8 de novembro de 2015

Capítulo 3

As primeiras luzes do amanhecer estavam riscando o céu noturno de rosa e um verde pálido. Stefan assistia ao espetáculo da janela de seu quarto, na casa de madeira. Ele tinha alugado especificamente esse quarto porque havia um alçapão no teto, um alçapão que se abria para uma janela por onde você poderia sair por sobre o telhado. Agora a portinhola estava aberta e um vento frio e úmido derrubou a escada do alçapão. Stefan estava totalmente vestido, mas não era porque ele tinha levantado cedo. Ele não dormia nunca.
Ele apenas voltou para a floresta, onde as poucas folhas úmidas grudavam nas laterais de sua bota. Ele as tirou exigentemente. Os comentários dos estudantes no dia anterior não escaparam dele e ele sabia que eles estavam reparando nas roupas dele. Ele sempre vestia o melhor, não por simples vaidade, mas por que era coisa certa a se fazer. Seu tutor sempre dizia: um aristocrata deve vestir-se fazendo jus à sua posição. Se ele não fizesse isso, mostraria desprezo pelos outros.
Toda pessoa tinha um lugar no mundo, e o dele era entre a nobreza. 
Por que estava insistindo nessas coisas? Claro, ele devia imitar o modelo dos estudantes, já que ele mesmo voltou a ser um, dias atrás. Agora as lembranças vinham grossas e rápidas, como se tivesse nadando pelas páginas de um diário, seus olhos capturando os dias. Um lampejo vivamente veio a ele agora: o rosto de seu pai quando Damon anunciou que ele tinha deixado a universidade. Ele nunca esqueceria isso. Nunca tinha visto seu pai tão irritado...
— O que você quer dizer com “não vai mais voltar”? — Giuseppe era normalmente um homem imparcial, mas tinha um temperamento rigoroso e o seu filho mais velho trazia violentas emoções a ele.
Agora seu filho tocou levemente nos lábios com um lenço de seda cor de carmim. 
— Estou aqui imaginando, o senhor não entende uma simples frase, papai. Então eu devo repeti-la em latim para o senhor?
— Damon  Stefan começou rigorosamente, estarrecido com a falta de respeito. Mas seu pai o interrompeu.
— Você está dizendo que eu, Giuseppe, Conde di Salvatore, terei que olhar para os meus amigos sabendo que o meu filho é um preguiçoso que não contribui em nada para Florença?
Os serviçais aproximavam-se receosos, já que Giuseppe trabalhava de maneira a direcionar sua raiva.
Damon nem mesmo piscou.
— Porco parasita! Já não foi ruim o suficiente quando você estava na escola, desperdiçando seu tempo e meu dinheiro? Oh sim, eu sei tudo sobre as apostas, dinheiro e mulheres. E sei que se não fosse pelos seus secretários e tutores, teria fracassado em todos os cursos. Mas agora você diz isso para desonrar-me completamente. Por quê? Por quê?  As largas mãos dele agarraram o queixo de Damon.  Então você voltará a caçar como um predador? 
Stefan tinha que dar créditos ao seu irmão; Damon não estremeceu. Manteve sua postura, quase desprezando o aperto de seu pai. Seus lábios estavam curvados numa linha de pura arrogância.
Você foi longe demais, pensou Stefan, assistindo os dois homens encarando-se. Diferenciando-se pelo charme que cada um esbanjava. Mas então houve um som no escritório e a porta do corredor abriu-se. Virando, Stefan ficou deslumbrado com os olhos cor de pedra preciosa, moldurados por longos cabelos dourados. Esta era Katherine. O pai dela, o barão de Swartzschild, tinha trazido-a das frias terras da Alemanha para a Itália, esperando poder ajudá-la a se recuperar de sua doença. E desde o dia que ela chegou, tudo tinha mudado para Stefan.
— Peço perdão. Eu não quis ser intrometida  a voz dela era macia e clara. Ela movimentava-se graciosamente como se fosse uma pena.
— Não, não vá. Fique  Stefan pediu rapidamente.
Ele queria dizer mais e pegar a mão dela, mas ele impediu-se, não com o pai ali. Tudo o que ele poderia fazer era contemplar as joias azuis dos olhos dela, que estavam no mesmo nível que os dele.
— Sim, fique  Giuseppe concordou.
E Stefan viu a expressão severa de seu pai suavizar-se e ele soltar Damon. Ele andou para frente, endireitando seu longo e pesado casaco de pele.
— Seu pai deve retornar dos negócios na cidade hoje, ele ficará feliz em vê-la. Mas suas bochechas estão pálidas, pequena Katherine. Não está doente de novo, espero?
— Sabe que sou sempre pálida, senhor. Eu não uso blush como as suas ousadas garotas italianas.
— A senhorita não precisa disso  Stefan disse antes que pudesse se deter, e Katherine sorriu para ele. Ela era tão linda. Seu coração começou a pular.
Seu pai continuou.
— E eu a vi tão pouco durante o dia. A senhorita raramente nos dá o prazer de sua companhia antes do crepúsculo.
 Tenho os meus estudos e minhas obrigações em meu quarto, senhor  Katherine respondeu calmamente.
Stefan sabia que isso não era verdade, mas ele não diria nada; ele nunca revelaria o segredo de Katherine. Ela olhou para o pai dele de novo.
— Mas estou aqui agora, senhor.
— Sim, sim, isto é verdade. E tenho que providenciar um jantar especial pelo retorno do seu pai. Damon... nós conversaremos mais tarde.
Giuseppe moveu-se até os servos, que o seguiram. Stefan virou-se para Katherine com prazer. Era raro eles poderem conversar um com o outro sem a presença do pai dele ou de Gudrem, a impassível dama de companhia alemã de Katherine.
Mas então o que Stefan viu fez um vento soprar em seu estômago. Katherine estava sorrindo – um sorriso pequeno e secreto, como se ela estivesse procurando por ele. Mas ela não estava olhando para ele. Estava olhando para Damon.
Stefan odiava seu irmão agora, odiava Damon, o bonito, gracioso e sensual que tinha todas as mulheres aos seus pés como mariposas mas chamas. Ele queria, agora, derrubar Damon e sua beleza em pedaços.
Instantaneamente teve que esperar e assistir Katherine mover-se lentamente na direção de seu irmão, passo a passo, arrastando seu glorioso vestido no carpete. E ele tinha que assistir Damon segurar a mão de Katherine e sorrir cruelmente em triunfo...
Stefan virou-se para a janela.
Por que estava remoendo os velhos tempos? Mas ele parou de pensar nisso e pegou sua camisa, que estava em cima da uma cadeira dourada e vestiu-a. Com os dedos indicador e o polegar, acariciou o anel que estava na palma de sua mão, e então o ergueu contra a luz.
Era uma pequena argola trabalhada em ouro. Cinco séculos não diminuíram o seu brilho. Possuía uma pedra azul do tamanho da sua unha do dedo mindinho. Stefan olhou para o pesado anel de prata na sua mão, também com uma pedra azul. E no seu peito sentiu um familiar desconforto.
Ele não podia esquecer o passado, e realmente não desejava isso. Apesar de tudo o que havia acontecido, ele preservava as lembranças de Katherine. Mas havia uma única lembrança que realmente não queria desenterrar, uma página do diário que não abriu. Se tivesse que reviver aquele horror, aquela... abominação, ele ficaria maluco. Como no dia, no último dia, quando deixou seu controle.
Stefan debruçou-se na janela. Seu tutor tinha outro ditado: um monstro nunca encontra a paz. Ele pode ter um triunfo, mas nunca encontra a paz. Por que tinha vindo para Fell’s Church?
Tinha esperança de encontrar a paz aqui, mas isto era impossível. Ele nunca seria aceito, nunca teria descanso. Por que era um monstro. E não tinha como mudar o que ele era.


