamos começar por aí. Não, você não está com defeito. Talvez seja a sereia mais leal e fiel que já tive.
— Então sou uma das melhores? É ruim dizer que não quero ser boa nessa função?
Ela rodopiou pelo meu rosto e pelo meu cabelo na tentativa de me consolar.
— Ninguém que tenha um coração é capaz de gostar de matar seus semelhantes.
— Não sou humana — argumentei. — Sou menos do que isso.
— Kahlen, minha doce menina, você ainda é humana. Seu corpo pode ser imutável, mas sua alma ainda vive. Garanto que, no fundo, você ainda está ligada à humanidade.
Continuei a chorar e minhas lágrimas se misturavam às ondas dEla.
— Então por que não consigo lidar com nenhum contato humano? Elizabeth tem seus namorados…
— Como muitas sereias antes dela. Não é de surpreender, considerando o quanto vocês são bonitas.
— Se é tão comum, por que não consigo?
A Água riu, um som maternal dentro da minha cabeça, como se Ela me conhecesse melhor do que eu mesma.
— Porque você e Elizabeth são muito diferentes. Ela busca paixão e aventura. No mundo sombrio dela, esses interlúdios são como fogos de artifício. Você anseia por relacionamentos, por amor. É por isso que protege suas irmãs com tanta garra, que sempre volta para mim mesmo quando não chamo, e que seu luto ao tirar vidas é tão intenso.
Refleti sobre as palavras dEla. Me perguntei o quanto da nossa vida passada carregávamos conosco. Elizabeth cresceu numa era de amor livre; eu, numa época de “até que a morte nos separe”.
— Acho que isso sempre será um ponto sensível para você. Você deve se contentar com o pequeno círculo de pessoas de que dispõe. Mesmo se encontrasse a sua alma gêmea em todos os sentidos, jamais poderia ficar com ele.
— Ah é? — Enfiei tudo sobre Akinli no canto mais escuro da minha mente.
Não queria que Ela soubesse da centelha da vida dele que cruzou com a minha. Então me senti idiota por questionar o que Ela dizia. Afinal, suas palavras eram um eco do que estava pensando quando parti.
— Há motivos técnicos para isso, pois você jamais envelheceria e poderia acabar revelando suas habilidades sobre-humanas. Mas também se resume ao que você é.
— Uma sereia? — perguntei, embora parecesse óbvio.
— Não. Minha.
Senti minha testa franzir, confusa. Acho que sempre imaginei que essas duas realidades significavam a mesma coisa.
— Por que você acha que existem apenas jovens a meu serviço? Não posso aceitar mães nem esposas.
Estreitei o olhar; nunca tinha pensado nisso.
— Por que não?
— As esposas sentiriam saudade dos maridos. Cantar uma canção que seduz principalmente os homens seria excruciante para uma esposa fiel. E separar uma mãe de um filho é o ápice da crueldade. Acho que qualquer mãe obrigada a suportar a vida sem contato com o filho perderia a sanidade. Não seria certo uma pessoa com tamanha agonia levar esta vida. Ela seria instável. O que é um perigo para todas nós. Mas filhas? As filhas tendem a deixar a família cedo ou tarde.
— Verdade. — Abracei a mim mesma. — Embora eu não tivesse grandes ambições antes… E não sei se tenho agora.
— Longe disso. Você é muito determinada. Um dia, vai encontrar alguma coisa para investir toda essa energia, e então ninguém vai poder te deter. Mesmo agora, numa função que não te dá alegria nenhuma, você cumpre o seu dever com zelo, porque só consegue agir assim. Há um quê de beleza nisso, Kahlen.
Isso me consolou um pouco, a ideia de que, no futuro, eu poderia ser mais do que imaginava. E embora fosse difícil aceitar elogios por causar a morte das pessoas, tinha orgulho de nunca ter falhado com Ela.
— E vou responder a última pergunta antes que você a faça novamente. Sei que quer ouvir que havia algo especial em você ou nas suas irmãs, que há um método por trás de tudo isso. Mas a verdade é que tenho sempre plena consciência do tempo, de quão perto qualquer uma das minhas sereias está do final. Eu estava à procura de alguém, não sabia se haveria alguma garota no navio. Mas das cinco jovens que serviriam, foi você que gritou. Quando falei, você respondeu. Então a escolhi.
— Só isso?
— Receio que sim.
Foi um pouco chocante descobrir que tudo era tão aleatório, embora eu não tivesse certeza do que esperava. Como se tivesse compreendido isso, a voz dEla soou mais suave e afetuosa na minha cabeça.
— Mas tem uma coisa que você precisa saber. Embora a escolha não seja motivada por um desejo específico por vocês, a vida depois que vocês se tornam minhas é muito importante. Você significa tanto para mim, todas vocês… E não quero que pensem que a vida de vocês é um desperdício, pois é preciosa demais para mim.
Contorci o rosto ao chorar de novo, com medo de tê-La insultado com minhas perguntas.
— Não pense isso. Sei que a vida de vocês é diferente da minha. Aceito-as como são.
Fiz que sim com a cabeça, tentando controlar as emoções.
— Só me sinto sobrecarregada com tudo isso.
— Eu sei. E talvez continue assim até o fim da sentença. Não deixe que isso arruíne o tempo que ainda tem com suas irmãs, comigo… Amamos você.
Assenti.
— Já é bastante por hoje. Agora vá. Vá viver.
Ela me empurrou delicadamente em direção à praia até a areia estar firme o bastante sob meus pés para que eu pudesse andar. Apenas quando cheguei ao primeiro dos longos degraus da varanda comecei a pensar no significado das palavras dEla.
A possessão da Água era mais óbvia do que nunca, mas, apesar de tudo o que ela tinha dito, minha mente não parava de voltar a Akinli. Sentia que meu carinho por ele tinha dobrado nos últimos dias, e ele nem estava por perto. A bondade dele tinha sido tão extraordinária. Não parava de dizer a mim mesma que era uma paixãozinha, uma coisa temporária e fugaz que passaria tão rápido quanto veio. Mas a saudade era tanta que até doía.
Depois havia a preocupação com as minhas irmãs, as pessoas que compartilhavam essa vida comigo. Fui injusta ao arrancá-las de um lugar tão rápido, mas não sabia mais o que fazer. Agora estávamos naquela cidadezinha, próxima a um lugar grande, mas distante o suficiente de tudo para que nada de emocionante acontecesse com elas.
Tudo o que eu queria era sarar. Queria encontrar uma maneira de me proteger tão bem que a dor e a tristeza nunca mais chegassem até mim. Depois de conversar com a Água, não sabia se era possível. Talvez eu tivesse que existir numa tristeza constante.
Ela me disse para viver…
Não sabia como dizer a Ela que estar viva não era o mesmo que viver.

