28 de fevereiro de 2016

Capítulo 14

Para cada pessoa salva por Chaol e os rebeldes, parecia haver várias outras que faziam parte do grupo de abate.
O sol estava se pondo quando ele e Nesryn agacharam-se em um telhado ladeando a pequena praça. As únicas pessoas que tinham se incomodado em vê-los eram os típicos mendigos, respirando a miséria dos outros.
Isso não o incomodava a metade do que as decorações colocadas em homenagem ao aniversário Dorian no dia seguinte: flâmulas e fitas vermelhas e douradas penduradas em frente à praça como uma rede, enquanto cestas de flores azuis e brancas enfeitavam as bordas exteriores. Um ossuário enfeitado com a primavera como enfeite.
A corda do arco de Nesryn gemeu quando ela a puxou.
— Pronta — alertou ela.
— Ela sabe o que está fazendo? — murmurou Aelin a alguns metros de distância.
Chaol lançou-lhe um olhar cortante.
— Lembre-me por que está aqui mesmo?
— Eu queria ajudar – ou esta rebelião é somente para adarlanianos?
Chaol sufocou sua réplica e voltou seu olhar para a praça abaixo.
No dia seguinte, tudo o que importava dependia dela. Antagonizá-la não seria inteligente, mesmo que ele tivesse deixado Dorian em suas mãos. Mas...
— Quanto a amanhã — disse ele com firmeza, sem tirar sua atenção da execução prestes a acontecer. — Não toque em Dorian.
— Eu? Nunca — Aelin ronronou.
— Não é brincadeira. Você. Não. Vai. Feri-lo.
Nesryn os ignorou e inclinou o arco para a esquerda.
— Não tenho mira clara para qualquer um deles.
Três homens agora estavam diante da praça, uma dúzia de guardas ao seu redor. As tábuas do estrado de madeira já estavam profundamente manchadas de vermelho pelas semanas de uso. Catadores monitoravam o relógio maciço acima da plataforma de execução, esperando que o ponteiro de ferro marcasse as seis horas.
Eles até mesmo amarraram fitas douradas e carmesim na borda inferior do relógio. Sete minutos agora.
Chaol olhou para Aelin.
— Você acha que será capaz de salvá-lo?
— Talvez. Eu vou tentar. — Nenhuma reação em seus olhos, em sua postura.
Talvez. Talvez.
— Será que realmente se importa com Dorian, ou ele é um peão para Terrasen?
— Não comece com isso. — Por um momento, ele pensou que ela tivesse acabado, mas, em seguida, ela cuspiu: — Matá-lo, Chaol, seria uma misericórdia. Matá-lo seria um presente.
— Eu não posso atirar — disse novamente Nesryn, um pouco mais acentuadamente.
— Toque nele — Chaol continuou — e terei a certeza de que esses bastardos encontrem Aedion.
Nesryn silenciosamente se virou para eles, afrouxando seu aperto no arco. Era a única carta que ele tinha para jogar, mesmo que isso fizesse dele um bastardo também.
A ira que Chaol encontrou nos olhos de Aelin anunciava o fim do mundo.
— Você tem o meu julgamento para isso, Chaol — devolveu Aelin com suavidade letal — eu não me importo com o que você fez ou o que tem feito para me ajudar. Se o trair, se machucá-lo, eu não vou me importar com quanto tempo levará ou quão longe irá. Queimarei você e seus deuses malditos, levarei o seu reino às cinzas. Então você aprenderá como posso ser um monstro.
Longe demais. Ele tinha ido longe demais.
— Nós não somos inimigos — disse Nesryn, e embora seu rosto estivesse calmo, seus olhos corriam entre eles — Nós temos merda suficiente para nos preocupar amanhã. E agora mesmo — ela apontou com sua flecha em direção à praça. — Cinco minutos até seis. Nós teremos que descer até lá?
— Tão público — comentou Aelin. — Não corra o risco de se expor. Há outra patrulha a um quarto de milha vindo nesse sentido.
É claro que ela sabia sobre isso.
— Mais uma vez — Chaol repetiu — por que você está aqui?
Ela tinha acabado de escapar furtivamente deles. Com demasiada facilidade.
Aelin estudou Nesryn um pouco pensativa.
— Quão boa é a sua precisão, Faliq?
— Eu não erro — disse Nesryn.
Os dentes de Aelin brilharam.
— O meu tipo de mulher. — Ela lançou um sorriso a Chaol.
E ele sabia – tinha certeza de que ela estava ciente da história entre eles. E ela não se importava. Ele não podia dizer se era ou não, um alívio.
