5 de outubro de 2015

Capítulo 7 - Stevie Rae

Se sentindo como uma total idiota, Stevie Rae bateu a porta da abadia e entrou na noite fria. Ela não estava irritada com Zoey, ou com a freira super gentil e levemente delirante. Na verdade, ela não estava irritada com ninguém a não ser a si mesma.
— Droga! Eu odeio estar fazendo besteira! — ela gritou consigo mesma. Ela não queria estragar totalmente as coisas, mas parecia que ela estava cavando uma pilha de merda que continuava a ficar cada vez mais funda não importava o quão rápido ela cavasse. Zoey não era uma idiota. Ela sabia que algo estava errado. Isso era óbvio, mas como Stevie Rae poderia começar a contar a ela? Tinha tanta coisa pra explicar. Ele era coisa demais para explicar. E ela nunca quis que nada disso acontecesse. Especialmente não a parte do Corvo Escarnecedor. Droga! Antes de ela descobrir ele quase morto, ela nem teria pensado que isso era possível. Se alguém tivesse contado a ela sobre ele antes, ela teria rido e dito, “Não, não vai acontecer!” Mas era possível porque tinha acontecido. Ele aconteceu. Enquanto Stevie Rae andava pelo terreno da abadia procurando pelo chato do Erik, que podia muito bem descobrir esse último e terrível segredo e realmente estragar tudo, ela tentou descobrir como diabos ela tinha se metido nessa horrível confusão. Porque ela tinha salvo ele? Porque ela não tinha simplesmente esperado Dallas e o resto do pessoal, e tinha terminado com isso? Tinha sido o que ele havia falado que queria antes de desmaiar. Mas ele falou. Ele soava tão humano. E ela não foi capaz de matar ele.
— Erik! — Onde diabos ele estava? — Erik, venha aqui! — Ela pausou sua batalha interna e chamou a noite. Noite? Stevie Rae virou para o leste e jurou que podia ver a escuridão começando a virar para trazer ar cores do amanhecer. — Erik! Hora de se reportar! — Stevie Rae gritou pela terceira vez. Ela parou e olhou ao redor do território vazio da abadia. O olhar de Stevie Rae passou da casa verde que tinha se transformado em um estábulo temporário para os cavalos que Z e o resto da turma tinham cavalgado em sua fuga da House of Night. Mas não foi bem a casa verde que atraiu seu olhar. Foi para cabana com cara de inocente perto dela que ela não conseguia parar de encarar. A cabana parecia ser totalmente normal – só uma construção adjunta sem janelas. A porta não estava trancada. Ela saberia. Ela esteve ali dentro não muito tempo atrás.
— Hey, qual problema? Você viu algo por aqui?
— Oh, merda! — Stevie Rae pulou e virou, o coração batendo tão rápido em seu peito que ela quase não conseguia respirar. — Erik! Você quase me matou de susto! Dá pra fazer uma droga de barulho ou algo assim antes de assustar alguém assim?
— Desculpe, Stevie Rae, mas você estava me chamando. — Stevie Rae colocou o seu cabelo loiro atrás da orelha e tentou ignorar o fato de que sua mão tremia. Ela não era boa nesse negocio de sair-de-fininho-e-esconder-coisas-dos-seus-amigos. Mas ela ergueu seu queixo e forçou seus nervos a se acalmarem, e o jeito mais fácil de fazer isso era cortando o chato do Erik. Stevie Rae cerrou os olhos para ele.
— Yeah, eu estava te chamando porque você deveria estar lá dentro com todo mundo. O que diabos você ainda está fazendo aqui, afinal de contas? Você está preocupando Zoey – como se ela precisasse de mais estresse vindo de você agora?
— Zoey está procurando por mim?
Com um esforço, Stevie Rae não virou os olhos para Erik. Ele era tãoooo irritante. Ele agia como o Sr. Namorado Perfeito parte do tempo, e então mudava para se transformar num arrogante idiota. Ela ia ter que falar com Z sobre ele – isso se Z ainda a ouvisse. As duas não estavam, exatamente, muito próximas ultimamente. Muitos segredos... muitas questões entre elas...
