18 de outubro de 2015

Trinta e nove - Freya é bonita! Ela tem gatos!

— MÃE? — FIQUEI TÃO surpreso que não tive certeza se falei em voz alta ou não. — Espere... Você, Blitzen. Mãe?
Blitzen me deu um chute na canela.
— Meu filho não contou? — Freya continuou sorrindo. — Ele é bem modesto. Blitzen querido, você está muito bonito, mas pode ajeitar sua gola?
Blitzen ajeitou, murmurando, baixinho:
— Andei meio ocupado tentando salvar minha vida.
— E querido — continuou Freya — tem certeza quanto ao colete?
— Tenho, mãe — resmungou Blitz. — Tenho certeza quanto ao colete. Coletes estão voltando à moda.
— Ah, você deve saber melhor do que eu — Freya piscou para mim. — Blitzen é um gênio com tecidos e moda. Os outros anões não apreciam o ofício dele, mas acho maravilhoso. Ele quer abrir o próprio...
— Então — disse Blitzen, um pouco alto demais — estamos em uma missão...
Freya bateu palmas.
— Eu sei! É muito empolgante. Vocês estão tentando chegar a Nídavellir para descobrir mais sobre a corda Gleipnir. E, naturalmente, a Árvore do Mundo mandou vocês para mim primeiro.
Um dos gatos dela passou as garras no tapete persa, transformando vários milhares de dólares de tecelagem em farrapos. Tentei não imaginar o que o gato podia fazer comigo.
— Então, lady Freya — falei — você pode nos ajudar?
— É claro! Mas o mais importante é que você pode me ajudar.
Blitzen suspirou.
— Aí vamos nós.
— Filho, seja educado. Primeiro, Magnus, como você está lidando com sua espada?
Hesitei por um momento.
Acho que ainda não pensava na Espada do Verão como minha. Puxei o pingente, e a espada ganhou forma na minha mão. Na presença de Freya, permaneceu silenciosa e imóvel, como se estivesse se fingindo de morta. Talvez tivesse medo de gatos.
— Não tive muito tempo para usar — contei. — Acabei de pegá-la com Ran.
— Sim, eu sei. — Freya franziu o nariz com um leve toque de repulsa. — E você entregou uma maçã para Utgard-Loki em troca. Talvez não tenha sido o gesto mais inteligente do mundo, mas não vou criticar suas escolhas.
— Acabou de criticar — disse Blitzen.
A deusa ignorou o comentário.
— Pelo menos, você não me prometeu para Utgard-Loki. Às vezes, quando gigantes fazem exigências, eles querem maçãs a minha mão em casamento. — Ela jogou a trança por cima do ombro. — É muito cansativo.
Tive dificuldade de encarar Freya sem ser indiscreto. Não havia nenhum lugar seguro para onde olhar: os olhos, os lábios, o umbigo. Mentalmente, eu chamei minha atenção: É a mãe de Blitzen! É minha tia!
Decidi me concentrar na sobrancelha esquerda. Não havia nada apelativo em uma sobrancelha esquerda.
— De qualquer modo — falei — eu ainda não matei nada com a sobrancelha, quer dizer, com a espada.
Freya se inclinou para a frente.
— Matar? Ah, querido, isso não é nada. Sua primeira tarefa é ficar amigo da espada. Você já fez isso?
Imaginei a espada e eu sentados lado a lado em uma sessão de cinema, com um pote de pipoca entre nós dois. Imaginei passear no parque com a espada em uma coleira.
— Como fico amigo de uma espada?
— Ah... bem, você precisa perguntar...
— Escute, tia Freya, eu não posso deixar a espada aqui com você? É uma arma vanir. Você é irmã de Frey. Tem algumas centenas de milhares de guerreiros bem armados e a postos para protegê-la de Surt...
— Ah, não — respondeu ela com tristeza. — A espada já está nas suas mãos, Magnus. Você a tirou do rio. Você a reivindicou. O melhor que podemos fazer é torcer para que a Sumarbrander, a Espada do Verão, permita que você a empunhe. Protegê-la de Surt é seu trabalho pelo resto da vida.
— Odeio meu trabalho.
Blitz me cutucou.
— Não diga isso, garoto. Vai ofender a espada.
Olhei para as runas cintilantes na lâmina.
— Me desculpe, pedaço comprido e afiado de metal. Magoei seus sentimentos? Mas, se você pode permitir ou não que as pessoas segurem você, por que deixaria um gigante do fogo do mal fazer isso? Por que não voltar para Frey, ou ao menos ficar com a adorável irmã dele?
A espada não respondeu.
— Magnus — disse a deusa — isso não é assunto para brincadeira. A espada está destinada a pertencer a Surt mais cedo ou mais tarde. Você sabe disso. A espada não pode escapar do destino dela, assim como você não pode escapar do seu.
Visualizei Loki rindo enquanto relaxava no Alto Trono de Odin. Nossas escolhas podem alterar os detalhes. É assim que nos rebelamos contra o destino.
— Além do mais — continuou Freya — a espada jamais me permitiria empunhá-la. Sumarbrander me considera parcialmente responsável pela perda dela... Ressente-se de mim quase tanto se ressente de Frey.
