29 de novembro de 2015

Capítulo 27

Stefan virou-se e viu Bonnie, com apenas uma toalha enrolada em torno dela, tentando conter Elena fisicamente, que estava igualmente vestida. Algo fez com que ela saísse da banheira e corresse diretamente para o corredor.
Stefan ficou surpreso com a reação de Damon. Havia uma faísca de preocupação naqueles olhos infinitamente negros, que tinham permanecido impassíveis assistindo a mil desastres, calamidades e crueldades?
Não, não podia ser. Mas certamente parecia isso mesmo.
Elena estava se aproximando. Sua voz soou claramente através do corredor, que era espaçoso o suficiente para lhe dar um ligeiro eco.
— Damon! Estou te vendo! Espere aí, neste lugar... Estou indo matar você!
Desta vez, a oscilação era inconfundível. Damon olhou para a janela, que estava parcialmente aberta.
Enquanto isso, Bonnie tinha perdido a luta e Elena estava correndo como uma gazela pelo escritório. Seus olhos, no entanto, não se pareciam como tal. Stefan os viu brilharem perigosamente enquanto Elena se esquivava dele — principalmente porque ele não se atreveu a agarrá-la pela toalha, e qualquer outra parte dela estava escorregadia.
Elena estava enfrentando Damon, que havia levantado de sua cadeira.
— Como você pôde? — Ela gritou. — Usar Bonnie deste jeito... Influenciá-la, drogá-la... Tudo para conseguir aquilo que não te pertencia! Usar quase todo o Poder que sobrou na Esfera Estelar de Misao... O que você pensou que Shinichi faria quando você fez isso? Ele veio atrás de nós, foi isso o que ele fez... E vai saber se a pensão ainda continua em pé?
Damon abriu sua boca, mas Elena ainda não terminara.
— E então trazer Bonnie à Dimensão das Trevas com você... Não me importo se você queria ou não desperdiçar uma abertura do Portal. Você sabia que não devia trazê-la para cá.
Damon estava nervoso agora.
— Eu...
Mas Elena o cortou sem nem ao menos hesitar.
— Então, uma vez que você a trouxe aqui, você a abandonou. A deixou com medo, sozinha, em um quarto onde ela nem tinha permissão de olhar pela janela, com uma coleção de Esferas Estelares que você nem ao menos se deu ao trabalho de examinar... Que são completamente impróprias e fez com que ela tivesse pesadelos! Você...
— Se a idiotinha tivesse o bom senso de aguardar quietamente...
— O quê? O quê você disse?
— Eu disse: “Se a idiotinha tivesse o bom senso de aguardar...”
Stefan, que já estava em movimento, fechou os olhos por alguns instantes. Abriu-os a tempo de ver o tapão e sentir Elena colocando toda sua força nele. Isso fez com que a cabeça de Damon girasse.
O que o surpreendeu — apesar de ele se posicionar para o caso de isso acontecer — era ver a mão de Damon se levantar tão rapidamente quanto uma cobra prestes a atacar. Não houve reação, mas Stefan já havia pegado Elena pela cintura e a levando a certa distância.
— Me solta! — Elena gritou, lutando para sair dos braços de Stefan, ou ao menos colocar seus pés no chão. — Eu vou matá- lo!
A próxima coisa surpreendente — interrompendo a fúria cega que Stefan pôde sentir percorrendo pela aura de Elena — era que Elena estava realmente ganhando a luta, apesar do fato de que ele era bem mais forte do que ela. Parte disso tinha a ver com a toalha, que estava ameaçando cair a qualquer momento. A outra parte era que Elena tinha adquirido um estilo único de luta para oponentes mais fortes — pelo menos, aqueles que tinham consciência. Ela se atirou deliberadamente contra qualquer ponto que pudesse machucá-la e detê-la, e ela não desistiu. Eventualmente, ele teria de escolher entre machucá-la ou soltá-la.
Neste instante, porém, Elena parou de se mexer. Ela congelou, a cabeça virada enquanto ela olhava para trás dele.
Stefan olhou para lá também, e sentiu um choque elétrico percorrer através dele.
Bonnie estava parada diretamente atrás deles, olhando para Damon, seus olhos entreabertos em angústia, lágrimas em seus grandes olhos castanhos escorriam por seus rosto.
Instantaneamente, antes mesmo que ele pudesse registrar o olhar suplicante de Elena, Stefan a soltou. Ele entendia: seu humor e sua dinâmica da situação haviam mudado.
