29 de novembro de 2015

Capítulo 33

Elena estava esperando que a névoa se dispersasse. Ela sempre voltava, aos pouquinhos, e agora ela se perguntava se isso iria embora, ou se isso era, na verdade, outro desafio. Então, quando, de repente, ela pôde ver a camisa de Stefan na frente dela, sentiu seu coração bater de felicidade. Ela não tinha estragado nada ultimamente.
— Eu consigo ver! — Stefan disse, puxando-a para o seu lado.
E então:
— Voilà... — Mas não passou de um sussurro.
— O que é, o que é? — Bonnie gritou, dando um salto para frente. E então ela parou também.
Damon não acelerou o passo. Só caminhou. Mas Elena estava olhando para Bonnie neste momento, ela viu sua expressão quando ele viu.
Na frente deles havia uma espécie de castelo pequeno, com grandes torres que penetravam as nuvens baixas que pairavam acima dele. Havia algum tipo de escrita sobre as enormes portas pretas, que pareciam as de uma catedral, mas Elena nunca vira algo parecido com aqueles rabiscos, devendo ser de alguma língua estrangeira.
Em ambos os lados do prédio havia paredes pretas que eram quase tão altas quanto às torres. Elena olhou da esquerda para a direita e percebeu que elas desapareciam quase que inteiramente. E sem magia, seria impossível sobrevoá-las. O quê o garoto e a garota da história haviam descoberto depois de dias, segurando-se na parede, eles simplesmente haviam andado diretamente para isto.
— Esta é a Casa de Portais dos Sete Tesouros, não é, Bonnie? Não é? Olhe! — Elena gritou.
Bonnie já estava olhando, com ambas as mãos pressionadas contra seu coração, e pela primeira vez sem ter o que dizer. Enquanto Elena assistia, a garota menor caiu de joelhos na neve clara e fina. Mas Stefan respondeu. Ele segurou Bonnie e Elena ao mesmo tempo e rodopiou as duas no ar.
— É, sim.
Ele disse, justo quando Elena estava dizendo “É, sim” e Bonnie, a expert, arfou:
— Oh, é ele mesmo, é ele mesmo! — Ela disse, com lágrimas congelando em suas bochechas.
Stefan colocou seus lábios na orelha de Elena.
— E você sabe o que isso significa, não sabe? Se essa for a Casa de Portais dos Sete Tesouros, você sabe onde estamos parados neste instante?
Elena tentou ignorar a quente sensação de formigamento, que ia da sola de seus pés até a percepção da respiração de Stefan em sua orelha. Ela tentou focar em sua pergunta.
— Olhe para cima — Stefan sugeriu.
Elena olhou... E arfou.
Acima deles, ao invés das camadas de névoa ou da incessante luz do Sol envaidecido que se pendia para sempre no horizonte, havia três luas. Uma era enorme, cobrindo, talvez, um sexto do céu, brilhando em redemoinhos de branco e azul, sendo nebulosa nas bordas. Na frente dela havia uma lua linda e prateada que devia ser no mínimo três quartos tão grande quanto a primeira.
Por fim, havia uma pequena lua em órbita, branca como um diamante, que parecia manter deliberadamente uma distância das outras duas. Todas estavam meio cheias e davam um brilho gentil na neve ao redor de Elena.
— Estamos no Mundo Inferior — Elena disse, trêmula.
— Oh... É igual a história — Bonnie arfou. — Exatamente igual. Até mesmo a descrição. Até mesmo a quantidade de neve!
— Exatamente igual a história? — Stefan perguntou. — Até mesmo a fase das luas? Em que fase elas estão?
— Exatamente igual.
Stefan concordou.
— Eu pensei que seria mesmo. A história era uma profecia, dada a você com o propósito de nos ajudar a encontrar a maior Esfera Estelar já feita.
— Bem, vamos entrar! — Gritou Bonnie. — Estamos perdendo tempo!
— Ok... Mas todos em guarda. Não queremos que nada dê errado — Stefan disse.
