14 de outubro de 2015

Capítulo dez

— COMO ESTÁ INDO?
Adam pula quando coloco minha mão em seu ombro e me inclino para checar seu progresso. Ele está curvado sobre uma bancada onde os mogs aprimoravam suas armas antes das tentativas infrutíferas de destruir o campo de força do Santuário. Adam varreu toda a porcaria mogadoriana que estava atravancando a bancada para o chão e as substituiu com uma variedade de peças mecânicas. As peças variadas vieram dos Skimmers desativados que estavam juntando poeira no campo de pouso, algumas das entranhas dos motores, outras de trás do painel de instrumentos touchscreen. Entre as partes da nave estão várias outras coisas, de todos os tamanhos – a bateria de uma das lâmpadas de halogênio, um canhão mogadoriano quebrado e a carcaça de um notebook.
Todas essas coisas foram dobradas, torcidas ou marteladas por Adam enquanto ele tenta substituir os conduíte destruídos da nossa nave usando partes diversas.
— Como parece que está indo? — ele responde, sombriamente colocando no chão maçarico que estava prestes a ligar. — Eu não sou um engenheiro, Seis. Isso é estritamente tentativa e erro. Até agora, cem por cento de erro.
O sol está agora subindo sobre as copas das árvores da selva para queimar a pista de pouso, nenhum adiamento do calor pegajoso lá fora.
Adam já tem toda sua camisa suada, sua pele pálida em sua nuca ficando rosada. Tiro minha mão de seu ombro até ele suspirar e virar seu rosto para mim. Seus olhos negros estão secos e um pouco selvagens, círculos cinzas se formando ao redor deles.
— Você não dormiu — eu digo, tomando isso como um fato. Ele trabalhou durante a noite toda, suas marteladas e xingamentos interrompendo as espasmódicas horas de descanso que consegui enquanto dormia enrolada na cabine do Skimmer. Os únicos intervalos que ele fez foi para checar Areal, que ainda não se livrava do estado de paralisia. — Talvez eu não saiba muito sobre a biologia mogadoriana, mas tenho certeza de que vocês precisam dormir.
Adam tira um pouco de cabelo dos seus olhos, tentando focar em mim.
— Sim, Seis, nós dormimos. Quando é conveniente.
— Você vai acabar ultrapassando seus limites e ficar exausto, e então será bom em quê? — pergunto.
Adam franze a testa.
— Nas mesmas coisas que eu sou bom agora — ele diz, olhando para a coleção de diversas partes em sua frente. — Eu entendo você, Seis. Estou bem. Deixe-me continuar trabalhando.
Para falar a verdade, estou orgulhosa por Adam ser devoto em seu serviço. Ao mesmo tempo que não quero vê-lo se machucando, nós precisamos desesperadamente sair do México. Ainda não há uma palavra do John. Temo estarmos perdendo a guerra.
— Pelo menos coma algo — eu digo a ele, agarrando uma banana verde que acabei de pegar de uma bananeira próxima e empurrando nas mãos de Adam.
Ele considera a banana por alguns momentos. Posso realmente ouvir o estômago de Adam roncar enquanto ele começa a descascá-la. Comida não foi uma coisa que pensamos em trazer – nós não sabíamos o que esperar quando vínhamos para o Santuário, mas definitivamente não estávamos planejando ficar por aqui. Não trouxemos os suprimentos necessários para uma estadia longa.
— Sabe, Nove tinha uma daquelas pedras em sua Arca que, se você as chupasse, elas lhe dariam todos os nutrientes de uma refeição — eu digo a Adam, descascando uma banana. — Meio nojento, especialmente depois que você começa a pensar sobre onde eles estiveram e quantas vezes Nove provavelmente a usou. Mas agora, eu realmente queria que não tivéssemos jogado aquilo dentro do poço do Santuário.
Adam sorri, olhando para o templo.
— Talvez você devesse voltar e pedir com jeitinho. Tenho certeza que aquela coisa-energética não quer as pedras cuspidas por Nove.
— Talvez eu devesse pedir um novo motor, já que estarei lá.
— Não doeria — Adam responde, e engole o resto de sua banana com pressa. — Eu vou tirar a gente daqui, Seis. Não se preocupe.
Coloco uma segunda banana na mesa e deixo Adam voltar ao trabalho. Atravesso a pista de pouso em direção onde Marina está sentada com as pernas cruzadas na grama, encarando o Santuário. Eu não tenho certeza se ela está meditando ou rezando ou alguma coisa assim, mas ela estava naquele lugar quando acordei esta manhã e ainda não se moveu desde que saí caçando por comida na selva.
