1 de outubro de 2015

Capítulo 9

— Do que diabos você está falando! — Eu gritei para ela.
Ela estava arfando em estranhas pequenas respirações ofegantes, e os olhos dela estavam começando a tremer. Mesmo na escuridão eu podia ver o branco deles começarem a aparecer. Eu agarrei os ombros dela e a chacoalhei.
— É o que eu vejo!
Claramente tentando se controlar ela acenou com um pequeno sacudido. — Eu vou — ela disse. — Apenas fique comigo.
Eu sentei ao lado dela no banco e deixei ela agarrar minha mão, sem me importar que ela estava me apertando com tanta força que eu achei que ela fosse quebrar algo – sem me importar que ela fosse minha inimiga e alguém que eu nunca iria confiar – sem me importar com nada a não ser o fato de que vovó pudesse estar em perigo.
— Eu não vou a lugar nenhum — eu disse assustada. Então lembrei como Neferet tinha estimulado ela. — Me diga o que você vê, Aphrodite.
— Água! É horrível... tão marrom e gelada. É tudo uma confusão... não posso – não posso abrir as portas do Saturno...
Eu senti um terrível choque. Vovó tinha um Saturno! Ela o comprou porque era um dos carros ultra seguros que deveriam sobreviver a tudo.
— Mas onde está o carro, Aphrodite? Em que água ele está?
— Rio Arkansas — ela disse. — A ponte – vai cair.
Aphrodite chorou, soando aterrorizada. — Eu vi o cara na minha frente cair e bater na barca. Está em chamas! Aqueles garotinhos... os que estavam tentando fazer motoristas de caminhões buzinarem quando passavam... eles estavam no carro.
Eu engoli com força. — Ok, qual ponto? Quando?
O corpo todo de Aphrodite ficou tenso. — Eu não consigo sair! Eu não consigo sair! A água, é... — Ela fez um horrível barulho, que eu juro parecia como se ela estivesse se afogando, e então ela desmoronou no banco, a mão dela ficando mole na minha.
— Aphrodite! — Eu chacoalhei ela. — Você tem que acordar. Você tem que me contar o que viu!
Devagar, os olhos dela se mexeram. Dessa vez eu não vi o branco dos olhos dela, e quando ela os abriu eles pareciam normais. Aphrodite bruscamente soltou minha mão e tremendo tirou seu cabelo do rosto. Eu notei que estava úmido, e que ela estava coberta de suor. Ela piscou mais algumas vezes antes de encontrar meus olhos. O olhar dela era firme, mas não podia ouvir nada a não ser exaustão na sua expressão ou em sua voz.
— Ótimo, você ficou — ela disse.
— Me conte o que você viu. O que aconteceu com minha avó?
— A ponte que o carro dela estava caiu e ela caiu no rio e se afogou — ela disse firmemente.
— Não. Não, isso não vai acontecer. Me diga que ponte. Quando. Como. Eu vou impedir.
Os lábios de Aphrodite se ergueram na sombra de um sorriso. — Oh, quer dizer que você de repente acredita nas minhas visões?
Medo por vovó era como uma dor que cozinhava dentro de mim. Eu agarrei o braço dela e levantei, a levantando comigo. — Vamos.
Ela tentou se soltar, mas estava fraca, e eu a segurei facilmente. — Onde?
— Para Neferet, é claro. Ela vai resolver essa merda, e você vai falar com ela.
— Não! — Ela quase gritou. — Eu não vou deixar. Eu juro que não. Não importa o que, eu vou dizer que não lembro nada a não ser água e a ponte.
— Neferet vai arrancar isso de você.
— Não ela não vai! Ela vai ser capaz de te dizer que estou mentindo, que estou escondendo algo, mas ela não será capaz de dizer o que. Se você me levar até ela, sua avó morre.
Eu me senti tão enjoada que comecei a tremer. — O que você quer, Aphrodite? Você quer ser líder das Filhas das Trevas de novo? Ótimo. Pegue de volta. Só me conte sobre a vovó.
Um olhar de pura dor passou no rosto pálido de Aphrodite. — Você não pode me devolver, só Neferet pode.
— Então o que você quer?
— Eu só quero que você me escute para que saiba que Nyx não me abandonou. Eu quero que você acredite que minhas visões ainda são reais. — Ela encarou meus olhos. A voz dela era devagar e cansada. — E eu quero que você me deva. Algum dia você será uma poderosa Alta Sacerdotisa, mais poderosa até que Neferet. Algum dia eu posso precisar de proteção, e é quando você me deverá ser útil.
Eu queria dizer que não havia jeito de eu proteger ela de Neferet. Agora não – talvez nunca. E eu não iria querer. Aphrodite estava acabada, e eu já testemunhei o quão egoísta e odiosa ela poderia ser. Eu não queria dever a ela; eu não queria nada a ver com ela.
E eu também não tinha escolha.
— Ótimo. Eu não vou te levar para Neferet. Agora o que você viu?
— Primeiro me de sua palavra que você irá me dever. E lembre-se, essa não é uma promessa humana vazia. Quando vampiros dão sua palavra – sejam calouros ou adultos – é uma obrigação.
— Se você me disser como salvar minha avó eu te dou minha palavra que irei te dever um favor.
— Da minha escolha — ela disse com malícia.
— Yeah, tanto faz.
— Você tem que dizer o juramento completo.
— Se você me disser como salvar minha avó eu te dou minha palavra que irei te dever um favor da sua escolha.