22 comentários:

  1. — Há motivos técnicos para isso, pois você jamais envelheceria e poderia acabar revelando suas habilidades sobre-humanas. Mas também se resume ao que você é.
    — Uma sereia? — perguntei, embora parecesse óbvio.
    — Não. Minha.
    opa,opa,opa.. só eu achei a água meio lésbica?

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    1. Achei-a possessiva, não lésbica

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    2. Vdd, eu acho que a Água quando descobrir sobre Akinli ela vai pirar... ( LITERALMENTE)

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    3. kkkkk!!Pois e ela vai surtar quando descobrir do Akinli!

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    1. Essa frase ficou meio estranha kkkkkkk... Mas tb n gosto dela
      Ass:Anna

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  3. Foi nesse momento que comecei a pensar "Será que a Kahlen entendeu tudo errado e a Água é homem???"

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  4. "Há motivos técnicos para isso, pois você jamais envelheceria e poderia acabar revelando suas habilidades sobre-humanas. Mas também se resume ao que você é.
    — Uma sereia? — perguntei, embora parecesse óbvio.
    — Não. Minha."
    temos alguém (pessoa/ser/elemento) claramente possessivo '-' eohein,quero ver qnd descobrir do akinli,vai dar tsunamis

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    1. posso dizer que te amo, mesmo sem te conhecer? :3

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  5. Me diz uma coisa a Água é a água?

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    1. A Água é o mar! Amo a relação dessas duas! <3

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    2. Yep. Deve ser a deidade da água

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  6. Odieiiii!!! Coitado do moço, ela foi embora sem dar tchau!!!!!!

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  7. Tipo, é impressão minha ou as sereias se mudaram para a cidade que a América nasceu?

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    1. TBM TIVE ESSA IMPRESSAO,CAROLINA DO SUL S2

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  8. Ainda estou tentando decidir o quanto gosto d livro. <3
    ass. Lari

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  9. to sentindo que vem confusão por ai...

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  10. Guardei as cadernetas no baú e lembrei que ainda faltava uma pessoa para completar a lista de passageiros do Arcatia.


    Poderia ser o cara mais velho na foto que estava no quarto de akinli🌚

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