28 de fevereiro de 2016

Capítulo 27

A criatura levantou-se, o seu corpo de pedra negra cortou através da água quase como uma ondulação aquática.
O comandante valg ajoelhou-se diante dela, de cabeça baixa, sem mover um músculo quando o horror desenrolou à sua altura máxima.
Seu coração pulou numa batida selvagem, e ela tentou se acalmar enquanto prestava atenção nos detalhes da criatura que agora estava com a parte da cintura acima da piscina, a água pingando de seus enormes braços e alongando o focinho serpentino.
Ela tinha visto aquilo antes.
Uma dos oito criaturas esculpidas na própria torre do relógio; oito gárgulas que ela uma vez jurara... vigiá-la. Sorrir para ela.
Estava atualmente uma faltando na torre do relógio, ou as estátuas foram moldadas de acordo com essa monstruosidade?
Ela desejou força para os joelhos. Uma luz azul fraca começou a pulsar por baixo dela – droga. O Olho. Nunca era um bom sinal quando ele acendia, nunca, nunca, nunca.
Ela colocou a mão sobre ele, sufocando o brilho quase imperceptível.
— Relatório — a coisa assobiou através de uma boca de dentes de pedra escura.
Cão de caça de Wyrd era como ela iria chamá-la. Mesmo que ele não parecesse remotamente com um cão, ela tinha a sensação de que a gárgula, a coisa podia rastrear e caçar, bem como qualquer cachorro. E obedecer seu mestre também.
O comandante manteve sua cabeça abaixada.
— Nenhum sinal do general ou daqueles que o ajudaram a fugir. Ouvimos o boato de que ele fora visto descendo a estrada do sul, indo com cinco outros para Charco Lavrado. Enviei duas patrulhas atrás deles.
Ela poderia agradecer a Arobynn por isso.
— Continue procurando — disse o cão de caça de Wyrd, a luz fraca brilhando sobre as veias iridescentes que corriam através de sua pele obsidiana. — O general está ferido, não pode ter ido longe.
A voz da criatura deteve seu frio.
Não era a voz de um demônio, mas de um homem.
A voz do rei.
Ela não queria saber que tipo de coisas ele havia feito a fim de ver através dos olhos dessa coisa, falar através de sua boca.
Um tremor se arrastou por sua espinha quando ela recuou. A água correndo ao lado era rasa o suficiente para que a criatura não pudesse nadar até lá, mas... Ela não se atreveu a respirar muito alto.
Oh, ela daria a Arobynn seu comandante valg, tudo bem. Em seguida, deixaria Chaol e Nesryn caçá-los todos até a extinção.
Mas não até que ela tivesse a oportunidade de falar com um por conta própria.