Elena levantou-se mais cedo que o normal. Ela podia ouvir tia Judith encerando o quarto, preparando-se para o banho. Margaret continuava dormindo, enrolada como um ratinho em sua cama. Elena passou por sua irmã caçula entreabrindo a porta ruidosamente e continuou descendo para o hall, para sair de casa.
A brisa estava fresca e limpa esta manhã, a árvore estava inabitada a não ser pelos pardais. Ela, que tinha ido para a cama com a cabeça latejando de dor, olhou para o céu azul e respirou profundamente. Sentia-se bem melhor que no dia anterior. E prometeu encontrar Matt antes da escola. Pensou em não olhar muito para frente, tinha certeza que tudo daria certo.
Matt morava a duas quadras da escola. Era uma casa simples, como as outras da rua, exceto talvez pela piscina na varanda, que estava um pouco surrada, a pintura estava descascando um pouco. Ele já estava na frente da casa e por um momento o coração dela palpitou ao vê-lo.
Era bonito. Não havia dúvidas sobre isso. Matt era o queridinho de toda a América... Seu cabelo loiro era cortado curto para a temporada de futebol e sua pele estava bronzeada pelo trabalho na empresa de seus avós. Seus olhos azuis eram doces e honestos. E hoje, quando ele a abraçou gentilmente, eles estavam um pouco tristes.
— Você não gostaria de entrar?
— Não. Vamos indo  Elena disse.
Eles foram lado a lado sem se tocar pelo lado sombreado da rua, onde estavam as nogueiras. O ar dessa manhã tinha ficado silencioso. Elena olhava para os seus pés na calçada molhada, sentindo-se de repente incerta. Ela não sabia como começar agora, depois de tudo.
— Então você não vai me contar sobre a França?
— Oh, lá é maravilhoso  respondeu Elena. Ela olhou rapidamente para ele. Ele olhava para a calçada também. — Tudo lá é maravilhoso  ela continuou, tentando pôr algum entusiasmo na voz. — As pessoas, a comida, tudo é simplesmente... — a voz dela parou e ela sentiu-se nervosa.
— Sim, eu sei. Maravilhoso  ele terminou para ela.
Parou e continuou olhando para baixo, fitando seu tênis. Elena os reconheceu do ano anterior. A família de Matt talvez não pudesse se dar ao luxo de comprar sapatos novos. Ela olhou para cima para encontrar os olhos azuis dele.
— Você sabe, você é linda e boa  ele disse.
Elena abriu a boca em contestação, mas ele começou a falar novamente.
— E espero que você tenha algo para me dizer.
Ela aproximou-se dele e ele sorriu, um sorriso torto e doce. Então ela o envolveu em seus braços.
— Oh, Matt  disse, abraçando-o fortemente. Ela recuou olhando para o rosto dele. — Oh, Matt, você é a melhor pessoa que já conheci. Eu não te mereço.
— Ah, então é por isso que você está me desprezando  Matt falou quando eles começaram a andar novamente. — Porque eu sou bom demais para você. Eu deveria ter percebido isso antes.
Ela beliscou o braço dele.
— Não, não é esta a razão e eu não estou desprezando você. Nós seremos amigos, certo?
— Ah, claro. Absolutamente. Porque é isso que eu deveria ter notado que nós somos.
Ela parou e o encarou novamente.
— Bons amigos. Seja honesto, agora, Matt não é só isso o que você realmente sente por mim?
Ele olhou para ela e então revirou os olhos dramaticamente.
— Eu posso ter a metade ou isso?  Ele disse. O queixo de Elena caiu e ele adicionou: — Isso não tem nada haver com o garoto novo, não é?
— Não  Elena negou depois de hesitar um minuto e então adicionou rapidamente: — Eu ainda não o conheço. Nem sei quem é ele.
— Mas você quer. Não, não diga isso  ele colocou os braços em volta dela e gentilmente a virou.
— Vamos, temos que ir para a escola. Se tivermos tempo, compro um donut para você  quando eles estavam andando, algo passou pela nogueira acima deles. Matt assobiou e apontou. — Olha isso! É a maior corvo que eu já vi.
Elena olhou, mas o pássaro já tinha ido.
A escola hoje era um lugar conveniente para Elena rever seu plano. Ela acordou esta manhã sabendo o que tinha que fazer. E recolheu mais informações sobre as matérias de Stefan Salvatore. O que não foi difícil, porque todo mundo na Robert E. Lee estava falando dele.
Era de conhecimento de todos que ele teve um pouco de sorte na matrícula com a secretaria de administração ontem. E hoje tinha que falar com o diretor. Algo sobre a papelada dele. Mas o diretor o mandaria de volta para as aulas (depois, havia um rumor sobre a uma ligação à longa distancia para Roma – ou era Washington?), e tudo parecia estar resolvido agora. Oficialmente, pelo menos.
