25 de fevereiro de 2016

Fanfic: Seja gentil, Lucy!


Sinopse:
Lucy é uma jovem que foi abandonada pelo pai quando ainda era uma criança. Ela acaba criando uma ilusão de que ele iria voltar por ela. Mas ela termina se decepcionando e querendo evitar mais sofrimento, ela cria uma parede entre ela e o resto do mundo. Cresceu e se tornou uma pessoa grossa e arrogante. Porém, lá no fundo ela continua sendo uma menina doce que sonha em conhecer alguém especial, mas o medo continua sendo maior.
Ela terá de lidar com diversas provações, perdas, traições e amores! Portanto, seja gentil, Lucy!


Trailer: http://s2.vc/traileroficialsgl
Categorias: romance, adolescência, ficção, história original
Autor: Blue Bunny


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Capítulo 1 - Dia-a-dia


De repente me peguei deparando as estrelas. Estava sentada na grama do meu quintal. Não sei por qual motivo, mas naquela noite elas estavam muito mais brilhantes e pareciam estar bem próximas. Próximas o bastante para tocar e abraçar.
Por estar tão encantada com aquela linda paisagem quase não percebi que meu pai e minha mãe estavam brigando dentro de casa. Aquelas brigas se tornavam cada vez mais frequentes.
Foi então que vi meu pai saindo de dentro de casa com uma mala nas mãos e uma mochila nas costas. Corri até ele.
—P-papai? O que são essas coisas? — perguntei, assustada.
Ele agachou-se ao meu lado, chorando. Encostou sua cabeça na minha por alguns instantes. Depois levantou-se e começou a andar novamente. Eu me agarrei na barra da sua calça, chorando desesperada.
— Não vai!
Ele começou a sacudir a perna, querendo que eu o soltasse, mas eu não fiz. Ele então me empurrou com os pés. Eu caí dentro de uma moita de folhas próxima. Virou-se sem remorso algum e adentrou seu carro.
Eu estava com o cabelo bagunçado, alguns arranhões, e folhas em todo meu vestido rosa e chorando. Ligou o motor do carro e desceu a rampa que dava acesso à rua.
Eu tomei iniciativa e corri atrás de seu carro. Tentei descer a rampa rapidamente, porém eu acabei tropeçando em algo e me espatifei no chão. Os arranhões se agravaram, sangrando. A última coisa que eu vi foi a luz traseira do seu carro, vermelha, sumindo na escuridão da rua.
— Pai! — gritei, em apuros.
Depois de alguns minutos de lamentos, reuni forças e me levantei. Eu tinha que ver como estava minha mãe.
Ao entrar em casa olhei de um lado pro outro tentando avistá-la. A casa estava de ponta cabeça. Vasos quebrados, cortinas rasgadas e copos e pratos quebrados no chão. Andei, sem rumo, e encontrei-a ajoelhada no chão no meio da cozinha, chorando.
Ela abriu seus braços pra mim e eu corri e abracei-a. Aprofundei-me em choro nos seus ombros, agora encharcados de lágrimas. Ela acariciava meus cabelos e ao mesmo tempo derramava lágrimas em minhas costas.
— Vai ficar tudo bem! — disse quase imperceptível, com voz trêmula.
— O que houve? — perguntei, ainda confusa pelo motivo dele ter ido embora
Ela começou a chorar novamente. Lá estávamos. Chorando por uma pessoa que partiu sem dizer um único adeus.
O tempo passava e a dor nem ao menos diminuía. Minha mãe ficou a beira da falência. Nós tínhamos uma loja que por muito pouco não foi levada a leilão.
Todos os meus familiares, professores e psiquiatras tentavam tirar ele das minhas memórias. Mas como eu poderia esquecer alguém que me fez tão bem e ao mesmo tempo me fez tão mal? Eu ainda tinha esperança de que ele voltasse. Em vão.
Quando completei 10 anos começou a cair à ficha. Ele não ia voltar. Foi aí que percebi que não adiantava sofrer por quem não merece. Foi ai que me tornei o que sou hoje.
Sete anos depois...
Alguns me chamam de amarga, outros me chamam de grossa e tem até quem me chame de coração de pedra. Eu não ligo. Eu viro minhas costas e continuo andando. Desde o ocorrido não consigo mais fazer tantos amigos. Acho que eles têm medo de mim. Motivos? Acho que são o que eles têm de sobra.