Elena ajustou sua toalha e virou-se para Bonnie, mas então Bonnie estava correndo corredor afora. Os passos longos de Elena lhe permitiram chegar até Bonnie rapidamente, e ela segurou a menina e a abraçou, não com muita força, mas com um magnetismo fraternal.
— Não ligue para aquela cobra — A voz de Elena voltou a ser clara, como se ela quisesse fazer isso mesmo. — Ele é um...
E aqui, Elena soltou alguns palavrões bem criativos.
Stefan pôde ouvir tudo isso de uma forma clara e notou que as palavras se transformaram em pequenos sussurros enquanto Elena virava-se para o salão de banho.
Stefan olhou de soslaio para Damon. Ele não se importaria em brigar com seu irmão neste instante; ele estava cheio de raiva em nome de Bonnie. Mas Damon o ignorou como se ele fosse parte do papel de parede, olhando para o nada com uma expressão de fúria gélida.
Neste momento, Stefan ouviu um som fraco de lá do fim do corredor, que estava a uma distância razoável. Mas seus sensores de vampiro o informaram que certamente a pessoa era uma mulher que, consequentemente, devia ser sua anfitriã. Ele adiantou-se para que, pelo menos, ela pudesse ser recebida por alguém que estivesse usando roupas.
De qualquer forma, no último instante, Elena e Bonnie apareceram na frente dele, usando vestidos — robes, na verdade — que eram casuais e feitos por um gênio. O de Elena era um robe informal de lápis-lazúli profundo, com seus cabelos secando em uma massa macia e dourada ao redor de seus ombros. Bonnie estava vestindo algo mais curto e mais brilhante: violeta pálida, com tiras em formato de fios prateados, sem nenhum padrão específico. Ambos os trajes, Stefan compreendeu de repente, ficariam tão bem à luz do Sol interminável quanto em uma sala fechada, sem janela e com lâmpadas a gás.
Ele lembrou-se das histórias que Elena havia contado sobre Lady Ulma projetar vestidos para ela, e percebeu que, o que quer que sua anfitriã fosse, ela era um gênio na costura.
E então Elena estava correndo, suas delicadas sandálias de ouro à mostra, os chinelos de prata de Bonnie a seguiam, e Stefan começou a correr também, temendo algum perigo desconhecido.
Todos chegaram ao fim do corredor ao mesmo tempo, e Stefan viu que a mulher parada lá estava vestida ainda mais esplendorosamente do que as garotas. Ela estava usando um vestido de seda vermelho escuro com um pesado colar de diamantes e rubis e vários anéis — mas sem nenhum bracelete.
No próximo minuto, ambas as garotas estavam fazendo reverência: uma profunda e graciosa reverência. Stefan fez o sua melhor mesura.
Lady Ulma estendeu as duas mãos para Elena, que parecia estar quase frenética por algo que Stefan não entendia. Elena estendeu as mãos, respirando rápida e superficialmente.
— Lady Ulma... Você está tão magra...
Só então o balbuciar de um bebê pôde ser ouvido. O rosto de Elena se iluminou e ela sorriu para Lady Ulma, deixando escapar um suspiro. Uma jovem funcionária — mais jovem que Bonnie — gentilmente colocou um pacotinho minúsculo nos braços de Lady Ulma. Tanto Elena quanto Bonnie piscaram para soltarem as lágrimas, o tempo todo sorrindo para a criança e fazendo barulhinhos sem sentido. Stefan podia compreender isso: elas conheciam Lady Ulma desde que ela era uma escrava que apanhava de chicote, tentando fazer de tudo para não abortar.
— Mas como...? — Elena começou a balbuciar. — Vimos você há alguns dias atrás, mas este bebê parece já ter meses de idade...
— Alguns dias? Só isso é que parece para vocês? — Perguntou Lady Ulma. — Para nós, se passaram alguns meses. Mas a magia ainda funciona, Elena! Sua magia permaneceu! Foi um parto fácil... Bem fácil! E então o Dr. Meggar disse que você me salvou antes que ela sofresse algum prejuízo por causa dos abusos que passei. Ela já está até tentando falar! É você, Elena, e sua magia!
Nisso, Lady Ulma fez um movimento como se fosse se ajoelhar aos pés de Elena. Porém, ela não desceu mais que alguns centímetros, porque Elena pegou suas mãos, gritando: “Lady Ulma, não!” enquanto Stefan, na sua melhor velocidade, correu para o lado da servente e pegou a mulher pelos ombros, suportando seu peso.
— E eu não sou mágica — Elena adicionou. — Stefan, diz para ela que eu não sou mágica.
