29 de novembro de 2015

Capítulo 34

— Vocês foram alimentados e cuidados do melhor jeito que conseguimos — Meredith disse, olhando para todos os jovens com rostos assustados e tensos, quando todos se viraram para ela, no porão. — E agora, só há uma coisa que pedimos em troca.
Ela fez um esforço e firmou sua voz.
— Quero saber se alguém tem um celular que se conecta com a internet, ou um computador que ainda esteja funcionando. Por favor, por favor ... Se vocês até mesmo pensam saber onde há um funcionando, me diga.
A tensão parecia um cordão de borracha espessa, arrastando Meredith para cada um dos rostos pálidos e tensos, que a olhavam do mesmo jeito.
Justo quando Meredith estava essencialmente equilibrada, cerca de doze mãos se levantaram imediatamente, e uma menina solitária de cinco anos de idade disse:
— Minha mamãe tem um. E meu papai também.
Houve uma pausa e antes que Meredith pudesse dizer “Alguém conhece essa menina?”, uma menina mais velha disse:
— Ela quer dizer que eles tinham um, antes da chegada do Homem das Chamas.
— O Homem das Chamas é o Shinichi? — Meredith perguntou.
— Claro. Às vezes ele fazia as partes vermelhas de seu cabelo queimar até o topo de sua cabeça.
Meredith guardou este fato embaixo de “Coisas que eu não quero ver, sinceramente, de coração, nunca mesmo.”
Ela se sacudiu para tirar a imagem de sua cabeça.
— Garotos e garotas, por favor, por favor, pensem. Eu só preciso de um celular com acesso à internet, que ainda tenha bateria, neste instante. Um notebook ou computador que ainda esteja funcionando agora, talvez por causa de um gerador que ainda dê eletricidade. Só de uma família com gerador que ainda esteja funcionando. Alguém?
As mãos estavam abaixadas agora.
Um garoto que ela pensou reconhecer como o irmão de Loring, talvez com dez ou onze anos, disse:
— O Homem das Chamas disse que celulares e computadores eram coisas ruins. É por isso que meu irmão teve uma briga mano-a-mano com o meu pai. Ele jogou todos os celulares da casa na privada.
— Ok, ok, obrigada. Mas alguém viu um celular funcionando ou um computador? Ou um gerador?
— Ora, sim, minha amada, eu tenho um — A voz veio do topo das escadas.
A Sra. Flowers estava parada lá, vestida com um sobretudo. Estranhamente, ela estava com sua bolsa volumosa em uma das mãos.
— Você tem… Tem um gerador?— Meredith perguntou, seu coração acelerando.
Que perda de tempo! Se a cidade viesse abaixo por causa dela, Meredith, ela ainda não teria terminado sua própria pesquisa!Os minutos estavam passando, e se alguém em Fell’s Church morresse, seria culpa dela. Culpa dela. Ela não achava que poderia viver com isso. Meredith tentou, durante toda a sua vida, alcançar o estado de calma, concentração e equilíbrio que era o outro lado da moeda das suas habilidades de luta das diversas disciplinas que havia aprendido. E ela havia ficado boa nisto: uma boa observadora, uma boa filha, até mesmo uma boa aluna entre todas do ex-grupinho popular de Elena. Ele era composto por: Elena, Meredith, Caroline e Bonnie, que, juntas, pareciam quatro peças de um quebra-cabeça. Meredith, às vezes, sentia falta dos velhos tempos de ousadia e de brincadeiras pseudo-sofisticadas, que nunca machucaram ninguém — exceto aquele garotos bobos que ficavam em volta dela como formigas ficam em volta de um piquenique.
Mas agora, olhando para si mesma, ela estava confusa. Quem era ela? Uma garota hispânica com o nome da melhor amiga galega de sua mãe, dos tempos de faculdade. Uma caçadora de vampiros que tinha dentes de gatinho, um irmão gêmeo vampiro, e um grupo de amigos que incluía Stefan, um vampiro; Elena, uma ex-vampira... E, possivelmente, outro vampiro, embora ela estivesse extremamente hesitante em chamar Damon de “amigo”.
