28 de fevereiro de 2016

Capítulo 11

O mercado negro funcionava ao longo das margens do Avery desde que Forte da Fenda existia. Talvez até mais tempo. As lendas alegavam que tinha sido construído sobre os ossos do deus da verdade para que ele mantivesse os vendedores desonestos e ladrões afastados. Chaol supunha que fosse irônico, considerando que não havia deus da verdade. Tanto quanto ele sabia. Contrabando, substâncias ilícitas, especiarias, roupas, carne: o mercado servia para toda e qualquer clientela, se fossem corajosos ou tolos ou desesperados o suficiente para se aventurar em seu interior.
Quando ele foi ali pela primeira vez semanas atrás, Chaol tinha sido todas essas coisas enquanto descia os degraus de madeira semi-apodrecida de uma parte das docas caindo aos pedaços, onde alcovas, túneis e lojas faziam um túnel na margem do rio.
Encapuzadas, figuras armadas patrulhavam o amplo cais em seu comprimento, que servia como o único caminho para o mercado.
Durante os períodos chuvosos, o Avery muitas vezes subia alto o suficiente para inundar o cais, e comerciantes e por vezes infelizes compradores morriam afogados dentro do labirinto do mercado negro. Durante os meses mais secos, nunca se sabia o que ou quem vendia suas mercadorias nos sinuosos túneis úmidos e sujos.
O mercado estava lotado aquela noite, mesmo depois de um dia de chuva. Um pequeno alívio. E outro pequeno alívio quando um trovão ecoou pelo labirinto subterrâneo, deixando todos murmurando. Os vendedores e pessoas de baixa renda estariam ocupados demais se preparando para a tempestade para perceberem Chaol e Nesryn quando eles desceram uma das principais passagens.
O trovão sacudiu as lanternas suspensas de vidro colorido – estranhamente belas, como se alguém um dia tivesse decidido dar beleza a este lugar – que eram a principal iluminação nesta caverna marrom, lançando muitas sombras no mercado era tão notório por seus negócios obscuros, por sombras deslizando uma faca entre suas costelas ou espíritos vagarem.
Ou para rebeldes se encontrarem.
Ninguém os incomodou enquanto eles deslizavam através de um dos buracos irregulares que servia como entrada para os túneis do mercado negro. Eles se ligavam aos esgotos em algum lugar, e ele apostaria que os fornecedores mais estabelecidos possuíam suas próprias saídas secretas sob suas barracas ou lojas.
Vendedor após vendedor tinha montado barracas de madeira ou pedra, com algumas mercadorias apresentadas em tábuas, caixas ou em cestos, mas os bens mais valiosos escondidos. Um negociante de especiarias oferecia tudo, de açafrão a canela, porém até mesmo as especiarias de cheiro mais forte não conseguiam esconder o doce cheiro enjoativo do ópio escondido sob seus produtos.
Uma vez, há muito tempo, Chaol poderia ter se preocupado com as substâncias ilegais, sobre os vendedores que vendiam o que queriam. Ele poderia ter se preocupado em tentar fechar este lugar.
Agora, ali não era nada mais que recurso. Como uma guarda da cidade, Nesryn provavelmente se sentia da mesma maneira. Mesmo se, apenas por estar aqui, ela estivesse colocando em risco sua própria segurança. Esta era uma zona neutra, mas seus habitantes não tinham amor pelas autoridades.
Ele não podia culpá-los. O mercado negro tinha sido um dos primeiros lugares que o rei de Adarlan “purificou” depois que a magia desapareceu, em busca de fornecedores que afirmavam ter livros proibidos ou ainda encantos e poções, assim como mágicos desesperados por uma cura ou um vislumbre de mágica. As punições não tinham sido bonitas.
Chaol quase soltou um suspiro de alívio quando viu as duas figuras encapuzadas numa banca de facas para a venda em um estande improvisado, escondida em um canto escuro. Exatamente onde tinham planejado, e eles fizeram um ótimo trabalho na autenticidade do lugar.
Nesryn diminuiu seu passo, parando em vários vendedores, não mais do que uma cliente entediada matando tempo até que a chuva cessasse. Chaol se manteve perto dela, suas armas a rondando suficientemente para dissuadir quaisquer batedores de carteira de tentar a sorte. O soco que ele levara nas costelas mais cedo naquela noite tornou manter a carranca e a vigia mais fáceis.
Ele e alguns outros tinham interrompido um comandante valg enquanto arrastavam um jovem dentro dos túneis. E Chaol tinha ficara tão focado por Dorian, pelo o que Aelin tinha dito e feito, que acabara se distraindo. Aí recebeu um golpe nas costelas, e a dolorosa lembrança do acontecido a cada vez que respirava. Sem distrações; sem deslizes. Não quando havia muito o que fazer.
Por fim, Chaol e Nesryn pararam pela pequena barraca, examinando a dúzia de facas e espadas curtas exibidas sobre o cobertor esfarrapado.
— Este lugar é ainda mais depravado do que os rumores sugeriram — disse Brullo das sombras de seu capuz. — Sinto que eu deveria cobrir os pobres olhos de Ress em metade destas câmaras.
Ress riu.
— Eu tenho dezenove anos, velho. Nada aqui me surpreende — Ress olhou para Nesryn, que manuseava uma das lâminas curvas. — Minhas desculpas, senhorita.
— Eu tenho vinte e dois anos — respondeu ela, sem rodeios. — E acho que nós, guardas da cidade, vemos muito mais do que vocês, princesas do palácio.
Chaol podia jurar que o rosto de Ress ficou vermelho. Ele podia até mesmo jurar que Brullo estava sorrindo. E por um momento, não conseguiu respirar sob o peso esmagador que estava em cima dele. Houve um tempo em que esta provocação seria normal, quando ele sentava-se em público com seus homens e ria. Quando ele não tinha ficado dois dias longe de desencadear o inferno sobre o castelo que uma vez tinha sido sua casa.
