18 de outubro de 2015

Um - Bom dia! Você vai morrer

É, EU SEI. Vocês vão ler sobre minha morte agonizante e vão pensar: “Uau! Que maneiro, Magnus! Posso ter uma morte agonizante também?”
Não. Tipo, não.
Não saiam por aí pulando de telhados. Não corram entre os carros nem taquem fogo no próprio corpo. Não é assim que funciona. Não tentem fazer isso em casa.
Além do mais, vocês não gostariam de se ver na minha situação. A não ser que tenham o desejo insano de ver guerreiros mortos-vivos fazendo picadinho uns dos outros, espadas enfiadas em narizes de gigantes e elfos negros em roupas modernas, nem pensem em procurar os portões de cabeça de lobo.
Meu nome é Magnus Chase. Tenho dezesseis anos. Esta é a história de como minha vida foi ladeira abaixo depois que eu morri.

* * *

Meu dia até que começou bem normal. Eu estava dormindo debaixo de uma ponte no Public Garden, em Boston, quando um cara me acordou com um chute e disse:
— Tem gente atrás de você.
A propósito, eu moro na rua faz dois anos.
Alguns de vocês podem pensar: Puxa, que triste. Outros talvez pensem: Bem-feito, vagabundo! Mas, se me vissem na rua, tenho noventa e nove por cento de certeza de que passariam direto por mim como se eu fosse invisível, torceriam para que eu não me aproximasse pedindo dinheiro e se perguntariam se sou mais velho do que pareço, porque, obviamente, nenhum adolescente andaria pelas ruas de Boston enrolado em um saco de dormir fedido no meio do inverno. Alguém ajude aquele pobre garoto!
E continuariam andando.
Tudo bem. Não preciso da solidariedade de vocês. Estou acostumado a zombarias. E estou acostumado a ser ignorado. Vamos em frente.
O mendigo que me acordou foi um cara chamado Blitz. Como sempre, parecia ter acabado de atravessar correndo um furacão de imundície. Seu cabelo preto e crespo vivia cheio de pedaços de papel e fragmentos de galhos. Seu rosto era tostado como couro curtido, todo salpicado de gelo. Sua barba áspera se abria em todas as direções. A barra de seu sobretudo surrado estava coberta de neve, pois se arrastava no chão (Blitz tinha cerca de um metro e sessenta de altura), e suas pupilas estavam tão dilatadas que mal se via a íris. Graças aos olhos esbugalhados, ele parecia prestes a gritar a qualquer segundo.
Pisquei repetidas vezes, tentando afastar o sono. Eu sentia gosto de hambúrguer velho na boca. Meu saco de dormir estava quentinho, e eu realmente não queria sair dali.
— Quem está atrás de mim?
— Sei lá. — Blitz esfregou o nariz, que, de tantas vezes quebrado, era em zigue-zague que nem um raio. — Tem um pessoal aí distribuindo panfletos com o seu nome e uma foto sua.
Soltei um palavrão. Se fosse um policial ou um segurança, tudo bem. Assistentes sociais, voluntários de serviço comunitário, universitários bêbados, viciados a fim de espancar alguém pequeno e fraco: encarar qualquer um desses logo cedo seria mole como acordar com café da manhã na cama.
Mas alguém que sabia meu nome e conhecia meu rosto... isso era mau sinal. Significava que estavam procurando especificamente por mim. Talvez a galera do abrigo estivesse com raiva por eu ter quebrado o aparelho de som deles. (Aquelas cantigas de Natal eram de enlouquecer.) Talvez uma câmera de segurança pública tivesse flagrado o último furto que eu cometera na área do Theater District. (Ei, eu precisava de dinheiro para uma pizza.) Ou talvez, por mais improvável que parecesse, a polícia ainda estivesse na minha cola, querendo fazer perguntas sobre o assassinato da minha mãe...
Reuni minhas coisas, o que levou uns três segundos. Enrolei o saco de dormir bem apertado para caber na mochila, junto com a escova de dentes e algumas meias e cuecas.
Além da roupa do corpo, isso era tudo o que eu tinha. Com a mochila no ombro e o capuz do casaco cobrindo a cabeça, eu conseguia facilmente me misturar à multidão de pedestres.
Boston é cheia de universitários. Alguns ainda mais desgrenhados e que aparentam ser ainda mais jovens que eu.
Eu me virei para Blitz.
— Onde você viu essas pessoas com folhetos?
