12 de março de 2016

Capítulo 3

— O QUE VOCÊS QUEREM FAZER HOJE À NOITE? — Elizabeth perguntou ao se jogar no sofá. Do lado de fora da janela atrás dela, o céu passava de azul para rosa, de rosa para laranja, e eu risquei mentalmente mais um dia entre os milhares que ainda faltavam para mim. — Não estou muito a fim de ir numa balada.
— Opa, opa, opa! — exclamei, erguendo os braços. — Está doente? — provoquei.
— Ha-ha — ela replicou. — Só estou com vontade de fazer alguma coisa diferente.
Miaka levantou os olhos da tela do notebook que compartilhávamos.
— Onde ainda é dia? A gente podia ir a um museu.
Elizabeth balançou a cabeça.
— Nunca vou entender como você pode gostar tanto de lugares silenciosos. Como se a gente já não ficasse quieta o bastante.
— Pfff! — desdenhei, lançando um olhar para Elizabeth. — Você, quieta?
Elizabeth me mostrou a língua e pulou para perto de Miaka.
— O que você está vendo?
— Paraquedismo.
— Uau! Agora sim uma coisa divertida!
— Não vai se animando. É só uma pesquisa por enquanto. Queria saber o que aconteceria com nossos níveis de adrenalina se fizéssemos uma coisa dessas — Miaka explicou enquanto tomava notas num caderninho. — Tipo, se a gente teria um pico de adrenalina acima da média.
Comecei a rir.
— Miaka, é para ser uma aventura ou um experimento científico?
— Um pouco dos dois. Li que picos de adrenalina podem alterar a percepção, fazer as coisas parecerem desfocadas ou meio que congelar um momento. Acho que seria interessante fazer uma coisa dessas, descobrir o que vou sentir e depois tentar reproduzir na arte.
Achei graça.
— Tenho que reconhecer que é criativo. Mas não existe um jeito mais fácil de ter um pico de adrenalina do que pular de um avião?
— Mesmo se tudo der errado, a gente sobrevive, certo? — Miaka quis saber, e ambas se viraram para mim como se eu fosse a maior autoridade no assunto.
— Acho que sim. Em todo caso, pode me deixar fora dessa aventura em particular.
— Está com medo? — Elizabeth caçoou, imitando um fantasma, agitando os dedos para mim.
— Não — rebati. — Só não tenho vontade.
— Ela está com medo de arranjar problemas — Miaka especulou. — Medo de que a Água não goste.
— Como se Ela algum dia fosse ficar brava com você! — Elizabeth disse, com uma pontinha de amargura na voz. — Ela te adora.
— Ela gosta de nós três — eu disse, cruzando as mãos sobre o colo.
— Então Ela não ia ligar se você pulasse de paraquedas.
— E se vocês ficassem aterrorizadas e começassem a gritar? — desafiei. — O que aconteceria?
Elizabeth, que estava pronta para criticar minha preocupação, recuou.
— Bom argumento.
— Ainda faltam vinte anos pra mim — eu disse em voz baixa. — Se estragar tudo agora, vou jogar fora os últimos oitenta anos. Vocês conhecem tão bem quanto eu as histórias das sereias que fizeram algo errado. Miaka, você viu o que aconteceu com Ifama.
Miaka se arrepiou toda. A Água tinha salvado Ifama de um naufrágio perto da costa da África do Sul nos anos 50, e a jovem aceitou servi-La em troca da possibilidade de viver. Durante sua curta temporada conosco, ela ficou na dela, passando a maior parte do tempo sozinha no quarto, aparentemente rezando.
Depois começamos a nos perguntar se essa frieza era parte de um plano para não se apegar a nós. Quando Ifama precisou cantar pela primeira vez, surgiu sobre as águas, ergueu a cabeça e se recusou. A Água a puxou para baixo tão rápido que foi como se a sereia nunca tivesse estado lá.
Foi um aviso para todas nós. Tínhamos que cantar e tínhamos que guardar nosso segredo. Era uma lista de mandamentos bem curta.
— E Catarina? — continuei. — Ou Beth? Ou Molly? E o monte de garotas que estavam na nossa posição e fracassaram?
As histórias dessas garotas eram lições passadas de uma sereia para outra.
Beth usou sua voz para fazer três garotas que a provocaram se jogarem dentro de um poço. Isso foi no final do século XVII, quando a ideia de que bruxas existiam ainda não era considerada absurda. Beth causou um alvoroço na cidade inteira, e a Água teve que silenciá-la para proteger nosso segredo. Catarina foi outra que acabou levada por se recusar a cantar. O estranho é que fez isso depois de trinta anos como sereia. Quase enlouqueci de tanto pensar sobre o que a teria feito desistir da promessa de liberdade depois de tanto tempo.