Talvez fosse minha imaginação, mas a espada pareceu ficar mais fria e pesada.
— Mas é a espada de Frey — protestei.
Blitzen grunhiu.
— Era. Eu já falei, garoto, ele abriu mão dela por amor.
A gata tricolor à direita de Freya rolou e se espreguiçou. A barriga pintada era bem fofa, exceto pelo fato de que eu ficava imaginando quantos guerreiros podia digerir de uma vez só.
— Quando Frey se sentou no trono de Odin, ele o fez por minha causa. Foi uma época sombria para mim. Eu estava vagando pelos nove mundos, sofrendo e perdida. Frey esperava que, ao se sentar no trono, ele pudesse me encontrar. Mas o trono mostrou o desejo de seu coração: uma giganta do gelo chamada Gerd. Ele se apaixonou perdidamente por ela.
Fiquei olhando para a sobrancelha de Freya. A história dela não estava ajudando minha opinião sobre meu pai.
— Ele se apaixonou à primeira vista... por uma giganta do gelo.
— Ah, ela era linda — disse Freya. — Era a prata para o ouro de Frey, frio para o calor dele, inverno para o seu verão. Você já ouviu falar que os opostos se atraem? Ela era o par perfeito para ele. Mas era uma giganta. Jamais aceitaria se casar com um vanir. Sua família não permitiria. Sabendo disso, Frey entrou em desespero. Plantações pararam de crescer. O verão perdeu o calor. Por fim, o servo e melhor amigo de Frey foi perguntar a ele o que havia de errado.
— Skírnir — concluí. — O cara que ficou com a espada.
Freya franziu a testa.
— Sim. Ele.
Blitzen deu um passo para trás, como se estivesse com medo de a mãe explodir. Pela primeira vez, percebi o quanto a deusa podia ser apavorante; linda, sim, mas também apavorante e poderosa. Imaginei-a armada com um escudo e uma lança, cavalgando com as valquírias. Se eu a visse no campo de batalha, sairia correndo na direção oposta.
— Skírnir prometeu que conseguiria levar Gerd para ele em nove dias — disse Freya. — Ele só pediu uma coisinha pelo serviço: a Espada do Verão. Frey estava tão apaixonado que não fez perguntas. A espada... mal consigo imaginar como ela se sentiu quando foi traída pelo dono. Ela permitiu que Skírnir a brandisse, mas não com alegria.
Freya suspirou.
— É por isso que a espada jamais voltará a permitir que Frey a use. E é por isso que, no Ragnarök, Frey está destinado a morrer, porque não vai estar com a arma dele.
Eu não sabia o que dizer. Que saco não parecia ser suficiente. Eu me lembrei do aviso de Loki sobre sentar no trono de Odin e procurar o que meu coração mais deseja. O que eu procuraria? O paradeiro da minha mãe. Eu abriria mão de uma espada para encontrá-la? Claro. Arriscaria ser morto ou até adiantar o Juízo Final? Com certeza. Talvez eu não pudesse julgar meu pai.
Blitz segurou meu braço.
— Não fique tão deprimido, garoto. Tenho fé em você.
A expressão de Freya se suavizou.
— Sim, Magnus. Você vai aprender a usar a espada, e não estou falando de sacudi-la como um bruto. Quando descobrir as verdadeiras habilidades dela, vai ser incrível.
— Acho que ela não vem com manual, não é?
A deusa soltou um risinho.
— Me desculpe por não ter trazido você para Fólkvangr, Magnus. Você teria sido um belo acréscimo aos meus seguidores. Mas Valhala chamou você primeiro. Era seu destino.
Tive vontade de argumentar que as Nornas, os einherjar e a capitã das valquírias não concordavam com isso.
Pensar em Gunilla me fez lembrar de nossa fuga para a Árvore do Mundo, e em Sam e Hearthstone escondidos de um esquilo assassino debaixo de um véu.
— Nossos amigos... Nós nos separamos deles na Yggdrasill. Freya, você sabe se chegaram aqui em segurança?
Freya olhou ao longe.
— Eles não estão em Fólkvangr. Estou vendo... Sim. Espere. Perdi de novo. Ah! — Ela fez uma careta. — Foi por pouco, mas eles estão bem por enquanto. São uma dupla habilidosa. Sinto que não virão para cá. Vocês precisam seguir e encontrá-los em Nídavellir. O que nos leva à sua missão.
— E a como podemos ajudar você — concluiu Blitz.
— Exatamente, querido. Sua necessidade trouxe vocês aqui. A necessidade fala mais alto quando se viaja pela Árvore do Mundo. Afinal, foi assim que meu pobre filho acabou virando servo de Mímir.
— Não vamos ter essa discussão de novo — disse Blitz.
Freya virou as lindas mãos.
— Tudo bem. Continuando: como vocês bem sabem, os anões criaram a corda Gleipnir, que prende o lobo Fenrir...
— Sim, mãe — disse Blitz, revirando os olhos. — Todo mundo aprende esse versinho no jardim de infância.
Eu olhei para ele.
— Versinho?
