13 de novembro de 2015

Capítulo 10

Quinta-feira, 12 de dezembro pela manhã
Querido diário
Depois de uma semana de trabalho, o que conseguimos?
Bem, temos nos organizado entre nós para seguir os três suspeitos quase continuamente durante os últimos seis ou sete dias. Resultado: informações sobre os movimentos de Robert durante a última semana mostram que agiu como qualquer homem comum de negócios. Alaric não tem feito nada que não seja normal para um professor de história. E a Sra. Flowers aparentemente gasta a maior parte de seu tempo no sótão. Mas na verdade não temos averiguado nada.
Stefan disse que Alaric se reuniu com o diretor da escola umas duas vezes, mas não pôde se aproximar o suficiente para ouvir do que falavam.
Meredith e Bonnie estenderam as informações sobre outros animais de estimação além dos cachorros que podiam ser perigosos. Não precisaram trabalhar muito nisso; parece que toda a cidade já está no limite da histeria. Desde então houve muitos outros ataques de animais reportados, mas é muito difícil saber qual deles pode ser levado a sério. Algumas crianças mexiam em um esquilo e ele os mordeu. O coelho dos Massase arranhou o filho caçula deles. A velha Sra. Coomber viu cobras cabeça-de-cobre em seu jardim quando todas as serpentes deviam estar hibernando.
O único em que acredito é no ataque ao veterinário que mantinha os cachorros em quarentena. Um grupo deles o mordeu e a maioria escapou de onde estava presa. Depois disso simplesmente desapareceram. As pessoas deram adeus e boa viagem e esperam que os cães morram de fome no bosque, mas tenho minhas dúvidas.
Não parou de nevar, mas não tem sido uma nevasca tão forte, mas tampouco parou. Nunca vi tanta neve.
Stefan está preocupado com o baile amanhã à noite. 
O que nos leva de volta: O que temos investigado até agora? O que sabemos? Nenhum de nossos suspeitos esteve perto da casa dos Massase ou da Sra. Coomber, ou da clínica veterinária quando aconteceram os ataques. Não estamos mais perto de encontrar o Outro Poder do que estávamos quando começamos.
A pequena reunião de Alaric é esta noite. Meredith acha que devíamos ir. Não sei que outra coisa podemos fazer.


Damon esticou as longas pernas e falou preguiçosamente, passando os olhos pelo celeiro.
— Não, particularmente não acho que seja perigoso. Mas não vejo o que espera conseguir.
— Nem eu sei exatamente — admitiu Elena. — Mas não tenho ideia melhor. Você tem?
— O que, quer dizer outras formas de passar o tempo? Sim, eu tenho. Quer que eu lhe fale um pouco? 
Elena o fez calar com um gesto e deixou o assunto de lado.
— Me refiro a coisas úteis que nos façam chegar em algum lugar. Robert está fora da cidade, a Sra. Flowers está no... 
— Sótão — disseram em coro várias vozes.
— E nós nos limitamos a ficar aqui sentados. Alguém tem uma ideia melhor?
Meredith rompeu o silêncio.
— Se estão preocupados porque pode ser perigoso para mim e Bonnie, por que não vamos todos? Não quero dizer que tenham que aparecer. Podiam vir e se esconder no sótão. Então se algo acontecer, podíamos gritar pedindo ajuda e vocês nos ouviriam.
— Não vejo porque alguém terá que gritar — disse Bonnie — não vai acontecer nada lá.
— Bom, talvez não, mas não é demais ter certeza — devolveu Meredith. — O que acham?
Elena assentiu devagar.
— Faz sentido — olhou ao redor em busca de objeções, mas Stefan se limitou a dar de ombros e Damon murmurou algo que fez Bonnie sorrir.
— Tudo bem, então está decidido. Vamos.
A inevitável neve os recebeu ao abandonar o celeiro.
— Bonnie e eu podemos ir no meu carro — disse Meredith. — E vocês três...
— Oh, nós encontraremos nosso próprio caminho — disse Damon com um sorriso de lobo.
Meredith assentiu, sem se mostrar impressionada. Engraçado, pensou Elena enquanto as outras garotas se afastavam; Meredith nunca parecia impressionada com Damon. Seu encanto parecia não ter efeito nela.
Estava a ponto de mencionar que estava com fome quando Stefan se virou para Damon.
— Está disposto a ficar com Elena o tempo todo que estiver aqui? Cada minuto? — perguntou.
— Tente me impedir — respondeu Damon em tom divertido. Logo o sorriso desapareceu. — Por quê?
— Porque se você ficar, os dois podem ir sozinhos e eu me reunirei a vocês mais tarde. Tenho que fazer algo, mas não levará muito tempo.
— Fazer o quê?
— Recebi uma carta de Caroline hoje. Perguntava se eu não podia me encontrar com ela na escola antes da festa de Alaric. Disse que queria se desculpar.
Elena abriu a boca para soltar um comentário afiado, mas logo voltou a fechá-la. Pelo o que tinha ouvido, Caroline estava uma lástima esses dias. E talvez falar com Stefan a fizesse se sentir melhor.
— Bem, você não tem pelo o que se desculpar — disse ela. — Tudo o que aconteceu foi culpa dela. Não a considera perigosa?
— Não; de todo modo, ainda me restam alguns dos meus poderes. Ela não é uma garota má. Me encontrarei com ela e vocês podem ir para a casa de Alaric.


