28 de fevereiro de 2016

Capítulo 36

Não demorou muito para Aelin montar sua armadilha. Ela podia sentir os olhos monitorando-a quando encontrou a patrulha liderada por um dos comandantes valg mais sádicos.
Graças a Chaol e os relatórios de Nesryn, ela sabia de seus novos esconderijos. O que Chaol e Nesryn não sabiam era que ela tinha passado noites esgueirando-se para seguir os comandantes nos esgoto, nas entradas usadas quando iam falar com um dos soldados de Wyrd.
Eles pareciam preferir os canais mais antigos a nadar através da imundície dos túneis principais mais recentes. Ela se aproximava tanto quanto ousava, o que geralmente não era perto o suficiente para ouvir qualquer coisa.
Esta noite, deslizou para os esgotos atrás do comandante, seus passos quase silenciosos sobre as pedras escorregadias, tentando sufocar a náusea no fedor. Ela esperou até que Chaol, Nesryn e seus principais tenentes estivessem fora da cidade, perseguindo os vagões de prisão, mesmo que apenas para ninguém entrar em seu caminho novamente. Ela não podia arriscar.
Enquanto caminhava, mantendo-se longe o suficiente do comandante valg para que ele não pudesse ouvir, ela começou a falar em voz baixa.
— Eu tenho a chave — ela falou, um suspiro de alívio que passando sobre os lábios.
Mudando a voz como Lysandra lhe mostrara, ela respondeu em um tenor masculino:
— Trouxe-a com você?
— Claro que sim. Agora me mostre onde você queria escondê-la.
— Paciência — disse ela, tentando não sorrir demais quando dobrou a esquina, fazendo leves sons. — É logo aqui.
Enquanto se aproximava, oferecendo sussurros de conversa, se aproximou da encruzilhada onde os comandantes valg gostavam de se reunir com seus cães de caça de Wyrd e calou-se. Lá, ela vestiu o manto extra que tinha trazido e depois voltou, subindo uma escada que conduzia até a rua.
Aelin prendeu a respiração enquanto ela empurrava a grade, que felizmente cedeu.
Ela se ergueu para a rua, as mãos instáveis. Por um momento, contemplou deitada sobre os imundos paralelepípedos molhados, saboreando o ar livre ao seu redor. Mas ele estava perto demais. Então silenciosamente selou a grade novamente.
Levou apenas um minuto antes de as botas quase silenciosas rasparem na pedra abaixo, e uma figura passar pela escada, indo para onde ela deixara capa, rastreando-a como fizera a noite toda.
Como ela o deixara fazer a noite toda.
E quando Lorcan virou para o local onde os comandantes valg e cães de caça de Wyrd se encontravam para recuperar os seus relatórios, quando o choque de armas e o rugido de morte encheu seus ouvidos, Aelin simplesmente passeou pela rua, assobiando para si mesma.



