5 de outubro de 2015

Capítulo 8 - Stevie Rae

Stevie Rae controlou seu automático impulso de dar um passo para trás, porque voz de homem ou não, e a duvida sobre sua humanidade temporariamente deixada de lado, a verdade era que ele era um homem-pássaro enorme, cujo sangue tinha um cheiro muito errado. E Stevie Rae estava sozinha com ele.
— Olha, eu sei que você está machucado e tudo mais, então você não está pensando direito, mas se eu fosse matar você eu definitivamente não teria te arrastado pra cá.
Ela fez sua voz soar normal e ao invés de se afastar dele como queria, ela se firmou e encontrou aqueles olhos vermelhos frios que pareciam tão bizarramente humanos.
— Porque não me mata? — As palavras ainda eram um pouco mais do que sussurros agonizantes, mas a noite estava tão silenciosa que Stevie Rae não teve problemas em ouvir. Ela podia ter fingido não ter ouvido o que ele disse, ou pelo menos não ter entendido ele, mas ela estava cheia de evasões e mentiras, então ela continuou a segurar seu olhar e disse a ele a verdade.
— Bem, na verdade, isso tem muito mais a ver comigo do que com você, e isso torna essa uma história meio longa e confusa. Eu acho que eu não tenho certeza do porque eu não te mato, a não ser pelo fato de que eu tendo a fazer as coisas do meu jeito, e eu posso definitivamente dizer que não sou uma fã de matar.
Ele a encarou até que ela quis se contorcer sobre aquele estranho olhar vermelho. — Você deveria.
As sobrancelhas de Stevie Rae se ergueram. — Eu deveria saber, eu deveria matar você, ou eu deveria fazer as coisas do meu jeito? Você vai ter que ser mais específico. Oh, e você também deveria considerar ser menos mandão. Você não está exatamente numa posição para me dizer o que eu deveria fazer.
Obviamente no fim da força dele, os olhos dele começaram a se fechar, mas as palavras dela tinham reaberto eles. Ela podia ver algum tipo de emoção mudando a expressão dele, mas o rosto dele era tão estranho, tão diferente de qualquer coisa ou qualquer um que ela conhecia, que ela não conseguia ler ele. O bico preto dele se abriu como se ele fosse dizer algo. Daquele momento um calafrio passou pelo corpo dele. Ao invés de falar, ele fechou os olhos com força e gemeu. O som estava tão cheio de agonia que foi complemente humano. Automaticamente ela deu um passo em direção a ele. Os olhos dele reabriram e, embora estivessem cheios de dor, ela podia ver seu olhar escarlate se focar nela. Stevie Rae parou e falou devagar e distintivamente.
— Ok, o negócio é o seguinte. Eu trouxe água e coisas para te enfaixar, mas não estou legal com ir até aí a não ser que você me dê sua palavra que não vai tentar nada que eu não vá gostar.
Dessa vez Stevie Rae tinha certeza que a emoção que ela viu dentro daqueles olhos humanos vermelhos era surpresa.
— Eu não posso me mover. — As palavras dele eram hesitantes, e era um esforço óbvio para ele falar.
— Isso significa que tenho sua palavra que você não vai me morder ou fazer qualquer coisa que não é muito legal?
— Simmmm. — A voz dele tinha ficado toda gutural e a palavra terminou num “ssss,” o que Stevie Rae não achou muito seguro. Ainda sim, ela se ajeitou e acenou como se ele não tivesse acabado de soar como uma cobra.
— Bem. Bom. Ok, me deixe ver o que posso fazer para te fazer sentir melhor.
Então, antes dela colocar algum sentido em sua própria cabeça, ela andou até o Corvo Escarnecedor. Ela juntou as toalhas e o musgo no chão ao lado dele, e colocou o balde com água no chão mais cuidadosamente. Ele realmente era grande. Ela tinha esquecido disso. Bem, talvez fosse mais que ela tenha bloqueado da sua memória, porque “esquecer” o tamanho dele era difícil. Não tinha sido exatamente fácil arrastar/carregar ele até a cabana antes de Erik ou Dallas ou Heath ou qualquer um ver ela, embora ele fosse estranhamente leve em comparação ao quão pesado ele parecia.