— Stevie Rae! Preste atenção. Você disse que Zoey estava procurando por mim? —Stevie Rae virou os olhos.
— Você deveria estar lá dentro. Heath e Dallas e o resto do pessoal está. Zoey sabe disso. Ela queria saber onde diabos você estava e porque não estava onde deveria estar.
— Se ela estava tão preocupada ela mesmo poderia ter vindo aqui.
— Eu não disse que ela estava preocupada! — Stevie Rae surtou, exasperada pela auto absorção. — E Z tem coisas demais pra fazer do que ficar dando uma de babá para você.
— Eu não preciso de uma droga de babá.
— Verdade? Então porque eu tive que vir te pegar?
— Eu não sei, porque você veio? Eu estava entrando. Eu só queria varrer mais o perímetro. Eu achei que seria inteligente passar onde Heath deveria checar. Você sabe que humanos não conseguem ver nada a noite.
— Johnny B não é humano e ele estava com Heath. — Stevie Rae suspirou. — Só entre. Pegue algo para comer e uma roupa quente. Uma das freiras vai te dizer onde dormir. Eu vou dar uma última olhada por aí antes do sol nascer — Stevie Rae disse.
— Se o sol nascer — Erik disse, olhando para o céu. Stevie Rae seguiu o olhar dele, e com um senso de nossa-o-quão-sem-noção-eu-posso-ser, percebeu que estava chovendo de novo, só que a temperatura ainda estava naquela linha entre congelante e não congelante, então o céu estava, mais uma vez, derramando gelo.
— Esse tempo horrível não é o que precisamos — Stevie Rae murmurou.
— Bem, pelo menos vai ajudar a cobrir o sangue dos Corvos Escarnecedores — Erik disse. O olhar de Stevie Rae foi rapidamente para o rosto de Erik. Merda! Ela nem tinha pensado no sangue! Eles tinham seguido o sangue até a barraca? Em falar em deixar um enorme caminho que grita AQUI ESTOU! Ela percebeu que Erik estava esperando que ela falasse algo.
— Yeah, um, você tem razão. Talvez eu tente chutar um pouco de gelo e quebrar uns galhos e coisas assim para cobrir o gelo daqueles três pássaros — ela disse de um jeito forçadamente despreocupado.
— Provavelmente é uma boa ideia, caso algum humano saia durante o dia. Quer ajuda?
— Não — ela respondeu rápido demais, e então se fez dar nos ombros. — Com minha super habilidade de vampiro vermelho só vou levar um segundo. Não é nada demais.
— Bem, então tudo bem. — Erik começou a se afastar, mas hesitou. — Hey, você pode querer ter uma atenção extra nas marcas de sangue da linha das árvores perto dos condomínios vizinhos e a estrada. Está bem nojento lá.
— Ok, yeah, eu sei o lugar. — Ela com certeza sabia.
— Oh, e, onde você disse que Zoey estava?
— Uh, Erik, eu não acredito que tenha dito. — Erik franziu, esperou, e quanto Stevie Rae apenas continuou a olhar para ele, finalmente perguntou, — Bem? Onde ela está?
— Da última vez que a vi ela estava conversando com Heath e Irmã Mary Angela no corredor fora do porão. Mas eu acho que agora ela foi checar Stark em sua cama. Ela parecia muito cansada.
— Stark... — Erik murmurou algo incompreensivo depois do nome do garoto, e virou em direção da abadia.
— Erik! — Stevie Rae chamou enquanto ela silenciosamente se xingava porque era estúpido da parte dela mencionar Heath ou Stark. Ela esperou até ele olhar sobre o ombro para ela e disse, — Como melhor amiga de Z, me deixe te dar um pequeno conselho: ela passou por coisa demais hoje para querer lidar com problemas de namorado. Se ela está com Heath é porque ela está se certificando que ele está ok – não porque ela está querendo se agarrar nele. O mesmo vale para Stark.
— E? — Erik disse, seu rosto sem expressão.
— E isso significa que você deveria pegar algo para comer, trocar de roupa, e levar sua bunda para cama sem ir atrás dela e a incomodar.
