29 de novembro de 2015

Capítulo 23

No carro, Matt sentou-se ao lado da Meredith adormecida com Sabber amontoado em seus pés, ouvindo chocado e com medo enquanto recontavam a história de Meredith. Quando terminaram, ele foi capaz de falar sobre suas próprias experiências.
— Terei pesadelos a minha vida inteira em relação ao Cole Reece. — Ele admitiu. — Mesmo depois de eu ter colocado um amuleto nele, e ele ter chorado, a Dr.ª Alpert disse que ele ainda estava infectado. Como podemos lutar com uma coisa que está tão fora do controle?
Elena sabia que ele estava olhando para ela. Ela afundou suas unhas na palma de suas mãos.
— Não é que eu não tenha tentado usar as Asas da Purificação sobre toda a cidade. Tentei tanto que sinto que vou explodir. Mas isso não é bom. Eu nem ao menos posso controlar meus Poderes de Asa! Acho... Depois do que eu aprendi com Meredith… Que talvez eu precise treinar. Mas como faço isso? Onde? Com quem?
Houve um longo silêncio no carro. Por fim, Matt disse:
— Estamos todos no escuro. Veja aquele tribunal! Como eles podem ter tantos lobisomens em uma só cidade?
— Lobos são sociáveis. — Stefan disse silenciosamente. — Parece que há uma comunidade inteira de lobisomens em Ridgemont. Vivendo junto com os Clubinhos de Ursos, Alces e Leões, é claro. Para espionar as únicas criaturas que eles temem: os humanos.
Na pensão, Stefan carregou Meredith para o quarto do primeiro andar e Elena puxou as cobertas para cima dela. Então, foi à cozinha, onde a conversa continuava.
— E quanto àquelas famílias de lobisomens? Suas esposas? — Ela exigiu enquanto esfregou os ombros de Matt, onde ela sabia que os músculos deviam estar fortemente machucados depois de serem algemados às suas costas.
Seus dedos macios acalmaram as contusões, mas suas mãos eram fortes, e ela continuou massageando e massageando até que seus próprios músculos do ombro começaram a reclamar... Muito.
Stefan a interrompeu:
— Vai pra lá, amor, tenho a magia maligna de um vampiro. Esse é um tratamento médico necessário. — Ele adicionou severamente para Matt: — Então você vai ter que aguentar não importe o quanto doa.
Elena ainda pôde senti-lo, fracamente, através de sua conexão e ela viu como ele anestesiava a mente de Matt e, em seguida, cravara seus dedos nos ombros cheios de nós como se estivesse amassando massa de pão dura, enquanto alcançava seus Poderes de cura.
A Sra. Flowers chegou, então, com canecas de chá de canela quentes e doces. Matt bebeu de sua caneca e sua cabeça caiu para trás ligeiramente. Seus olhos estavam fechados, seus lábios abertos. 
Elena sentiu uma grande onda de dor e tensão fluir para fora dele. E então ela abraçou a ambos os garotos e chorou.
— Eles me capturaram enquanto eu vinha para cá. — Matt admitiu enquanto Elena fungava. — Seguiram o código de polícia, mas nem se deram ao trabalho de... Olhar o caos que estava ao seu redor.
A Sra. Flowers se aproximou novamente, parecendo séria.
— Querido Matt, você teve um dia terrível. O que precisa é de um longo descanso. — Ela deu uma olhadela para Stefan, como se para ver como isso impactaria nele, já que havia tão poucos doadores de sangue.
Stefan sorriu tranquilizadoramente para ela.
Matt, ainda com a cabeça inclinada, simplesmente concordou. Depois disso, sua cor começou a voltar e um sorrisinho for a plantado em seus lábios.
— Aí está meu garoto — Ele disse quando Sabber passou entre as pessoas para ir diretamente ao rosto de Matt. — Amigão, eu amo esse seu bafo de cachorro. — Ele declarou. — Você me salvou. Ele pode ganhar uma recompensa, Sra. Flowers? — Ele perguntou, virando seus olhos azuis desfocados para ela.
