15 de novembro de 2015

Capítulo 7

Stefan se aproximou da esquina da casa relutantemente, quase com medo do que pudesse encontrar. Quase desejava que Damon tivesse abandonado a casa por um momento. Estaria sendo um idiota em confiar em Damon, em primeiro lugar.
Quando chegou ao pátio havia um reflexo de movimentos entre as escuras nogueiras. Seus olhos mais afiados que o de um ser humano, porque estavam adaptados para a caça, distinguiu a sombra escura se inclinando contra o tronco.
— Perdeu seu tempo para voltar?
— Precisava ver se os outros da casa estavam a salvo. E tinha que comer.
— Sangue animal — disse Damon desdenhosamente com os olhos fixos na pequena mancha da camisa de Stefan. — Coelho, pelo cheiro. Isso parece apropriado de qualquer forma, não é?
— Damon... dei verbena para Bonnie e Meredith também.
— Uma sábia precaução — disse Damon nitidamente e mostrou os dentes.
Uma familiar onda de irritação brotou em Stefan. Por que Damon tem que ser sempre tão difícil? Falar com ele era como caminhar em um campo minado.
— Agora vou indo — continuou Damon jogando a jaqueta nos ombros. — Tenho meus próprios negócios para cuidar — lançou um devastador sorriso de indiferença. — Não espere de pé.
— Damon — Damon deu meia volta sem olhar, mas escutando. — A última coisa que precisamos nesta cidade é uma garota gritando “Vampiro!” — disse Stefan. — Ou tendo sinais de um. Essa gente já viu isso antes, não são idiotas.
— Vou levar em consideração — disse ironicamente, mas era o mais perto de uma promessa que Stefan tinha recebido de seu irmão a vida toda.
— Damon?
— O que é agora?
— Obrigado.
Era demais. Damon agitou o ar com os olhos frios e não convidativos, os olhos de um estranho.
— Não espere nada de mim, irmãozinho — disse ameaçadoramente — porque sempre estará errado. Tampouco pense que pode me manipular. Esses três humanos podem seguir você, mas não eu. Estou aqui por minhas próprias razões.
Já se fora antes que Stefan pudesse medir suas palavras. Mas de qualquer maneira não importava, pois Damon nunca escutava nada do que ele dissesse, nem sequer chamava pelo seu nome, sempre com o desdenhoso “irmãozinho”.
E agora tinha ido embora para mostrar o pouco que se podia confiar nele. Stefan pensou, ótimo! Agora iria fazer algo desumano só para mostrar que era capaz disso.
Já cansado, Stefan encontrou uma árvore para se apoiar e deslizou sobre ela para contemplar a noite. Tentou pensar sobre o problema que tinha em mãos, sobre o que tinha visto essa noite.
A descrição que Vicky tinha dado do assassino. Alto, cabelos loiros e olhos azuis, pensou... isso lhe trazia a imagem de alguém. Não alguém que conhecia, mas sim alguém que ele tinha ouvido falar.
Mas era inútil. Não podia manter a mente no quebra-cabeças. Estava cansado e só e precisava de conforto desesperadamente. E a crua realidade é que não existia conforto possível.
Elena, pensou, você mentiu para mim.
Era a única coisa que ela havia insistido, a única coisa que sempre prometeu a ele. Aconteça o que acontecer, Stefan, estarei com você. Diga que acredita nisso. E ele respondera indefeso ante seu encanto. Oh, Elena, eu acredito. Aconteça o que acontecer, estaremos juntos.
Mas ela o tinha deixado. Não por sua escolha, talvez, mas o que isso importa no final? Ela o tinha deixado e tinha ido embora.
Havia momentos que tudo que ele queria era se unir a ela.
Pense em alguma coisa, qualquer coisa, disse a si mesmo, mas era tarde demais. Uma vez desencadeadas, as imagens de Elena giravam ao seu redor, dolorosas demais para suportar, lindas demais para deixá-las de lado.
A primeira vez que a beijou. O choque de vertiginosa doçura quando seus lábios encontraram os dela. E depois disso, choque após choque, para chegar a um nível mais interior. Como se ela pudesse alcançar seu centro, algo que quase tinha esquecido.
