18 de novembro de 2015

Fanfic: A beautiful mess


Sinopse:
Quando o ensino médio acabou, Lily Evans achou que tinha se livrado para sempre de James Potter e de suas investidas constrangedoras, mas como ela sempre diz: "O Universo é uma vadia que gosta de ferrar com a minha vida."
 Obrigada a conviver durante três meses sob o mesmo teto que o Potter, Lily não só vai ter que evitar perder a cabeça com as brincadeiras e piadas irritantes do Maroto, mas também vai fazer de tudo para não se apaixonar por ele. A relação deles é uma bagunça e a cabeça de Lily é cheia de indecisões e incertezas, mas quando ela vê que pode perde-lo para sempre, precisa descobrir: é ao Potter que seu coração e razão pertencem? Ou tudo não passou de um amor de verão fadado ao fracasso?

Categorias: ficção, romance, fantasia, Harry Potter
Autora: Austen
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Missing

Narrado por Lily Evans
• “Você pode amar muito alguém, mas você nunca pode amar uma pessoa tanto quanto pode sentir falta dela” •
A pior sensação do mundo é quando você sente que não está vivendo a sua vida, onde parece que está tudo no automático e que outra pessoa está no controle das suas ações enquanto você apenas assiste tudo acontecer. Como uma terceira pessoa, sem significância alguma na história, apesar de ser a sua vida que está ali sendo manipulada.
Foi mais ou menos assim que me senti quando acordei. Era como respirar novamente depois de vários segundos debaixo d’água. Meus olhos se abriram e eu percebi o quanto a minha vida estava no modo automático desde que James saiu dela.
Eu uso o mesmo moletom durante todo o dia, tanto que já parecia grudar em mim como uma segunda pele; ultimamente meus dias têm se resumido a ficar trancada no quarto, vivendo de pizza e coca diet enquanto observo a parede azul do meu quarto, fazendo vários ‘nadas’ enquanto ouço Adele.
Sinto como se estivesse passando por uma TPM horrível, mas que não vai embora com a menstruação. É como se algo estivesse remoendo no meu interior que me dá vontade de gritar e chorar ao mesmo tempo, mas no exterior sou uma casca inexpressiva tentando descobrir o que há de errado comigo.
Até mesmo a Lene e a Dorcs, minhas duas melhores amigas no mundo, haviam desistido de tentar me fazer sorrir e apenas aparecem para ver se eu ainda não havia entrado em decomposição dentro do meu quarto. Me trazem revistas de moda e mais suprimentos como sorvete, nutella e latinhas de coca diet.
Elas praticamente patrocinam a minha depressão.
Minha mãe ainda não havia se pronunciado quanto ao meu surto depressivo, ela apenas aparece no meu quarto, senta-se minha cama e me abraça enquanto me permite chorar. Acho que ter o coração partido está no DNA das Evans.
E o pior de toda essa confusão é que, após dormir uma noite inteira, no dia seguinte eu acordo e me lembro de tudo. Das nossas discussões, das brigas, da forma como ele me olhou antes de ir embora pela última vez. Lembro que toda a culpa foi minha. Sinto que meu coração quebra em milhares de pedacinhos de vidro a cada vez que acordo, como aconteceu ao porta-retratos que costumava ficar ao lado da minha cama e que agora se resume a apenas alguns cacos de vidro com uma foto no chão do meu quarto. A nossa foto.
— Está um lindo dia lá fora. Tem certeza que quer passá-lo inteiro trancada nesse quarto? — foi o que a minha mãe perguntou após entrar no meu quarto.
— Tenho. Vi na internet que a TNT vai reprisar uma maratona de Senhor dos Anéis hoje à noite, eu não posso simplesmente perder o Gandalf e seus anéis de fumaça. — respondi a ela, que sorriu para mim e sentou na beirada da cama.
— Eu acho que o Gandalf pode esperar. Não quer ir à casa da Marlene ou da Dorcas? As meninas ligaram e estão com saudades.
Fiquei em silêncio e abaixei o olhar incapaz de argumentar ou de explicar porque não queria sair de casa ainda. Eu também estava com saudades, mas ainda não me sentia pronta para sair.
— Quando se sentirá pronta, meu amor? — mamãe perguntou, praticamente lendo meus pensamentos. Odeio essa telepatia materna, não deixa escapar nada.
— Ainda não sei, mãe. Eu preciso de tempo para pensar, tempo para entender tudo o que estou sentindo. — disse e suspirei, encarando os olhos azuis de Dahlia Evans. Os mesmos de vinte anos atrás, os mesmo de quando eu nasci. Ela estava ainda mais linda.