Eles foram para a Casa de Portais dos Sete Tesouros nesta ordem: Bonnie, que havia encontrado as grandes portas pretas que se abriram com um só toque, mas aí ela não pôde ver nada, pois estava vindo de um lugar iluminado; Stefan e Elena, de mãos dadas; e Damon, que esperou do lado de fora por um longo tempo, Elena pensou que ele devia estar julgando aqui como um “tipo diferente de festa”.
Enquanto isso, os outros estavam tendo o maior choque de prazer da vida, só comparando com quando eles pegaram as Chaves Mestras dos kitsune.
— Sage... Sage! — Bonnie esganiçou assim que seus olhos se ajustaram. — Oh, olhe, Elena, é o Sage! Sage, como você está? O que está fazendo aqui? Oh, é tão bom te ver!
Elena piscou duas vezes, e a escuridão do interior da sala octogonal entrou em foco. Ela olhou para o móvel único na sala: uma mesa grade, que ficava no centro.
— Sage, você sabe quanto tempo faz que não nos vemos? Sabia que Bonnie quase foi vendida em um leilão público? Você soube do sonho dela?
Sage estava igual, do jeito que Elena sempre o viu: o corpo bronzeado e em forma, parecido com o de um Titã, o peito nu e os pés descalços, o jeans Levi’s preto, os cabelos longos, emaranhados e em espiral cor de bronze, e estranhos olhos de bronzes que poderiam cortar aço, ou ser tão gentil como um cordeirinho de estimação.
— Mes deux petits chatons — Sage estava dizendo. — Minhas duas gatinhas, vocês me assustaram. Eu estive vendo suas aventuras. O Guardião dos Portais não é provido de muito entretenimento e não é permitido sair desta fortaleza, mas vocês foram as mais corajosas e as mais engraçadas. Je vous félicite.
Ele beijou primeiro a mão de Elena e depois a de Bonnie, então abraçou Stefan, dando-lhe aquele beijo latino em suas duas bochechas. Então assumiu seu assento.
Bonnie estava subindo em cima de Sage como se ela fosse mesmo uma gatinha de verdade, ajoelhando-se sobre a coxa dele.
— Você pegou a Esfera Estelar cheia de Poder de Misao? — Ela exigiu. — Usou metade dela, eu quero dizer? Para voltar para cá?
— Mais oui, eu usei. Mas também deixei um pouco para a Madame Flowers...
— Você não soube que Damon usou a outra metade para abrir o Portal novamente? E que eu caí também, mesmo ele não me querendo aqui? E por causa disso quase fui vendida como uma escrava? E que Stefan e Elena tiveram que vir atrás de mim, para se certificarem que eu estava bem? E que a caminho daqui Elena quase caiu da ponte, e que não temos certeza se os thurgs vão sobreviver? Você sabia que a Última Meia-Noite está chegando em Fell’s Church, e não sabemos...
Stefan e Elena trocaram olhares por um tempo, olhares cheios de significados e então Stefan disse:
— Bonnie, temos que fazer a pergunta mais importante ao Sage — Ele olhou para Sage. — É possível salvarmos Fell’s Church? Temos tempo o suficiente?
— Eh bien. Pelo o que sei sobre o vórtex cronológico, vocês têm tempo o bastante e mais um pouco para gastar. O suficiente para uma taça de Black Magic para acalmar vocês. Mas antes disso, nada de vadiagem!
Elena sentiu como se fosse um pedaço de papel amassado e que tinha sido esticado e suavizado. Ela respirou profundamente. Eles podiam fazer isso. Isso permitiu que ela se lembrasse do seu comportamento civilizado.
— Sage, como você acabou ficando preso aqui? Ou esteve nos esperando?
— Hélas, não... Estou aqui como uma forma de punimento. Tive uma Convocação Imperial que não podia ser ignorada, mes amis — Ele suspirou e adicionou: — Eu sou novamente o Cara dos Favores. Então, agora, sou o embaixador do Mundo Inferior, como vocês podem ver — Ele ergueu as mãos para o redor da sala. — Bienvenue.