— Estou debatendo deixar os homens de Arobynn fora da missão amanhã — disse Aelin, aqueles olhos azul-turquesa fixos no rosto de Nesryn, em suas mãos, em seu arco. — Quero Faliq de plantão parede no lugar.
— Não — respondeu Chaol.
— Você é guardião dela? — Ele não se dignou a responder. Aelin cantarolou: — Pensei assim.
Mas Nesryn não ficaria de guarda lá e nem ele. Ele era reconhecível demais para se arriscar a ir ao palácio, e Aelin e seu pedaço de merda de mestre aparentemente decidiram que seria melhor para ele ficarem ao longo da fronteira das favelas, certificando-se de que o caminho estivesse livre.
— Nesryn já tem suas ordens.
Na praça, as pessoas começaram a xingar os três homens pálidos e magros que assistiam o relógio. Alguns dos espectadores ainda atiravam pedaços de comida estragada neles. Talvez esta cidade merecesse as chamas de Aelin Galathynius. Talvez Chaol merecesse queimar também.
Voltou-se para as mulheres.
— Merda — Aelin praguejou, e ele olhou para trás a tempo de ver os guardas empurrarem a primeira vítima aos prantos, um homem de meia-idade, em direção à plataforma, utilizando o punho de suas espadas para fazê-los cair de joelhos. Eles não esperariam até as seis. Outro prisioneiro, também de meia-idade, começou a tremer, e uma mancha escura apareceu na frente de suas calças. Deuses.
Os músculos de Chaol estavam travados, e até mesmo Nesryn não pôde erguer seu arco rápido o suficiente quando o machado subiu.
Um baque surdo caiu sob a praça da cidade. Pessoas aplaudiram – aplaudiram. O som cobriu a segunda pancada da cabeça do homem caindo e rolando para longe.
Então Chaol estava em outro quarto, no castelo que uma vez tinha sido sua casa, ouvindo o baque de carne e osso em mármore, névoa vermelha revestindo do ar, Dorian gritando.
Quebrador de juramento. Transgressor. Mentiroso. Traidor. Chaol era todas essas coisas agora, mas não para Dorian. Nunca para seu verdadeiro rei.
— Derrube a torre do relógio no jardim — disse ele, as palavras quase inaudíveis. Ele sentiu Aelin virar em direção a ele. — E a magia será libertada. Era uma magia de três torres, todas construídas de pedras de Wyrd. Derrube uma, e a magia estará livre.
Ela olhou para o norte sem um piscar de surpresa, como se pudesse ver todo o caminho para o castelo de vidro.
— Obrigada — ela murmurou.
Era isso.
— É por Dorian. — Talvez cruel, talvez egoísta, mas a verdade. — O rei está esperando você amanhã — ele continuou. — E se ele parar de se preocupar com o conhecimento público e usar a sua magia em você? Você sabe o que aconteceu com Dorian.
Ela examinou os telhados como se estivesse lendo seu mapa mental da celebração, o mapa que ele tinha entregado.
Em seguida, ela praguejou.
— Ele poderia colocar armadilhas para mim e Aedion. Com as marcas de Wyrd, poderia escrever magias no chão ou nas portas, em formas especiais para mim ou Aedion, e nós estaríamos desamparados, da mesma maneira que prendi aquela coisa na biblioteca. Merda — ela respirou. — Merda.
Baixando o arco, Nesryn disse:
— Brullo nos disse que o rei tem seus melhores homens na escolta de Aedion das masmorras para o salão, talvez nessas áreas haja encantamento, também. Se ele mesmo não foi encantado.
— É algo muito grande para se apostar. E é tarde demais para mudar os nossos planos — disse Aelin. — Se eu tivesse aqueles livros malditos, talvez pudesse encontrar algum tipo de proteção para mim e Aedion, algum feitiço, mas não terei tempo suficiente amanhã para pegá-los do meu antigo quarto. Só os deuses sabem se eles ainda estão mesmo lá.
— Eles não estão — respondeu Chaol. As sobrancelhas de Aelin ergueram-se. — Estão comigo. Eu os peguei quando saí do castelo.
Aelin franziu os lábios no que ele podia jurar que era apreciação relutante.
— Nós não temos muito tempo — ela começou a subir em cima do telhado e fora da vista. — Há dois prisioneiros restantes — ela esclareceu. — E acho que aqueles enfeites ficariam melhor com um pouco de sangue valg respingado, de qualquer maneira.