— Água. — A palavra foi quase um grasnar.
— Oh, yeah, claro! — Stevie Rae pulou e então se atrapalhou com a alça da concha pra água. Ela caiu no chão, e tão embaraçada quanto estava gasta, ele derrubou de novo – teve que pegar, limpar na toalha, e então finalmente servir a água. Ela se moveu mais para perto dele. Ele se moveu fracamente, obviamente tentando erguer o braço, mas a tentativa fez ele gemer de novo e seu braço parecer ser capaz de apenas ficar no seu lado, tão inútil quanto sua asa quebrada. Sem parar para pensar no que estava fazendo, Stevie Rae se abaixou, ergueu o ombro dele gentilmente, virou a cabeça dele pra trás, e segurou a concha em seu bico. Ele bebeu muito. Quando ele finalmente estava cheio, ela ajudou ele a deitar, mas não até colocar toalhas sob sua cabeça.
— Ok, eu não tenho nada para te limpar a não ser água, mas vou fazer o meu melhor. Oh, e eu te trouxe um pouco de musgo. Se eu colocar ele na suas feridas, ele vai ajudar.
Ela não se incomodou em explicar que ela não sabia como ela sabia que o musgo seria bom para seus ferimentos – era apenas uma das informações que ela tinha de vez enquanto – vinda do nada. Um segundo ela não fazia ideia sobre algo. No outro ela tinha certeza com, bem, consertar um ferimento, por exemplo. Ela queria acreditar que era Nyx sussurrando para ela, como a deusa sussurrava para Zoey, mas a verdade era que Stevie Rae não tinha certeza.
— Só continue escolhendo o bem ao invés do mal... — ela murmurou para si mesma enquanto começava a rasgar uma tira da toalha. Os olhos do Corvo Escarnecedor abriram e ele olhou de forma questionadora para ela.
— Oh, não se incomode comigo. Eu falo sozinha. Mesmo quando não estou sozinha. É meio que a minha própria versão de terapia. Ela pausou e encontrou o olhar dele. — Isso vai doer. Eu quero dizer, eu vou tentar ser cuidadosa e tudo mais, mas você está bem ferido.
— Vá em frente — ele disse naquela voz sussurrada e cheia de dor que soava humana demais para estar saindo de uma criatura que parecia tão desumana.
— Muito bem, bem, aqui vai.
Stevie Rae trabalhou o mais rápida e gentilmente que pôde. O buraco no peito dele era terrível. Ela o encheu de água e tirou o máximo de galhos e sujeira possível dele. As penas dele fizeram com que o que ela fazia fosse super estranho. Havia um peito e pele sobre elas, mas era tão estranho! Ele tinha penas, e debaixo delas elas encontrou felpudos penachos que eram tão suaves como algodão doce da feira. Ela olhou para o rosto dele. Ele deitou sua cabeça para trás na pilha de toalhas. Os olhos dele estavam fechados com força, e ele estava ofegante.
— Desculpe, eu sei que dói — ela disse. A única resposta dele foi rosnar, o que, ironicamente, fez ele parecer ainda mais com um cara. Sério – o rosnado era bem conhecido por ser um incrível método de comunicação dos caras. — Ok, eu acho que você está pronto para o musgo.
Ela falou mais para se acalmar do que a ele. Pegando uma parte do musgo, ela cuidadosamente colocou na ferida. — Não parece tão ruim agora que não está sangrando tanto.
Ela continuou falando, embora ele mal tenha respondido a ela. — Aqui, tenho que te mexer um pouco.
Stevie Rae rolou ainda mais para poder acertar o resto da ferida. Ele pressionou seu rosto na toalha e deu outro gemido. Stevie Rae falou rapidamente, odiando o som agonizante. — O buraco de saída nas suas costas é maior, mas não está tão sujo, então não vou ter que limpar tanto.
