12 de março de 2016

Capítulo 18

JULIE NÃO QUIS QUE AKINLI OU EU pagássemos pelos seus serviços. Em vez disso, nos mandou ir ao mercado – o único da cidade – fazer compras para ela.
— Ei, Akinli! Quem é a sua amiga? — perguntou o senhor no balcão.
— Kahlen. Uma amiga da faculdade. Vai passar uns dias aqui.
Uns dias?, pensei. Você tem noção de como as últimas dezenove horas foram impossíveis?
— Prazer em conhecer, querida — ele disse estendendo a mão.
Eu o cumprimentei e pude notar como a pele dele parecia papel de seda. Aquele homem nunca tinha sido pescador, com certeza.
— O Dip Net está lotado hoje à noite? — Akinli perguntou ao pegar um cesto.
— Não.
— Ótimo! Kahlen vai experimentar o melhor da nossa comida — Akinli respondeu, piscando para mim e se despedindo do velho com um aceno. Fiz o mesmo. — Já comeu lagosta? — ele me perguntou.
Abri um sorriso amarelo. Depois de me tornar sereia, a ideia de comer frutos do mar soava como devorar um parente distante.
— Por favor, diga que é brincadeira.
Abri um sorriso ainda mais constrangido.
— Sério? Kahlen, o que vou fazer com você? — ele provocou enquanto caminhava pelos corredores do mercado, parando para pegar croutons e sopa. — Você surge do nada na cidade como se fosse a coisa mais normal do mundo, fala tanto que mal consigo pronunciar uma palavra, e depois ainda confessa o mais hediondo dos crimes! — Ele balançou a cabeça. — Não conte para Ben. Ele literalmente te chutaria de casa por isso.
Akinli sorriu consigo mesmo e correu a mão pelas prateleiras. Fiz o mesmo, apreciando o frio do metal. Adorei aquele mercadinho, o ambiente, o cheiro.
Fiquei com vontade de voltar lá um dia.
— Ai! — Akinli gemeu puxando a mão com tudo. — Cuidado.
Quando ele estendeu a mão para me mostrar, vi um corte fino entre dois dedos. Olhei para a prateleira e vi uma parte quebrada e afiada que devia ter causado o machucado.
— Como está a sua mão? — ele perguntou esticando o pescoço para ver a minha palma.
Balancei a cabeça, sabendo que não haveria corte algum.
— Não, sério. Está tudo bem? — Ele pegou minha mão e a virou. Nada. Nem uma marca, nem uma gota de sangue. — Hum… Você é osso duro de roer — ele disse com um sorrisinho despontando nos lábios.
Ele me encarou, consciente de que eu deveria estar sangrando. Mas não havia qualquer traço de acusação ou medo na sua expressão, apenas curiosidade.
Ele suspirou.
— Infelizmente, sou um mero mortal. É melhor arranjar um curativo. Ei, Kurt! Você precisa consertar a prateleira aqui no fundo.
Com cuidado, recolhi a mão, e ele virou para o corredor seguinte à procura de produtos médicos. Passei um instante sozinha, tentando acalmar as batidas rápidas do meu coração.