— Ela e eu estamos juntos, Stevie Rae. Estamos saindo. Então como o namorado dela poderia se importar o bastante com ela para querer estar “incomodando” ela? — Stevie Rae suprimiu um sorriso. Zoey ia acabar com ele, dividir ele ao meio, e continuar com a vida. Ela deu nos ombros.
— Tanto faz. Só estou te dando um conselho, só isso.
— Yeah, bem, até mais. — Erik virou e foi para a abadia.
— Para um cara inteligente, ele com certeza faz escolhas idiotas — Stevie Rae disse suavemente enquanto ela observava ele se afastar. — Claro que eu falar isso sobre ele é o que minha mãe diria sobre um porco confundido por gambá.
Suspirando, Stevie Rae olhou relutante para as latas de lixo meio camufladas perto da garagem das freiras. Ela desviou o olhar, sem querer pensar na pilha de corpos que estavam na lixeira. — Com o lixo. — Ela disse as palavras devagar, como se cada uma tivesse seu próprio peso. Stevie Rae admitiu para si mesma que Zoey e Irmã Mary Angela podiam estar parcialmente certas em sua mini reunião de conselho com ela, mas isso não fazia o que elas tinham dito ser menos irritante. Ok, claro, ela exagerou, mas os caras colocarem os corpos dos Corvos Escarnecedores no lixo tinha realmente irritado ela, e não só por causa dele. Os olhos dela passaram pela cabana que estava quieta ao lado da casa verde.
O que eles tinham feito com os corpos dos Corvos Escarnecedores tinha incomodado ela porque ela não acreditava que a vida poderia ser desvalorizada – qualquer tipo de vida. Era uma coisa perigosa para se pensar que você é como deus e pode decidir qual vida vale e qual não vale. Stevie Rae sabia disso melhor do que a freira ou Zoey poderiam. Não apenas a vida dela, bem, na verdade, a morte dela tinha sido mexida por uma Alta Sacerdotisa que começou a acreditar que ela era uma deusa, mas Stevie Rae uma vez tinha pensado que ela tinha o direito de acabar com vidas de acordo com sua própria necessidade ou desejo. Só de lembrar como ela estava quando ficava presa na raiva e violência a deixa enjoada. Ela deixou aqueles dias negros pra trás – ela fez uma escolha pelo bem e luz e a deusa, e era nesse caminho que ela permaneceria. Então quando alguém decidia que uma vida não significava nada, qualquer vida, ela ficava chateada. Ou pelo menos foi isso que Stevie Rae disse a si mesma enquanto caminhava pelo terreno da abadia, indo para longe da cabana. Fique calma, garota... fique calma... ela continuou repetindo de novo e de novo enquanto andava rapidamente até a vala e até a linha de árvores, em direção as manchas de sangue que ela lembrava tão bem. Ela encontrou um galho grosso e quebrado que ainda tinha várias folhas, e o levantou com facilidade, feliz pela força extra que veio com seu novo status de vampira vermelha Mudada. Usando o galho como uma vassoura, ela varreu o sangue, pausando de vez em quando para jogar outro galho, ou uma vez, toda a lateral de uma árvore, nas poças de carmim. Só que dessa vez não era sangue que havia ali. Se distraindo com a música do gostoso Kenny Chesney “(Baby) You Save Me,” ela com pressa escovou as manchas de sangue e então seguiu o rastro de gotas que ela sabia que encontraria, chutando o gelo e colocando galhos para cobrir a evidência, enquanto o caminho de sangue levava ela diretamente até a cabana.