A história de Molly era diferente – e a mais perturbadora. A vida de sereia acarretou nela uma espécie de colapso mental. Certa noite, depois de ter servido já por quatro anos, ela assassinou uma família inteira, incluindo um recém-nascido, durante uma crise da qual só se deu conta quando estava de pé sobre o corpo de uma idosa de bruços na banheira. Pelo que ouvi, a Água tentou acalmá-la, mas depois que a garota teve outro episódio do tipo uns meses depois, tirou sua vida. Molly era a prova de que existia perdão quando a Água conhecia nossas intenções, mas também demonstrava que havia limites para essa misericórdia.
Essas eram as histórias que carregávamos conosco, os marcos que nos mantinham no caminho. Abandonar as regras significava abandonar a vida. Se expuséssemos nosso segredo, seríamos presas e talvez virássemos objeto de testes em laboratórios. Quando descobrissem que não podíamos ser destruídas – e se não conseguíssemos escapar – acabaríamos passando literalmente uma eternidade em cárcere silencioso. E se alguém percebesse que a Água consumia algumas das pessoas de propósito, não demoraria muito até os humanos inventarem um jeito de produzir a própria água sem precisar tocá-La. E se ninguém entrasse na água... como nós viveríamos?
A obediência era um imperativo.
— Me preocupo com vocês — confessei antes de cruzar a sala para abraçá-las. — De verdade, às vezes tenho inveja por vocês terem... assimilado tudo tão bem. Mas me pergunto por quanto tempo vão conseguir fazer isso sem cometer um erro.
— Não precisa se preocupar — Miaka garantiu. — As sereias têm feito isso ao longo de toda a história, e nós por acaso somos as melhores até agora. Até Aisling vive na periferia de uma cidade. O contato com humanos nos ajuda a manter a sanidade. Você não precisa se isolar para suportar esta vida.
Assenti.
— Eu sei. Mas não quero forçar meus limites. Ou os da Água.
Elizabeth não precisava dizer nada. Eu conseguia ouvir a opinião dela sem que pronunciasse.
— Por que não vamos ver Aisling? — Miaka sugeriu. — Nunca chegamos a perguntar como ela lida com esta vida.
— Porque ela nunca está aqui — Elizabeth respondeu irritada.
Não víamos nossa quarta irmã desde a última vez que cantamos, e já fazia mais de dois anos que ela não vivia conosco.
— Pode ser uma boa ideia. Uma viagem curta — acrescentei para Elizabeth, que nunca teve muito carinho por Aisling, muito reclusa para o seu gosto.
Elizabeth assentiu.
— Claro. Não tem mais nada acontecendo mesmo.
Saímos pela porta dos fundos, onde uma pequena escadaria de madeira dava para um píer sobre a água. Jet-skis e pedalinhos estavam amarrados no píer de outras casas, mas não havia nada no nosso. O sol já estava baixo o suficiente para que ninguém nos visse entrar no mar.
As correntes dEla se agitaram para nos saudar, e uma sensação parecida com cócegas envolveu meu corpo quando afundamos. Relaxei na ternura do abraço dEla, que me acalmava.
— Você pode avisar Aisling que estamos chegando? — perguntei.
— Claro.
— Uhuuuu! — Elizabeth comemorou quando mergulhamos mais fundo e partimos. A velocidade arrancou suas roupas leves e ela abriu os braços para esperar seu vestido de sereia, o cabelo dançando atrás do corpo.
Quando nos movíamos desse jeito, qualquer veste terrena que usássemos se esvaía. A Água abria Suas veias e liberava milhares de partículas de sal que se fixavam no nosso corpo para criar vestidos longos, delicados e esvoaçantes.
Eram maravilhosos e tinham todos os tons dEla – o roxo do recife de corais que nenhum olho humano jamais viu, o verde da alga que cresce na direção do sol, o dourado da areia escaldante na aurora – sem nunca se repetir. Quase doía ver os vestidos se desfazerem grão a grão, raramente durando mais do que alguns dias depois que A deixávamos.
— Você parece triste — vieram as palavras dEla apenas para mim.
— Andei tendo mais pesadelos — confessei.
— Você não precisa dormir. Vai ficar bem sem isso, você sabe.
Abri um sorriso.
— Eu sei. Mas gosto de dormir. Tranquiliza. Só queria poder dormir sem sonhar.
