13 de novembro de 2015

Capítulo 2

A voz de Stefan era tranquilamente selvagem.
— Era isso o que queria, não era, Damon? E agora conseguiu. Tinha que transformá-la em uma de nós, como você. Apenas matá-la não foi suficiente.
Damon não olhou para ele. Encarava Elena intensamente, ainda segurando seu queixo.
— É a terceira vez que diz isso, e estou começando a me cansar — comentou levemente. Despenteado, com pouco fôlego, ainda assim se encontrava consciente, sob controle. — Elena, por acaso matei você?
— É claro que não — disse Elena, entrelaçando seus dedos na mão livre.
Estava começando a ficar impaciente. De todo modo, do que estavam falando? Ninguém havia sido assassinado.
— Nunca pensei que fosse um mentiroso — disse Stefan a Damon, a amargura de sua voz não mudou. — Pensei em quase todas as outras coisas, mas não isso. Nunca ouvi que você se encobria.
— Mais um minuto e vou perder meu temperamento.
— O que mais pode me fazer? — Stefan devolveu. — Me matar seria misericórdia.
— Minha misericórdia acabou há um século — disse Damon em voz alta. Finalmente soltou o queixo de Elena. — O que se lembra de hoje? — perguntou a ela.
Elena falou cansadamente, como uma criança recitando a lição tão odiada.
— Hoje foi do Dia do Fundador.
Flexionou seus dedos e olhou Damon. Era o máximo que podia recordar por si só, mas não era o suficiente. Com esforço, tratou de se lembrar de algo mais.
— Havia alguém no refeitório... Caroline — lhe ofereceu o nome, satisfeita. — Ela ia ler meu diário na frente de todos, e isso era ruim porque... — se fundiu com suas memórias e se perdeu. — Não lembro porque, mas nós a enganamos — ela sorriu para ele cautelosa e conspiratoriamente.
— Oh, o nós fizemos, não é mesmo?
— Sim. E roubou o diário dela. Por mim — os dedos de sua mão livre deslizaram por baixo da jaqueta dele, buscando a dura quina quadrada de seu livro. — Porque você me ama — ela continuou, encontrando-o e o arranhando timidamente. — Você me ama, não é mesmo?
Houve um som tênue no centro da clareira. Elena se virou e viu que Stefan virara o rosto.
— Elena, o que aconteceu depois? — a voz de Damon a trouxe de volta.
— Depois? Depois tia Judith começou a discutir comigo — repensou nisso por um momento e finalmente deu de ombros. — Sobre... algo. Me aborreci. Ela não é minha mãe. Não pode me dizer o que fazer.
A voz de Damon era seca.
— Não acredito que isso vá ser um problema agora. O que mais?
Elena suspirou pesadamente.
— Depois fui para o carro de Matt — mencionou o nome reflexivamente, passando sua língua pelo canino.
Nos olhos de sua mente, ela viu um rosto atraente, cabelos loiros, ombros largos. Matt.
— E aonde foi no carro de Matt?
— À ponte Wickery — disse Stefan, virando para eles. Seus olhos estavam desolados.
— Não, não, a pensão — corrigiu Elena irritada. — Ia esperar por... mmm... esqueci. De todos os modos, esperei ali. Então... então a tempestade começou. Vento, chuva, tudo isso. Eu não gostava. Entrei no carro. Mas algo vinha atrás de mim.
— Alguém vinha atrás de você — disse Stefan, olhando Damon.
— Algo — insistiu Elena. Teve o suficiente de interrupções. — Vamos até o outro lado, só nós — disse a Damon, se ajoelhando de tal maneira que seu rosto estivesse perto do dele.
— Em um minuto — ele respondeu. — Que tipo de coisa foi até você?
Ela retrocedeu, exasperada.
— Não sei que tipo de coisa! Era algo que nunca tinha visto. Não como você ou Stefan. Era... — as imagens se despedaçaram através de sua mente. Névoa fluindo através do chão. O vento zunindo. Uma forma branca, enorme, observando-a como se fosse feito da neblina. Postando-se sobre ela como uma nuvem dirigida pelo vento. — Talvez fosse só parte da tempestade. Mas pensei que queria me machucar. Deixei aquele lugar.
Brincando com o zíper da jaqueta de couro de Damon, ela sorriu secretamente e o olhou através de seus cílios.
Pela primeira vez, o rosto de Damon demonstrou emoções. Seus lábios se retorceram em uma careta.
— E você se foi.