Aelin demorou dez quarteirões para parar o tremor em seus ossos, dez quarteirões para debater se iria mesmo contar-lhe o que tinha visto e o que planejara, mas uma caminhada até a porta e a visão Aedion marchando através da janela foram o suficiente para deixá-la na dúvida novamente.
— Como você pode ver — ela falou lentamente, jogando para trás o capuz. — Eu estou viva e ilesa.
— Você disse duas horas, quatro se passaram.
— Eu tinha coisas a fazer, coisas que só eu posso fazer. Então, para realizar essas coisas, eu precisava sair. Você não está em condições de sair nas ruas, especialmente se houver perigo.
— Você jurou que não havia nenhum perigo.
— Eu pareço um oráculo? Há sempre perigo, sempre — isso não era nem a metade.
— Você fede a esgoto, malditos deuses — Aedion estalou. — Quer me dizer o que estava fazendo lá?
Não. Não a verdade.
Aedion esfregou o rosto.
— Entende o que é ter que sentar minha bunda aqui enquanto você está fora? Você disse duas horas. O que eu deveria pensar?
— Aedion — ela falou com toda a calma que pôde, e tirou as luvas sujas antes de tomar sua mão larga, calejada. — Eu entendo. Posso ver.
— O que você estava fazendo que era tão importante que não podia esperar um ou dois dias? — seus olhos estavam arregalados, implorando.
— Patrulhando.
— Você é boa nisso, só não é boa em meias verdades.
— Um, só porque você é... você, não tem o direito de saber tudo o que faço. Dois...
— Lá você vai com as listas de novo.
Ela apertou sua mão com força suficiente para quebrar os ossos de um homem menor.
— Se não gosta de minhas listas, então não brigue comigo.
Ele a encarou, ela o encarou de volta.
Inflexível, inquebrável. Eles haviam sido feitos do mesmo pano.
Aedion soltou um suspiro e olhou para suas mãos, em seguida, abriu-as e examinou a palma cicatrizada, atravessada pela marca de seu juramento para Nehemia e o corte que ela fez no momento em que ela e Rowan se tornaram carranam, sua magia ligando-os num laço eterno.
— É difícil não pensar que todas as suas cicatrizes são minha culpa.
Oh. Oh.
Levou um instante ou dois, mas ela conseguiu erguer o queixo em uma expressão zombeteira e dizer:
— Por favor. Metade dessas cicatrizes foi merecida — ela mostrou-lhe uma pequena cicatriz abaixo o interior de seu antebraço. — Vê esta? Um homem em uma taverna me cortou com uma garrafa depois que eu o enganei em uma rodada de cartas e tentei roubar o seu dinheiro.
Um som sufocado veio dele.
— Você não acredita em mim?
— Oh, eu acredito em você. Só não sabia que era tão ruim com as cartas que teve que recorrer à trapaça.
Aedion riu baixinho, mas o medo persistia.
Então ela puxou para trás a gola de sua túnica para revelar um colar fino de cicatrizes.
— Baba Pernas Amarelas, a matriarca do clã de bruxas Pernas Amarelas, me deu isto quando tentou me matar. Eu arranquei sua cabeça, em seguida, cortei o corpo em pequenos pedaços e empurrei tudo para dentro do forno de sua carroça.
— Gostaria de saber quem matou a Perna Amarela.
Ela poderia tê-lo abraçado apenas por essa sentença – e pela ausência de medo ou repugnância de seus olhos.
Caminhou até a mesa o armário e tirou uma garrafa de vinho de uma porta fechada.
— Estou surpresa que os brutamontes não tenham bebido todo o meu bom álcool nos últimos meses — ela franziu a testa para o armário. — Parece que um de vocês aproveitou o conhaque.
— O avô de Ren — respondeu Aedion, observando seus movimentos do seu lugar junto à janela.
Ela abriu a garrafa de vinho e não se incomodou em pegar um copo quando se jogou sobre o sofá e bebeu um gole.
— Esta aqui — disse ela, apontando para uma cicatriz irregular em seu cotovelo. Aedion deu a volta no sofá para se sentar ao lado dela. Ele tomou quase a metade da maldita coisa. — O Lorde dos Piratas de Baía da Caveira me deu isso depois que destruí sua cidade e libertei seus escravos, e pareci muito boa ao fazê-lo.
Aedion pegou a garrafa de vinho e bebeu.
— Alguém já lhe ensinou a humildade?
— Você não aprendeu, então por que eu deveria?
Aedion riu, e, em seguida, mostrou-lhe a mão esquerda. Vários dos dedos estavam tortos.
— Nos campos de treinamento, um desses bastardos adarlanianos quebrou todos os dedos quando eu o zombei. Então quebrou-os em um segundo lugar porque eu não parava de xingá-lo depois.
Ela assobiou por entre os dentes, mesmo quando ficou maravilhada com a bravura, a provocação. Mesmo o orgulho por seu primo era misturado com uma pontinha de vergonha de si mesma. Aedion ergueu sua camisa para revelar um abdômen musculoso, onde uma cicatriz espessura e irregular descia de suas costelas até o umbigo.
— Batalha perto Rosamel. Uma faca de caça serrilhada de seis polegadas, curvada na ponta. A lâmina rasgou daqui — ele apontou para o alto, em seguida, arrastou seu dedo para baixo — até aqui.
— Merda — disse ela. — Como diabos você ainda está respirando?
— Sorte que fui capaz de me mover quando ele a puxou para baixo, impedindo de me estripar. Pelo menos aprendi o valor da defesa depois disso.
Então eles ficaram metade da tarde e da noite passando o vinho entre eles.
Um de cada vez, contaram as histórias das feridas acumuladas nos anos passados distantes. E depois de um tempo, ela tirou o traje e virou-se para mostrar-lhe as suas costas – mostrar-lhe as cicatrizes e as tatuagens que gravara sobre elas.
Quando reclinou-se novamente no sofá, Aedion mostrou-lhe a cicatriz no lado esquerdo de suas costelas, da primeira batalha que ele lutou, quando finalmente foi capaz de recuperar a Espada Orynth – a arma de seu pai.
Ele mancou para o que ela agora considerava o quarto dele, e quando voltou, ele carregava a espada em suas mãos e se ajoelhou.
— Isto pertence a você — falou com a voz rouca. A voz era alta em seus ouvidos.
Ela cruzou as mãos de Aedion em torno da bainha, mesmo enquanto seu coração quebrava com a visão de lâmina de seu pai, o que ele tinha feito para recuperá-la, para salvá-la.
— Ela pertence a você, Aedion.
Ele não baixou a lâmina.
— Foi apenas por segurança.
— Ela pertence a você — disse ela novamente. —Não há mais ninguém que mereça. — Nem mesmo ela, ela percebeu.
Aedion deu um suspiro trêmulo e baixou a cabeça.
— Você é um bêbado triste — ela observou, e ele riu.
Aedion deixou a espada sobre a mesa atrás dele e caiu de volta para o sofá. Ele era tão grande que ela quase caiu de sua própria almofada, e olhou para ele enquanto se endireitava.
— Não quebre meu sofá, seu descuidado e bruto.
Aedion bagunçou seu cabelo e esticou as longas pernas diante dela.
— Dez anos, e esse é o tratamento que recebo da minha amada prima.
Ela lhe deu uma cotovelada nas costelas.