O sótão estava tal como Elena se lembrava, escuro, empoeirado e cheio de misteriosas formas cobertas com lençóis. Damon, que tinha entrado de um modo mais convencional pela porta da frente, teve que tirar os ferrolhos para que ela entrasse pela janela. Depois disso se sentaram um junto ao outro no velho colchão e escutaram as vozes que vinham pelos dutos.
— Podia ter encontros mais românticos — murmurou Damon, tirando melindrosamente uma teia de aranha da manga. — Tem certeza de que não preferiria...?
— Sim — respondeu Elena. — E agora cala a boca.
Era como um jogo, escutar retalhos de conversas e tentar juntá-los, tentar dar a cada voz o rosto correspondente.
— Não me importa quanto tempo faça que tem o periquito; se desfaça dele ou irei ao Baile de Inverno com Mike Peldman.
— ... corre o rumor de que voltarão a abrir o caixão do Sr. Tanner esta noite...
— ... soube que todo mundo exceto Caroline saiu do concurso para eleger a Rainha da Neve? Você não acha...
— ... morta, mas tenho certeza que a vi. E não, não estava sonhando; estava com um vestido prateado e os cabelos eram totalmente dourados e se agitavam no vento...
Elena olhou para Damon levantando as sobrancelhas, logo baixou os olhos para sua vestimenta preta, prática e confortável.
Ele sorriu, brincalhão.
— Romantismo — disse. — Eu mesmo gosto de você de preto.
— Bom, você gostaria, não gostaria? — murmurou Elena.
Era entranho como se sentia confortável com Damon ultimamente. Permaneceu sentada em silêncio, deixando que as conversas flutuassem ao seu redor, quase perdendo a noção do tempo. Logo captou uma voz familiar, enraivecida e mais perto que as outras.
— Ok. Ok, estou indo. Ok.
Elena e Damon trocaram um olhar e se colocaram de pé enquanto a maçaneta da porta do porão girava. Bonnie colocou a cabeça para dentro.
— Meredith disse para subir aqui. Não sei o motivo. Está monopolizando Alaric e a festa é um desastre. Aff.
Ela se sentou no colchão e depois de poucos minutos Elena voltou a se sentar ao lado dela. Começava a desejar que Stefan chegasse quando a porta voltou a se abrir e Meredith entrou.
— Meredith, o que está acontecendo?
— Nada, ou pelo menos nada para se preocupar. Onde está Stefan?
As bochechas de Meredith estavam avermelhadas e reluzia uma expressão curiosa nos olhos como se mantivesse algo firmemente sob controle.
— Virá mais tarde... — começou Elena, mas Damon a interrompeu.
— Não importa onde ele esteja. Quem está subindo as escadas?
— O que quer dizer com “quem está subindo as escadas”? — Bonnie perguntou, levantando-se.
— Todos vocês, mantenham a calma — disse Meredith, colocando-se na frente da janela como se a guardasse; não parecia precisamente muito calma, percebeu Elena. — Está tudo bem — alteou a voz, e a porta se abriu e Alaric Saltzman entrou no cômodo.
O movimento de Damon foi tão gracioso que nem mesmo os olhos de Elena puderam segui-lo; com um gesto ele pegou o pulso de Elena e a pôs atrás dele, ao mesmo tempo em que se dirigia diretamente para o rosto de Alaric. Finalizou se agachando como um predador, cada músculo tenso e pronto para o ataque.
— Oh, não! — exclamou Bonnie violentamente.
Ela se lançou sobre Alaric, que já tinha começado a retroceder um pouco ante Damon. O professor quase perdeu o equilíbrio e tateou atrás de si em busca da porta. A outra mão procurava algo no cinto.
— Chega! Chega! — gritou Meredith.
Elena viu a forma abaixo da jaqueta de Alaric e compreendeu que era uma arma.