— Sim. Lembro que... alguém... me disse algo sobre água corrente. Coisas ruins não podem cruzá-la. Então que dirigi até Drowning Creek, através da ponte. E então... — ela ficou em dúvida, franzindo o cenho, tratando de encontrar uma lembrança sólida na nova confusão. Água, lembrava-se de água. E alguém gritando. Mas nada mais. — Então a cruzei — ela concluiu no fim, brilhantemente. — Devo ter feito, já que estou aqui. E isso é tudo. Podemos ir agora?
Damon não lhe respondeu.
— O carro ainda está no rio — disse Stefan. Ele e Damon se olharam como dois adultos tendo uma discussão sobre a cabeça de uma criança incompreendida, suas hostilidades suspensas por um momento. Elena sentiu aumentar sua raiva. Abriu a boca, mas Stefan continuou. — Bonnie, Meredith e eu o encontramos. Fui para debaixo d’água e o vi, para então...
— Para então o quê? — Elena indagou.
Os lábios de Damon se curvaram dissimuladamente.
— E você se rendeu diante dela? Você, de todas as pessoas, devia ter pensado no que aconteceria. Ou a ideia era tão repugnante para você que sequer a considerou? Preferia que estivesse realmente morta?
— Não tinha pulso nem respiração! — gritou Stefan. — E ela nunca teve sangue o suficiente para transformá-la! — seus olhos se endureceram. — Não de mim, pelo menos.
Elena abriu a boca de novo, mas Damon pousou o dedo nela para mantê-la calada. E disse sem problemas:
— E esse é o problema agora. Ou é tão cego para ver isso também? Disse-me que veio por ela; olhe-a você mesmo agora. Ela está em choque, irracional. Oh, sim, até admito — deteve-se para mostrar um sorriso cego antes de continuar. — É mais do que a confusão comum depois da transformação. Ela precisa de sangue, sangue humano, ou seu corpo não terá força para terminar a transformação. Ela morrerá.
— A quem você se refere como irracional? — Elena replicou, indignada. — Estou bem — disse apesar dos dedos de Damon. — Estou cansada, isso é tudo. Ia dormir quando ouvi vocês brigando e vim para ajudá-lo. E você nem sequer me deixou matá-lo — terminou, desgostosa.
— Sim, por que não deixou? — respondeu Stefan. Estava olhando Damon como se pudesse criar uma sepultura através dele com seus olhos. Qualquer rastro de cooperação de sua parte havia desvanecido. — Era o mais fácil a se fazer.
Damon se postou atrás dele, de maneira repentina e furiosa, sua própria animosidade fluindo para se encontrar com a de Stefan. Respirava rápida e ligeiramente.
— Talvez não me agradem as coisas fáceis — ele chiou. Então pareceu ganhar controle de si mesmo uma vez mais. Seus lábios se curvaram em irritação, e acrescentou. — Coloque desta maneira, querido irmão: se alguém terá a satisfação de matá-lo, esse alguém será eu. Ninguém mais. Planejo terminar o serviço por mim mesmo. E é algo em que sou muito bom, acredite.
— Já nos mostrou — disse Stefan calidamente, como se cada palavra o adoecesse.
— Mas esta — disse Damon, virando para Elena com os olhos brilhantes — não matei. Por que deveria? Podia tê-la transformado no momento que eu quisesse.
— Talvez porque ela acabasse de se comprometer em casamento com alguém.
Damon levantou a mão de Elena, ainda enrolada com a sua. No terceiro dedo um anel de outro brilhou, com uma profunda pedra azul. Elena o observou, recordando vagamente tê-lo visto antes. Então deu de ombros e se inclinou até Damon cansadamente. 
— Bom, agora — disse Damon, olhando para ela — isso não parece ser um problema, não é mesmo? Acho que ela deveria estar agradecida por ter esquecido você — ele olhou Stefan com um sorriso desagradável. — Mas o encontraremos uma vez que ela ganhe consciência de si mesma. Podemos perguntar qual de nós escolherá. Ok?
Stefan sacudiu sua cabeça. 
— Como é possível que você sugira isso? Depois do que aconteceu... — sua voz se cortou.
— Com Katherine? Posso dizer se você não pode. Katherine tomou uma decisão estúpida e pagou o preço por isso. Elena é diferente, conhece sua própria mente. Mas não importa se concorda — acrescentou, ignorando a nova proposta de Stefan. — O fato é que está fraca agora e precisa de sangue. Vou fazer com que ela o tenha e então procurarei quem fez isso a ela. Pode vir ou não, como preferir — levantou-se, puxando Elena com ele. — Vamos.