Eu gostaria de pensar que foi por acidente minha rota até Marina me levar para a haste do Skimmer onde Phiri-Dun-Ra está amarrada, mas eu sei que não. Nós a amarramos no meio do campo e todos temos mantido os olhos nela. Quero que a mogadoriana diga alguma coisa, para me dar um motivo. Ela não desaponta.
— Ele vai falhar, você sabe.
— Você disse alguma coisa? — pergunto, parando e me virando devagar para encará-la.
Eu ouvi Phiri Dun-Ra perfeitamente.
Nossa prisioneira mogadoriana sorri cruelmente para mim, seus dentes tortos com sangue seco. Seu olho direito está inchado. Eu fiz isso nela ontem à noite. Depois de ouvir sobre a invasão mogadoriana, cansei-me rapidamente com sua incessante gargalhada. Então, eu a acertei. Não foi meu momento mais orgulhoso, socando um mogadoriano amarrado, mas isso me fez sentir bem. Na verdade, eu provavelmente teria feito mais se Marina não tivesse me arrastado para longe dela.
Enquanto encaro Phiri Dun-Ra, seu olho bom se estreita em diversão.
Cerro os punhos de novo. Eu quero bater em algo. Tudo o que preciso é de um motivo.
— Você me ouviu, garotinha — ela responde, balançando o queixo na direção de Adam. Phiri Dun-Ra fala alto o suficiente que eu tenho certeza que ele pode ouvir também. — Adamus Sutekh vai falhar, como ele sempre falha. Você sabe, eu o conheço há muito mais tempo que você. Eu sei o eterno desapontamento que ele foi para seu pai. Para o nosso povo. Não é à toa que ele se tornou um traidor.
Olho por sobre os meus ombros para Adam. Ele está fingindo não ouvir Phiri Dun-Ra, mas suas mãos pararam de trabalhar e seus ombros enrijeceram.
— Você quer ser nocauteada de novo? — pergunto para Phiri Dun-Ra, dando um passo em direção a ela.
Ela fica pensativa por um momento, então continua:
— No entanto, hmm... acabei de me lembrar de algo. Eu me lembro de ouvir as proezas do jovem técnico Adamus. Ele era algo como um prodígio em máquinas para um jovem nascido naturalmente. É estranho ele não ser capaz de consertar uma dessas naves, especialmente com todos esses equipamentos a seu dispor.
Eu olho novamente para Adam. Ele está virado agora, uma expressão confusa em seu rosto, encarando Phiri Dun-Ra.
— Eu me pergunto se ele está enrolando de propósito — Phiri Dun-Ra diz. — Talvez, agora que o Progresso Mogadoriano se provou inevitável, ele pense que manter vocês aqui dará a ele algum favor com nosso Adorado Líder, para que então ele volte rastejando de volta para seu povo de verdade... Ou talvez ele simplesmente seja covarde demais para encarar as batalhas perdidas que estão por vir.
Adam passa por mim como um borrão. Ele agacha em frente à Phiri Dun-Ra e puxa sua cabeça para trás. Ela tenta mordê-lo, mas Adam é mais rápido.
— A morte está chegando para você, Adamus Sutekh! Para todos vocês! — ela dá um jeito de gritar, antes de Adam enfiar um pedaço de pano em sua boca.
Depois, ele rasga um pedaço grande de fita e enrola em toda a cabeça de Phiri Dun-Ra. Sua respiração agora vem em rajadas furiosas pelo seu nariz, a mogadoriana olhando venenosamente para Adam. Sobre a grama em frente ao Santuário, Marina tem resistido em assistir a cena, uma pequena careta em seu rosto.
Adam fica em cima de Phiri Dun-Ra, seus dentes à mostra, linhas escuras aparecendo em seu rosto. É um olhar assassino, um que vi no rosto de vários mogadorianos, usualmente logo antes de tentarem me matar.
— Adam... — chamo, advertindo-o.
Adam se vira para me encarar, tentando se controlar. Ele respira fundo.
— Tudo o que ela disse é mentira, Seis — ele diz. — Tudo.
— Eu sei disso — respondo. — Nós devíamos tê-la amordaçado antes.
Adam grunhe e retorna para sua bancada, seus olhos desanimados enquanto passa por mim. Phiri Dun-Ra definitivamente sabe como tirá-lo do controle. Como tirar todos nós. Bom, exceto Marina. Eu sei que ela está tentando criar uma barreira entre ela e o nosso grupo, mas isso não vai funcionar. Quão estúpida ela pensa que sou? Eu sempre vou acreditar na palavra de um mogadoriano que foi permitido atravessar o campo de força do Santuário do que de um que tentou nos explodir com uma granada.
Com o fim da discussão, Marina senta na grama de frente para o Santuário. Eu me junto a ela, observando as brilhantes aves coloridas voarem enquanto brincam em volta do templo antigo.