Julie correu os dedos pelo meu cabelo quando ficamos diante da penteadeira do quarto dela.
— Que xampu você usa? Seu cabelo parece seda! — ela disse com inveja.
Eu precisava inventar novas expressões faciais que dissessem o que eu estava pensando o tempo todo. Como poderia fazer as bochechas dizerem que eu não lembrava e a testa expressar gratidão? Sentia falta das palavras.
— Muito bem, primeiro o mais importante: cabelo e maquiagem. O restaurante não é muito chique, então talvez seja melhor deixarmos de lado o seu vestido absolutamente maravilhoso. É um pouco acima do tom. Melhor você simplesmente pegar outra coisa do meu guarda-roupa.
Enquanto eu sorria, ela ligou o babyliss na tomada e abriu uma coisa que parecia uma maleta de pescador. Só que não havia iscas dentro. Em vez disso, estava repleta de pós, blushes, lenços umedecidos e tubos de rímel.
Não consegui evitar que meu queixo caísse com a quantidade de maquiagem que Julie tinha.
— Eu sei, eu sei. Preciso fazer uma limpa, mas acredite: já usei tudo pelo menos uma vez — ela disse, posicionando as paletas ao lado da minha bochecha para encontrar o tom certo. Parecia Miaka escolhendo tintas. — Quero pedir desculpas — ela continuou, passando uma escova no meu cabelo. — Sinto muito se ficamos na defensiva ontem à noite. É estranho receber alguém que não conhecemos em casa.
Fiz um sim entusiasmado com a cabeça. A bondade deles ao me deixar ficar ainda me encantava.
— Mas é claro que Akinli confia em você, e seja lá o que aconteceu com você, quero que saiba que está segura aqui.
Nossos olhos se encontraram no espelho, e não vi nada além de compaixão no olhar dela.
— Para ser sincera, não ligaria nem se você fosse uma genocida.
Esperei que ela não notasse a tensão no meu corpo ao ouvir essa palavra.
— Qualquer pessoa capaz de fazer Akinli sorrir desse jeito… Ele fez a barba hoje e me pediu para cortar o cabelo — ela balançou a cabeça como se fossem coisas importantíssimas. — Sei que é tudo superficial, mas ele não tem ligado para muita coisa desde que os pais morreram. Você já sabia, né?
Confirmei com a cabeça.
— Que bom. Ficaria péssima se tivesse feito fofoca sem querer. — Ela segurou uma parte do meu cabelo de lado e puxou as mechas que ia encaracolar. — Não sei que tipo de amizade vocês tiveram antes, ou se foi mais que isso, mas parece que ele despertou hoje. Fazia tempo que não o via desse jeito.
Abri a boca, surpresa. Tudo antes tinha sido tão breve. Um conjunto de momentos que não pareciam nada se analisados em perspectiva.
Mas se era assim, por que eu pensava tanto nele? E por que eu surtia esse efeito sobre ele?
Naquele momento, pensei em quando Miaka e Elizabeth se encontraram pela primeira vez. Ficaram tão amigas que me fizeram acreditar que realmente tinham que se conhecer. No meu coração, queria dizer que Akinli e eu tínhamos que ficar juntos, mas afastei a ideia. Eu ia descobrir um jeito de ir embora de manhã. Precisava descobrir, pelo bem de todos.


Akinli puxou a cadeira para mim enquanto eu corria os olhos pelo restaurante, tão pequeno que eu não teria notado se ele não tivesse apontado.
Boias pendiam do teto sobre o bar, e dava pra ver um pouco da cozinha. Pela porta lateral, um píer estendia-se sobre o mar, e o céu passava do cor-de-rosa ao violeta em volta dos barcos ancorados.
Estava apaixonada por Port Clyde. Era pequena, não tinha muito o que fazer por lá, mas transbordava personalidade. Ali eu via Akinli sob uma nova luz. Sim, ele devia voltar à faculdade, e sim, provavelmente foi bom para ele conhecer uma cidade grande, mas ele era como uma engrenagem nessa cidadezinha, e me perguntei como as outras conseguiam girar quando ele estava ausente.
— Muito bem — ele começou. — Não sei dizer se você odeia frutos do mar ou se nunca experimentou.
Fiz um dois com a mão.
— E você está com coragem suficiente para ao menos experimentar a lagosta? — ele fez um biquinho e piscou várias vezes.
Abri um sorriso. Claro.
— Sem pressão, hein. Só acho que você vai adorar.
Fechei o cardápio e ergui os braços em rendição. Considerei o riso dele como uma grande conquista.
— Tudo bem então.
Enquanto esperávamos, Akinli deixou sobre a mesa o bom e velho conjunto de caneta e bloco de notas da casa dele. Eu ia sentir falta desse detalhe.
— Então, o que você está achando da minha cidade? Seja sincera — ele disse, apontando para o papel. — Quero um relatório completo.
A pergunta era tão pertinente que comecei a me perguntar se ele era capaz de ler meus pensamentos.
Ele me deu um tempo para registrar tudo e leu com atenção quando terminei.

