28 de fevereiro de 2016

Capítulo 33

De pé em um grande espaço vazio entre as pilhas de caixotes, Aedion piscou contra o sol do final da manhã entrando através das janelas no alto do armazém. Ele já estava suando, e na extrema necessidade de água quando o calor do dia tornou o armazém sufocante.
Ele não se queixou. Pedira para ser autorizado a ajudar, e Aelin recusara. Ele insistiu que estava apto para lutar, e ela apenas disse:
— Prove.
Então, aqui estavam eles. Ele e o príncipe feérico treinaram com varas durante os últimos trinta minutos, e tudo para chutar completamente sua bunda. A ferida em sua lateral estava a um movimento errado de abrir-se, mas ele trincou através da dor.
A dor era bem-vinda, considerando os pensamentos que o mantiveram acordado a noite toda. Isso Rhoe e Evalin nunca lhe disseram, que sua mãe morrera para ocultar o conhecimento de quem o gerara, que ele era metade feérico – e que ele poderia não saber disso por mais uma década quando envelhecesse. Se ele vivesse mais do que sua rainha.
E seu pai – Gavriel. Esse era outro caminho inteiro para ser explorado. Mais tarde. Talvez fosse útil, se Maeve fizesse jus à ameaça, agora que um dos companheiros lendários de seu pai estava caçando Aelin nesta cidade.
Lorcan.
Merda. As histórias que ouvira sobre Lorcan estavam cheia de glória e desgraça – principalmente da última. Um macho que não cometia erros, e que era cruel com aqueles em suas mãos.
Lidar com o rei de Adarlan era ruim o bastante, mas ter um inimigo imortal em suas costas... merda. E se Maeve achasse conveniente mandar Gavriel para cá, ele teria que encontrar uma maneira de suportá-lo, como descobrira uma maneira de suportar tudo em sua vida.
Aedion estava terminando uma manobra com a vara que o príncipe lhe havia ensinado duas vezes agora, quando Aelin parou seu próprio exercício.
— Acho que isso é o suficiente por hoje — ela falou, quase sem fôlego.
Aedion endureceu com a dispensa já em seus olhos. Ele esperava a manhã toda por isso. Nos últimos dez anos, aprendera tudo o que podia dos mortais. Se guerreiros viessem em seu território, ele usava seus encantos consideráveis para convencê-los a ensinar-lhe o que sabiam. E sempre que se aventurava fora de suas terras, fizera o possível para recolher o máximo que podia, lutando e matando da maneira de quem morava lá. Então estar contra um guerreiro de puro sangue feérico, direto de Doranelle, era uma oportunidade que não podia desperdiçar. Ele não deixaria a piedade de sua prima destruir isso.
— Eu ouvi uma história — Aedion virou-se para Rowan — que você matou um lorde da guerra inimigo usando uma mesa.
— Por favor — Aelin disse. — Quem diabos te contou isso?
—Quinn, nosso tio capitão da Guarda. Ele era um admirador do príncipe Rowan. Ele conhecia todas as histórias.
Aelin deslizou os olhos para Rowan, que sorriu, apoiando a vara de treino no chão.
— Você não pode estar falando sério — ela falou. — Você o esmagou até a morte como se faz com uma uva?
Rowan se engasgou.
— Não, eu não o esmaguei como uma uva — ele deu à rainha um sorriso feral. — Eu arranquei uma perna da mesa e o empalei com ela.