Ela encarou dura a porta, suspirou, e então virou, andando ao redor da cabana até a casa verde. A porta estava destravada e a maçaneta virou fácil. Ela entrou no prédio e pausou, respirando profundamente e permitindo que o cheiro da terra e coisas crescendo, misturada com o novo tempero de três cavalos que estavam temporariamente colocados ali, suavizassem seus sentidos, e o calor do lugar derretesse o gelo que parecia ter penetrado em sua alma. Mas ela não se permitiu descansar ali muito tempo. Ela não podia. Ela tinha assuntos a cuidar e pouco tempo antes do amanhecer. Mesmo que o sol ficasse escondido pelas nuvens e gelo, ainda nunca era confortável para um vampiro vermelho ficar do lado de fora, exposto e vulnerável, durante o dia. Não levou muito tempo para Stevie Rae encontrar o que precisava. As freiras obviamente gostavam do jeito antigo de fazer as coisas. Ao invés de um sistema de mangueiras modernas, interruptores elétricos, e coisas metálicas, as Irmãs tinham baldes, regadores com longo comprimento, orifícios perfurados feitos para gentilmente molhar as plantas, e montes de ferramentas que eram obviamente bem usadas e bem cuidadas. Stevie Rae encheu um balde com água fresca de uma das muitas torneiras, pegou um regador, algumas toalhas de uma pilha limpa que ela encontrou em uma prateleira usada para guardar luvas de jardinagem e vasos extras, e então, saindo, ela pausou perto de uma bandeja de musgo que lembrou ela de um carpete grosso e verde. Ela ficou parada ali mordendo o lábio indecisa enquanto instinto avisava ela com sua mente consciente, até que ela finalmente cedeu e puxou uma enorme raiz. Então, murmurando para si mesma sobre não saber como ela sabia o que sabia, Stevie Rae saiu da casa verde e voltou para a cabana. Na porta ela parou e focou sua atenção – todos os seus sentidos afiados, como um predador com habilidade de sentir, cheirar, ver qualquer um, qualquer coisa por perto. Nada. Ninguém estava lá fora. A neve a as horas tardias estavam mantendo todos seguros e quentes do lado de dentro.
— Todo mundo com alguma cabeça — ela murmurou para si mesma. Ela deu mais uma olhada, mudou sua carga para ter uma mão livre, e então tocou a porta. Ok – ok. Só termine com isso. Talvez ele esteja morto e você não vai ter que lidar com o maior erro que você cometeu. Stevie Rae clicou a trava para baixo e empurrou a porta. Automaticamente, ela franziu o nariz. Foi depois de sacudir a simplicidade da terra, a casa verde, esse pequeno prédio cheirava a gás e petróleo e mofo, tudo misturando com um cheiro errado do sangue dele.
Ela o deixou do outro lado da cabana, atrás de um moedor e as prateleiras que tinham coisas para gramado como tesouras de jardim, fertilizantes e peças extras para regadores de grama. Ela espiou para trás e mal conseguiu ver uma forma negra, mas ela não se mexia. Ela escutou, mas não ouviu nada a não ser o gelo caindo no teto. Temendo o inevitável momento quando ela teria que enfrentar ele, Stevie Rae se forçou a entrar na cabana e fechar a porta firmemente atrás dela. Ela caminhou até o moedor e as prateleiras, até a criatura que estava na parte distante da cabana. Não parecia que ele havia se movido desde que ela o tinha meio que arrastado, meio que carregado ele algumas horas atrás e literalmente jogado ele no canto. Ele estava deitado sobre si, curvado em uma posição fetal do lado esquerdo. A bala que tinha rasgado a parte superior de seu peito tinha rasgado sua asa quando saiu do seu corpo, dizimando ela. A enorme asa negra estava ensanguentada, e inútil do seu lado. Stevie Rae também achava que um dos tornozelos dele deveria estar quebrado, já que estava horrivelmente inchado e, mesmo na escuridão da cabana, ela podia ver que parecia ferido. Na verdade, todo o corpo dele parecia bem batido, o que não era surpresa. Ele levou um tiro no ar e os grandes carvalhos na propriedade da abadia tinham quebrado a queda dele o bastante para ele não ser morto instantaneamente, mas ela não tinha como saber a extensão dos ferimentos dele. Até onde ela sabia, o interior dele estava tão quebrado quanto o exterior parecia estar. Até onde ela sabia, ele estava morto. Ele com certeza parecia morto. Ela olhou para o peito dele e não sabia com 100% de certeza, mas ela não achava que tinha visto ele subir e descer com sua respiração. Ele provavelmente estava morto. Ela continuou encarando ele, indisposta a se mover mais para perto, e incapaz de virar e se afastar. Ela estava maluca? Porque ela não parou para pensar antes de arrastar ele para cá? Ela o encarou. Ele não era humano. Ele não era nem animal. Não era bancar Deus deixar ele morrer; ele nunca deveria ter nascido.