— Na rua Beacon. Estão vindo para cá. Um coroa branquelo e uma garota. Deve ser filha dele.
Franzi a testa.
— Isso não faz sentido. Quem...?
— Não sei, garoto, mas eu tenho que ir.
Blitz observou com olhos semicerrados o nascer do sol, que tingia de laranja as janelas dos arranha-céus. Por motivos que nunca entendi direito, Blitz detestava a luz do dia. Talvez fosse o vampiro sem-teto mais baixo e corpulento do mundo.
— Você devia ir encontrar o Hearth. Ele está na praça Copley.
Tentei conter a irritação. O pessoal da rua brincava dizendo que Hearth e Blitz eram minha mãe e meu pai, porque tinha sempre um ou outro perto de mim.
— Eu agradeço — falei. — Mas vou ficar bem.
Blitz começou a roer a unha.
— Sei não, garoto. Hoje, não. Você tem que tomar muito cuidado.
— Por quê?
Ele olhou de relance por cima do meu ombro.
— Eles estão vindo.
Não vi ninguém atrás de mim. Quando me virei de volta, Blitz tinha sumido. Eu odiava quando ele fazia isso. De repente... puf. O cara era um ninja. Um vampironinja sem-teto.
Agora, eu precisava escolher: ir até a praça Copley e ficar com Hearth ou ir até a rua Beacon para tentar ver quem eram as pessoas que estavam me procurando.
A descrição que Blitz fez delas me deixou curioso. Um coroa branco e uma garota me procurando logo cedo em uma manhã de inverno. Por quê? Quem seriam eles?
Discretamente, contornei o laguinho. Quase ninguém pega a trilha que passa sob a ponte, então, se eu seguisse pela lateral da colina, conseguiria ver qualquer um que se aproximasse pela outra trilha sem que me vissem.
Uma camada de neve cobria o chão. O céu estava de um azul de doer os olhos. Os galhos nus das árvores pareciam ser feitos de vidro. O vento cortante atravessava as camadas de roupas, mas o frio não me incomodava. Minha mãe sempre dizia que eu era quase um urso polar. Droga, Magnus, pensei, repreendendo a mim mesmo.
Depois de dois anos, minhas lembranças dela ainda eram um campo minado. Era só eu tropeçar em uma que meu equilíbrio explodia em pedacinhos.
Tentei me concentrar.
Vi o homem e a garota vindo na minha direção. O cabelo louro dele cobria a gola do casaco – não em um estilo intencional, mas como se ele não pudesse se dar ao trabalho de ir cortar. Sua expressão de perplexidade era como a de um professor substituto: Sei que fui atingido por uma bolinha de papel, mas não faço ideia de quem jogou. Ele usava sapatos sociais, uma escolha totalmente equivocada para o inverno de Boston. Cada meia era de um tom diferente de marrom. O nó da gravata parecia ter sido feito enquanto ele rodopiava na mais completa escuridão.
A garota era filha dele, definitivamente. Tinha o cabelo farto e ondulado como o do homem, só que em um tom mais claro. Estava vestida de forma mais sensata: botas de neve, calça jeans e uma parca, além de uma camiseta laranja aparecendo na altura do pescoço. Sua expressão era mais determinada, zangada. Ela segurava a pilha de panfletos como se fossem cópias de uma redação em que recebera uma nota baixa.
Se ela estava me procurando, eu não queria ser encontrado. A garota era assustadora.
Não a reconheci, nem ao pai dela, mas alguma coisa pipocou no fundo da minha mente... como um ímã tentando puxar uma lembrança muito antiga.
Pai e filha pararam no ponto em que o caminho bifurcava. Os dois olharam ao redor, como se só então percebessem que estavam no meio de um parque deserto em um horário cruel em pleno inverno.
— Inacreditável — disse a garota. — Dá vontade de estrangulá-lo.
Supondo que ela estivesse falando de mim, me abaixei um pouco mais.
O pai suspirou.
— Acho que não é uma boa ideia. Ele ainda é seu tio.
— Mas dois anos? Pai, como ele pôde ficar dois anos sem contar para a gente?
— Não sei explicar as decisões de Randolph. Nunca soube, Annabeth.
Inspirei com tanta força que tive medo de eles ouvirem. Uma ferida se abriu no meu cérebro, expondo dolorosas lembranças de quando eu tinha seis anos.
Annabeth. Ou seja, o homem louro era... tio Frederick?