Assustado, sentia suas forças entrarem em colapso. Todos seus segredos, toda sua resistência, todos os truques que usava para manter as pessoas distantes. Elena atravessou tudo isso deixando expondo sua vulnerabilidade.
Expondo sua alma.
Finalmente se deu conta de que era isso o que ele queria. Queria que Elena o visse sem defesas, sem muros. Queria que ela o conhecesse pelo que ele era.
Aterrorizante? Sim! Quando descobriu seu segredo, quando o encontrou se alimentando de um pássaro, ele submergiu em sua própria vergonha. Estava certo de que ela fugiria do sangue em sua boca, horrorizada e com nojo. Mas ao olhar seus olhos naquela noite, viu compreensão. Perdão. Amor.
Seu amor o tinha curado.
Mas isso era quando ele sabia que nunca iriam se separar.
Outras lembranças surgiram e Stefan se agarrou a elas, mesmo com a dor pulsando como se fossem garras. Sensações. A sensação de Elena contra ele, flexível em seus braços. As mechas de seu cabelo na bochecha dele, roçando como a asa de uma mariposa. A curva de seus lábios, o gosto deles. O inacreditável azul-meia-noite de seus olhos.
Tudo perdido, tudo além do alcance do para sempre.
Mas Bonnie tinha encontrado Elena. O espírito de Elena, sua alma, ainda estava em algum lugar por perto.
Dentre todos, ele deveria ser capaz de invocá-la. Tinha o poder em suas mãos e mais direito que qualquer um de procurá-la.
Sabia como isso foi feito. Feche seus olhos, visualize a pessoa que quer trazer. Era fácil. Podia ver Elena, senti-la, cheirá-la. Então chame, deixe que sua necessidade alcance o vazio. Se abra para você mesmo e deixe sua necessidade ser sentida.
Mais fácil ainda. Nenhuma preocupação com o perigo. Juntou todo seu desejo, toda sua dor e a deixou sair como alguém que reza.
E sentiu... nada.
Só vazio e sua própria solidão. Só silêncio.
Seu poder não era o mesmo de Bonnie. Não podia alcançar a única coisa que ele mais amava, a única coisa que importava para ele.
Nunca tinha se sentido tão só em toda sua vida.


— O que você quer? — disse Bonnie.
— Algum tipo de documentos sobre a história de Fell’s Church. Em particular sobre os fundadores — disse Stefan. Eles estavam todos sentados no carro de Meredith que estava estacionado a uma discreta distância atrás da casa de Vickie. Era o crepúsculo do dia seguinte e tinha voltado do funeral de Sue - todos menos Stefan.
— Isso tem alguma coisa com Sue, não é? — os olhos escuros de Meredith, sempre tão elevados e inteligentes, questionando os de Stefan. — Acha que pode resolver o mistério?
— Possivelmente — admitiu. Ele tinha passado o dia pensando. Já tinha deixado a dor da noite passada e mais uma vez se sentia sob controle. Embora não pudesse alcançar Elena, podia justificar a fé dela nele – faria o que ela quisesse que ele fizesse. E havia o conforto do trabalho, a concentração. Mantendo todas as emoções afastadas. Ele acrescentou: — Tenho uma ideia do que poderia ter acontecido, mas é uma tentativa longe e não quero falar até ter bastante certeza — disse Stefan.
— Por quê? — reclamou Bonnie. Como é diferente de Meredith, pensou Stefan. O cabelo tão vermelho como fogo com um espírito que a acompanhava. Esse delicado rosto em forma de coração e justo, a pele translúcida era enganosa, pensou não entendi patacas disso. Bonnie era esperta e desembaraçada – sem necessidade de tentar.
— Por que se eu estiver errado uma pessoa inocente podia sair machucada. Olha, é só uma ideia, mas prometo voltar se encontrar alguma evidência esta noite. E então contarei tudo a vocês.
— Você poderia falar com a Sra. Grimesby — Meredith sugeriu. — Ela fica na biblioteca da cidade, e sabe muito sobre a fundação de Fell’s Church.