Aelin caminhava por um beco a três quarteirões do armazém quando uma força semelhante a uma parede de pedra acertou a lateral de seu rosto contra um edifício de tijolos.
— Sua vadiazinha — Lorcan rosnou em seu ouvido.
Ambos os braços estavam de alguma forma já presos atrás das costas, as pernas apertando as dela o suficiente de modo que não podia movê-las.
— Olá, Lorcan — disse ela docemente, virando o rosto latejante tanto quanto podia.
Pelo canto do olho, ela podia distinguir traços cruéis sob o capuz escuro, juntamente com os olhos ônix e cabelos na altura dos ombros que o completavam, e – maldição. Caninos alongados brilhavam muito perto de sua garganta.
Uma mão agarrou seus braços como um torno de aço; Lorcan usou a outra para empurrar sua cabeça com tanta força contra o tijolo úmido que sua bochecha arranhou.
— Você acha isso engraçado?
— Valeu a pena uma tentativa, não foi?
Ele cheirava a sangue – aquele horrível sangue valg de outro mundo. Ele empurrou o rosto um pouco mais forte contra a parede, seu corpo uma força contra ela.
— Eu vou te matar.
— Ah, quanto a isso — disse ela, e moveu o pulso apenas o suficiente para ele sentir a lâmina que ela libertara momentos antes de pressentir seu ataque, o aço agora descansando contra sua virilha. — Imortalidade parece ser um longo, longo tempo para se viver sem a sua parte do corpo favorita.
— Eu vou rasgar sua garganta antes que você possa se mover.
Ela pressionou a lâmina com mais força contra ele.
— Um grande risco a tomar, não é?
Por um momento, Lorcan permaneceu imóvel, ainda empurrando-a contra a parede com a força de cinco séculos de formação letal. Em seguida, o ar frio mordiscou seu pescoço, suas costas. No momento em que ela girou, Lorcan estava a vários passos de distância.
Na escuridão, ela mal conseguia distinguir as características talhadas em granito, mas lembrava-se bastante daquele dia em Doranelle para adivinhar que, sob o capuz, o rosto implacável estava lívido.
— Honestamente — ela falou, inclinando-se contra a parede. — Estou um pouco surpresa que tenha caído nessa. Você deve pensar que sou realmente estúpida.
— Onde está Rowan? — ele zombou. Suas roupas escuras bem aderentes, blindadas com metal preto nos antebraços e ombros, pareciam engolir a luz fraca. — Ainda aquecendo sua cama?
Ela não queria saber como Lorcan sabia disso.
— Não é que todos vocês, homens bonitos, são bons nisso? — ela o olhou de cima a baixo, marcando as muitas armas visíveis e ocultas. Musculoso, tão musculoso quanto Rowan e Aedion. E totalmente indiferente a ela. — Você matou todos eles? Havia apenas três pelas minhas contas.
— Havia seis deles, e um daqueles demônios de pedra, sua vadia, e você sabia disso.
Então ele encontrara uma maneira de matar um dos cães de caça de Wyrd. Interessante e bom.
— Sabe, estou realmente um pouco cansada de ser chamada assim. Você pensaria que cinco séculos lhe dariam tempo suficiente para chegar a algo mais criativo.
— Chegue um pouco mais perto e eu vou lhe mostrar o que cinco séculos podem fazer.
— Por que eu não lhe mostro o que acontece quando você chicoteia os meus amigos, seu canalha mole?
Violência dançou em suas características brutais.
— Uma boca grande para alguém sem seus truques de fogo.
— Uma boca grande para alguém que precisa prestar atenção aos seus arredores.
A adaga de Rowan estava na garganta de Lorcan antes que ele pudesse sequer piscar.
Ela estava se perguntando quanto tempo ele levaria para encontrá-la. Provavelmente despertara no momento em que ela empurrou as cobertas para o lado.
— Comece a falar — Rowan ordenou a Lorcan.
Lorcan agarrou sua espada poderosa, uma bonita arma que ela não tinha dúvidas de que ceifara muitas vidas em campos da morte em terras distantes.
— Você não quer entrar nesta luta agora.
— Dê-me uma boa razão para não derramar o seu sangue — disse Rowan.
— Se eu morrer, Maeve oferecerá ajuda ao rei de Adarlan contra vocês.
— Besteira — cuspiu Aelin.
— Mantenha os amigos próximos, os inimigos mais próximos ainda, certo? — Lorcan lembrou.
Lentamente, Rowan soltou e se afastou. Os três monitoravam todos os movimentos dos outros, até que Rowan estava ao lado de Aelin, os dentes à mostra para Lorcan. A agressão transbordando do príncipe feérico foi o suficiente para deixá-la nervosa.
— Você cometeu um erro fatal — Lorcan disse a ela — no momento em que mostrou à minha rainha a sua visão com a chave. — Ele lançou seus olhos negros para Rowan. — E você. Seu tolo estúpido. Aliando-se – prendendo-se a uma rainha mortal. O que vai fazer, Rowan, quando ela envelhece e morrer? O que dirá quando ela parecer velha o suficiente para ser sua mãe? Ainda compartilhará sua cama, ainda...
— Isso é o suficiente — Rowan falou suavemente.
Ela não deixaria que uma centelha de suas emoções atravessasse seu show, não ousava sequer pensar nelas por medo de que Lorcan pudesse sentir seu cheiro.
Lorcan apenas riu.
— Você acha que pode derrotar Maeve? Ela permitiu que saíssem de Doranelle, os dois.
Aelin bocejou.
— Honestamente, Rowan, não sei como você o aguentou durante tantos séculos. Cinco minutos e estou entediada às lágrimas.
— Tome cuidado, menina — disse Lorcan. — Talvez não amanhã, talvez não em uma semana, mas um dia você vai tropeçar. E eu estarei esperando.
— Realmente, vocês machos feéricos e seus discursos dramáticos — ela se virou para ir embora, um movimento que podia fazer só por causa do príncipe de pé entre eles. Mas olhou por cima do ombro, soltando toda a pretensão de diversão, de tédio. Deixou que a ascensão da calma a mantivesse perto o suficiente da superfície, mas sabia que não havia nada de humano em seus olhos quando se dirigiu a Lorcan: — Eu nunca vou esquecer, nem por um momento, o que você fez com ele aquele dia em Doranelle. Sua existência miserável está na parte inferior da minha lista de prioridades, mas um dia, Lorcan — ela sorriu um pouco. — Um dia, cobrarei a dívida também. Considere esta noite um aviso.