— Lils, eu não sei o que aconteceu. Não sei porquê você está assim, mas sei que tem alguma coisa a ver com o jovem Potter. Você murmura o nome dele quando está dormindo e percebi o jeito que ele olhou para você no seu aniversário. — ela disse depois de um tempo em silêncio. Sinto minha bochecha ficar quente. Desde quando eu chamava pelo Potter enquanto dormia? — O James te ama, ele expressou isso apenas em um olhar. Se você o ama também, o que te impede de ir agora mesmo atrás dele e buscar o seu final feliz?
Nunca me machuquei gravemente antes do acidente, nem poderia dizer como era sentir a dor física de ter um braço ou perna quebrada, mas aquelas palavras foram como sal na ferida. Doeria menos se a mamãe tivesse me dado uma tapa na cara.
— Eu... Eu não sei! — foi o que consegui responder, sentindo as lágrimas se acumularem em meus olhos e o choro subir pela garganta. — Acho tenho medo de cometer algum erro e perdê-lo para sempre.
— Ah, querida! — mamãe balançou a cabeça e abriu um sorriso triste. — Nunca deixe o medo tentar impedir que você vá atrás do que te faz feliz.
— Vou me lembrar disso. — é bom saber que tenho minha mãe como amiga também, uma confidente.
— Certo, só não deixe para lembrar quando já for tarde demais, ok? Gostei do James, parece ser um bom garoto. — ela me deu um beijo na testa e então saiu do quarto, deixando-me sozinha com meus pensamentos.
Depois que mamãe saiu me enfiei embaixo do edredom e fechei os olhos, esperando fugir de toda aquela confusão de sentimentos. “Eu sei que mamãe está certa, mas...”  Mas o quê? O que, afinal, está me impedindo de ir atrás do James, engolir todo o meu orgulho e ser feliz? Quando finalmente percebi que a única coisa que estava entre mim e a minha felicidade era eu mesma, pude sentir as lágrimas que se acumularam nos meus olhos descer pelas minhas bochechas e em pouco tempo eu estava soluçando e chorando descontroladamente.
Eu tinha que tomar alguma atitude. Não podia viver isolada do mundo para sempre. Precisava escolher o que eu queria, quem eu queria. Antes de sair da cama, percebi que o porta-retratos ainda estava no chão, com vários cacos de vidro espalhados e a minha foto com o James continuava no chão.
Inclino-me para pegar a foto e acabo me cortando um pouco nos vidros, mas apenas ignoro a ardência nos meus dedos e continuo a observar a fotografia. A me lembrar do dia que ela foi tirada, e então as lágrimas são substituídas por um sorriso.
Já fazia um mês que todos estávamos hospedados na casa do lago dos pais de Alice. James e eu havíamos feito uma trégua nas brigas para comemorar o aniversário do Sirius. Naquele dia, a Dorcas deu a brilhante idéia de prepararmos um churrasco para o Black.
Os meninos se encarregaram de preparar a carne enquanto eu e o resto das garotas iríamos cozinhar o acompanhamento. A Alice, como sempre, preparou vários tipos de saladas, as mais diferentes e exóticas, enquanto a Marlene e a Dorcas me ajudaram com a comida de verdade. Após o almoço, todos ficamos horas conversando e morrendo de rir das histórias do James e do Sirius de quando eles ainda eram crianças e aprontavam todas as piores pegadinhas com o Sr. e a Sra. Potter.
Depois de um tempo ficou tão calor no quintal da casa que o Frank sugeriu um mergulho no lago. Fui a primeira a aceitar, porque nadar sempre foi uma das minhas paixões, e então puxei as garotas comigo para os nossos dormitórios para trocarmos de roupa.
Quando retornamos para o quintal da casa que dava diretamente para um píer no lago, todos os meninos estavam sem camisa, vestindo apenas bermudas.
— Oh my god! — Alice exclamou do meu lado, dando-me um susto imprestável.
— O que foi, sua bastarda?! — gritei com ela, sentindo meu coração estar a mil por hora. Metaforicamente falando, é claro. — Qual o motivo para você quase me deixar surda?
 Eu tenho o noivo mais gato que existe! — ela me respondeu aos gritos e correu na direção do Frank, que junto dos outros meninos já havia notado que estávamos prontas. Alice pulou no seu colo e tascou-lhe um beijo quente o suficiente para me deixar envergonhada por ele. E eu nunca fui uma pessoa muito envergonhada.
