18 de outubro de 2015

Dez - Meu quarto não é uma droga

EU ESTAVA TOTALMENTE disperso enquanto Hunding me levava pelo hotel. A sensação era de que haviam me girado cinquenta vezes e me largado no meio de um circo, dizendo: divirta-se.
Ali, um corredor parecia maior do que o outro. A maioria dos hóspedes devia estar no colégio, embora alguns talvez fossem um pouco mais velhos. Meninos e meninas se sentavam juntos em pequenos grupos, ficavam descansando em frente às lareiras, conversando em várias línguas, comendo besteira ou jogando xadrez e outros jogos de tabuleiro, incluindo um que envolvia adagas de verdade e um maçarico. Espiei as salas e vi mesas de sinuca, máquinas de pinball, um fliperama antigo e uma coisa que parecia uma donzela de ferro de uma câmara de tortura.
Funcionárias de camisa verde-escura circulavam entre os hóspedes, carregando travessas de comida e jarras de bebida. Pelo que entendi, todas eram guerreiras musculosas com escudos nas costas e espadas ou machados presos nos cintos, o que não é muito comum nesse ramo.
Uma garçonete completamente armada passou por mim com um prato fumegante de rolinhosprimavera. Meu estômago roncou.
— Como posso sentir fome se estou morto? — perguntei a Hunding. — Nenhuma dessas pessoas parece morta.
Hunding deu de ombros.
— Ah, existem mortos e mortos. Pense em Valhala mais como... uma promoção. Você é um einherjar agora.
Ele pronunciou a palavra como in-RER-iar.
— Einherjar — repeti. — Parece que rola pela língua.
— É. O singular é einherji. — Ele pronunciou in-RER-i. — Somos os escolhidos de Odin, soldados em seu exército perpétuo. A palavra einherjar normalmente é traduzida como guerreiros solitários, mas essa expressão não capta totalmente o significado. É mais como... os guerreiros de outrora, os que lutaram bravamente na última vida e lutarão bravamente de novo no Dia do Juízo Final. Abaixe.
— No Dia do Juízo Final Abaixe?
— Não, abaixe-se!
Hunding me puxou para baixo quando uma lança passou voando e empalou um cara sentado no sofá ali perto, matando-o na hora. Bebidas, dados e dinheiro de Banco Imobiliário voaram para todo lado. As pessoas que estavam jogando com ele levantaram-se e olharam, um tanto irritadas, na direção de onde veio a lança.
— Eu vi isso, John Mão Vermelha! — gritou Hunding. — No saguão é proibido empalar!
Na sala de bilhar, alguém riu e respondeu em... sueco? E não soou muito arrependido.
— Enfim — retomou Hunding, andando como se nada tivesse acontecido. — Os elevadores ficam aqui.
— Espere — falei. — Aquele cara acabou de ser assassinado com uma lança. Você não vai fazer nada?
— Ah, os lobos vão limpar.
Minha pulsação disparou.
— Lobos?
Enquanto os outros jogadores de Banco Imobiliário separavam as peças, dois lobos cinzentos surgiram no saguão, pegaram o morto pelas pernas e o arrastaram para fora dali, a lança ainda cravada no peito. O rastro de sangue evaporou instantaneamente. O sofá perfurado se consertou.
Eu me escondi atrás do vaso de planta mais próximo. Não me importo com o que pensariam de mim. Meu medo falou mais alto. Aqueles lobos não tinham olhos azuis brilhantes como os que atacaram minha casa, mas ainda assim eu preferia uma vida após a morte em que a mascote fosse um porquinho-da-índia.
— Não há regras contra assassinato? — perguntei, baixinho.
Hunding ergueu a sobrancelha peluda.
— Foi só brincadeira, garoto. Ele vai estar ótimo no jantar. — Hunding me puxou do esconderijo. — Venha.
Antes que eu pudesse perguntar mais sobre a “diversão”, chegamos a um elevador. A porta de grade era formada por lanças. A parede era toda de escudos dourados sobrepostos. O painel de controle era repleto de botões, de cima a baixo. O número mais alto era quinhentos e quarenta.
Hunding apertou o dezenove.
— Como este lugar pode ter quinhentos e quarenta andares? — perguntei. — Seria o prédio mais alto do mundo.
— Se existisse em um único mundo, sim. Mas ele se conecta a todos os nove mundos. Você acabou de chegar pela entrada de Midgard, como a maioria dos mortais.
— Midgard...