— Eu sei exatamente o que ele gostaria. Tenho metade de um bife deixado no freezer que só precisa ser aquecido um pouquinho. — Apertando os botões de sua blusa, disse: — Matt, gostaria de fazer as honras? Lembre-se de levar o osso para fora... Ele deve ir correr atrás dele.
 Matt pegou o grande bife, no qual, depois de aquecido, cheirava tão bem que o fez perceber que ele estava faminto. Ela sentiu sua moral entrar em colapso.
— Sra. Flowers, você acha que eu devia fazer um sanduíche antes de dar isto a ele?
— Oh, pobre garoto! — Ela gritou. — E eu nem ao menos pensei... Claro, eles não te dariam almoço ou janta.
A Sra. Flowers pegou pão e Matt ficou feliz o suficiente com isso: pão e carne, o pão mais simples imaginável... E tão bom que fez seus dedos tremerem.
Elena chorou um pouquinho mais. Era tão fácil fazer duas criaturas felizes com uma coisa tão simples. Mais do que duas... Todos estavam felizes por verem Matt a salvo e ver Sabber ganhando sua própria recompensa.
O enorme cão seguiu cada movimento do bife com os olhos, a cauda sacudindo para frente e para trás no chão. Mas quando Matt, ainda mastigando, ofereceu a ele um pedaço grande de carne que sobrara, Sabber simplesmente sacudiu a cabeça para um lado, olhando como se dissesse: “Você deve estar brincando comigo”.
— Sim, é para você. Vá em frente e pegue. — A Sra. Flowers disse firmemente.
Finalmente, Sabber abriu sua enorme boca para pegar o fim do bife, a cauda balançando como hélice de helicóptero. Sua linguagem corporal era tão clara que Matt riu bem alto.
— Uma vez, isso esteve aqui no chão. — A Sra. Flowers adicionou magnificamente, espalhando um grande tapete pelo chão da cozinha.
A alegria de Sabber só era ultrapassada por suas boas maneiras. Ele colocou o bife no tapete e então trotou para cima de cada humano para colocar seu nariz molhado nas mãos ou cintura ou embaixo do queixo deles, e então trotou de volta para atacar seu prêmio.
— Eu me pergunto: será que ele sente falta de Sage? — Elena murmurou.
— Eu sinto falta de Sage. — Matt indistintamente. — Precisamos de toda ajuda mágica que conseguirmos.
Enquanto isso, a Sra. Flowers estava andando pela cozinha fazendo sanduíches de presunto e queijo e embalando-os como se fossem lanches para o intervalo da escola.
— Alguém que acordar tarde da noite com fome deve ter algo para se comer. — Ela disse. — Presunto e queijo, salada de frango, alguns bons pedaços de cenouras e um grande pedaço de torta de maçã.
Elena foi ajudá-la.
Ela não sabia por que, mas queria chorar um pouco mais.
A Sra. Flowers a consolou.
— Todos nós estamos nos sentindo... É… Cansados . — Ela anunciou gravemente. — Quem não sentir que vai direto para cama, é porque deve ter muita adrenalina correndo em suas veias. Tenho algo que ajudará nisso. E acho que podemos confiar em nossos amigos animais e nos amuletos no telhado para nos deixar a salvos esta noite.
Matt estava praticamente dormindo em pé.
— Sra. Flowers... Algum dia, eu vou retribuir… Mas por enquanto, não consigo ficar de olhos abertos.
— Em outras palavras: “É hora de dormir, crianças.” — Stefan disse.
Ele fechou as mãos de Matt firmemente em um pacote que continha um sanduíche, então o direcionou em direção às escadas. Elena pegou muitos mais lanches, beijou a Sra. Flowers duas vezes e subiu para o quarto de Stefan.
Ela tinha a cama no sótão em sua frente e estava abrindo o pacote de plástico quando Stefan chegou, após colocar Matt na cama.