Obedientemente, Stefan inclinou-se à altura do ouvido da mulher.
— Elena é a mais mágica que eu já encontrei. — Ele sussurrou. — Ela tem Poderes que nem eu posso entender.
— Ahh!
Elena fez uma exclamação muda de frustração.
— Sabe como eu vou chamá-la? — Lady Ulma continuou. Seu rosto, se não fosse convencionalmente bonito, seria impressionante, com uma combinação de nariz romano aristocrático e maçãs do rosto salientes.
— Não. — Elena sorriu.
E então:
— Não! — Elena gritou. — Por favor! Não a condene a uma vida de expectativas e de terror. Não faça com que ela sofra enquanto ainda for uma criança. Oh, Lady Ulma!
— Mas, minha amada salvadora...
Em seguida, Elena começou a pensar. Uma vez que ela tomou conta da situação, não havia como as coisas acontecerem de forma diferente.
— Lady Ulma — Ela disse claramente —, me desculpe por interferir em seus assuntos. Mas Bonnie me contou...
Ela parou, hesitando.
— Sobre as jovens fortes e esperançosas, a maioria pobre ou escravizada, que colocaram em si mesmas um dos nomes das três mulheres mais corajosas que já passaram pelo nosso mundo. — Lady Ulma terminou por ela.
— Algo parecido com isso. — Elena disse, corando.
— Ninguém adquiriu o nome “Damon” — Apontou uma jovem enfermeira de bom grado e com boa vontade. — Nem garotos ou garotas .
 Stefan poderia tê-la beijado.
— Oh, Lakshmi! — Elena abraçou a adolescente de aparência alegre. — Eu nem pude colocar meus olhos em você apropriadamente. Deixe-me olhá-la. — Ela segurou a menina pelo comprimento do braço. — Sabia que você cresceu no mínimo meio centímetro desde a última vez em que te vi?
Lakshmi sorriu.
Elena virou-se de volta para Lady Ulma.
— Sim, eu temo por essa criança. Por que não a chama de Ulma?
A mulher aristocrata meio que fechou os olhos.
— Porque, minha amada Elena, Helena, Aliena, Alliana, Laynie, Ella... Eu não desejaria que ninguém se chamasse “Ulma”, muito menos minha adorável filha.
— Por que não a chama de Adara? — Lakshmi apontou de repente. — Eu sempre achei esse nome bonito, desde que era criança.
Houve um silêncio — um silêncio quase espantoso. Então, Elena disse:
— Adara... É um nome adorável.
— E nem um pouco perigoso. — Bonnie disse.
Stefan disse:
— Não iria detê-la de começar uma revolução, se ela quisesse.
Houve uma pausa. Todos olhavam para Damon, que estava olhando para fora da janela, sem expressão. Todos esperaram.
Ele finalmente virou-se.
— Ah, excelente. — Ele disse vagamente, claramente sem ter ideia, ou interesse, no que eles estavam falando.
— Ah, qual é, Damon — Os olhos de Bonnie ainda estavam inchados, mas ela falou intensamente. — Dê o voto unânime! Assim, Lady Ulma terá certeza.
Bom Deus, Stefan pensou, ela deve ser a garota mais tolerante do universo.
— Pode ser, então. — Damon disse indiferentemente.
— Nos perdoe. — Elena disse firmemente para a sala em geral. — Todos nós passamos por tempos difíceis.
Isso deu à Lady Ulma uma deixa.
— É claro que sim. — Ela disse, dando um sorriso de quem conhecia o sofrimento implacável. — Bonnie nos disse sobre a destruição da sua cidade. Eu sinto muitíssimo. O que vocês precisam agora é de comida e descanso. Eu pedirei a alguém que os leve até seus quartos.
— Eu devia ter apresentado o Stefan logo no início, mas estava tão preocupada que esqueci. — Elena disse. — Stefan, esta é Lady Ulma, que foi muito boa para nós. Lady Ulma... Bem, você sabe quem ele é.
Ela foi na ponta dos pés para beijar Stefan demoradamente. Demoradamente o bastante para que Stefan tivesse de se afastar dela gentilmente, colocando-a no chão. Ele estava quase assustado com essa exibição de maus modos. Elena estava realmente irritada com Damon. E se ela não o perdoasse, as coisas só iriam piorar e ele tinha razão: Elena estava perto de ser capaz de acionar as Asas da Destruição.
Ele nem ao menos considerou em pedir a Damon que se desculpasse com todos. Depois que as meninas tinham sussurrado novamente algumas coisinhas para a bebê, eles foram conduzidos para câmaras com camas luxuosas, cada uma mobiliada com excelente gosto, até as menores decorações. Como de costume, porém, eles se reuniram em um quarto, que passou a ser de Stefan.