Aqui é um lugar lindo. Gosto do ar rústico das coisas, do fato de você saber o nome de todo mundo. Passa uma sensação de paz. Ela é quase perfeita.

— Quase perfeita? Acha mesmo?
Fiz um sim entusiasmado. Depois de ter conhecido um lugar como aquele, onde as vidas se entrelaçavam e se cruzavam, foi fácil perceber por que todas as cidades grandes pareciam erradas para mim. O anonimato ajudava, claro, mas se você encontrasse o lugar certo, com as pessoas certas, era muito melhor morar onde talvez você pudesse receber ao menos um aceno ao voltar para a casa.
— Fico feliz por você gostar daqui. De verdade.
Assistimos ao escurecer do céu pela janela, e eu não parava de pensar que tinha de sair dali a qualquer momento. Eu carecia de uma desculpa plausível, e não queria – mesmo – sumir de novo.
Minutos depois, uma lagosta vermelha e reluzente foi posta diante de mim, acompanhada de uma fatia de limão e de uma tigela de manteiga derretida. Fiz uma pausa. A sensação era estranha.
Você não é um peixe, lembrei a mim mesma. Você é uma garota.
Usando um martelinho, dois garfos e, de vez em quando, os dedos de Akinli, consegui tirar um pouco da carne de dentro da carapaça. No final, concordei que o trabalho tinha valido a pena, e ele me observou satisfeito lamber a manteiga do dedo depois de comer a lagosta até o último pedaço.
Eu gostava do ritmo da voz de Akinli, da contínua mudança de expressões enquanto falava. Ele me contou mais sobre crescer naquela cidade pequena, trabalhar no barco do primo, passar uma infância segura sob o amor dos pais.
Dividimos uma fatia maravilhosa de cheesecake e ele segurou minha mão quando saímos do restaurante.
— Só mais uma parada. Se você não se importar em fazer mais um passeio, claro.
Não conseguia imaginar mais nada para acrescentar àquele dia. Sabia lá no fundo que era hora de começar a inventar alguma desculpa. Se eu fosse minimamente racional, teria pedido para Akinli me deixar perto do mercado e se despedir de Ben e Julie por mim.
Mas eu o acompanhei.
Entramos no carro e atravessamos a cidade em questão de minutos, passando pelo farol, pela casa de Ben e por incontáveis florestas densas, até finalmente pararmos diante de uma casa com as luzes apagadas.
Akinli estacionou na frente da garagem vazia e suspirou ao tirar a chave do contato.
— Última parada da noite. Vamos.
A casa não era uma mansão, mas bem que poderia ser em comparação com todas as outras de Port Clyde. Dois andares, uma varanda que dava a volta na casa e um jardim amplo ao redor da escadaria frontal. Akinli mexeu no chaveiro até encontrar a chave certa e destrancar a porta, que dava para um cômodo vazio.
A lua estava cheia, mas não nos ajudou muito quando entramos. Olhei para Akinli que, com um sorriso, sacou um isqueiro do bolso. Em seguida, acendeu uma vela, depois outra e mais outra. De repente me dei conta de que não fazia ideia de onde ele estivera enquanto Julie me embonecava.
Eu o segui, observando seu rosto atraente à medida que os cômodos se iluminavam. A cada chama eu me apaixonava mais. Ele carregava uma vela na mão enquanto caminhávamos.
— Meu avô construiu esta casa — ele disse. — Era um velho rico, então enquanto meu pai cresceu trabalhando num barco, minha mãe cresceu com uma casa de férias no Maine. — Ele apontou para as paredes ao redor. — Acho que meu vô não gostou muito quando minha mãe veio passar um verão e decidiu não voltar mais, mas também acho que acabei apaziguando as coisas. Ele ficou bobo de alegria quando nasci e me paparicou até morrer.
Akinli fez uma pausa e abriu um sorriso.
— Vendemos a mobília depois que meus pais morreram. Eles tinham um dinheiro guardado, mas a maior parte foi para as contas de hospital da minha mãe quando o convênio os deixou na mão. Ia doer demais ficar com tudo de qualquer jeito. E tem mais — ele disse, indicando os fundos da casa com a cabeça.
Saímos na varanda e descemos uma rampa. Ficamos perto demais dos gritos da Água. Tentei não ouvir as palavras dEla.
— Esta é uma das poucas casas que têm uma praia de verdade em vez de pedras — ele se gabou, rindo da própria afirmação. De fato, não havia nenhum pedregulho na areia, mas a praia devia ter menos de um metro de largura. — Está vendo a luz naquela direção? É o farol. Se caminhássemos pela praia chegaríamos ao centro da cidade.
Ele sorriu, voltou a olhar para mim e tomou minha mão.
— Gostou daqui também? — ele perguntou.
Levantei os olhos para observar a casa. Ela parecia ter vida mesmo sem moradores, e eu não podia negar a beleza da construção. Foi então que senti algo escorrer pela minha mão.