— Você o teria parado, se ele tentasse matá-la? — Marina me pergunta depois de um momento.
Eu encolho os ombros.
— Ela é uma mogadoriana — respondo. — Uma das piores que já conheci. E isso quer dizer alguma coisa.
— No calor da batalha é uma coisa — Marina diz. — Mas quando ela está amarrada... Ela não é como os guerreiros que nós tanto enfrentamos. Ela é como Adam, uma nascido naturalmente. Quando usei minha cura nele, evitando que ele desintegrasse, eu pude... Eu pude sentir a vida lá, não tão diferente do que a nossa. Temo no que nós podemos nos tornar com a continuidade dessa guerra.
Talvez eu esteja cansada demais, e definitivamente estou além de estressada com nossa situação atual, mas essa coisa moral de Marina está começando a encher o saco. Quando respondo, tem mais ignorância na minha voz do que eu gostaria.
— E então? Você é pacifista agora? Alguns dias atrás, você arrancou o olho do Cinco com um ataque de gelo — eu a lembro. — Ele é muito mais parecido conosco do que Phiri Dun-Ra é, e eles dois estão em apuros.
— Sim, eu fiz isso — Marina responde, passando suas mãos sobre as pontas afiadas da grama. — Eu me arrependo disso. Ou, na verdade, eu me arrependo do pouco arrependida que estou. Você entende o que quero dizer, Seis? Nós temos que tomar cuidado para não nos tornarmos eles.
— Cinco mereceu — respondo, amolecendo um pouco minha voz.
— Talvez — Marina admite, e finalmente olha para mim. — Eu me pergunto o que será de nós quando tudo isso acabar, Seis. Com o que nós seremos parecidos?
— Se ainda tiver restado alguma coisa de nós — respondo. — Grande “se” nesse momento.
Marina sorri tristemente. Ela muda seu olhar de volta para o Santuário.
— Eu fui dentro do templo mais cedo nessa manhã, antes do nascer do sol — ela conta. — Voltei para o poço, de onde a energia Lórica veio.
Eu estudo Marina. Enquanto eu estava dormindo, ela estava descendo aquelas escadas tortas de volta para a câmara subterrânea do Santuário.
O poço de pedra de onde a Entidade veio, os mapas brilhantes do universo nas paredes. Eu gostaria que nós tivéssemos obtido mais respostas daquele lugar.
— Achou algo útil?
Ela balança o ombro.
— Ainda está lá. A Entidade. Eu posso senti-la, se espalhando de dentro do Santuário, no entanto, não sei por qual motivo. Ainda posso ver o brilho, lá no fundo do poço. Mas...
— Você estava esperando por algum conselho?
Marina acena e sorri baixinho.
— Eu tinha esperança que ela poderia nos guiar. Dizer-nos o que fazer a partir de agora.
Não estou surpresa que a Entidade esteja vivendo dentro do Santuário, aparentemente a fonte de nosso poder, não colocou a cabeça para fora para outra visita com Marina. Quando nós encontramos a entidade pela primeira vez, ele parecia quase incomodada conosco, feliz por ter sido acordada, com certeza, mas sem nenhuma pressa em nos ajudar a ganhar essa guerra contra os mogadorianos. Eu me lembro de algo que ela disse durante nossa conversa, que ela concede seus dons sobre uma espécie, que não julga ou toma lados, nem mesmo para sua própria defesa. Acho que nós já tivemos toda ajuda da entidade que nós vamos ter. Guardo esse pensamento para mim, não querendo desencorajar Marina ou abalar sua fé, a qual parece ser a única coisa que a está mantendo sã. Mesmo se isso a guie a algumas questões éticas mórbidas que eu francamente não me vejo pensando.
— Fiquei sentada aqui fora rezando por nossa situação — Marina continua. — Suponho que seja idiota esperar por algum tipo de sinal. No entanto, não sei o que mais fazer comigo mesma.
Antes que eu consiga responder, um zumbido estridente soa atrás de nós. No início, penso que é só a última tentativa de Adam em criar um novo tubo. O barulho está muito perto. Está vindo praticamente de cima de nós. Marina está sorrindo para mim, com seus olhos arregalados e animados. Meu coração começa a bater mais rápido enquanto percebo o que está acontecendo. Talvez a oração de Marina realmente tenha funcionado.
— Seis? Você não vai atender?
As coisas têm sido irritantemente silenciosas por tanto tempo, que devo ter esquecido como o toque de um telefone via satélite soa. Eu me levanto em um pulo, arrancando o telefone do bolso da minha calça.
Marina permanece comigo, inclinando sua cabeça mais próximo para poder ouvir, e Adam corre para se juntar a nós. Eu posso sentir Phiri Dun-Ra nos observando, mas eu a ignoro.