— Alguma novidade? — ele conseguiu perguntou para Brullo, que o observava muito de perto, como se seu antigo mentor pudesse ver a agonia que rasgava suas costelas.
— Temos o layout da festa esta manhã — Brullo falou firmemente. Chaol pegou uma lâmina quando Brullo enfiou a mão no bolso de seu casaco. Ele fez uma boa atuação de examinar a adaga, em seguida, a segurou entre alguns dedos. Brullo continuou: — O novo capitão da Guarda espalhou todos nós, mas não tem ninguém no salão principal em si. — O mestre de armas ergueu os dedos, inclinado para frente, e Chaol deu de ombros, enfiando a mão no manto para pegar as moedas.
— Você acha que ele suspeita de alguma coisa? — Chaol perguntou, entregando as moedas.
Nesryn bloqueou a visão de fora enquanto a mão de Chaol encontrava a de Brullo e os cobres foram apertados contra o papel. O mapa estava dobrado no bolso de Chaol antes que alguém percebesse.
— Não — respondeu Ress. — O bastardo apenas quer nos humilhar. Ele provavelmente acha que alguns de nós somos leais a você, mas estaríamos mortos se ele suspeitasse de alguém em particular.
— Tenham cuidado — recomendou Chaol.
Ele sentiu Nesryn enrijecer um batimento cardíaco antes de outra voz feminina falar lentamente:
— Três moedas de cobre para uma lâmina de Xandrian. Se eu soubesse que havia uma venda acontecendo, teria trazido mais dinheiro.
Todos os músculos do corpo de Chaol trincaram-se quando ele descobriu Aelin agora de pé ao lado de Nesryn. Claro. É claro que ela os tinha rastreado até aqui.
— Santos deuses — Ress murmurou.
Sob as sombras de seu capuz escuro, o sorriso de Aelin era nada menos que perverso.
— Olá, Ress. Brullo. Sinto muito por ver que seus trabalhos no palácio não estão pagando o suficiente nos dias de hoje.
O mestre de armas olhava entre ela e as passagens.
— Você não falou que ela estava de volta — disse ele a Chaol.
Aelin estalou a língua.
— Chaol, ao que parece, gosta de manter informações para si mesmo.
Ele cerrou os punhos em sua lateral.
— Você está chamando muita atenção para nós.
— Estou? — Aelin levantou um punhal, pesando em suas mãos com facilidade especialista. — Eu preciso falar com Brullo e meu velho amigo Ress. Desde que você se recusou a deixar-me ir na outra noite, esta era a única maneira.
Tão típico dela. Nesryn dera um passo ocasional para longe, monitorando os túneis escavados. Ou talvez para evitar a rainha.
Rainha. A palavra atingiu-o novamente. A rainha do reino estava no mercado negro, vestindo preto da cabeça aos pés, e parecendo mais do que feliz para começar a rasgar gargantas. Ele não estava errado em temer sua reunião com Aedion – o que poderiam fazer juntos. E se ela tivesse sua magia...
— Tire seu capuz — pediu Brullo calmamente.
Aelin olhou para cima.
— Por quê? E não.
— Eu quero ver seu rosto.
Aelin ficou imóvel.
Mas Nesryn voltou a encostar a mão na banca.
— Eu vi o rosto dela na noite passada, Brullo, e é tão bonito quanto antes. Você não tem uma mulher para cobiçar, afinal?
Aelin bufou.
— Acho que gosto um pouco de você, Nesryn Faliq.
Nesryn deu a Aelin um meio sorriso. Praticamente radiante vindo dela.
Chaol se perguntava se Aelin gostaria de Nesryn se soubesse da sua história. Ou se a rainha se importaria.
Aelin puxou o capuz para trás apenas o suficiente para que a luz atingisse seu rosto. Ela piscou para Ress, que sorriu.
— Senti sua falta, amigo — disse ela.
Cor manchou as bochechas de Ress.
A boca de Brullo se apertou quando Aelin olhou para ele novamente. Por um momento, o mestre de armas a estudou. Em seguida, ele murmurou:
— Percebo — a rainha endureceu quase imperceptivelmente. Brullo inclinou a cabeça, ainda que levemente. — Você vai resgatar Aedion.
Aelin recolocou o capuz no lugar e inclinou a cabeça em confirmação, a encarnação da assassina arrogante.
— Eu vou.
Ress praguejou sob sua respiração.
Aelin inclinou-se para Brullo.
— Sei que estou pedindo muito de você.
— Então não peça — Chaol estalou. — Não os coloque em perigo. Eles já arriscaram o suficiente.
— Isso não é você quem decide — ela opinou,
Como o inferno não era.
— Se eles forem descobertos, perdemos nossa fonte interna da informação. Sem mencionar suas vidas. O que você planeja fazer quanto a Dorian? Ou será que apenas Aedion te preocupa?
Estavam todos assistindo muito de perto.
Suas narinas inflaram. Mas Brullo perguntou:
— O que precisa de nós, senhorita?
Oh, o mestre de armas definitivamente sabia, então. Ele devia ter visto o suficiente de Aedion recentemente e reconheceu aqueles olhos coloridos, aquele rosto, no momento em que puxou o capuz para trás.
Talvez ele tivesse suspeitado que por meses. Aelin respondeu baixinho:
— Não deixe que seus homens fiquem na parede sul dos jardins.
Chaol piscou. Não era um pedido ou uma ordem, mas uma advertência.
A voz de Brullo estava ligeiramente rouca quando ele disse:
— Há qualquer outro lugar que devemos evitar?
Ela já se afastava, balançando a cabeça como se fosse uma compradora desinteressada.
— Apenas diga aos seus homens que prendam uma flor vermelha em seus uniformes. Se alguém perguntar, diga que é para honrar o príncipe em seu aniversário. Mas que eles as usem onde possam ser facilmente vistas.
Chaol olhou para suas mãos. As luvas escuras estavam limpas. Quanto sangue seria manchado em poucos dias?
Ress soltou um suspiro e disse-lhe:
— Obrigado.
Não foi até que ela desapareceu na multidão com uma arrogância desenvolta que Chaol deu graças que eles estivessem arranjados.
Aelin Galathynius estava prestes a tornar o palácio de vidro um campo de matança, e Ress, Brullo e seus homens tinham sido todos poupados.
Ela ainda não falara nada sobre Dorian. Sobre se ele seria poupado. Ou salvo.