Stevie Rae estremeceu. Ela continuou a ficar parada ali como se tivesse congelado pelo horror do que tinha feito. O que os amigos dela diriam se descobrissem que ela escondeu um Corvo Escarnecedor? Zoey iria abandonar ela? E que repercussões a presença dessa criatura causaria aos calouros vermelhos, para todos os calouros vermelhos? Como se eles não tivessem coisas negras para lidar? A freira tinha razão.
Ele não deveria evocar a pena nela. Ela ia levar as toalhas e as coisas de volta para a casa verde, entrar na abadia, encontrar Darius e dizer a ele que havia um Corvo Escarnecedor na cabana. Então ela deixaria o guerreiro fazer seu trabalho. Se ele já não estava morto, Darius iria cuidar disso. Seria como acabar com o sofrimento do cara ave. Ela soltou um longo suspiro, que ela não tinha percebido que estava segurando, aliviada com sua decisão, e os olhos vermelhos dele se abriram para encontrar os dela. — Termine com isso... — a voz do Corvo Escarnecedor era fraca e cheia de dor, mas era clara e absolutamente e inegavelmente humana. E foi isso. Stevie Rae percebeu a razão do porque ela não tinha chamado Dallas e o resto deles quando o descobriu. Quando ele falou antes e disse a ela para matá-lo, ele soou como um cara de verdade – um que estava machucado e abandonado e assustado. Ela não foi capaz de matar ele lá, e ela não era capaz de abandonar ele agora. A voz dele fazia toda a diferença, porque embora ele parecesse um ser que não deveria ser possível, ele soava como um cara normal que estava tão desesperado e em tamanha dor que ele esperava que o pior acontecesse com ele. Não, isso era errado. Ele não esperava apenas que o pior acontecesse com ele, ele queria que acontecesse. O que ele tinha passado era tão horrível que ele não conseguia ver uma saída a não ser sua própria morte. Para Stevie Rae, embora o que ele tivesse passado fosse em grande parte por suas próprias escolhas, isso o fazia muito, muito humano. Ela esteve lá. Ela entendia essa tamanha desesperança.

4 comentários:

  1. Stevie Rae tem a visão certa. Zoey e os outros provavelmente não são insensíveis, mas só não pensaram nos Corvos Escanecedores com tamanha profundidade quanto ela, já que, como ela própria diz, ''Ela entendia essa tamanha desesperança''.

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    1. Sim e tipo, os corvos tentaram atacar a Zoey e os outros, é bem provável que eles achariam primeiramente que deveriam matá-los e não tentar entendê-los.
      Já a Stevie Rae nunca esteve em um ataque direto com os Corvos, ela encontrou um corvo em um momento vulnerável, o que provavelmente faria ela ver ele com outros olhos, ela viu o outro lado dele primeiro, o lado humano. Já a Zoey só lidou com o lado mal, ela não sabe que eles podem ser bons... Se é que esse aí é realmente bom, não sei se dá pra confiar nele

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  2. qnd ele pedindo pr ela matar eu me lembrei dos tuneis, qnd stevie rae pediu pr z fazer o msm com ela. " ela vez isso pq entende ele mas q qualquer um, pois ela sentiu na pele ñ ter sua humanidade e esperar apenas a morte".

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  3. Eu entendo a Stevie, realmente entendo, não sei se eu teria coragem de matar o corvo, pq ele é quase inteiramente humano, só tem cabeça e asas de ave. .. Mas, o buraco é mais embaixo, ela está colocando os outros em risco mantendo ele aí, e quando ele se recuperar? Dá pra confiar nele? Tá bom que ele é uma vida, mas e as outras vidas que ela pode estar colocando em risco deixando ele vivo? Quando a Zoey se encontrou na mesma situação escolhendo deixar a Stevie viva, ela confiava na Stevie, pq ela conhecia ela antes dela virar isso, já a Stevie está totalmente no escuro quanto a esse Corvo, não sei se ele é confiável, eu espero que sim, pq se não vai dar merda.

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