A única pessoa que andava comigo era minha prima, Beth. Ela era confiante e acreditava em si própria. Não tinha medo de enfrentar nada. Ela não se levava por qualquer besteirinha. Ela se liga em tudo de moda e internet. Não se apega a nada a não ser a um belo par de sapatos, ao contrário de mim que não ligo muito pra aparência. Mas eu amo andar com ela mesmo que às vezes ela me põe bem pra baixo. Bem pra baixo mesmo!
Beth tem 17 anos, tem pele bem clara, cabelo ruivo e na maioria das vezes está com ele liso. E para finalizar, um belo par de olhos castanho claro. E bem, ela é nerd, mas faz que questão de esconder.
Eu diria que não sou rebelde o tempo todo. As minhas notas são excelentes, modesta à parte. Amo todas as matérias, com exceção de uma... Educação Física! Por quê? O fato é que eu não me dou bem em nenhum esporte, que odeio vestir short curto, e que todo mundo joga a bola em mim porque sabe que não sou, digamos, “flexível” o bastante.
E aliás, estamos em uma sexta-feira, o dia que você precisa fazer de tudo para não chegar na escola. Vale até bater no liquidificador o resto do jantar e jogar no chão, fingindo ser vômito. Uma jogada de mestre, sem duvidas! Infelizmente, nem toda vez obtenho sucesso. Então cá estamos nós no dia de educação física.
— Todos aos vestiários! — gritou o professor
Após alguns minutos eu saí. Fui a primeira das meninas, pra variar. O professor arrumava a rede. Alguns meninos ficaram jogando basquete e outros ajudavam o professor. Pelo que vi, parecia ser uma rede de vôlei. Sentei-me na arquibancada, entediada.
— Vocês têm mais 3 minutos pra saírem daí. — o professor reclamava.
Beth saiu logo em seguida. Fazendo pose como sempre. Parecia que rebolava enquanto andava. Os meninos ficavam babando ela durante a aula toda.
— Cheguei linda e glamorosa como sempre! — esnobava, segurando uma toalhinha em seu braço.
— Oi! — falei sorridente.
— Que cara é essa? — ela perguntou.
— A minha cara. — respondi.
— Deixa de ser grossa fofa! Levanta essa cabeça e veja a vida como uma passarela meu amor, vida, brilho e glamour! Dance, cante, sorria, chore antes que o show acabe.
“Fofa”... Odeio quando ela me chama assim, só que ela vive me chamando. O pior é que ela sabe que eu não gosto.
— Pode deixar que eu sei viver minha vida do jeito que quero, “fofa”. — revirei os olhos, sarcástica.
— Seja gentil, Lucy! — resmungou.
— Vamos começar a aula sem vocês! — o professor continuava a insistir.
— Devem estar com dor de barriga, professor! — um dos meninos brincou e sorrisos de formaram por toda a quadra.
O professor riu sarcástico.
O palhaço franziu o cenho e levantou as duas mãos em defesa.
— Beth, você viu aquele filme de ontem que passou na TV? — puxei assunto.
— Se for em alguma emissora de TV dessas mixurucas que estão cercadas aqui, pode ter certeza que não. — fez beicinho.
— Vem com essa... Sei que você adora assistir aquela novela que passa de tarde. — Sorri
— Caladinha mocinha! — gritou, furiosa comigo.
Dez minutos se passaram... Eu jogava uma alfinetada nela e ela jogava uma em mim. Claro, tudo na base da brincadeira.
Enfim as meninas saíram.
— Finalmente! — gritei, me levantando.
— Quem é você garota? Tá achando o que? Você não é ninguém pra exigir pontualidade.
— E você pensa que é quem? A rainha da Inglaterra? Se bem que existe uma semelhança, cheia de rugas desse jeito! — respondi, rude.
As risadas por parte de todos foi inevitável. Chegou até a ecoar pela quadra!
— Se eu tenho rugas você tem a pele oleosa, tem também essa coisa morta em cima da sua cabeça que você chama de cabelo, têm também essas pernas finas e esses seus olhos. —partiu para a maldade. Pensando bem, eu já tinha partido para a maldade antes dela. Mas enfim, não vem ao caso.
Todos ficaram em silêncio. Onde está o professor? Engoli um ar seco. Não iria chorar pelo que não vale a pena... Não de novo. Beth percebeu e logo foi jogando suas “cartas” na mesa.
— Garota, olha essa sua perna... Uma maior que a outra! Suas roupas “chinfrins” e esse seu cabelo toca de rato, querida. Vocês me dão vontade de rir. Ficam falando da Lucy, mas são piores do que ela!