— John?
Há uma explosão estática enquanto o telefone via satélite estabelece a conexão, uma voz familiar saindo através dos gritos da interferência.
— Seis? É o Sam!
Um largo sorriso se forma no meu rosto. Posso sentir o alívio na voz de Sam por eu ter atendido ao telefone.
— Sam! — minha própria voz trava um pouco. Espero que ele não tenha percebido isso. Na verdade, eu não me importo. Marina agarra meu braço, sorrindo mais largamente. — Você está bem? — pergunto para Sam, as palavras saindo metade como questão e metade como exclamação.
— Eu estou bem! — ele grita.
— E John?
— John também. Nós estamos em um acampamento militar no Brooklyn. Eles nos emprestaram um par de telefones via satélite e John está falando com Sarah no outro telefone.
Eu resmungo e não posso evitar revirar meus olhos um pouco.
— É claro que ele está.
— Onde vocês estão, gente? Está todo mundo bem? — Sam pergunta.
— As coisas ficaram loucas.
— Todo mundo está bem, mas...
Antes que eu consiga contar ao Sam sobre nossa situação, ele interrompe.
— Alguma coisa aconteceu ai embaixo, Seis? Enquanto vocês estavam no Santuário? Como, por um exemplo, vocês apertaram um botão para Legados ou alguma coisa?
— Não tinha nenhum botão — eu digo, trocando um olhar com Marina. — Nós conhecemos, eu não sei...
— O próprio Lorien — Marina diz.
— Nós conhecemos uma Entidade — explico a Sam. — Ela diz algumas coisas enigmáticas, nos agradeceu por tê-la acordada e então, hum...
— Se espalhou pela Terra — Marina termina para mim.
— Ah, oi Marina — Sam diz distraidamente. — Escuta, acho que essa Entidade de vocês pode ter, hum, se espalhado em mim.
— Que diabos isso significa, Sam?
— Eu desenvolvi Legados — Sam responde. Há uma forte mistura de animação e orgulho em sua voz que é impossível eu não imaginar Sam estufando um pouco o peito, parecendo como se ele tivesse feito algo de bom depois de ter beijado pela primeira vez. — Bem, só telecinesia. Que é sempre o primeiro, certo?
— Você desenvolveu um Legado?! — exclamo, olhando com os olhos arregalados para os outros.
As mãos de Marina apertam meu braço, e ela se vira para ver o Santuário. Nesse meio tempo, a expressão de Adam se torna pensativa enquanto ele olha para suas próprias mãos, talvez se questionando o que este desenvolvimento quer dizer sobre seus próprios Legados.
— E eu não sou o único — Sam continua. — Nós conhecemos outra garota em Nova York que por acaso também desenvolveu Legados. Quem sabe quantos novos Gardes há pelo mundo afora?
Balanço minha cabeça, tentando digerir toda essa informação. Eu me percebo encarando o Santuário também, pensando sobre Entidade escondida com ele.
— Funcionou — eu digo em voz baixa. — Realmente funcionou.
Marina me encara, lágrimas em seus olhos.
— Nós estamos em casa, Seis — ela diz. — Nós trouxemos Lorien para cá. Nós mudamos o mundo.
Tudo isso soa incrível, mas eu ainda não estou preparada para celebrar. Nós ainda estamos presos no México. A guerra não acabou de repente.
— Aquela Entidade não te deu uma lista de novos Garde, deu? — Sam pergunta. — Algum jeito de nós encontrá-los?
— Nenhuma lista — respondo. — Não posso dizer com certeza, mas julgando pela minha conversa com a Entidade, tudo parece ser bastante por acaso. O que está acontecendo ai? — pergunto ao Sam, desviando a conversa para as batalhas que nós perdemos. — Nós ouvimos sobre o ataque em Nova York...
— Está ruim, Seis — Sam diz, diminuindo sua voz. — Manhattan está, tipo, pegando fogo. Nós não sabemos onde Nove está; ele ainda está lá em algum lugar. Onde vocês estão? Nós realmente poderíamos usar sua ajuda.
Percebo que eu ainda não terminei de contar ao Sam sobre nossa situação atual.
— Tinha mogs de guarda no Santuário — conto a ele. — Nós pegamos todos, exceto um. Enquanto estávamos dentro do templo, ela destruiu todas as naves. Estamos presos aqui. Você acha que vocês conseguiriam que um novo amigo militar mandasse um jato? Talvez precisemos ser resgatados.
— Espere, vocês ainda estão no México? No Santuário?
Eu não gosto do medo na voz do Sam. Alguma coisa não está certa.
— O que está errado, Sam?
— Vocês precisam sair daí — Sam diz. — Setrákus Ra e sua nave gigante estão indo direto na direção de vocês.