Quando Elena chegou à aula de história europeia pela tarde, foi saudada com um assobio baixo. Dick Carter e Tyler Smallwood estavam lá. Um belo casal de idiotas, ela pensou, ignorando o assobio e os berros. Eles pensavam que ser atacantes do time de futebol fazia deles gostosos. Ela manteve os olhos neles como se desejasse chegar o mais rápido possível ao corredor, umedeceu os lábios e abriu seu pó compacto. Ela tinha contado a Bonnie a introdução especial e o plano que ela colocaria em ação assim que Stefan a visse. O espelho do pó compacto dava a ela uma visão privilegiada do hall atrás dela.
Assim, ela o viu saindo de algum lugar. De repente ele estava ao lado dela e ela fechou seu pó compacto quando ele passou. Ela queria pará-lo, mas algo aconteceu antes que pudesse fazê-lo. Stefan ficou tenso – ou pelo menos, algo nele parecia desconfiado. E então Dick e Tyler pararam na frente dele na porta de sala de aula. Bloqueando o caminho.
Os maiores idiotas do mundo, pensou Elena. Fulminando, ela os encarou por cima do ombro de Stefan. Eles estavam adorando o jogo, desleixados na passagem da porta, fingindo ser completamente cegos ao fato de Stefan estar ali.
— Com licença.
Era o mesmo tom que ele usara com o professor de história, sossegado e leve.
Dick e Tyler olharam um para o outro, então olharam em volta, como se escutassem vozes de espíritos.
— Scusi Tyler disse falsamente. — Scusi me? Me scusi? Jacuzzi?
Os dois riram.
Elena viu músculos apertarem-se sob as camisas na frente dela. Isso era completamente injusto; eles eram duas vezes mais altos que Stefan e Tyler era duas vezes mais largo. 
— Algum problema aqui?
Elena se assustou tanto quanto os garotos com essa nova voz atrás dela. Ela se virou e viu Matt. Os olhos azuis dele estavam severos.
Os lábios de Elena moveram-se um pouco para um sorriso. O bom e velho Matt, ela pensou. Mas agora o bom e velho Matt estava entrando na sala ao lado de Stefan e ela estava atrás deles, logo na frente dos camisas apertadas. Quando eles sentaram, Elena deslizou para a mesa atrás de Stefan, onde poderia observá-lo sem ser notada. Seu plano teria que esperar para depois da aula.
Matt continuava ali com as mãos nos bolsos, sinal de que ele queria dizer algo.
— Uh, ei  ele começou, desconfortavelmente. — Esses garotos são, você sabe... 
Stefan riu. Era um som baixo.
— Quem sou eu para julgar?  Tinha mais emoção na voz dele do que Elena tinha ouvido antes, quando ele tinha falado com o Sr. Tanner. E essa emoção era cruamente infeliz. — De qualquer forma, por que eu deveria ser bem-vindo aqui?  Ele terminou, quase que para si mesmo.
— Por que você não deveria ser?  Matt estava quase berrando com Stefan; agora a mandíbula dele estava trincada com a decisão.
— Escuta  ele disse. — Vocês estavam falando de futebol ontem. Bem, a nossa estrela maior rompeu em lágrimas ontem à tarde, e nós precisamos de um substituto. As eliminatórias são esta tarde. O que você acha?
— Eu?  Stefan soou como se tivesse sido pego de guarda baixa. — Ah... eu não sei se posso.
— Você pode correr?
— Posso? — Stefan virou-se um pouco para Matt, e Elena pôde ver indícios de um sorriso nos lábios dele. — Sim.
— Você aceitaria?
— Sim.
— Isso é tudo que podemos fazer. Estarei no quarto tempo. Se você puder aceitar o que propus e correr com eles, pode jogar.
— Verei.
Stefan na verdade estava quase sorrindo, e a boca de Matt estava séria, mas seus olhos azuis dançavam. Espanto dominou Elena, e ela percebeu que era ciúmes. A cordialidade entre os dois garotos a calou completamente.
Mas no outro instante o sorriso de Stefan desapareceu. Ele falou, distante:
— Obrigado… Mas não. Eu tenho outros compromissos.
Nesta hora, Bonnie e Caroline chegaram e a aula começou.
Tanner deu uma palestra completa sobre a Europa, enquanto Elena repetia para si mesma, “Oi. Eu sou Elena Gilbert. Sou chefe do Comitê de Boas-Vindas, e tenho a responsabilidade de lhe mostrar a escola. Agora, eu não queria aborrecê-lo, mas é o meu trabalho, e você não gostaria de me deixar sem trabalho, não é?”
Esta era a única saída ampla para o olhar saudoso naqueles olhos. Mas só se ele parecesse querer ir embora. Esta era uma técnica infalível. Ele era um aproveitador de mulheres que precisava ser resgatado.
No meio da sala uma garota se esticou e passou um bilhete para ela. Elena abriu-o e reconheceu caligrafia redonda e infantil de Bonnie. Leu então:

Eu mantive C. afastada pelo maior tempo que consegui. O que aconteceu? Funcionou?????

Elena olhou para cima para ver Bonnie retorcendo-se na primeira fila, onde ela sentava. Ela apontou para o papel e sacudiu a cabeça, movend a boca.
— Depois da aula.
Pareceu que demorou um século até Tanner deixar alguns minutos finais instruções sobre a apresentação oral e dispensá-los. Então todo mundo se levantou, um por um. É agora, pensou Elena, e com o coração palpitando, andou até Stefan, bloqueando o caminho para que ele não pudesse desviar dela.
Como Dick e Tyler, ela pensou, sentindo uma risada histérica se formar. Ela olhou para cima e encontrou seus lábios no mesmo nível que a boca dele. Sua mente ficou em branco. O que ela deveria dizer mesmo? Ela abriu a boca, e algumas palavras que ela tinha praticado vieram à tona.
— Oi. Eu sou Elena Gilbert, e eu sou chefe do Comitê de Boas-Vindas e eu tenho que...
— Me desculpe; eu não tenho tempo.
Por um minuto, ela não acreditou que ele estava falando, que não tinha lhe dado a chance de terminar. A boca dela terminou o que ela tinha praticado.
— ... lhe mostrar a escola.
— Me desculpe; eu não posso. Eu tenho que... Que fazer os testes para o futebol  Stefan virou-se para Matt, que olhava espantado. — Você disse que eles eram depois da aula, não disse? 
— Sim  Matt respondeu lentamente. — Mas...
— Então é melhor irmos. Talvez você possa me mostrar o caminho.
Matt olhou assustado para Elena, e então concordou.
— Bem… Claro. Vamos.
Ele olhou de relance para trás quando saíam. Stefan não.
Elena pegou-se olhando ao redor para o círculo de observadores curiosos, incluindo Caroline, que abriu um sorriso. Elena sentiu seu corpo entorpecer e sua garganta fechar. Ela não poderia ficar ali nem mais um segundo. Virou-se e andou rapidamente para poder sair da sala.