— Então está dito; então será feito — ela sussurrou. A voz dela mandou calafrios para as minhas costas, que eu ignorei.
— Me conte.
— Eu tenho que sentar primeiro — ela disse. De repente, tremendo de novo, ela caiu no banco.
Eu sentei ao lado dela e esperei impacientemente enquanto ela se ajeitava. Quando ela começou a falar eu senti como se a onda de horror do que ela estava vendo passasse por mim, e eu sabia dentro da minha alma que ela estava me dizendo a versão verdadeira. Se Nyx estava irritada com Aphrodite, a deusa não estava mostrando isso hoje a noite.
— Esta tarde sua avó irá estar em Muskogee Turnpike vindo para Tulsa. — Ela parou e balançou a cabeça para o lado, como se estivesse ouvindo o vento ou algo assim. — Seu aniversário é mês que vem. Ela vai para a cidade comprar seu presente.
Eu senti uma onda de surpresa. Aphrodite estava certa. Meu aniversario é em dezembro – eu tinha um horrível aniversário no dia 24 de dezembro, então eu nunca realmente o celebrei. Todos sempre queriam que eu o juntasse com o natal. Mesmo ano passado, quando estava fazendo 16 anos e deveria ter tido uma enorme festa legal, eu não fiz nada especial. Era realmente chato... eu me balancei. Agora não era a hora de me prender as minhas reclamações de aniversário.
— Ok, então ela está vindo para a cidade esta tarde, e o que acontece?
Aphrodite estreitou os olhos, como se tivesse tentando ver além da escuridão. — É estranho. Eu normalmente posso dizer porque esses acidentes acontecem – como um avião que não funciona ou algo assim, mas dessa vez eu estava tão ligada em sua avó, que não tenho certeza porque a ponte quebra. — Ela olhou para mim. — Pode ser porque é a primeira visão que eu tive quando alguém que eu reconheço morre. Me desligou.
— Ela não vai morrer — eu disse firmemente.
— Então ela não pode estar naquela ponte. Eu lembrei do relógio no painel do carro ele dizia que era 15:15, então tenho certeza que acontece a tarde.
Automaticamente olhei para meu relógio, eram 6:10. Vai amanhecer em menos de uma hora (e eu deveria estar indo para cama), o que significa que vovó pode estar acordando. Eu conhecia o horário dela. Ela acordava perto do amanhecer e ia dar uma caminhada com a suave luz do sol. Então ela voltava para sua aconchegante cabana e comia um leve café da manhã antes de começar o que quer que fosse que precisasse de trabalho na fazenda de lavanda. Eu ligaria para ela e me certificaria que ela ficasse em casa, então ela nem iria se arriscar dirigindo hoje. Ela estaria segura; eu me certificaria disso. Então outro pensamento passou pela minha mente. Eu olhei para Aphrodite.
— O que acontece com as outras pessoas? Eu lembro que você disse algo sobre alguns garotos em um carro na sua frente, e o carro bate e pega fogo.
— Yeah.
Eu franzi a testa para ela, — Yeah, o que?
— Yeah, eu estava observando do ponto de vista da sua avó e vi um bando de outros carros caírem ao meu redor. Aconteceu rápido, então não sei dizer quantos eram.
Ela não disse mais nada, e eu balancei a cabeça enojada. — E quanto a salvar eles? Você disse que garotinhos morrem!
Aphrodite deu nos ombros. — Eu te disse minha visão foi confusa. Eu não consegui ver exatamente onde estava, e a única razão que eu sabia quando é, é porque eu vi a data na colisão da sua avó.
— Então você vai deixar o resto das pessoas morrer?
— Porque você se importa? Sua avó vai ficar bem.
— Você me enoja, Aphrodite. Você se importa com algo a não ser você mesma?
— Tanto faz, Zoey. Como se você fosse tão perfeita? Eu não ouvi você se importar com mais ninguém a não ser sua avó.”
— É claro que fiquei mais preocupada com ela! Eu a amo! Mas eu também não quero que mais ninguém morra. E ninguém vai se eu puder impedir. Então, você precisa descobrir um jeito de me dizer de que ponte estamos falando.
— Eu já te disse – fica em Muskogee Turnpike. Eu não sei dizer qual.
— Pense mais! O que mais você vê?
Ela suspirou e fechou os olhos. Eu vi o rosto dela enquanto suas sobrancelhas se enrugavam e ela pareceu se contrair. Com seus olhos ainda fechados ela disse, — Espere, não. Não é em Turnpike. Eu vi uma placa. É a ponte da I-40 por cima do Rio Arkansas – a que fica logo na curva de Turnpike perto da Webber Falls. — Então ela abriu os olhos. — Você sabe quando e onde. Não posso te dizer muito mais. Eu acho que algum tipo de barco, tipo uma barca, bate na ponte, mas é tudo o que eu sei. Eu não vi nada para identificar a barca. Então, o que você vai fazer para impedir?
— Eu não sei, mas eu vou — eu murmurei.
— Bem, enquanto você pensa sobre como salvar o mundo, eu vou voltar para o dormitório e fazer as unhas. Unhas estragadas é algo que eu considero trágico.
— Sabe, ter pais horríveis não é exatamente uma desculpa para não ter coração — eu disse. Ela se virou e eu a vi parar. As costas dela ficaram realmente arrumadas e quando ela olhou por cima dos ombros para mim eu pude ver que os olhos dela se estreitaram de raiva.