Ela tirou um grande pedaço do musgo para cobrir o ferimento de saída, mas ela terminou rapidamente. Então ela voltou sua atenção para a asa dele. A asa do seu lado esquerdo estava enfiada com força contra suas costas. Não parecia estar ferida. Mas sua asa direita era outra história. Estava totalmente acabada – quebrada e ensanguentada e pendurada sem vida no seu lado.
— Bem, eu acho que é hora de admitir que estou totalmente fora da minha zona de conforto. Eu quero dizer, o buraco de bala foi horrível, mas pelo menos eu sabia o que fazer – mais ou menos. Sua asa é outra coisa. Eu não faço ideia do que fazer para ajudar.
— Ligue ela a mim. Use as tiras da toalha. — A voz dele era grave. Ele não olhou para ela e seus olhos ainda estavam fechados.
— Tem certeza? Talvez eu simplesmente devesse deixar quieto.
— Menos dor – se estiver presa — ele disse hesitante.
— Bem, merda. Ok. — Stevie Rae começou a trabalhar rasgando outra toalha em faixas longas, e então as amarrou juntas. — Muito bem. Vou arranjar sua asa nas suas costas meio que na mesma posição que está sua outra asa. Tudo bem?
Ele acenou uma vez. Ela segurou o fôlego e pegou a asa dele. Ele se afastou e ofegou. Ela a soltou e deu um passo para trás. — Merda! Desculpe! Droga! — Os olhos dele se mexeram e ele olhou para ela. Entre suspiros ofegantes, ele disse:
— Só. Faça. Isso.
Ela cerrou os dentes, se inclinou para frente e, bloqueando os gemidos de dor dele, arranjou a asa quebrada numa posição que lembrava vagamente a asa intocada. Então, mal pausando para respirar, ela disse, — Você vai ter que levantar um pouco para que eu possa amarrar ao redor de você. — Stevie Rae sentiu o corpo dele ficar tenso e então ele se ergueu, se inclinando com seu braço esquerdo, para que estivesse em uma posição meio virado, meio sentado – e seu dorso estava longo o bastante do chão da cabana para ela rapidamente prender as faixas de toalha ao redor dele e assegurar a asa.
— Ok, consegui. — Ele caiu. Seu corpo todo tremendo. — Vou enfaixar seu tornozelo agora. Eu acho que está quebrado também.
Ele acenou uma vez.
Ela rasgou mais tiras de toalha e então enrolou seu tornozelo surpreendentemente humano, igual a como ela lembrava que o seu técnico de vôlei enrolava o dos companheiros de time quando ela estava no ensino médio em Henrietta High, a casa das Galinhas lutadoras. Galinhas lutadoras? Ok, o mascote da cidade natal dela sempre foi bobo, mas no momento parecia super engraçado para Stevie Rae, e ela teve que morder o lábio para impedir a risada histérica de escapar. Felizmente ela se controlou respirando algumas vezes, e conseguiu perguntar a ele, — Você está muito machucado em mais algum lugar?
Ele balançou a cabeça em um movimento rápido.
— Ok, então eu vou parar de mexer com você, porque eu acho que cuidei do pior.
Quando ele acenou uma vez concordando, ela sentou no chão ao lado dele, limpando suas mãos trêmulas com o que restou das toalhas. Então ela só ficou ali, olhando para ele e se perguntando o que diabos ela ia fazer em seguida. — Eu te digo uma coisa — ela disse alto, — eu espero que eu nunca mais tenha que amarrar outra asa quebrada na minha vida.
Os olhos dele se abriram, mas ele não falou.
— Bem, foi totalmente horrível. Essa asa dói mais do que um braço ou perna quebrada, não dói?
Ela estava falando porque estava nervosa, e Stevie Rae não esperava que ele respondesse, então ela ficou surpresa quando ele disse, — dói.
— Yeah, foi o que eu pensei — ela continuou, como se eles fossem duas pessoas normais tendo uma conversa normal. A voz dele ainda era fraca, mas parecia mais fácil para ele falar e ela achou que imobilizar a asa dele tinha realmente ajudado no nível da dor.
