18 de outubro de 2015

Quarenta e três - Que comece a elaboração de patinhos decorativos de metal

A PRAÇA KENNING parecia uma quadra de basquete sem cestas. Uma grade de metal envolvia a área de asfalto rachado. De um lado, havia uma fileira de pilares de pedra entalhados como totens, com cabeças de dragão, centopeias e rostos de troll. Do outro, arquibancadas cheias de espectadores anões. Na quadra, onde ficariam as linhas de lance livre, duas oficinas de ferreiro a céu aberto estavam armadas e prontas para uso. Cada uma tinha uma forja com foles para alimentar o fogo, uma variedade de bigornas, algumas mesas sólidas e estantes de ferramentas que mais pareciam equipamentos de tortura.
A multidão parecia preparada para ficar um bom tempo ali. Estava com coolers, cobertores e cestas de piquenique. Alguns anões empreendedores pararam caminhões de food truck ali perto. A placa dizendo GOSTOSURAS CASEIRAS DE IRI mostrava um cone de casquinha com um palácio de três andares de sorvete. O BURRITOS DE CAFÉ DA MANHÃ DE BUMBURR tinha uma fila de vinte anões, o que me fez lamentar ter comido os donuts velhos na casa de Blitz.
Quando nos aproximamos da quadra, Blitzen foi ovacionado pela multidão. Não vi Sam em lugar nenhum. Ela não voltou para o apartamento na noite anterior. Eu não sabia se devia ficar preocupado ou irritado.
Júnior estava esperando, apoiado no andador dourado. Os dois guarda-costas estavam atrás do velho anão, vestidos como o chefe, de macacão e luvas de couro.
— Ora, ora, Blitzen. — O velho anão fez cara de desprezo. — O esmusguear começou há dez minutos. Você estava no seu sono da beleza?
Blitzen parecia não ter dormido nada. Tinha olheiras profundas e os olhos estavam vermelhos. Ele havia passado a última hora pensando no que vestir e finalmente se decidiu por uma calça cinza, uma camisa branca com suspensórios pretos, sapatos pretos de bico fino e um chapéu Pork Pie. Blitz talvez não vencesse pela habilidade de artesão, mas com certeza ganharia o concurso de anão mais bem-vestido.
Ele olhou ao redor, distraído.
— Vamos começar?
A multidão comemorou. Hearthstone acompanhou Blitzen até a forja. Depois de uma noite na câmara de bronzeamento, o rosto do elfo tinha um tom dourado, como se ele tivesse sido salpicado com páprica. Antes de sairmos do apartamento, ele jogou uma runa para Blitz para ajudá-lo a se sentir descansado e concentrado, o que deixou Hearth exausto e desconcentrado. Mesmo assim, Hearth alimentou a forja enquanto Blitzen arrumava a estação de trabalho, olhando com hesitação para as estantes de ferramentas e cestas de minério.
Enquanto isso, Júnior se deslocava com o andador, gritando para um dos guarda-costas pegar um pedaço de ferro e um saco de lascas de osso. O outro guarda-costas ficou vigiando, de olho em qualquer coisa que pudesse atrapalhar o trabalho do chefe.
Tentei fazer a mesma coisa por Blitz, mas duvidava que eu parecesse tão intimidante quanto um anão musculoso de macacão. (E sim, isso era deprimente.)
Depois de uma hora, a onda de adrenalina inicial passou. Comecei a entender por que os espectadores levaram cestas de piquenique. Forjar não era um esporte de ação. De vez em quando, a plateia batia palmas ou murmurava com aprovação quando Júnior dava um bom golpe com o martelo ou mergulhava um pedaço de metal na tina de resfriamento com um chiado satisfatório. Nabbi e mais dois juízes andavam entre as estações, fazendo anotações em uma prancheta. Mas eu passei boa parte da manhã de pé segurando a Espada do Verão, tentando não parecer um idiota.
Algumas vezes, precisei trabalhar. Em uma ocasião, um dardo veio voando do nada, na direção de Blitz. A Espada do Verão entrou em ação. Antes que eu soubesse o que estava acontecendo, a lâmina cortou o dardo no ar. A multidão aplaudiu, o que teria sido gratificante se eu tivesse feito alguma coisa.