— O que você saberia sobre isso?
— Sobre seus pais? Não muito a não ser que eles são controladores e que sua mãe é um pesadelo. Sobre pais problemáticos em total? Muito. Eu vivo com problemas sobre pais chatos desde que minha mãe casou novamente três anos atrás. É uma merda, mas não é uma desculpa para ser uma vaca.”
— Tente 18 anos de muito mais do que só “problemas sobre pais chatos” e talvez você comece a entender algo sobre isso. Até lá, você não sabe nada. — Então, como a velha Aphrodite que eu conhecia e não podia confiar, ela virou o cabelo e se afastou, e balançando seu traseiro pequeno como se eu me importasse.
— Problemas. Essa garota tem grandes problemas. — Eu sentei no banco e comecei a remexer na minha bolsa procurando o celular, feliz por o carregar comigo embora fosse forçada a manter ele no silêncioso, sem nem poder vibrar. A razão podia ser resumida em uma palavra – Heath. Ele era meu humano quase ex-namorado, e desde que ele e minha definitivamente ex-melhor amiga, Kayla, tentaram me “resgatar” (que foi o que eles falaram – idiotas) da House of Night, Heath passou dos limites com o nível da sua obsessão por mim. É claro, não era realmente culpa dele. Fui eu que experimentei o sangue dele e comecei todo o negócio do Imprint com ele, mas ainda sim. De qualquer forma, mesmo que as mensagens dele tenham diminuído para um zilhão (ou seja, mais ou menos umas 20), por um, ou dois, ou três dias, eu ainda não sentia a vontade de deixar meu telefone ligado e ser incomodada por ele. E, certa o suficiente, quando o abri haviam duas ligações perdidas, as duas de Heath. Nenhuma mensagem no entanto, então talvez ele esteja demonstrando a habilidade de aprender.
Vovó soou sonolenta quando atendeu o telefone, mas assim que percebeu que era eu ela se alegrou.
— Oh, Zoey Passarinha! É tão bom acordar com sua voz — ela disse.
Eu sorri para o telefone. — Sinto saudades, vovó.
— Eu também sinto sua falta, querida.
— Vovó, a razão pela qual eu liguei é meio estranha, mas você vai ter que confiar em mim.
— É claro que eu confio em você — ela respondeu sem hesitar. Ela é tão diferente da minha mãe que as vezes eu me pergunto como elas podem ser parentes.
— Ok, hoje mais tarde você estava planejando ir para Tulsa fazer compras, certo?
Então houve uma breve pausa, e ela riu. — Suponho que vá ser difícil manter surpresas de aniversário da minha neta vampira.
— Eu preciso que você faça algo, vovó. Prometa que você não vai a lugar algum hoje. Não entre no carro. Não dirija para lugar nenhum. Fique em casa e relaxe.
— O que está acontecendo, Zoey?
Eu hesitei, sem ter certeza do que dizer a ela. Então com aquela sua habilidade de me entender, ela disse suavemente, — Lembre-se, você pode me contar qualquer coisa, Zoey Passarinha. Eu acredito em você.
Eu não percebi que estava segurando o fôlego até aquele momento. Soltando o fôlego eu disse, — A ponte na I-40 que passa pelo Rio Arkansas perto da Webber Falls vai cair. Você deveria estar nela, e você teria morrido. — Eu disse a última parte suavemente, quase sussurrando.
— Oh! Oh, meu! É melhor eu sentar.
— Vovó, você está bem?
— Eu suponho que esteja agora, mas eu não estaria se você não tivesse me avisado, que é porque estou me sentindo com uma leve dor de cabeça. — Ela deve ter pego uma revista ou algo assim porque eu pude ouvir ela se ventilando. — Como você descobriu isso? Você está tendo visões?
— Não, eu não. É Aphrodite.
— A garota que costumava ser líder das Filhas das Trevas? Eu não achei que vocês duas fossem amigas.
Eu bufei. — Não somos. Definitivamente não. Mas eu a encontrei tendo uma visão e ela me disse o que viu.
— E você confia nessa garota?
— Não, mas confio no poder dela, e eu a vi, vovó. Era como se ela estivesse lá, com você. Foi horrível. Ela viu a batida, e aqueles garotinhos morreram... — Eu tive que parar para respirar. A verdade de repente me tocou: minha avó poderia ter morrido hoje.
— Espere, tinha mais pessoas na batida?
— Yeah, quando a ponte cai, vários carros caem no rio.
— Mas e quanto as outras pessoas?
— Eu vou cuidar disso também. Você fique em casa.
— Eu não deveria ir para ponte e tentar impedir eles?
— Não! Fique longe de lá. Eu vou me certificar que ninguém se machuque – eu prometo. Mas eu tenho que saber que você estará segura — eu disse.
— Ok, querida. Eu acredito em você. Você não tem que se preocupar comigo. Eu vou ficar segura em casa. Você cuide do que precisar fazer, e se precisar de mim, me ligue. A qualquer hora.
— Obrigado, vovó. Eu te amo.
— Eu também te amo, u-we-tsi a-ge-hu-tsa.
Depois de desligar eu passei um tempinho sentada ali, me permitindo parar de tremer, mas apenas por um pouco. Um plano já estava se formando na minha cabeça, e eu não tinha tempo para surtar. Eu precisava botar meu plano em ação.