Elena não notou que o tempo estava passando, que preciosos minutos estavam sendo perdidos. Mas talvez o próprio Sage fizesse alguma coisa por Fell’s Church.
— Você tem que ficar mesmo aqui?
— Mas é claro, até que mon père... Meu pai — Sage disse a palavra selvagem e ressentidamente — ceda e eu possa retornar para a Corte Infernal, ou, bem melhor, possa seguir meu caminho e nunca mais voltar. Ou, por fim, até que alguém tenha pena de mim e me mate.
Ele olhou curiosamente para o grupo, então suspirou e disse:
— Sabber e Talon, eles estão bem?
— Estavam, até a hora de irmos embora — Elena disse, ansiosa por continuar a falar sobre seus próprios problemas.
— Bien — Sage disse, olhando para ela gentilmente —, mas devíamos ter o grupo inteiro para um tour, não?
Elena olhou para as portas e então de novo para Stefan, mas Sage já estava dizendo — tanto com sua voz quanto com sua telepatia:
— Damon, mon poussinet, você não quer se juntar aos seus camaradas?
Houve uma longa pausa, e então as portas se abriram e um Damon muito mal humorado adentrou. Ele não respondeu ao “Bienvenue ” amigável de Sage, ao invés disso, disse:
— Eu não vim aqui para socializar. Quero ver os tesouros a tempo de salvar Fell’s Church. Não me esqueci daquela maldita cidade, apesar dos outros terem se esquecido.
— Alors maintenant — Sage disse, parecendo ofendido. — Vocês todos passaram nos testes a caminho daqui e podem dar uma olhadinha nos tesouros. Podem até usar magia novamente, embora eu não tenha certeza se isso vá ajudar. Isso tudo depende de qual tesouro vocês estão procurando. Félicitations!
Todos, menos Damon, fizeram um gesto que mostrou estarem envergonhados.
— Agora — Sage continuou —, devo mostrar cada Portal para vocês antes que possam escolher um. Tentarei ser rápido, mas tenham cuidado, s’il vous plaît. Uma vez que vocês escolherem um tesouro, esta será a única porta que será aberta novamente para vocês.
Elena encontrou-se segurando a mão de Stefan — que já estava à procura da sua — enquanto cada uma das portas brilhava uma luz fraca e prateada.
— Atrás de vocês — disse Sage —, está o grande portão que fez com que vocês entrassem nesta sala, não? Mas ao lado dela, ah...
Uma porta brilhou para mostrar uma caverna impossível de ser acessada. Impossível por causa das pedras preciosas caídas ao chão ou saindo das paredes da caverna. Rubis, diamantes, esmeraldas, ametistas... Cada uma tão grande quanto o pulso de Elena, deitadas sobre grandes pilares.
— É lindo, mas… Não, é claro! — Ela disse firmemente, e esticou seu braço para colocar uma mão no ombro de Bonnie.
A próxima porta apareceu, brilhando, então brilhou ainda mais ainda, parecendo que ia desaparecer.
— E aqui — Sage suspirou —, é o famoso paraíso kitsune.
Elena pôde sentir seus olhos aumentarem. Era um dia ensolarado no mais lindo parque que ela já havia visto. No fundo, havia uma cachoeirinha que caía sobre um riacho, que corria por uma colina verde, enquanto bem na frente dela havia um banco de pedra, apenas do tamanho para que duas pessoas pudessem se sentar, debaixo de uma árvore que parecia uma cerejeira em plena floração.
Flores voavam conforme uma brisa que agitava a cerejeira e um pessegueiro que estava ali por perto — causando uma chuva de pétalas. Embora Elena só tivesse visto o lugar por um momento, ele já parecia ser familiar para ela. Só precisava andar em direção a ele...
— Não, Stefan!
Ela teve que tocar seu braço. Ele estava andando direto para o jardim.
— O quê? — Ele disse, balançando sua cabeça como alguém que acaba de acordar de um sonho. — Eu não sei o que aconteceu. Pareceu que eu estava indo para velha, velha casa... — Sua voz se cortou. — Sage, continue, por favor.