Nesryn permaneceu no último andar, enquanto Aelin foi para outro em frente à praça – mais rápido do que Chaol tinha pensado possível. Isso o deixou no nível da rua.
Ele correu tão rapidamente quanto podia por entre a multidão, vendo seus três homens se reunindo perto da outra extremidade da plataforma pronta.
O relógio marcava seis horas quando Chaol posicionou-se, depois de se certificar que mais dois de seus homens estavam esperando em um beco estreito. Os guardas finalmente limparam o corpo do primeiro prisioneiro e arrastaram para frente o segundo. O homem estava chorando, implorando, quando foi forçado a se ajoelhar na poça de sangue de seu amigo.
O carrasco ergueu o machado.
E um punhal, cortesia de Aelin Galathynius, acertou diretamente a garganta do carrasco. Sangue negro espirrou alguns para as flâmulas, como Aelin havia prometido. Antes que os guardas pudessem gritar, Nesryn abriu fogo a partir de outra direção. Essa era toda a distração necessária para Chaol quando ele e seus homens dispararam na direção da plataforma em meio ao pânico, fugindo da multidão. Nesryn e Aelin tinham disparado novamente no tempo qem ue ele subiu ao palco, a madeira traiçoeiramente escorregadia com o sangue. Ele agarrou os dois prisioneiros e rugiu corramcorramcorram!
Seus homens estavam enfrentando lâmina com lâmina os guardas enquanto ele apressava os prisioneiros aos tropeços para descerem as escadas e para a segurança do beco e os rebeldes que esperavam além.
Fugiram quarteirão após quarteirão, deixando o caos da praça para trás, até que atingiram o Avery, e Chaol os colocou num barco.
Nesryn o encontrou nas docas uma hora depois, sem ferimentos, mas salpicada de sangue escuro.
— O que aconteceu?
— Pandemônio — disse Nesryn, vasculhando o rio sob o sol poente. — Tudo bem?
Ele assentiu.
— E você?
— Ambos estamos muito bem — a bondade, ele pensou com um lampejo de vergonha, que ela sabia que ele não teve coragem de perguntar sobre Aelin. Nesryn afastou-se, voltando na direção que ela viria.
— Onde você está indo? — ele perguntou.
— Vou me lavar e trocar de roupa, em seguida, contatar a família do homem que morreu.
Era protocolo, mesmo que fosse horrível. Era melhor ter as famílias genuinamente lamentando do que o risco de ser olhado por mais tempo como simpatizantes dos rebeldes.
— Você não tem que fazer isso. Vou mandar um dos homens.
— Eu sou um guarda da cidade — disse ela claramente. — Minha presença não será inesperada. E, além disso — ela continuou, os olhos brilhando com sua habitual diversões fraca — o senhor mesmo disse que não tenho exatamente uma fila de pretendentes à espera do lado de fora da casa de meu pai, por isso, o que mais tenho a fazer sozinha esta noite?
— Amanhã é um dia importante — ele falou, amaldiçoando as palavras que ele cuspiu na outra noite. Um idiota, era o que ele tinha sido, mesmo que ela não deixasse que isso a incomodasse.
— Eu estava muito bem antes de você aparecer, Chaol — disse ela, cansada, possivelmente entediada. — Eu sei dos meus limites. Vejo você amanhã.
— Por que ir você mesma até as famílias? — ele não conseguiu deixar de perguntar.
Os olhos escuros de Nesryn se deslocaram em direção ao rio.
— Porque me faz lembrar do que eu tenho a perder se eu for presa ou se não conseguirmos.