Aelin sabia que havia olhos nela desde o momento em que ela deixou o mercado negro depois de terminar algumas compras próprias. Ela caminhou direto para o Banco Real de Adarlan, de qualquer maneira. Tinha negócios a resolver e, embora faltassem minutos para o encerramento do dia, o administrador do banco ficara mais do que feliz em ajudá-la com seus inquéritos. Ele nunca questionou o nome falso de suas contas.
Quando o administrador falou sobre suas várias contas e os juros que elas acumularam ao longo dos anos, ela tomou os detalhes de seu escritório: paredes grossas com painéis de carvalho, fotos que revelaram-se esconderijos nos minutos a sós que ela teve para bisbilhotar enquanto ele chamava seu secretário para trazer chá e o mobiliário ornamentado que custava mais do que a maioria dos cidadãos de Forte da Fenda ganhava na vida, incluindo um lindo armário de mogno, onde muitos de seus mais ricos clientes tinham arquivos – incluindo os dela, mantidos trancados com uma chave de ouro que ele mantinha em sua mesa.
Ela continuou a inspeção quando ele ultrapassou novamente as portas fechadas de seu escritório para retirar a quantia de dinheiro que ela sacaria naquela noite. Enquanto ele estava na antessala, dando a ordem para seu secretário, Aelin casualmente fizera o caminho até sua mesa, examinando os papéis empilhados e espalhados, os vários presentes de clientes, chaves e um porta-retratos com uma mulher que poderia ser uma esposa ou uma filha. Com homens como ele, era impossível dizer.
Ele retornara apenas quando ela casualmente deslizou a mão no bolso de seu casaco. Puxou uma pequena conversa sobre o tempo até que o secretário apareceu, uma pequena caixa na mão. Despejando o conteúdo em sua bolsa de moedas com toda a graça que conseguiu reunir, Aelin agradeceu ao secretário e ao administrador e saiu do escritório.
Ela tomou ruas laterais e becos, ignorando o fedor de carne podre que até mesmo a chuva não conseguia esconder. Duas – ela tinha contado duas áreas de execução em locais que outrora houveram agradáveis praças da cidade.
Os corpos deixados para os corvos eram meras sombras contra as paredes de pedra clara onde tinham sido pregados.
Aelin não correria o risco de capturar um dos valg até depois que Aedion fosse salvo – se ela conseguisse sair viva – mas isso não significava que ela não poderia obter uma vantagem sobre isso.