11 comentários:

  1. Gostei, um pouco de indiferença pode fazer dela uma pessoa melhor e mais humilde kkkk ansiosa para ler o prox cap.

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  2. Esculachou ela... Mas até ri... Ela é mto ... Sla, metida e tem mais autoconfiança do que recomendado para a saúde...
    E mto diferente da série!

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  3. Muiitooo diferente da série! Mas até agora estou gostando. A personalidade da Elena no livro lembra um pouco da personalidade da Caroline na primeira temporada da série.

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  4. A Elena da série diario de um vampiro fez um filme no qual foi protagonista foi o "acredite em lobisomens " vcs lembram? ela era muito mais jovem

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  5. ACHEI ELE UM POUCO BRUTO COM ELA NAO PRECISAVA ISSO MAIS DE CERTA FOR
    ELA MERECEU

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  6. Nossa definitivamente a Elena do livro é a Caroline da serie,estou lendo e so consigo ver a Caroline ,essa Elena do livro é muito diferente da personalidade doce e meiga da Elene da serie,a serie é perfeita e o livro por enquanto esta deixando a desejar ,vou continuar lendo espero que melhora !

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    1. o livro lançou primeiro e estamos acostumados com fato da Elena ser meiga e delicada, não compare o livro com a série.. lá na frente você ver que a série que deixa a desejar por ser uma cópia do livro!!!!

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  7. As diferenças do livro para a serie são: no livro a Elena tem uma irmã chamada Margaret, ja na serie a Elena tem um irmão chamado Jeremy. No livro a Elena é chata,convencida e auto-confiante e na serie ela é doce e meiga. No livro o Stefan tem cabelo andulado e na serie ele tem cabelo liso. No livro o Stefan ainda não conhecia a Elena, na serie ele estava na cidade por causa dela. No livro a historia se passa em fells church e na serie a historia se passa em meytic falls.

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  8. Elena no livro é um tanto fútil. Estou com um pouco de dificuldade para imaginar ela assim já que tenho a imagem da Elena da série já formada na minha cabeça. Vamos ver como será até o final do livro.

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  9. nossa estou adorando o fato de Elena ser convencida e Stefan a desprezar.. ela está parecendo a Kath kkk.. #amando

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  10. eu amo a série, mas os livro é inlegível, putz!
    é uma decepção esse livro...
    o livro e a série são duas coisas completamente diferentes, não ha como compara los, são duas estorias completamente diferentes, a unica coisas que une os dois são os nomes de alguns personagens, alguns existem apenas no livro e outros apenas na serie.
    mas como um todo o livro serviu como um esboço para uma grande obra de arte no caso a melhor série do mundo TVD...

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