A Dorcas correu até o Remus, que segurou ela pela cintura e a rodou, depois selando os seus lábios de um jeito tão fofo e meigo. Sempre os achei o casal mais fofo do mundo. A Marlene, no entanto, engolia o Sirius que por algum motivo simplesmente não conseguia manter as mãos na sua cintura e a Lene não parecia se importar com isso.
— Aparentemente nós dois vamos ser os candelabros dos três casais mais pegajosos que existe. — ouvi o James dizer ao meu lado. Sorri em resposta ao seu comentário. — Santo Deus! Eu acabei de ver Lily Evans rir por um comentário do que eu fiz?! É um fim do mundo! Corram todos para as colinas!
Lembro de revirar os olhos e sorrir de novo, mas então dei um tapa em seu braço e depois segurei sua mão, puxando-o para mais perto do píer e dos casais que já se posicionavam na beirada do lago, mas antes de chegar até onde os outros estavam, parei e ele parou junto comigo. Virei-me em sua direção e ficamos cara a cara. Tentei ignorar o quanto seus olhos estavam lindos e límpidos naquele dia em contraste com os seus cabelos bagunçados por conta do vento, além dele ter um abdômen que qualquer um invejaria.
— Eu vou admitir uma coisa para você, mas se contar para os outros, irei jurar pelo meu túmulo e pelo seu que é tudo mentira, ouviu bem? — ameacei-o, apontando meu dedo para o seu rosto, mas a única coisa que o Potter fez foi sorrir. O bastardo apenas sorriu e eu odiei sentir minhas pernas ficarem bambas diante daquele sorriso imprestável.
— Juro solenemente que não contarei a ninguém.... Seja lá o que você for me dizer agora.
— Não confio muito na sua palavra, mas vai ter que bastar. — respondi. — Está sendo difícil admitir, mas estou gostando dessa nossa trégua.
— É mesmo?  — vi o Potter arquear uma das sobrancelhas e seu sorriso sacana se abrir ainda mais.
— Sim, Potter. Agora tire esse sorrisinho agora mesmo do seu rosto perfeito ou vou garantir pessoalmente que não consiga dar continuidade à descendência Potter.
— Sim, senhor capitão! — James exclamou, batendo continência e depois continuamos a andar na direção do pessoal que conversavam entre si.
Lembro claramente daquela tarde em como eu ri e me diverti junto com os meus melhores amigos nadando no lago. Ao anoitecer, fomos todos nos secar e trocar de roupa para preparar o jantar. Seria mashmellow na fogueira. Acabei sentando ao lado do James, segurando três velas para os três casais que provavelmente haviam perdido o interesse no mashmellow na boca um do outro.
Como estava muito frio, o Potter foi gentil ao abrir mão do seu moletom para mim e me envolveu em seus braços tentando me aquecer e me fazer parar de bater o queixo de frio. Estávamos rindo de alguma piada que ele soltou sobre o Sirius e a Marlene quando um flash brilhou nos nossos rostos registrando nosso momento amigável e espontâneo.
Gostei tanto da foto que no dia do meu aniversário o James me presenteou com um porta-retratos e a foto revelada. O porta-retratos estava totalmente destruído depois da nossa última briga, mas a foto eu guardaria. Era uma boa lembrança de nós dois, talvez a minha preferida, e eu precisava de boas lembranças naquele momento.
Ao me recordar daquele dia senti instantaneamente um sorriso se formar no meu rosto. Era a primeira vez em semanas que eu sorria de verdade por causa de uma lembrança. E pode não ter parecido muita coisa, mas foi naquele momento, através de um sorriso sincero, que eu percebi que James era o amor da minha vida. E que eu havia cometido um erro enorme na nossa última discussão. Isso precisava ser reparado.
Ainda com a fotografia em mãos, peguei meu celular e disquei o primeiro número que me veio em mente: Remus. A chamada durou alguns segundos antes da operadora informar que o celular estava desligado. Bufei de raiva e liguei para a Dorcas, os dois provavelmente estavam juntos naquele momento. Depois da viagem não se desgrudaram nem um instante, apenas quando a Dorcs vinha me ver junto com a Lene.
Quando ela atendeu nem acreditei que tinha conseguido. Estava nervosa e minha mão tremia, não conseguia processar nenhuma palavra.
— Lils? É você? — foi a primeira coisa que a Dorcas perguntou depois de ter atendido a chamada.
— Sou eu sim, Dorcs.
— Santa abobrinha! Você está bem? Precisa de alguma coisa? Quer que eu vá até aí? — ela me jogou milhares de perguntas, mas eu apenas ri. Pude ouvir a voz do Remus ao fundo, comprovando a minha teoria que ela estava na casa dele.