A próxima porta já estava brilhando, mostrando várias prateleiras com vinho Clarion Loess Black Magic. À distância, Elena pôde ver uma vinha com luxuosos cachos de uva que pareciam ser bem pesados, frutos que nunca veriam a luz do Sol até que se fosse feito o famoso líquido.
Todos já estavam bebendo Black Magic de suas taças, então foi fácil dizer “não” até mesmo para as luxuosas uvas.
Assim que a próxima porta brilhou, Elena ouviu-se arfar.
Era o meio do dia, muito brilhante. Crescendo numa cerca até onde ela pôde ver havia grandes arbustos com imensas rosas — nas quais, as pétalas tinham a aparência negra, quase aveludada.
Assustada, ela viu que todos olhavam para Damon, quem havia dado um passo para frente como se fosse involuntariamente. Stefan esticou seu braço, impedindo sua passagem.
— Eu não pude olhar bem — Damon disse —, mas acho que essas são iguais a que eu... Destruí.
Elena virou-se para Sage.
— Elas são iguais, não são?
— Pois não — Sage disse, parecendo infeliz. — Essas são todas rosas da Meia-Noite, noir pur... Iguais a que estava no buquê do kitsune branco. Mas estas não possuem feitiços. Os kitsune são os únicos que podem colocar feitiços nelas... Tipo a remoção da maldição do vampiro.
Houve um suspiro de desapontamento em todos os ouvintes, mas Damon apenas pareceu estar mais sombrio. Elena estava prestes a falar, a dizer que Stefan não devia ser submetido a isto, quando as palavras de Sage entraram em sintonia com o brilho do próximo portão, e sentiu uma imensa onda de inveja.
— Acho que vocês a chamariam de “La Fontaine da Eterna Juventude e Vida” — Sage disse.
Elena pôde ver uma fonte ornamentada jorrando, a spray de água efervescente no topo formava um arco-íris. Pequenas borboletas de todas as cores voavam ao redor dela, pousadas nas folhas do pavilhão que embalavam a vegetação.
Meredith, com sua cabeça no lugar e lógica presente, não estava ali, então Elena afundou suas unhas nas palmas de suas mãos e gritou: “Não! A próxima!” o mais rápida e forçadamente possível.
Sage estava falando novamente. Ela fez-se ouvir.
— A Flor Radhika Real, no qual a lenda diz que fora roubada da Corte Celestial há muitos milênios atrás. Ela muda de forma.
Uma coisa era dizer… Outra, totalmente diferente, era ver...
Elena viu aquilo espantada, enquanto uma dúzia ou mais de flores com hastes espessas e entrelaçadas, coroadas com um lindo lírio branco, tremulava um pouco. No momento seguinte ela estava olhando para um aglomerado de violetas com folhas de veludo e uma gota de orvalho brilhando sobre uma pétala. Um momento depois, os caules foram cobertos com radiantes boca-de-leões da cor vermelha — com a gota de orvalho ainda no lugar. Antes que ela pudesse se lembrar em não estender as mãos para tocá-los, as boca-de-leões tornaram-se rosas vermelhas profundas e totalmente abertas. Quando as rosas se transformaram em uma flor exótica de ouro que Elena nunca tinha visto, ela teve de virar as costas.
Ela encontrou-se pulando em direção a um peito masculino forte e nu enquanto forçava-se a voltar à realidade. A Meia-Noite estava chegando... E não era como um mar de rosas.
Fell’s Church precisava de toda a ajuda que pudesse conseguir e lá estava ela olhando as flores.
Abruptamente, Sage tirou os pés dela do chão e disse:
— Uma tentação, especialmente para uma la beauté adorável igual você, belle madame. Mas que regra boba, essa, que não a deixa nem pegar uma mudinha! Mas há algo muito maior e mais puro que a beleza, Elena. Você, o seu nome. Na Antiga Grécia, Elena significava “luz”! A escuridão está se aproximando rapidamente… A Última Meia-Noite Já Vista! Beleza não irá afastá-la; isto é uma bagatela, uma bugiganga, inútil em tempos de desastre. Mas luz, Elena, a luz conquistará a escuridão! Acredito nisto tanto quanto acredito na sua coragem, na sua honestidade e no seu coração amoroso e gentil.