— “Gleipnir, Gleipnir, forte e resistente, prendeu o focinho do Lobo fortemente.” Os humanos não aprendem isso?
— Hã... acho que não.
— De qualquer modo — continuou a deusa — os anões vão poder contar mais sobre como a corda foi feita e como pode ser substituída.
— Substituída? — Fiz com que a espada voltasse ao formato de pingente. Mesmo assim, pendurada no meu pescoço, parecia pesar cinquenta quilos. — Pensei que a ideia fosse impedir que a corda fosse destruída.
— Ah... — Freya bateu nos lábios. — Magnus, não quero desanimar você, mas eu diria que tem uma boa chance, talvez de setenta e cinco por cento, de que, mesmo que Surt não pegue a espada, o gigante do fogo consiga encontrar um jeito de libertar o lobo Fenrir. Nesse caso, você precisa estar preparado.
Minha língua parecia quase tão pesada quanto o pingente-espada.
— É, isso não é nada desanimador. Na última vez que o Lobo esteve livre, não foi preciso todos os deuses trabalharem juntos para prendê-lo?
Freya assentiu.
— Foram necessárias três tentativas e muita malícia. O coitado do Tyr perdeu a mão. Mas não se preocupe. O Lobo não vai cair de novo no truque da mão na boca. Se chegar a isso, você vai precisar pensar em outra forma de amarrá-lo.
Eu apostava que Miles, lá no Campo de Batalha do Povo, não tinha esse tipo de problema. Fiquei pensando se ele ficaria interessado em trocar de lugar por um tempo, ir atrás do lobo Fenrir enquanto eu jogava vôlei.
— Freya, você pode ao menos nos dizer onde o Lobo está?
— Em Lyngvi, a Ilha das Urzes. — A deusa bateu no queixo. — Vamos ver, hoje é dia de Thor, dia dezesseis.
— Como é?
— Quis dizer quinta-feira. A ilha vai surgir na lua cheia daqui a seis dias, dia vinte e dois, no dia de Odin.
— Dia de Odin? — perguntei.
— Quarta-feira. Você deve ter tempo suficiente para pegar meus brincos antes de ir procurar o Lobo. Infelizmente, a localização da ilha muda a cada ano, pois os galhos da Yggdrasill balançam nos ventos do abismo. Os anões devem poder ajudar você a localizá-la. O pai de Blitzen sabia o caminho. Talvez outros também saibam.
À menção do pai, o rosto de Blitz se fechou. Cuidadosamente, ele tirou o cravo do colete e o jogou no fogo da lareira.
— E o que você quer, mãe? Qual é sua parte nisso?
— Ah, minhas necessidades são simples. — Os dedos dela tocaram o colar de renda dourada. — Quero que vocês encomendem brincos que combinem com meu colar Brisingamen. Um par bonito. Não exagerado, mas digno de nota. Blitzen, você tem um ótimo gosto. Confio em você.
Blitzen olhou com irritação para a pilha mais próxima de riquezas, que continha dezenas, talvez centenas de brincos.
— Você sabe com quem tenho que falar em Nídavellir. Só um anão tem a capacidade de substituir Gleipnir.
— Sim — concordou Freya. — Por sorte, ele também é excelente joalheiro, então vai poder realizar os dois pedidos.
— Para o nosso azar — interrompeu Blitzen — esse anão em particular me quer morto.
Freya descartou a objeção dele.
— Ah, não é possível. Não depois de todo esse tempo.
— Anões têm memória muito boa, mãe.
— Ah, um pagamento bem generoso vai melhorar a atitude dele. Posso ajudar com isso. — Então ela gritou: — Dmitri, preciso de você!
De um dos amontoados de almofadas, três caras ficaram de pé, pegaram os instrumentos musicais e se aproximaram. Usavam camisas havaianas, bermudas e sandálias iguais. O cabelo estava cheio de gel e penteado para trás. O primeiro cara segurava um violão. O segundo, bongôs. O terceiro estava com um triângulo.
O cara do violão fez uma reverência para Freya.
— Ao seu serviço, minha senhora!
A deusa deu um sorriso conspiratório para mim, como se tivesse um segredo maravilhoso para compartilhar.
— Magnus, estes são Dmitri e os Do-Runs, a melhor banda da qual você nunca ouviu falar. Eles morreram em 1963, quando estavam quase estourando. Tão triste! Desviaram o carro com valentia na Route One para salvar um ônibus cheio de criancinhas de uma colisão horrível. Para honrar suas mortes altruístas, eu os trouxe aqui para Fólkvangr.
— E somos muito gratos, minha senhora — disse Dmitri. — Ser a sua banda oficial tem sido um ótimo trabalho!
— Dmitri, eu preciso chorar. Você pode tocar a música sobre meu marido perdido? Adoro essa música.
— Eu odeio essa música — murmurou Blitzen, baixinho.
O trio cantarolou.
Dmitri tocou um acorde.
— Por que sua mãe precisa chorar? — sussurrei para o anão.
Ele se virou para mim e fez o gesto de enfiar o dedo na garganta.
— Fique olhando. Você já vai descobrir.
Dmitri começou a cantar:

“Ah, Odur! Od, Od, Odur,
Onde está Odur; onde está meu amor?”

Os outros dois músicos se juntaram no refrão:

“Od saiu por aí, Odur está a caminhar,
Como é estranho não poder beijar
Meu Odur! Meu doce Od Odur!”

Triângulo.
Solo de bongô.
Blitzen sussurrou:
— O marido dela era um aesir chamado Odur, Od para os mais chegados.
Eu não sabia qual nome era pior.
— Ele desapareceu? — tentei adivinhar.
— Dois mil anos atrás — respondeu Blitzen. — Freya saiu à procura dele, desapareceu por quase um século em sua busca. Nunca o encontrou, mas foi por isso que Frey se sentou no trono de Odin, para procurar a irmã.
A deusa se inclinou para a frente e tapou o rosto. Inspirou fundo, trêmula. Quando ergueu o rosto, estava chorando, mas as lágrimas eram pequenas gotas de ouro vermelho. Ela chorou até estar com as mãos cheias de gotas brilhantes.
— Ah, Odur! — disse ela, chorando. — Por que você me deixou? Ainda sinto a sua falta! — Freya fungou e assentiu para os músicos. — Obrigada, Dmitri. Já basta.
Dmitri e os amigos fizeram uma reverência. A melhor banda que eu desejava nunca ter ouvido se afastou.
Freya ergueu as mãos em concha. Uma bolsinha de couro surgiu como que vinda do nada e pairou acima do colo dela. Freya colocou as lágrimas na bolsinha.
— Aqui, meu filho. — A deusa entregou a bolsinha para Blitzen. — Deve ser o suficiente se Eitri Júnior for minimamente razoável.
Blitzen olhou de mau humor para o saco de lágrimas.
— O único problema é que ele não é.
— Você vai conseguir! — disse Freya. — O destino dos meus brincos está nas suas mãos!
Eu cocei a nuca.
— Hã, lady Freya... obrigado pelas lágrimas e tudo o mais, mas você não poderia ir até Nídavellir e escolher os próprios brincos? Ir às compras não é metade da diversão?
Blitzen me lançou um olhar de advertência.
Os olhos azuis de Freya ficaram alguns graus mais frios. Os dedos dela acompanharam o formato do colar.
— Não, Magnus, eu não posso simplesmente ir fazer compras em Nídavellir. Você sabe o que aconteceu quando comprei Brisingamen dos anões. Quer que aconteça de novo?
Na verdade, eu não fazia ideia do que a deusa estava falando, mas ela não esperou uma resposta.
— Tenho problemas toda vez que vou a Nídavellir. Não é minha culpa! Os anões sabem da minha fraqueza por joias bonitas. Acredite em mim, é bem melhor vocês irem no meu lugar. Agora, se me dão licença, está na hora do luau com combate opcional. Adeus, Magnus. Adeus, meu querido Blitzen!
O chão se abriu sob nossos pés e caímos na escuridão.