— Ele está bem? — Ela disse ansiosamente. — Quer dizer, ele ficará bem amanhã?
— Ele estará bem com o seu corpo. Eu curei a maioria dos danos.
— E em sua mente ?
— É uma coisa difícil. Ele acaba se encarar a Vida Real. Preso, sabendo que poderia ser linchado, sem saber se alguém seria capaz de descobrir o que acontecera a ele. Ele pensou que mesmo se o rastreássemos, poderia haver uma briga, no qual seria difícil de vencer... Com tão pouco de nós, e sem tanta magia a disposição.
— Mas Sabber deu um jeito deles. — Elena disse.
Ela olhava pensadoramente para os sanduíches que havia deixado em cima da cama.
— Stefan, você quer salada de frango ou presunto? — Ela perguntou.
Houve um silêncio. Mas foi momentos antes de Elena olhar para ele, atônica.
— Oh, Stefan... Eu... Eu realmente esqueci. É que… Hoje foi tão estranho… Eu esqueci…
— Estou lisonjeado. — Stefan disse. — E você está sonolenta. O que quer que seja que a Sra. Flowers tenha colocado em seu chá...
— Acho que o governo se interessaria nisto. — Ela ofereceu. — Para espionagem e coisas assim. Mas por enquanto...
Ela ergueu seus braços, a cabeça inclinada para trás, com o pescoço exposto.
— Não, amor. Eu me lembro desta tarde, caso você não se lembre. E jurei que iria começar a caçar, e eu vou. — Stefan disse firmemente.
— Você vai me deixar? — Elena disse assustada.
Eles encararam um ao outro.
— Não vá. — Elena disse, tirando seu cabelo de seu pescoço. — Eu tenho tudo planejado, como você vai beber, e como iremos dormir abraçadinhos. Por favor, não vá, Stefan.
Ela sabia o quão difícil era para ele deixá-la. Mesmo se ela estivesse sorrindo maliciosamente e nua, mesmo se estivesse usando jeans grunge e tivesse a parte debaixo das unhas sujas. Ela era infinitamente linda e infinitamente poderosa e misteriosa para ele. Ele foi para ela. Elena pode sentir isso através de seu laço, no qual estava começando a fazer um zumbido, começando a se aquecer, começando a aproximá-lo.
— Mas Elena. — Ele disse.
Ele estava tentando ser sensível! Não sabia que ela não queria sensibilidade neste momento em particular?
— Bem aqui. — Elena bateu num ponto macio em seu pescoço.
A ligação deles estava cantando como uma linha de Poder elétrico agora. Mas Stefan era teimoso.
— Você precisa comer, precisa. Tem que manter sua força. — Elena imediatamente pegou um sanduíche de salada de frango e o mordeu.
Hmm... Delícia. Estava realmente muito bom. Ela teria que dar à Sra. Flowers um buquê de flores.
Eles estavam sendo tão bem cuidados aqui. Ela tinha que pensar num jeito de ajudar mais.
Stefan a assistiu comer. Isso fez com que ele ficasse faminto, mas isso por que ele estava acostumado a comer a essa hora, e não costumava fazer exercícios. Elena pôde ouvir tudo através de sua conexão e ela o ouviu pensar que ele estava feliz por ver Elena renovada. Que havia aprendido a lição; que não faria mal algum ir para cama sentindo fome só por uma noite. Ele abraçaria sua adorável e sonhadora Elena a noite toda.
Não! Elena estava horrizada.
Desde que ele esteve aprisionado na Dimensão das Trevas, tudo que sugeria que ele ficasse sem comer a aterrorizava. De repente, ela teve dificuldade em engolir a mordida que havia dado.
— Aqui, aqui... Por favor? — Ela implorou para ele.