Ela não podia acabar com os meus sonhos, mas sempre me confortava da melhor maneira possível. Às vezes Ela me levava a ilhas ou me mostrava suas partes mais belas, fáceis de esconder dos humanos. Às vezes Ela sabia que cuidar de mim significava me deixar ficar longe. Nunca quis me afastar dEla por muito tempo, porém. Ela era a única mãe que eu tinha agora.
Parte mãe, parte carcereira, parte chefe... Era uma relação difícil de explicar.
Aisling veio nos cumprimentar nadando, e o vestido parcialmente formado flutuava em faixas ao redor do corpo.
— Que surpresa! — ela saudou, apertando a mão de Miaka. — Venham.
Fomos atrás dela, contornando as placas de terra que se empurravam para emergir sobre a água como continentes. Nosso senso de geografia era um pouco especializado, pois sabíamos que alguns lugares eram cercados por rochas, outros por areia e outros por falésias. Sabíamos mais coisas de cor também, como os lugares onde nos encontramos pela primeira vez ou a localização dos navios que afundávamos, o que consistia num conhecimento peculiar das cidades-fantasmas no fundo do mar.
Acompanhamos Aisling até uma costa levemente recortada e a vimos levantar assim que a água ficou rasa o bastante.
— Não se preocupem — ela disse ao reparar na nossa tensão quando ela saiu do mar de forma tão descarada. — Estamos completamente sozinhas aqui.
— Eu achava que você morasse perto de uma cidade — Elizabeth disse ao pular as rochas arredondadas enquanto atravessávamos a praia.
Aisling deu de ombros.
— A distância é relativa.
Ela nos guiou até uma cabana antiga logo atrás das árvores da praia. Pitoresca, tinha sido construída sob alguns galhos pesados, que deviam refrescar o espaço no verão e o proteger da neve no inverno. Na frente havia um pequeno jardim repleto de flores e arbustos com frutinhas, e a forma como tudo florescia me deu a sensação de que, enquanto nós três estávamos ligadas apenas à Água, Aisling tirava forças de todos os elementos.
— Aqui é tão pequeno! — Miaka comentou ao entrar.
Só havia um cômodo, que mal chegava ao tamanho da sala de estar da nossa casa na praia. Não havia muita mobília, só uma cama pequena e um banco ao lado de uma mesa.
— Acho aconchegante — Aisling disse ao botar uma chaleira num fogão antigo. — Legal vocês terem vindo. Colhi frutas frescas hoje e estava fazendo uma torta. Me deem quarenta e cinco minutos e teremos uma sobremesa magnífica!
— Estava esperando companhia? — Elizabeth perguntou. — Ou só estava sentindo um tédio incrível?
Não tínhamos muitos motivos para cozinhar. Não precisávamos de comida, e Elizabeth em particular podia ficar meses sem sentir desejos incontroláveis por algum sabor específico.
Aisling abriu um sorriso enquanto terminava de forrar o fundo da forma.
— Sim, o rei deve aparecer a qualquer momento.
— Ah, e o rei gosta de torta? — Miaka entrou na brincadeira.
— Todo mundo gosta de torta! — ela provocou, para em seguida soltar um suspiro. — Estava um pouco entediada hoje, para ser sincera. Por isso estou muito feliz com a visita.
Me aproximei de Aisling, que já estava despejando o recheio na massa da torta.
— Você sabe que sempre pode vir ficar com a gente.
— Ah, eu gosto do sossego...
— Você acabou de dizer que estava entediada — Miaka falou, explorando o ambiente com seus olhos de artista.
— Um dia entre cem — Aisling disse, dispensando a nossa oferta. — Mas sei que preciso passar mais tempo com vocês em dias assim. Vou tentar.
— Você está bem? — perguntei. — Parece ansiosa.
Aisling estampou um sorriso no rosto.
— Estou ótima. Só feliz por ver vocês. Qual é o motivo da visita?
— Você poderia dizer para Kahlen se acalmar, por favor? — Elizabeth pediu, já sentada na cama como se fosse dona da casa. — Ela está melancólica de novo. Fica fuçando aquelas cadernetas, com medo de que o mundo acabe se a sombra de um humano cruzar o caminho dela.
Aisling e eu trocamos olhares, e ela sorriu.
— O que está acontecendo de verdade?
— Nada — jurei. — A gente só estava comparando formas de lidar com a nossa situação. Me sinto mais segura quando estamos no anonimato. Quanto menor o número de pessoas com quem interagirmos, melhor.
— E ainda assim você insiste em morar em cidades grandes! — Elizabeth reclamou.
Revirei os olhos, impaciente.
— Assim nos misturamos mais fácil.
Miaka se aproximou e pôs a mão minúscula no ombro de Aisling.