Mais dois dias se passaram, e Aedion estava ficando fora de si, especialmente com Aelin continuando a se esgueirar apenas para voltar coberta de sujeira e fedendo a bola de fogo de Hellas. Ir para o telhado em busca de ar fresco não era o mesmo que sair, e o apartamento era pequeno o suficiente para que ele estivesse começando a cogitar a hipótese de dormir no armazém lá embaixo para ter algum senso de espaço.
Ele sempre se sentia dessa maneira, embora, fosse em Forte da Fenda ou Orynth ou no melhor dos palácios – ficava pouco tempo sem andar por florestas ou campos, sem o beijo do vento no rosto. Deuses o ajudassem, ele nem mesmo conseguia ficar no acampamento de guerra da Devastação. Fazia muito tempo desde que vira seus homens, que rira com eles, escutando e secretamente invejando suas histórias sobre suas famílias, seus lares. Mas não, não agora que sua família tinha sido devolvida a ele; não agora que Aelin era seu lar.
Mesmo que as paredes da casa dela agora fossem empurradas sobre ele.
Ele devia ter parecido tão enjaulado quanto se sentia, porque Aelin revirou os olhos quando voltou para o apartamento naquela tarde.
— Tudo bem, tudo bem — falou, levantando as mãos. — Prefiro que você destrua a si mesmo de tédio do que a meus móveis. Você é pior que um cachorro.
Aedion mostrou os dentes em um sorriso.
— Meu intuito é impressionar.
Então eles se armaram, disfarçaram-se e deram dois passos para fora antes de ele detectar um aroma de hortelã – e do sexo feminino e algum tempero que não podia identificar – se aproximando deles. Rápido. Ele tinha sentido aquele cheiro antes, mas não conseguia situá-lo.
Dor irradiou por suas costelas enquanto pegava sua adaga, mas Aelin disse:
— É Nesryn. Relaxe.
De fato, a mulher se aproximando levantou a mão em saudação, embora estivesse tão completamente coberta que Aedion não podia ver nada do rosto bonito abaixo.
Aelin parou na metade da quadra, movendo-se com facilidade no traje preto dela, e não se incomodou em esperar por Aedion quando perguntou:
— Há algo errado?
A atenção da mulher mudou de Aedion para sua rainha. Ele não se esquecera daquele dia no castelo – a flecha que ela disparou e aquela que apontou para ele.
— Não. Eu vim para entregar o relatório sobre os novos ninhos que encontramos. Mas posso voltar mais tarde, se vocês dois estiverem ocupados.
— Nós estávamos saindo — falou Aelin — para arranjar o uma bebida para o general.
Na altura dos ombros igual à noite escura os cabelos de Nesryn moveram-se sob seu capuz enquanto ela inclinou a cabeça.
—Você quer um conjunto extra de olhos observando suas costas?
Aedion abriu a boca para dizer não, mas Aelin olhou contemplativa. Ela olhou por cima do ombro para ele, e ele sabia que estava avaliando sua condição de decidir se ela poderia realmente querer outra espada entre eles. Se Aelin estivesse na Devastação, ele poderia tê-la enfrentado ali mesmo.
Aedion demorou em examinar a jovem rebelde.
— O que eu quero é ver um rosto bonito que não pertença à minha prima. Parece que será você.
— Você é insuportável — disse Aelin. — E eu odeio dizer, primo, mas o capitão não ficaria muito feliz se você se envolvesse com Faliq.
— Não é desse jeito — Nesryn falou firmemente.
Aelin deu de ombros.
— Não faria diferença para mim se fosse — a verdade nua, honesta.
Nesryn balançou a cabeça.
— Eu não estava pensando em você, mas... não é assim. Acho que ele está contente em ser miserável — a rebelde acenou com a mão em dispensa. — Nós poderíamos morrer a qualquer dia, a qualquer hora. Não vejo motivo em ruminar.
— Bem, você está com sorte, Nesryn Faliq — disse Aelin. — Acontece que estou tão enjoada de meu primo como ele está de mim. Nós poderíamos aproveitar uma nova companhia.