— Através do peito e na parede de pedra — acrescentou Aedion.
— Bem — disse Aelin, bufando — darei-lhe pontos de desenvoltura, pelo menos.
Aedion alongou seu pescoço.
— Vamos voltar ao treino
Mas Aelin lançou a Rowan uma olhar que praticamente dizia: Não mate o meu primo, por favor. Termine com isso.
Aedion apertou a vara de madeira mais forte.
— Estou bem.
— Uma semana atrás — Aelin lembrou — você estava com um pé no outro mundo. Sua ferida ainda está se curando. Terminamos por hoje, e você não vai sair.
— Eu conheço os meus limites, e digo que estou bem.
O sorriso lento de Rowan era nada menos que letal. Um convite para dançar.
E a parte primordial da Aedion decidiu que não queria fugir do predador nos olhos de Rowan. Não, ele queria muito defender o seu terreno e rugir de volta.
Aelin gemeu, mas manteve distância.
Prove, ela dissera. Bem, ele o faria.
Aedion não deu nenhum aviso enquanto atacava, fintando a direita e visando baixo. Ele teria matado homens com esse movimento – cortado-os ao meio de maneira limpa. Mas Rowan esquivou-se com eficiência brutal, desviando o posicionamento para a ofensiva, e isso foi tudo o que Aedion conseguiu ver antes de erguer o seu bastão por puro instinto. Preparou-se para o impacto que o golpe de Rowan teve em sua lateral, seu machucado berrando de dor, mas ele se manteve focado – mesmo que Rowan quase tivesse derrubado a vara de suas mãos.
Ele conseguiu dar o próximo golpe. Mas quando os lábios de Rowan puxaram para cima, Aedion teve a sensação de que o príncipe estava brincando com ele.
Não brincando – não, provando algum argumento. Névoa vermelha cobriu sua visão.
Rowan moveu a vara para derrubá-lo, e Aedion pisou forte o suficiente no bastão de Rowan, que se partiu em dois. Quando o fez, Aedion girou, indo pra frente para levar sua própria arma para o rosto de Rowan.
Segurando uma metade em cada mão, o guerreiro feérico se esquivou, abaixando-se e...
Aedion não viu o segundo golpe vindo para as pernas. Logo ele estava piscando para as vigas de madeira do teto, ofegante quando a dor de seu ferimento subiu por suas costelas.
Rowan rosnou para ele, um pedaço da vara erguida para cortar sua garganta enquanto a outra estava pressionada contra seu abdômen, pronta para derramar suas entranhas.
Inferno.
Aedion sabia que ele era rápido e forte, mas isto... ter Rowan lutando ao lado da Devastação poderia muito bem decidir batalhas em qualquer guerra.
Deuses, seu ferimento era grave o suficiente, ele pensou que poderia estar sangrando.
O príncipe feérico falou tão baixo que até mesmo Aelin não podia ouvir.
— Sua rainha lhe deu uma ordem para parar, para seu próprio bem. Porque ela precisa de você saudável, e porque lhe dói vê-lo ferido. Não ignore o seu comando na próxima vez.
Aedion era sábio o suficiente para não replicar, nem mover-se enquanto o príncipe pressionava as pontas de suas varas um pouco mais.
— E — Rowan acrescentou — se você falar com ela de novo do jeito que fez noite passada, arrancarei sua língua e a enfiarei garganta abaixo. Entendeu?
Com a vara em seu pescoço, Aedion não poderia acenar sem espetar-se na extremidade irregular. Mas ele murmurou:
— Entendido, príncipe.