Outra vez, não conseguiu acompanhar tudo o que aconteceu – Damon soltou o pulso dela e pegou o de Alaric. E depois Alaric estava caído no chão com uma expressão atordoada, enquanto Damon tirava as balas da arma, uma a uma.
— Eu te disse que era estupidez e que você não precisaria disso — apontou Meredith.
Elena reparou que estava segurando a garota morena em seus braços. Sem dúvida teve que fazê-lo para impedir Meredith de interromper Damon, mas não se lembrava.
— Essas coisinhas com pontas de madeira são desagradáveis; podem ferir alguém — disse Damon, com um leve tom de censura; voltou a colocar um dos cartuchos e fechou o carregador com um clique, apontando pensativamente para Alaric.
— Pare! — Meredith pediu intensamente. Ela se virou para Elena. — Faça-o parar, Elena; só está piorando mais as coisas. Alaric não vai machucar vocês; prometo. Gastei toda a semana convencendo-o que vocês não iam machucá-lo.
— E agora acho que meu pulso está quebrado — Alaric comentou controladamente. Seu cabelo cor de areia estava caindo nos olhos.
— Não pode culpar ninguém a não ser você mesmo — Meredith replicou amargamente.
Bonnie, que segurav,a solicitamente, os ombros de Alaric, levantou os olhos ante a familiaridade do tom de Meredith, então retrocedeu alguns passos e se sentou.
— Mal posso esperar para ouvir uma explicação para isso — ela falou.
— Por favor, confie em mim — Meredith pediu a Elena.
Elena olhou dentro de seus olhos escuros. Confiava em Meredith; ela mesma dissera isso. E as palavras despertaram outra lembrança, sua própria voz pedindo que Stefan confiasse. Assentiu.
— Damon?
Ele jogou a arma casualmente no chão e então sorriu para todos, deixando bem claro que não precisava de armas desse tipo.
— Agora, se todo mundo se limitar a escutar, todos compreenderão — disse Meredith.
— Oh, claro — respondeu Bonnie.
Elena se aproximou de Alaric Saltzman. Não estava com medo dele, mas do modo como ele a observava, vagarosamente, movendo os pés, ele estava com medo dela. Parou quando estava a um metro do lugar onde ele estava sentado no chão e se agachou ali, olhando para ele.
— Olá — Elena falou.
Ele ainda estava segurando o pulso.
— Olá — ele respondeu, engolindo.
Elena deu um rápido olhar para trás, para Meredith, e então voltou a olhar Alaric. Sim, ele estava assustado. E com o cabelo nos olhos daquele modo, parecia jovem. Podia ter quatro anos a mais que Elena, talvez cinco. Não mais que isso.
— Não vamos machucar você — disse.
— Isso é o que ando dizendo para ele — Meredith falou em voz baixa. — Expliquei que seja lá o que já tenha visto, qualquer que seja a história que já tenha ouvido, vocês dois eram diferentes. Contei o que você me contou sobre Stefan, o modo como tem lutado contra sua natureza durante todos esses anos. Contei sobre o que aconteceu, Elena, e não queria que acabasse assim.
Mas por que você contou todas essas coisas a ele?, pensou Elena, e disse a Alaric:
— Tudo bem, você sabe coisas sobre nós. Mas tudo o que sabemos sobre você é que é um professor de história.
— É um caçador — Damon falou com suavidade, mas ameaçadoramente. — Um caçador de vampiros.
— Não — desmentiu Alaric. — Ou ao menos não no sentido que você pensa — pareceu tomar alguma decisão. — Tudo bem. Pelo o que sei sobre vocês três... — ele se interrompeu, passando os olhos pelo quarto escuro como se de repente reparasse em algo. — Onde está Stefan?
— Está a caminho. Na verdade, já deveria estar aqui agora. Ia parar na escola e encontrar Caroline — disse Elena.