— Isso aí! — concordei.
Espera um pouco... “mas são piores do que ela”. Eu captei isso mal ou é o que eu estou entendendo? De qualquer modo, olhei para ela séria.
— Foi mal fofa! — ela levantou os braços, protestando. — Aliás, vocês acabaram de perder um ponto pela demora, querida. Ajeitou demais o que não tem concerto! — voltou a atenção para elas.
As meninas dessa vez não retrucaram, pois todas sabiam que iniciar uma briga com Beth é colocar as mãos no fogo.
Finalmente o professor voltou. A aula iniciou e como eu havia dito, o esporte do dia iria ser vôlei.
Uma hora e meia depois a aula terminou. Fomos aos vestiários tomar a nossa ducha. Tirar aquele odor horrível. Porém não se comparava ao dos meninos. Urgh!
Terminei. Antes de ir pra minha sala eu respirei fundo. Vamos começar mais uma jornada. Dei o primeiro passo e todos começaram a me observar. Alguns caçoavam de mim, mas em silêncio, pois como eu disse... Eles têm medo de mim.
— Au, au, au, au! — rosnou um garoto pra mim.
Bom, nem todos.
Como eu não tenho nem um pouco de auto controle, parti para cima dele, mas mesmo antes que eu pudesse alcança-lo o professor me agarra pela cintura.
— Ele estava caçoando de mim, professor!
—Mentirosa! — revidou.
— Cala essa sua boca ou eu quebro esses seus dentes! — apertei minhas mãos em punhos e levantei-as.
— Ei, garoto, vaza daqui. — o professor apontou para o corredor.
Eu mordi meu lábio inferior e revirei os olhos, encostada na parede.
O professor colocou as mãos na sua cintura. Ombros largos, moreno, olhos castanhos e cabelos escuros. Um boné ocupava sua cabeça e de resto, uma calça de malha e uma regata branca.
— Lucy, você quer ir para a direção outra vez por causa de brigas?
— Desencana. Só foi uma ou duas vezes e...
— Cinco vezes. Cinco vezes, Lucy.
Cruzei os braços e bufei.
— Eu tento, sabia? Eu juro que eu tento.
— Pois eu acho que você deveria se esforçar mais.
— O senhor não tem que achar nada, professor, NADA! — revidei.
Fui em direção a minha sala de aula deixando-o para trás com cara de taxo. Sim, sou perfeita em acabar com as pessoas.
Entrei na sala e só os meninos estavam lá. Rindo e jogando bolinhas de papel uns nos outros. Conversavam sobre várias coisas e entre elas com quem dormiu noite passada, das baladas, das fugas dos policias.
Entrei e me sentei em minha carteira. Não liguei muito pra eles. Não tinha o que fazer, porque... Adivinhem. Fui a primeira, novamente, a sair do vestiário.
Coloquei a minha mochila sobre a mesa e me aconcheguei nela, relaxando. Estava tudo indo bem. Sério, eu nunca pensei que eu poderia ficar tanto tempo sem dar uns sacodes em alguém. Mas por incrível ironia do destino, me acertaram uma das bolinhas de papel.
— Quem foi o palhaço? — furiosa, virei-me
Todos apontaram para Zack, capitão do time de basquete. Digamos que o “banbanban” do colégio seja ela. Talvez por conta do seu perfil atlético. Mas cá entre nós, ele é um completo paspalho.
— Ah, claro. Tinha que ser!
Ele desceu da mesa de onde estava sentado e eu notei que ele acabara de engolir um seco.
— Foi sem querer, Lucy! Eu juro!
Agachei-me no chão e peguei a bolinha de papel. Olhei pra ele e o encarei, irritada. Me preparei para arremessar a bolinha e sério, imaginem que ao fundo está tocando aquela música das olímpiadas e em câmera lenta eu arremessando a bolinha nele. Parabéns, medalha de ouro para mim! Acetei em cheio o seu rosto.
Todos começaram a rir e a jogar bolinhas de papel no Zack, agora constrangido. E apesar de tudo, acabei entrando também na brincadeira. Ele mesmo estava rindo.
— Depois não gosta quando te chamam de homem. — Emy cortou as risadas. Ela é uma das barraqueiras.
Todos ficaram em silêncio novamente. Olhei furiosa para ela e estava prestes a dar uma voadora no pâncreas quando o que o professor acabara de me dizer veio à mente: você quer ir para a direção outra vez por causa de brigas? Definitivamente, não.