Aedion abriu a boca novamente quando Rowan recuou, prestes a dizer algo de que ele certamente se arrependeria, quando um “Olá” brilhante soou.
Todos eles giraram, armas em punho, quando Lysandra fechou a porta de correr atrás dela, caixas e sacos em seus braços. Ela tinha uma maneira estranha e furtiva em lugares despercebidos.
Lysandra deu dois passos, que deslumbravam a expressão grave, e parou quando viu Rowan.
Em seguida, sua rainha de repente estava se movendo, tirando alguns dos sacos dos braços de Lysandra e conduzindo-a para o apartamento no andar acima.
Aedion relaxou de onde estava deitado no chão.
— Esta é Lysandra? — perguntou Rowan.
— Não muito ruim para os olhos, não é?
Rowan bufou.
— Por que ela está aqui?
Aedion cautelosamente cutucou a ferida em suas costelas, para ter certeza de que estava de fato intacto.
— Ela provavelmente tem informações sobre Arobynn.
A quem Aedion logo começaria a caçar, uma vez que seu maldito ferimento estivesse finalmente curado, independentemente de Aelin considerá-lo pronto ou não. E então ele cortariao rei dos Assassinos em pequenos, minúsculos pedaços ao longo de muitos e muitos dias.
— No entanto, ela não quer que você ouça?
— Penso que ela veio ao encontro de todos, mas Aelin é chata — ele falou. — A maior decepção da minha vida. — Uma mentira, e ele não sabia por que disse isso.
Mas Rowan sorriu um pouco.
— Fico feliz que ela tenha encontrado uma amiga.
Aedion admirou-se por um instante com a suavidade no rosto do guerreiro. Até Rowan mover seus olhos para ele e eles se encherem de gelo.
— A corte de Aelin será nova, diferente de qualquer outra no mundo, onde os antigos costumes serão honrados novamente. Você vai aprendê-los. E eu vou te ensinar.
— Eu conheço os antigos costumes.
— Você vai aprendê-los de novo.
Os ombros de Aedion empurram para trás quando ele se levantou em toda sua estatura.
— Eu sou o general da Devastação, e um príncipe de ambas as casas, Ashryver e Galathynius. Não sou um soldado inexperiente.
Rowan deu um aceno de concordância afiada e Aedion supôs que deveria estar lisonjeado. Até Rowan dizer:
— Minha equipe, como Aelin gosta de chamá-los, eram uma unidade letal porque estávamos juntos e respeitávamos o mesmo código. Maeve pode ser uma sádica, mas garantiu que todos nós o compreendêssemos e o seguisse. Aelin nunca nos forçaria a qualquer coisa, e nosso código será diferente, melhor do que o de Maeve. Você e eu formaremos a espinha dorsal desta corte. Moldaremos e decidir nosso próprio código.
— O quê? A obediência e lealdade cegas?
Ele não queria ouvir uma palestra. Mesmo que Rowan estivesse certo, e que cada palavra que saía da boca do príncipe fossem as que Aedion sonhara ouvir durante uma década. Ele deveria ser aquele a iniciar esta conversa. Deuses, ele tivera essa conversa com Ren semanas atrás.
Os olhos de Rowan brilharam.
— Para proteger e servir.
— Aelin? — ele poderia fazer isso; já tinha planejado fazer isso.
— Aelin. E o povp. E Terrasen. — Não havia espaço para discussão, nenhum indício de dúvida.
Uma pequena parte da Aedion entendeu por que sua prima aceitara o juramento de sangue do príncipe.