— Eu preciso de mais água — ele disse.
— Oh, claro. — Ela agarrou a concha, feliz por sua mão ter parado de tremer. Dessa vez ele foi capaz de se manter erguido e virar para trás sua própria cabeça. Ela só teve que jogar a água em sua boca, ou bico, ou qualquer que fosse a palavra certa para ela. Já que ela já estava de pé, Stevie Rae decidiu que era melhor juntar os pedaços ensanguentados de toalha, achando melhor levar elas para longe da cabana. O olfato dos calouros vermelhos não era tão bom quanto o dela, mas também não era tão pouco desenvolvido como o dos calouros normais. Ela não queria nenhuma chance de eles terem um motivo para cheirar por aqui. Uma rápida busca na cabana e ela descobriu um saco de lixo extra grande, em que ela enfiou os trapos. Haviam três toalhas que ela não tinha usado, e sem pensar muito, ela as dobrou e espalhou, cobrindo o máximo possível do Corvo Escarnecedor.
— Você é a Vermelha? — A voz dele a fez pular. Os olhos dele estavam fechados e ele estava tão quieto enquanto estava limpando que ela achou que ele estava dormindo, ou talvez desmaiado. Agora aqueles olhos humanos estavam abertos de novo e estavam nela.
— Não sei como responder isso. Eu sou um vampiro vermelho, se é isso que você quis dizer. A primeira vampira vermelha.
Ela pensou brevemente em Stark e suas tatuagens vermelhas completas, o que fazia dele o segundo vampiro vermelho, e se perguntou onde ele ia se encaixar no mundo deles, mas de jeito nenhum ela ia mencionar isso para o Corvo Escarnecedor.
— Você é a Vermelha.
— Bem, ok, eu acho que sou.
— Meu pai diz que a Vermelha é poderosa.
— Eu sou poderosa — Stevie Rae disse sem hesitar. Então ela segurou o olhar dele e continuou, — Seu pai? Você se refere a Kalona?
— Sim.
— Ele se foi, sabe.
— Eu sei. — Ele desviou o olhar dela. — Eu deveria estar com ele.
— Sem ofensa, mas pelo que eu sei do seu papai, eu acho que é melhor que você esteja aqui e ele não. Ele não é exatamente um cara legal. Sem mencionar que Neferet ficou completamente maluca, e os dois são como farinha do mesmo saco.
— Você fala muito — ele disse, e então fez uma careta de dor.
— Yeah, é um hábito. — Um hábito nervoso, mas ela não acrescentou isso. — Olha, você precisa descansar. Eu vou embora. Além do mais, o sol vai começar a nascer em cinco minutos, e isso significa que eu preciso estar dentro. A única razão de eu poder andar lá fora é porque o céu está cheio de nuvens.
Ela amarrou a bolsa perto e colocou o balde de água ao alcance dele – se ele fosse capaz de alcançar qualquer coisa. — Então, tchau. Eu, um, te vejo mais tarde.
Ela começou a se afastar, mas a voz dele a impediu. — O que você vai fazer comigo?
— Eu não descobri essa parte ainda. — Ela suspirou e inquieta, olhava nervosa suas unhas. — Olha, eu acho que você está seguro aqui por pelo menos um dia. A tempestade não vai baixar e as freiras não vão vir aqui. Todos os calouros provavelmente vão ficar dentro até o pôr do sol. Até essa hora vou saber o que fazer com você.
— Eu ainda não entendo porque você não contou aos outros sobre mim.
— Yeah. Bem, isso faz dois de nós. Tente descansar. Eu voltarei. — A mão dela estava na porta quando ele falou de novo.
— Meu nome é Rephaim. — Stevie Rae sorriu por cima do ombro pa ra ele.
— Oi. Eu sou Stevie Rae. Prazer em conhecê-lo, Rephaim.
