13 de março de 2016

Fanfic: Shout of Death


Sinopse:
 A cidade de Riverwood era o que poderíamos chamar de “A Cidade dos Sonhos”, bom, pelo menos até poucos dia atrás, quando algo inesperado aconteceu. 
Pessoas começaram a morrer de forma repentina, ninguém sabia ou via nada, a não ser um grupo de amigos que eram atacados com certa freqüência. Enquanto a cidade fechava as portas e janelas, esse grupinho estava sendo atacado diariamente, perdendo amigos e entes queridos. 
Arya é uma garota normal, pelo menos era até a chegada do assassino, que por incrível que pareça tem uma certa obsessão por ela. Depois de várias mortes e de tentativas frustradas de fugir do assassino, Arya e seus amigos decidem ficar frente a frente com ele e combatê-lo. Nem que isso possa custar a vida de mais pessoas, principalmente a deles.

Categorias: horror, ação, violência, história original
Classificação: +18
Autores: IanWinchester e ChanHunnie
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Capítulo 1: You Wanna Play a Game?


 Sinto os pingos de água caindo em meus ombros quando estou voltando para casa depois de ter saído com minha amiga, Emma. Vejo que o céu não está mais tão escuro como antes, e abro minha bolsa para ver a hora, mas meu celular não estava lá, no mínimo eu havia esquecido ele na casa de Emma.
     Eu não estava tão disposta, a voltar para a casa dela, mas eu sabia que o celular é extremamente crucial para mim, e que não poderia ficar sem ele, então dou meia volta e começo a caminhar rumo à casa de Emma.
   Mal sabia eu que aquilo seria só o começo de uma noite que prometia.
҉
    Ao chegar à casa de Emma, toco a campainha duas vezes, com muita pressa, precisava pegar o celular e ir embora logo, já até previa o que iria ouvir da minha mãe.
Depois do que pareceu uma eternidade, vejo Emma abrindo a porta:
- Até que enfim. - Digo com certo tom de braveza, encarando-a. Ela realmente era muito bonita. Olhos verdes, pele clara e cabelos negros. Devia ser um dos motivos pelo qual se gabava.
- O que você está fazendo aqui? De novo? - Ela pergunta. Emma não era a mais humorada. Ás vezes isso me dava raiva, mas não o suficiente a ponto de brigar com ela.
- Oi, pra você também - Digo ironicamente e entro na casa dela. – Estou procurando meu celular que esqueci aqui. Você o viu?
- Pelo amor de Deus, Arya, você veio até aqui só para buscar aquele seu celular velho?Já passou da hora de você comprar um novo. Ou sua mãe gastou todo o dinheiro que tinha tirando seu irmão delinqüente da prisão?
   Eu gosto da Emma, mas, ás vezes, ela fala coisas sem pensar, por isso que continuo sendo sua amiga, pois sei que ela não tem nada na cabeça.
- Quantas vezes eu vou ter que te pedir para não falar assim do meu irmão? E não, eu não pretendo trocar de celular.
- Tá bom então, agora vamos achar esse celular para você ir logo embora da minha casa e eu poder dormir em paz.
- Você pode ligar pra ele? – Pergunto. – Assim eu ouço o toque e o acho.
- Tudo bem - Ela diz pegando o seu celular e discando o número, mas, antes de apertar o botão e ligar, ouço o toque do meu celular.
- Ah, não precisa mais. Deve ser minha mãe me ligando pra poder me dar um sermão. - Digo seguindo o som do celular. – Você pode me ajudar? - Pergunto a Emma.
- Não estou disposta.
   Não demora muito e eu acho o meu celular embaixo de uma almofada e vejo quem está ligando.
- Número desconhecido. – Digo a Emma. – Vou atender, nunca se sabe. - Digo pressionando o botão verde.
   Tudo o que consigo ouvir são chiados. Eu falo “Alô”. Sem respostas. Quando estou quase desligando, ouço uma voz parecida com as vozes computadorizadas.
- Olha, hoje eu não estou para gracinhas, e se for mais das suas brincadeiras, Jack, a mamãe vai ficar sabendo disso.
- “Eu acho melhor você não desligar, Arya...”
- Quem é você e como sabe meu nome? - Pergunto começando a ficar assustada.
- Quem é, Arya? - Pergunta Emma sussurrando. Coloco o celular no viva-voz.
“... Bem, eu acho que não vou precisar responder quem ou o que sou para você, basta você dar uma olhadinha na porta da casa da sua amiga.”
Hesitantes, eu e Emma nos viramos e nos deparamos com uma figura estranha, com uma roupa preta, uma máscara estranha cobrindo totalmente seu rosto e o mais assustador, uma faca na mão.
Não, não, mais assustador que isso é ver que ele estava entrando na casa.
҉
Instantaneamente, eu e Emma começamos a correr.
-Não tem uma porta dos fundos? - Pergunto a ela.
-Sim, tem. - Ela diz. – Vamos logo, eu não quero morrer tão jovem.
  Sério? Como ela pode fazer brincadeira com uma coisa tão séria como essa? Isso eu nunca vou ser capaz de entender.
Vejo a porta da cozinha, que dá para fundo da casa.
-Emma, onde está a chave dessa porta? - Pergunto desesperada. - Rápido.
-Calma, calma.  - Ela abre uma gaveta. – Eu não me lembro, sempre que eu vejo, essa porta está aberta.
-Ai meu Deus... - Vejo que o “fantasma” conseguiu entrar dento de casa. – MEU DEUS, EMMA.
Pego o celular e disco 1-9-0.
– Atende, atende. - Digo abrindo as gavetas da cozinha, pego uma faca e aponto para a sua direção.
-Achei!  - Diz Emma pegando a chave, mas não consegue abrir de tanto que treme.
-Me dê aqui. - Pego a chave. – Segure isso. - Dou-lhe a faca.
Coloco a chave na fechadura da porta e a abro o mais rápido que consigo. – Vamos, Emma! - Grito, e ela me segue.
Começamos a correr em volta da piscina e Emma deixa cair seu celular no chão. Continuo correndo, mas ela para pra pegar o celular.
 –Vamos Emma. - Digo ficando apavorada depois de ver que (seja lá quem for a pessoa fantasiada) passa da porta da cozinha. Ela tinha mesmo que pegar o celular? Ela tinha dinheiro de sobra para comprar outro. O assassino se aproxima de Emma. Ela se vira e ele perfura seu peito.
-NÃO!- Grito – Não, Emma, não.
O assassino vem em minha direção, e eu entro em prantos. Mas ele não me mata, e sim coloca o dedo indicador na boca e faz um “shhh”, logo, dando uma meia volta.
Começo a correr procurando ajuda, pego Emma e a carrego, quase sem forças. Chego na rua e quase sou atropelada. Se eu gritasse poderia ter evitado isso tudo. Uma mensagem do assassino chega no meu celular.
“Olá, querida Arya. Quer jogar um jogo? As regras são as seguintes: Eu tento matar, vocês tentam sobreviver. Aproveitem enquanto podem. A caçada começou”
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