Comecei a guardar o meu material na mochila, rapidamente e brutalmente, mas fui interrompida por Zack quando ele segurou o meu pulso, firme.
— Não liga pro que elas dizem.
— Solta o meu braço! — esbravejei. Faltava somente sair espuma pela minha boca.
— Nem adianta tentar, Zack. Essa daí é dura como pedra. — resmungou Megan.
Ele continuou segurando. Ficou me encarando até que eu puxei o meu braço com força e terminei de guardar minhas coisas.
Peguei minha mochila, coloquei nas costas e saí pela porta, mas não sem antes colocar meu pé pra Emy tropeçar.
— Grossa! — gritou, com a cara no chão. Não teve como não rir.
Esperei a professora chegar do lado de fora. O tempo parecia passar tão devagar que eu estava prestes a dormir quando enfim a professora chegou e acompanhada da Beth.
— O que você estava fazendo junto com a professora? — sussurrei para Beth.
— Pode ter certeza de que você não vai gostar... — deu de ombro.
Fiquei curiosa. O que seria que ela escondia?
A professora adentrou a sala e logo atrás, eu e Beth. Sentamos em nossas carteiras. Deveras, o que a Beth me falou perturbava minha mente.
— Bom, como todos sabem essa é nossa última semana de aula e...
Alguns dos meninos assoviaram e bateram palmas atrapalhando a professora.
— Posso continuar?
Ninguém se pronunciou.
— Obrigado. Então, a direção da escola fez uma reunião pra ver o que fariam para o entretenimento de vocês nesse final de ano. Chegamos a conclusão de que vamos fazer um acampamento de férias no interior! — falou com empolgação.
Alguns reclamaram e outros até curtiram a ideia. Eu fiquei calada, me controlando. Realmente é não ter o que fazer da vida pra decidir mandar a gente para os confins do mundo. Sinceramente.
[...]
O sinal bateu e eu saí bufando horrores de dentro da sala. Eu e Beth pegamos o nosso caminho de volta.
— Não disse que você não ia gostar?
— Pois é.
— Você vai? — perguntou.
— Claro que não! Eu lá quero saber de fim do mundo. Como vou entrar na internet?
Sim, também sou uma nerd que adora jogar jogos online.
— E você? Vai?
— Por mim eu não iria... Pra que sujar meu lindos sapatos em lama de interior? Mas o acampamento fica perto da casa da minha avó e você sabe como é a minha mãe, não é? Ela ama visitar parentes!
Eu sorri.
— Nossa, você está sorrindo! Que milagre, senhor! Deus é pai! — bateu palmas, sarcástica.
— Idiota! —disse em tom brincalhão, dando um leve tapa em seu ombro.
— Aí, estava demorando! — resmungou.
Deixei-a em frente a sua casa e então fui em direção a minha, sozinha. A ideia do acampamento não saia da minha cabeça. Mas que bela porcaria!
Quando estava quase chegando em casa ouvi alguém gritando bem alto:
— Sai da frente, SAI!
Estranhei. Parei e então me virei. Já era tarde demais, um garoto em cima de uma bicicleta me atropelou. Eu caí na grama, furiosa.
— E-eu sinto muito! — lamentava. — Eu avisei a você! Venha! Deixe-me ajudar! — ele estendeu a mão pra mim, ainda em cima de sua bicicleta.
— Garoto, você é doido ou o que? Tá vendo que isso aqui é uma rua? Seu perturbado! Tá pensando o que para andar de bicicleta nessa velocidade? Sai! Tira essa sua mão daqui! — empurrei sua mão para o lado.
— Calma aí, menina! Eu estou só tentando ajudar! Mas parece que você é grossa demais pra perceber.
— Ora, seu... Pois saiba que não sou uma princesa mimada que chora por qualquer besteirinha! — levantei-me do chão e fui em sua direção. — Ou eu pareço?
Ele ficou calado, mas eu pude fez em sua feição que ele estava bem irritado, também. Após alguns minutos de silêncio ele abre a boca:
— Eu estava só tentando ajudar!
— Eu não pedi a sua ajuda. — grossa, como sempre, respondi.
Ele começou a pedalar novamente e saiu da minha vista. Coloquei as mãos no bolso da minha calça e comecei a andar novamente para casa. A típica frase veio em minha mente. Era como se minha mãe estivesse bem ali falando seja gentil, Lucy!
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Saiba mais: https://fanfiction.com.br/historia/572435/Seja_gentil_Lucy/