Aelin tinha apenas destrancado a porta do armazém, quando a voz profunda de Rowan ronronou por trás.
— Noite movimentada, princesa?
Ela puxou a porta para abri-la, e os dois entraram no armazém de quase preto, iluminado apenas por uma lanterna perto da escada. Ela tomou seu tempo trancando a porta de correr atrás dela.
— Movimentada, mas agradável.
— Você terá que tentar muito mais para esgueirar-se por mim — disse Rowan, as palavras atadas a um grunhido.
— Você e Aedion são insuportáveis — graças aos deuses Lorcan não tinha visto Aedion, não descobrira sua herança. — Eu estava perfeitamente segura.
Mentira. Ela não tinha certeza se Lorcan sequer apareceria ou se ele sequer cairia na pequena armadilha.
Rowan pôs a mão suavemente em sua bochecha, a dor ondulando.
— Você tem sorte que esse arranhão foi tudo o que ele fez. Da próxima vez que sair de fininho para comprar briga com Lorcan, vai me contar de antemão.
— Não farei tal coisa. É só da minha maldita conta, e...
— Não é apenas da sua conta, não mais. Você vai me levar junto na próxima vez.
— Da próxima vez que eu sair — ela fervia — se eu pegá-lo me seguindo como uma babá superprotetora, eu vou...
— Você o quê? —Ele deu um passo perto o suficiente para compartilhar sua respiração, suas presas reluzindo. À luz da lanterna, ela podia ver claramente seus olhos, e ele podia ver os dela enquanto respondia em silêncio. Eu não sei o que vou fazer, seu bastardo, mas tornarei sua vida um inferno por isso.
Ele rosnou, e o som acariciou sua pele enquanto lia as palavras não ditas em seus olhos. Pare de ser teimosa. Esta é alguma tentativa de se agarrar à sua independência?
E se for? Ela atirou de volta. Apenas... deixe-me fazer essas coisas por conta própria.
— Não posso prometer isso — disse ele, a luz fraca acariciando sua pele bronzeada, a elegante tatuagem.
Ela lhe deu um soco em seu bíceps – machucando a si mesma mais do que a ele.
— Só porque você é mais velho e mais forte, não significa que tem direito de mandar em mim.
— É exatamente por causa dessas coisas que posso fazer o que eu quiser.
Ela soltou um som agudo e ia beliscar sua lateral, mas ele agarrou sua mão, apertando com força, e puxou-a um passo mais perto dele. Ela inclinou a cabeça para trás para olhá-lo.
Por um momento, sozinhos naquele armazém vazio, apenas as caixas lhes fazendo companhia, ela se permitiu olhar para o rosto dele, aqueles olhos verdes, a mandíbula forte.
Imortal. Inflexível. Sangue com poder.
— Brutamontes.
— Fedelha.
Ela soltou uma risada ofegante.
— Você realmente atraiu Lorcan para um esgoto com uma daquelas criaturas?
— Foi uma armadilha tão simples que estou realmente desapontada que ele tenha caído nela.
Rowan riu.
— Você nunca para de me surpreender.
— Ele te feriu. Nunca perdoarei isso.
— Muitas pessoas me feriram. Se for atrás de cada uma, terá uma vida agitada pela frente.
Ela não sorriu.
— Quanto ao que ele disse... sobre eu envelhecer...
— Não. Apenas não comece com isso. Vá dormir.
— E você?
Ele estudou a porta do armazém.
— Eu não a colocaria em risco, com Lorcan ameaçando devolver o favor que você negociou esta noite. Ele esquece e perdoa com ainda menos facilidade do que você. Especialmente quando alguém ameaça cortar sua masculinidade.
— Pelo menos eu disse que seria um grande erro — ela falou com um sorriso diabólico. — Cogitei dizer “pequeno”.
Rowan riu, seus olhos dançando.
— Então você estaria definitivamente morta.

28 comentários:

  1. Meu Deus! Como esses dois são lindos e maravilhosos! Já tava ficando chateada pq o Rowan n aparecia...

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  2. Adoro essa malícia nos livros kkkkkkkkkkk

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  3. rowan deu vida a historia de novo

    — Pelo menos eu disse que seria um grande erro — ela falou com um sorriso diabólico. — Cogitei dizer “pequeno”.
    Rowan riu, seus olhos dançando.
    — Então você estaria definitivamente morta.

    kkkkkkk rolei nessa parte

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  4. karina, porque a Aelin é mortal? se ela eé feerica ela tem que ser imortal tbm, nao entendo isso, ate o Aedion é meio imortal

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    1. Ela é semifeérica também, acho... mas tem um sangue forte, é descendente de duas famílias. Ah, sei lá kkkkkkk

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    2. Ela é meio feerica e meio humana. Por ter linhagem feerica real(realeza) ela pode se transformar ,porem por ter sangue humano ela é mortal. Tipo meios-sangue de percy jackson , tem força,poderes e abilidides algumas sobrehumanas porem mortal

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    3. a mae do Aedion e semifeerica e o pai feerico e da Aelin os dois semifeericos acho q e por isso

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    4. Pelo que entendi os pais de Aelin eram imortais e parentes, por possuírem sangue muito forte não podiam se envolver. Mas eles se apaixonaram e desobederam as regras e Maeve (pelo q me lembro) tirou a imortalidade deles, eles eram feéricos mas por conta disso Aelin nasceu semi-feerica, e não possuí a imortalidade.