E aonde chegamos com tudo isso?
Com uma garota tentando fazer o seu melhor para manter o equilíbrio e a concentração, em um mundo que havia enlouquecido. Uma garota que ainda estava se curando das verdades que ela aprendera sobre sua própria família, e agora se torturava, tentando confirmar uma suspeita terrível.
Pare de pensar. Pare! Você tem que contar à Sra. Flowers que sua pensão fora destruída.
— Sra. Flowers... Sobre a sua pensão… Eu tenho que te dizer…
— Por que você não usa o meu BlackBerry primeiro? — A Sra. Flowers desceu as escadas do porão cuidadosamente, olhando para seus pés, e então as crianças foram para frente dela como ondas do Mar Vermelho.
— O seu...? — Meredith encarou, chocada.
A Sra. Flowers abriu sua enorme bolsa e agora segurava um pequeno objeto preto para ela.
— Ainda tem bateria — A velha senhora explicou enquanto Meredith pegava o objeto com as duas mãos trêmulas, como se estivesse pegando um objeto sagrado. — Acabei de ligá-lo e está funcionando. E agora, estou na internet! — Ela disse, orgulhosamente.
O mundo de Meredith fora engolido por uma telinha antiquada, cinza e pequena.
Ela estava tão surpresa e animada por ver aquilo que quase esqueceu o porquê dela precisar dele. Mas seu corpo sabia. Seus dedos se firmaram; seus polegares dançaram sobre as teclas. Ela entrou na sua página favorita de buscas e digitou a palavra “Orime”. Apareceram várias páginas — a maioria em japonês. Então, sentindo seus joelhos tremerem, ela digitou “Inari”.
6.530.298 resultados.
Ela foi para no primeiro link que apareceu e viu uma web page com uma definição. Palavras-chave pareciam voar para cima dela como se fossem abutres. Inari era uma divindade Shinto japonesa do arroz... E... Das raposas. Na entrada de um santuário de Inari há… Estátuas de dois kitsune… Um do sexo masculino e outra do feminino… Ambos com uma chave ou com uma joia na boca ou na pata… Esses espíritos-raposa são os servos e os mensageiros de Inari. Eles seguem as ordens de Inari…
Havia também uma foto com um par de estátuas de kitsune, na forma de raposa. Ambos tinham em suas patas uma Esfera Estelar.
Três anos atrás, Meredith havia fraturado sua perna quando estava em uma viagem de esqui com seus primos, nas Montanhas Blue Ridge.
Ela havia dado de encontro direto com uma árvore. Nenhuma arte marcial poderia tê-la salvado no último minuto; ela estava esquiando em áreas perigosas, onde sabia que poderia trombar com qualquer coisa: barrancos, abismos, rochas. E, é claro, árvores. Muitas árvores. Ela era uma ótima esquiadora, mas estava indo rápido demais, indo para a direção errada, e a próxima coisa que ela percebeu foi que havia uma árvore em seu caminho.
Agora, ela tinha a mesma sensação de acordar depois de dar de cara com a árvore. O choque, a tontura e a náusea que eram, inicialmente, piores que a dor. Meredith podia aguentar a dor. Mas a martelada em sua cabeça, a consciência de que ela havia cometido um grande erro e que teria que pagar por isso era insuportável. Além disso, havia o medo curioso em saber que suas próprias pernas poderiam não aguentá-la por muito tempo. Até mesmo as mesmas perguntas inúteis corriam pelo seu subconsciente, tipo: “Como eu pude ser tão burra?” “Será que isso é um sonho?” e “Por favor, Deus, será que é possível eu apertar o botão Ctrl + Z?” Meredith de repente percebeu que estava apoiada tanto na Sra. Flowers quanto em uma menina de dezesseis anos, Ava Wakefield. O celular estava no chão de concreto do porão. Muitas crianças estavam gritando pelo nome de Matt.