19 comentários:

  1. eu acredito na aphrodite!!!!!!
    e a neferet ta muito chata!!!
    meoo e seriio .. como eu tava falando nessa aii ela e chata para ..... igual a euuu !!
    brincadeira! kkkk !

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  2. eu lembrei de quando a nyx disse pra zoey que nem tudo o que parecia bom era bom e nem tudo o que parecia mal era mau sera que ela se referia a afrodite e a neferet

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    1. Esse com certeza foi um bom comentário, e muito inteligente!!

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    2. Na vdd ñ foi exatamente isso, foi + como "nem toda luz é algo bom e nem toda sombra é algo ruim", mas d qualquer forma...

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    3. otimo comentario

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  3. eu acredito na aphrodite
    e a neferet tmbm deveria acreditar
    a neferet ta ficando meio chta

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  4. Eu acredito em aphrodite , em relação á Neferet eu venho desconfiando que ela tem um lado sombrio desde o primeiro livro quando Zoey narra que viu os olhos dela adquirindo sombras e ficar assustador , espero estar errada

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    1. Vc não tá errada infelizmente.

      ASS:Vicry

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  5. To começando a suspeitar da Neferet....

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  6. essa Neferet está mt suspeita '-'

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  7. A Neferet é alguém em quem não confio muito...
    E a Aphrodite, pode até parecer alguém ruim mais ela tem um bom coração e a Deusa lhe ilumina.
    Porque:"A escuridão nem sempre equivale ao mal, assim como a luz nem sempre trás o bem."

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  8. Neferet e algo muito ruim, mais do que voces imaginam !

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  9. A Neferet ta escondendo alguma coisa é não é coisa Boa
    Isso vai dar um confusão ja to até vendo

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  10. Acho q a Aphodite viu algo errado q a Neferet fez... E acabou q a Neferet esculachou ela quando a mesma tentou falar para ela.

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  11. Sinto pena da Aphrodite e tals, pelos pais dela terem transformado ela nisso, nessa vaca, caramba, eles fizeram um grande trabalho, mas não dá pra gostar dela, ela é muuuuuito egoísta, ela só contou sobre a visão pra Zoey pq queria algo em troca, e estou até com medo sobre o que ela vai pedir futuramente, pq a Zoey deu carta branca sobre a escolha do favor, estou até vendo, vai dar cocô.

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  12. Tipo eu acho que a Neferet tem algo haver com essas mortes,e que ela diz não acreditar nas visões da Aphrodite porque ela(Aphrodite)pode ter uma visão de algo sobre a Neferet

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