Aedion esboçou um sorriso para a rebelde, o movimento fazendo suas costelas doerem positivamente, e fez um gesto para a rua em frente.
— Depois de você.
Nesryn olhou-o, como se pudesse ver exatamente onde seu ferimento gemia em agonia, e depois seguiu atrás da rainha.
Aelin os levou a uma taberna verdadeiramente vergonhosa a poucos quarteirões de distância. Com impressionante arrogância e ameaça, ela afastou um par de ladrões e eles se sentaram em uma mesa nos fundos. Os bandidos deram uma olhada em suas armas, naquele tarje totalmente perverso dela e decidiram que gostavam de ter seus órgãos dentro de seus corpos.
Os três permaneceram na taberna até a última necessidade, encapuzados tão fortemente que dificilmente um poderia reconhecer o outro, jogando cartas e recusando as muitas ofertas para juntarem-se outros jogadores. Eles não tinham dinheiro para desperdiçar em jogos reais, assim, como moeda que eles usaram alguns feijões secos que Aedion pediu à doce e atormentada menina que os serviu para trazê-los.
Nesryn mal falava enquanto ganhava rodada após rodada, o que Aedion supôs que fosse bom, já que ele ainda não tinha decidido se queria matá-la pela flecha que ela atirara. Mas Aelin lhe perguntou sobre a padaria de sua família, sobre a vida de seus pais no continente sul, sobre sua irmã e seus sobrinhos e sobrinhas. Quando finalmente deixaram o salão de bebidas – nenhum deles ousando ficar embriagado em público, e nenhum deles ansioso para dormir ainda – serpentearam pelas ruelas das favelas.
Aedion saboreou cada passo da liberdade. Ele ficara trancado na cela por semanas. Isso atingira uma ferida antiga, sobre a qual não falara com Aelin ou qualquer outra pessoa, embora seus guerreiros de maior posição na Devastação soubessem, mesmo porque eles ajudaram em seus anos de vingança após o fato. Aedion ainda refletia sobre isso quando desceram um beco estreito cheio de nevoeiro, as pedras escuras prateadas com a luz da lua que espreitava acima.
Ele ouviu o arrastar de botas na pedra antes de suas companheiras, seus ouvidos feéricos captaram o som e ele ergueu um braço na frente de Aelin e Nesryn, que congelaram com o silêncio de quem entende.
Ele cheirou o ar, mas o estranho estava a favor do vento. Então ele ouviu.
Apenas uma pessoa, a julgar pelos passos quase silenciosos que ecoaram através da parede de nevoeiro. Movendo-se com a facilidade de um predador que fez os instintos de Aedion tomarem frente.
Aedion espalmou suas facas de combate quando o cheiro do sexo masculino acertou-lhe – sujo, mas com uma pitada de pinheiros e neve. E então ele sentiu o cheiro de Aelin sobre o estranho, o complexo perfume em camadas, tecidas no próprio homem.
O macho emergiu do nevoeiro; alto, talvez mais alto do que o próprio Aedion, mesmo que apenas por uma polegada – poderosamente construído, e fortemente armado, tanto por cima como abaixo da túnica cinza pálida e capuz.
Aelin deu um passo adiante.
Um passo, como se estivesse em transe.
Ela soltou um suspiro trêmulo, e um pequeno choramingo saiu dela – um soluço.
E então ela estava correndo pelo beco, voando como se os próprios ventos empurrassem seus calcanhares.
Ela atirou-se sobre o homem, acertando-o com força suficiente que outra pessoa poderia ter sido lançada contra a parede de pedra.
Mas o homem a segurou, seus enormes braços envolvendo-a com força e levantando-a.
 Nesryn fez um movimento para se aproximar, mas Aedion a deteve com uma mão em seu braço.
Aelin ria ao mesmo tempo que chorava, e o macho estava apenas segurando-a, a cabeça com capuz enterrado em seu pescoço. Como se estivesse respirando-a.
— Quem é aquele? — perguntou Nesryn.
Aedion sorriu.
— Rowan.