Eu me lembrava vagamente de alguma coisa sobre os vikings acreditarem em nove mundos diferentes. Randolph também se referira a eles no plural. Mas fazia muito tempo que minha mãe tinha lido aquelas histórias de ninar nórdicas.
— Você quer dizer tipo o mundo dos humanos.
— Isso. — Hunding respirou fundo e recitou: — Quinhentos e quarenta andares tem Valhala; quinhentos e quarenta portões conduzem aos nove mundos. — Ele sorriu. — Nunca se sabe quando e onde vamos ter que marchar para a guerra.
— Quantas vezes isso já aconteceu?
— Bom, nunca. Mas mesmo assim... poderia acontecer a qualquer momento. Eu, por exemplo, mal posso esperar! Finalmente Helgi vai ter que parar de me punir.
— O gerente? Por que ele pune você?
Hunding fez cara de nojo.
— É uma longa história. Ele e eu...
A porta de lanças do elevador se abriu.
— Deixe isso pra lá. — Hunding me deu um tapinha nas costas. — Você vai gostar do décimo nono andar. Vai ter bons vizinhos de corredor!
Sempre imaginei que corredores de hotel fossem lugares escuros, deprimentes e claustrofóbicos. O décimo nono andar? Nem tanto. O teto abobadado tinha seis metros de altura, com – isso mesmo – mais lanças como caibro. Valhala devia ter conseguido um bom desconto no Armazém das Lanças por Atacado. Em candeeiros, tochas irradiavam uma luz quente e laranja, sem produzir fumaça, iluminando espadas, escudos e tapeçarias expostos nas paredes. O corredor era tão largo que poderia tranquilamente servir como um campo de futebol. O tapete, vermelho como sangue, tinha desenhos de galhos de árvore que se moviam, como se balançassem ao vento.
Separadas por uns quinze metros, cada porta era de carvalho rústico com dobradiças de ferro. Não vi maçanetas nem fechaduras. No centro de cada uma delas havia um nome escrito em um círculo de ferro do tamanho de um prato, cercado por runas vikings.
O primeiro dizia MESTIÇO GUNDERSON. Pela porta, ouvi gritos e metal estalando, como se dentro do quarto estivesse acontecendo uma luta de espadas.
O seguinte dizia MALLORY KEEN. Esse estava silencioso.
Depois: THOMAS JEFFERSON, JR. Estalos de tiros vinham de dentro, embora soassem mais como um videogame do que tiros de verdade. (Sim, já ouvi os dois.)
A quarta porta tinha apenas um X. Havia um carrinho de serviço de quarto parado em frente a ela, com a cabeça de um porco disposta em uma bandeja de prata. As orelhas e o nariz do animal pareciam meio mordidos.
Não sou crítico gastronômico, nem nada. Nem poderia, sendo morador de rua. Mas tenho meus critérios quando se trata de cabeças de porco.
Estávamos quase chegando ao cruzamento no fim do corredor, quando um pássaro preto e grande fez uma curva e passou voando por mim, quase cortando minha orelha. Vi o animal desaparecer corredor afora. Era um corvo, e carregava bloco e caneta nas garras.
— O que foi aquilo? — perguntei.
— Um corvo — respondeu Hunding, o que achei muito útil.
Finalmente, paramos em frente à porta onde estava escrito MAGNUS CHASE.
Ao ver meu nome gravado em ferro, rodeado de runas, comecei a tremer. Minhas últimas esperanças de que tudo aquilo fosse um erro, uma pegadinha de aniversário ou uma confusão cósmica evaporaram. O hotel estava me esperando. Tinham escrito meu nome corretamente e tudo.
Só para deixar claro, Magnus quer dizer grandioso. Minha mãe me deu esse nome porque nossa família descendia de reis suecos ou algo do tipo, um bilhão de anos antes. Além disso, ela falou que eu era a coisa mais incrível que já lhe aconteceu. Eu sei. Um, dois, três: Ownnnnn. Era um nome irritante. As pessoas costumavam escrever Mangus, que rima com Angus. Eu sempre corrigia: Não, é Magnus, que rima com húmus. E então, só ficavam olhando para mim sem entender nada.
De qualquer modo, ali estava meu nome gravado na porta. Quando entrasse, eu me tornaria um hóspede. De acordo com o gerente, eu teria uma nova casa até o dia do Juízo Final.
— Vá em frente.
Hunding apontou para a chave-runa na minha mão. O símbolo era ligeiramente semelhante ao do infinito ou a uma ampulheta de lado:


— É dagaz — disse Hunding. — Não precisa ter medo. Simboliza novos começos, transformações. Também abre sua porta. Só você tem acesso.
Engoli em seco.
— E se, por exemplo, os funcionários quiserem entrar?
— Ah, nós usamos a chave dos funcionários.
Hunding deu um tapinha no machado preso ao cinto. Não consegui entender se ele estava brincando.
Levantei a runa. Eu não queria testar, mas também não queria ficar no corredor esperando para ser atingido por uma lança aleatória ou atropelado por um corvo. Instintivamente, encostei a pedra na respectiva runa dagaz na porta. O anel de runas se acendeu em um tom de verde. A porta se abriu.
Entrei, e meu queixo caiu.
Nunca tinha morado nem visitado um lugar tão legal quanto aquela suíte. Nem mesmo a mansão do tio Randolph.
Maravilhado, fui até o meio do quarto, onde havia um átrio central a céu aberto. Meus sapatos afundaram na grama verde e densa. Quatro carvalhos grossos delimitavam o jardim, como pilares. Os galhos mais baixos se esticavam pelo teto do quarto, entremeando-se com o caibro. Os mais altos cresceram pela abertura do átrio, formando um toldo trançado. A luz do sol aqueceu meu rosto. Uma brisa agradável entrava no quarto, carregando um cheiro de jasmim.
— Como? — Olhei para Hunding. — Há centenas de andares acima de nós, mas estamos aqui a céu aberto. Em pleno inverno. Como pode estar ensolarado e quente?
Hunding deu de ombros.
— Não sei. Magia. Mas esta é a sua vida após a morte, garoto. Você ganhou certas vantagens, não é?
Ganhei? Não me sentia particularmente merecedor.
Girei lentamente. A suíte tinha forma de cruz, com quatro seções irradiando do átrio central. Cada ala era tão grande quanto meu apartamento antigo. Uma era o corredor de entrada por onde chegamos.
Ao lado, havia um quarto com uma cama king size. Apesar do tamanho, ele era básico e simples: tinha um edredom bege e travesseiros macios na cama, paredes bege sem quadros nem espelhos e nenhuma decoração. Havia cortinas marrons pesadas para isolar a área.
Lembrei que, quando eu era criança, minha mãe deixava meu quarto com menos decoração possível. Eu só conseguia dormir em lugares totalmente escuros e sem nada que me distraísse. Vendo aquela suíte, tive a sensação de que alguém havia investigado em minha mente exatamente o que seria necessário para me deixar confortável.
A ala da esquerda era uma área de vestir e banheiro com azulejos pretos e bege, minhas cores favoritas. As vantagens que Hunding citou incluíam sauna, banheira de hidromassagem, closet, chuveiro e vaso sanitário enormes. (Esse último é brincadeira, mas era mesmo um trono elegante, apropriado para os mortos honrados.)
A quarta ala da suíte era a cozinha e a sala de estar. Em uma extremidade da sala, havia um grande sofá de couro em frente a uma TV de plasma com uns seis consoles de videogame diferentes empilhados em um gabinete. Do outro lado, duas poltronas reclináveis em frente à lareira acesa e uma parede de livros.
