3 de outubro de 2015

Capítulo 9

— Bem, droga. Caos e amor são o mesmo, mas não são. Neferet ainda tem seus poderes, e ela não está mais ouvindo Nyx. Oh, e ela está tentando acordar algo perigoso. O que isso significa? É um acordar abstrato como, “acordar” o perigo na forma de uma guerra contra os humanos, ou ela está literalmente tentado acordar algo horrível e assustador que pode comer a todos nós? Como aquela coisa assustadora que me arranhou antes, o que eu nem tive a chance de perguntar para ela. Droga de novo! — Eu fiquei tagarelando enquanto Aphrodite e eu corríamos para fora do dormitório feminino. Infelizmente, parecia que íamos nos atrasar para a Reunião do Conselho.
— Não olhe para mim. Eu tenho mistérios meus o bastante para resolver. Eu sou humana, mas não sou? O que isso significa? E como minha humanidade pode ser tão grande e forte – se eu nem gosto de humanos? — Aphrodite suspirou e afofou o cabelo. — Merda, meu cabelo está uma bagunça. — Ela virou o rosto para mim. — Dá para perceber que eu estava chorando?
— Pela zilhionésima vez, não. Você está bem.
— Merda. Eu sabia. Eu estou horrível.
— Aphrodite! Eu acabei de dizer que você está bem.
— Yeah, bem, bem está ótimo para a maior parte das pessoas. Para mim é terrível.
— Ok, nossa deusa, a imortal Nyx, acabou de se manifestar e falar com a gente e você está pensando como você se parece? — Eu balancei a cabeça. Isso é incrivelmente superficial, até para Aphrodite.
— Yeah, isso é incrível. Nyx é incrível. Eu nunca disse que ela não era. Então qual é o seu ponto?
— Meu ponto é que depois de experimentar uma visita da nossa deusa, você devia, eu não sei, talvez se importar com algo mais importante do que o seu já perfeito cabelo — eu disse, completamente exasperada. Era ela com quem eu deveria batalhar em uma perigosa batalha que iria balançar o mundo com um perigoso mal? Jeesh, Nyx é absolutamente e totalmente misteriosa. Em falar em anúncio.
— Nyx sabe exatamente quem eu sou e ela me ama. Essa é quem eu sou. — Ela passou a mão ao seu redor. — Então, você realmente acha que meu cabelo é perfeito?
— É tão perfeito quanto a sua atitude chata e superficial — eu disse.
— Oh, ótimo. Ok, já me sinto melhor.
Eu franzi para ela, mas não disse mais nada enquanto corríamos pela escada até a sala do Conselho que era oposta a biblioteca. Eu nunca estive nessa sala antes, mas eu espiava lá para dentro frequentemente. Quando estava vazia, a porta ficava raramente fechada, e as milhares de vezes que eu ia e saia da biblioteca, eu não podia me impedir de olhar e ficar surpresa com a enorme e linda mesa redonda que ficava no meio da sala. Sério, eu até perguntei a Damien se aquela mesa redonda podia ser A Mesa Redonda, do Rei Arthur e de Camelot. Ele disse que achava que não, mas não tinha certeza.
Hoje a sala do Conselho não estava vazia. Estava cheia de vampiros e Filhos de Erebus e, é claro, os poucos calouros que eram do Conselho de Prefeitos. Graças a Deus, entramos enquanto Darius estava fechando a porta e se posicionando, alto e musculoso, ao lado dela. Aphrodite deu a ele um enorme sorriso flertando, e eu reprimi um suspiro quando os olhos dele brilharam em resposta. Ela tentou ficar atrás para falar com ele. Mas eu agarrei o braço dela e praticamente a arrastei até as duas cadeiras vazias ao lado de Damien.
— Obrigado por nos guardar um lugar — eu sussurrei para ele.
— Sem problemas — ele respondeu, me dando seu sorriso familiar. Ele me acalmou e me ajudou com os nervos.