Rephaim observou a Vermelha sair do prédio. Ele contou cem respirações depois que a porta se fechou, e então ele começou a mexeu seu corpo até que se forçou a ficar sentado. Agora que ele estava totalmente consciente ele queria fazer o inventário de seus ferimentos. O tornozelo dele não estava quebrado. Doía, mas ele podia se mover. Suas costelas estavam feridas mas, de novo, ele achava que nenhuma estava quebrada. A bala em seu peito era sério, mas a Vermelha tinha limpado e colocado musgo. Se não criasse pústulas e apodrecesse, ele iria curar. Ele podia mover o braço direito, embora fosse difícil, e parecesse duro e fraco. Finalmente, ele voltou sua atenção para sua asa. Rephaim fechou os olhos e sondou com sua mente, seguindo os ligamentos e tendões, músculos e ossos, pelas suas costas até a extensão de sua asa quebrada. Ele ofegou, quase incapaz de respirar, quando realmente compreendeu a extensão total dos danos da bala, e então a terrível queda. Ele nunca mais iria voar. A realidade disso foi tão horrível que a mente dele foi para longe. Ele iria pensar na Vermelha ao invés disso, e tentar lembrar tudo que o Pai tinha dito a ele sobre os poderes dela. Talvez ele encontrasse alguma pista em sua memória que explicasse o comportamento incomum dela. Porque ela não tinha matado ele? Talvez ela ainda fosse – ou no mínimo, talvez ela fosse trair a presença dele para seus amigos. Se ela o fizesse, que assim fosse. A vida como ele tinha conhecido já estava acabada para ele. Ele daria boas vindas a chance de morrer lutando contra qualquer um que tentasse manter ele prisioneiro. Mas não parecia que ela o tinha o aprisionado. Ele pensou muito, forçando sua mente a trabalhar através da dor e a exaustão e desespero. Stevie Rae. Esse era o nome que ela tinha dado a ele. Qual era o motivo dela para salvar ele se não aprisionar e usar ele? Tortura. Fazia sentido que ela o mantivesse vivo para que ela e seus aliados pudessem forçar ele a dizer o que ele sabia sobre o Pai. Que outra razão ela teria para não matar ele? Ele faria a mesma coisa se tivesse sorte o bastante para estar no lugar dela.
Eles vão descobrir que o filho de um imortal não se entrega facilmente, ele pensou. Estressado além das reservas de até mesmo a grande força dele, Rephaim caiu. Ele tentou se posicionar para poder conseguir algum alívio da agonia que passava pelo corpo dele a cada batida de seu coração, mas foi impossível. Somente o tempo podia aliviar sua dor física. Nada iria aliviar a dor profunda em sua alma de nunca mais ser capaz de voar – ou nunca estar completo. Ela deveria ter me matado, ele pensou. Talvez eu possa convencer ela a fazer isso se ela voltar sozinha. E se ela voltar com seus aliados e tentar torturar para conseguir os segredos de meu pai de mim, eu não serei o único a tremer de dor. Pai? Onde você está? Porque me abandonastes? Esse foi o pensamento que passava por sua mente quando a inconsciência finalmente tomou Rephaim de novo, e finalmente, ele dormiu.

5 comentários:

  1. NOSSINHORA!! Cheguei entrar em desespero quando li o nome do corvo.
    Acho que a Stevie Rae foi muito burra em salvar ele, e sinto que vai acontecer alguma merda por causa disso. (Espero realmente, que eu esteja enganada).

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  2. na minha opiniao a Stevie Rae esta certa em salvar ele eu acho que ele pode mudar ele tem alguns vestigios de humanidade ate porque ele e metade humano
    ASS:Leticia

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    1. Todos os corvos são metade humano, o problema é que o Kalona tem muuuuita influência sobre eles.

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  3. Só vou dizer uma coisa. Vai dar merda Stevie rae

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  4. Vish, eu imaginava que esse fosse o Rephaim. Que medo, tomara que ele não faça merda

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