Sim, eu gosto de ler. Sou estranho. Mesmo depois de largar a escola, passei bastante tempo na Biblioteca Pública de Boston, aprendendo coisas aleatórias só para passar o tempo em um lugar quente e seguro. Durante dois anos, senti falta da minha velha coleção de livros. Nunca achei que teria outra.
Andei até lá para ver os títulos nas prateleiras. E então reparei no porta-retratos prateado sobre a lareira.
Alguma coisa como uma bolha de hélio subiu pelo meu esôfago.
— Não acredito...
Peguei a foto. Estávamos eu, aos oito anos, e a minha mãe no pico do monte Washington, em New Hampshire. Aquela havia sido uma das melhores viagens da minha vida. Tínhamos pedido a um guarda florestal para tirar a foto. Eu sorria (coisa que quase não faço mais), com duas janelinhas dos dentes da frente que tinham caído. Minha mãe estava ajoelhada atrás de mim me abraçando, os olhos verdes enrugando-se nos cantinhos, as sardas ressaltadas pelo sol, o cabelo louro bagunçado pelo vento.
— Isso é impossível — murmurei. — Só havia uma cópia dessa foto. E ela foi queimada no incêndio... — Eu me virei para Hunding, que estava secando os olhos. — Você está bem?
Ele pigarreou.
— Estou! Claro. O hotel gosta de oferecer souvenires, lembrancinhas da vida antiga. Fotografias... — Por baixo da barba dele, talvez a boca estivesse tremendo. — Quando eu morri, não existiam fotografias. Você tem sorte.
Havia muito tempo que ninguém dizia isso para mim. A ideia me despertou do torpor. Eu perdi minha mãe fazia dois anos. Estava morto, ou fui promovido, havia apenas algumas horas. Aquele porteiro da Saxônia estivera ali desde 749 EC. Como será que havia morrido e quem havia deixado para trás? Mil e duzentos anos depois, e aquilo ainda mexia com ele; era cruel ter que passar a eternidade assim.
Hunding se aprumou e limpou o nariz.
— Chega disso! Se tiver alguma dúvida, ligue para a recepção. Espero ansiosamente ouvir sobre suas explorações corajosas no jantar hoje à noite.
— Minhas... explorações corajosas?
— Não seja modesto. Você não teria sido escolhido se não tivesse feito alguma coisa heroica.
— Mas...
— Foi um prazer servir você, senhor, e seja bem-vindo ao Hotel Valhala.
Ele estendeu a mão. Demorei um segundo para perceber que ele queria gorjeta.
— Ah, hã...
Enfiei a mão nos bolsos da jaqueta, esperando encontrá-los vazios. Por um milagre, a barra de chocolate que eu havia roubado da casa do tio Randolph ainda estava ali, inteira apesar da viagem pelo Grande Além. Entreguei para Hunding.
— Desculpa, só tenho isso.
Os olhos dele se arregalaram.
— Deuses de Asgard! Obrigado, garoto! — Ele cheirou o chocolate e o ergueu como um cálice sagrado. — Uau! Tudo bem, se precisar de alguma coisa, é só falar comigo. Sua valquíria vem buscá-lo na hora do jantar. Uau!
— Minha valquíria? Espera aí. Eu não tenho nenhuma valquíria.
Hunding riu, sem tirar os olhos do chocolate.
— É, se eu tivesse a sua valquíria, diria a mesma coisa. Ela já criou muita confusão por aqui.
— Como assim?
— Vejo você mais tarde, garoto! — Hunding foi saindo. — Tenho coisas a comer, quer dizer, a fazer. Tente sobreviver até o jantar!