20 comentários:

  1. eu adorei essa fic
    obrigada karina por ter comentado sobre ela

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  2. Nossa to amando muito essa fic genteee
    Ja pensou em colocar ela no socialspirit??é um site muito bom pra

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  3. Karina!!!!!!! Aqui menina eu te amo demais,você e pra sempre minha amiga dos livros,mais amigas brigam também ta??Então eu to aqui para te perguntar!CADE OS OUTROS CAPITULO!!PELO O AMOR DE DEUS ME RESPONDE,EU TO AQUI MORRENDO PORQUE EU NÃO ACHEI OS OUTROS CAPÍTULOS,SE EU MORRER E CULPA SUA, VOCÊ VAI PASSAR O RESTO DA SUA VIDA COM REMORSO,PORQUE NÃO QUIS POSTAR UM SIMPLES LIVRO!!E SAIBA QUE EU VOU VOLTAR PARA VER SE VOCÊ ME RESPONDEU!!!

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    1. kkkkkkk obrigada, Keren!
      O link do da fic tá lá em cima, em Saiba mais: https://fanfiction.com.br/historia/572435/Seja_gentil_Lucy/

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    2. Olá, Karen! Bem, obviamente, você não deve saber quem eu sou, mas não seja por isso: prazer, Blue Bunny, autor da história :P (espero que isso não tenha soado como algo muito culto). Os capítulos estão nesse link: https://fanfiction.com.br/historia/572435/Seja_gentil_Lucy/ . Faz tanto tempo, então não sei se você já se cadastrou. Se sim, qual o seu nickname lá? Apareceu tantos leitores novos ultimamente que estou até meio perdido!
      Obrigado e até a próxima! ^^

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  4. Gostei muito de ter lido esse primeiro capítulo dessa história.

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  5. Karina,eu comecei a ler pelo fanfiction só que vai ate o capitulo 29,o livro já terminou ou tem a segunda parte?????