Eu olhei ao redor da mesa. Aphrodite e eu estávamos sentadas a direita de Damien. Ao lado de Aphrodite estava Lenobia, a professora de equitação. Ela estava conversando com Dragon e Anastácia Lankford, que estavam ao lado dela. Na esquerda de Damien estavam as Gêmeas. Elas me deram balanços de cabeça iguais, e tentaram parecer indiferentes, mas eu podia ver que elas se sentiam tão nervosas e deslocadas quanto eu. Eu sabia que o Conselho era formado pelos mais poderosos membros da equipe da escola, mas junto com os professores, vários outros pareciam familiar embora eu nunca os tenha visto em aula e não fazia ideia de onde diabos eles ficavam, eram os Filhos de Erebus, incluindo um enorme cara que tinha sentado perto da porta. Ele era a maior pessoa, humana ou vampiro, que eu já tinha visto. Eu estava tentando não encarar ele e perguntar a Damien, o Sr. Rei das Regras, se os guerreiros realmente eram permitidos na Reunião do Conselho, quando Aphrodite se inclinou e sussurrou, — Aquele é Ate, o Lider dos Filhos de Erebus. Darius me disse que ele estava vindo hoje. Ele é enorme, não é?
Antes de eu poder responder que ele parecia muito mais como vários caras enormes, a porta da sala abriu e Neferet entrou.
Eu percebi que algo estava errado mesmo antes de ver a mulher que entrou na sala depois dela. O rosto público de Neferet normalmente era perfeito – ela é mais do que a personificação da calma. Mas isso estava abalando Neferet. As lindas feições dela pareciam de alguma forma apertadas, como se ela estivesse lutando para se controlar, e a luta a estivesse esticando. Ela deu alguns passos para dentro da sala e então se moveu para o lado para podermos ver a vampira que entrou na sala atrás dela.
Quando eles a viram, o choque que passou pelos vampiros foi imediato e óbvio. Os Filhos de Erebus foram os primeiros a levantar, mas o Conselho os seguiu de perto. Junto com todo mundo, Damien, as Gêmeas, Aphrodite, e eu, também levantamos, automaticamente imitando a saudação de respeito dos vampiros com o punho em cima do coração e curvamos a cabeça.
Ok, eu admito que eu espiei para poder olhar a nova vampira. Ela era alta e magra. A cor dela era de uma rica e bem polida madeira escura, e como mogno, era lisa e sem falhas, manchada apenas pelas intrincadas tatuagem safiras, que eram, incrivelmente, da forma de linhas curvadas da figura de deusa que todos os professores usavam bordada em seus bolsos acima de peito. As figuras femininas eram iguais, seus corpos se esticando até as bochechas dela e do lado do rosto. Os braços estavam erguidos, as mãos abertas para segurar a lua crescente no meio da testa dela. O cabelo dela era impossivelmente longo. Passava muito além da cintura dela, em uma onda pesada e brilhante seda preta. Ela tinha olhos escuros grandes que eram amendoados, um longo e reto nariz, e lábios cheios. Ela tinha a postura de uma rainha, com o queixo erguido e o olhar firme enquanto varria a sala. Foi apenas quando o olhar parou brevemente em mim e eu senti a força dela que eu percebi que ela era algo que eu nunca tinha visto em um vampiro antes – ela era velha. Não que ela tivesse rugas, como uma velha humana teria. Essa vampira parecia ter uns 40 anos, o que é traduzido como antiga para um vampiro. Mas não eram rugas que a faziam parecer velha. Era um senso de idade e dignidade que eram como uma joia cara que decorava o corpo dela.
— Merry meet. — Ela tinha um sotaque que eu desconhecia. Parecia do Oriente Médio, mas não. Britânico, mas não. Basicamente, fazia a voz dela ser tão rica quanto a pele. Ela preencheu a sala.
Todos nós respondemos automaticamente. — Merry meet.
Então ela sorriu, e a repentina semelhança entre ela e Nyx, que tinha acabado de sorrir para mim momentos antes, fez meus joelhos tremerem, então eu fiquei aliviada quando ela fez menção para todos nós sentarmos.