Um frio nevoeiro cobrira o mundo na noite anterior, infiltrando-se através de cada canto e fissura. Aninhada sob camadas de colchas e edredons de pena, Aelin rolou na cama e estendeu uma mão para o outro lado do colchão, procurando preguiçosamente o corpo masculino quente ao seu lado.
Lençóis de seda frios deslizaram contra seus dedos. Ela abriu um olho.
Não estava em Wendlyn. A cama de luxo adornada em tons de creme e bege pertencia a seu apartamento em Forte da Fenda. E a outra metade da cama estava bem feita, seus travesseiros e cobertores impecáveis. Vazio.
Por um momento, ela pôde ver Rowan lá – a dureza, o rosto implacável suavizado pela boa aparência do sono, seu cabelo de prata brilhando à luz da manhã, tão gritante contra a tatuagem que se estendia desde sua têmpora esquerda até o pescoço, por cima do ombro, todo o caminho até as pontas dos dedos.
Aelin soltou uma respiração apertada, esfregando os olhos. Sonhar era ruim o suficiente. Ela não desperdiçaria energia sentido a sua falta, desejando que ele estivesse ali para falar sobre tudo, ou apenas para ter o conforto de acordar ao lado dele e saber que ele existia.
Ela engoliu em seco, seu corpo pesado demais quando se levantava da cama.
Disse a si mesma uma vez que não era uma fraqueza precisar da ajuda de Rowan, querer a sua ajuda, e que talvez houvesse uma espécie de força em reconhecer isso, mas... Ele não era uma muleta, e ela nunca quis que ele se tornasse uma.
Ainda assim, quando bebeu seu café da manhã frio, desejou que não tivesse sentido uma forte necessidade de provar para si mesma semanas atrás.
Especialmente quando chegou a notícia através de um garoto de rua na porta do armazém de que ela fora convocada para a Torre dos Assassinos. Imediatamente.