Um pouco depois, um anão qualquer me atacou vindo da arquibancada, balançando um machado e gritando “SANGUE!”. Eu o acertei na cabeça com o cabo da espada. Ele desabou. Mais aplausos educados. Dois espectadores puxaram o anão pelos tornozelos.
Júnior estava ocupado martelando um cilindro incandescente do tamanho de um cano de espingarda. Ele já tinha criado uma dezena de mecanismos menores que, supus, encaixariam no cilindro, mas não consegui identificar o que o produto final deveria ser. O andador do velho anão não o atrapalhava em nada. Ele tinha um pouco de dificuldade para se deslocar, mas não para ficar de pé no mesmo lugar. Apesar da idade, os braços eram musculosos por causa de uma vida batendo com martelos em bigornas.
Enquanto isso, Blitzen estava inclinado sobre a mesa de trabalho com uma pinça fina, ligando folhas finas de metal curvo para formar algum tipo de estatueta. Hearthstone estava por perto, ensopado de suor de ficar acionando os foles.
Tentei não me preocupar com o quanto Hearth parecia exausto, nem com onde Sam estava e nem com quantas vezes Blitzen largava as ferramentas e começava a chorar, desolado.
Finalmente, Nabbi gritou:
— Dez minutos para a primeira pausa!
Blitzen não parou de chorar. Prendeu outra folha de metal no projeto, que estava começando a parecer um pato.
A maior parte da plateia se concentrava na outra estação de trabalho, onde Júnior prendia vários mecanismos ao cilindro. Ele foi até a forja e reaqueceu a montagem toda até o metal estar vermelho e brilhando.
Com cuidado, colocou o cilindro sobre a bigorna e a segurou com a pinça. Em seguida, levantou o martelo.
Na hora em que foi martelar, alguma coisa deu errado. Júnior gritou. O martelo desceu torto, achatou o cilindro e espalhou os mecanismos para todo lado. O velho anão cambaleou para trás com as mãos no rosto.
Os guarda-costas correram para ajudá-lo, gritando:
— O quê? O que foi?
Não consegui ouvir a conversa toda, mas parece que algum tipo de inseto mordeu Júnior no meio da testa.
— Você acertou ele? — perguntou um dos guarda-costas.
— Não! O maldito saiu voando! Rápido, antes que o cilindro esfrie...
— Tempo! — gritou Nabbi.
Júnior bateu o pé e falou um palavrão. Olhou com raiva para o projeto destruído e gritou com os guarda-costas.
Fui dar uma olhada em Blitzen, que estava jogado sobre a bigorna. O chapéu Pork Pie estava torto.
A alça esquerda do suspensório tinha arrebentado.
— Como está indo, campeão? — perguntei.
— Horrível. — Ele apontou para o projeto. — Eu fiz um pato.
— É... — Procurei um elogio. — É um pato muito bonito. Isso é o bico, não é? E aquilo são as asas?
Hearthstone se sentou ao nosso lado no asfalto. Patos, sinalizou ele. Sempre os patos.
— Desculpe — gemeu Blitz. — Quando estou estressado, sempre escolho fazer aves. Não sei por quê.
— Não tem problema — falei. — Júnior teve um contratempo. O primeiro projeto dele está estragado.
Blitz tentou tirar as cinzas da camisa branca.
— Não importa. O primeiro item de Júnior é sempre o aquecimento. Ele tem mais duas chances de me destruir.
— Ei, pare com essa atitude negativa.
Remexi na nossa bolsa de suprimentos e passei cantis de água e biscoitos com manteiga de amendoim.
Hearthstone comeu como um elfo faminto. Depois, se sentou e acendeu uma lanterna virada para o rosto para tentar absorver os raios. Blitzen quase não bebeu água.
— Eu nunca quis fazer isso — murmurou Blitz. — Competições de forja, itens mágicos. Só queria criar roupas de qualidade e vendê-las por preços justos na minha própria loja.