38 comentários:

  1. Eu quero uma Valquíria, vou pular do telhado ali e já volto

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    1. Só vai funcionar se vc pular do telhado pra salvar um monte de gente, pq suicidar-se só pra ganhar uma vaga no hotel não dá né heauehuaeh

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    2. Por isso sou batatista dear, aceitamos suicidas e temos megazords

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    3. Kkkkkkk adorando seua comentárioa, Malu!

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  2. Eu me escondi atrás do vaso de planta mais próximo. Não me importo com o que pensariam de mim. Meu medo falou mais alto. Aqueles lobos não tinham olhos azuis brilhantes como os que atacaram minha casa, mas ainda assim eu preferia uma vida após a morte em que a mascote fosse um porquinho-da-índia.

    EU ENTENDI A REFERÊNCIA! :v kkkkk

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    1. Eu também! *.*/é uma sensação maravilhosa @.@

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    2. COMO EU NÃO REPAREI NISSO VELHO KKKKKKKKKKK, mas acho q depois de conhecer esse hotel ele vai preferir os lobos kkkkkkkkkk

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    3. para entendedores meia referencia vale

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    4. No Mar de Monstros, a feiticeira Circe transformou Percy em porquinho-da-índia, lembra?

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    5. kkk Eu entendi a referência!
      Ei, cadê o Cap?
      Entendedores entenderão ;)

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    6. AS REFERÊNCIAS DESSE LIVRO ♥♥♥
      Isabella, entendi e morri de rir aqui hahahaha

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    7. Kkkkkk percyana vai ficar brava magnus... cuidado..

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  3. Como este lugar pode ter quinhentos e quarenta andares? — perguntei. — Seria o prédio mais alto do mundo.
    Pera ai ñ é o Empire
    ?

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  4. " — Como este lugar pode ter quinhentos e quarenta andares? — perguntei. — Seria o prédio mais alto do mundo."

    Você só diz isso porque nunca foi ao Olimpo.

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    1. Exato! "600° andar, por favor."

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    2. Eu pensei exatamente a msm coisa!

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  5. Só para deixar claro, Magnus quer dizer "grandioso". Minha mãe me deu esse nome porque nossa família descendia de reis suecos ou algo do tipo, um bilhão de anos antes.

    Isso explica o pq q o tio Rick quis tanto esse nome!

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    1. Exatamente!!!
      Eu sabia que o tio Rick não ia por esse nome à toa. Devia ter um bom motivo. :-D

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  6. Nem percebi a brincadeira
    Kkkk muito engraçado

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  7. Gente, o nome do meu irmão é Magnus! *---*

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  8. kkkk prefiro o Olimpo.. Pra ir pra esse outro hotel ai tem q estar morto i eu estou mt bem aqi kkkk

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  9. vou ali salvar alguem rapidin... de preferencia morrer no processo




    Esse capitulo me fez querer estar morta

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    1. Kkkkk sempre digo isso mas nenhum realmente me fez querer. Esse sim!

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  10. — Não sei. Magia.
    De repente lembrei de as crônicas dos Kane que eles são magos,e aquele símbolo...tio Rick porque vc faz isso comigo.

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  11. Nao sei porque mas eu acho que o magnus vai domar um lobo desse pra aparecer na capa do livro

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  12. " — Como este lugar pode ter quinhentos e quarenta andares? — perguntei. — Seria o prédio mais alto do mundo."

    Você só diz isso porque nunca foi ao Olimpo.

    600° andar, por favor

    alguém se tenta se suicidar para eu ti salvar e depois me suicidar .Por favor!!!!!!

    ~coruja

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  13. — Vejo você mais tarde, garoto! — Hunding foi saindo. — Tenho coisas a comer, quer dizer, a fazer. Tente sobreviver até o jantar!

    Normal sempre tenho que lutar aqui em casa até a hora do jantar.

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  14. Referências... Se continuar assim meu cérebro vai fritar

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  15. nossa o cara ficou feliz mesmo com o chocolate parece comigo

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    1. Quero ver ele se encontrar com a anabeth

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    2. Quero ver ele se encontrar com a anabeth

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