Com isso, ele a beijou na testa e a colocou de volta ao chão.
Elena estava confusa. De todas as coisas que sabia, ela sabia melhor do que todos que não poderia derrotar a escuridão que estava se aproximando — pelo menos, não sozinha.
— Mas você não está sozinha — Stefan sussurrou, e ela percebeu que ele estava bem ao lado dela, e que ela estava com sua mente aberta, projetando seus pensamentos tão claramente como se estivesse falando.
— Estamos aqui com você — Bonnie disse em uma voz duas vezes mais alta que ela. — Não temos medo do escuro.
Houve uma pausa enquanto todos tentavam não olhar para Damon.
Por fim, ele disse:
— De alguma forma, eu vou dizer esta insanidade... Ainda me pergunto o que aconteceu para eu dizer isto, mas já cheguei longe demais para agora dar pra trás.
Sage virou-se em direção à ultima porta e ela brilhou. Não tanto, porém. Parecia ser a sombra de uma árvore muito grande. O que era estranho, entretanto, era que não crescia nada embaixo dela. Nada de samambaias, arbustos ou mudas, nem ao menos as normalmente presentes trepadeiras e ervas daninha. Havia algumas folhas mortas no chão, mas, tirando isso, havia apenas sujeira.
Sage disse:
— Um planeta com apenas uma forma corpórea de vida sobre ele. A Grande Árvore que cobre um mundo inteiro. A copa cobre tudo, menos os lagos com água fresca que ela precisa para sobreviver.
Elena olhou para o coração do mundo crepuscular.
— Viemos tão longe, e talvez, juntos... Talvez possamos encontrar a Esfera Estelar que salvará nossa cidade.
— Vocês escolhem esta porta? — perguntou Sage.
Elena olhou para o resto do grupo. Todos pareciam estar esperando por sua confirmação.
— Sim... Sejamos rápidos. Temos que nos apressar.
Ela fez o movimento de abaixar sua taça e ela desapareceu. Ela sorriu, agradecida, para Sage.
— Estritamente falando, eu não devia ajudá-los — Ele disse —, mas se vocês tiverem uma bússola...
Elena tinha uma. Ela estava sempre presa à sua mochila, pois ela sempre tentava lê-la.
Sage colocou a bússola em sua mão e traçou uma linha sobre ela. Ele deu a bússola de volta para Elena e ela viu que a agulha já não mais apontava para o norte, mas para um ângulo a nordeste.
— Siga a seta — Ele disse. — Ela os levará para o tronco da Grande Árvore. Se eu tivesse que adivinhar onde encontrar a maior Esfera Estelar, eu iria para este caminho. Mas tenham cuidado! Outros já tentaram este caminho. Seus corpos têm alimentado a Grande Árvore... Como fertilizante.
Elena mal pôde ouvir as palavras. Estava com medo ao pensar em procurar pelo planeta inteiro por uma Esfera Estelar. É claro, devia ser um mundo bem pequeno, igual... Igual...
Igual a pequena lua de diamante que você viu acima do Mundo Inferior?
A voz na mente de Elena era, ao mesmo tempo familiar e estranha. Ela deu uma olhadela para Sage, que sorriu. Então ela olhou para ao redor da sala. Parecia que todos estavam esperando que ela desse o primeiro passo.
Ela deu.

4 comentários:

  1. para mim n axei grande coisa pra eles chega ateh o castelo..n teve perigo como deveria ter ...meio sem graça.. so agr q começa mesmo

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    1. CONCORDO COM VC, ELES NÃO PASSARAM POR NADA VERDADEIRAMENTE PERIGOSO, TIPO ILUSÕES, PERGUNTAS E RESPOSTAS, NENHUM VERDADEIRO TESTE.

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    2. Achei que ia ser mais difícil kkkkk

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