— Não... Eu... Eu consigo ficar em pé.
Tudo que ela mais queria no mundo era se enfiar em um buraco e fugir deste horror. Ela queria que suas pernas tirassem uma folga e que sua mente ficasse em branco, assim ela poderia fugir...
Mas ela não podia fugir. Pegou a estaca; ela tinha uma obrigação, igual seu avô. Qualquer coisa sobrenatural que tirava o sossego de Fell’s Church, e que estivesse em sua mira, era seu problema. E o problema é que sua obrigação nunca acabava.
Matt desceu correndo as escadas, carregando uma menina de sete anos de idade, Hailey, que continuava se contorcendo em pequenas convulsões.
— Meredith! — Ela pôde ouvir a incredulidade na voz dele. — O que foi? O que você descobriu, pelo amor de Deus?
— Venha... Ver.
Meredith estava lembrando-se de detalhe por detalhe que deveriam ter acionando um alerta em sua cabeça. Matt, de alguma forma, já estava ao seu lado, enquanto ela se lembrava da primeira descrição de Bonnie sobre Isobel Saitou.
— Ela é do tipo quietinha. Difícil de conhecer bem. Tímida. E... Gente boa.
E a primeira visita à casa das Saitou. Da menina quietinha, tímida e gente boa, surgiu outra Isobel Saitou: a Deusa dos Piercings, com sangue e pus saindo de vários buracos em seu corpo. E quando eles haviam tentado levar o jantar para sua velha avó, Meredith havia percebido que o quarto de Isobel era bem embaixo do da velha senhora. Depois de ver Isobel toda cheia de piercings e claramente descontrolada, Meredith presumiu que alguma influência maligna devia estar tentando se espalhar e, no fundo de sua mente, ela se preocupou com a velhinha. Mas o mal poderia simplesmente ter vindo de lá de cima. Talvez Jim Bryce não tenha transmitido o malach para Isobel, no fim das contas. Talvez ela tenha transmitido para ele, e ele havia transmitido para Caroline e para sua irmã.
E aquela brincadeira de roda! A música cruel e maldosa que a Obaasan... “Que Inari-Obaasan havia cantado: “Uma raposa e uma tartaruga uma corrida foram apostar...” E suas palavras: “Há um kitsune envolvido nisto de alguma maneira.” Ela havia rido deles, se divertindo! Além disso, foi de Inari-Obaasan que Meredith havia ouvido pela primeira vez a palavra “kitsune”.
E uma crueldade adicional, que Meredith só havia sido capaz de perdoar, antes, porque pensou que Obaasan tivesse uma visão muito ruim. Naquela noite, Meredith estava de costas para a porta, assim como Bonnie também estava... Elas estavam concentradas na “pobre Obaasan”. Mas Obaasan estava olhando para a porta, e ela era a única que poderia ter visto — que deveria ter visto — Isobel vir de fininho por trás de Bonnie. E então, quando a música terrível disse à Bonnie para ela olhar para trás...
Isobel havia aparecido ali, pronta para lamber a testa de Bonnie com uma língua rosa e bifurcada...
— Por quê? — Meredith pôde ouvir sua própria voz dizendo — Por que eu fui tão burra? Como eu não pude ter visto desde o começo?
Matt havia recuperado o BlackBerry e lia a web page. Então ele simplesmente parou, fixo, seus olhos azuis arregalados.
— Você estava certa — Ele disse, depois de um longo momento.
— Eu quero tanto estar errada...
— Meredith... Shinichi e Misao são servos de Inari... Se essa mulher for Inari, nós estivemos correndo atrás das pessoas erradas, gastando esforços...