Olhei para a gola encharcada de suor e pensei no que Freya dissera: Blitzen é um gênio com tecidos e moda. Os outros anões não apreciam o ofício dele, mas acho maravilhoso.
— Esse é o seu sonho — percebi. — Foi por isso que você bebeu do Poço de Mímir, para saber como abrir uma loja de roupas?
Blitzen fez expressão de desprezo.
— Era mais do que isso. Eu queria seguir meu sonho. Queria que os outros anões parassem de rir de mim. Queria vingar a morte do meu pai e restaurar a honra da família! Mas essas coisas não combinam. Procurei Mímir em busca de conselhos.
— E... o que ele disse?
Blitzen deu de ombros, impotente.
— Quatro anos de serviço, esse foi o preço por beber do poço. Ele disse que o custo do conhecimento também era a resposta. Ao servi-lo, eu teria o que queria. Mas não tive. E agora, vou morrer.
Não, sinalizou Hearth. Um dia, você vai realizar seu sonho.
— Como exatamente? — perguntou Blitz. — É meio difícil cortar e costurar tecido sem a cabeça.
— Isso não vai acontecer — afirmei.
No meu estômago, várias ideias começaram a se unir e fazer um rebuliço, a não ser que a sensação fosse só os biscoitos com manteiga de amendoim. Pensei na minha espada, que podia virar pingente, e no hijab de Sam, que era uma camuflagem mágica de alta tecnologia.
— Blitz, seus próximos dois itens vão ser incríveis.
— Como você sabe? Eu posso entrar em pânico e fazer mais patos!
— Você quer fazer roupas, não quer? Então faça roupas.
— Garoto, isso é uma forja, não uma máquina de costura. Além do mais, a moda não é um ofício reconhecido.
— E armaduras?
Blitz hesitou.
— Bem, é, mas...
— E uma roupa moderna que também serve de armadura?
Blitz ficou boquiaberto.
— Pelas joias de Balder... Garoto, você pode ter tido uma boa ideia!
Ele ficou de pé e começou a andar pela oficina, recolhendo ferramentas.
Hearth abriu um sorriso luminoso para mim, literalmente, pois ainda estava com a lanterna virada para o rosto. Ele bateu com a mão livre na cabeça, o sinal que significava gênio.
Quando Nabbi avisou do fim do intervalo, assumi os foles para dar um descanso a Hearth. Ele ficou de guarda. Avivar o fogo era tão divertido quanto andar de bicicleta ergométrica dentro de um forno.
Depois de um tempo, Blitzen me tirou dos foles e me mandou ajudar com a confecção. Eu era péssimo, mas ser obrigado a me dar instruções pareceu aumentar a confiança de Blitz.
— Não, coloque aquilo lá. Não, use o alicate grande! Segure com firmeza, garoto! Isso não é firme o bastante!
Perdi a noção do tempo. Não prestei muita atenção ao que Blitz estava fazendo – alguma coisa pequena, tecida a partir de uma corrente. Fiquei pensando na Espada do Verão, agora em forma de pingente pendurada no meu pescoço.
Eu me lembrei de quando andei da doca até a praça Copley, meio delirante de fome e exaustão, e da conversa imaginária que tive com a espada. Pensei em como ela zumbia ou ficava em silêncio, guiava minha mão ou ficava pesada e inerte. Se tinha alma e emoções, eu não estava dando crédito suficiente a ela. Eu a vinha tratando como um objeto perigoso. Mas deveria tratar a espada como uma pessoa.
— Obrigado — disse, baixinho, tentando não me sentir ridículo. — Quando você acertou aquele dardo mais cedo, salvou meu amigo. Eu deveria ter agradecido antes.
O pingente pareceu ficar mais quente, embora fosse difícil ter certeza considerando que eu estava ao lado da forja.
— Sumarbrander. É assim que você gosta de ser chamada? Desculpe por ter ignorado você.
Hum, zumbiu o pingente com ceticismo.
— Você é muito mais do que uma espada — falei. — Não serve só para cortar coisas. Você...
Do outro lado do pátio, Nabbi gritou:
— Dez minutos para o intervalo do almoço!
— Ah, deuses — murmurou Blitzen. — Não consigo... Garoto, rápido! Me passe aquele martelo de textura.