A noite caiu, e Aelin sabia que estava sendo seguida quando caminhava de telhado em telhado. Agora, até mesmo horas depois, seguir pelas ruas era a coisa mais perigosa que ela poderia fazer, dado quão bravos os guardas ficaram depois que ela e os rebeldes tinham roubado seus prisioneiros debaixo do nariz deles.
E ela sabia disso porque estivera ouvindo – amaldiçoando e xingando pela última hora enquanto ela seguia uma patrulha de guardas uniformizados de pretos na rota que ela notara na noite anterior: ao longo das docas, em seguida, mantendo-se nas sombras da rua principal de tavernas e bordéis nas favelas, e, em seguida, quase no mercado negro, mas mantendo uma distância saudável dele. Interessante aprender como era sua rota ou o caminho deles quando o caos estourou nos esconderijos quando eles correram para, que tipo de formações usavam.
Ou que ruas foram deixadas sem supervisão quando o mundo desabou. Como seria no dia seguinte, com Aedion.
Mas as alegações de Arobynn estavam certas, correspondiam com os mapas que Chaol e Nesryn tinham feito, também.
Ela sabia que se contasse a Chaol por que tinha aparecido na execução, ele ficaria no caminho de alguma forma e enviaria Nesryn para segui-la, talvez. Ela precisava ver quão hábil eles eram – todos os pontos que seriam tão cruciais nos eventos do dia seguinte e depois dependiam disso.
Assim como Arobynn tinha dito a ela, cada guarda usava um anel grosso preto, e eles se moviam com empurrões e espasmos que a fizeram se perguntar quão bem os demônios estavam se habituando dentro de seus corpos, se ajustando.
O líder deles, um homem pálido com um cabelo escuro como a noite, movia-se mais fluidamente, como tinta em água, ela imaginou.
Ela tinha os deixado perseguir em direção à outra parte da cidade, enquanto continuava na direção onde o distrito artesão projetava-se na curva do Avery, até que tudo ficou em silêncio ao seu redor e o cheiro daqueles corpos em decomposição desapareceu.
Sobre o telhado de um armazém de vidro soprado, as telhas ainda quentes do calor do dia ou dos fornos enormes dentro, Aelin procurou no beco vazio abaixo.
A chuva infernal da primavera começara de novo, tilintando no telhado inclinado, nas muitas chaminés.
Magia – Chaol lhe dissera como libertá-la. Tão fácil, e no entanto, uma tarefa monumental. A necessidade de um planejamento cuidadoso. Depois de amanhã, porém, se ela sobrevivesse – ela começaria a fazê-lo.
Ela desceu a calha lateral de um edifício de tijolo em ruínas, espirrando um pouco alto demais em uma poça do que ela esperava que fosse chuva. Ela assobiou enquanto passeava pelo beco vazio, uma pequena melodia alegre que ouviu em uma das muitas tabernas das favelas.
Ainda assim, estava um pouco surpresa quando quase na metade do beco uma patrulha de guardas do rei entrou em seu caminho, suas espadas brilhando como mercúrio no escuro.
O comandante da patrulha – o demônio dentro dele, olhou para ela e sorriu como se já soubesse que gosto o seu sangue tinha.
Aelin sorriu de volta para eles, sacudindo os pulsos e liberando as lâminas de seu compartimento.
— Olá, linda.
Então ela estava sobre eles, cortando e girando e se agachando. Cinco guardas estavam mortos antes que os outros sequer pudessem se mover.
O sangue que vazou não era vermelho, no entanto. Era negro, e deslizou para baixo nas laterais de suas lâminas, denso e brilhante como o óleo. O mau cheiro, como leite coalhado e vinagre, a acertou tão forte quando o choque de suas espadas.
O fedor cresceu, dominando a fumaça persistente das fábricas de vidro em torno deles, enquanto Aelin se esquivava do golpe de um dos demônios e o derrubou. O estômago do homem abriu-se como uma ferida purulenta, e sangue negro e os deuses sabem o que mais espichou para a rua.
Repugnante. Quase tão ruim quanto o que saía do bueiro na outra extremidade do beco – já aberto. A escuridão escorrendo era muito familiar.
O resto da patrulha diminuiu. Sua ira se tornou uma canção em seu sangue quando ela terminou com eles.
Com o sangue e a chuva formando poças sobre os paralelepípedos quebrados, quando Aelin estava em um campo de homens caídos, ela começou a cortar.
Cabeça após cabeça rolava para longe.
Então ela se inclinou contra a parede, esperando. Contando. Eles não se levantaram.
Aelin saiu do beco, fechando a grade de esgoto, e desapareceu na noite chuvosa.