Havia espaço mais que suficiente na cama para os três poderem sentar ou rolar. Damon não estava presente, mas Stefan podia apostar sua vida de morto-vivo que ele estava ouvindo tudo.
— Certo — Elena disse rapidamente, e entrou no modo de contar histórias.
Ela explicou à Bonnie tudo que havia acontecido para eles conseguirem as Chaves Mestras de Shinichi e Misao, até que chegaram ao salão de banho de Lady Ulma.
— Ter tanto Poder sendo tirado de você de repente...
Bonnie tinha sua cabeça baixa, e não foi difícil adivinhar em quem ela estava pensando.
Ela olhou para cima.
— Por favor, Elena. Não fique tão irritada com Damon. Eu sei que ele fez algumas coisas ruins... Mas ele tem estado tão infeliz...
— Isso não é desculpa — Elena começou. — E, francamente, eu...
Elena, não! Não diga a ela que você tem vergonha dela por aturar isso! Ela já está se sentindo humilhada!
— Fiquei surpresa. — Elena disse com a menor hesitação. — Sei que ele se importa muito com você. Ele até te deu um apelido: passarinho.
Bonnie fungou.
— Você sempre disse que apelidos são idiotas.
— Bem, mas eu quis dizer nomes tipo... Oh... Se ele te chamasse de “Bonbon” ou algo do gênero.
A cabeça de Bonnie se ergueu.
— Esse nome seria bom para um bebê. — Ela disse, com ligeiro sorriso, como um arco-íris após uma tempestade.
— Ah, sim, ela não é adorável? Nunca vi um bebê tão feliz. Margaret costumava te olhar com olhos bem abertos. Adara... Se ela for Adara... Deve ter uma bela vida.
Stefan recostou-se na cabeceira. Elena tinha a situação sob controle.
Agora ele poderia se preocupar onde Damon estava indo. Depois de um momento, ele voltou a erguer a cabeça e encontrou Bonnie falando sobre o tesouro.
— E eles continuaram me perguntando e perguntando e perguntando e eu não podia entender o porquê, sendo que a Esfera Estelar com a história dentro dela ainda estava lá. Só que a história sumiu... Damon checou. Shinichi estava prestes a me jogar pela janela, e foi aí quando Damon me salvou, e os Guardiões me perguntaram sobre a história também.
— Que estranho — Stefan disse, sentado e alerta. — Bonnie, me diga como você primeiramente sentiu essa história: onde você estava e tudo o mais.
Bonnie disse:
— Bem, primeiro eu vi uma história sobre uma menininha chamada Marit indo comprar um bombom... Por isso que eu tentei fazer a mesma coisa no dia seguinte. E então fui para cama, mas não conseguia dormir. Assim, eu peguei a Esfera Estelar novamente e ela me mostrou a história sobre os tesouros kitsune. As histórias foram mostradas em ordem, então tinha que estar naquela depois da loja de doces. E então, de repente, eu estava fora do meu corpo, e estava voando com Elena para dentro do carro de Alaric.
— Você fez algo entre ver a história e ir para a cama? — Stefan perguntou.
Bonnie pensou; sua boca rosada franzida.
— Eu devo ter desligado a lâmpada a gás. Toda noite eu a desligava para que soltasse somente um lampejo.
— E você ligou-a novamente quando você não conseguiu dormir e alcançou a Esfera Estelar novamente?
— Hm... Não. Mas elas não são livros! Você não precisa ver para experimentar a história.
— Não foi isso que eu quis dizer. Como você encontrou a Esfera Estelar naquele quarto escuro? Era a única Esfera Estelar perto de você?
As sobrancelhas de Bonnie se juntaram.
— Bem... Não. Havia vinte e seis. As duas outras eram hediondas demais; eu as joguei um canto. Vinte e cinco eram novelas... Bem chatas. Eu não tinha prateleiras ou outra coisa para colocá-las.
— Bonnie, você quer saber o que eu acho que aconteceu?
Bonnie piscou e concordou.
— Eu acho que você leu uma história para crianças e então foi para cama. E então você caiu no sono bem rapidamente, embora tenha sonhado que você estava acordada. Então você teve uma premonição...
Bonnie gemeu.
— Outra daquelas? Mas não havia ninguém para quem eu pudesse contar!
— Exatamente. Mas você queria contar a alguém, e esse anseio trouxe você... Seu espírito... Onde Elena estava. Mas Elena estava tão preocupada em ter uma conversinha com Alaric que ela teve uma experiência fora do corpo. Ela estava dormindo também, tenho certeza disso.
Stefan olhou para Elena.
— O que você acha de tudo isso?