Não estava preparada para a reação de Alaric.
— Caroline Forbes? — ele perguntou abruptamente, sentando-se muito tenso.
Sua voz soava como quando ela o ouvira falando com o Sr. Feinberg e o diretor, cortante e enérgica.
— Sim; ela enviou um bilhete para ele hoje, disse que queria pedir desculpas ou algo assim. Queria encontrá-lo na escola antes da festa.
— Ele não pode ir. Vocês têm que pará-lo — Alaric pôs-se de pé apressadamente e repetiu urgentemente: — Vocês precisam pará-lo.
— Ele já foi. Por quê? Por que ele não deveria ir? — quis saber Elena.
— Porque hipnotizei Caroline há dois dias. Tinha tentado antes com Tyler, sem êxito. Mas Caroline é uma boa moça, recordou o que tinha acontecido na cabana. Identificou Stefan Salvatore como o atacante.
O silêncio chocante durou apenas uma fração de segundos. Então Bonnie disse:
— Mas o que Caroline pode fazer? Ela não pode machucá-lo...
— Você não entende? Não se trata de um encontro de estudantes na escola — disse Alaric. — Isso foi longe demais. O pai de Caroline sabe sobre isso e o pai de Tyler também. Estão preocupados com a segurança da cidade...
— Shh! Fique quieto!
Elena procurava em sua mente, tentando encontrar algum sinal da presença de Stefan. Ele se deixou enfraquecer, pensou, com a parte dela que mantinha uma calma glacial em meio ao turbilhão de medo e pânico. Por fim percebeu algo, só um leve indício, mas lhe pareceu ser Stefan. E estava em apuros.
— Algo está errado — confirmou Damon, e ela compreendeu que também devia tê-lo procurado com uma mente muito mais poderosa do que a dela. — Vamos.
— Esperem, deixem eu falar com eles primeiro. Não se metam nisso.
Mas Alaric podia ter falado com o vento, tentando reiterar seu poder destruidor com palavras. Damon já estava na janela e logo Elena também se deixava cair por ela, aterrissando limpidamente junto a Damon na neve. A voz de Alaric os seguiu de cima.
— Nós também vamos. Esperem aí. Deixem que que eu fale com eles primeiro. Posso fazer isso...
Elena apenas o olhou. Sua mente funcionava com um único propósito, um pensamento. Machucar as pessoas que queriam ferir Stefan. Foram longe demais, pensava, e agora vou tão longe quanto for necessário. Se eles se atreverem a tocá-lo... Em sua mente passavam imagens fugazes, rápidas demais para contá-las, do que faria. Em qualquer outro momento se sentiria chocada pela torrente de adrenalina, de excitação, que fluía naqueles pensamentos.
Podia perceber a mente de Damon junto a ela enquanto corriam a toda velocidade pela neve; era como se uma chama de luz vermelha e fúria. A ferocidade que havia dentro de Elena a recebeu de bom grado, feliz por senti-la tão perto. Mas então lhe ocorreu outra coisa.
— Eu o estou atrasando — disse ela. Mal respirava, mesmo correndo pela neve virgem, conseguiram fazer um tempo extraordinário. Mas nada sobre as duas pernas, ou mesmo sobre quatro, poderia igualar a velocidade das asas de uma ave. — Continue — ela falou. — Chegarei o mais rápido que puder. Me encontrarei com você.
Não ficou para contemplar como o ar se desenrolava e estremecia, ou o modo como que a escuridão rodopiou até se converter em um bater de asas no ar. Mas olhou para o alto para contemplar o corvo que se elevava nas alturas e ouviu a voz mental de Damon. Boa caçada, ele falou, e a alada figura negra foi como uma flecha para a escola.
Boa caça, foi o pensamento que Elena enviou para ele, e falava sério. Redobrou a velocidade com a mente fixa o tempo todo naquele brilho da presença de Stefan.