— Estou bem. Você não precisa vir aqui, mas eu preciso da sua ajuda! — respondi séria e o mais rápido que pude enquanto trocava minhas pantufas pelos meus all star.
— Ok Lily, você está me assustando. Desembucha garota!
— Sei que isso vai parecer meu estranho, mas preciso falar com seu namorado.
A chamada ficou em silêncio por um tempo.
— Fala ruiva. — ouvir a voz do Lupin no telefone encheu meu coração de alívio.
— Oi Rem, eu sei que nós não nos falamos desde... — engoli em seco e fiquei relutante quanto a continuar a falar — Desde a minha última discussão com o James, mas eu preciso da sua ajuda.
— Estava com saudades. A Dorcs falou o que estava acontecendo com você e fiquei preocupado. Quero dizer, nós ficamos. Eu, o Sirius e o James, mas pensei que seria melhor darmos espaço para você pensar. — sorri ao saber que o James havia ficado preocupado comigo. Mesmo por tudo que eu disse, ele ainda se preocupava! — Você sabe que a nossa amizade vai além de qualquer discussão que você e o Pontas tenham tido, então diga-me o que você precisa que irei lhe ajudar.
— Obrigada, Aluado — fico em silêncio ao perceber meu erro. — Quero dizer, obrigada Rem.
— Tudo bem, — ele disse rindo. — não se preocupe com formalidades, não levo esse apelido mais a sério.
— Hm, ok. Bem, eu preciso saber onde o James está. Quero ir atrás dele. — falei sem relutar. Não tinha tempo para indecisões agora.
— Tem certeza, Lils? Digo, eu sei que vocês se amam e tudo mais, estava mais do que na hora de um de vocês tomar a iniciativa, mas você o machucou demais. Não acha que precisa mais de algum tempo para pensar no que realmente quer? — Remus estava nervoso, podia perceber isso através das suas palavras. Mas eu já havia decidido.
— Não preciso de mais tempo. Eu percebi o quanto o amo e sei que pisei na bola com o James, falei coisas que não deveria e parti seu coração, mas eu estava confusa, com medo do que estava sentindo, mas agora tenho certeza do que quero. E eu quero o maldito Potter na minha vida de novo, então pode, por favor, me dizer onde ele está? — conforme eu ia abrindo o meu coração para o meu melhor amigo, pude sentir a minha voz ficar embargada. Aquele não era um choro de tristeza, mas de emoção. Não podia esperar a hora para rever o Potter e dizer tudo aquilo para ele.
— Se você tem tanta certeza assim de que o quer, então precisa correr. — ouço o Remus suspirar e então começo a sentir havia alguma coisa errada — O Pontas foi chamado para aquela entrevista em Nova York. O seu avião vai partir em vinte minutos.
“Então o James vai aceitar mesmo aquele emprego em Nova York.”  Não pude evitar pensar amargamente. “Mas foi você que o encorajou a isso quando partiu o seu coração! Agora precisa correr atrás o prejuízo, antes que o perca para sempre!”  Senti então um desespero se apossar do meu coração.
— Lils? Ainda está aí?
— Estou sim, Rem. Obrigada pela informação, estou indo para o aeroporto agora. Pode ligar para o James e pedir para que ele espere? Não diga que eu estou indo, apenas peça que ele espere o máximo de tempo que puder, que eu estou a caminho.
— Vou fazer meu possível, Lils.
— Obrigada, Aluado. Você é o melhor amigo que uma garota poderia querer.
— Lily?
— Sim?
— Não quebre o coração dele de novo. Cuide do meu melhor amigo por mim, por favor.
Fiquei sem palavras diante daquele pedido, então apenas respondi um “Eu prometo” antes de desligar o telefone e sair em disparada pelas escadas de casa.
Ao chegar na cozinha mamãe estava conversando ao celular. Provavelmente com o Dimitri. Fiquei feliz por eles finalmente estarem se acertando, mamãe merecia ser feliz.
Quando ela me viu, desviou a sua atenção da ligação para mim. Parecia confusa, mas tinha um sorriso em seus lábios. Provavelmente ela adivinhara o que eu estava pretendendo fazer, então apenas peguei as chaves do carro e lhe dei um beijo na bochecha.
— Para onde você está indo usando pijamas, filha?
— Estou indo atrás do meu final feliz, mãe! — respondi e ela assentiu, sorrindo.
“Finalmente, encontrei meu final feliz.” Foi a última coisa que pensei antes de sair pela porta de casa. Eu iria encontrar o James e resolveria as coisas com ele. Até cruzaria o oceano por ele, por nós, se assim precisasse. Apenas não podia viver mais sem o meu Potter.
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21 comentários:

  1. Essa pessoa não fará um comentário descente porque está em um alto nível de êxtase.

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    1. Acho q vc acabou de resumir um texto enorme em três linhas q eu iria escrever hahahaha

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  2. Karina não consigo entrar no site porqueeee

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  3. Karina por favor coloca o site pra entra direto igual você pois no livro vida de princesa ,é muito difícil procurar esse site...beijos. Vick

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    1. É que não tem site, Vick! Por isso deixei só o e-mail da pessoa, entrem em contato com ela dizendo que gostaram e querem continuar!

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  4. Como faço para ler mais porque o link de saber mais nao esta pegando

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    1. Então, deixei só o e-mail da pessoa, entre em contato com ela dizendo que gostou e quer continuar!

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  5. Me diga que averá continuação PELO AMOR DE DEUS!!!!

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  6. Eu gostaria de baixar o livro, tem como?

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    1. Dá uma perguntada pra autora no e-mail dela :)

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  7. Karina, o link não está funcionando...

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    1. É que não é um link, é um e-mail...

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  8. É melhor desistir de ler esse livro, por que eu tentei fazer uma conta no Outlook e é muito ruim. Karina parabéns para você e para o seu blog, é ótimo. Só uma pergunta como faz para enviar um livro ?

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  9. Olá Karina!
    Eu gostaria de enviar minha fic para divulgação no seu site, assim como alguns autores fizeram. Como posso fazer isso?
    Beijos!
    Obrigado!
    P.S- Só pra constar, seu site é o melhor que existe! Obrigada por gerenciar um site assim!

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    1. Olá, Isa! Primeiramente, obrigada :)
      Agora, pra ter seu texto aqui, é só enviar o primeiro capítulo, resumo, imagem ilustrativa e link (se posta em algum site) para livroson-line@hotmail.com

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  10. Vai ter Continuação??

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    1. Não que eu saiba... mas dá uma perguntada no e-mail da autora ^^

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  11. Pessoa que quer ler esse livro14 de janeiro de 2016 11:28

    Alguém já perguntou pra autora se tem continuação? Eu não tenho conta no Outlook.
    Por favor, se alguém tiver Outlook pergunta lá e depois avisa aqui se vai ter ou não continuação, e se sim, onde vai ser postado.
    Muito obrigada pela atenção,
    Ass.: uma filha de Atena que faz parte da Corvinal.

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  12. Não consigo entrar em contato com a autora. Qual o email?

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