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  5. A Aelin e aedion sao mortais ele apenas tem forma feéricas e alguns poderes mais como eles são metade feéricos e metade humanos eles são mortais

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    1. Então, mas tipo... Aelin tem linhagem duas vezes real e forte. Ela é feérica, tem uma forma animal também. Aedion é mestiço, mão pode se transformar em outra coisa, mas seus sentidos são apurados

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    2. Os dois são mestiços, a avó de ambos é a Mab mas as mães deles eram humanas

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    3. Aelin é uma Ashryver Galathynius, tem sangue feérico real dos dois lados. Mas agora fiquei confusa quanto a Aedion... se ele e Celaena são primos, Aedion também tem sangue feérico por parte de mãe...

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    4. Os pais de Aelin eram semifeéricos, ela não é feérica. O que aconteceu foi que ela herdou magia e a transformação, isso não a faz imortal. Já Aedion tem mãe semifeérica e pai feérico, ele pode ter herdado - ou não - a imortalidade do pai.

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    5. Ahh sim, ok. Finalmente alguém que sabe pra nos explicar \o/ ehuaehuahuaheu

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    6. Não me lembro de nada que refira ao pai de aelin como semiferico alias maeve disse que a mãe de aelin ,evalin, tinha se casado com um mortal e eu não me lenbrava que a mãe de aedion fosse semifeerica porem se ela fosse semiferica então porque ela morreu de doença pelo que eu saiba o sangue mesmo sendo semiferico e do tipo que cura todas as doenças, não?

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    7. o pai da aelin é mortal, mãe semiférica.
      o pai do aedion é feerico e a mão semifeerica,
      isso?

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    8. Ambos os pais da Aelin são semifeéricos, assim como a mãe de Aedion. O pai dele é feérico, por isso acho que herdou tantos poderes, digamos assim

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  6. Gente, e se a Aelin ficar com o Rowan? Ele é imortal e ela mortal, ela vai envelhecer e ele não. Não funciona.'-' Malec ajudem eles a superar essa diferença, please :D

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    1. FDS a diferença, eu shipo ele é vou continuar Shipando. Kkkk

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  7. Ele pode desistir da imortalidade assim como a vó dele e da aelin fizeram quando se casaram com mortais.Foi por isso que a Maeve nao se dava bem com as irmas e tal.
    -rachel

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  8. o pai de aedion é um feerico, logo a descendencia dele é pura e ele é semifeerico tipo original, a aelin puxou um pouco do poder feerico da bisavó, logo ela não tem realmente sangue puro ou feerico de verdade, mas tem muito poder.

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  9. O Aedion podia ter magia. Uma magia pura como a do Dorian e tão forte quando a da Aelin. Ele devia conjurar a água. Seria o máximo! Ele poderia alagar o mundo inteiro se quisesse! Aelin fogo, Rowan vento e gelo, Dorian gelo. Fico sonhando com isso.


    Eu chippo muito Aelin e Aedion! Eu queria que eles ficassem juntos!!! A Puta de Adarlan e a Cadela Cuspidora de Fogo❤


    Chaol vai se fuder!

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    1. Laura do Bom Senso 42 #Zueira19 de outubro de 2016 20:34

      Eita velho, Incesto mano Kkkkkk, eu shipparia, mas eles são muito parecidos pro meu gosto, o que gera brigas, como vc viu antes, além de que gosto muuuuuuuuuuuuitooooooooo do nosso lindo Rowan, mas tirando esses dois fatores, eu shipparia eles, talvez depois do antigo Chaol (não o desse livro, pq ele tá chato, talvez o do primeiro e segundo livro né), mas shipparia

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  10. só sei q a autora precisa urgentemente nos mostrar a árvore genealógica dessa família

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  11. " — Eu não a colocaria em risco, com Lorcan ameaçando devolver o favor que você negociou esta noite. Ele esquece e perdoa com ainda menos facilidade do que você. Especialmente quando alguém ameaça cortar sua masculinidade. — Pelo menos eu disse que seria um grande erro — ela falou com um sorriso diabólico. — Cogitei dizer “pequeno”. Rowan riu, seus olhos dançando. — Então você estaria definitivamente morta. "

    Fartei-me de rir!!

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