Então minhas lembranças me levaram ao último Dia de Ação de Graças que havíamos passado juntos: Annabeth e eu escondidos na biblioteca da casa do tio Randolph, brincando com peças de dominó enquanto os adultos gritavam uns com os outros no andar de baixo.
Você tem sorte de morar com a sua mãe. Annabeth colocou mais um dominó na miniconstrução. Uma construção incrivelmente boa, com colunas na frente, como um templo. Vou fugir de casa.
Eu não tinha dúvida de que era sério. A confiança dela me impressionava.
Foi quando tio Frederick apareceu à porta com os punhos cerrados, sua expressão sombria contrastando com as renas sorridentes em seu suéter. Annabeth, vamos embora.
Ela olhou para mim. Seus olhos cinzentos eram intensos demais para uma menina da idade dela. Se cuida, Magnus.
Com um peteleco, ela derrubou o templo de dominó que havia construído.
Foi a última vez que a vi.
Depois, minha mãe foi inflexível: Vamos ficar longe dos seus tios. Principalmente do Randolph. Não vou fazer o que ele quer. Jamais.
Ela não explicou o que Randolph queria, nem sobre o que tinha discutido com os irmãos.
Você precisa confiar em mim, Magnus. Ficar perto deles... é perigoso demais.
Eu confiava na minha mãe. Mesmo após a morte dela, não tive mais qualquer contato com meus tios.
Agora, do nada, eles estavam me procurando.
Randolph morava na cidade, mas, até onde eu sabia, Frederick e Annabeth ainda moravam na Virginia. Mas ali estavam eles, distribuindo folhetos com meu nome e minha foto. Onde tinham conseguido uma foto minha?
Eu estava tão confuso que perdi uma parte da conversa.
— ... encontrar Magnus — dizia tio Frederick. Ele olhou para o celular. — Randolph está no abrigo da cidade, no South End. Disse que não encontrou nenhuma pista. Vamos tentar a sorte no abrigo para menores do outro lado do parque.
— Se é que Magnus ainda está vivo... — disse Annabeth, com tristeza. — Desaparecido há dois anos! Ele pode ter morrido congelado em uma sarjeta qualquer!
Fiquei tentado a sair do meu esconderijo e gritar: SURPRESAAA!
Embora fizesse dez anos desde a última vez que eu vira Annabeth, não gostei de vê-la preocupada. Mas, depois de tanto tempo nas ruas, eu tinha aprendido do jeito mais difícil: nunca se meta em uma situação sem antes entender o que está acontecendo.
— Randolph tem certeza de que Magnus está vivo — disse tio Frederick. — Em algum lugar de Boston. Se a vida dele estiver mesmo em perigo...
Os dois foram na direção da rua Charles, suas vozes sendo levadas pelo vento. Eu estava tremendo agora, mas não era de frio. Queria correr atrás de Frederick e exigir uma explicação sobre o que estava acontecendo. Como Randolph sabia que eu ainda estava na cidade? Por que estavam me procurando? Por que só agora minha vida estava correndo perigo?
Mas não fui atrás deles.
Eu me lembrei da última coisa que minha mãe me disse. Eu estava relutando em fugir pela escada de incêndio, relutando em deixá-la, mas ela me segurou pelos braços e me obrigou a encará-la. Magnus, fuja. Vá se esconder. Não confie em ninguém. Eu vou encontrar você. Aconteça o que acontecer, não peça ajuda a Randolph.
Então, antes de eu chegar à janela, a porta do nosso apartamento foi arrebentada e brilhantes olhos azuis surgiram da escuridão...
Afastei a lembrança e fiquei vendo tio Frederick e Annabeth indo embora, seguindo na direção do parque Boston Common.
Tio Randolph... Por algum motivo, ele tinha entrado em contato com Frederick e Annabeth e os feito vir até Boston. Durante todo aquele tempo, Frederick e Annabeth não sabiam que eu estava desaparecido. Parecia impossível, mas, se fosse verdade, por que Randolph teria decidido lhes contar isso agora?
Eu só conseguia pensar em um jeito de conseguir as respostas sem confrontá-lo diretamente. Ele morava em Back Bay, aonde dava para ir a pé. De acordo com Frederick, Randolph não estava em casa, e sim em alguma parte do South End, me procurando.
Como não há nada melhor para começar o dia do que uma boa invasão domiciliar, decidi fazer uma visitinha à casa dele.