— Aqueles malditos Post-It — Meredith ficou chocada. — Aqueles feitos por Obaasan. Eles são inúteis, sem efeito. Todo aquele maço que ela abençoou não deve ter nenhum pingo de bondade... Mas, talvez, ela os tenha abençoado... Como se fosse um joguinho. Isobel até chegou em mim e mudou todos os caracteres que a velha senhora fez para os jarros para prender Shinichi e Misao. Ela disse que a Obaasan estava quase cega. Deixou uma lágrima no banco do meu carro. Eu não pude entender o porquê dela estar chorando.
— Eu ainda não entendo. Ela é neta dela... Provavelmente a terceira geração de um monstro! — Matt explodiu. — Por que ela choraria? E por que os Post-It funcionam?
— Porque eles foram feitos pela mãe de Isobel — A Sra. Flowers disse silenciosamente. — Querido Matt, tenho minhas dúvidas de que aquela mulher seja realmente uma parenta das Saitou.Sendo ela uma divindade... Ou um ser mágico poderoso com o nome de uma divindade... E, sem dúvidas, uma kitsune, ela deve ter se mudado com elas para cá e as usado este tempo todo. Isobel e sua mãe não tinham escolha a não ser continuar com a farsa, com medo do que ela poderia fazer com elas, caso não continuassem.
— Mas, Sra. Flowers, quando Tyrone e eu puxamos aquele fêmur do mato, você não tinha dito que as Saitou faziam excelentes amuletos? E você não disse que poderíamos pedir ajudar a elas na tradução das palavras para os jarros de barro, quando Alaric mandou aquelas fotos daquela ilha japonesa?
— Quanto a minha crença nas Saitou, bem, vou ter que mudar umas coisinhas aqui — A Sra. Flowers disse. — Não tinha como eu saber que essa Obaasan era maligna, mas ainda há duas delas que são gentis e boas, e que têm nos ajudado tremendamente... Mesmo colocando-se em um grande risco.
Meredith podia sentia o gosto amargo da bile em sua boca.
— Isobel poderia ter nos salvado. Ela poderia ter dito: “Minha falsa avó é, na verdade, um demônio”.
— Oh, minha querida Meredith, os jovens de hoje são implacáveis. Esta Inari deve ter se instalado na casa dela quando ela era uma criança. Tudo que ela sabia, primeiramente, era que a velha era uma tirana com o nome de uma deusa. Então, talvez, com alguma demonstração de poder... O que deve ter acontecido com o marido de Orime, eu me pergunto, para fazer com que ele voltasse ao Japão... Isto é, se fato ele foi para lá? Ele pode muito bem estar morto agora. E então, Isobel foi crescendo: tímida, quieta, introvertida... Com medo. Aqui não é o Japão; não há outras sacerdotisas no qual se possa confiar. E você viu as consequências quando Isobel estendeu a mão para alguém fora de sua família... O que aconteceu com seu namorado, Jim Bryce.
— E conosco... Bem, com você e com Bonnie — Matt disse à Meredith.
— Ela colocou Caroline atrás de você.
Mal sabendo o que eles estavam fazendo, começaram a falar mais e mais rápido.
— Temos que ir agora mesmo — Disse Meredith. — Shinichi e Misao podem ser aqueles que trarão a Última Meia-Noite, mas é Inari quem dá as ordens. E, quem sabe? Ela também pode ser aquela que atribui às punições. Nós não sabemos qual é o tamanho de sua Esfera Estelar.
— E nem sabemos onde ela está — Disse a velha senhora.
— Sra. Flowers — Matt disse apressadamente —, seria melhor você ficar aqui com as crianças. A Ava aqui é confiável, e onde está o Jacob Lagherty?
— Aqui — Disse um garoto que parecia ter mais de quinze anos
Ele era tão alto quanto Matt, só que mais desengonçado.
— Ok. Ava, Jake, você estão sob os comandos da Sra. Flowers. Deixaremos o Sabber com vocês também.
O cão era um grande sucesso entre as crianças, em seu melhor comportamento, mesmo quando os mais jovens mordiam sua cauda.
— Vocês dois devem ouvir a Sra. Flowers e...