4 comentários:

  1. — Isso não é desculpa — Elena começou. — E, francamente, eu...
    Elena, não! Não diga a ela que você tem vergonha dela por aturar isso! Ela já está se sentindo humilhada!


    OI?
    você tem vergonha dela por ser tolerante?
    Ahhhhhhhh por favor né?!
    Ser tolerante é um dom, uma qualidade incrível e louvável; eu teria vergonha de você, que todos dizem ser um anjo mas não é capaz de perdoar ou entender o lado de Damon, eu não estou dizendo para concordar, estou apenas dizendo para se colocar no lugar dele e perceber que levando em conta o que ele passou,é completamente conpreemcivel a forma que ele age.Não está certo, mas da para entender e começar a tratalo como alguém om, que está um pouco magoado, mas ainda assim bom.
    Todos temos uma parte boa e ruim e devemos aprender a ver as duas, você só vê a ruim.Damom precisa de carinho e não de ser excluido para aprender a a pensar e se preocupar com outras pessoas, como esperam que ele faça isso se ninguém o tratar bem?

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  2. Essa Elena é muito egoísta e autoritária. Pelo amor, né 😠 Ela acha que sempre está certa. Aff criatura repugnante -_-

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  3. Eu não gosto da Elena
    Até Damon parece ter + bom senso q ela
    E ele percebeu a paixonite dela e não se aproveitou... Assumindo q a estava influênciando...
    As vezes acho melhor q ele arranje outra pessoa.. Pq Elena é chata e confusa
    Eleba Diz querer só o Estavan, + qualquer toque d outro derrete

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  4. Concordo com as opiniões acima. Damon está sendo o mais esperto, sabio e corajoso. No livro colocam Elena como anjo mais é uma das mais intolerantes, o Damon não iria levar a Bonnie ela que foi e mandou ficar quieta e ela q não ficou aí a responsabilidade é dele, fala sério, claro que não. A Bonnie não é criança para sempre ser tratada como uma.

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