As mãos dele voaram, pegando várias ferramentas, fazendo ajustes menores à criação. Não parecia muita coisa, só um pedaço achatado e estreito de cota de malha, mas Blitz trabalhou como se a vida dele dependesse daquilo. E dependia mesmo.
Ele dobrou e espremeu a cota de malha até a forma final, depois soldou a costura.
— É uma gravata! — concluí. — Blitzen, eu consegui reconhecer o que você fez!
— Obrigado. Agora cale a boca. — Ele levantou a solda e anunciou: — Pronto!
Na mesma hora, um estrondo reverberou na estação de trabalho de Júnior.
— GAAHHH! — gritou o velho anão.
A multidão toda ficou de pé.
Júnior estava caído no chão, escondendo o rosto nas mãos. Na mesa de trabalho havia um amontoado de ferro achatado e sem forma definida esfriando.
Os guarda-costas correram para ajudá-lo.
— Maldito inseto! — uivou Júnior. O nariz dele estava sangrando. Ele olhou para as palmas das mãos, mas aparentemente não encontrou o inseto esmagado. — Eu o acertei desta vez, tenho certeza! Onde está?
Nabbi e os outros juízes franziram a testa na nossa direção, como se pudéssemos ter orquestrado um ataque camicaze de insetos. Acho que parecemos surpresos o bastante para eles concluírem que não.
— Hora do almoço — anunciou Nabbi. — Mais um item será feito à tarde!
Comemos rapidamente, porque Blitz estava doido para voltar ao trabalho.
— Peguei o jeito da coisa agora. Peguei mesmo. Garoto, estou em débito com você.
Olhei para a estação de Júnior. Os guarda-costas estavam olhando com raiva para mim, estalando os dedos.
— Vamos acabar logo com isso — falei. — Eu queria que Sam estivesse conosco. Talvez precisemos lutar para sair daqui.
Hearth me olhou de um jeito curioso quando mencionei Sam.
— O quê? — perguntei.
Ele balançou a cabeça e voltou a comer o sanduíche de agrião.
A sessão da tarde passou rápido. Fiquei tão ocupado montando guarda que nem tive tempo de pensar. Júnior devia ter contratado sabotadores novos, porque a cada meia hora mais ou menos eu tinha que lidar com uma nova ameaça: uma lança jogada da plateia, uma maçã podre mirada na cabeça de Blitzen, um drone movido a vapor e um par de anões com macacões verdes de lycra armados com tacos de beisebol. (Quanto menos for dito sobre isso, melhor.) A cada vez, a Espada do Verão guiou minha mão e neutralizou a ameaça. A cada vez, eu me lembrei de agradecer à espada.
Quase conseguia discernir a voz dela agora: Ah, tudo bem. Aham. Acho que sim. Foi como se ela estivesse passando lentamente a gostar de mim, a superar a raiva de ter sido ignorada.
Hearthstone corria ao redor da estação de trabalho pegando materiais e ferramentas adicionais. Blitz estava trançando um pedaço de tecido de metal maior e mais complicado. O que quer que fosse, ele pareceu satisfeito.
Finalmente, o anão soltou o cinzel na bancada e gritou:
— Sucesso!
Na mesma hora, Júnior sofreu seu fracasso mais espetacular. Os guarda-costas estavam perto, prontos para outro ataque camicaze de inseto, mas não fez diferença. Quando Júnior desceu o martelo para o golpe final, um ponto preto surgiu voando do céu. A mosca mordeu Júnior no rosto com tanta força que ele girou por causa do impulso do martelo. Gritando e cambaleando, ele derrubou os dois guarda-costas, que caíram, inconscientes, destruiu o que havia em duas bancadas de trabalho e derrubou a terceira invenção na forja antes de cair de cara no chão.
Não devia ter sido engraçado um anão idoso sendo humilhado assim. Mas foi, mais ou menos. Provavelmente porque esse anão idoso era vingativo e mau.
No meio da agitação, Nabbi tocou um sininho.
— A competição está encerrada! — anunciou. — É hora de julgar os objetos produzidos... e matar o perdedor!