— Quem é aquele? — Lysandra perguntou muito inocentemente quando Aelin a escoltou pelas escadas.
— Rowan — Aelin respondeu, abrindo a porta do apartamento com o pé.
— Ele foi espetacularmente construído — ela meditou. — Nunca estive com um homem feérico. Ou mulher, na verdade.
Aelin balançou a cabeça para tentar limpar a imagem de sua mente.
— Sim, foi.
Ela engoliu em seco. Lysandra sorria, e Aelin assobiou, largando o peso no chão da grande sala e fechando a porta.
— Pare com isso.
— Hmm — foi tudo que Lysandra respondeu, deixando cair suas caixas e sacos ao lado dos de Aelin. — Bem, eu trouxe duas coisas. A primeira, Nesryn me enviou uma mensagem esta manhã dizendo que você tinha um novo e muito musculoso hóspede permanente e me pediu para trazer algumas roupas. Então eu trouxe. Olhando para o nosso convidado, acho que Nesryn não fez uma boa descrição, então as roupas podem ficar apertadas, não que oponha a isso, mas ele pode usá-las até que você consiga outras.
— Obrigada — ela agradeceu, e Lysandra acenou com a mão esguia. Ela agradeceria Faliq mais tarde.
— A outra coisa que eu trouxe é uma notícia. Arobynn recebeu um relatório ontem à noite de que dois vagões de prisão foram vistos indo para o sul na direção de Morath, repleto de todas as pessoas desaparecidas.
Ela se perguntou se Chaol sabia, e se ele tinha tentado pará-lo.
— Será que ele sabe que os antigos manejadores de magia estão sendo alvo?
Um aceno de cabeça.
— Ele vem acompanhando as pessoas que desaparecem e que são enviadas ao sul nos vagões de prisão. Está olhando para as linhagens de seus clientes agora, não importa como as famílias tentaram ocultar suas histórias depois que a magia foi proibida, para ver se pode usar qualquer coisa a seu favor. Isto é algo para se considerar quando for lidar com ele... dado o seu talento.
Aelin mordeu o lábio.
— Obrigada por me dizer isso também.
Fantástico. Arobbynn, Lorcan, o rei, os valg, a chave, Dorian... ela tinha apenas metade da mente ocupada em guardar cada comida restante na cozinha.
— Apenas se prepare — Lysandra olhou para um pequeno relógio de bolso. — Eu preciso ir. Tenho um almoço marcado.
Sem dúvida, por que Evangeline não estava com ela.
Ela estava quase na porta quando Aelin disse:
— Quanto mais tempo até você estar livre de suas dívidas?
— Eu ainda tenho muito a pagar, assim, mais algum tempo — Lysandra deu alguns passos, e depois se conteve. — Clarisse continua a adicionar despesas enquanto Evangeline cresce, alegando que alguém tão bonita teria conseguido o dobro, o triplo para ela do que o preço que me deu originalmente.
— Isso é desprezível.
— O que posso fazer? — Lysandra ergueu seu pulso, onde a tatuagem fora coberta. — Ela vai me caçar até o dia em que eu morrer, e não posso fugir com Evangeline.
— Eu poderia cavar uma sepultura para Clarisse e ninguém jamais descobriria — Aelin sugeriu. E falava sério.
Lysandra sabia que ela falava sério também.
— Ainda não, não agora.
— Você diz uma palavra, e será feito.
O sorriso de Lysandra era algo selvagem, uma beleza sombria.