Stefan jazia de costas, desejando que sua visão não estivesse tão borrada ou que tivesse algo mais do que um controle vacilante sobre sua consciência. A visão borrada se devia em parte à dor e em parte à neve, mas também havia uma linha de sangue procedente da ferida de sete centímetros em sua cabeça.
Tinha sido tão estúpido por não ter dado uma olhada ao redor da escola; de ter visto vários carros com os faróis apagados estacionados do outro lado e não ter percebido nada. E agora ia pagar por aquela estupidez.
Se ao menos fosse capaz de se concentrar o suficiente para pedir ajuda... Mas a debilidade que permitira que esses homens o derrubassem com tanta facilidade também o impedia de fazer isso. Não tinha se alimentado desde a noite de Tyler. De certo modo, isso era irônico. Seu sentimento de culpa era responsável pela enrascada em que se encontrava.
Não devia ter tentado mudar minha natureza, pensou. Afinal, Damon estava certo. Todos eram iguais – Alaric, Caroline, todos. Todos o traíram. Deveria ter caçado todos e desfrutado disso.
Esperava que Damon cuidasse de Elena. A garota estaria a salvo com ele; Damon era forte e implacável. A ensinaria a sobreviver. Isso o alegrava.
Mas algo em seu interior chorava.


Os olhos afiados de corvo distinguiram as luzes dos faróis cruzados no chão e a ave desceu. Mas Damon não precisava de confirmação visual; era guiado pelo tênue zumbido da força vital de Stefan. Tênue porque Stefan estava fraco e porque quase já se havia dado por vencido.
Nunca vai aprender, não é, irmão?, Damon falou-lhe mentalmente. Deveria deixá-lo aí onde está.
Mesmo quando se aproximava do chão em voo rasante sua forma mudava, adotando uma que faria mais estrago do de um corvo.
Um lobo negro saltou no meio dos homens que rodeavam Stefan, dirigindo-se com precisão para o que segurava a estaca afiada de madeira sobre o peito do irmão. A força do golpe lançou o homem uns três metros para trás e a estaca caiu sobre a hera. Damon conteve o impulso – muito mais forte pela aparência que havia adotado – de cravar os dentes no pescoço do homem. Girou e virou para os outros dois que continuavam de pé.
Sua segunda investida os dispersou, mas um deles alcançou a escuridão e voltou, levantando algo a altura do ombro. Um rifle, pensou Damon. E provavelmente carregado com as mesmas balas especiais que havia na arma de Alaric.
Não havia modo de alcançar o homem antes que ele disparasse. O lobo grunhiu e se preparou para saltar para longe. O rosto roliço do homem se crispou em um sorriso.
Veloz como o ataque de uma serpente, uma mão branca surgiu da escuridão e arrancou o rifle de seus braços. O homem olhou freneticamente ao seu redor, perplexo, e o lobo deixou que suas mandíbulas se abrissem em um largo sorriso. Elena tinha chegado.

6 comentários:

  1. Sabe, eles fazem um trio interessante agora que a Elena não é mais uma mocinha indefesa entre eles.

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    1. Também pensei... A Elena e ainda dependente, mas PQ é nova. Dps ela se adapta melhor!

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  2. Mal espero pelo primeiro beijo deles... Delena. >Damon perfect <3

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    1. Prefiro Elena com Stefan. Pra mim o Daemon tinha que morrer agora mesmo

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  3. Não to entendo esse poder que eles tanto procuram ?

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    1. Eh q ta acontecendo algo estranho com a cidade..ent eles acham q tem um poder q ta fznd isso com a cidade..acho q eh isso😉

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