— Ela me lembra Nyx — Aphrodite sussurrou para mim.
Aliviada por não estar imaginando coisas, eu acenei. Não houve tempo para mais nada porque Neferet tinha se recomposto o bastante para falar.
— Eu estava, como todos vocês estavam, surpresa e honrada pela rara visita sem ser programada de Shekinah a nossa House of Night.
Eu ouvi Damien respirar de forma trêmula e dei a ele um enorme olhar de pergunta. Como sempre o Sr. Estudioso, tinha um papel e um lápis bem apontado que ele segurava pronto para poder, é claro, fazer anotações. Ele rapidamente escreveu algumas palavras bem grande para eu poder ler: SHEKINAH = ALTA SACERDOTISA DE TODOS OS VAMPIROS.
Ohmeudeus. Não é de se admirar que Neferet esteja apavorada.
Shekinah continuou a sorrir serenamente enquanto ela fazia menção para Neferet sentar. Neferet curvou a cabeça num gesto que eu tinha certeza era para parecer respeitoso, mas para mim o movimento parecia duro, uma ação de respeito forçada. Ela sentou, ainda se mantendo com uma estranha rigidez. Shekinah continuou de pé enquanto começou a falar.
— Se essa fosse uma visita normal, eu iria, é claro, anunciar apropriadamente a minha chegada e teria permitido que se preparassem. Isso está longe de ser uma visita normal, o que é o certo porque esta está longe de ser uma Reunião do Conselho normal. É rara o bastante para admitir Filhos de Erebus, mas eu entendo que a presença deles aqui é necessária nessa hora de tumulto e perigo. Mas ainda mais raro, tem a presença de calouros.
— Eles estão aqui porque –
Shekinah ergueu a mão, instantaneamente cortando a explicação de Neferet.
Eu não sabia o que me assustava mais – o poder e presença parecida como uma deusa de Shekinah, ou o fato de Neferet calar a boca tão facilmente.
Os olhos escuros de Shekinah foram das Gêmea para Damien, Aphrodite, e então finalmente pararam em mim. — Você é Zoey Redbird, — ela disse.
Eu limpei minha garganta e tentei não me incomodar com o olhar direto dela. — Sim, senhora.
— Então esses quatro devem ser os calouros que receberam afinidades com o ar, fogo, água, e terra.
— Sim, senhora, eles são — eu disse.
Ela acenou. — Eu entendo agora porque vocês foram incluídos aqui. — Shekinah abaixou a cabeça para que os olhos dela espetassem Neferet. — Você deseja usar o poder deles.
Eu me endureci ao mesmo tempo que Neferet se endureceu, embora por uma razão diferente. Shekinah sabia o que eu apenas estava começando a suspeitar – que Neferet estava abusando de seu poder e instigava uma guerra entre humanos e vampiros?
Neferet falou afiadamente, parando com todo o fingimento de cordialidade. — Eu desejo usar a vantagem que a deusa nos deus para manter nosso povo seguro. — Os outros vampiros do Conselho de remexeram nos assentos claramente desconfortáveis pela óbvia falta de respeito dela.
— Ah, e é exatamente por isso que estou aqui. — Completamente calma com a atitude de Neferet, Shekinah virou seu olhar para os Membros do Conselho. — Foi afortunado eu estar fazendo uma visita não anunciada para a House of Night de Chicago quando fiquei sabendo da tragédia. Se eu estivesse em casa em Veneza, as noticias teriam vindo até mim tarde demais para eu agir, e mortes não poderiam ser impedidas.
— Impedidas, Sacerdotisa? — Lenobia falou. Eu olhei para ela e vi a amante de cavalos parecer muito mais relaxada que Neferet. O tom dela era quente, embora respeitoso.
— Lenobia, minha querida. É adorável ver você de novo — Shekinah disse familiarmente.