Elena foi voluntariamente, agradecida por poder se mover. Os bosques estavam interessantes esta noite, nunca havia notado antes. As corujas mandavam seus tristes e aterradores prantos através das árvores e os ratos se escondiam longe de seus pés. O ar estava frio, como se congelasse primeiro os vazios e profundos do bosque. Notou que era fácil se mover silenciosamente ao lado de Damon através das folhas secas, era só questão de ser cuidadosa sobre onde pisar. Não olhou para trás para saber se Stefan os estava seguindo.
Reconheceu o lugar onde deixaram o bosque. Havia estado ali mais cedo. Agora, entretanto, havia um tipo de atividade frenética em andamento: luzes vermelhas e azuis brilhavam nos carros, projetores iluminavam as sombrias silhuetas escuras das pessoas. Elena os olhou cuidadosamente. Vários eram familiares. Aquela mulher, por exemplo, de rosto magro e olhos ansiosos – tia Judith? E o homem alto ao lado dela, o noivo de tia Judith, Robert?
Deve haver alguém mais com eles, pensou Elena. Uma criança de cabelo pálido como o de Elena. Mas, por mais que tentasse, não pôde conjurar nome algum.
As duas garotas abraçadas, paradas em um círculo de oficiais. Lembro-me delas, pensou. A pequena de cabelo ruivo que chorava era Bonnie. A alta com cabelos escuros varridos, Meredith.
— Mas ela não está na água — dizia Bonnie a um homem de uniforme. Sua voz tremia a beira da histeria. — Vimos Stefan sair. Já disse a vocês mais de cem vezes.
— E a deixaram aí com ele?
— Tivemos que deixá-lo. O temporal estava piorando e algo se aproximava...
— Esqueça isso — Meredith a interrompeu. Ela soava ligeiramente mais calma que Bonnie. — Stefan disse que se tivesse que deixá-la, a deixaria debaixo dos salgueiros.
— E onde está Stefan agora? — perguntou outro oficial uniformizado.
— Não sabemos. Voltamos para ajudá-lo. Provavelmente nos seguiu. Mas sobre o que aconteceu com Elena... — Bonnie se virou e cravou os ombros nos ombros de Meredith.
Estavam aborrecidas comigo, lembrou Elena. Que estúpido de sua parte. Posso deixar isso claro, de qualquer modo. Começou a seguir a luz, mas Damon a impediu do regresso. Ela o olhou, ferida.
— Não dessa maneira. Escolha quem quer e o atrairemos para fora — disse.
— Quem eu quero para quê?
— Para se alimentar, Elena. É uma caçadora agora. Essas são suas presas.
Elena pressionou sua língua contra um canino duvidosamente. Nada ali fora reluzia como comida para ela. Entretanto, porque Damon falou, estava inclinada dar-lhe o beneficio da dúvida.
— O que você escolher — disse.
Damon inclinou sua cabeça para trás, os olhos se cerraram inspecionando a cena como um expert avaliando uma pintura.
— Bem, o que acha de um par de bons paramédicos?
— Não — disse uma voz atrás deles.
Damon observou levemente sobre seus ombros Stefan.
— Por que não?
— Porque já houve ataques demais. Talvez precise de sangue humano, mas ela não tem por que caçá-los.
O rosto de Stefan era cálido e hostil, mas havia um ar de determinação sombria nele.
— Há alguma outra maneira? — perguntou Damon ironicamente.
— Você sabe que sim. Encontrar alguém que esteja disposto... alguém que possa ser influenciado a estar disposto. Alguém que o faria por Elena e que seja suficiente forte para manejar isso, mentalmente.
— E suponho que você saiba onde podemos encontrar tal pessoa de virtudes.
— Leve-a à escola. Encontrarei vocês lá — Stefan falou e desapareceu.
Deixou o lugar ainda em movimento, as luzes iluminando, as pessoas murmurando. Enquanto as deixavam, Elena notou algo estranho. No meio do rio, iluminado por refletores, se encontrava um automóvel. Estava completamente submerso, exceto pela parte dianteira que se encontrava atracada para fora da água. 
Que lugar bobo para se estacionar um carro, pensou ela, enquanto seguia Damon de volta ao bosque.