Quando olhei, Akinli tinha derrubado a cera da vela nos meus dedos.
— Hum… — ele murmurou, como se tivesse visto algo esperado. Ele voltou a me encarar. — Acho que a maioria das pessoas teria se queimado.
Engoli em seco. Não tive qualquer reação à dor.
— Ouça, Kahlen, não sou cego. Não sei o que pensar de uma garota sem sobrenome que não pode ou não quer revelar certos detalhes da vida, que não consegue falar e que não se corta nem se queima. Só tenho duas hipóteses: ou você é um problema ou está com problemas. Tenho um palpite de que é a segunda opção.
Mordi o lábio na tentativa de não chorar. Se a Água pudesse ao menos parar de gritar por um minuto, eu seria capaz de pensar. Eu era um problema. Um problema enorme para ele. Mas o que podia fazer?
Ele levou as mãos ao meu rosto.
— Não sou rico, Kahlen, mas tenho esta casa. Graças a Ben e Julie, juntei dinheiro para recomeçar a vida. Mas até você aparecer na praia, não sabia ao certo se havia algum sentido nisso. Se quiser ficar aqui, não vou deixar nada machucar você. Se quiser escapar do que aconteceu com você, seja lá o que for, vamos cuidar de você.
Perdi meu coração para ele completa e instantaneamente. Akinli não sabia direito o que havia de errado comigo, e mesmo assim queria que eu ficasse. Ele não sabia o perigo que eu corria, mas estava pronto para enfrentá-lo por mim.
E quem eu era? Ninguém, na verdade. Só uma garota.
Mas ao olhos dele… Eu parecia muito mais que isso.
Em menos de vinte e quatro horas, eu tinha cometido alguns deslizes, mas conseguiria me sair melhor por Akinli. A Água e as minhas irmãs jamais precisariam saber dele. Aisling me ensinou isso. E se ele realmente me queria ao seu lado, compreenderia que talvez eu precisasse desaparecer por umas horas uma vez por ano ou até menos se tivesse sorte.
Se ele gostava de mim tanto quanto dizia, tanto quanto eu sabia que gostava, ele viajaria comigo antes que seus amigos e parentes começassem a fazer perguntas sobre as minhas anormalidades. Lá no fundo, acreditei pela primeira vez que era possível.
E então eu poderia viver por alguém de verdade. Porque, apesar de todo o silêncio e a morte e a inevitabilidade da minha vida, ele estaria comigo para equilibrar todo o resto.
Não era um conto de fadas, mas era possível.
Fiz que sim. Claro. Claro que eu ficaria.
— Sim?
Confirmei. Sim.
Com o meu rosto ainda entre suas mãos, Akinli me beijou. Foi breve, mas o suficiente para fazer fogos de artifícios explodirem nas minhas veias.
— Você me trouxe de volta à vida — ele sussurrou. Ele devia ter notado a expressão sonhadora no meu rosto, porque baixou os lábios até os meus de novo quase imediatamente.
Eu tinha esperado uma eternidade por aquilo. Esperaria tudo de novo se necessário. Meu destino era beijar aquele garoto, fui feita para estar em seus braços.
Todas as posturas cuidadosas que eu sustentara até então se desmancharam e eu o puxei para mim, desejando que existisse uma maneira de estarmos ainda mais próximos.
Éramos as estrelas. A música. O tempo.
Quando nos afastamos, eu estava tomada por uma tontura deliciosa. Me sentia diferente, como se até a pele grudasse nos ossos de outra maneira. Meu sangue de água salgada fervia dentro de mim, e eu estava mais viva do que nunca.
— Uau — suspirei.
Reconheci meu erro na hora. Os olhos de Akinli se apagaram e ele balançou a cabeça como se tentasse clarear a mente.
— Akinli! — gritei estupidamente na tentativa de quebrar o transe.
Ele perdeu o equilíbrio e caiu em cima de mim, mas logo se endireitou e começou a andar rumo à Água.
Corri atrás dele, agarrando-o, tentando detê-lo.
— NÃO! — gritei, mas ele sequer olhou para mim. Apenas continuou a avançar para Ela sem hesitar.
Ele entrou na Água com passos firmes, e o segui tentando desesperadamente puxá-lo de volta para a terra. Ainda bem que não havia pedras naquela praia, senão ele teria se despedaçado nelas ao entrar cegamente no mar.
As ondas dEla saltavam pelos meus tornozelos, depois pelos meus joelhos. Puxei Akinli com toda a força, odiando a mim mesma por ter passado tanto tempo achando que era mais forte do que qualquer ser humano. Minha cintura ficou coberta pelo mar, e então meus ombros. Será que Água estava fria a ponto de fazer mal para ele? Minha pele era incapaz de avaliar. Puxei e puxei, porque tudo o que restava a Akinli era a capacidade de respirar.
E então, sem hesitar, ele mergulhou dentro dEla. Ainda assim, eu o segui.