21 comentários:

  1. eu não lembro mais se a Aeilin chegou o ter um caso com o Rowan

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    1. Nope, eles são apenas amigos... carranam

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    2. Mais acho que ela começou a gostar dele

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    3. Na verdade ela gosta de todos mas só quando é conveniente pra ela.

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    4. Por enquando não e isso não é spoiler porque ta muito na cara

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    5. Gostar ela gosta mesmo, quem não gostaria desses homi plmdds? Mas amor mesmo, creio que ela ainda não sentiu por nenhum deles, quem sabe se tornará amor o que ela sente por Rowan
      Sei que Chaol e Dorian nem tem mais clima p isso kkkkkk

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    6. Não acho isso, a Celaena era jovem quando teve uma atração pelo Dorian, e ele era um príncipe! Mas quando ela percebeu que Chaol tinha sentimentos por ela e a protegia essa atração se dirigiu a ele além do fato que debaixo dessa força toda ela estava ainda muito vulnerável por tudo que ela estava passando naquele momento. Mas quando o Chaol preferiu esconder dela o interrogatório da Nehemia por acreditar que era apenas uma conversa, ele acabou com a confiança dela, não por que ele não contou mas, 1 ele não confiava nela, 2 ele mentia pra si mesmo tentando se convencer de que o rei fazia o que fazia por seu reino e 3 no fundo ter vergonha dela, por que um capitão da guarda não poderia ficar com a assassina do rei, ele não a assumiria ali naquele local, por causa de sua honra e mimimi, ele apenas a teria para si, em outro continente, onde ela negaria a si mesma como feérica e assassina, e ele não seria o capitão da guarda, mas companheiro protetor. Isso acabou com ela, assim quando ela foi embora e encontrou em Rowan uma ancora, ela se agarrou nele pois percebeu que não consiguiria sair de dentro da escuridão em que se encontrava. Rowan a aceitou a ajudou e apesar de saber tudo que ela já fez e tê-la encontrado naquele estado rude e bruto em que ela estava ele não desistiu dela, e no fim a ajudou a se aprimorar não se esconder ele a ajudou a se aceitar, e se tornar quem ela é hoje, não fria e calculista, mas uma pessoa focada, por que se ela fosse tão ruim assim ela nem correria atrás de Aedion. E se no futuro ela e o Rowan tiverem algo ou não, vai ser por rela atração, cuidado proteção, e de uma maneira selvagem por que afinal é isso que a Aelin é. E nós não podemos escolher que parte dela vamos amar, apenas podemos nos maravilhar com seu crescimento.