17 comentários:

  1. — Aquela Entidade não te deu uma lista de novos Garde, deu? — Sam pergunta. — Algum jeito de nós encontrá-los?
    Ae jah é pedir demais . Kkkkkk

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  2. Se mim lembro bem eles tem um dispositivo tipo tablete que aparece em outro livro que ajuda a encontrar gardes. Isso não fuciona com os novos gardes??? Será que quebro ou eles esqueceram??? Ou eu tô loca???

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    1. Aquele tablet ta ligado pelo feitiço dos nove gardes

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    2. Na verdade o tablet mostra todos os gardes pq ele mostrava a Ella tbm.o tablet ficou com o Malcon o pai do Sam

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    3. Sempre tem um "professor de português" corrigindo erros da internet, mesmo sabendo que nada vai mudar.

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  3. Eu acho que eles perderam aquele tablet no apartamento do nove

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    1. N antes do John ir embora do apartamento ele pegou umas armas , as arcas e o tablete, só q o tablete ficou com o Malcon

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  4. Oi Karina!

    Os capítulos não estão fora de ordem não?

    Nesse capítulo o Sam liga pra Seis e no próximo ele fala com o John que está indo ligar aí ele sugere pro John ligar para Sarah também!

    Bj

    Att

    Marina

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    1. Acho que o autor só mostrou o que aconteceu do ângulo da seis e do pessoal do santuário primeiro e depois o de John e Sam.

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  5. Finalmente um contato entre eles, Sam e Seis 😍

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  6. Fiquei meio chateada por esse livro não ser o último, já que estou muito ansiosa pelo desfecho. E tenho a impressão de que era mais divertido antes, sem humor a história se arrasta. Deve ser a falta que o Nove faz.

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  7. Muito lindoooosss!!!
    Estou AMANDO a leitura ♥
    PS: INFELIZMENTE tenho poucos momentos para ler, mas sempre é possível dar uma escapada kkkkk

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  8. Rapaz será que haverão outros Legados?

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