31 comentários:

  1. Laura do Bom Senso 42 #Zueira29 de fevereiro de 2016 03:17

    AHHHHHH COMO ASSIM!!?!??!?!?!?!? TAVA ÓBVIO A PARTIR DO MOMENTO QUE O VENTO ESTAVA A FAVOR DO CARA, MAS PRA QUE ISSO?!?!?!??! A ESCRITORA QUER QUE EU MORRAAAA. Mas não posso morrer, tenho aula amanhã. Kkk

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    1. na realidade não, já que o cara não pode usar magia

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  2. FINALMENTE! Já estava com saudades do Rowan *-------*

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  3. Rowannnn!

    Gostoso! Finalmente!

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  4. OMG!!!! Ele voltou!!!!! Meu pobre coraçãozinho n aguenta!

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  5. Liiiuiiindoooooos <3<3<3<3<3<3<3

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  6. Ela estava precisando dele ...e ele veio pelos laços q os une q fofo

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  7. ele nn deveria ta cm um falcão??

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    1. Acho que é porque em algum dos livros fala que alguns feéricos ficaram presos na forma de animais quando a magia desapareceu.
      E ja que não tem mais magia faria sentido ele ficar preso como falcão
      Mas também não entendi o que aconteceu com os outros ja que foram só alguns...

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    2. Então, o que aconteceu foi que os eles ficaram presos na forma em que estavam. Se estavam na forma feérica, foram caçados e mortos. Se por algum motivo se transformaram em animais, não conseguiram voltar ao normal depois que a magia caiu, então foram obrigados a permanecer assim

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  8. Aiiin que saudade dele <3 Rowan <3 to paxonada

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  9. Agora vai ser divertido , dois machos territoriais e um femea com temperamento fatal

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  10. Eu quase tive um Treco aqui

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  11. Quero ver o Chaol agora kkkkkk

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  12. Eu acho que o chol vai ficar com ciúme bem feito pra ele pra aprender a valorizar não é em todo lugar que ele encontra uma assassina guerreira e rainha super foda que nem a Aelin

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  13. Rowannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn <33333333333333333333333333333333333

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  14. kkkkkkk muito bom ele ter aparecido,vai rolar briga aposto meus 5 reais q sim.
    Um ciumes dos pesados vai rolar por ai e alguem vai roda igual porta de Banco.

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  15. Aiiiiiiiiiiiiiiiii meoDeossssssssssssssss! Eu nem sabia que tava com tanta saudade do Rowan <3
    Tomara que ele vire amigo do Chaol, se não... certeza que Rowan mata ele kkkkk

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  16. Amo o pessoal que comenta mais de 2 da manha. Me identifico, quando fico hoooras lendo. Amo vc karina e amo o livroson-line

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  17. Gente adoro a relação da Aelin e do Aedion e finalmente mais alguém q não a julga ou teme ou se enoja com o q ela fez!!!

    Rowan seu lindo!!!!!
    Vc é um burro por ter voltado!!!!!
    Me diz q vc conseguiu uma parceria com os parentes da Aelin e chegou com um exército!!!!!!

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  18. Aaaaaawwwwwnnnnn que fofinho o reencontro, Rowan chegou... Agora que a história vai ficar boa mesmo <3

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  19. Finalmente. Rowan meu amor. Já estava com saudades, seu lindo!

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  20. Nossa, quando eu ví -Rowan- eu quase infartei aqui, mds que saudade dele cara, eu shippo mt ele com a Cel..
    -Miih

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  21. ROWAN LINDO LINDO! VOCÊ VOLTOU PARA A AELIN!!!!!!!!!!!!!!

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  22. " Aelin deu um passo adiante. Um passo, como se estivesse em transe. Ela soltou um suspiro trêmulo, e um pequeno choramingo saiu dela – um soluço. E então ela estava correndo pelo beco, voando como se os próprios ventos empurrassem seus calcanhares. Ela atirou-se sobre o homem, acertando-o com força suficiente que outra pessoa poderia ter sido lançada contra a parede de pedra. Mas o homem a segurou, seus enormes braços envolvendo-a com força e levantando-a. Nesryn fez um movimento para se aproximar, mas Aedion a deteve com uma mão em seu braço. Aelin ria ao mesmo tempo que chorava, e o macho estava apenas segurando-a, a cabeça com capuz enterrado em seu pescoço. Como se estivesse respirando-a. — Quem é aquele? — perguntou Nesryn. Aedion sorriu. — Rowan."

    Amei!!

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