26 comentários:

  1. Como um filho de vulcano esse capítulo foi realmente espetacular

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  2. acho que alguém precisa da ajuda do leo valdez

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    1. precisa mas não merece

      ~coruja

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    2. Todo mundo precisa de ajuda. Ninguém vive sozinho,nem mesmo você "CORUJA"

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    3. Sim, Sam. Todos precisam de ajuda. Mas nem todos a merecem.

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    4. fiquei imaginando o Blitz encontrando o Leo <3 seria um amorzinho, aposto que seriam bons amigos

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    5. Tirando o fato de Blitz ser aficionado em moda e o Leo além de não ligar pra moda consegui destruir até uma aprova de fogo... com o resto ele poderiam ser bons amigos.

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  3. Esse inseto pode ser tudo, menos um inseto normal. Tem dedo da Sam nisso.

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    1. Com toda certeza ela tá por trás disso!

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    2. Com toda certeza ela tá por trás disso!

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    3. Aposto cinco pacotes de jujuba que ELA é o inseto vai ver ela é um animago !!!!!

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    4. Acho que o inseto É a Sam. Ela é filha de Loki certo? Ñ precisa ser uma valquíria pra voar, e isso tem algo a ver com seu pai, por mais que ela não goste. Resumindo, pra mim a Sam é como o Frank, ela pode virar animais

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  4. "E uma roupa moderna que também serve de armadura"
    Entendi a referência

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    1. referencia a que?

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    2. Putz é mesmo percy fala que queria uma!

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  5. Patos. Sempre os patos <3 HUAHUAHUA

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  6. "um anão qualquer me atacou vindo da arquibancada, balançando um machado e gritando “SANGUE!”".
    Novamente esse livro me lembrou do treinador Hedge "Morra".

    "A sessão da tarde passou rápido."
    Nossa, fiquei meio nostálgica agora lembrando da época em que eu assistia Sessão da Tarde. kkkk

    Nos comentários do capítulo anterior o Ezequiel disse que queria que a Sam tivesse o mesmo poder do pai, de se transformar em qualquer animal. E se ela tiver esse poder? Então aquele inseto seria ela. E isso explicaria o que a Ran tinha dito no capítulo 34: "— Ah, sim. A garota que sonhava em voar. Mas os lordes de Valhala a expulsaram. Por que você ainda tenta conquistar a confiança deles? Você não precisa deles para voar. Sabe muito bem que, devido ao sangue do seu pai...", ou seja, a Sam pode se transformar em um animal voador.
    Será? Aguardem os próximos capítulos de "A Espada do Verão "

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    1. Isso não e surpreendente vindo de uma filha de Loki

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    2. pensei a mesma coisa

      ~coruja

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  7. "E uma roupa moderna que também serve de armadura"entendi a referência a PJO,o Percy uma vez diz que ele queria uma roupa que se transformasse em armadura em um livro extra numa entrevista.

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  8. — Vamos acabar logo com isso — falei. — Eu queria que Sam estivesse conosco. Talvez precisemos lutar para sair daqui.
    Hearth me olhou de um jeito curioso quando mencionei Sam.
    — O quê? — perguntei.
    Huuuuuumm, tio Rick já tá me fazendo shippar casais impossivéis ( ͡° ͜ʖ ͡°) SamXMagnus

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  9. Amo insetos kamikases

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