Diante de uma caixa no armazém cavernoso, Chaol estudava o mapa que Aelin apenas lhe entregara. Ele se concentrou nos pontos – tentando não olhar para o guerreiro príncipe de guarda junto à porta.
Era difícil fazê-lo quando a presença de Rowan de alguma forma sugava todo ar para fora no armazém.
Em seguida, havia a questão das orelhas pontudas que espreitavam delicadamente para fora do cabelo prateado curto. Feérico – ele nunca vira um, com a exceção de Aelin em breves momentos petrificantes. E Rowan... Convenientemente, em toda a sua narrativa, Aelin se esquecera de mencionar que o príncipe era tão bonito.
Um belo príncipe feérico, com quem ela passou meses vivendo e treinando – enquanto a própria vida de Chaol desmoronava, enquanto pessoas morreram por causa de suas ações...
Rowan assistia Chaol como se ele pudesse ser o jantar. Dada a sua forma feérica, poderia não estar errado. Cada instinto gritava para ele correr, apesar do fato de que Rowan fora educado.
Distante e intenso, mas educado. Ainda assim, Chaol não precisa ver o príncipe em ação para saber que ele estaria morto antes mesmo que pudesse desembainhar a espada.
— Você sabe, ele não vai morder — Aelin cantarolou.
Chaol nivelou um olhar para ela.
— Você pode explicar o que esses mapas são?
— Qualquer coisa que você, Ress ou Brullo possa preencher em relação a essas lacunas nas defesas do castelo seria apreciada — disse ela. Não era uma resposta. Não havia nenhum sinal de Aedion entre as caixas empilhadas, mas o general provavelmente escutava de algum lugar nas proximidades, com sua audição aguçada feérica.
— Para que você possa derrubar a torre do relógio? — Chaol perguntou, dobrando o mapa e colocando-o no bolso interior de sua túnica.
— Talvez — ela respondeu.
Ele tentou não ceder. Mas havia algo resolvido nela agora, como se alguma tensão invisível em seu rosto houvesse desaparecido. Ele tentou não olhar para a porta novamente.
— Não vejo Ress ou Brullo faz alguns dias — ele respondeu em seu lugar. — Farei contato em breve.
Ela assentiu com a cabeça, tirando um segundo mapa – este da rede labiríntica de esgotos – e prendeu as extremidades com pequenas adagas que tinha guardadas. Um bom número delas, aparentemente.
— Arobynn descobriu que os prisioneiros desaparecidos foram levados para Morath ontem à noite. Você sabia?
Outra falha que caiu em seus ombros, outro desastre.
— Não.
— Eles não podem ter ido longe. Você poderia reunir uma equipe e emboscar os vagões.
— Eu sei que eu poderia.
— Você vai?
Ele colocou a mão sobre o mapa.
— Você me trouxe aqui para provar a minha inutilidade?
Ela se endireitou.
— Eu lhe pedi para vir porque pensei que seria útil para nós dois. Nós dois... nós dois estamos sob muita pressão ultimamente.
Seus olhos turquesa e dourado estavam calmos – imperturbáveis.
— Quando você fará o seu movimento? — Chaol perguntou.
— Em breve.
Novamente, não era uma resposta. Ele disse de modo tão regular quanto podia:
— Há qualquer outra coisa que eu deveria saber?
— Eu começaria a evitar os esgotos. Será sua sentença de morte se não o fizer.
— Há pessoas presas lá embaixo – nós encontramos os ninhos, mas nenhum sinal dos prisioneiros. Eu não vou abandoná-los.
— Isso é tudo muito bom e tal — respondeu ela, e ele cerrou os dentes ao despedimento em seu tom — mas há coisas piores do que valgs patrulhando os esgotos, e aposto que não fecharão os olhos para o seu território. Eu pesaria os riscos se fosse você — ela passou a mão pelo cabelo.
— Então você vai emboscar os vagões de prisão?
— Claro que sim.
Mesmo que os números dos rebeldes estivessem caindo. Muitos de seus homens estavam fugindo da cidade por completo ou recusando-se a arriscar seus pescoços em uma batalha cada vez mais fútil.
Era essa a preocupação cintilando em seus olhos?
— Eles usam fechaduras grandes com cadeados nos vagões. E as portas são reforçadas com ferro. Traga as ferramentas certas.
Ele puxou ar para levantar a voz por ela estar lhe dando ordens, mas... ela conhecia sobre vagões; passara semanas em um.
Ele não conseguiu encontrar seu olhar quando se endireitou para ir.
— Diga a Faliq que o príncipe Rowan agradece pelas roupas — Aelin acrescentou.
De que diabos ela estava falando? Talvez fosse outro jogo.
Então ele foi para a porta, onde Rowan se afastou e murmurou uma despedida. Nesryn lhe contara que tinha passado a noite com Aedion e Aelin, mas não cogitara que eles pudessem ser amigos. Não considerara que Nesryn pudesse ser incapaz de resistir à sedução de Aelin Galathynius.
Embora ele supusesse que Aelin agia como uma rainha. Ela não vacilou. Não fez nada além de seguir adiante, queimando brilhante.
Mesmo que isso significasse matar Dorian.
Eles não tinham falado sobre isso desde o dia do resgate de Aedion. Mas ainda pairava entre eles. E quando ela libertasse... Chaol tomaria novamente as precauções adequadas.
Porque ele não achava que ela baixaria a espada da próxima vez.