— Ou sempre teremos Honoria — disse Bonnie. — Digo, ela era um dos fundadores.
Stefan olhou para ela rapidamente.
— Acho que Honoria Fell parou a comunicação com você — disse ele cuidadosamente.
— Não digo falar com ela. Ela se foi, pfft, kaput — disse Bonnie com desgosto. — Me refiro ao diário dela. Está na biblioteca com o de Elena; a Sra. Grimesby os tem dispostos perto da mesa.
Stefan estava surpreso. Não gostava da ideia do diário de Elena estar ao alcance de todos. Mas as recordações de Honoria podiam ser exatamente o que estava procurando. Honoria não só tinha sido a mulher sensata; tinha estado bem enveredada ao sobrenatural. Uma bruxa.
— Acho que a biblioteca está fechada agora — disse Meredith.
— Assim é melhor — disse Stefan. — Ninguém ficará sabendo qual informação estamos procurando. Dois de nós podemos ir para lá e os outros dois ficam aqui. Meredith, você vem comigo...
— Eu gostaria de ficar aqui, se você não se importar — ela disse. — Estou cansada — acrescentou em explicação, vendo a expressão dele. — E dessa forma posso vigiar e chegar cedo em casa. Por que você e Matt não vão e Bonnie e eu não ficamos aqui?
Stefan ainda a estava encarando.
— Ok — ele disse lentamente. — Tudo bem. Se estiver tudo bem para Matt — Matt encolheu os ombros. — É isso então. Podemos levar duas horas ou mais. Vocês duas ficam no carro com as portas fechadas. Devem ficar a salvo dessa forma. — Se ele estivesse certo em suas suspeitas, haveria nenhum ataque por enquanto - por alguns dias, pelo menos. Bonnie e Meredith deveriam estar a salvo. Mas não poderia adivinhar o que escondia a sugestão de Meredith. Não era simples cansaço, ele estava certo.
— A propósito, onde está Damon? — perguntou Bonnie quando ele e Matt estavam indo.
Stefan sentiu seu estômago se tencionar.
— Não sei — tinha estado esperando por alguém que perguntasse sobre isso. Não tinha visto seu irmão desde a noite passada, e não tinha ideia do que Damon poderia estar fazendo.
— Ele deve aparecer qualquer hora — ele disse, e fechou a porta de Meredith. — E é disso que eu tenho medo.
Ele e Matt caminharam até a biblioteca em silêncio, se mantendo nas sombras, evitando as áreas de luz. Não podiam se dar o luxo de serem vistos. Stefan tinha voltado para ajudar Fell’s Church, mas estava certo que Fell’s Church não queria sua ajuda. Ele era um estranho de novo, um intruso lá. Eles poderiam machucá-lo se o pegassem.
A fechadura da biblioteca era fácil de forçar, um simples mecanismo flexível. E os diários estavam justamente onde Bonnie dissera que eles estariam.
Stefan se dirigiu ao diário de Elena. Dentro estavam as lembranças dos últimos dias de Elena, escritas por sua própria mão. Se ele começasse a pensar nisso agora...
Se concentrou em um livro de pé que estava abaixo. A tinta fraca sobre as páginas amareladas, não eram fáceis de ler, mas depois de alguns minutos se acostumou a essa densa e intrincada escrita de elaborados floreios.
Era a história de Honoria Fell e seu marido que com os Smallwood e algumas outras famílias chegaram a este lugar quando ainda era um deserto praticamente virgem. Eles tinham não só enfrentado os perigos de fome e isolação, mas também de nativa vida selvagem. Honoria contava a história da batalha deles pela sobrevivência simples e claramente, sem sentimentalismos.
E nessas páginas Stefan encontrou o que estava procurando.
Como por intuição, releu o começo cuidadosamente. No final, se inclinou e fechou os olhos.
Ele estava certo. Não havia mais a mínima dúvida em sua mente. E isso significava que também devia está certo sobre o que estava acontecendo com Fell’s Church agora. Por um instante, foi sacudido por uma onda brilhantemente doentia, e uma ira que o fez querer rasgar, arrancar e machucar alguma coisa. Sue. A linda Sue que tinha sido amiga de Elena tinha morrido por... isso. Um ritual de sangue, uma obscena iniciação. Isso o fez querer matar.