Stefan começava a sentir de novo.
Doía. Pensou que não sentia mais dor, não sentia qualquer coisa. Quando tirou o corpo sem vida de Elena da água escura, pensou que nada podia feri-lo de novo porque nada podia se igualar aquele momento.
Estava errado.
Deteve-se e parou com seu braço bom encostado em um carro, cabisbaixo, respirando profundamente. Quando a neblina vermelha começou a se dissipar e pôde ver de novo, seguiu adiante, mas a dor da queimadura no peito continuou sem diminuir nem um pouco.
— Pare de pensar nela — disse a si mesmo, sabendo que isso não serviria de nada.
Mas ela não estava realmente morta. Isso não contava para algo? Pensou que nunca voltaria a escutar sua voz de novo, a sentir sua pele...
E agora, quando o tocou, queria matá-lo.
Se deteve de novo, enjoando-se, temeroso que fosse adoecer.
Vê-la dessa forma era uma tortura pior do que vê-la jazendo fria e morta. Talvez essa fosse a razão porque Damon a deixou viver. Talvez essa fosse a vingança de Damon.
E talvez Stefan só devesse fazer o que havia planejado depois de matar Damon. Esperar até o amanhecer e tirar o anel de prata que os protegia da luz do sol. Parado, banhado no duro abraço daqueles raios até queimarem da sua carne até os ossos e acabasse a dor de uma vez por todas.
Mas sabia que não o faria. Enquanto Elena caminhasse pela terra, nunca a deixaria. Mesmo que o odiasse, mesmo se ela amaldiçoasse seu espírito. Faria qualquer coisa que estivesse em suas mãos para mantê-la a salvo.
Stefan parou na pensão. Precisava se limpar antes de deixar que os humanos o vissem. Em seu quarto, limpou o sangue de seu rosto e pescoço e examinou seu braço. O processo de cura havia começado e com concentração pôde acelerar o processo. Estava consumindo sua força com rapidez; a briga com seu irmão o havia debilitado. Mas isso era importante. Não devido a dor – notou timidamente – e sim porque precisava se adaptar.
Damon e Elena esperavam fora da escola. Pôde sentir a impaciência de seu irmão e a nova presença de Elena na escuridão.
— É melhor que isso funcione — disse Damon.
Stefan não disse nada. O auditório da escola era outro centro de comoção. As pessoas pareciam ter desfrutado o baile do Dia do Fundador; de fato, aqueles que permaneciam através da tempestade se encontravam postados nos arredores ou em pequenos grupos conversando. Stefan olhou na porta, buscando com sua mente uma presença em particular.
O havia encontrado. Uma cabeça loira estava sentada em uma mesa no canto.
Matt.
Matt parou e olhou ao redor, confuso. Stefan queria e ele saísse. Você precisa de ar fresco, pensou, insinuando a sugestão no subconsciente de Matt. Sente a necessidade de sair por um momento. Para Damon, parado invisível além da luz, ele disse: Leve-a a escola, na sala de fotografia. Ela sabe onde fica. Não se mostrem até que eu diga.
Então retrocedeu e esperou que Matt aparecesse.
Matt saiu, seu rosto voltado para o céu sem lua. Reagiu violentamente quando Stefan começou a falar.
— Stefan! Você está aqui! — desespero, esperança e horror começavam a dominar seu rosto. Correu até Stefan. — Eles a... a trouxeram de volta? Há alguma notícia?
— O que ouviu exatamente? 
Matt o observou por um momento antes de responder. 
— Bonnie e Meredith vieram dizendo que Elena havia ido à Ponte Wickery em meu carro. Disse que ela... — pausou um momento e soltou — Stefan não é verdade, é? — seus olhos começavam a umedecer.
Stefan olhou para o outro lado.
— Oh, Deus — disse Matt com dificuldade. Virou de costas para Stefan, pressionando a palmas de suas mãos contra seus olhos. — Não posso acreditar. Não é verdade. Não pode ser verdade.
— Matt... — tocou o ombro do garoto.
— Sinto muito — a voz de Matt era áspera e rude. — Você deve estar atravessando um inferno e aqui estou eu, piorando as coisas.
Mais do que imagina, pensou Stefan, sua mão se afastou. Veio com a intenção de usar seus poderes para persuadir Matt. Agora isso era impossível. Não podia fazê-lo, não a seu primeiro e único amigo humano que havia tido naquele lugar.
Sua outra única opção era dizer a verdade a Matt. Deixar que tomasse sua própria decisão, que soubesse tudo a respeito.
— Se houvesse algo que pudesse fazer por Elena neste momento — disse — você faria?
Matt estava muito perdido em suas emoções para perguntar que tipo de pergunta estúpida era essa.
— Qualquer coisa — disse quase com raiva, cobrindo com sua manga seus olhos. — Faria qualquer coisa por ela.
Olhou para Stefan com algo como desafio. Sua respiração tremia.
Ótimo!, pensou Stefan, sentindo o repentino profundo abismo em seu estômago. Ganhou uma viagem para a Zona do Crepúsculo.
— Vem comigo — disse. — Tenho uma coisa para te mostrar.