16 comentários:

  1. Status: Em uma relação de amor e ódio com o Chaol. As vezes ele me dá nos nervos com alguma coisa que ele fala. Fica jogando tudo em cima das costas da Aelin;como se ela não tivesse se esforçando pra melhorar as coisas. Aff. Mas amor porque ele ainda acredita que o Dorian está lá

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    1. O unico que acredita... e ta certo ne

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    2. Ta certo... Mas o próprio Dorian quis q Aelin o matasse, ele n é mais realmente ele pq n se lembra de nada...

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  2. Oi Karina, tudo bem?
    Acho que encontrei um pequeno errinho, na primeira linha: está escrito "vaio", creio que seja "vazio". :)

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  3. Estou com muito ódio do Chaol, ele em cada capitulo faz com que eu queira dar uns tapas nele. Ele está sendo um idiota, falando como se tudo que acontece fosse culpa da Aelin, por favor toma vergonha na cara e enxerga as merdas que está fazendo. O pior é que eu adorava ele e agora ele é assim, acho que ele tem ciume dela, e aposto que é porque ele viu que a Aelin não gostava mais dele como antes.
    Ela tem mais é que ficar com o Rowan, que apoia ela e ajuda quando ela precisa.

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  4. "Em seguida, havia a questão das orelhas pontudas que espreitavam delicadamente para fora do cabelo prateado curto. Feérico – ele nunca vira um, com a exceção de Aelin em breves momentos petrificantes. E Rowan... Convenientemente, em toda a sua narrativa, Aelin se esquecera de mencionar que o príncipe era tão bonito."
    Apesar da idiotice que a Chaol anda fazendo eu acabei rindo nessa parte kkkkk

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  5. Juro que não entendo Chaol. No dia em que fugiu do castelo, algum demônio sequestrou ele e se alimentou da capacidade de entendimento e racionalização dele? Porque tá difícil. Ele sabe que Aelin não foi brincar de casinha em Wedlyn, sabe que ela enfrentou valgs por lá. Sabe que os rebeldes querem um mundo melhor. Sabe de todos os desaparecidos que os valgs interceptam pra sugar a vida deles. Sim, eu sei, Dorian é o melhor amigo dele e eu também tentaria achar um jeito de salvá-lo, mas ele não precisa ficar com a bunda sentada enquanto pensa no que fará se Aelin isso ou se Aelin aquilo. Ele pode colocar o povo em primeiro plano enquanto pensa no que fará com Dorian DEPOIS que ele vencer o rei, que não tá aí pra brincadeira. Mas se fosse o contrário, se Nehemia ainda fosse viva e se fosse possuída por um valg e Dorian estivesse são e salvo, será que ele também estaria tão arduamente procurando um jeito?

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    1. Me beija, Juliana. Vc é a mais sensata nos comentários <3

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  6. A esta altura do campeonato, ja sou indiferente a Chaol. Sei que ele sofreu também e tal, mas ele fez, na verdade esta faxendo Dorian sofrer. E ainda se acha no direito de culpa Aelin por tudo que esta acontecendo. Ele esta se esquecendo de quem é o real inimigo.

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  7. Né ele so fala que tudo que acontece e culpa da Aelin chaol e uma guerra pessoas se sacrificao e foi o Dorian que se sacrificou por conta propria para salvar o capitao entao era para a culpa ser do proprio capitao n dela

    -Mrg

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  8. ''Um belo príncipe feérico, com quem ela passou meses vivendo e treinando – enquanto a própria vida de Chaol desmoronava, enquanto pessoas morreram por causa de suas ações...'' Ah vá se foder Chaol!

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  9. Mano, to com pena do Aedion. Ele é meu personagem preferido, e eu chippo ele com a Aelin ( sonhar é de graça), mas ela mente pra ele, e na minha opinião ele merecia mais o juramento de sangue do que o Rowan, ele já são ligados pelo carranam, então eu acho que não precisava.


    Chaol, me poupe, se poupe, nos poupe.

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  10. ''Um belo príncipe feérico, com quem ela passou meses vivendo e treinando – enquanto a própria vida de Chaol desmoronava, enquanto pessoas morreram por causa de suas ações..." Karma is a bitch right, Chaol?

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    1. Laura do Bom Senso 42 #Zueira19 de outubro de 2016 20:03

      Lendo isso agora, minha vida tá meio desmoronando, então......... suponho que o meu futuro crush (estou atualmente sem nenhum) esteja por aí com uma linda feérica ou um feérico

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  11. A Cel, possivelmente, vai pra Morath por causa dos escravos e lá vai se juntar com a Manon. Essa é a minha teoria :v

    B.Bunny

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