Mas então a fúria começou a desaparecer e  veio uma feroz determinação de parar o que estava acontecendo e colocar as coisas no lugar.
Prometi a você, sussurrou para Elena em sua mente. Vou parar isso de qualquer forma. Não importa como.
Ele levantou o olhos e encontrou Matt olhando para ele.
O diário de Elena nas mãos de Matt, fechando com seu dedo. Os olhos de Matt pareciam de um azul tão profundo como os de Elena. Tão escuros, tumultuosos, com pesar e alguma coisa como amargura.
— Você encontrou — disse Matt. — E é ruim.
— Sim.
— Seria ruim — Matt colocou o diário de Elena do mostrador e ficou quieto. Havia um tom quase de satisfação em sua voz. Como alguém que provou seu ponto de vista.
— Eu poderia ter evitado o problema de vir aqui — Matt inspecionava a escura biblioteca e fazia soar o dinheiro em seu bolso. Um observador casual podia ter pensado que estava relaxado, mas sua voz o delatava. Era crua e tensa. — Você pensa apenas na pior coisa que possa imaginar que sempre será verdade — disse Matt.
— Matt... — Stefan sentiu uma repentina preocupação. Ele tinha estado muito preocupado com Matt desde sua volta a Fell’s Church. Agora se dava conta de que tinha sido um bobo imperdoável. Algo não estava bem. Todo o corpo de Matt estava rígido com tensão abaixo da superfície. Stefan podia sentir sua angustia, o desespero em sua mente.
— Matt, o que está acontecendo? — perguntou tranquilamente. Se levantou e se colocou ao seu lado. — É algo que fiz?
— Estou bem.
— Você está tremendo — isso era verdade. Pequenos tremores corriam pelos seus músculos tensos.
— Disse que estou bem — Matt se afastou dele, com os ombros encurvados defensivamente. — De qualquer forma o que você poderia ter feito para me deixar melhor? Além de pegar minha garota e tê-la matado, eu digo.
Essa punhalada era diferente, foi em algum lugar ao redor do coração de Stefan e foi se estreitando. Como a lâmina que o tinha matado uma vez. Ele tentou respirar, não confiando nele mesmo em falar.
— Sinto muito — a voz de Matt era pesada quando Stefan olhou e viu que a tensão de seus ombros tinha diminuído. — Isso foi uma péssima coisa a se dizer.
— Isso é verdade — Stefan esperou um momento e acrescentou, em voz baixa — mas isso não é todo o problema, certo?
Matt não respondeu. Olhava para o chão empurrando algo invisível com a ponta de seu sapato. Justo quando Stefan estava a ponto de se render, Matt voltou com uma pergunta.
— Como é o mundo realmente?
— Como é... o que?
— O mundo. Você já viveu muito, Stefan. Tem quatro ou cinco séculos a mais que nós, não é? O que acontece? Quero dizer, se é um lugar que valha a pena salvar ou é em essência um monte de lixo.
Stefan fechou os olhos.
— Oh.
— E o que me diz das pessoas, Stefan? A raça humana. Somos a doença ou simplesmente o sintoma? Digo, você escolhe alguém como... como Elena — a voz de Matt estremeceu brevemente, mas ele continuou. — Elena morreu para manter a cidade a salvo para garotas como Sue. E agora Sue está morta. E isso tudo aconteceu de novo. E nunca acaba. Não podemos vencer. Então, o que me diz?
— Matt.
— O que realmente pergunto é qual a razão? Existe alguma brincadeira cósmica que não estou entendendo? Ou toda essa coisa é um grande erro? Entende o que estou tentando dizer?
— Entendo, Matt — Stefan se sentou e levou as mãos ao cabelo — Se você se calasse por um minuto, eu tentaria responder.
Matt aproximou uma cadeira e se sentou.
— Bem, me dê sua melhor resposta — os olhos de Matt eram duros e inquisitivos, mas no fundo, Stefan não viu mais do que o rancor de um coração desconcertado.