22 comentários:

  1. 😱😮😲 to pasma como assim professor 🙊🙈

    Ass:Bianca

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  2. Oh. Meu. Deussssssssssss!
    Ass: Bina.

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  3. NAAAAAAAAAAAAO
    NAAAAAAAAAAO N FAZ ISSO SENHOR JESUS
    O BEIJO FOI>>>>>>>>>>

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  4. yessssssssssssssssssssssssssssssssssssss

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  5. NAAAAOO :OOO Agora q chegou a melhor parte </3

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  6. Ohhhh my god AAA o que será que vai acontecer 😱😱😥

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  7. Tava indooo tão bem até esse desastre MDS !!! 😨😨😨

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  8. NOSSA! Tava tudo tão lindo e de repente PAW tudo ficou tão assustador

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  9. Eu não adimito isso! Eu esperei ate agora um beijo dekes e quando quega ele tem que morrer!? Não isso nunca!!!

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  10. SOCORRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRO

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  11. Gente mas nossa vida,fiquei o livro inteiro elaborando teorias de como o Akilni iria ser afetado pela água pra ser por causa de um "uau"

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  12. NÃOOOOOOOOOOOO, TO EM PRATOS AGR NA MELHOR PARTEEE
    ass; Bruna

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  13. NAOOOOOO POSSOOOO ACREDITAAR MEEU DEEUS TAVA LOUCA PELOO PRIMEIROOO BEIJOOO DELEES E ACONTECEEE ISSOOO NAO CREIOO
    MAIS N AO ERA SÓ ELA PARAR DE FALAR QUE ELE SAIQ DO TRANSE SEI LA

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  14. Naaaaoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

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  15. Naaaaoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

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