44 comentários:

  1. Deviam fazer uma lei impedindo autores colocar nomes de personagens já conhecidos em personagens principais :v

    Só eu que imagino esse Magnus como o Thor do filme? :v só que com o cabelo sujo :v kkkk

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    1. Né.. pra mim ficou estranho esse nome. Pra mim Magnus sempre será o Alto Feiticeiro do Brooklyn, aquele com olhos de gato <3

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    2. Acho que não tem problema ter dois Magnus e o tio Rick deve ter um motivo pra colocar esse nome, talvez um significado em especial ou então porque combina com o personagem, sei lá. Mas fiquei sabendo que ele pediu autorização da Cassandra Clare pra colocar esse nome (mesmo que não precisasse).
      Eu curti a combinação Magnus Chase

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    3. concordo acho q só coloco esse nome por causa da mitologia nortica e não tem nada a ver com esse troço de ficar imitando nomes de outros personagens na minha pnião (eu que adoro os livros do rick rondon) não foi de prosito

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    4. Sei que ele pegou o nome Magnus de um livro chamado cidade dos ossos se não me engano,escrito por Cassanda Clare uma das autoras de magisterium.no livro vai aparecer ele agradecendo por deixar ele usar o nome no livro.

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    5. mas galera annabeth e chase não lembra mais nada não???

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    6. Sim, ele dedicou o livro à Cassandra :3

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    7. Magnus também é nome do vampiro antigo que tranformou Lestat, o vampito mítico dos livros de Anne Rice.

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    8. Na vdd olhando a capa ele parece mto com o Kurt Cobain

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    9. não to falando que ele plagiou ou algo assim, mas de vez em quando vem a imagem do Magnus Bane e eu bugo um pouco :p kkkkk

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    10. Amanda Calixto, pensei que era só eu que tinha pensado nisso

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  2. concordo com vc karina

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  3. Família Chase!! : )
    Poderosa!! kkkk

    (descupa o codinome ,mas não refelarei o meu)
    ~coruja

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  4. Verdade. Ele sempre será o alto feiticeiro do brooklyn...

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  5. Frederick, Annabeth, Chase. Esse também é interligado com PJO?

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    1. Sim... Annabeth não chega a participar ativamente da história, mas faz umas pontas por aí

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    2. Se passa no mesmo universo, assim como As crônicas dos Kane. Só que acho que os Deuses gregos e romanos não tem contraparte nórdica... os nórdicos ao meu ver são outros, e o território deles é cósmico e não somente limitado à terra.

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    3. Annabeth, Annabeth sua família é louca em garota !
      kkkkkkkk

      ~coruja

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  6. So o fato de ser um Chase ja sabemos q ele ta mt ferrado kkkkk
    karina te amo! Obg por postar. Eu ia na livraria hj, mas ai fui ver as novas do blog e imagina a gritaria q fiz lkkkkkkkk
    vlw msm!

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    1. Aham! Kkkkk
      De nada :) agora vc pode ir pra livraria só pra folhear o livro, reler as melhores partes...

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  7. Não gostei muito do 1° capítulo.. mas... quem sabe os próximos me cativem ^_^

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  8. putz o lado ruim desses nomes eq minha mente louca associa varias coisas ao mesmo tempo..kkkk se fosse PJO eu diria q o mendigo eo Apolo.. Mas deve ser algum deus nordico q nao conheco...kkkkk Esse tio Rick Nao perde uma kkk Pra variar tem alguem conhecido...

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  9. Quando eu li a sinopse fiquei pensando, mas não era Magnus Bane?? Mas enfim adorei a história e tomara que o tio Rick tenha dado um fina espetacular e marcante

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  10. tio rick a cada dia nos surpreendendo

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  11. Eu to lendo e to lembrando do Magnus Bane.❤

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  12. eu fico encantada com a capacidade do tio Rick para o nome dos capítulos ^^

    Bia Filha de Atena *-*

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  13. Karina estou confusa.. No livro fisico aquele lobo fica no topo do capitulo... Mas aqi ta no final..

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    1. Bem, foi onde deu pra colocar heauheaue
      É que no livro o título fica no centro da página, certo, com o lobo no topo? Aqui o título fica à esquerda... acho que ficaria estranho a figura no meio, sozinha e abandonada :P

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  14. Só penso no Magnus como o Liam Hermsworth haha
    Gente, a Annie e o Frederick ♥ Familiazinha complicadinha essa hein? haha

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  15. eu queria saber, se vc publica o livro resumido ou completo? Se puder me responder agradeço.

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  16. Eu dizendo à minha amiga: Ei, vou ler Magnus Bane A Espada de Verão.. e ela: Pera, o Magnus tem um livro só dele, assim, fora os contos!? Pensei que ele só aparecia em TMI e TID, aí eu quero esse livro! Deu uma confusão e tanto.

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  17. tio Rick deve gostar mesmo do nome Annabeth kkkk

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  18. Annabeth Chase, usando uma camiseta laranja, tio Rick gosta de fazer suas historias no mesmo universo e ao mesmo tempo,pelo amor do santo Hades, quem é esta garota?

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  19. loura com os olhos cinzentos annabeth,mesmo autor,mitoogia opaaaa altas semelhanças.Entendedores entenderão

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  20. Kkkkkkk
    Adorei o titulo desse capitulo

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  21. gente anabeth chase lembra percy jackson

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  22. entao o problema familiar que percy menciona que annabeth ta passando em as provações de apolo e esse :3

    ~Isaque

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  23. Karina, é preciso ter lido PJO para ler esse livro?

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