Ela não queria ter de seduzi-lo a fazer isso, mas faria se ele a forçasse. Ela lavaria suas mãos em relação àquilo, e colocaria uma camisola longa e agarrada, afagaria seus caninos teimosos entre beijos, ia tocá-los suavemente com a ponta de sua língua, apenas na base, onde eles não a cortariam enquanto respondessem àquele sinal e crescessem. E então ele estaria tonto, estaria fora do controle, ele seria seu completamente.
Tudo bem! Tudo bem! Stefan pensou para ela. Tenha piedade!
— Eu não quero ter piedade. Não quero que você me deixe. — Ela disse, abrindo seus braços para ele, e ouviu sua própria voz suave, macia e ansiosa. — Quero que você me abrace e fique comigo para sempre, assim como quero abraçá-lo e ficar contigo para sempre.
A face de Stefan havia mudado. Ele olhou para ela com o olhar que havia usado na prisão, quando ela havia ido visitá-lo com roupas decentes — ao contrário daquela sujeira que ela estava usando agora — e ele disse, aturdido:
— Tudo isso... É pra mim?
Naquela época, havia arame farpado entre eles. Agora, não havia nada para separá-los e Elena pôde ver o quanto Stefan queria vir para ela. Ela se aproximou um pouquinho e, em seguida, Stefan entrou no círculo de seus braços e segurou-a firmemente, mas com um infinito cuidado para não usar força o suficiente para machucá-la. Quando relaxou e encostou a testa na dela, Elena percebeu que ela nunca se cansaria ou ficaria triste ou assustada, sem ser capaz de pensar neste sentimento que ele iria defender para o resto de sua vida.
Por fim, afundaram no conjunto de lençóis, confortaram um ao outro em medidas iguais, e trocaram beijos doces e quentes. Com cada beijo, Elena sentiu o mundo exterior e todos os seus horrores se afastando cada vez mais. Como algo podia estar errado quando ela própria sentia que o céu estava próximo? Matt, Meredith, Bonnie e Damon certamente estariam seguros e felizes também. Enquanto isso, cada beijo a trazia para mais perto do paraíso, e ela sabia que Stefan se sentiu da mesma forma. Eles estavam tão felizes juntos que ela sabia que logo todo o universo ecoaria com a alegria deles, que transbordaria como uma luz e transformaria tudo que tocasse.

* * *

Bonnie acordou e percebeu que havia estado inconsciente por apenas alguns minutos. Ela começou a tremer, e uma vez que começou, não conseguiu parar. Sentiu uma onda de calor envolvendo-a, e ela sabia que Damon estava tentando aquecê-la, mas a tremedeira não ia embora.
— O que há de errado? — Damon perguntou, e sua voz estava diferente da de costume.
— Eu não sei. — Bonnie disse. Ela não sabia. — Talvez por que eles ficavam ameaçando me jogar pela janela. Eu não ia gritar a respeito disso. — Ela adicionou apressadamente, no caso de ele assumir que ela gritaria. — Mas então falaram sobre me torturar...
 Ela sentiu um pequeno espasmo indo através de Damon. Ele estava abraçando-a muito forte.
— Te torturar! Eles te ameaçaram com isso?
— Sim, porque, você sabe, a Esfera Estelar de Misao se foi. Eles sabiam que seu líquido fora jorrado; eu não contei isso a eles. Mas tive de contar que era minha culpa a última metade ter sido jorrada, e então eles ficaram bravos comigo. Oh! Damon, você está me machucando!
— Então foi sua culpa ela ter sido jorrada, né?
— Bem, eu deduzi que fosse. Você não teria feito isso se eu não estivesse bêbada, e... O qu-que há de errado, Damon? Você está bravo também?
Ele estava abraçando-a tanto que ela não podia respirar.
Devagar, sentiu seus braços soltarem-na um pouco.
— Um aviso, passarinho: quando as pessoas estão ameaçando te torturar e te matar, é mais... Inteligente... Dizer a eles que a culpa é de outra pessoa. Especialmente se acontecer de isso ser a verdade.
— Eu sei disso! — Bonnie disse indignadamente. — Mas iam me matar de qualquer forma. Se eu contasse sobre você, eles teriam te machucado, também.