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    1. Olá, Karolyne! Tudo bem? O capítulo 30 irá sair amanhã pelo período da noite. Qual seu nickname por lá? Não lembro de tê-la visto nos comentários. Eles são bastante incentivadores, sabe? :P
      Obrigado por acompanhar a fic e espero vê novamente, em breve ^^

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    2. Mais e,depois do 30 tem mais???ne!!!!

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    3. Oi, Karen! Sim, terá mais capítulos. Se tudo der certo, pretendo postar uns 70 kkkkkk. Mas tudo depende dos leitores! Você já se cadastrou por lá? Abraços! ^^

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    4. kkkkkkkkkk!!! Uns 70 seria legal!!!

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  6. Olá, eu sou nova a comentar aqui, mas já tenho visitado seu blog há um bom tempo, desculpa nunca ter comentado, mas acho que nunca ninguém vai se importa mesmo, com meu comentário. Bom resolvir comentar agora, em primeiro lugar, para te parabenizar pelo seu blog e dizer que eu simplesmente amoooo ele muitoooo, muitoooo...Rs! E tbm, porque ontem conheci essa nova história do livro "Seja gentil, Lucy!" e acabei agora de ler todos os capítulos que já estam lá na pagina do Fanfiction, e gostaria muito de fazer dois pedidos a vc Karina! O primeiro é te pedi que agradecessi ao autor desse livro perfeito, eu simplesmente amei a história e estou completamente afogada nela...Rs! Tentei comentar lá, mas não tenho uma conta lá, e o site é meio novidade pra me, pois nunca ouvi falar desse tal de Fanfiction...e sou meia burrinha pra essas coisas, então não conseguir deixa meu comentário lá, gostaria muito que vc agradececi a ele por compartilha conosco essa história fantástica, eu não acredito que é de autoria dele!! Muito talentoso! Afinal talentosa ou talentoso?? Era esse o meu segundo pedido...Rs! Gostaria de saber quem é o autor desse livro se é ele ou ela...Rs! Desculpa se estou sendo muito tapada ou xereta...mas é que nunca sei a quem me refiro quando estou lendo a história, e estou muito ansiosa pelos próximos capítulos, ele ou ela...rs, disse na notinha que seria na segunda ou na sexta, se eu não me engano, é da semana que vem né?? É que não tem a data daí fico meia perdida...srs...Bom, então isso, espero sua resposta um grande beijo e desculpa pelo texto enorme!!!! É por isso que prefiro não comentar! Kkk...

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    1. Olá, Ranny! Imagina, não tem problema nenhum vc comentar aqui em vez de lá, tenho certeza de que o autor (penso que seja homem) passa de vez em quando aqui para ver os comentários, e adorará ver o seu. Fico feliz que tenha gostado da história, porém eu não a acompanho, não sei quando saem os capítulos :P mas é só esperar que ele logo posta.
      Espero que tenha ótimas leituras, da fic dele e aqui no blog :)

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    2. Olá, Ranny! Tudo bem? Você não sabe como fico feliz em saber que já tenha chegado ao capítulo 29. E mais feliz ainda por saber que tenha gostado tanto da história, pois é muito gratificante para mim, autor (sim, sou homem), saber que o meu trabalho está sendo bem recebido. Sobre a data de postagem, não tem um dia definido, mas geralmente é de dois em dois dias. Amanhã mesmo estarei postando o capítulo 30. Pode parecer um pouco complicado o site, mas não é. Se você quiser eu posso ajudá-la, basta dizer no que tem dúvidas. Comentários são sempre um combustível para um autor!
      Obrigado, mais uma vez, por essa linda recomendação e espero vê-la em breve ^^

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  7. MDS, tó morrendo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, Lucy é mto fofa, eu me identifiquei bastante com ela. Amei o capítulo, é perfeito. QUERO MAIS.

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Os comentários estão demorando alguns dias para serem aprovados... a situação será normalizada assim que possível. Boa leitura!