— É sempre uma alegria ver você, Sarcerdotisa. — Lenobia curvou a cabeça, fazendo o cabelo prata-loiro dela ir para frente como um véu delicado. — Mas, eu acho que falo por todo o Conselho quando digo que estou confusa. Patricia Nolan e Loren Blake estão mortos. Se você se referiu a impedir a morte deles, você está atrasada.
— Eu estou, de fato — Shekinah disse. — E a morte deles entristece meu coração, mas não estou atrasada para impedir mais mortes. — Ela pausou e então disse devagar e distintivamente, — Não haverá uma guerra entre humanos e vampiros.
Neferet levantou, quase derrubando a cadeira. — Não haverá guerra? Então deixaremos assassinos impunes por seus crimes hediondos contra nós?
Eu podia mais sentir do que ver a tenção que surgiu entre os Filhos de Erebus enquanto eles imitaram o choque de Neferet.
— Você chamou a polícia, Neferet? — Shekinah perguntou em um tom suave de conversa, mas eu senti o poder passar pela minha pele e perturbar algo dentro de mim.
— Chamar a policia humana e pedir a eles para pegar o assassino humano para o julgarem numa corte humana? Não, eu não chamei.
— E você tem tanta certeza que não irá encontrar justiça que está disposta a começar uma guerra.
Os olhos de Neferet se estreitaram e ela encarou Shekinah, mas não disse nada em resposta. No horrível silêncio, eu pensei no Detetive Marx, o policial que me ajudou quando Heath foi sequestrado pelos arrepiantes garotos mortos vivos. Ele foi incrível. Ele sabia que eu tinha inventado a história sobre uma pessoa de rua sequestrar Heath e matar os dois outros humanos, e ele confiou em mim o bastante para acreditar quando eu expliquei que o perigo tinha acabado, e me cobriu o tempo todo. O Detetive Marx tinha explicado que a sua irmã gêmea passou pela Mudança, e ele ficou perto dela, então ele definitivamente não odiava vampiros. Ele era um detetive de homicídios sênior – eu sabia que ele faria tudo que pudesse para descobrir quem estava matando vampiros. E ele não poderiia ser o único em Tulsa que era verdadeiro e honesto.
— Zoey Redbird, o que você sabe sobre isso?
A pergunta de Shekinah foi um choque. Como se ela tivesse puxado uma corda estranha dentro de mim para me fazer falar, eu disse, — eu conheço um honesto policial humano.
Shekinah sorriu aquele sorriso parecido com o de Nyx de novo, e meus nervos se acalmaram um pouco. — Eu acho que todos conhecemos, ou pelo menos eu achei que todos conhecíamos até que a notícia dessa declaração de guerra saiu – sem sequer uma tentativa de deixar que a polícia cuide dos seus.
— Você não vê o quão impossível isso soa? — Os olhos cor de lodo de Neferet estavam brilhando. — A polícia cuidar dos seus, como se eles pudessem!
— Eles cuidaram, muitas vezes através das décadas. Você sabe disso, Neferet. — As palavras calmas de Shekinah contrastaram dramaticamente com as palavras de raiva de Neferet.
— Eles a mataram, eles mataram Loren. — A voz de Neferet era quase um assovio.
Shekinah gentilmente tocou o braço de Neferet. — Você está muito próxima a isso. Você não consegue pensar racionalmente.
Neferet se afastou do que toque dela. — Eu sou a única que está pensando racionalmente! — ela surtou. — Humanos passaram sem ser punidos por seus atos tempo demais.
— Neferet, pouco tempo passou desde esses assassinatos, e você não deu aos humanos a oportunidade de tentar punir os seus. Ao invés disso você instantaneamente julga todos eles de desonestos. Nem todos os humanos são, apesar do seu histórico pessoal.
Quando Shekinah falou, eu lembrei do que Neferet tinha me dito, que a Marca dela tinha sido sua salvação porque o pai dela abusava dela a anos. Ela foi Marcada há quase 100 anos. Loren tinha sido morto há dois dias. A professora Nolan foi morta um dia antes disso. Era óbvio para mim que o assassinato deles não era o único “ato selvagem” que Neferet estava falando. Parecia que Shekinah tinha chegado a uma conclusão similar.