— Acho que o que Elizabeth quer dizer é que, como você é a mais velha, talvez tenha algumas palavras de sabedoria para compartilhar.
Aisling tirou o avental e todas nos sentamos juntas, nos amontoando no banco e na cama.
— Bom, vamos ser sinceras: a Água não precisa de mais de uma de nós. Ela poderia fazer Seu trabalho com apenas uma sereia. Mas faz questão de que existam pelo menos duas ao mesmo tempo para não ficarmos sozinhas.
— E nós temos a Água — acrescentei.
— O que é estranho. Ela é tão difícil de entender... — Elizabeth emendou enquanto brincava com as escamas salgadas do vestido.
— Ela não é uma pessoa — expliquei. — Claro que é difícil de entendê-La.
— Voltando ao assunto em questão: Aisling, você não acha que é possível interagir com os humanos sem qualquer consequência? — Elizabeth insistiu.
Aisling sorriu, olhando para o nada.
— Com certeza. Na verdade, acho que acompanhar vidas que mudam e têm fases de verdade contribui para a minha própria vida, apesar de eu mesma nunca mudar. É uma questão de conhecer os próprios limites, acho — ela respondeu, e em seguida voltou o olhar para Elizabeth. — Acho que Kahlen sabe os dela, então talvez a gente devesse respeitar.
— Bom, eu acho que ela é infeliz e que ficaria muito mais contente se desse as caras no mundo real de vez em quando — Elizabeth falou, abrindo um sorriso.
Era um sorriso metido, de quem não quer brigar, apenas deixar claro que ainda achava que tinha a razão.
— Ainda nessa linha... — Miaka interrompeu, endireitando o corpo. — Paraquedas. Você pularia, Aisling?
Aisling soltou uma risada nervosa.
— Não gosto de altura, então provavelmente não.
Miaka assentiu.
— Concordo que a queda ia ser estranha. Mas queria ver o mundo do alto.
— Você viu guerras, assistiu países desaparecerem e se reconstruírem. Passou por mais fases da moda do que a maioria das pessoas se lembra. Caminhamos pela Grande Muralha da China, você andou de elefante... Meu Deus, Elizabeth até nos levou para ver os Beatles! — eu a lembrei. — Você precisa mesmo de mais alguma coisa?
— Quero ver tudo — Miaka disse, radiante.
Passamos o resto da visita conversando sobre as pinturas que Miaka fizera, os livros que lera, os filmes que Elizabeth assistira. Aisling falava sério quando disse que gostava de observar a vida ao seu redor, e nos contou que a melhor confeiteira da cidade ia finalmente fechar a loja e que houve um surto de contratações de gente para levar os cachorros para passear. Essas coisas eram um monte de nada para mim, mas significavam tudo para a vida daqueles estranhos.
— Gostaria de ter um talento como você, Miaka — Aisling lamentou depois de ouvir as teorias da irmã sobre adrenalina e arte. — Tenho impressão de que não tenho nada a dizer. A minha vida está bem parada no momento.
— Você é bem-vinda para vir ficar com a gente — ofereci de novo.
Ela se apoiou em mim, e nossas cabeças se tocaram.
— Eu sei. É que os dias têm passado muito rápido ultimamente. Logo este sossego vai acabar. Acho que vou sentir falta.
— Rápido? — questionei. — O que você faz para os anos não se arrastarem?
— Concordo com Aisling, na verdade. O tempo passa rápido — Elizabeth comentou. — Não dá tempo de fazer tudo o que quero. Mas amo isso!
Depois de algumas horas, Elizabeth começou a ficar inquieta, então eu disse educadamente que era hora de voltar para casa. Aisling me segurou enquanto Miaka e Elizabeth partiam em direção ao mar.
— Não posso te dizer o que fazer, mas sei o quanto nosso trabalho te assombra. Se o seu modo de vida nos últimos oitenta anos não ajudou a se sentir melhor, talvez seja hora de tentar alguma coisa diferente.
— Mas e se eu estragar tudo?
Ela apertou a minha mão.
— Você é boa demais para estragar tudo. E se acontecesse, é mais provável que fosse perdoada. Ela ama você. E você sabe disso.
Fiz que sim com a cabeça.
— Obrigada.
— À disposição. Logo vou visitar vocês.
Ela deu uma corridinha para voltar à casa, e pensei no seu conselho enquanto a via pela janela, preparando-se para fazer mais uma torta.
Sorri comigo mesma. Aisling não tinha nada a perder ou a ganhar me pedindo para mudar minha rotina. Então guardei meus sentimentos, preocupações e perguntas no coração e comecei a pensar se havia um jeito de tornar o trecho final daquela vida um pouco mais fácil.