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    7. Lavinia, estou digitando com os pés pq com as mãos estou aplaudindo. N sei o q deu nas pessoas nesse livro q só ficam xingando a Celaena/Aelin. Sendo q ela n fez nada de errado. A menina sofreu pra crlh, sofreu MUITO MUITO mesmo. E n vejo nada de errado ela ter tido romance com o Dorian e o Chaol, as pessoas namoram mais de uma pessoa na vida, sabiam? Ela n se apaixonou por eles, é simples. Com o Rowan talvez aconteça, é bem provavel pelo caminho q a autora tá tomando. Embora eu ache q eles ficariam melhores apenas como amigos. E eu adoro a relação da Celaena com o Dorian, eles acabaram mas continuaram amigos. Enquanto o Chaol escolheu ficar todo putinho com ela. Sinceramente ele nunca gostou dela de verdade. Ele só gostava de certas partes dela, e ele tinha q gostar de TODAS as partes dela. E o q o Chaol e as pessoas q estão comentando essas merdas n entendem é q a Celaena amadureceu. Ela se tornou uma mulher. Eu comparo o jeito dela aqui com o do primeiro livro e em A Lâmina da Assassina, ela era só uma adolescente, uma menina. Agora era é uma mulher. E ela se torna cada vez mais foda, se querem saber. Dorian e Chaol foram importantes para o amadurecimento dela, mas eu quero é q o Chaol se foda, pq ele tá sendo um ridículo. Sempre foi um bundão q só começou a se mexer agora e fica se achando O Cara, O líder dos rebeldes, o pika das galaxias, faça me o favor né lindo, vc n tinha nem q tá aqui! Mais respeito com a Celaena u-u Sinceramente ela é minha personagem favorita (Manon quase empata com ela), nenhuma personagem de outro livro supera a Celaena, ela é simplesmente foda. E sinceramente acho q essas pessoas só tao dando piti pq queriam q a Celaena ficasse com o Chaol. Desculpa gente, n vai rolar. É mais fácil até ela ficar com o Dorian do q com o Chaol. Ele voltou a ser aquele insuportável do primeiro livro (na verdade, ele nem era insuportável, só rude) só q pior. Bjs de luz

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  2. Embora seria muito mais fofo ele com ela do que com o cabrito do chaol

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  3. Seria lindo eles dois mas ele sao tipo parabati soq se chama carranam

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    1. Parabatai é dos Instrumentos Mortais... semelhantes aos carranam de lá, irmãos de alma

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    2. Parabatai são irmãos de sangue a mesma coisa que carranan na pratica São amigos que não hesitariam em dar a vida pra salvar o outro.

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  5. eu espero q a Celaena/Aelin fique com ronaw <3 eles sao perfeitos juntos
    o chaol esta insuportavel cara muito chato !!

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    1. Rowan* Rowan e Rowan, não Ronaw '-'

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  6. Aelin é fora cara... mas é cercada de homens mais fracos do que ela, que vivem decepcionando... não acho q ela seja egoísta. Ela somente é um pessoa c a vida marcada por tragédias e teve ajuda somente de pessoas que lhe tiraram vantagens... ela não tem em quem confira! E ela não teve não com o Rowan (eu não entendi pé, pois era tudo de maravilhoso) mas se tem um homem q tem a força para merecer estar com ela é ele... eu torço por um final deles juntos... sem contar q foi o que mais gostei em todos os aspectos. Um cara que suja às mãos sem remorsos qdo é preciso, exatamente como ela.

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  7. Aelin/Celaena é uma das minhas personagens de livro favorita. Não acho que ela seja egoísta, ou que tire vantagem dos outros e depois larga. Todos que ela confiou terminou traindo ela, ou morrendo. Ela tem toda razão de estar desse jeito.

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  8. Cada vez mais indignada com o Chaol. Ele acha mesmo que a Celaena/ Aelin (ñ sei mais como chama-la) vai matar Dorian sem antes fazer das tripas, coração e alma para tirar aquele troço dele , sem que seja letal!

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  9. Aelin eu acho perfeita para Dorian, mas ela vai ter que ensinar umas coisinhas para ele deixar de ser dengoso...

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  10. Saudades Sam. E sinceramente acho q o Chaol deveria ir pra puta q pariu, a Celaena deveria ficar com o Dorian e continuar sendo só amiga do Rowan, pq se n vai estragar a relação fofa q eles tem.

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