— Alta Sacerdotisa Neferet, é minha conclusão que o seu julgamento no assunto dessas mortes está comprometido. Seu amor por nossa irmã e irmão caídos, e desejo de retribuição, atrapalha seu julgamento. Sua declaração de guerra foi rejeitada pelo Conselho de Nyx.
— Assim do nada! — A raiva de Neferet passou de apaixonada para firme e pequena. Eu estava mega feliz por Shekinah ser o foco dessa raiva porque Neferet era assustadora.
— Você não está pensando claramente, você nem percebeu que o Conselho de Nyx nunca toma decisões precipitadas. Eles pesam a situação cuidadosamente, embora a noticia da sua declaração de guerra não ter vindo de você, como deveria — ela disse. — Você sabe, minha irmã, que algo dessa magnitude deveria ser apresentado antes ao Conselho de Nyx para ser levado em consideração.
— Não havia tempo — Neferet surtou.
— Sempre há tempo para sabedoria! — Os olhos de Shekinah brilharam, e eu tive que lutar contra a vontade de me agarrar no assento. Eu pensava que Neferet era assustadora? Shekinah fazia ela parecer uma pirralha mimada. Shekinah fechou os olhos brevemente e respirou fundo, se acalmando antes de continuar falando em um tom suave e de entendimento. — Nem o Conselho de Nyx nem eu ignoramos o fato que o assassinato de dois dos nossos é repreensível, mas guerra é improvável. Vivemos em paz com os humanos a mais de dois séculos. Não vamos quebrar essa paz devido a duas ações obscenas de alguns fanáticos religiosos.
— Se ignorarmos o que está acontecendo aqui em Tulsa, então serão os tempos da fogueira de novo. Lembre-se que as atrocidades de Salém também começaram por causa do que você chamou de alguns fanáticos religiosos.
— Eu lembro bem. Eu nasci um pouco antes de um século depois dessa época negra. Estamos mais poderosos agora do que éramos no século 17. E o mundo mudou, Neferet. Superstição foi substituída por ciência. Humanos são mais razoáveis agora.
— O que vai ser preciso para fazer você e o todo-poderoso Conselho de Nyx ver que não temos escolha a não ser revidar?
— Seria necessário uma mudança no pensamento do mundo, e eu rezo para Nyx que isso nunca aconteça — Shekinah disse solenemente.
Os olhos de Neferet passaram ao redor da sala até encontrarem o Líder dos Filhos de Erebus. — Você e os Filhos vão ficar parados enquanto os humanos nos matam um por um? — A voz dela era um frio desafio.
— Eu vivo para proteger, e nenhum Filho de Erebus irá permitir nenhum protegido seu ser ferido. Vamos proteger você e essa escola. Mas, Neferet, não vamos ficar contra o julgamento do Conselho — Ate disse solenemente em uma voz profunda e forte.
— Sacerdotisa, o que você está sugerindo – que Ate deveria seguir seu desejo do que o Conselho – é injusto da sua parte. — O tom de Shekinah não era mais de entendimento. O olhar dela estava fixo em Neferet, e os olhos dela se estreitaram.
Neferet não disse nada por muito tempo, e então um tremor passou pelo corpo dela. Os ombros dela caíram e ela pareceu envelhecer diante dos meus olhos.
— Me perdoe — ela disse suavemente. — Shekinah, você tem razão. Estou muita próxima disso. Eu amava Patrícia e Loren. E não estou pensando claramente. Eu devo... eu preciso... por favor, com licença — ela finalmente conseguiu dizer. E então, parecendo distraída, ela saiu com pressa da sala do Conselho.

3 comentários:

  1. Capaz que essa vaca vai desistir tão fácil, provavelmente vai aprontar alguma, essa cascavel.

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  2. gente so so eu quer que aphirodite tem que ficar com aquele guarda?

    ass:aninha

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