Amanheceu, o dia claro e quente. Aelin tinha ficado até a metade da noite vasculhando os livros que Chaol guardara, incluindo seu velho amigo Os Mortos Andam.
Recitando o que ela aprendeu no silêncio de seu apartamento, Aelin vestiu as roupas que Arobynn tinha lhe mandado, verificando e reverificando se não havia surpresas e tudo estava onde ela precisava que estivesse. Ela deixou cada passo, cada planejamento de seu plano se ancorar, mantê-la sob consciência do tempo que viria quando as festividades começassem.
E então ela saiu para salvar seu primo.

19 comentários:

  1. Esse Chaol e um tremendo babaca

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  2. EU TAMBEM MARSVILHOSO ESSE LIVRO

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  3. to nervosa aqui!!!!
    -Yasmin

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    1. Concordo. Ele só quer saber do lado dele na discursão e culpar alguém por ele não ter mais ousadia. Então quem é a vítima? Aelin.

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    2. Mas isso é culpa da autora burra que estragou a personagem dele! O Chaol no início era muito melhor do que isso!

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  5. Nossa ela nao tem a menor vontade de salvar Dorian ,pra ela é mais facil matar o pobre coitado

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  6. ela n tem escolha po pensa ne n tem ainda outro geito de acabar com o sofrimento de doriam.
    chal ta mais fechado esse livro eu to achando

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    1. Chaol vacilou com Aelin. Ela fez o que foi necessário. Ele não a merece.

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  7. Acho que o Chaol tá é mais perdido, ele não sabe o que fazer, principalmente porque tudo que ele acreditava era falso ou errado

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  8. Galera, lembram o que ela passou no livro Herdeira do fogo?! Para ela, a única cura de Dórian é a morte. Ela está de coração partido e a única forma (que ela sabe) é matá-lo. É piedade!

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  9. Esse pessoal tão tudo confuso daqui a pouco eu é q vou criar nó na cabeça.

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  10. Chaol é muito Otario cara , Aelin nao pode ficar com ele , ele nao merece ela , ela ja perdeu a graça ja se ele morrece nao ia fazer falta nenhuma para mim

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  11. kkkk Eu só observo a treta do povo em relação a quem a Aelin deve ou não ficar, super apoiava chaol e ela no primeiro mas tenta coisa mudou, agora pra mim tanto faz com quem ela vai ficar portanto que ela continue badass e mate o rei, o resto é resto

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  12. Eu amo tanto ela, minha personagem feminina favorita <3

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  13. pra mim o chaol ta ficando besta durante estes livros

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  14. Pq diabos ela nn pegou um desses guardas e prendeu para dar pro Arobynn? Ela pegava o último gente, nn tinha necessidade de matar todos.

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