Damon a puxou de volta para perto dele, assim ela teve que olhar para seu rosto.
Bonnie também pôde sentir o delicado toque de uma sonda telepática mental. Ela não resistiu; estava ocupada demais se perguntando por que ele tinha sombras cores de ameixa sob seus olhos. Então ele sacudiu a cabeça dela um pouquinho, e ela parou de pensar.
— Você nem ao menos entende o básico de auto-preservação? — Ele disse, e ela pensou ele parecia bravo agora.
Certamente, ele estava diferente das outras vezes que ela o havia visto...
Exceto uma vez, pensou, e isso foi quando Elena fora “Disciplinada” por ter salvado a vida de Lady Ulma, na época em que Ulma havia sido uma escrava.
Ele tinha a mesma expressão agora, tão ameaçadora que até mesmo Meredith havia tido medo dele, e ainda tão cheio de culpa que Bonnie tinha o desejo de confortá-lo.
Mas tinha que ter outro motivo, a mente de Bonnie disse à ela. Porque você não é a Elena, ele nunca te tratará da forma que trata a Elena.
Uma visão da sala marrom surgiu diante dela, e ela tinha certeza que ele nunca teria colocado Elena lá. Elena não teria deixado, para começo de conversa.
— Eu tenho que voltar? — Ela perguntou, percebendo estava sendo insignificante e boba e o quarto marrom parecia o paraíso comparado com o outro lugar que esteve há pouco tempo atrás.
— Voltar? — Damon disse, um pouco rápido demais. Ela teve o pressentimento de ele havia visto o quarto marrom também, agora, através de seus olhos. — Por quê? A mulher me deu tudo daquele quarto. Então, estou com suas verdadeiras roupas e um monte de Esferas Estelares aqui, no caso de você não ter visto alguma. Mas por que pensaria que teria de voltar?
— Bem, eu sei que você estava procurando por uma vampira de qualidade, e eu não sou uma. — Bonnie disse simplesmente.
— Isso foi só para que eu pudesse voltar a ser um vampiro. — Damon disse. — E o que você pensa que está te segurando no ar neste instante?
Mas desta vez Bonnie sabia, de alguma forma, que a sensação das Esferas Estelares “Nunca Mais Lembrar” ainda estavam em sua mente e que Damon parecia vê-las também. Ele era um vampiro novamente. E o conteúdo daquelas Esferas Estelares era tão abominável que o interior de pedra de Damon finalmente se quebrou.
Bonnie quase pôde ver o que ele pensava deles, e dela, tremendo embaixo de um cobertor toda noite.
E então, para o seu espanto, o sempre composto e novíssimo vampiro desabafou:
— Me perdoe. Não pensei em como aquele lugar seria para você. Há algo que fará você se sentir melhor?
Bonnie piscou. Ela pensou, seriamente, se estava sonhando. Damon não se desculpava. Damon era famoso por não se desculpar, ou se explicar, ou falar gentilmente com as pessoas, ao menos que ele quisesse algo delas.
Mas uma coisa parecia real. Ela não teria mais que dormir no quarto marrom.
Isso era tão animador que ela corou um pouquinho, e se atreveu a dizer:
— Poderíamos ir ao chão? Devagar? Porque a verdade é que tenho medo de altura.
Damon piscou, mas disse:
— Sim, acho que posso fazer isso. Há algo mais que você gostaria?
— Bem... Há algumas garotas que seriam doadoras... Alegrementes... Se... Bem… Se sobrou algum dinheiro… Se você pudesse salvá-las…
Damon disse um pouco bruscamente:
— É claro que sobrou algum dinheiro. Eu até exigi de volta o dinheiro de sua hospedagem para aquela bruxa.
— Bem, então, tem esse segredo que eu contei a você, mas eu não sei se você se lembra.
— Quando você acha que se sentirá bem para começarmos? — Perguntou Damon.

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