26 comentários:

  1. omg primeira a comentar e possivelmente primeira a ler!!! obgd karina por postar livros tão incríveis, eu amo kiera cass desde a seleção, e vc está me proporcionando continuar com esse amor!!! queria te conhecer um dia para contar isso pessoalmente!!! -vitty mesquita, caçadora de artemis e feérica de terrasen.

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    1. Oi Vitty! de nada, fico muito feliz por disseminar a leitura, esses livros tão incríveis *-* e que bom que está gostando do livro, boa leitura :D

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  2. Sou a única que não entende exatamente o que ela sente? Tipo, ela quer morrer, que viver, que parar de matar pessoas...? Eu não sei exatamente qual o ponto de vista dela.

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    1. Pois é,não dá para saber qual o ponto de vista dela direito,mas pela sinopse e descrição do livro ela deve estar confusa com tudo q acontece na vida dela,mais eu posso estar enganada né,então..

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    2. Ela não gosta de matar pessoas (quem gostaria) mas não acho que queira morrer... e ela gosta da Água, que precisa delas, precisa de gente para continuar... viva (?)

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  3. Nesse capitulo pensei em H2o Meninas Sereias! kkkkkkkk
    Ass: Bina.

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    1. Eu lembro de H2O desde a sinopse kkkkkk. Inclusive imaigo a Phoebe Tonkin (Cleo) como a Kahlen e Claire Holt (Nanda) como Aisling :3

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  4. até aqui to achando chato, sem emoçoes.

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  5. Simplesmente amando esse livro!

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  6. Karina,Você e mesmo a melhor pessoa do mundo!!!
    Beijo!
    Miga Dos Livros!!

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  7. adoreeeei.
    Você é um máximo.

    Ps: quando sai " The trialls of Apollo"?

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  8. Leitora anônima15 de maio de 2016 02:02

    Eu não gostei muito das personagens.As falas estão longas e cansativas.As vezes me perco

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  9. Porque até agora a autora não descreveu a Kahlen? Eu gosto quando os autores deescreve os personagens,porque assim eu imagino meu próprio personagem na minha imaginação fertil que eu tenho...

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    1. Somos 2 então kkkkkk

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  10. karina como assim? Acho que ela te perdoaria ela gosta de vc?

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    1. Pera, perdi o fio da meada. Não entendi bem a pergunta :P

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    2. Ela quis dizer que a "ELA" perdoaria, por ama-lá.

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  11. Nossa to querendoo virar sereia só o fato de n invelhecer ja ta valendoo kk
    Amando ♡

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  12. Ok essas sereias estão me assustando.
    Como assim a aguà come pessoas?
    Mais amei o capítulo KKK

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  13. Só eu achei estranho elas insistirem que a água ama a Kahlen? Será que a Ela não deixaria Kahlen ir? Oh.

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  14. tá confuso pra Kahlen mesmo depois de oitenta anos imagina pra mim leitora kkkkkkkkkkkk estou entendendo a história, mas tem algumas coisas que estão um pouco confusas, espere que Kiera possa nos explicar melhor rs
    E não posso deixardeagradecer à vc Karina!!! muito obrigada! <3

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