— Tenho visto muito mal, Matt, mais do que pode imaginar — Stefan disse. — Inclusive tenho vivido isso. Isso sempre vai ser uma parte de mim, não importa o quanto eu lute. Às vezes acho que toda a raça humana é má, principalmente meu tipo. E às vezes acho que ambas as raças representam o mal sem se importar o que aconteça com o resto. Mesmo chegando a isso, não sei mais do que você sabe. Não posso dizer se há uma razão ou se as coisas vão se sair bem — Stefan atravessou os olhos de Matt e perguntou intencionalmente: — Mas tenho uma outra pergunta para você. Então o que?
Matt olhava impaciente.
— O que?
— É. O que?
— E se o universo é mal e se nada que fizermos para tentar e mudar isso pode realmente fazer alguma diferença? — a voz de Matt estava ficando mais audível por causa da incredulidade.
— É, então o que? — Stefan continuou. — Então o que vai fazer, Matt Honeycutt, se todas as coisas ruins que disse forem verdade? O que você mesmo está fazendo? Está parando de lutar e nadar com os tubarões?
Matt estava segurando as costas da cadeira.
— Do que você está falando?
— Pode fazer isso Matt, você sabe. Damon sempre disse isso. Pode se unir ao lado do mal, o lado vencedor. E ninguém pode realmente culpá-lo, porque se o universo é desse jeito, por que não deveria ser desse jeito também?
— Como no inferno! — explodiu Matt. Seus olhos azuis queimavam e ele estava meio levantado da cadeira. — Do jeito de Damon, talvez. Mas só porque não se vislumbre esperança, não quer dizer que seja certo deixar de lutar. Mesmo que se soubesse que não há esperança, eu tentaria. Tenho que tentar, droga!
— Eu sei — Stefan se acalmou e sorriu ligeiramente. Era um sorriso cansado, mas mostrava a familiaridade que sentia com Matt agora. E por um momento encontrou entendimento em sua expressão. — Eu sei, porque sinto o mesmo — Stefan continuou. — Não existe desculpa para renunciar a luta só porque parece que vamos perder. Temos que tentar porque a outra alternativa é se render.
— Não estou pronto para me render a nada — disse Matt. Ele se sentia como se tivesse voltado a lutar com um fogo interior que atravessava seu corpo. — Nunca.
— É, nunca, é um longo tempo — disse Stefan. — Mas pelo menos, vou tentar, não deixar de lado. Não sei se será possível, mas vou tentar.
— É tudo o que se pode fazer — disse Matt. Retirou a cadeira devagar e se estirou, ficou sem tensão e os olhos claros já quase se despediam do que Stefan se lembrava dele.
— Ok, se já encontrou o que viemos procurar, é melhor voltarmos para as garotas — mas Stefan pensava, sua cabeça dava nós.
— Matt, se eu estiver certo sobre o que está acontecendo, as garotas vão ficar bem por enquanto. Mas você vai e monta guarda para elas. Enquanto fico aqui, tem algo que eu gostaria de reler sobre um garoto chamado Gervase de Tilbury, que viveu no começo do ano 1200.
— Antes de você, é? — disse Matt e Stefan lhe deu um sorriso fantasmagórico. Permaneceram um momento olhando um para o outro.
— Tudo bem. Vejo você na casa de Vickie — Matt foi para a porta e hesitou. De repente estendeu a mão.
— Stefan, fico feliz que você tenha voltado.
Stefan apertou sua mão.
— É bom ouvir isso — foi tudo o que disse, mas em seu interior sentiu uma calidez que despejou toda a dor pulsante e também algo de solidão.

2 comentários:

  1. Não me importo que morram todos os personagens desse livro,contanto que o Matt continue vivo,porque eu amo ele!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Realmente Matt é um amor
      😍

      Excluir

• Não dê SPOILER!
• Para comentar sem conta, escolha a opção Nome/URL. Escreva seu nome/apelido e deixe URL em branco

Os comentários estão demorando alguns dias para serem aprovados... a situação será normalizada assim que possível. Boa leitura!