11 comentários:

  1. O Matt é tão usado, é nisso que dá ser fofo. Me revoltei agora.

    ResponderExcluir
  2. Matt é muito perfeito, que bom que o stefan reconheceu que ele era seu amigo de Vdd. Owt 😍

    ResponderExcluir
  3. Matt é muito perfeito, que bom que o stefan reconheceu que ele era seu amigo de Vdd. Owt 😍

    ResponderExcluir
  4. Até larguei o celular depois de ler o que Elena pensou quando viu o carro

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A elena e maluca parece que fumou um baseado depois que acordou da morte

      Excluir
  5. Cara... O Matt é tão fofo... Que chega a ser tapado.
    O último pensamento da Elena?
    Que droooooga! Menina ficou tapada!

    ResponderExcluir
  6. Kkkkk se a serie fosse como é o livro seria uma comédia bem louca ��������

    ResponderExcluir
  7. Elena ta drogada, não pode ser

    ResponderExcluir
  8. Ela ta drogada, só pode ser isso

    ResponderExcluir
  9. "Que lugar bobo para estacionar um carro." kkkkkkkkkkkkk

    ResponderExcluir
  10. Elena ama damon porque ele deu seu sangue pra ela beber e assim que virou vampira ela está ligada à ele

    ResponderExcluir

• Não dê SPOILER!
• Para comentar sem conta, escolha a opção Nome/URL. Escreva seu nome/apelido e deixe URL em branco

Os comentários estão demorando alguns dias para serem aprovados... a situação será normalizada assim que possível. Boa leitura!