21 comentários:

  1. "Imaginei a espada e eu sentados lado a lado em uma sessão de cinema, com um pote de pipoca entre nós dois. Imaginei passear no parque com a espada em uma coleira."
    kkkkkk putz ri mt nessa parte kkkkk

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    1. "Imaginei a espada e eu sentados lado a lado em uma sessão de cinema, com um pote de pipoca entre nós dois."
      Fiquei pensando: vc tá afim da espada? Vai no cinema cm ela?

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  2. Essa familia do Magnus precisa de umas terapias :-O

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  3. Freya é mt mais lgl q Afrodite... NÓS GREGOS TAMBÉM QUEREMOS DEUSAS DO AMOR LEGAIS ASSIM!

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    1. Acho que ela ta mais pra uma Hebe da vida do q a Afrodie

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    2. concordo Afodite má ( cupido mais ainda )

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    3. eu confesso ,tenho uma quedinha pelo cupido ,não tenho culpa ele é super sexy quando quer ,apesar de a mãe dele ser uma vaca (ai meus deuses sinto um castigo chegando)

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    4. Laynara Silva, não é como se Afrodite fosse má. Deuses na mitologia são muito complexos. Sãos os adoradores. Como os gregos amam uma tragédia romantica!

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  4. Tive dificuldade de encarar Freya sem ser indiscreto. Não havia nenhum lugar seguro para onde olhar: os olhos, os lábios, o umbigo. Mentalmente, eu chamei minha atenção: É a mãe de Blitzen! É minha tia!
    Decidi me concentrar na sobrancelha esquerda. Não havia nada apelativo em uma sobrancelha esquerda.
    RINDO MUITO!kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  5. HUAHUAHUAHUAHUA
    Tive dificuldade de encarar Freya sem ser indiscreto. Não havia nenhum lugar seguro para onde olhar: os olhos, os lábios, o umbigo. Mentalmente, eu chamei minha atenção: É a mãe de Blitzen! É minha tia!
    Decidi me concentrar na sobrancelha esquerda. Não havia nada apelativo em uma sobrancelha esquerda.
    — De qualquer modo — falei — eu ainda não matei nada com a sobrancelha, quer dizer, com a espada.
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK MORTA X.X

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  6. "— De qualquer modo — falei — eu ainda não matei nada com a sobrancelha, quer dizer, com a espada."
    KKKKKKKKKKK

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  7. — De qualquer modo — falei — eu ainda não matei nada com a sobrancelha, quer dizer, com a espada.
    Freya se inclinou para a frente.
    — Matar? Ah, querido, isso não é nada. Sua primeira tarefa é ficar amigo da espada. Você já fez isso?
    Imaginei a espada e eu sentados lado a lado em uma sessão de cinema, com um pote de pipoca entre nós dois. Imaginei passear no parque com a espada em uma coleira.
    Kakakakakakakakakakakakakakkakakak morrida

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  8. Quando vejo o nome aesir lembro do escudo aegis da thalia

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  9. "Imaginei a espada e eu sentados lado a lado em uma sessão de cinema, com um pote de pipoca entre nós dois. Imaginei passear no parque com a espada em uma coleira."
    lembrei da Annie : o tornozelo não respondeu
    a família Chase precisa de uma terapia

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    1. Acho que o Magnus tá pior, Coruja, imaginando tudo o que faria com a espada kkkk

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  10. Protegê-la de Surt é seu trabalho pelo resto da vida.

    — Odeio meu trabalho.

    Blitz me cutucou.
    — Não diga isso, garoto. Vai ofender a espada.

    — Me desculpe, pedaço comprido e afiado de metal. Magoei seus sentimentos? Mas, se você pode permitir ou não que as pessoas segurem você, por que deixaria um gigante do fogo do mal fazer isso? Por que não voltar para Frey, ou ao menos ficar com a adorável irmã dele?
    Kkkkk ai esse Magnus


    — Dmitri, eu preciso chorar. Você pode tocar a música sobre meu marido perdido? Adoro essa música.

    Com certeza a família do Magnus precisa de tratamento.

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    1. Eeeeeeepaa! Annie faz parte da família de Magnus também! kkkk

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    2. "Vc tinha q quebrar? O tornozelo não respondeu" Anne tbm precisa de tratamento, Karina, com certeza tbm precisa....

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  11. A família Chase e seus conhecidos precisam de terapia no Spa de Hebe,por um Éon.
    ~Filha de Hermes

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