— Matt, querido, eu não vou ficar aqui. Mas o animal será de grande ajuda para proteger as crianças.
Matt a encarou. Meredith sabia o que ele estava pensando. Será que a Sra. Flowers, quem havia sido confiável até agora, iria para algum lugar se esconder? Será que ela iria abandoná-los?
— E eu vou precisar que um de vocês me leve até a casa das Saito... Rapidamente! Mas o outro pode ficar aqui e proteger as crianças, também.
Meredith estava, ao mesmo tempo, aliviada e preocupada, e Matt estava claramente do mesmo jeito.
— Sra. Flowers, haverá uma batalha. Você pode se machucar ou ser feita de refém tão facilmente...
— Querido Matt, esta é a minha batalha. Minha família viveu em Fell’s Church durante muitas gerações, desde a época do pioneirismo. Acredito que esta seja a batalha pela qual eu nasci. Certamente a última, devido a minha idade.
Meredith congelou. Na penumbra do porão, a Sra. Flowers parecia estar diferente, de alguma forma. Até mesmo seu corpinho parecia estar mudando, crescendo, ficando bem mais alto.
— Mas como você vai lutar? — Matt perguntou, parecendo atordoado.
— Com isso. Aquele belo jovem, Sage, deixou isto para mim com um bilhete de desculpas por usar a Esfera Estelar de Misao. Eu costumava ser bem habilidosa com isto, quando era mais jovem.
Da sua bolsa espaçosa, a Sra. Flowers tirou algo pálido, longo e fino, e quando aquela coisa se desenrolou, a Sra. Flowers bateu com aquilo na parede, fazendo um barulho bem alto no porão. Aquilo atingiu uma bola de pingue-pongue, enrolando-se em volta dela, voltando logo em seguida para a mão aberta da Sra. Flowers.
Um chicote. Feito de algum material prateado. Indubitavelmente mágico. Até mesmo Matt parecia ter medo dele.
— Por que Ava e Jake não ensinam as crianças a como jogar pigue-pongue, enquanto estivermos fora? E devemos ir logo, meus queridos. Não temos tempo a perder. Uma terrível tragédia está chegando, Mama me disse.
Meredith esteve assistindo... Sentindo-se tão atordoada quanto Matt. Mas agora ela disse:
— Eu tenho uma arma também — Ela pegou a estaca e disse: — Lutarei, Matt. Ava, as crianças estão sob seus cuidados.
— E sob os meus — Jacob disse, e imediatamente mostrou sua utilidade, adicionando: — Aquilo ali pendurado não é um machado, perto da fornalha?
Matt correu e o agarrou. Meredith podia ver, pela sua expressão, o que ele estava pensando: Sim! Um machado pesado, um pouco enferrujado, mas ainda forte o suficiente. Agora, se os kitsune mandaram plantas ou árvores contra eles, ele estaria armado.
A Sra. Flowers já estava no topo das escadas do porão. Meredith e Matt trocaram um rápido olhar e então correram para encontrá-la.
— Você dirige o SUV de sua mãe. Eu sentarei no banco de trás. Estou um pouco... Bem, tonta, eu acho.
Meredith não gostava de admitir uma fraqueza pessoal, mas era melhor do que bater com o carro.
Matt concordou e ele era bom o bastante para não comentar o porquê dela se sentir tonta. Ela ainda não podia acreditar em sua própria estupidez.
A Sra. Flowers só disse uma coisinha:
— Matt, querido, quebre algumas regras de trânsito.

Um comentário:

  1. "A Sra. Flowers só disse uma coisinha:
    — Matt, querido, quebre algumas regras de trânsito.'
    Sra. Flowers é uma velhinha irada!!

    ResponderExcluir

• Não dê SPOILER!
• Para comentar sem conta, escolha a opção Nome/URL. Escreva seu nome/apelido e deixe URL em branco

Os comentários estão demorando alguns dias para serem aprovados... a situação será normalizada assim que possível. Boa leitura!